No pós-1888 fluminense, o racismo se manifesta através do abandono do Estado às pessoas pretas, que, sem terra, educação ou emprego, formaram uma população marginalizada e racialmente discriminada. O protagonismo de mulheres pretas, que a partir da reafirmação da sua identidade e resistência, exerceram um papel fundamental na mobilidade social de suas famílias. Mas como essas matriarcas atuaram na construção da mobilidade social de seu grupo familiar em meio a um cenário tão desfavorável aos ex escravizados e seus descendentes? Para saber mais sobre o assunto, ouça o novo do Ciência em Prática, com a participação de Alexandra Lima, professora da Faculdade de Educação da Uerj. (T.9 Ep.04 — 08/04/2026)
Produção: Rádio Uerj
Apoio: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
Realização:
Centro de Tecnologia Educacional (CTE - Uerj)
Pró-reitoria de Pós-graduação e Pesquisa (PR2 - Uerj)