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O FUTURO DOS LANÇAMENTOS COM ERICO ROCHA | O JOGO DA IA

01 de maio de 20261h22min
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O marketing digital mudou.E não foi pouco.

O que funcionava há alguns anos — lançamentos previsíveis, fórmulas replicáveis, promessas fáceis — começou a perder força. O mercado amadureceu, o público ficou mais exigente e a régua subiu.

Neste episódio, a gente senta com Erico Rocha pra falar sobre o que vem depois.

Depois do 6 em 7.Depois da explosão dos infoprodutos.Depois da era onde bastava seguir um passo a passo.

A conversa vai direto ao ponto: o futuro da educação online, o que ainda funciona no marketing digital, o que morreu — e o que está nascendo agora com inteligência artificial, novas plataformas e um consumidor muito mais crítico.

Sem romantizar. Sem fórmula mágica.

Se antes o jogo era sobre aprender a lançar, agora é sobre construir algo que sustente no longo prazo.

E quem não entender essa virada… vai continuar jogando um jogo que já acabou.

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Assuntos8
  • Estratégias de MarketingIA como ferramenta de produtividade · IA como piloto automático · IA para criação de conteúdo · IA para otimização de anúncios · IA para análise de dados
  • Educação com IAPersonalização do aprendizado com IA · IA como tutor interativo · O futuro da educação formal · Desafios do homeschooling · IA para facilitar a leitura e compreensão
  • Conhecimento e AprendizadoSimplificador profissional · Analogias para explicar conceitos complexos · Parábolas como método de ensino · IA como ferramenta de simplificação
  • Plataformas comerciais e IAAutomação de anúncios com IA · IA para captação de leads via redes sociais · IA como copiloto em vendas · IA como piloto automático em atendimento
  • IA Generativa na IndústriaConstrução de IA em blocos (Lego) · Janela de contexto de LLMs · IA para criação de soluções personalizadas · IA como marketplace de soluções
  • Creches e Educação FormalPersonalização do aprendizado · IA como tutor individual · Mudança no modelo de ensino
  • Construção de Marca PessoalDificuldades em mudar nome de empresa · Estratégias de rebranding para mercado internacional · IA como ferramenta para sugestão de nomes
  • IA como Ferramenta Criativa
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O jogo da IA muda muito rápido. Então, tipo, o que não funcionou hoje, amanhã passa a funcionar. Se eu olhar muito pra frente, eu me pergunto como é que vai ser a educação formal? Pode falar como é que você pode colocar IA que a gente tá usando? Sim, eu vejo aluno meu lançando produto de tudo. Por exemplo, hoje a gente roda 100 a 130 mil jets por dia.

com zero pessoas. Eu não sou só expert de fórmula de lançamento. A figura do expert é o professor. Eu sou o CEO da minha empresa. No futuro, acredito que a gente vai conseguir sim desenvolver um produto inteiro conversando com o AI e ele vai desenvolver de fato o produto inteiro top. Imagina o Nardon com o cabelo do Thales? Então, sou eu. Vamos fazer cuia. Cara, vamos fazer o Nardon. Não, e o Alfredo.

Coloca o Alfredo com a peixe de surf, né?

Começando mais um jogo da IA, hoje um episódio mega especial, estamos aqui com ele, Érico Rocha, o cara responsável pela fórmula de lançamento, responsável por bilhões de reais em vendas nesse mundo digital do Brasil e que agora está usando IA para reinventar a sua própria obra-prima e ele me mandou dizer...

Que ainda é humilde e bonita pra caramba. Mais humilde que bonita. Mais humilde que bonita. E além do Eric, eu tô aqui com o meu sócio parceiro, Iago Martins, pra gente gravar com a lenda do digital. O cara veio, mano. O cara veio. O cara tem IA. Os últimos episódios. Eu trouxe, eu trouxe, eu trouxe.

Dessa vez eu tive o prazer. Eu faço meu trabalho também, meu amigo. E a galera vai ver aqui o Eric falando de A que, olha, eu não tinha visto ainda. Eu não via quem te brincar, te falar um pouquinho. Eu quero fazer umas provocações. É, isso é interessantíssimo. Eu quero abrir a mente do Eric hoje. Eu quero que tu desenrole alguma coisa que ele tem de ideia. E tu vai dizer como é que a gente vai fazer uma ideia dele com o Iá. Bora.

Você sabe que eu gosto de desafio, né, velho? Só não tem nada que eu possa virar algumas noites.

E botar pra rodar. Mas é milagre, não é milagre esse. É milagre. Eu faço um milagre só. Pergunta, por que o nome do seu produto chama Viver de Ar? Era pra responder as perguntas, mas eu vi. Não, legal. Tá podendo fazer pergunta também? Sim, claro. Primeiro, vou combinar, o podcast é seu, tá? Você que manda aqui. Não tem frescura.

Por que chama viver de A? Cara, eu dei um all-in em 2023. Eu era executivo, diretor de marketing. E aí eu dou um all-in, porque minha cabeça clica muito rápido. Isso aqui vai ser o futuro. E aí eu dou um all-in e passo a viver de A. Falo, cara, eu vou viver de A. Certo. Então eu abro uma empresa com o intuito de eu mesmo viver de A. E a empresa começa com eu ensinando outras pessoas a viver de A. Correto. Inclusive com o infoproduto. Assisti o fórmula de lançamento todo. E começo a empreender.

Só que em 2025, ano passado, eu e a água, a gente muda o modelo de negócio para criar uma empresa B2B para ajudar as empresas. A gente passa a mudar a narrativa. A gente vive de A para ajudar as empresas a terem resultado. Então, viver de A nasce com um propósito e hoje a gente tem uma narrativa que é real. Que é real. A gente consegue viver de A hoje para ajudar as empresas a terem resultados com A. Eu vivo de A. Não, assim, sem querer...

da Pitaco, mas tá na hora de mudar esse nome, não tá, não? Tá, tá. Porque o cara chega assim, parece que ele vai comprar um produto, fala assim, eu vou viver de A, eu não quero viver de A, eu quero que a A seja minha... Minha... O escravo é ruim, né, minha gente? É.

Coides da minha vida. Vocês já não pensaram em mudar o nome, não? A gente vai ter que mudar. Estamos aqui no novo rebranding. Vai ser top down. Top down AI. Top down AI. G4 não fez rebranding. É, viva. Tirou educação, inclusive, né? Agora é G4. Vocês pensam em mudar de nome? Pesso. Porque o marketing não é fácil, não, né, brother? A gente vai ter que mudar. Até porque agora, em julho, a gente lança o produto de Estados Unidos e Europa.

A gente não tem corrente no Brasil e não tem ainda. Então vai ser um nome que dá pra pronunciar. É, inglês. A gente vai ter que mudar completamente a mão. Mas tem um ponto que o G4 é massa, né? G4. Só se chama IA4. Living AI.

Lir em EA. Aí você tá deixando aí. Não, sim, eu tô brincando. Mas é... Cortava ruim. Ficou pior. Ficou pior, Bruno. Cara, já sei, velho. Vou perguntar pra EA. Não, justo. Principal problema. Tô precisando mudar o nome do meu produto. Não, mas tem um ponto da gente não ter mudado o nome ainda também. Eu falo isso porque, assim, quando eu cheguei aqui...

Quando eu cheguei aqui, eu não tinha a menor noção do que vocês vendiam. Não tinha mesmo. Assim, eu sabia que com IA, e sabia que o nome do cara era Iago, então o cara deve ser bom de IA. Iago. Vai IA, vai IA, Iago. Mas assim, e eu não tinha noção. E aí a gente tinha se encontrado no Empreende Brasil, e aí você tinha falado um monte de cara, IA, IA, IA, e eu não tinha assimilado o que era.

E em 30 minutos você explicou a parada aqui, mais ou menos como é que é. Eu falei, cara, que coisa massa. Que produto foda. Pode falar foda? Pode falar. Que produto do caramba. Pra não falar do caralho. Que produto do caralho é de uma porquê do caralho.

O produto do caralho. A única coisa que é ruim no produto é o nome. Porque o nome, eu imaginava que era um produto profissionalizante pra quem queria. E, na verdade, não. É um produto pra empresários que querem usar IA para aumentar seu lucro. Ou diminuir sua receita. Não. Ou diminuir sua receita. É isso, desculpa. Aumentar sua receita e reduzir seu custo. Aumentar sua receita e diminuir seu custo. Falei, cara, que massa. A única dificuldade que era, era o nome. Então, sei lá. Fica aí a dica.

Não, mas fica, mas... Bora mudar agora? Mas tem razão, mas tem razão mesmo e a gente tá pensando mesmo no rebranding porque até como posicionamento a gente tem muito cara, isso era a ideia do Rafa lá atrás que tinha, a gente mudou completamente. A gente tá nesse momento agora, nesse time de quando a gente for lançar fora, a gente tá esperando pra já embalar bem e numa tacada só, entendeu? Porque qual que é o ponto da mudança do rebranding, né? É aquele ponto de crescer a marca mudando, não é ruim também.

Então você fica mudando de nome toda hora, você indexa o nome, coloca. Então a gente quer fazer isso de uma maneira igual o Iago falou, mais estratégica. Ah, já vai ter que lançar lá fora? Então vamos embalar e nesse time a gente embala. Vai ajudar os seus closers. O closer não, mas o marketing vai, né? Vai, vai bastante.

Mas eu te falo uma coisa, se tá vendendo bem, crescendo com nome ruim, imagina com nome ruim. Às vezes é um nome ruim que ajuda. É. Dá curiosidade. Na cadastria aqui nem pra entender o que que era. A gente fica sábio. Já ficando com o nome agora. Volta, volta. Vamos começar o que é de novo? Não calma. Só muda o nome se parar de vender.

Érico, conta aí pra gente Como é que tá um pouco da tua vida Hoje com o IA, como que isso Impactou a Ascoformula Ou a tua comunidade, o todo Eu tô bastante curioso é pra saber Qual foi esse, a gente sempre fala que na cabeça De todo mundo dá um clique em algum momento

Que em algum momento, em algum clique, deu assim, opa, entendi. Eu fiquei curioso saber quando foi esse clique pra ti, quando tu usou, quando tu viu alguma coisa. Eu acho que foi agora, quando vocês mostraram o produto. Não, sério. Assim, não. Vamos ser, parou a brincadeira, né? Tava brincadeira demais.

Eu acho que esse clique veio em conta gotas 20 vezes, não tem um clique normal, mas chega uma hora que você fala assim, cara, eu vou usar IA para ajudar meus alunos a gerar mais resultado. Os alunos geram mais resultados, isso gera mais recorrência, mais renovação, mais progressão para eles na jornada de cliente. E foi aí que a gente começou a usar IA para tentar ajudar com as principais dúvidas que eles tinham, as principais travas que as pessoas tinham.

Tentamos usar os prompts do GPT, que foi o primeiro processo. Ah, cara, será que o GPT... Vou falar GPT porque tem vários, né? Mas na época era o que a gente usa como sinônimo de A no começo. Será que ele vai dar resultados bons? E ele alucinava demais. Ele era melhor que um cara muito júnior. Mas pra você construir uma casa, você não pode ter um cara muito júnior.

Você tem que ter um cara razoavelmente sênior. E então, nas nossas primeiras interações, a gente fica meio desanimado mesmo, porque por mais que seja interessante, faz o cara se sentir bem e tal, dá umas respostas legais, dá lá resultado. Então, a gente começou a olhar para um lado diferente.

