Desculpas para não discipular - Podcast IBHJ #193
Fala, IBHJ!Mais um episódio do podcast para chamar de nosso no ar!Hoje, retornaremos para uma temática importante na vida da igreja, que é o discipulado!Já temos dois episódios falando sobre o tema e, especificamente, neste, falaremos sobre as desculpas que normalmente são usados para justificar nossa falta com o discipulado.Será que são válidas? Conversamos sobre isso no episódio de hoje!Vai comprar na Amazon? Usa o nosso link:https://amzn.to/4bf5RLn
- Preço da ureiaSer discípulo de Jesus · Formar discípulos de Jesus · Definição e dificuldades · O verbo 'discipular' e o 'fazer discípulo' · Batismo e ensino como partes do discipulado
- Práticas para o discipuladoA ordem de Jesus para fazer discípulos · Discipulado como função principal da igreja · Discipulado como estilo de vida e mandamento · O amor a Deus demonstrado pelo cuidado com os santos
- Custo do discipuladoCompromisso e abdicação de tempo/descanso · Medo de perder o controle e se frustrar · Discipulado como estilo de vida · A importância de desenvolver virtudes
- Sabedoria Bíblica e ExemplosA importância do conhecimento bíblico para discipular · Método intuitivo de interpretação bíblica · O exemplo do homem curado em Gerazenos · O papel de Priscila e Áquila no discipulado de Apolo
- Produção de PodcastsMudanças na introdução e estrutura · Feedback dos ouvintes · Gravação com câmeras · Qualidade técnica e de conteúdo
- Orientação e mentoriaDiscipulado informal e intencional · Discipulado em viagens missionárias · Discipulado na academia · Discipulado através do exemplo
O tubo tubulo E aí
Fala, IBHJ! Estamos começando aqui mais um podcast. O podcast da IBHJ, o podcast para chamar de nosso. Rafael Vasconcelos é quem vos fala. E Jorge Henrique. E nós somos as vozes que fazem o podcast da IBHJ. E no episódio de hoje, nós vamos ver que discipulado não é uma questão de conveniência, mas é uma questão de sobrevivência.
É isso aí, meus irmãos, você já deve ter percebido. Estamos aqui em uma estrutura diferente das duas primeiras, né? Estamos tentando melhorar sempre, né, Jorge? Todo dia mudando, né? Todo episódio mudando. Estamos mudando a nossa introdução, estamos mudando aí a questão aqui de como ficar o microfone, né? Daqui a pouco vamos ter dois. A nossa logo aqui da igreja aqui atrás.
Então, nós estamos caminhando para tentar deixar o podcast cada vez melhor. Uma coisa que não muda é a qualidade de informação que esse podcast tem, né, Jorginho? Tá, tá, tá. Ficou mais bonito, né? Pelo menos pra mim ficou mais legalzinho, a logozinha aqui atrás, ficou bacana. E é muito importante o feedback dos irmãos, né? A gente tem recebido vários feedbacks em relação tanto aos episódios, mas também em relação à estrutura, né?
Como pode melhorar. Isso tem nos ajudado bastante, inclusive a nossa postura, né? Diante das câmeras. Não somos acostumados a gravar diante das câmeras, né, Jorginho? Então, a gente via meio, né?
meio que em casa para gravar era só o áudio. Então, a gente está aprendendo. E se Deus quiser, daqui para o final do ano, a gente vai estar com a estrutura impecável e vai estar conseguindo fazer a melhor qualidade técnica e mantendo também a qualidade de conteúdo do nosso podcast. Processos, né? A gente está caminhando aí. Mudamos aqui para o visual também, né? Então, a gente está melhorando, certo? Começo sempre é um pouco gravado.
Mas as coisas estão caminhando e graças a Deus... A gente já viu uma melhora, né? Foi mais rápido, né? Foi mais rápido. Pra gravar, então... Pra gravar, pra montar, então... Aí já é outra história, né? Mas a gente tá caminhando aí, tudo pra a gente ter o melhor... Enfim, né? Embelezar aqui o nosso conteúdo, um conteúdo bacana que a gente tem feito. E é isso, irmãos. Continue orando por nós, né?
Continuando por nossa saúde, né? Se o próximo episódio eu tiver fanho de novo, eu vou pedir música no Fantástico, né? Um mês aí lutando contra essas doenças respiratórias. Mas pela graça de Deus a gente está melhor. E o episódio de hoje é um episódio muito importante.
O episódio de hoje vai ser um episódio que nós vamos rememorar um assunto fundamental pra nossa igreja. Mas antes de falar do nosso episódio, rapidamente aqui os nossos avisos. Lembre-se que nós temos uma conta na Amazon que você pode nos auxiliar comprando por meio do nosso link. Você clica no link e faz suas compras à vontade. Isso vai gerar uma recompensa pra gente e a gente vai conseguir então comprar novos materiais e continuar melhorando ainda mais o nosso podcast.
