244: O Patinho Feio
Inspirada em “O Patinho Feio”, esta historinha acompanha um filhote que nasce fora do padrão e enfrenta rejeição, solidão e palavras duras até descobrir sua força e sua verdadeira beleza. Uma narrativa delicada sobre crescimento, pertencimento, bullying, empatia e aceitação, escrita por Alcione Alves e Abigail Wímer, com músicas de Abigail Wímer e Sílen de Castro, e trilha de Alexandre Mihanovich.
O nome da historinha é "O Patinho Feio”, contado por Atauara.
Quem conta a história hoje é a Alcione!
Se quiser assistir ao vídeo dessa historinha (lindo, por sinal), corre lá no
canal da Atauara! Lá, você também encontra outras histórias com muita música, poesia e beleza.
Youtube: https://youtube.com/@atauara?feature=shared
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🎧 Lembrando que toda semana tem historinha nova por aqui.
- O Patinho FeioNascimento e rejeição · Solidão e busca por aceitação · Bullying e maltratos · Descoberta da verdadeira identidade · Cisnes
- Crescimento e DesenvolvimentoA jornada de autodescoberta · A importância da empatia · Aceitação das diferenças
- Mensagens para ouvintesMaria Flor · Manuela · Manu · Valentina · Rafaela · Matheus
Ei, Psyu, você quer viajar para bem longe com a sua imaginação? Quero! Eu quero! Eu quero! Então vem ouvir essa história!
Oi, aqui é a Thaís Maruoka, mas quem vai contar a historinha pra vocês hoje é a Alcione. Ela já já se apresenta aqui pra vocês, mas vai trazer uma história muito legal, que é bem conhecida. Você já deve ter ouvido ela alguma vez, mas eu vou deixar ela falar tudo pra vocês. Alcione, seja muito bem-vinda, se apresente aqui, por favor, pras crianças e conta o que você tá trazendo hoje pra elas.
Hoje eu vou contar uma história muito linda e muito antiga. É o famoso conto O Patinho Feio. Esse patinho se sentia muito sozinho, se sentia diferente, um estranho no ninho. Mas, ouvindo o coração, seguiu o seu caminho e foi em busca dos seus amigos. A história já vai começar.
Vou te contar uma história agora, atenção, que começa aqui no meio da tua mão, da tua mão, da tua mão, da tua mão. Com mil histórias encantadas.
Era uma vez uma pata que chocava seus ovos no ninho. Era verão.
O sol brilha e a terra fica toda aquecida. E o calor nos convida a brincar na água e refrescar a vida. É verão.
Era um dia claro e quente. E lá estava a pata aquecendo a sua ninhada. Sentava, levantava e olhava. Sentava, levantava, olhava os ovos e voltava. Sentava, levantava, olhava os ovos e... Nada. De repente.
Os ovos começaram a tremer, a se quebrar. E os novos patinhos saíram das cascas, pequenos e amarelinhos. Como o mundo é grande! E a mãe pata respondeu. Vocês acham que aqui é o mundo todo? O mundo é muito maior do que dentro de um ovo. Venham, venham todos. Oh, meu Deus!
Eu não tinha percebido. Resta ainda um ovo inteirinho. E é o maior de todos. Vou ter que voltar para o choco. E assim, a mãe pata voltou a se sentar no ninho para esperar nascer o último patinho.
Finalmente o grande ovo começou a se quebrar. Nasceu um patinho grande e cinzento. Os irmãos se aproximaram e estranharam. Quém, quém, que patinho grande, hein? Quém, quém, que patinho estranho, hein? Quém, quém, que patinho feio, hein? Mas o patinho em vez de falar quém, quém, falou em... Quão, quão!
A mãe estranhou e chamou o patinho. Querido, fale cuen cuen. Cuen cuen. Cuen cuen. Cuen cuen cuen. Cuen cuen cuen. Porém, ele não sabe falar cuen cuen. E não se parece com ninguém. Se parece ou não, é seu irmão. Vamos, vamos todos para o lago. Somos nós os novos patos.
Um, dois, três, quatro, somos nossos...