Porque a gente começou a ver que a IA, quando ela vai para fora, ela vê o certo e o errado, cria uma média daquilo e te dá uma resposta. Se você tiver uma inclinação do que você acha que é certo, se você é um cara de direita, por exemplo, se você acha que o conceito de direita é um conceito certo, ela vai tender a te dar aquela retórica da direita. Se você é um cara de esquerda, ela vai tender a retórica da esquerda. O que é certo? O que é errado?

Difícil de falar, né? Mas tinha muita coisa na metodologia do que se falava de marketing digital que a gente considerava errado. Mas se você perguntasse pra Iago, ia responder com a maior educação do mundo que era certo. Então esse foi o primeiro dilema. Então começa com uma coisa, olha que massa, e aí depois, ah, não tá pronto, entendeu? Não é o suficiente.

Não é melhor que a inteligência natural. Não sei se nunca vai ser. E, eventualmente, a gente toma um approach que, eventualmente, a gente se sente muito satisfeito. Que foi o treinar os agentes a IA baseado só no que a gente acha que é certo. E, eventualmente, corrigir ela.

Com o errado. Então começou assim. Então na minha própria metodologia, eu treinava IA na minha própria metodologia, mas agora eu deixava. Cara, não vai lá fora não. Só fica aqui. Literalmente assim. Esse foi o primeiro momento. O segundo momento foi o enriquecimento de informações que a internet não tem, mas eu tenho. São informações internas. Eu tenho uma mentoria onde eu analiso os lançamentos das pessoas que são mentoradas.

Uma espécie de debriefing. Isso é o que você fez certo, isso é o que você fez errado. Só que na mentoria eu tenho acesso.

Aos dados de lançamentos deles. Eu sei o que deu certo. O que deu errado. Então, começar a treinar IA. Não só baseado na metodologia. Que eventualmente alguém pode comprar um curso. Subir lá e treinar ele.

Pode acontecer, né? Mas ele não tem acesso ao que a gente chamava de análise de lançamento. E aí que começou a ficar mais interessante. Porque a análise de lançamento é feita por pessoas, né? Inteligência natural mesmo. Ele vai dando feedback. E aí, eventualmente, ao alimentar a IA com isso, a gente começou a ter mais resultados que eu sentia que eu podia entregar para o meu cliente. Porque tem os resultados de IA que você consegue entregar para o seu cliente.

que parece que é legal, mas você como expert não dá muito resultado, sabe? Claro. Então é nesse processo que a gente se encontra. E a outra coisa que aconteceu é, eu não sei se acontece com vocês, mas geralmente você quer resolver um problema. Ah, me constrói um celular. Pô, complicado isso aqui. Talvez pra IA não seja, tá? Mas é complicado isso aqui. E toda vez que a gente pedia pra ela construir um celular de cabo a rabo...

Sai muito o celular. É uma coisa sabor celular. Então o que a gente fez? A gente começou a quebrar as etapas da construção de um lançamento, que é isso que a minha metodologia vende, quebrar em várias etapas. Então, primeira definição do seu nicho, do seu cliente ideal, que a gente chama de avatar, da sua principal promessa do seu produto. Por isso que a primeira pergunta que eu fiz para vocês é viver de ar. O que vocês prometem? Aí você vai aumentar a receita e diminuir.

Custo. Custo. Eu tenho que repetir, repetir. Ah, legal. Essa parte pra mim é muito importante. Na campanha de marketing, tudo vai ser sobre isso. Isso aí. Aumentar a receita, diminuir o custo. Aumentar a receita. Isso é importante. A gente chama isso de Roma, dentro da minha metodologia. Porque a partir da definição disso, todas as estradas vão levar a Roma. Quando eu...

Quando a Roma não está muito alinhada, dali pra frente, brother, se não tem uma Roma que eu chamo de simples, isso é, eu entendo a promessa. Aumentar receita, diminuir custos. Entendo, simples, né? E atrativo.

Aumentar a receita. Todo empresário que é isso. Todo empresário que é isso. Seu avatar que é de... Um concurseiro não quer diminuir custos. Que custo? Não tem custo. Entendeu? A própria Roma, ela é simples e atrativa pro seu avatar, pro seu cliente ideal. E aí você vai... Então Roma, na minha metodologia, é uma parte, sim, era uma cruzilhada muito importante. Então ela merece cada uma das etapas, elas foram divididas entre um agente pra cada um.

Porque eu sabia que se eu pedisse pra ela fazer todas as etapas ao mesmo tempo, essa etapa de ROM podia passar um pouco menos, podia ter um pouco menos de foco. E aí machucar todo o processo lá na frente. Aí você não conseguir olhar de trás pra frente o que funcionava. Então passa um, dividir um processo complexo. Lançamento. Em etapas, ó, deve ter uma etapa aqui que é câmera. Deve ter uma etapa aqui que é display. Deve ter uma etapa aqui que é...

Comunicação. Em vez de você pedir para ele construir tudo de uma vez, de repente vai surgir uma que faz. No meu caso ainda não. Você divide em várias etapas, vai validando cada etapa e eventualmente você constrói no final o que é complexo. E esse é o estágio que a gente está agora. Validando cada uma dessas etapas e eventualmente expandindo.

Por exemplo, começou com mais a promessa, depois o cliente ideal, depois a criação dos scripts de conteúdo. Como é que eu vou criar audiência? Isso é uma etapa no interior. Eventualmente vai ter um lançamento.

Um evento de vendas. E é uma IA que valida essas etapas? Sim, é uma IA que valida. Ah, ok. Então, ou seja, tu pegou a tua metodologia, criou um software disso, que o teu cliente vai preenchendo essas etapas e a IA vai, de fato, validando. Correto. Dando esses checks, ou tipo de um score ali e tal. Mas ela chega das sugestões?

Total, absurdo. Ah, ok. Muitas sugestões. Por exemplo, eu tenho um tipo de cliente que já tem um produto e quer lançar um produto. 60% da minha base é isso. E eu tenho pessoas que querem viver de empreender digitalmente. E eles vão aprender a metodologia para aplicar isso em outras pessoas. Então, o nosso colega ali pode estar querendo, vou aprender marketing digital. Vou arrumar um médico que tem um conhecimento fantástico.

que não tá afim de aprender marketing digital e eu vou lançar esse médico. Exemplo, tá? Porque são os coprodutores, né? É, a gente chama, dentro do nosso... Engraçado que eles que criaram o nome, eles chamam de lançadores. Lançadores. Experts, são aquelas pessoas que é expert, lançadores, e a gente tem um cara que é lançador e expert. Legal. Eu sou um lançador e expert, eu lanço meu próprio expertise. Eu comecei a ver já, sim. Eu era o lançador e o expert. Exatamente.

Então tem uma parte da base que quer lançar alguém, mas não sabe. Então a IA vai ajudar e sugerir.

algumas áreas. Baseado em que? O que que é? As pessoas me perguntam, Érico, qual o produto que está dando mais dinheiro? O que que ele está querendo dizer com isso? Ele está querendo dizer, cara, eu preciso pagar meus boletos, eu quero crescer, eu quero criar uma empresa lucrativa, eu quero com alta receita, como é que é? Agora eu vou decorar. Eu quero aumentar a receita, eu quero diminuir o custo, e eles querem a bala de prata, qual que é? E aí a gente descobre que não é uma solução para todos.

Por exemplo, para você IA, fantástico. Quentíssimo, resolve uma dor latejante, uma dor ardente e você curte IA. O nosso amigo ali pode não ser, ele deve curtir mais áudio e vídeo. Então, para você lançar um produto IA, é um bom negócio. Para ele, talvez não seja, ele prefere mais arte.

Então, a solução ideal de quem lançar, mesmo que você não seja o Expertise, não vai depender só de você. Então, a IA vai cruzar um pouco de mercado. Eu tenho informações de mercado dentro da minha base. Um pouco de você e um pouco daquilo que você quer lançar. Então, geralmente ela vai sugerir algumas coisas assim.

Geralmente ela vai sugerir algumas coisas. Vou trazer algo técnico para reforçar o que você disse. E você está coberto de razão quando você fala que é melhor a gente construir um celular por partes. E tem explicações técnicas para isso. Uma delas é a janela de contexto do LLM. E essa janela de contexto é onde a gente coloca uma quantidade de tokens sem querer alucinar.

Quando você citou ali do GPT e quando eu comecei a trabalhar com o GPT, a gente tinha ali 16 mil e depois evoluiu para 32 mil tokens. Ou seja, dentro de 16 mil e 32 mil tokens, eu consigo trabalhar com a EA sem ela alucinar. Então é muito difícil você construir algo completo com uma EA sem ela alucinar. Ou seja, ela vai ter um resultado muito ruim. É igual aquilo que você falou. Um celular, sabor celular, não vai ser um celular legal.

Com a evolução da tecnologia, a gente começa a ter janela de contexto de tokens maiores. Ou seja, hoje a gente tem o Gemini 3.1 com um milhão de tokens. A gente tem o Cloudyopus com um milhão de tokens. Então, os tokens saíram de 16 mil, 32 mil para um milhão. Está aumentando cada vez mais. Então, cada vez mais eu consigo, às vezes, fazer partes maiores. Exemplo, igual você falou, a câmera e o display.

No mesmo contexto. Sem alucinar. No futuro, a gente vai conseguir sim desenvolver um produto inteiro. Conversando com a EA. E desenvolver de fato o produto inteiro top.

Hoje, você está coberto de razão e faz parte do que eu ensino. E se você que está nos ouvindo quer construir um produto com E.A., você tem que fazer exatamente como o Érico diz, que é construir por blocos. Eu falo que construir hoje com E.A. é construir Lego. É brincar de Lego. Você vai conectando peças. Tá, aqui está essa peça, aqui está essa peça, aqui está essa peça, que foi como eu construí o verde A. Então, eu fui colocando, cara, aqui é a área de solução.

Aqui é a área de metoria. Aqui é a área de formações. Então, eu fui construindo...

cada uma das soluções e depois eu integrei e virou o celular. E virou o nosso produto. É a mesma coisa. Você vai montando as peças e depois você conecta elas. Então, essa é a maneira mais correta de se criar qualquer tipo de produto com E.A. Mesmo que você não tenha usado conhecimento técnico...

profundo que eu fiquei virando nos últimos 3, 4 anos para fazer, empiricamente você chegou no resultado que eu defendo e o resultado correto para criar uma solução e um produto com E.A. Que massa. Massa mesmo. Basicamente teste e erro, né? Teste e erro. Nessa, você está vendo bastante nos seus alunos hoje eles lançarem produtos já?

Tipo, alunos teus que estão criando produtos para lançarem produtos de A, você está vendo bastante expert, bastante gente. Cara, eu vou dar resposta sem copy, sem script. Eu vejo aluno meu lançando produto de tudo. Então, eu não sei se IA é uma tendência forte, ele só tem bastante, tem bastante. Assim como tem bastante produto de artesanato.

Emagrecimento. Emagrecimento, medicina, fortíssimo na medicina. Médicos para médicos, só deixando bem claro, né? Certificações, pós-graduações, então...