Exatamente. O segundo é que nós estamos aí nas redes sociais, né? Tanto no Instagram, estamos no WhatsApp também, mas tá bem lentinho, né? Eu tô tentando lá empurrar, mas tá complicado. A gente volta, passamos um bom tempo.
Mas a gente está agora também no Instagram focando um pouquinho lá, certo? Então, a gente tanto envia sobre os nossos episódios, mas a gente também tem feito alguns cortes, certo? Então, sempre que você vê lá, dê um joinha, né? Compartilhe também. A gente vai, como a gente agora está gravando com imagens também, então a gente está fazendo uns cortezinhos legais, né? E postando lá. Então, a gente espera que também seja uma ferramenta de alcance.
Sim, então, dito nossos avisos, tem mais algum aviso? Acredito que seja isso. Dito nossos avisos, vamos então para o nosso episódio. Se você é um ouvinte assíduo do podcast, você sabe que o episódio número 65, se eu não me engano, foi sobre discipulado. E naquele episódio, o pastor Jorge, ainda menino Jorge na época, né?
Ele conduziu e conversou com o nosso pastor Jonas hoje, na época seminarista, e o nosso irmão Gustavo, hoje seminarista Gustavo, sobre o discipulado. E lá nós vimos as questões introdutórias sobre o que é o discipulado. Então, a definição, algumas dificuldades. E ali nós tivemos um papo muito interessante. E eu recomendo você a escutar esse episódio sobre discipulado.
E mais pra frente nós tivemos um outro episódio sobre o custo de ser discípulo, que também envolve a questão de discipulado. É interessante porque discipulado é como se fosse uma palavra com vários significados, né? E na vida do cristão essa palavra está intrinsecamente ligada uma coisa à outra.
Então, o discipulado tem a ver com ser discípulo de Jesus, mas também tem a ver com formar discípulos de Jesus. Então, essas duas coisas estão intrinsecamente ligadas, nós não temos como separá-las quando a gente fala de discipulado. Então, nós temos um episódio sobre formar discípulos e nós temos um episódio sobre ser discípulos. Hoje, especificamente, nós vamos falar sobre as desculpas que nós damos para não acreditar e para não fazer o discipulado. E aí, Jorginho, já queria começar aqui a nossa conversa?
sobre por que é tão difícil a gente colocar em prática essa questão do discipulado, se a gente sabe, por A mais B, que é algo que todo crente tem que fazer. Eu acho importante a gente começar só trazendo aqui algumas questões, né, sobre esses episódios que a gente já teve, sobre o que é discipulado, né? Como o pastor Rafael falou, discipulado tanto envolve esse processo que o que o Jonas vai falar, né?
Jonas Madureira vai falar, né? De ser um seguidor de Jesus e fazer com que outras pessoas também sejam seguidoras de Jesus. Então, ele vai envolver tanto essa questão do meu relacionamento com Deus, desse processo em que eu estou me tornando um discípulo de Jesus, e isso vai envolver algumas coisas, por exemplo, seguir a Jesus vai envolver eu rejeitar ou dizer não para os meus pecados, certo?
Seguir Jesus aqui envolve também me parecer com esse mestre, ou seja, me parecer com esse Jesus. Então, esse desenvolvimento aqui de virtudes, algo que eu gosto muito de falar, né? Tenho comentado bastante aqui nas pregações.
Eu preciso desenvolver virtudes, não apenas dizer não para o pecado, essa é uma parte sine qua non, importantíssima, obviamente, mas eu preciso desenvolver virtudes. Então, Jesus, ele é conhecido, né? Pregação do Mães, que foi muito comentado, né? Exatamente porque a gente falou um pouquinho aqui sobre uma virtude que aparece ali em Cristo. Então, a gente precisa se parecer com o nosso Mestre, então, envolve aqui o desenvolvimento de virtudes.
E também dentro disso, tanto dizer não para o pecado, tanto desenvolver aqui as nossas virtudes. Essa é outra coisa que agora eu não lembro, mas enfim. Mas também envolve esse processo de ensinar outras pessoas ou ajudar outras pessoas para também estar nesse envolvimento aqui de discipulado, também ajudar outras pessoas a crescer nesse processo.
Então, sempre importante a gente dizer isso. Eu estava lendo um livro muito bacaninha, eu gostei bastante, que ele falava que, por exemplo, discipular não aparece na Bíblia enquanto verbo aqui. Você não tem nenhuma palavra, um verbo aqui dizendo discipular. Essa foi muito mais uma palavra que a gente utilizou para explicar o fazer discípulo. E aqui outra coisa importante, o fazer discípulo envolve, pelo menos ali,
Em Mateus capítulo 28, envolve tanto o batismo, que é esse rito inicial da fé, como também ensinar todas as coisas. Então, perceba, ele tanto envolve esse processo de conversão ali, o batismo. Lembre que o batismo você cria, já era batizado, então é um rito inicial. Mas também envolve esse processo aqui, mais uma vez, de se parecer com Jesus. Então, acho que aqui é uma coisa que fica clara.