1, 2, 3, 4 Vamos acertando o passo 4, 3, 2, 1 Vamos todos para o lado 1, 2, 3, 4 Somos nossos novos patos 4, 3, 2, 1 Todo mundo do meu lado 1, 2, 3, 4 Vamos acertando o passo 4, 3, 2, 1 Vamos todos para o lado
1, 2, 3, 4 4, 3, 2, 1 1, 2, 3, 4
Todos chegaram ao lago. A mãe pata pulou na água e pôs-se a chamar os patinhos. Desajeitados, um após o outro, entraram na água aos pulinhos. O patinho feio também entrou e nadou. Nadou e flutuou. Flutuou e mergulhou. Deslizava rápido na água. E para surpresa da mãe, o patinho feio era o que melhor nadava.
E aí
Como é bom flutuar sobre as águas, mergulhar e aprender a nadar. Deslizar e abrir um caminho e atrás ver meu rastro aumentar. Ver o vento soprar muito forte e a água se movimentar.
E então ver o sol refletido em minúsculos pontos brilhar. E depois de nadar livremente, ir pra margem poder descansar. E olhando o lago tranquilo, dormir sob a luz do luar.
E olhando o lago tranquilo, dormir sob a luz do luar. No outro dia bem cedo, a mãe pata resolveu apresentar os seus filhos para os outros bichos do sítio.
Os animais vieram todos ver a chegada da mãe pata com a sua ninhada. Se aproximaram, parabenizaram, mas quando viram o patinho feio, comentaram. Que patinho feio? Feio mesmo. De onde será que ele veio? É grandão e não se parece com os irmãos. Foi quando dois patos mal criados começaram a gritar que ali, naquele meio, um patinho tão feio não poderia ficar.
E antes que a mãe pata percebesse, os patos vieram correndo e bicaram o patinho bem no pescoço. O patinho se escondeu atrás da mãe e ficou tremendo. Ora, ora, que vergonha, quem diria os marmanjos? Maltratando uma criança, seus covardes, seus pamonhas. Se eu fosse você, sairia correndo daqui. Nenhuma maldade, não, não vou permitir.
Afastem-se deles, seus mal educados. Não vejo motivo pra esses maltratos. Se eu voltar a vê-los aqui por acaso, vocês é que vão, vocês é que vão, vocês é que vão precisar de cuidados. Daí para frente, o patinho não teve sossego. Andava sempre com medo e a mãe não conseguia protegê-lo.
Era só a dona Pata virar as costas que todos o maltratavam. Era bicado, empurrado, importunado em todo lugar. Triste, muito triste, decidiu partir. Voou por cima do cercado e partiu todo depenado.
Adeus, vou-me embora deste lugar Aqui não me querem, não gostam de mim Não sei pra onde vou, mas tenho que ir Porque me maltratam, não sei o que fiz Saio sozinho daqui Aqui eu não devo ficar
Buscar um lugar mais feliz, aonde me sinta em paz. O patinho agora precisava de um outro lugar para ficar. Voava abaixo, parava, procurava, andava.
Até que chegou a um charco pantanoso. Oh, encontrei um lago. Mas não era um lago. Era uma terra lagada com água rasa e parada. Vou poder nadar e mergulhar. E olha o que fez o patinho. Mergulhou no raso e ficou com o bico todo machucado. Ai, ai, ai.
Pelo menos é um lugar calmo. O patinho ficou ali sozinho todo o verão. Até que viu chegar a nova estação. É outono, tardes frias E as folhas vão ficando coloridas Luz dourada E as folhas vão ficando coloridas
Música Delicada Muda o céu, o pôr do sol E o chão da estrada É outono Música Os ventos da tarde estavam cada vez mais frios Música
Certo dia, o patinho viu chegando no pântano bandos de marrecos e gansos. Dois marrecos curiosos se aproximaram. Hein? Quem é você? Eu? Sou um pato. Hein? Mas que tipo de pato é você? Que tipo de pato sou eu? É! Você já nasceu assim, com o corpo depenado e com cara de assustado? Eu? É! Não entendeu? Eu?
Cada um nasce como pode. Vamos embora. Logo depois, chegaram dois gansos grandes muito insolentes e pararam bem na sua frente. Escute você, você que está sozinho. Eu? Você que é tão feio e pequeno. Você mesmo. Eu? Quer vir com a gente? Somos grandes e fortes. Se quiser pode, mas terá que obedecer todas as nossas ordens.