Tem bastante, mas tem bastante de tudo. Entendi. E aonde que tu acredita hoje dentro da metodologia do Fórmula? Aonde que IA pode ser mais efetivo hoje, não só no Fórmulas, mas no marketing digital como um todo. Exemplo, porra, mais pra gravar criativo, mais a parte de processo, mais pra ads, né? Por exemplo, a gente hoje, a gente roda 100 a 130 mil de ads por dia.

com zero pessoas. É o Maiar que sobe anúncio, pega anúncio, otimiza a campanha. Grava anúncio? Grava não. A gente grava, coloca no Google Drive, a nossa IA escolhe qual é melhor e ela pega de lá e sobe a campanha 100%. Excelente.

Ó, inclusive é um bom teste, ficou curioso pra ver isso por trás, né? No meu último lançamento, a gravação de anúncios é uma coisa que é... Pensa no cara que eu não sou só expert de fórmula de lançamento, a figura do expert, professor. Eu sou o CEO da minha empresa. Então a mistura de... Se eu sou o Nardon misturado, o cruzamento de Nardon com Thales. Imagina o Nardon com o cabelo do Thales. Então eu sou eu.

Vamos fazer Cuiar. Cara, vamos fazer o Bartal. Não, e o Alfredo.

Coloca o Alfredo com a peixe de surf, né? E tal. Com o sotaque do Alfredo. O nadou com o cabelo do Tales com o sotaque do Alfredo. Total. No podcast extremos. Vai ficar muito feio, mano. Vai ficar muito ruim, mano. Cara, eu não tô conseguindo imaginar isso na minha cabeça. Inclusive, dá pra colocar na edição, hein? É de novo. Vamos colocar na edição. Vamos colocar esse negócio na edição. Cara, eu queria agradecer que finalmente consegui abrir a água. Tentei. Podcast inteiro.

Mas não sei nem o que a gente tava falando. Peraí, peraí, peraí. Ah, tá. E aí, nesse último lançamento, as gravações foram comigo também. Desculpa, foram com o Iá também. Então, assim, tá tudo... De ads. De ads. Então, dá um exemplo. Eu fiz gravações pra profissionais liberais. Um dos meus públicos são profissionais liberais que querem vender seu conhecimento e...

alavancar com seu conhecimento na internet. Isso é um clássico, né? Um médico, fisioterapeuta. Então, dessa vez, eu... Dentista, por exemplo. Então, tô eu no consultório de dentista falando, cara, ser dentista quer aprender a alavancar, transformar seu conhecimento em um negócio que fatura um milhão de reais. Eu acho que era esse o anúncio. Todo esse negócio foi feito com IA. Porque eu queria estar no consultório.

Porque isso é importante, esse impacto visual no Edge às vezes converte. Fez com o que, tu sabe? Devia, né? Uma equipe que fez. Olha só isso aqui mesmo. Saiu ontem, tá? Que mudou a versão, né? Rodeu o lançamento inteiro nesses criativos. Eu vou te mandar um... Não, eu tenho mais um atual. Você vai agora. Deixa eu mostrar isso aqui pro Eric. Vou mostrar pro Eric aqui, galera, e vai colocar na edição pra vocês irem.

Tudo feito com IA. É a versão do Ray J que subiu a dois dias.

E quem entender isso agora que você falou, agora ela Você vê, mas se você não tivesse ligado Não, mas tem um detalhe A voz O corte de cabelo ficou bom Esse é um negócio mais antigo Não, ficou muito bom Mostra aquele outro Olha só, o Eric já mandou mudar o nome da minha empresa Mudar meu corte de cabelo Eu já tô anotando aqui A impressão do produto

Não, é da empresa, pô. Eles chamam Viverdear. Mas o produto chama como? Plataforma do Viverdear. Viverdear, tudo Viverdear. É, tudo Viverdear. Mais fácil, pô. Tudo, tudo. Mais fácil. Mostra você que é a vendas e marcas. Você vai me agradecer um dia desse. Não, não, a gente vai mudar, pô. Não, não, mas já falaram e a gente sabe também. Era só preguiça. Olha só. Tá faturando, né?

É, pô. Isso aqui também, ó. Quando ele fica no LED o dia todo, a meta tá construindo um cloto de AD. Eu só achei isso aqui. Eu me olhei. O Silvio. A minha voz já melhorou, porque aí eu usei Eleven Labs, tá? Aí eu usei Eleven Labs pra voz nesse aqui. Tá fantástico, né? Tá muito perfeito. Só que essa versão... Tá tão perfeito que eu acho que devia ter mudado a sua roupa só pra provar que era perfeito. É engraçado, né? Devia estar nos comentários.

Duvido, é ele mesmo. Não tem uma. Tem. Essa versão que a gente tá fazendo saiu há dois dias.

Saiu a dois dias a versão nova no Raygen pra ficar tão bom assim. Porque antes não ficava tão bom assim, tá? E pra quem tá nos ouvindo e quiser testar essa ferramenta, é H-E-Y-G-E-N. Raygen. Vai tá na descrição.

Érico, que eu tava te dizendo antes do... Vai, vai, vai, vai. Tá na descrição, caramba. Por que você tá falando isso? Tá na descrição. Não ia estar, mas tudo bem. Vai na descrição. Cara, é que a gente coloca na descrição, depois eu falo com eles de o que tá na descrição e eu coloco do logo deles aqui depois e cobro eles. Cara, tá viu? Porque já vai tá gravado. Ah, não sou eu que faço a descrição. É manhã. Cara, deixa você parar pra pensar que daqui a pouco esse podcast vai tá...

A gente já tá pensando nisso. Eu já fiz, pô. Eu já fiz um podcast com ele, ó. Tipo, essa coisa aqui, galera. Sabe uma parada que eu fiz? Essa dinamicazinha. Vai, pô. Não, você já viu o Gorilla Cash, não? Não. Cara, os caras fizeram o flow.

Era um cara que vai sendo aqui, só que são dois gorilas. É muito bom, mano. Eu já vi um. É muito bom. Gorila Cash. Gorila Cash. É bom real. É bom real. É muito engraçado. Assim, é aquele negócio de você passar o tempo, né? Pra você ver no banheiro ali. Tem um outro que eu vi, que eu não lembro, né? Qual é? Que eles colocam, tipo, né? Do celularzinho aqui.

E aí eles meio que prenderam, né, do celular. É que nem fica três celulares, cara, das IAs, uma conversando com a outra no podcast. Ah, não, aí é viagem. Vai, vai, vai, vai. Não, não, é viagem. Mas é, tipo, é tão viagem, né, que as pessoas não prestam atenção, entendeu? Mas sabe uma parada que eu fiz, que é meio Black Mirror com A, mas funciona e é real. O primeiro podcast que eu fiz, que era o Dose Diária de A, o que que eu fiz?

Eu criei uma automação que fazia um scrapling das principais notícias de A do dia. Perdão, scrapling. Varredura, vai varrer as notícias. Vai varrer as notícias do dia, de A. Uma sorte fora do Brasil. É, fora do Brasil. Tipo, as eras da gringa, eu recebi no meu e-mail. Criei uma automação pra pegar os conteúdos dessa news e, com a minha voz clonada, eu jogava na minha voz e ela criava um podcast com eu narrando as notícias do dia.

E eu voltava pra casa ouvindo a minha voz me contando as notícias do dia. Eu me atualizava na IA, dentro do carro, escutando um podcast com a minha voz. E saia no celular, é tipo... Como é que você conectava? Colocava no celular esse aplicativo? Não, já ia pro Spotify. Publicava Spotify automático. Spotify ia todo dia. Tinha automação inteira. Pegava conteúdo, ia pra minha voz clonada. Tinha um assistente de A que pegava minha voz clonada e fazia o roteiro de fala.

Cara, eu consigo fazer isso em um dia. Tipo assim. Tipo, um dose diária do Fórmula. E aí com alguma coisa que todo dia ali, cinco minutinhos, vai ter alguma da atualização tua, só que tipo, tu vai pro trabalho de manhã e eu tô aprendendo contigo mesmo. Isso. Tipo assim, eu sou o Érico, deixa eu aprender com o Érico agora. Tipo, eu tô aprendendo contigo de uma coisa que tu não falou. Olha que louco. Eu tenho um desafio que eu fiz, só pra você ter uma noção, duas vezes eu fiz isso. Duas.

Uma vez eu fiz em vídeo, uma vez eu fiz só em áudio. Onde eu gravei um vídeo por dia por 365 dias. Fiz isso, tá publicado no YouTube. Aí depois eu fiz um áudio por dia no Telegram. Ficando preguiçoso, né? Porra, um vídeo, gravar um vídeo por dia. Já fiz, velho, já fiz. Aí eu gravei em áudio. Era um insight, um download na minha cabeça por dia por 365 dias. Imagina...

Uma coleção disso, né? Claro, imagina, né? Não consegue descalar muito. E o ponto é que... Imagina colocar isso na AI e ela reproduzir. É que dá pra reproduzir, dá pra colocar em replay, óbvio. Mas não é tão óbvio, porque muitas coisas eram contextuais da hora, né? Do que eu tava vivendo, da etapa do meu negócio. Mas é... Eu consigo ver com o programa...

Porque tem de conteúdo teu hoje na internet Que dá pra pegar, pra criar uma base De inteligência nisso, é um pouco do que a gente fez Quando tu fez lá o nosso board O nosso board é legal Imagina fazer um board É porque você tem muito conhecimento documentado Eu vou colocar o Erico no nosso board Eu coloco o Erico no nosso board Ah, você sabe o que eu vou falar? A primeira coisa que eu vou falar no seu board

Muda a porra do nome do produto A gente vai fazer e vamos ver Mas ele vai falar Vai ser a característica do Eric Uma vez que ele coloca uma ideia na cabeça Porra, eu já falei que vou mudar caramba Eu vou mudar a página Sabe, o cara me apira Um dia eu mandei mensagem pro Rafa E falei, cara, faz uma parada Pega, foi Melanie Foi Sam Altman Foi o Pratke E foi o Dormoz E foi o Dormoz

Não, tem mais um, tem mais um. Salto, mano. É, isso. Salto. E aí eu falei, cara, pega esses caras que eles têm muito conteúdo público. Muito, livro escrito, enfim, muita coisa pública. Cria um board pra mim, velho. Porque quando eu quiser pedir conselho pra eles, eu quero colocar lá. Como é que a IA faz essa varredura e saber que o vídeo... Como é que ela vê o vídeo do Ormose no YouTube? Ela vai ler todos os vídeos? Automaticamente alguém tem que escriptar, fazer...

Não, o que acontece, como essas pessoas são figuras públicas, por isso que a gente só pegou figura pública, né? Hormose, por exemplo. Isso. Ele tem muito conteúdo indexado pelo LLM. Porque como é que funciona o LLM? O LLM, basicamente... Ah, entendi.

Como é que funciona o LLM? Ele acumula dados. Ele é treinado com dados. Bilhões de parâmetros de dados. Essas pessoas têm os seus dados já indexados no LLM. Então, por exemplo, se você perguntar sobre o Sam Altman para qualquer modelo de ar, ele sabe. Elon Musk. Isso. Você não pode fazer um borde com o seu vizinho do prédio que ele não vai ter ideia. Não dá para fazer o borde com talhos, por exemplo.

Cara, o Thales hoje já tem muito conteúdo indexado. É muito. Muito conteúdo. Ah, mas não dá pra colocar o... Falar assim, ah, eu quero... Esse é o canal do... Não, sim. Aí se enriquece. Leandro Ladeira. Boa. Aí você fala assim, esse é o canal do YouTube. Leu o canal do YouTube dele inteiro?