Tanto envolve esse processo para com Deus, mas também envolve processo para com outro. Como é que isso se dá? Essa é uma outra pergunta. Como é que eu discipulo pessoas? Discipular pessoas é um campo amplo. O Rafa falou também isso.
É um campo muito amplo, certo? Então, é todo aquele processo que vai envolver ensino de Jesus. Basicamente, eu vou resumir isso aqui. Então, isso pode acontecer, por exemplo, quando eu estou evangelizando. Eu estou discipulando aqui. Eu estou ensinando sobre Jesus para uma outra pessoa. Isso também pode ser naquele processo que a gente utiliza aqui na igreja, né? De sentar com uma pessoa, cuidar de uma pessoa especificamente.
ensinar a palavra de Deus pra ela.
ou ajudá-la nesse processo de ser um discípulo de Jesus, mas também envolve ambientes informais, certo? Então, eu não preciso estar sentando com a pessoa na semana para eu estar discipulando. Isso acontece de outras maneiras. Quando eu chego lá no final do culto, termino o culto, a gente está lá ali na quadra, e aí a gente conversa uma conversa ali um pouco mais profunda, a gente sai daquele parasmo e começa a falar um pouco mais...
sobre Jesus numa determinada situação ali da vida, isso também é discipulado. Então, quando eu estou comendo em algum canto com o irmão e Cristo, e a gente começa ali a falar sobre Jesus, isso também é discipulado, certo? Então, isso pode ser intencional, como sentar com alguém, que é algo que a gente tem utilizado aqui na igreja, e para mim é o modelo aqui quase que ideal, né?
Embora também vai envolver esses outros ambientes, mas também ambientes mais informais, certo? Então, você pode não estar com uma pessoa ali diretamente, mas você pode ser alguém que discipula nesses ambientes informais. Isso pode acontecer, certo? Vai envolver intencionalidade.
Então, por que a gente, com base em tudo isso, deveria ser algo mais tranquilo, né? Porque você não precisa necessariamente estar com alguém ali, sentando, passando horas. Você pode fazer isso de várias maneiras. E a gente conversa com os irmãos durante a semana.
Por que, então, a gente não discipula? Por que a gente tem um medo ou uma preocupação? Ou acha que não vai ser capaz? Parece que a gente tornou o discipulado como algo, assim, muito grandioso, né? No sentido de você precisa de uma capacitação, assim, gigantesca. Quando a gente olha para as Escrituras, a gente vê crentes com dias de convertir já ensinando outras coisas para as pessoas, porque elas evangelizavam. Então,
Não deveria ser essa coisa tão difícil, essa coisa tão burocrática ou essa coisa que eu preciso de uma super capacitação para poder discipular. Deveria ser algo comum da vida cristã, deveria ser algo mais tranquilo. Mas eu acho que uma das coisas que o discipulado ele traz, e eu acho que por isso ele acaba sendo tão complicado, até a gente conversava recentemente, é que sim, discipular vai gerar custos.
vai gerar alguma demanda para nós. Então, tudo aquilo que sai como obrigação, para a gente pesa um pouco mais. Então, muitas vezes, eu não quero discipular, porque eu sei que eu vou ter que me comprometer com a pessoa. E talvez vou ter que abdicar de tempo, vou ter que abdicar do descanso merecido. Talvez eu vou abdicar, sei lá, de alguma coisa a mais que eu não quero abdicar. E eu acho que essa é uma das grandes razões.
porque a gente não quer discipular ou não quer estar envolvido e discipulado. Se eu passar um pouco do ponto de perguntar se o meu irmão está bem, eu saber como é que está a família dele, como é que está o trabalho dele, como é que está, sei lá, o relacionamento com os pais, com o cônjuge, talvez se eu aprofundar um pouco mais esse processo, pode ser que isso gere uma demanda para mim e eu não quero.
Então, sim, discipulado vai gerar algum custo. A gente falou bastante sobre isso. Está ali muito mais nesse processo para com Deus, mas também para com o nosso irmão. E muitas vezes a gente não quer isso. Antes de entrar nas desculpas aqui do nosso episódio, só fazer um adendo aqui à introdução que o pastor Jorge fez.
Ontem o Jonas postou um texto, a gente está gravando na quinta, né? E aí o Jonas postou um texto ontem sobre o filme, que ele falou algo muito interessante, né? Eu até anotei aqui. Ele disse assim, nós temos medo de permitir que o Evangelho nos transforme por completo. A ideia aqui é a seguinte, nós temos a ideia, nós temos o conhecimento sobre o que nós devemos fazer. Mas ao mesmo tempo, nós sabemos que a partir do momento que eu obedeço a esse...
essa ordem, esse conhecimento que eu sei que eu tenho que fazer, eu vou estar abrindo mão das minhas próprias vontades. Se tem algo que nós temos dificuldade, é de perder o controle sobre a nossa vida.