O patinho feio ficou com receio. Temeroso não sabia o que responder. Mas naquele exato momento foram interrompidos por um som desconhecido. Eram sons de tiros. O que é isso? São os caçadores, com seus cães farejadores. Temos que fugir! Os gansos e marrecos saíram voando em disparada. O patinho nem imaginava, mas estava aberto uma temporada de caça.
Foi um reboliço. Marrecos e gansos voavam, mas os tiros eram certeiros no ar. Alguns caíam, mas outros conseguiam escapar. O patinho não sabia para onde ir. Todos haviam fugido. Estava sozinho.
Foi aí que um cão enorme, treinado para caçar marrecos e gansos, foi se aproximando. O patinho viu que o cão estava vindo na sua direção. Farejando, farejando.
Procurando, farejando, marrecos e gansos. Sou um cão de caça, sou um cão de raça, sou um caçador, um cão farejador.
Eu não sei ao certo porque está tão quieto. Vou chegar bem perto. Não é ganso nem marreco. O cão farejou, chegou bem perto, mas não atacou. A caçada terminou.
Caçadores e cães foram embora. Tudo era silêncio. Só se ouvia o sopro do vento. E agora? O que é que eu faço? O que é que eu faço agora? Eu não sei pra onde ir. Eu vou. Eu vou. Eu vou fugir. O patinho começou a correr se afastando do pântano.
E correndo, correndo muito, atravessou prados e campos. À noitinha, já muito cansado, avistou um humilde casebre. O vento soprava forte, tão forte, que empurrou a porta do casebre e ela se abriu. O patinho, para escapar do vento, entrou na casa correndo.
Lá dentro morava um gato, uma galinha e uma velha quase cega. Uma pata entrou na minha casa. Terei ovos de pata. Vou esperar pelos ovos dela. Se não botar, vai pra panela. Mas agora é hora de dormir. Boa noite, galinha. Boa noite, gato.
A galinha e o gato eram muito orgulhosos. Se achavam os mais importantes do mundo. Não queriam falar, mas não paravam de olhar. Então, o patinho resolveu perguntar. Dona Galinha, a senhora sabe se aqui perto tem algum lago?
Pra quê? Eu queria nadar. Sei, sei. Nadar é a melhor coisa do mundo. Olha, gato. Ele acha que nadar é a melhor coisa do mundo. Nadar? Eu não gosto de me molhar. Mas eu sei nadar. Sem flutuar e sem mergulhar. Sabe, sabe. Olha, gato. Ele acha que sabe mais do que nós.
Olha, olha, veja só. Quer saber mais do que nós? Não se meta a sabido. Você é muito atrevido. Mergulhar e flutuar. Só de pensar sinto arrepio. Aprenda logo a ronronar. Ponha-se no seu lugar.
Se quiser ficar aqui, fique quieto e bote ovos. Agradece estar com a gente e ter conosco um quarto quente. Que bobagem é essa agora? Ora! Nadar no lago lá de fora? Ora! Pare já com essa história. Ou meia volta e vá-se embora.
O patinho viu que ali não poderia ficar. Era um quarto quente, mas não era o seu lugar. E agora, e agora? O que é que eu faço agora? É agora, é agora. Tá na hora de ir. Vou pro...
E descobrir o meu lugar Aqui não posso ficar Nem galinha, nem gato Vão poder entender Que nas águas do lago É que é bom de viver Tá na hora, tá na hora É agora, é agora
Tá na hora de ir, vou procurar e descobrir o meu lugar. Aqui não posso ficar, nem galinha nem gato vão poder entender que nas águas do lago é que é bom de viver.
É que é bom de viver. O patinho saiu mundo afora procurando um lago para nadar. E nadou de lago em lago, observando as lindas tardes de outono. Caminhava sozinho e achava tudo lindo. Foi quando viu no céu um bando de aves voando.
Aves grandes, elegantes. Seus pescoços eram longos e finos. E suas pernas de um branco brilhante. Que lindo!