Faz isso? Não. Não dá. Sim. O que que eu fiz? Olha só. Eu fiz uma solução pro podcast extremos que você gravou. Eu peguei todos os episódios do extremos, transcrevi todos os episódios. Ah, isso tem que transcrever, né? Isso. Aí eu alimento... Porque o LLM... Aí eu adiciono a base de conhecimento ao LLM. A Né do podcast foi isso. Só pra... Né do podcast foi isso. A gente tava gravando aqui. Eu e o Rafa.

com o Alfredo e com o Nardon, eu dei ideia no meio. O Rafa me pega o computador, abre o computador, no meio do podcast de meia hora, a gente acaba o podcast pronto.

A gente fez ao vivo, Solson. Tinha um script que fazia isso. Não, não, a gente fez ao vivo. A gente fez ao vivo, que louco. Fez na prática ao vivo e aí, desculpa. É, e aí basicamente qual que é a ideia? Eu crio um sistema. Inclusive você pode acessar, extremos.viverdea.ai. Inclusive a nossa audiência pode acessar também. Qual que é a ideia, tá? Você entra no seu episódio, por exemplo.

como ele tem todo o conteúdo indexado mais o LLM, então tá, tem o Cláudia, mais agora o conhecimento do episódio do que foi falado no Extremos. Ele coloca nessa plataforma que eu fiz o negócio dele. Segmento, faturamento, o que ele faz. Aí a pega, cruza o negócio dele com o podcast e cria um plano de ação do que foi falado no podcast pra ele implementar no negócio dele.

Ela cruza os dados. É como se eu pegasse todos os conteúdos do Erico, né, do YouTube, só que eu consigo ir no YouTube, né, pesquisar agora no teu canal? Consigo, é bom ou não? Ela fala assim, olha, eu quero fazer um lançamento para artesanato. Ele vai pegar tudo do teu YouTube, tudo que tu tem, olha, nesse episódio ele fala, só que ele fala no minuto 10.3. Tu clica e já vai direto. Coloquei isso também. Entendi, aí você vai no Texan.

Ah, é, você indexa a base de conhecimento. E aí o board a gente fez assim. Então a gente, daí eu pedi, o Rafa fez. E deu alguma coisa útil de lá? Muito, muito. Eu posso dar um exemplo aí. Muito. Ele que usou, eu fiz. Muito, por sinal, muito do que é o nosso produto hoje foi isso. E eu tenho isso gravado.

exatamente, foi em julho do ano passado, eu coloquei, como eu consigo escalar uma plataforma de educação B2B com baixo CAC e alto LTV pra fazer 100 milhões no ano? Essa foi a minha pergunta. Que era exatamente. Aí tudo que basicamente falaram, não tudo, mas basicamente o que a gente tem, criar uma comunidade muito forte pra aumento de LTV, a gente tem comunidade hoje.

criar uma lógica de planos principalmente focando mais no enterprise, exatamente o que a gente tem hoje a gente tem três planos, basicamente do plano starter o plano que a gente não vende, tipo aquele plano que não faz sentido que é pra comprar dos outros dois ok, a gente fez exatamente isso o modelo de assinatura anual e não mensal exatamente do que a gente tem hoje o modelo de ter um produto só com tudo junto e não ter vários produtos, não ter um curso outro curso, uma mentoria que eu vendo separado a gente não focou em escada de valor Seguindo

A gente fez exatamente... Pegar muito valor em um produto. Isso. Então, assim, várias coisas do que a gente fez, é o que a gente está fazendo. O Sam Atman, que eu até impressionei, ele deu uma lógica de implementação de ar, fazer alguma coisa presencial.

E aí é o que a gente tem hoje. Então, por exemplo, dentro do nosso plano Enterprise, a gente tem o Viver Dia a Day, que é um dia de implementação. A gente coloca, a gente sempre faz trimestral. A gente pega basicamente os clientes do trimestre, coloca lá 800 pessoas. A gente fez um agora, só de umas... Faz umas três semanas atrás. 800 pessoas no presencial. Só no Enterprise. Com computador. Onde vocês botaram? A gente fez ali no espaço, do Thiago Brunet.

Não, destino. Lá em Alphaville? É. Cabia 800 pessoas com computador e tomada pra todo mundo. Todo mundo. A gente investiu na tomada ali, né? 100%. A gente colocou estrutura. Um geradorzinho, né? É. Dois.

Não, eu tô falando isso pra quem faz evento Eu sei que é 800 pessoas E sei que é 800 pessoas com computador Então a gente colocou 800 pessoas Aí o que é a ideia? A gente coloca todas as pessoas A criar na hora A ideia, o da promessa é o que? Tu vai sair do nosso evento com uma solução implementada Não é que? É implementada É onde muda o jogo Aí ele dá ROI rápido E na minha oferta é o que? Qual foi a solução?

Não, ele escolhe. Cada um faz o que quiser. A gente tem soluções na plataforma, né? Entendi. Cada um do cara escolhe, a gente tem os nossos mentores que vão passando nas mesas depois ajudando o cara a fazer. Isso. Então, é um dia de implementação. Então, basicamente, uma hora de palco, meia hora na gente implementação. Uma hora de palco, meia hora na gente implementação. E a gente vai... Exemplo, uma hora de conteúdo não é de vendas.

E aí vai lá, meia hora não é de implementar alguma coisa, não é de vendas. Uma hora não é de marketing. E a gente fica, né, do dia inteiro assim. Palco não tem, eu, Rafa, palco.

E nossos mentores na galera, né? Eu nem ia perguntando. Mas é um evento, né? De entrega nossa, entendeu? Quantos mentores tinham lá? 20. Mais. Tinha quase 30 mentores. É? Mais de 20. 27, 28 mentores. E como é que vocês recrutam os seus mentores? Vocês treinam? A gente que treina. Eu que formei. É. É porque faz um anúncio... É tipo, como você fez também, não é? Tipo, foi formando. É, tipo, foi formando. Pegando os seus alunos e formando bons.

É porque a gente tá virando marketplace agora, que é a nova, a nossa, a minha grande aposta, assim, é virar marketplace. Marketplace, explica mais isso. O que que é a ideia? Pra mim, software house, ou vai virar uma implementadora de solução de A, ou vai morrer. Sim, eventualmente você vê isso, né? Isso, e aí essa galera que tá minguando, vai ter que fazer alguma coisa da vida.

Eu quero ter muita solução no meu produto. Eu quero finalizar meu ano com mil soluções dentro do meu produto. Sim. Não faz sentido. Eu tenho um exército de gente interna pra criar solução. Eu vou deter de muito risco. Então, pô, já sou distribuição, já sou produto, já tô gente, muito risco. A neve acumulado. Aí você vai deixar o cara implementar, vender na sua plataforma. Isso.

A gente criou uma plataforma logo que a gente diz as soluções que a gente quer. Ou seja, eu rodo pesquisa na minha base de 2 mil clientes, eles falam do que eles querem, eu jogo no marketplace, o cara cria a solução, eu pago pra ele e eu coloco a solução dentro do meu produto. Eu viro tipo uma app store.

Quando ele colocasse, eu aceitei, porque a regra é minha. Eu digo como eu quero. Ele vai dizer, ah, deu pra fazer assim, ok. Ele só é braço pra mim. Isso faz eu escalar muito a solução. A gente fez, o Rafa fez um storage, eu fiz um storage. A gente tá com mil pessoas pra criar pra gente. Show. Um storage, um storage. E aí você tira uma porcentagem assim como a App Store, hein? É isso aí. Aí eu tomo a solução pra dentro. A gente tá testando esse modelo de monetizado.

E aí o próprio cara dá manutenção... Não. Não porque ele criou a solução e aí eu tô com a solução do meu produto. Você compra a solução dele. Ah, então não é o App Store, não.

Faço, porém, dentro do produto agora, a gente também lançou. Porque a gente tem a aulinha lá que o dono pode implementar. Ou o time do dono. Só que tem um outro ponto. O dono vai dizer, tá, eu sei que tá aqui fácil. Eu sei que é um apartamento pronto, que eu vou ter que imobiliar.

bilha pra mim. Aí ele paga a implementação do cara que fez. Aí ele paga da implementação. E aí ele, ah, é cinco mil pra ter do implementador. Quem é que implementa? O cara do Workplace, né, que criou. Aí eu, então, aí eu viro o iFood ali. Pô, tu tem a comida, né, tu quer comer, poft, com zero time, com... E eu ganho, né, do spread disso na ponta. É, porque pensa, tem às vezes um cara lá que...

Saiu da faculdade agora. Que tá viciado em A. Aprendeu a criar solução com A. Aí vale a pena ter Viver de A. Porque ele vai Viver de A, né? Vamos manter o nome!

Viu o sato? A plataforma, não, não. É, do marketplace é viver de ar. Tem, tem. É o marketplace pro cara é viver de ar. Esse aí vai viver de ar, de fato. Esse vai viver de ar. Não, mas pro empresário a gente cria um lá, tipo legal, pô. Aí eu vou pagar ali de 1.500 a 3.000, né, por solução, pra esses caras vai me entregar umas 10 soluções, né, por mês, era o que ele ganhava, pra ser dev, né, todo dia, né, 8 horas por dia. Claro. Checou? E eu crio meus 10 gente pra criar a solução pra mim.

Então, e na nossa tese eu tenho muita solução. Que é onde, na minha linha, é onde eu ganho o jogo, entendeu? Claro. E, bom, ganha todo mundo, né? O cliente tem... É, criou uma solução. Até porque pensa, igual eu falei, o cara saiu da faculdade ali, virou um nerd que sabe criar a solução de A, só que não tem canal de distribuição. Justo. E aí a gente tem? Aí o cara coloca lá dentro, a gente coloca, e o cara começa a ganhar dinheiro com a profissão de...

Eu fiquei curioso, né, nesse teu produto. Tá monetizando ele como? Este é o que tu criou. Mensalidade? Anualidade?

E aí tu cobra ele na mensalidade, mas ele tem token dentro? Tem token, é um ano de acesso, com uma restrição de token, e se você quiser mais, aí você vai comprando token. Mas o cara compra o fórmula, ele vem junto ou tu vende apartado? No momento sim, porque um cara que não conhece a fórmula não vai saber direito a usar. E tu não poderia fazer ele como uma estratégia, como se você fosse meio que um PLG? Fazer o contrário?

Product Lead Growth, tu pode fazer ele ao contrário. Tipo, lança um software, dá alguma coisa de graça num tempo pra tu captar o lead, mas tu já gera valor.

Quem vai qualificar teu lead é teu produto. PLG é aquela avanca de crescimento que se torna um produto e não um marketing. Tu não tá... Você dá um produto de graça? Isso. Tu dá um... Ah, sim. Tipo um freemail. Tipo um... É, tipo um freemail, entendeu? É. Só que pra ele cadastrar no teu produto, a gente faz muito risco. A gente faz... O que acontece muito... O que acontece muito... Acho que foi até o tema da...

da complexidade de você fazer um lançamento, quando eu falo lançamento, não do processo, não da página de captura, não da campanha de marketing, e sim da inteligência estratégica do que é falado. Então a gente chama isso do script da coisa. É muito complexo.

Então, no momento, o que funciona pra mim é um cara... Pensa num carro, tá? O cara tem que saber dirigir o carro e dirige o carro. Eu sei que daqui a pouco vai ter carro autônomo que dirige sozinho. Mas tem hoje um que dirige sozinho, 100%? Aqui no Brasil não, lá fora tem. Não tem, nem em todo lugar.