É perder o controle sobre o nosso horário, perder o controle sobre o nosso momento de descanso. É ter que fazer algo que eu não quero fazer naquele momento porque eu já me comprometi. Ou porque eu sei que é o que tem que ser feito. Então nós temos essa dificuldade, todos nós temos, né? Nós gostamos de ter nossos momentos ali, não, aqui eu quero assistir um filme, aqui eu quero descansar, eu planejei isso pra hoje. Então quebrar essas expectativas gera muitas vezes em nós um medo de se comprometer, porque nós temos medo de nos frustrarmos.
E aí me vem aquela citação do Bonhoeffer, que ele vai falar lá no livro de Cipulado. Inclusive, nós postamos lá no nosso Instagram essa frase, né? Que o mandamento do Senhor, ele é muito duro pra quem se opõe a ele. Mas pra quem se submete, ele é tranquilo. E aí ele vai citar lá o texto de João, né? Que os mandamentos do Senhor não são penosos. E aí ele continua dizendo que o Senhor nunca vai nos dar uma ordem para nos maltratar.
Todas as ordens de Jesus são para trazer vida, mas para isso a gente precisa acreditar nessa verdade e para isso nós precisamos então experimentar, colocar em prática, mesmo sabendo de todas as consequências que podem advir disso. Então existem coisas que são custosas, existem coisas que vão nos, por algum momento vão trazer algumas consequências que nós não vamos gostar.
Então, descanso, enfim, nós já falamos aqui. Só que o final delas vale a pena.
E muitas vezes a gente não quer pagar pra ver. E aí a gente prefere viver. E aí, mais uma vez, né? Nós estamos gravando aqui na quinta e hoje está saindo o corte do podcast passado. Resistindo até o sangue. E o corte é do pastor Jorge falando que nós estamos acomodados com a nossa vida cristã. E nós precisamos sair dessa zona de comodismo e precisamos nos desafiar a ir além. Então quando você se desafia a ir além, você vai experimentar coisas que se você não fizer isso,
você vai ter uma vida cristã. Ninguém está dizendo que você vai perder a vida cristã, não. Mas você poderia ter uma vida cristã muito mais robusta, você poderia ter uma vida cristã muito mais profunda se você decidisse se jogar.
E obedecer, fechar os olhos e obedecer os mandamentos de Jesus. Então, esse medo de mudança, ele não pode nos travar em relação ao discipulado. Nós não podemos colocar o orgulho da segurança que nós temos da nossa rotina a ponto de desobedecer.
O pastor Jorge falou aqui, né? Não existe nenhum verbo discipular, mas o fazer discípulo é muito claro na Bíblia. Então você é feito discípulo para fazer discípulo. E essa ideia é como se realmente fosse um estilo de vida. Você olha para o policial, ele sai lá na rua, ele já sai, porque é o estilo de vida dele, ele sabe o que está ao redor. Você olha talvez para um, sei lá, um sofista, você já percebe de longe e tal. O crente também tem que ter um estilo de vida. Ele tem que ter essa disposição e esse desprendimento.
de entender que o discipulado não é uma opção, mas é um mandamento. E como mandamento, ele se torna então uma obrigação na minha vida. Por isso eu preciso discipular. E aqui nós já falamos... Só um ponto, né? É por isso que é tão importante o desenvolvimento de virtudes. Porque se você não desenvolver virtudes em você, você vai olhar para a vida cristã como um processo doloroso.
Eu estava refletindo essa semana, assim, como algumas coisas que Deus nos pede, depende muito da maneira como a gente encara aquilo. Então, às vezes eu olho para aquilo ali como uma coisa que é penosa. Só que às vezes eu olho para outras pessoas e elas veem como...
prazer, assim, gigantesco, sabe? Por quê? Nessa diferença? Pois é. A mesma ação, né? Então, perceba, assim, vir pro culto pra algumas pessoas é terrível. É a coisa pior do mundo. Mas pra outras pessoas, no aniversário da igreja agora, né? Eu estando aqui e participando desse ambiente, cara, não tem como você não se emocionar, não tem como você não sair com o coração alegre, assim. Cara, é um prazer poder estar aqui. Então, o que que tá acontecendo aqui? É por isso que você precisa ser formado um discípulo. Eu não...
no olho pra Jesus, vivendo toda a sua vida aqui, simplesmente olhando como algo penoso, algo triste, ou algo, sabe, meu Deus do céu. Eu encaro aqui ele olhando pra tudo isso também, com luta, sem dúvida, com dificuldade, sem dúvida nenhuma, mas como a sua grande missão, como aquilo que ele foi, enfim, veio fazer, então olhando praquilo ali com prazer também, porque estava...
obedecendo a vontade de Deus. É por isso que desenvolver virtudes é algo tão importante. É por isso que desenvolver virtudes e parecer com o mestre, ela é tão fundamental assim, para que a gente, enfim, cumpra os seus mandamentos da maneira correta. Não é só fazer uma coisa. Eu estava... Estou lendo...