Aves irrevoada, que como voam alto. Ele queria estar com elas, com aquelas belas aves que voavam com perfeição. Ele não sabia, mas eram cisnes o que ele via. Para onde será que elas vão?
As aves voavam para as terras mais quentes do outro lado do mar, porque o frio do inverno estava prestes a chegar. É inverno tão quieto E a neve leve e branca cai por perto E até...
Em seu tempo, se prepare e se renova no silêncio. É inverno. Era seu primeiro inverno e o patinho sentia muito frio. Resolveu nadar sem parar para se esquentar. Exausto, muito cansado, dormiu.
A água congelou e o patinho não viu. Quando acordou, estava preso no gelo, não conseguia se mover. Precisava de ajuda e não via ninguém por perto. Mas olha o destino. Um camponês vinha vindo pelo caminho.
Oh, meu Deus! O que é isso que eu estou vendo? E o camponês, mais que depressa, foi quebrando o gelo. Com todo o cuidado, conseguiu retirá-lo. Ah, que felicidade! O coração dele ainda bate.
Que bom que o destino ajudou E fez que eu passasse aqui Que sorte que eu percebi Você nessa situação Cuidado, agora eu vou Tranquilo, pode ficar Agora vai melhorar Não fique tão triste, não Anime seu coração
Ajudar, ajudar alguém, simplesmente ajudar é que me faz bem. Ajudar, ajudar alguém, simplesmente ajudar é que faz bem. O camponês levou o patinho para sua casa.
Pediu aos seus filhos uma caixa, forrou e deixou o patinho próximo à lareira da sala. Graças a Deus agora está salvo. Podem pegá-lo, mas com cuidado. Ele está muito assustado. Mas foi uma confusão. Todos queriam pegar o filhotinho ao mesmo tempo. O patinho assustado com o movimento voou.
E sem saber onde ir, pousou num latão de leite. E o leite foi todo derramado. Assustado, voou e caiu num tacho de manteiga. Tô todo lambuzado. E pra piorar, voou de lá e caiu num saco de farinha. Tô todo enfariado. As crianças tentavam ajudá-lo, mas o patinho fugia. Estava assustado. Viu a porta aberta. Tomou impulso e saiu correndo.
Dali para frente, caminhou sem parar para enfrentar o frio intenso. Em um certo momento, começou a notar que o tempo estava ficando diferente. O dia estava mais longo e mais quente.
Tantas flores, nosso mundo recomeça em novas cores. Primavera é beleza, alegria que dá força à natureza. Primavera.
A primavera chegou, trazendo o calor, as flores e os passarinhos cantando na natureza. O patinho agora descansava.
Espreguiçou, abriu as asas e admirado percebeu que suas asas eram maiores e mais fortes. Sentiu uma brisa fresca e uma imensa vontade de voar. Num salto, voou para o alto e subia cada vez mais.
Lá de cima também viu três majestosos cisnes nadando muito felizes. São elas, as aves que eu vi no final do outono. Vou pousar no lago e ficar quieto. Quero vê-las de perto. Assim que ele pousou na água, os cisnes começaram a nadar rapidamente em sua direção.
O patinho, assustado, achou que os cisnes vinham para atacá-lo. Com muito medo, se encolheu. Curvou seu pescoço e, olhando para baixo, viu seu reflexo na água. E que surpresa!
O que ele via não era uma criatura feia e sem graça. Ele se via espelhado com penas brancas, um pescoço longo e sinuoso e grandes asas. O patinho não se reconhecia, mas era a sua própria imagem no reflexo da água cristalina.
No espelho d'água eu vejo, eu me vejo Será um sonho que eu estou vendo Refletido no espelho eu me vejo Mas o que está acontecendo?
O que eu vejo então? O que eu sou então? O que é que eu vejo? Eu me vejo tão crescido, tão crescido Eu me vejo diferente e refletido O que eu vejo então? O que eu sou então? O que é que eu vejo?
Ajudou O tempo Me mostrou Um cisne agora eu sou Eu sou Um cisne eu sou E tudo o que eu vivi E tudo o que aprendi
Foi para descobrir eu sou, um cisne eu sou. Um cisne eu sou. Sim, ele era um cisne. E agora voava com suas grandes asas.
voava igual as belas aves que uma vez viu voando no céu. Um cisne agora eu sou, eu sou. Um cisne eu sou.