Ele é geofenster, ele tem um carro que é nível 5. Existe nível 5 comercial hoje? Comercial? Cara, eu não sei, mas eu lembro do... A gente tem um episódio com o Nardon, que ele fala que o clique dele veio no Cybertruck lá fora. Que ele entra no carro, o carro para, ele sai e ele fica assim. Chegamos, chegou. Não é nível 5. É nível 3, ele tem que estar na frente do volante. Sim, tem tudo isso. Tem uns head cases que não acontecem. Não chegou lá.

Então tem o Emo, que tem Miami Mas em algum lugar Ele não pega um Emo De Miami Pra Nova York

Então não existe autonomia hoje Não foi resolvida, inclusive quando for resolver Não vai ter mais Uber Faz sentido? Não terá O dia que a gente vai descobrir que a autonomia foi resolvida Não vai existir mais Uber Porque não vai ter o custo do... Não faz sentido Então hoje, vamos dizer, no momento que a gente está hoje Não tem, mas ainda Não tem nível

Perfeito. Eu vou chegar, eu ainda tô indo de Uber pra casa. Então, ainda, você precisa ter um cara que entende o que acontece pra dar uma guiada naquele processo ali. Eu acredito que isso é um pouco do que eu vivo no meu produto. Não dá pra chegar pra eu pegar o carinho da esquina e falar assim, cara, faz um lançamento pra fazer 100 mil reais em 7 dias pra mim.

só faz isso. Aí o cara entrega o lançamento, bota no ar e não vai fazer 100 mil reais, 7 dias. Porque não tá completamente autônomo. Então eu preciso que alguém que entenda um pouco de direção, não vai precisar apertar o botão para supervisionar e direcionar pra criar aquela campanha de marketing. Aí eles iam ajudar o... Você entende a diferença? Hoje é a situação. Que nem eu chegar e falar assim, cara, me cria a maior campanha de marketing mais viral do mundo. Não existe.

Porque se existisse, você não estaria fazendo anúncio, porque você estaria flodado por 25 mil pessoas que sabem fazer anúncio melhor que você. Então tem um elemento do condutor que usa uma ferramenta para aumento de produtividade. Faz sentido? Nossa, agora eu juro que eu aterrizei. Por isso que no meu mundo, neste momento, eu preciso que o cara entenda o curso.

E use a IA como uma ferramenta de produtividade. Se ele for ignorante no curso e só usar isso aqui é íntimo.

estatisticamente ele não vai ter resultado. Então, em outras palavras, analogamente, eu tenho que ensinar o cara de dirigir, eu tenho que ensinar o que é uma embreagem, eu não preciso, eu tenho que ensinar o que é um combustível, eu tenho que ensinar o que é a seta, eu tenho que ensinar o que é freio de mão, eu tenho que ensinar as regras do trânsito. E aí eu boto ele no Cybertruck, ele não vai precisar dirigir a cada momento, mas ele vai precisar estar lá. Então, por isso que o meu produto, neste momento, não funciona sem o curso.

Não é que não funciona, não é que vai gerar resultado. Se funcionasse, imagina, eu ia soltar isso e todo mundo ia ficar bilionário, né? Sim, mas sabe uma coisa que a gente usa? Porque não ia precisar aprender. A gente usa uma coisa legal, a gente usa bastante criar mini softwares com IA pra captação de lead, isso ajuda bastante. Tipo o Novo Ebook. Isso eu já tô usando. Então a gente usa muito. Você pegar o meu Instagram do Rafa, só o nosso, mês passado, e o meu LinkedIn, que é muito forte no meu LinkedIn também.

A gente pegou 40 mil leads mês passado. Só no orgânico, com zero tráfego, só no social. Sim. Isso a gente faz, começou a fazer agora. Pegar partes desses agentes e oferecer de graça uma versão limitada. Quer ver uma coisa que eu faria com... A nossa lógica do WhatsApp, de social, com o Erico ia funcionar pra caceta. Fala mais sobre isso. Eu gosto da palavra funcionar pra caceta. Deixa eu só comentar e aí você explica toda essa estratégia nossa de captação com o WhatsApp e aí

O que você falou é uma coisa que eu ensino na minha aula aqui no G4, que é, tem dois jeitos de implementar IA no negócio e ter resultado. Um copiloto, dois pilotos automáticos. O que você falou é exatamente o que eu ensino de copiloto. Por quê? Nem todo business e toda solução faz sentido plugar no piloto automático.

Porque o que é o piloto automático? O piloto automático é quando você está preparado, com nível de maturidade, e faz sentido substituir pessoas e processos por IA. Vou dar exemplo do que faz sentido. Atendimento no WhatsApp de uma pré-venda, de uma qualificação simples. Cara, você vai ter 24 por 7, bom humor o tempo todo, trabalhando sábado, domingo, para fazer aquele atendimento no WhatsApp. Se for configurado, bem feito.

Você substitui um SDR, um cara que ganha ali um salário inicial no mercado para trabalhar no comercial. Se você implementar, por exemplo, a Nina, que é uma solução que a gente tem na nossa plataforma, te garanto que ele vai performar melhor, vai te entregar redução de custo, aumenta de receita. Algumas soluções são copiloto. O que é copiloto? É o seguinte, cara, olha só. Isso aqui não adianta. A pessoa ali entrega melhor. Vou dar um exemplo. Eu faço isso.

O closer. O nosso call, eu te mostrei aqui agora, antes do nosso podcast, é uma pessoa. É uma pessoa. Era uma pessoa que estava fazendo um call. Se a gente entendesse que podia colocar no pronto automático, eu ia colocar um avatar de ala e ele ia fazer o call e vender. Só que não é mil maravilhas assim. E a gente sabe colocar. E eu sei fazer.

O problema é que, igual você falou, não é bem assim ainda. É melhor o que eu faço hoje. E eu uso o IA no copiloto. Eu fico dando elementos para esse close performar melhor. Quando o close vai entrar no call, a minha IA pega todos os leads que vão participar daquele call, faz um estudo daqueles leads e mostra, cruza com a minha base de cases e fala qual case ele tem que apresentar no call para aquela turma. Ou seja, é IA de copiloto para aquele cara performar melhor.

Eu não estou hoje modificando, eu estou trazendo esses elementos. Então, assim, super concordo com isso, é o que eu ensino, faz total sentido. E ter essa maturidade que você teve, eu acho que é muito importante, de entender onde a IA será copiloto, onde a IA vai ser piloto automático.

Porque todo business tem partes que é piloto automático mesmo, que vai ser uma automação, que vai ser um processo que você já consegue automatizar e entregar. Tem outras partes que é copiloto, meu amigo. Tem que ter o olho no olho, às vezes. Tem que ter toque humano. Ou tem que ter o direcionamento da metodologia correta.

Tem que ter o feeling. E o top-down do dono, do CEO e tudo mais, é entender onde que eu automatizo e coloco IA no piloto automático e onde que a IA entra como ferramenta de alavanca de produtividade e eficiência. Para melhorar processos, mas ainda empoderar parte da jornada.

Sim. E não a jornada inteira. Sim. Então, pra mim, enquanto você falando, fez muito sentido como eu ensino. Não, eu acho que é legal esse copiloto versus piloto automático, resumiu tudo em duas palavras, né? Muito bom. E um... Agora, vem uma outra pergunta na minha cabeça. Quando você... O cara entra numa call, tem o seu copiloto ali na call e tá entregando a call ao vivo. A call é interativa?

Interativo em qual sentido? Os alunos da call tem, sei lá, deve ter 100 pessoas lá numa call agora. Sim, só no final. Eles podem levantar a mão também hoje no software. Pode, mas só no final que a gente libera. Isso é importante? É, é importante no final sim. Porque se não fosse uma simples gravação, resolvia, né? O Alfredo sugeriu isso pra gente.

Eu tô pensando já, tá, nisso, mas... Só que não tem esse último... É que sabe o que eu tô... Até quando eu tô dando aula aqui no G4, que a galera me pergunta muito IA em vendas, é o maior volume da gente pergunta hoje é IA em vendas, assim. E eu sempre falo. O modelo de negócio que tu precisa gerar muita confiança, que você tem muita confiança no teu produto, menos IA.

Um negócio que não precisa ter tanta confiança assim, mais IA. Ou seja, o nosso produto pelo nosso ticket que tem. E isso aí não precisa de IA. O nosso produto no nosso ticket que a gente tem pra empresa, pra todos os funcionários com quem eu falo, precisa de um nível de confiança muito alto. Então eu prefiro que a pessoa veja quem é humano mesmo fazendo. Por mais que uma gravação ficasse um atendimento melhor, eu prefiro que seja assim.

Então, por causa do nível de confiança. De novo, sei colocar aí a? Sei. Ficaria mais padronizado? Sim. Faz sentido no nosso modelo? Na minha cabeça ainda não. Às vezes o remédio fica pior que a doença. É isso. A diferença do veneno e do remédio. É a dose. Nesse caso, pode ser um veneno. É isso aí.

Mas eu acho que vale teste. Eu sou muito a favor de teste. Porque o jogo da EA muda muito rápido. Então, tipo, o que não funciona hoje, amanhã passa a funcionar. Então, eu sou muito a favor da gente ir testando toda hora, sabe? Claro. Tipo, faz um call. Vamos botar um avatar agora. O Alfredo que provocou a gente disso. Falou, cara, grava o Iago fazendo um pitch. Coloca e testa.

Porque, pô, você é o cara que mais sabe vender o produto. Mas quer ver uma coisa que eu acho que no WhatsApp funcionaria pra caceta, que é o que a gente... Que é muito neto que a gente tá fazendo. Ah, é, voltando, né? Olha só, cara, e aí pouca gente usa bem do LinkedIn, por exemplo, né? Eu até tô mostrando aqui pro time do G4, tô mostrando, cara, do meu LinkedIn hoje atinge mais do que o Thales eu fiz do Nardom.

O meu, tá? Nossa. Só nos últimos 28 dias, tá? No LinkedIn, tá? Olha que meu volume de impressão no LinkedIn. Milhões. Milhão. Pra LinkedIn isso é uma porrada. Olha quantos leads orgânico eu peguei no LinkedIn. Quer ver? Orgânico só com isso que eu vou te mostrar agora. Tipo, é muito bizarro, assim. Aqui, ó. Comentários. 16 mil.

Eu peguei 16 mil leads, porque o comentário é um lead. Com comentário é levantado de mão, né? Aí o que eu faço? A gente faz um conteúdo e aí, cara, esse prompt vai te ajudar a montar uma pauta de reunião pro time de venda. É bem topo. Só que como o conteúdo é pra business negócio, que é o que a gente quer, não importa se ele é topo. Eu vou pegar quem eu quero. Aí o que a gente faz? A gente automatiza.

Manda DM ou mini chat, ou quiser usar, tá? Só que eu mando pro WhatsApp. Eu digo, olha, vou te mandar esse conteúdo aqui lá no WhatsApp agora. Só, né, clica aqui. Aí o cara vai lá no WhatsApp. Eu não peguei nenhum dado dele aqui. Apeio oficial.

Só que ele abre a conversa. Eu tô dentro da janela, né, de 24 horas, que eu gasto zero reais. Sim. E eu não preciso dar pra provar template. Depois que ele manda essa mensagem, aqui eu consigo colocar bem mais IA do que aqui pra trás. Dentro do WhatsApp que eu coloco. Aí eu digo, Érico, manda aí teu site, que eu vou fazer uma análise, né, de graça agora, né, com IA. Aí tu manda teu site. Eu sei teu modelo de negócio, eu sei tudo que tu tem. Aí eu banco de case. E toda a mistéria que eu tenho, né, por trás...