Estou sempre falando sobre provérbios, porque eu estou lendo provérbios. E essa semana eu me deparei com provérbios capítulo 16, se eu não me engano. E ele vai falar muito, muito sobre a intenção do coração. Que é uma área que somente Deus...
Ele veio, eu, né, obviamente, e Deus, ele veio. Então, e a reflexão que eu tive foi, uma pessoa que é sábia, não é só alguém que vive uma vida bacana, correta, mas alguém também que tem intenções que são corretas.
Sabe, intenções que são boas, intenções que estão de acordo aqui com as intenções de Deus. Então, aquilo que você faz, não importa só o que você faz, importa como você faz, importa qual a intenção que você tinha nisso que você fez. Então, as intenções, elas também são importantes. Deus não quer que você obedeça só para obedecer. Deus quer que você entenda por que aquilo é importante. Sem dúvida alguma. Então, vamos partir aqui para as nossas desculpas, certo?
Lembrando, nós não estamos falando aqui de pessoas que realmente têm essas dúvidas. Se você tem, também serve para você, porque nós vamos tentar tirá-las aqui. Nós estamos falando para aquelas pessoas, e a gente faz muito isso, que dão desculpas válidas aos olhos humanos, mas que quando são confrontadas com o texto bíblico, essas desculpas vão ruir. Então, a nossa ideia aqui é pegar...
nós vamos usar aqui quatro, mas existem várias, essas desculpas e vamos mostrar biblicamente por que nós não podemos alegá-las para não fazer isso pro lado. E aí, o Jorge estava falando aqui, eu estava pensando, né? Imagina que você é um jogador de futebol, você é um atacante, né? Então, você vive de fazer gols. Só que você só consegue chutar com a perna direita.
E aí todo mundo já sabe, o zagueiro tá lá, sabe que vai puxar pra direita porque a esquerda é... Você tem duas opções. Você se aposentar, porque nunca mais vai conseguir fazer gol, porque só chuta pra esquerda. Ou começar a treinar a perna esquerda, pra poder então ser um jogador mais versátil, pra poder... Você continua sendo jogador.
Um jogador medíocre, um jogador que não vai ganhar nada, um jogador que vai se contentar com aquilo ali. Então a vida cristã parece isso, né? A gente, às vezes, tem muito conhecimento. E essa parte de ser discípulo é importantíssima, né? Você tem conhecimento, você vem pra igreja, você escuta a pregação, você anota, você lê livro, e você faz tudo isso. Só que quando Paulo vai escrever lá pra Coríntios, e Paulo tem um carinho muito grande pela igreja, aquela igreja chata, né? Aquela igreja, os supos apóstolos que...
Enfim, né? Infernizava a vida de Paulo. E ele escreve com tom muito pastoral. E ele escreve muitas coisas e tudo mais. Mas lá no capítulo 4, muitas coisas em relação a ensino bíblico, né? Ele vai dizer assim, Portanto, suplique que se tornem meus imitadores. Ou seja, já agora ele está passando do conhecimento para a imitação.
Por essa razão, estou enviando a vocês Timóteo, meu filho amado e fiel no Senhor, o qual trará lembrança de vocês a minha maneira de viver em Cristo Jesus, o que está de acordo com o que ensino por toda parte em todas as igrejas. O que Paulo está dizendo aqui é, opa, a primeira parte de ensino, sou discípulo, imito a Jesus.
Tem uma boa conduta, mas de formar discípulo é mais do que passar informação. É de ser exemplo. Inclusive, ele é exemplo para Timóteo, para que Timóteo possa ser exemplo para a igreja. E assim, todos eles possam ser discípulos de Cristo. Então, essas duas facetas do discipulado, elas caminham juntas. E elas não podem ser desarraigadas. Por isso, se você é um ótimo teólogo, você é um irmão que lê a Bíblia todo dia. Você é um irmão que lê livro, que gosta de escutar pregação. Amém. Continue. Mas não pare aí.
Porque agora tem a parte de você ser exemplo para alguém. E aí nós vamos começar com a primeira desculpa. Eu não tenho tempo. Como é que eu vou ter esse nível de discipulado, de ser exemplo para alguém, se eu não tenho tempo? Trabalho e tal, saio de manhã e tal. Quando chego, vou fazer um Uber, vou fazer uma moto ali e tal. Chego em casa já meia-noite. Qual o momento que eu vou fazer isso? E aí, Jorginho, vale não ter o tempo? Eu vou trazer aqui.