Música
Se você se sente no mundo sozinho, se sente diferente, um estranho no ninho. Ouça o coração e siga o seu caminho, você encontrará os seus amigos.
O tempo vai passando e você saberá E a sábia natureza também vai te ensinar Não importa quanto seu inverno durar A primavera sempre irá chegar Não importa quanto seu inverno durar A primavera sempre irá chegar
Tchilin, tchilin, tchilin, a história acabou. Atropelou uma porta e saiu pela outra. Amanhã eu compro outra. Você gostou dessa história? Te convido a ouvir o Patinho Feio com as imagens de um livro lá no YouTube, no nosso canal Atauara. O link está na descrição desse episódio.
Alcione, muito obrigada pela sua participação aqui no podcast. Obrigada por trazer essa historinha tão bonita aqui pra gente. E olha, você que tá nos ouvindo aqui, vai lá conhecer o canal da Atawara. No YouTube eles têm um monte de historinhas, músicas super legais que eu sempre coloquei aqui pra Maia, pra Inaê e pro Leon desde pequenininhos, que são músicas com muita poesia, muito gostoso de ouvir. E ainda tem vídeos em alguns.
Já que vai assistir alguns vídeos, é melhor assistir vídeo legal assim, né? Então eu te convido pra conhecer lá a Tauara no YouTube e aqui também no Spotify. Na descrição do episódio também tem mais informações deles por aí. Agora a gente vai ouvir a mensagem de seis ouvintes do podcast. Da Maria Flor, da Manuela, da Manu, da Valentina e Rafaela e do Matheus. Vamos lá?
Eu tenho Maruocan, meu nome é Maria Pua, eu tenho 5 anos e minha historinha favorita é a menina da lupena e a outra é a maia e a fera. É isso? Sim.
E eu moro em Niterói. Tchau, beijo. Eu adoro esse podcast.
Oi, Maria Flor! Ai, eu adoro a menina da lanterna. Eu acho de uma delicadeza só essa historinha. Adoro também a Maia e a Fera. E adorei a mensagem que eu recebi sua, viu? A gente ainda tem que marcar de se conhecer pessoalmente, né? Pra eu te dar um abração, seu pai me contou que você ouve as nossas historinhas.
todos os dias, que você é fãzaça do podcast, eu fiquei muito feliz em saber disso. Maria Flor, muito obrigada pelo seu carinho, obrigada por ouvir, por gostar das nossas historinhas, espero que você tenha gostado bastante da historinha de hoje também. Um beijo bem grandão pra você. Agora a gente vai ouvir a mensagem da Manuela. Oi, Tênis Maroca!
Eu sou a Manuela, eu tenho agora sete anos, é o meu segundo recadinho. Eu moro em São Paulo e eu mudei para trás da minha escola. E a minha história favorita é nem todos os unicórnios gostam de arco-íris, porque mostra como algumas crianças podem ser diferentes em algumas coisas. E eu também gosto.
dessa história porque eu também gosto muito de preto.
Manuela. Sabe quem gosta muito de preto também aqui? A Maia. A Maia tá numa fase que gosta muito de preto. A Ináe, ela é mais colorida, igual a unicórnio. Mas ela é muito diferente também de um monte de criança. E cada um é diferente do outro mesmo, né? Isso que é gostoso de ver. E isso que é gostoso da historinha também. Porque cada criança, cada pessoa é diferente da outra. Mas cada uma tem sempre uma coisa especial, né? E tenho certeza que você tem...
várias coisas especiais aí. Fico feliz que você gosta do nosso podcast. Espero que você continue gostando e mande mais mensagens aqui. A terceira, a quarta, a sua quinta mensagem. Espero que eu receba mais pra ouvir mais sua voz. Obrigada, viu, Manuela? Um beijo pra você. Agora a gente vai ouvir a mensagem da Manu. Oi, traz uma luta.
Eu sou a Manu, eu tenho quatro anos. Essa é a sua segunda mensagem, né? Essa é a minha segunda mensagem. Quais querem que você gostou? Doutor Pela, quem queria saber.