Depois eu consigo, ó, porra, olha só, a empresa de educação, a gente ajudou essa aqui, essa aqui, essa aqui, tu pode fazer isso, isso, isso, e tu, tu, tu, tu, tu, tu, tu. E fica, como que tu sabe isso? E aí você joga pra lá. O problema que a gente ficou sabendo, que o mini chat no Instagram tá matando um pouco o alcance. Se isso não for o problema...

Eu não tô no LinkedIn. Engraçado, né? O negócio é muito B2B. Ele vira B2B, mas eu sou formador de empreendedor na maioria das vezes. Mas no Instagram também. Isso aqui é só o exemplo, né? LinkedIn e no Instagram também. Justo, que massa, hein? Hoje qual é o seu principal canal de inquisição hoje? Eu tenho vários. Mas eu vou chutar que é meta.

Metal YouTube. Metal Google. É isso? Pode falar como é que você pode colocar IA que a gente está usando? Sim. Olha só. Eu sou super ouvidos. Legal. A gente... Meta, né? Meta, meta, meta. Eu criei um agente de IA com um framework chamado Open Clock. É um agente de IA autônomo. E você pode criar na meta uma coisa chamada o token.

para ele gerir e acessar todos os dados do gerenciador de anúncio. O que eu fiz? Eu peguei esse agente de A.

dê acesso do token pra ele visualizar todos os dados dos anúncios. Além disso, dê acesso a todo o banco de dados e ao contexto da empresa. Então, como que ela opera? Como é que a Iris opera? Ela pega os dados... Banco de dados e contexto da empresa. Tá, banco de dados e contexto da empresa é o seguinte. Ela sabe qual cliente está na minha base, o lead. Ela sabe se o cara comprou ou não. Ela cruza os dados, pô. Pega o dado do cara que vem do gerenciador até a jornada de venda dele. Tá bom.

Pega do CRM, pega do guia-te de pagamento. Tem que ensinar ele que é cliente, ela aprende tudo isso, deve ser um prato. Isso, só que ela aprende... Não, aí é que está o ponto. Ela só precisa de ter o contexto da empresa e do business e ela já faz o mapeamento, o dado estruturado e entende toda a jornada.

Então, não, é surreal Eu te mostro funcionando assim que passar Eu te mostro Ela vai mandando é todo dia pra gente Ela vai mandando é todo dia pra gente Todo dia ela vai mandando tudo com tráfego pago No comitê do marketing aqui, tudo que a gente tem que fazer Escala, não escala, faz isso, faz a A gente só vai lhe andando ok Pode subir, pode escalar, pode fazer Que é isso que o Iago tá te mostrando E fala assim, esse, esse, esse, esse criativo tem que matar A gente diz, pode matar Ela vai lá e desliga Entendi Seguiu

Porque ela tem o dado do criativo, ela tem o dado do funil inteiro até a parte da venda e ela opera, ela executa. Só que ainda é copiloto. Ela traz o dado, é tipo o analista. Tem que ter um cara falando, mata. Só pra não dar uma viajada. É claro. Não tem um contexto que ela... Por isso que eu falei que a sonologia foi muito perfeita. É tipo o 3 lá, não é 5 ainda. Vai ser. 5, é nível 3.

Nível 3. Ela vai até ali. Só que, tipo, isso trouxe pra gente eficiência de escala. Sim. A gente que investiu quanto em tráfego pago antes disso? Hum. Uns por dia, uns 10 mil, 15 mil. A gente investiu em 100. Porque agora a gente tá conseguindo trazer ROI comprovado do tráfego pago. Porque a confiança do empresário em investir é saber quanto que vai retornar, né? Claro. Se você sabe que você tá botando dinheiro, o dinheiro tá retornando em resultado.

ela acelera, assim, ela acelera, né? O que que tu vê pra frente, Érico, assim, acho que não só no teu negócio, mas no mercado digital com o IA, aonde tu acha que pra frente, assim, é onde mais vai ter uma ruptura, assim, em todo esse processo digital, onde tu acha que o IA vai mais, cara, aqui eu acho que vai impactar de uma maneira absurda, assim.

Se eu olhar muito pra frente, eu me pergunto se vão existir cursos. Muito pra frente. Digo mais. Vamos olhar, não é nenhum mercado não. Como é que vai ser educação formal? Escola. Escola. Vamos olhar muito pra frente. Nome muito foda. Como é que vai ser escola? Como é que ele vai aprender fração?

Será que vai ter? Você sabe como é que é o modelo? Vou te contar como é que é o modelo hoje. Provavelmente o modelo hoje é um professor que vai ensinar fração para os alunos, vai dar uma aula, os alunos vão prestar atenção na aula, eventualmente vão entender como é que faz fração ou raiz quadrada, não sei o certo. Como é que vai ser isso? Será que vai ter o professor? Será que não vai ser um processo interativo? Foi, é.

Será que a gente vai precisar aprender fração? É isso. Precisar aprender o que é uma fração, o que é um polinômio, o que é uma mitocôndria. Então, assim, o processo de educação vai mudar. Ele vai ficar hiper mais interativo. E hiper personalizado. Eu vou te falar uma coisa. Eu fiz um... Tem um cara que chama... Tem um cara que chama...

Ele tem um programa que se chama Metaforando. Não sei se... Sim, sim. Cara, minha mulher adora. É, muito massa. Aí eu encontrei ele no evento da Hotmart. E ele falou, Eric, pô, eu sou fã dele. Eu era muito fã dele. Pô, é muito massa. E aí ele foi gravar um podcast comigo. Dele. E até publicou o podcast. Muito massa. Conversa intensa.

Aí, no final do podcast, ele virou pra mim e falou assim, Érico, eu acho que você é um filósofo. Eu falei, porra, obrigado. Já me xingaram de muita coisa. Já me falaram que era muita coisa. Eu falo me xingaram porque eu não sei o que eu estou sabendo. O que era filosofia? Eu sei que filosofia, ah, está filosofando. Mas você quer filosofia? Não sei. Aí ele falou assim, cara, eu acho que o seu jeito de pensar é muito filosófico.

E te digo mais, é o filosófico da escola de Aristóteles. Eu falei, porra, deve ser muito massa isso. Ele falou assim, eu acho que você devia estudar filosofia. Eu falei, cara, eu não vou estudar filosofia. Porque eu tenho uma dificuldade de leitura muito grande. Ele...

Cara, se eu tô te falando, porra, estuda filosofia, o que você vai gostar? Aí eu fiquei com aquilo na cabeça, né? Fui perguntar pro chat de BTQ que era filosofia. Resposta bem filosófica. Pareceu muito interessante aquilo. Aí comprei um livro.

Comprei um livro do Guilherme Freire. Filosofia do Zero. Ele é muito bom. História da Filosofia. Eu juro que eu vou aterrissar esse ponto. E aí eu descobri porque eu não lia. E aí eu falo isso. Pô, eu leio livros fáceis. Não que Thales Gomes seja um livro fácil, mas eu leio livros... Inclusive chama Nada Easy, né?

É, nada easy. Esse não é nada easy. Mas, inclusive, quando ele não vestia terninho, né? Na época, Gola Fola. Gola Fola, não. Na época, Startupira. E aí eu descobri o que eu não lia. Eu não lia porque, eventualmente, eu comecei a ler o livro de filosofia, aí ele fala, ah, filosofia é a organização do logo. Logo, o que é logo? Aí, o que eu tinha que fazer antes? Ir lá no dicionário Aurelio, eventualmente, entender o que é logo, porque, pra mim, cada palavra conta. Então, eu não consigo ler o resto da frase.

por contexto, eu tenho um processo... E aí eu liguei meu chat EPT, ó, já tá no botão de ação, que é mais fácil, né? Ah, o que que é logo? Aí o cara, logo daqui, dali, eu comecei, o que que é logo? Aí, sabe, eu continuava lendo o livro, pô, parecia interessante. A partir dali, eu deixo o chat EPT em forma de voz, aquele assistente, aquela mulher que tem a voz assim. Nossa, logo, é uma coisa muito legal. Enfim.

E aí eu tô lendo o livro de forma interativa. Eu tô lendo o livro, veio uma frase que eu não entendi muito bem, eu discutia com ela. Ah, cara, eu não entendi muito bem. Por que que é isso? Ah, isso aí é porque você tem que ter uma base pra você entender que ele quis dizer isso, aquilo. E hoje eu tô lendo o livro de forma interativa. Eu tô lendo ainda o livro, tá? De forma interativa. É fantástico. Mas assim, é fantástico. Então esse modelo...

Você consome, eu aprendo, tiro dúvidas. Esse é o nosso modelo, né? O modelo da escola é fonte, receptor, tira dúvidas e aprende. Vai existir. Vai ser interativo. Porque isso tudo que aconteceu pra mim aconteceu orgânico. Aí abriu a capacidade de eu estudar filosofia. Porque antes era chato, agora tô batendo um papo. Às vezes eu ligo ela no meu celular e só fico batendo papo.

Sobre um tema. Aí depois continuo lendo o livro. Vai chegar uma hora que ela vai ler o livro pra mim. E eu vou... Não, pera aí. Tipo, ela vai dando a aula pra mim. Dá essa aula pra mim. Olha que interessante. Dá uma aula de... Eu vou falar filosofia por falta de criatividade. Dá uma aula de filosofia. Agora eu vou estudar como é que foi criada a filosofia. Lá na Grécia Antiga. Por que foi na Grécia. Sei lá o que. Ela vai dando a aula. Não, para.

Mas peraí, essa parte eu não entendi. Por que isso aqui? Ah, porque você entende que é como se eu tivesse o professor só pra mim com a inteligência do mundo. Do jeito que eu quero aprender. Do jeito que eu quero aprender? O humano não consegue fazer isso em escala. E pensando... A gente, eu, Érico, fui um grande...

agente, gatilho, percursor de vendas de treinamento online. Foi uma revolução assim, brutal. Eu não precisava só aprender com o melhor professor da cidade, eu podia ter um curso de dar, de abrir isso. Foi uma revolução. Nossa, que massa. Eu posso aprender com Alfredo de vendas, eu posso aprender com vídeo de... Mas não é o modelo ideal. O modelo ideal é falar com o Tales.

O modelo ideal é o Tales, o Alfredo, o Iago, me dá uma aula disso. Então hoje, por exemplo, lá na sua plataforma tem, sei lá, quantas vocês mostraram nas salas? Tem um plantão de dúvidas a cada uma hora. E aí tem um ser humano lá. Aquele ser humano precisa ser treinado. Ele tem dias bons e dias ruins. Ele é humano, é um ser humano.

Aí, não seria. Fala assim, cara, agora vai chegar uma hora que ele vai dar o plantão de dúvidas. Ou a aula. E hoje vai ter uma sala lá com, sei lá, no máximo oito pessoas? Oito no máximo. Oito no máximo. Você vai ter uma sala com um cara. E uma. E não vai ter um humano. Aí ele vai dar uma aula. Beleza, vamos setar o seu Builder. É, Erico, vamos lá. Vamos no Builder.