Para essas pessoas que dizem que não tem tempo, primeiro, bem-vindo ao clube, né? Ninguém tem tempo, todo mundo está, enfim, numa correria danada, assim. Mas eu te encorajo a discipular sem tempo. E aqui eu queria lembrar das palavras, por exemplo, lá de 2 Timóteo capítulo 4.
Ele vai dizer, né? Versículo 1. Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, por sua manifestação e por seu reino, eu advirto solenemente. Ou seja, ele vai falar aqui no sentido de, olha, tenha atenção no que eu vou falar. Porque isso aqui é algo, assim, muito, muito, muito importante. Então tenha máxima atenção. Lembra que no final do capítulo 3, tem o texto falando sobre a inspiração da palavra de Deus. O texto também muito conhecido, a palavra de Deus aqui.
ela é capaz de tornar alguém perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. Então, ele agora vai chamar atenção. O que eu tenho que fazer, então? Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, corrija, repreenda, encoraja com toda a paciência e ensino. E aí ele vai discorrer aqui. É em tempo...
e fora de tempo. É você estar preparado para qualquer momento. A pregação da palavra aqui, eu estou usando aqui a pregação só para dar um exemplo, certo? Mas, estar em tempo e fora de tempo. Então, eu não tenho tempo, Jorge. Pois se prepara para fazer sem tempo.
Pois se prepara para fazer sem tempo. Há uma maneira de como fazer isso, certo? Talvez você não queira gastar o pouco tempo que você tem para entrar no processo de cipulado, talvez. Eu até entendo, certo? Algumas pessoas realmente têm...
Dias muito corridos, né? Eu confesso que o nosso tempo é marcado por isso, por falta de tempo, que a gente faz mil e uma coisas. Trabalho, faz faculdade, faz cursos de... Fora a rede social, não de celular, né? Mas de amigo, adversário e tal. Sem dúvida, sem dúvida. Então, assim, são muitas coisas. O celular também, né? São muitas coisas. Mas, fora entretanto, há coisas que são mais prioritárias. Deixa eu dar um exemplo aqui mais claro. A gente tem lá em João Capítulo 4...
Outro exemplo, né? Jesus ali, ele vai ter o episódio com a mulher samaritana. Ele vai pra uma festa, ele tá indo pra uma festa lá em Jerusalém, né?
Então, ele sai, na verdade, ele sai de Jerusalém e ele está indo lá para a Galiléia. E nesse processo aqui, ele poderia ir para outros caminhos, mas ele passa lá para o Samaria. E lá em Samaria, há um poço que ele para. E o texto, ele quer enfatizar que Jesus estava, assim, cansado. Ou seja, ele estava numa peregrinação ali, ele estava extremamente cansado.
E quando ele chega lá, ele se senta um pouco. Mais uma vez, o texto está dizendo para você que ele está cansado. Então, ele está assim esgotado. É uma caminhada longa, né? Anda a pé, não tem para onde ir. E ele está cansado. E aí, quando a mulher samaritana chega, ele desenvolve lá a conversa. Acho que é bem conhecido dos irmãos e apresenta Jesus para ela. E ela se converte, né? Jesus, né? Se apresenta.
Mas, ali, Jesus mostra que mais que ele esteja cansado, ele está cansado, o texto deixa claro, enfatiza o seu estado de cansado. Ele entende que há algo que é mais prioritário aqui, que é apresentá-lo, como tu disse, àquela mulher. Então, há coisas na nossa vida que é mais importante, sabe? E é mais importante que o nosso tempo.
evangelizar o processo de discipulado, ele é mais importante. Então, há pessoas que carecem da nossa ajuda, que carecem do nosso conselho ou da nossa ajuda, de modo geral. E, às vezes, a gente prefere tempo a dedicar um pouco de tempo às pessoas. Então, entenda isso, que há coisas que são mais prioritárias. Então, arrume tempo.
Sei lá, é eu mandar pelo menos uma mensagem para alguém, e eu falei muito isso para os jovens. É, cara, a gente precisa estar um pouco mais perto da galera. A gente precisa estar mais junto com o pessoal, porque não tem como. A gente cuida de pessoas. Então, se a gente não está perto de pessoas, acabou. Então, a gente precisa arrumar tempo. Eu sei que a sua rotina é puxada, mas eu tenho certeza que em algum momento, pelo menos uma horinha, você consegue tirar para estar com alguém.
ajudando alguém, enfim, falando de Jesus para ela, discipulando ela num determinado problema que ela tem. Então, eu acho que é possível, mesmo que seja antes do culto, mesmo que seja depois do culto, eu não sei que horas você vai conseguir, mas é possível arrumar tempo, certo? E aqui, irmãos, sendo sincero, eu falo do celular, mas de fato toma muito nosso tempo. Basta olhar lá o tempo de uso, né? Você vai se pressionar o tempo que você
Usa o seu celular para extrações. A gente está supondo que, de fato, você tem uma vida muito corrida. Mas, assim, nem levando em conta que, muito provavelmente, você passa muito tempo no celular. Então, você dedica tempo para outras coisas. Mas, será que não seria melhor dedicar tempo para estar com alguém aos pés de Jesus? Então, eu acho que é possível, sim, arrumar tempo. Eu sei que a sua...