Na cabeça dela e das princesas satan pum. E também... E... Eu também gostei. E eu gostei do mon... E da... De três olhos. Beijo.
Oi, traz uma roca. É a minha segunda mensagem. E eu tô mandando de novo.
Meu nome é Manuel, eu tenho 4 anos. E eu gostei muito da história da Rod de 3 Olhos e da Topelokém.
Que ela queria saber quem fez cocô na cabeça dela. E as princesas só tão bom. E também a revolução de Daula Aleluá. Tchau. Tchau.
Oi, Manu, que bom te ouvir aqui de novo no podcast. Que bom que você mandou mais uma mensagem aqui pra gente. Ai, eu adoro todos esses livros que você falou. O da topeira, quem fez cocô na cabeça da topeira. Tadinha da topeira, né? E ela fica o livro todo tentando descobrir quem fez cocô na cabeça dela.
Das princesas que soltam pum, da revolução da aurora, da rã de três olhos. Todas são muito divertidas. Que bom que você tem gostado das historinhas aqui. Espero que você tenha gostado também da de hoje do Patinho. Um beijo, Manu, bem grandão pra você e até a próxima. Agora a gente vai ver a mensagem da Valentina e Rafaela.
Oi, Thaís Maroca, tudo bem? Meu nome é Valentina, tenho 10 anos e as minhas historinhas favoritas é A Vaca que Botou um Ovo, Perigoso e A Debatista Cientista. Eu gosto muito de vocês, eu uso vocês desde os 7 anos. Agora minha mãe vai falar. Tá, mamãe?
Oi, Thaís. Aqui é a Rafaela, mamãe da Valentina. Nós ouvimos as suas historinhas todos os dias antes de dormir. E a historinha que eu mais gosto é o homem que pescava estrelas. Beijo, Thaís. Beijo pra você e pra sua família. Que vocês continuem contando várias historinhas pra nós todos os dias.
Oi, Valentina e Rafaela. Obrigada pela mensagem linda, gente. Obrigada pelo carinho de vocês. Fico muito feliz em saber que vocês colocam podcast aí todos os dias na hora de dormir. Eu adoro quando eu descubro, assim, que tem mais crianças que eu tô colocando pra dormir, gente. Quando eu sei, assim, que eu conto historinhas, que acalma a criança pra um soninho gostoso. Isso me faz tão bem, me faz tão feliz. Eu agradeço muito.
A você, Rafaela, por colocar aí as historinhas pra Valentina. Agradeço o carinho de vocês duas. Muito, muito obrigada, viu? E espero que vocês continuem curtindo aí o nosso podcast por muito mais tempo. Ainda tem tempo, hein, Valentina?
Até você ficar grande aí. Dá pra você ouvir bastante nosso podcast. Mas até adulta dá pra ouvir, né? Sua mãe gosta de ouvir também um podcast, tá vendo? É bom que eu trago historinhas aí bem legais pra adultos também, viu? Porque tem umas que eu sou apaixonada também. Muito obrigada, gente. Um beijo pra vocês. E agora a gente vai ouvir a última mensagem do Matheus. Oi, Thaís Maruanga!
Aqui é o Matheus que fala. Eu tenho seis anos. Oitava mensagem, nona mensagem. E eu, o meu dente caiu hoje. E eu vou ganhar a cartinha Pokémon da faca dos dentes.
Beijo, tchau, arroba podcast. Matheus, que bom te ouvir aqui de novo. Não venho ouvir essa história. Adoro receber suas mensagens, Matheus. Como será que está essa janelinha aí, hein? Faz um tempinho que caiu esse dente. Será que já está nascendo outro? E a fadinha do dente trouxe aí a cartinha de Pokémon que você queria?
Ah, espero que tenha sido bem legal. Muito obrigada pelo seu carinho de novo. Matheus, um beijo bem grandão pra você. E pra você que está nos ouvindo e quiser enviar uma mensagem, é só mandar lá no Instagram mesmo, no arroba Vem Ouvir Essa História e a sua mensagem vem parar aqui no podcast. Muito obrigada, carinho de todo mundo e até a próxima historinha. Tchau!
Esse podcast é apresentado por Toribá.