E ele vai dar aula do Builder e ele vai ser você. E eu vou poder interagir com ele. Eu acho que esse é o futuro. E eu não estou falando só do meu negócio, não. É o futuro de aprendizado e transmissão de conhecimento. Quando isso vai estar em piloto automático, nível 5 de confiabilidade, eu posso soltar meu filho lá dentro e deixar ele fazendo uma analogia de...

autonomia de carro, né? Quando eu deixar o meu filho lá dentro de oito anos, você tá aqui em Miami, leva ele lá pra Los Angeles e eu tô tranquilo. Esse é um nível alto de confiabilidade, dizemos assim, né? Vai tá nesse nível? Não sei. Mas eventualmente vai chegar lá? Vai. Será que no futuro, então, a gente vai ter um mundo que todo mundo será um pouco autodidata via IA? Seria isso? É.

Eu não sei nem se é autodidata, né? E o que é autodidata? É tipo assim... E aí didata. Não, porque assim... Autodidata é quando você não tem a necessidade de um professor, né? Isso. Você tem um professor, mas o melhor professor do mundo. Com a base de conhecimento, por exemplo. Filosofia, coisas mais óbvias, assim, que são... Pra filosofia, você pode colocar em piloto automático. Pô, tá em livro. Sim.

Não é copiloto. Um conteúdo técnico de engenharia, integrais, cálculo 1 da engenharia. Não precisa do piloto automático. Não precisa de ser copiloto. Não tem arte ali. Uma aula de jiu-jitsu...

Jiu-jitsu é uma arte marcial. O que é uma arte marcial? Existe uma metodologia ali, mas não é preto no branco. Pergunta pro Tales. Ele pode fazer lá no tatame o que ele quiser. Chegar na vida real, o cara não tá com kimono e o Tales não sabe lutar com quem não tem kimono. Entendeu? Pô, por favor.

Fecha esse kimono aí. Vixe o kimono, ele consegue em forma pro vocal, cara. Então, a arte marcial quer dizer o quê? O que é uma arte marcial? Por mais que seja uma metodologia do jiu-jitsu lá do Tales, ele nunca vai... Quando ele botar no campo de batalha real, ele tá ali em São Paulo, tem uma situação onde ele precisa expressar a capacidade combativa dele, não vai ser nada perfeito. Então, ali tem arte.

Aquilo que não... Tem arte. Você entende que tem arte? Tem. Tem arte. Então, ali não tá tudo logado. Todas as nuances que o cara... Então, de repente, precisa ser em copiloto. Mas tudo que é... As primeiras coisas, tudo que é... A escola nada... Na escola formal, vamos discutivelmente arriscar a falar que é tudo ali metodológico.

Eu concordo 100%, olha só. Até porque o professor que ensina aquilo, não necessariamente faz aquilo. Só aprendeu no nível. Eu fui uma criança na escola que nunca tirei notas de bolsa. Eu tirava nota 7, que era a média no meu colégio, pra passar. Que interessante. E eu tinha dificuldade de concentrar. Eu era muito operativo, conversava muito. E eu sempre fui meio indignado com a escola. Vou dar um exemplo.

Quando eu estudava no colégio, a pessoa escrevia no quadro, tinha que ficar copiando tudo com o quadro, depois cheguei em casa, tinha que ler o caderno que escreveu. Falava, não, eu tô aqui, já dá aula, já me ensina, não precisa escrever o que você tá escrevendo, pra depois eu ler. E eu pego o livro e leio, se foi isso. Então, eu tinha algumas metodologias de ensino que eu sempre, na minha cabeça, nunca fez sentido. E eu acho que de um tempo pra cá...

O digital já me tornou um cara mais autodidata. Então, com internet, com rede social. E, cara, eu nunca aprendi tanto na minha vida. E assuntos completamente aleatórios, como isso que você está falando. Filosofia, eu comecei a aproximar de dois assuntos que não eram tão familiarizados como espiritualidade e história.

Tipo, exemplo, história. Cara, eu tô viajando. Tô viajando. Viajando agora. Acabei de voltar na Europa semana passada. Cara, tudo... Eu tiro uma foto e mando pra Yami. Conta a história disso. Tudo.

Tipo, é um absurdo. Eu estou andando, tiro uma foto. Cara, aqui é o que aconteceu. Tal, tal, tal, tal lugar. Esse restaurante, tal, tal. Pessoa jantou e tudo mais. Ou seja, eu estou acumulando uma base de conhecimento que era... Eu precisava de um professor para me ensinar isso, para passar aquilo, para falar aquilo. Agora, Rafa e Iago, esse é o futuro, tá? O futuro ninguém vai dirigir.

Sim. Ninguém. Vai ter um... Tem gente que escuta vinil hoje. A gente não sabe nem o que é vinil, mas enfim. Tem gente que escuta vinil, tem gente que tem um cassete. Tá? Mas ninguém vai precisar dirigir. É... E isso tudo vai acontecer. O problema a gente não sabe como. Talvez mais rápido do que a gente imagine. Eu acho que vai rolar esse efeito. Mas não é isso agora.

Então é importante a galera entender que a gente não tá nesse nível agora, não. Seguro FOMO. É, tá mais rápido do que a gente imagina, mas o aprendizado vai mudar. E tem um outro efeito. Teve uma época que eu decidi morar no Ceará. Olha que louco, fazer kitesurf aí, ó. Adorei, falei, cara, meu negócio é digital, eu posso morar. Comprei um terreno lá no Ceará, vou construir uma casa e vou morar aqui. Porque eu sou viciado em kitesurf, vai ser muito massa.

Porque a gente tá aqui, eu tô fazendo kitesurf e tal. Comprei o terreno, fiz o projeto com a minha esposa.

E a gente fez o projeto de construção da casa, mas não uma casa de veraneiro, uma casa para eu morar. É diferente de você construir uma casa para passar um tempo e morar. A gente descobriu que não tinha escola lá. Então a ideia era colocar os nossos filhos no homeschooling. E a gente morreu. Oito meses. Antes de mudar, antes de ter a casa pronta. Falei, vamos ver como é que é. Tinha saído pós-pandemia, já estava meio que... E cara, os dois meninos, o menorzinho menos, porque não tem muita médica, mas o maior voou.

Em termos de conteúdo, a capacidade de fazer um ano em dois, mas é fácil.

Que idade ele tinha? Faz uns 4 anos atrás. Eu tenho 2? 12. Eu tenho 2 hoje? Tenho 2, é. Uns 12. Enfim. Estava aprendendo inclusive fração. Era assim, ele conseguia fazer o tom. E é óbvio, porque voar porque é inteligente? Não. Porque na escola existe a hora de chegar, a hora de sair. Muito tempo inecente. É, não. Inecente? Se eu ensino pra você e pro Rafa e pro Iago, eu tenho que ver se o Iago entendeu. Se ele entendeu, eu vou passar. Então, se ele não entendeu, eu vou do cara que é mais...

mediano ali. E no... Quando você tá sozinho, meu Deus, entendi tudo, beleza. Tudo aí já foi. E quando você trava, você trava, mas enfim. Tem outras paradas muito loucas também do homeschooling que você pode fazer assim. Cara, quer saber de uma coisa? A gente estuda matemática, inglês, português.

História. A gente tem as aulas uma hora, uma hora. Não, você pode fazer essa semana, é só matemática. Eu vou matar matemática em duas semanas. Você pode matar matemática em duas semanas. E depois eu vou matar português em... Você pode misturar o jeito que você aprende as coisas. Você pode colocar blocos. Você não precisa matar, parar essa aula de matemática, se você não quiser, pra ir pra uma aula de filosofia ou história. Isso dá eficiência, tá? E eu achava que eu ia criar, assim, em termos de conteúdo, fantástico.

Não era bem o problema. Problema número um, deixando só claro, só pra galera de homeschooling que tá escutando aí, o problema número um é que eu e minha esposa não curtimos o processo de ser pai e professor. Diferente, tá? Isso é uma escolha muito pessoal. Tem muita gente que gosta.

E é intenso. É intenso. Inclusive tem essa reunião da escola. Agora eles estão de volta na escola. Esse é o final da história. Quebra pau. A escola deveria isso. O que eles estavam fazendo a isso. E eu só sento lá e falo assim. Ah, vai fazer você. Então, tipo. A escola é bom demais. O que nesse sentido, né? Então, assim. Um, eu não gostei do processo de ser professora. É uma escolha pessoal. Tem gente que quer ser o professor e do ensino fundamental. E o pai. E eu gostei mais de ser só pai. Entendeu?

independente de que é uma escolha pessoal, mas independente de uma outra coisa. Eu não consegui acertar o social. E tem gente que consegue. Com outras estratégias. Eu não consegui. E eu acho que o social é importante. Total. Eu acho que essa é a melhor parte. É uma melhor parte. Por que eu estou contando isso? Porque eu quero homeschooling, advocar contra, a favor? Não. Porque a gente vai falar que, eventualmente, vai ter o Iago.

Que vai estar perfeito. Cara, não está perfeito agora, mas... Por que não existe um Iago perfeito na IA? Eu vou chutar. Porque não tem como botar todo o conhecimento dele na IA. Porque ele tem que gravar. Ele tem que falar. E tem coisa que a gente aprende que não está sendo... A gente não anda com um podcast 100% ligado, um microfone 100%. Para a IA saber exatamente toda a sua bagagem, e em teoria, ela teria que ter vivido a sua vida. Quer ver uma coisa que o Rafa fez naquela legal?

Ele tá... Será que vai ter um dia que a gente vai começar eu quero fazer isso, no Anel. Eu tenho esse... E ela, e haja a terapia? O Rafa, o Rafa... O Rafa grava a terapia dele que ele faz e toda a terapia dele que ele faz, ele coloca na base de conhecimento. Sim.

Por quê? Ai, cara, gravar terapia é um processo... Quanto tempo você faz terapia? Cara, eu já tinha feito um tempo atrás, parei, retomei... Eu falo terapia é uma coisa muito pessoal, né? Não, mas é pra mim. Mas a gente tem que falar, existe uma coisa que chama... Hacker? Ah. Tipo, não, mas assim, vamos lá. Você tem que estar corajoso pra gravar a sua terapia. Mas deixa eu quebrar isso que é um pouco de segurança, tá? Imagina se a minha sogra...

Escuta minhas terapias. Cara, mas vamos lá. Eu mando pra um banco de dados na nuvem, tá? Temos um problema. As minhas sessões de terapia pra amanhã consumir. Minha sogra tem uma boa relação com minha sogrinha e ela descobre tudo que eu falo na terapia. Qual hacker vai ter interesse em acessar um super base com as minhas sessões de terapia? Hoje não, né? Mas se você... Eu não sei se a gente já avisou pra galera. Pode contar? Pode. Você vai estar candidatando pra presidência. Vício do Alice.

vice do Tales, da chapa do Pavo Massão. Vivendo de ar no Brasil. Não, né? Eu entendo. Mas eu entendi. Você se entende? Tipo assim, eu também dou tamanhos problemas ao real. Tipo assim, o que eu tô querendo dizer é o seguinte. Você calcula o risco, né? Isso. Porque isso é uma dor que aparece muito, né? Ah, e esse ponto de segurança. Eu quero colocar esse ponto. Cara, vamos calcular o risco, entendeu? Tipo assim, pô, é as minhas sessões do Rafael. Eu não sou o presidente do Brasil.