Vida provavelmente é muito corrida, pelo menos as pessoas que a gente conversa, a gente conhece a rotina, a gente sabe como é complicado. As nossas próprias rotinas, assim, são bem complicadas, mas é possível arrumar tempo para a gente poder se pular. O Jorge já citou aqui a passagem, e só sobre essa temática do tempo, eu queria dar dois exemplos. Primeiro...
O de Moisés, Moisés, eu lendo o livro, a introdução aos livros históricos, e aí ele vai mostrar como Josué estava sempre com Moisés. Então, Moisés, ele não tinha um tempo ali, ele deveria ter, mas a Bíblia não narra um tempo que ele tirava ali na semana, mas era tipo assim, Moisés, Josué vai lutar contra Malek lá em Exo 17.
Quem é que orienta ele? Moisés. Josué, Moisés vai lá no monte. Quem é que tá com ele lá no monte, em êxodo 24? Josué. Josué escuta um barulho no acampamento, em êxodo 32. Quem é que tá lá com ele, do lado dele?
Mais uma vez, Josué. Josué fica lá na tenda, enquanto Moisés está lá dentro, falando face a face com o Senhor e ex do 33. Lá em Números, eles têm uma conversa. O Josué vai e conversa com Moisés. E Moisés, então, ele fala ali com... Tem ciúmes por mim e tudo mais, né? Que ele tem isso bastante conhecido.
Números 27, mais uma vez, Deus agora fala para Moisés comissionar Josué. Então perceba que até o comissionamento eles já tiveram vários momentos ali do dia a dia juntos. E aí Moisés encoraja Josué, dizendo que ele vai assumir porque ele vai morrer. Fala lá, relembra Josué o que ele tem que falar. E lá no final de Josué, o que é que Josué faz? A mesma coisa. Ele faz com o povo que Moisés fez com ele. Então perceba que nesse processo de modelar aqui alguém...
para fazer a vontade de Deus, aqueles que não conheciam a Cristo ainda, nem sempre ele se resume a um horário oficial, onde estão só os dois sentados conversando. Esse momento é importantíssimo, sem dúvida, mas ele não é tudo.
Ele não é o que define o discipulado. Por isso que o discipulado é esse estilo de vida. Então você pode muito bem... O Daniel esteve pregando aqui no aniversário da igreja. E quando a gente saiu, ele estava conversando que ele viu o Tiago na academia. E ele gostava muito de treinar com o Tiago na academia. Porque ele não gostava de treinar só. Então na academia você vai ter uma hora com outra pessoa ali. Uma hora.
treinando, levantando, por que não usar essa hora para o discipulado? Para falar de um texto, para comentar alguma coisa e tal, enquanto você está na academia. A gente fica muito preso a essa formalidade do discipulado. Quando na verdade o discipulado é, eu estou indo lá no centro, vamos comigo? E nessa caminhada, o que é que Paulo faz com Tito e Timóteo? Exatamente isso.
Ele faz o ensino formal, mas boa parte dos momentos que eles aparecem juntos na Bíblia é em viagem, em viagem missionária, vivendo coisas juntas. Isso, inclusive, fortalece até mais do que esse momento tradicional de uma hora ali. Então, é na casa do irmão, enfim. O segundo exemplo que eu queria dar, esse já cai por terra, e muitas das nossas desculpas, porque a gente não precisa tirar o momento à parte, de vez em quando precisa, mas nem sempre. Mas eu te pergunto, se você é aquele cara que trabalha,
De 8 às 17. E aí chega uma proposta de emprego, Jorge. Proposta de emprego. Trabalhar três vezes na semana por três horas. De 7 da noite às 10. Três vezes por semana. Três vezes por semana por três horas. E você vai ganhar 4 mil reais a mais do que você estava ganhando. Você vai ter dois dias normais, você vai trabalhar normal. E durante outros três dias você vai trabalhar três horas a mais. Pense aí. 4 mil reais na conta. Você toparia ou não toparia?