Pra ter gente interessada na minha sessão de terapia. Ainda, né? Mas vote 25. Aí nesse caso, aí eu começo a colocar a camada de segurança no banco de dados. Então, é bom trazer esse ponto. Dê a devida preocupação ao que você tá colocando. Não fica muito neurado com isso. Eu penso dessa maneira. Muito bom, senhoras. Muito bom, papo. Érico, eu queria deixar aqui pro final, né? Pra te falar uma coisa.

que é, que eu guardei no final, né, tu falou um ponto que, que, eu não lembro o que tu falou agora lá do podcast, né, da Metaforando, que tu seria não um bom filósofo, mas que, tem um outro ponto que eu acho que o Érico, eu me considero uma pessoa que eu acho que eu aprendi isso contigo com o conteúdo teu, mas eu queria, né, te falar, né, publicamente, que eu não sei se alguém, né, já te falou isso.

Eu me considero, e é difícil a gente falar da gente mesmo, que é uma espécie pouco arrogante quando a gente fala da gente mesmo. Eu me considero um simplificador profissional. E eu aprendi isso contigo. Pra mim, se eu fosse falar o que o Érico é pra mim hoje...

teve vários pontos no meu conteúdo, já me ajudou bastante. Enfim, lá na pandemia eu fiz um fórmula lá atrás, enfim, um monte de fície de vida, mas enfim, no outro papo eu te conto, mas foi bem legal, me ajudou naquele número de vida. Pra mim, o Erico hoje é um grande simplificador profissional.

Então isso tem uma habilidade incrível e que me ajuda bastante com o conteúdo de transformar coisas muito complexas em coisas simples. Consegue simplificar a coisa que é uma habilidade que eu treino muito em mim hoje. Por isso que, pô, falar de A pra mim hoje, quando você fala assim, cara, se eu ir no Instagram de A, o que eu vejo? Cara, eu quero colocar legenda nas coisas.

Pra mim é conseguir simplificar as coisas. Pra mim é um grande simplificador profissional. Pra mim é uma habilidade... Tipo assim, é profissional. Quando eu digo profissional, é profissional mesmo. De conseguir pegar algum tema e a forma ser um grande simplificador daquilo. Pra mim é uma habilidade rara, tá? Pra mim poucas pessoas têm essa habilidade. E é uma coisa que eu vendo dos teus conteúdos meio que por... Sei lá, não tem a palavra, mas que eu consigo adquirir isso.

Eu consegui explicar isso dando essa analogia, esse exemplo, acho que com a analogia a gente...

faz muito isso, mas é uma coisa que eu vou deixar para te falar, acho muito incrível você ter isso, cara. Nossa, é interessante que eu essa ideia de simplificar é uma coisa que eu fui desenvolvendo com o tempo, é uma coisa que eu gosto eu fui desenvolvendo com o tempo.

Mas eu nunca tinha colocado esse rótulo de... Nunca tinha recebido esse jeito de falar simplificador profissional. Mas de um simplificador profissional. Cachorro cheira cachorro, boi preto conhece boi preto. Diria o pai de um amigo meu. Vocês também são...

Boi Preto conhece Boi Preto, né? Você via a história quando eu tava tentando explicar por que que a fórmula era difícil de colocar no piloto automático e você... Aí a Rafa veio e falou assim, é, porque tem um copiloto e um piloto automático. Você viu? Você pegou uma história que tinha Cybertruck e você simplificou em dois conceitos. E pra mim aquilo foi quase um.

Faz um orgasmo. Um simplificador profissional, quando ele vê um... Cara, um bom stand-up, um bom comediante, quando ele vê uma piada muito inteligente, ele sente uma satisfação interna. E aí, quando você falou aquilo, eu senti uma satisfação interna, assim, incrível. Não só eu gosto de simplificar, agora eu entendo, mas eu sou um amante da...

Pra mim é sobre isso, velho. Pra mim é sobre isso. Eu falo que muito do que eu falo do nosso produto pro nosso time que tá gravando, porque hoje eu e o Rafa, a gente tá muito pouco no nosso produto, né? Então o nosso produto, eu acho que eu não tô.

Eu, de todo nosso produto, eu tô em zero conteúdo nele, né, de entrega. Zero. O Rafa deve estar em, sei lá, 5%, talvez. É muito pouco, né? E eu falo pro nosso time, a grande habilidade que você tem que ter no nosso conteúdo é ser simplificador, né, profissional. É colocar legenda nas coisas. Não explicar. Um LLM. O que que é um LLM com uma analogia? Sempre falo. Com uma analogia. Pra mim é... Eu estudo muito sobre isso, né, sobre neurociência também. E as pessoas entendem muito, né, com analogia.

Tipo, né, quando eu vou... Nossa Senhora. Quando eu vou meio, né, que explicar gargalo, né, tem uma coisa que o Nardom uma vez falou, que eu peguei bastante. Assim, eu sempre falo, né, quando eu dou aula, né, no Traction aqui, né, por exemplo, eu sempre dou no mesmo exemplo. Eu falo, cara, imagina que tu tem no restaurante. E aí, onde tá o gargalo, né, teu restaurante? Tá com cinco pessoas na fila, tá? E tem 30 mesas. O gargalo tá onde?

Tá na fila. Sim. Aí tu coloca pessoas na fila. Eu tava pensando, cadê o gargalo? Aí tu coloca... Aí tu coloca... Eu tava pensando mesmo. Aí tu coloca 300 pessoas na fila. Com 20 mesas, aonde tá o gargalo? Mesa. Aí tu vai lá e coloca o volume de mesa. Aumenta teu restaurante. Aonde tá o gargalo agora? Garçom. Não tinha garçom pra nem aquele volume. Aonde tá o gargalo agora?

cozinha. Tá, cozinha, não tem cozinha. Depois tá nem suprimento. Tu não tem nem suprimento. Agora que tu resolveu tudo, volta pra onde? Fila. Sempre assim. Volta pra fila de novo. Então eu sempre falo, cara, não sei, eu não sei do que que o empresário é bom, mas ele tem que ser muito bom de uma coisa, de criar fila. Só que criar um gargalo intencional, né? Eu sempre falo, tem que ser bom. E a maioria das pessoas, que eu sempre falo, tem medo de criar um próprio gargalo.

Então, é criar no próprio gargalo. O que eu uso muito é da caixa d'água. Tem uma caixa d'água que tem vários caninhos. Coloca água, mas não pode tirar a tampa. Vai estourar um caninho. Vai sair um pouquinho de água lá. É lead. Sim. Vai estourar um caninho. Num funil teu que não funciona muito bem. Só que ele vai estourar. Tu perde um pouquinho. Ah, tô perdendo. Aí vai e tampa. A água abaixou um pouquinho, mas ela sobe de novo.

Aí coloca a pressão. Pum. Aí estourou. Só que é um caninho diferente. Porque aquele gargalo, né? Tu resolveu.

Então eu sempre tento buscar algumas analogias assim, mas assim, nunca para de colocar pressão na caixa. Nunca para de colocar água. Sim. Porque tipo, faça o cano estourar, sabe? É bom saber. Porque se você tiver com o maior dos problemas do seu restaurante, se tiver uma fila grande é esse. Agora sem fila, velho. Sem fila é difícil. Sabe quem que é pra mim o maior professor de simplificação e analogia? Não.

Jesus. Parábolas. Sempre falou, né? Por parábolas. Sempre ensinou por parábolas. E isso aqui é a Clau, a minha secretária executiva Cunha. E eu coloquei... É aquela que conhece toda a sua vida? É. E eu tenho muita dificuldade pra ler. Igual você. Muita dificuldade. Tipo assim, tanto é que esse livro... Esse ano eu falei, eu vou ler muito. Eu li um livro. Um livro até agora. E aí...

eu tô com a bíblia, um presente do homem graça meu, João, o João me deu uma bíblia, e eu comecei, tipo, tava lendo a noite com a minha esposa, aí perdeu. Eu falei, não, eu preciso desse hábito, só que eu vou colocar na minha rotina de um jeito que eu gosto. E aí, o que a Cláudia me manda? Ela me manda todo dia hoje, isso aqui é Marcos, leitura do dia, só que eu comecei a ler e real, eu não comprei em dia. É foda. Não comprei de real?

Eu vou te dar um presente. Mas calma, deixa eu terminar. Deixa eu terminar, calma.

segura, olha só, o que entender daqui, como ela conhece o jeito que eu falo, o jeito que eu aprendo ela coloca aqui pra mim a interpretação que eu vá compreender aquela parte cara, eu tô bizarro assim, tipo assim, eu tô conseguindo ler a bíblia porque ela te conhece, isso, aí eu tô conseguindo ler a bíblia todos os dias no meu whatsapp, e aí chega pra mim 6 horas da manhã, então quando eu acordo eu já tenho SeguWhoaWhoa

E ela tá lendo na sequência. E aí ela vai lá e interpreta pra mim. Que conecta com tudo que você falou. Ela começou no Gênesis? Não, eu pedi no Novo Testamento. Você começou no Novo Testamento? Mas começou do começo. É. Eu vou te dar um presente. Eu vou te dar uma Bíblia de estudo. Eu tenho lá em casa, vou te dar. Uma Bíblia de estudo. Ela fala exatamente isso.

Só que você sabe que eu vou continuar na IA, né? Não, não, eu sei, mas eu vou te dar. Eu vou aceitar, mas eu sempre vou aceitar. Claro, pô. Mas ela é legal, porque ela, tipo, eu vou só no como você aplica. Sim.

Tipo, eu sou um que eu não gosto muito de ler porque eu não entendo. Sim. Tipo, né? Eu tenho dificuldade mesmo. Eu vou só na aplicabilidade. Mas eu acho que isso é um dom real. Porque se Jesus fazia assim, tem algo bom ali. Se Jesus ensinava desse jeito, tem algo bom de ser dessa maneira. Foi bom o papo, seu Rafael Milagro. Foi maravilhoso. O cara é muito bom. Foi um prazer, né? A lenda tá aqui. A lenda. A lenda do digital brasileiro que transformou aí milhares de vidas. E antes de terminar, eu queria deixar o último insight. Vai lá.

para isso, um insight mais importante.

preparados, muda o nome do produto, sabe? Você riu antes. Brincadeira, essa parte, gente, foi um prazer. Obrigado por aceitar, tá? Foi uma honra. Antes, pra gente agora encerrar, Érico, pra o pessoal consumir mais os seus conteúdos, pra entender como aplicar os lançamentos, onde as pessoas te encontram hoje? Érico Rocha no YouTube e Rocha Érico no Instagram. Sabe o que é Rocha Érico no Instagram e Érico Rocha no YouTube? Não. Alguém registrou Érico Rocha no Instagram?

existe um outro Érico Rocha, cara você também já pegou eu até tentei comprar, tentei chamar o cara que tem um arroba de Iago Martins ele tem 112 seguidores e zero fotos postadas é meu Iago Martins BR que eu não fui tão criativo pra entender Martins Iago não tinha Martins Iago não tinha alguma coisa mas é isso mesmo, então arroba Iago Martins BR

o meu é o Rafael Milagre o Milagre só você já sabe onde me encontrar no Instagram no LinkedIn eu consegui pegar então YouTube e Instagram o seu nome é Milagre mesmo ou é o nome artístico? no real Milagre o cara faz milagre é isso o seu nome desse podia ter um S a mais não estava feito podia ter um S não não

Milagres. Todos somos. E claro, não deixa de seguir o Jogo da EA no Spotify, no YouTube, acompanhar aqui o nosso podcast, mandar esse episódio pros amigos, compartilhar com a família, compartilhar com a turma e nos vemos no próximo jogo. Valeu!

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