Trabalhar três horinhas a mais, no caso, nove horas a mais por semana, pra ganhar quatro mil reais a mais. Você toparia ou não toparia? Muitas vezes a nossa desculpa de tempo, na verdade, é desculpa de prioridade. É de entender o ganho que está por trás daquele nosso esforço. Quando é dinheiro é mais fácil, né? Mensurar. Quando é uma vida, às vezes a gente não tem essa mesma tranquilidade de mensurar isso. Mas eu garanto que formar um discípulo vale muito mais do que ganhar quatro mil reais por mês. Muito, mas muito mais. Então, essa desculpa aí do tempo... É uma luz. E aí
Eu tenho, certo? Não tenho conhecimento. Como é que eu vou te cipular se eu não tenho conhecimento? Rapaz, essa é uma pergunta que normalmente as pessoas fazem. Eu não sei, cara, qual o efeito.
Rafa, porque não sei se algumas pessoas olham para os seus líderes, que talvez, obviamente, vão ter um pouco mais de conhecimento e acham que não estão num nível... Como eu falei, burocratiza algo que deveria ser mais vivencial. Se elas soubessem o quanto elas têm capacidade de abençoar outras pessoas, a gente está aqui pregando. Mas a gente não tem como...
Quantas vezes a gente foi abençoado de ver vidas de pessoas que são simples aos olhos humanos e como elas respondem aos estímulos da fé em sua própria vida, com as suas dificuldades. Não tem como a gente contar. São coisas que muitas vezes a gente nem...
imaginou, a gente não leu em livros, a gente não viu, a gente vê na vida das pessoas, então assim se você tivesse essa capacidade de entender que a sua vida, respondendo de uma maneira fiel, os estímulos que Deus lhe dá na sua vida, nos seus contextos as suas dificuldades, tem uma capacidade gigantesca de abençoar, cara você teria uma outra forma de enxergar, certo? Se pro lado também, irmãos, não é só conhecimento
Certo? Discipulado não é só conhecimento. O ensino de Jesus, ele não é baseado em simples conhecimento. Certo? Mas ele é muito vivencial. Em que sentido? Ele está pensando na formação de discípulos. Tem que estar com isso na mente. É formação de discípulos. É como um discípulo ele vive. E ele vive como Jesus. Jesus sem conhecimento tem conhecimento sem dúvida nenhuma. E ele tem um conhecimento diferente da gente. Porque a gente tem muitas vezes, a gente fala da criação como alguém que leu sobre isso.
Mas Jesus estava lá, então ele tem um conhecimento de autoridade, é um conhecimento diferente, mas ele quer formar discípulos. Então ele é alguém que vive como realmente um protótipo de discípulo.
É alguém que é obediente a Deus até a morte, até o sangue, como a gente falou. É alguém que, de fato, cuida de pessoas. É alguém que prega, alguém que evangeliza. Alguém que cumpre os mandamentos. Então, Jesus é a própria encarnação daquilo que a gente quer poder chegar um dia. Então, conhecimento, ele é importante? Ele é importante. Eu não vou dizer para você que não é. Ele é importante, ele é fundamental. Mas há coisas que também são de grande valia para você. Deixa eu dar um exemplo. Lá em...
lá em Lucas, capítulo 8, a gente tem um episódio muito legal, que é o do o texto vai dizer assim, navegaram para a região dos Gerazenos, minha versão está assim, mas eu acho que é Gadarenos, na minha versão está assim, é a nova, o pessoal fica criticando aí. Aqui fica do outro lado do lago, partindo...
Na Galiléia. E aí Jesus vai lá e lá tem um endemoniado, né? Demoniado que é bem, como é que eu posso dizer? Enfim, é uma visão dele assim bem cruel, né? E aí Jesus vai lá, né? Ninguém conseguiu expulsar esse demônio e Jesus vai lá e ele faz isso. Depois que o homem fica bem, né? Ali naquela, naquele contexto.
Jesus vai falar assim pra ele, tá bem Jesus, o curou, ele vai dizer assim ó, vá pra casa e conte tudo quanto Deus fez a você.
Ou seja, Jesus está mandando aqui um missionário para a sua região. O primeiro missionário daquela região. Que não teve, assim... Seminário. Ele não teve seminário, ele não teve... Ele não teve um livro do Líder do Lindor. Ele não teve treinamento, assim, né? O que Jesus está falando para ele? Olha, vá para casa e conte tudo o que Deus fez a você. O que foi que o homem fez? Então, o homem foi e anunciou a cidade inteira quanto Jesus tinha feito por ele.
E aí, Jorge, só um adendo, porque às vezes a gente fica nessa dicotomia, né? Ah, então quer dizer que não precisa preparar? É sempre questão de oportunidade. No caso aqui, não tinha essa oportunidade desse preparo. Era um momento específico do Ministério de Jesus, que estava crescendo. Obviamente que hoje tem. Então, assim, a gente não está dizendo que não é necessário ter um preparo, né? Eu brinquei aqui do Ronaldo Lidoro, então, um missionário.
quase obrigatoriamente ter que ler, né, Ronaldo Lidoro e tal, mas a questão aqui é que você não precisa ter todo esse aparato pra poder começar a fazer discípulos, a falar de Jesus. O exemplo da mulher samaritana também, né, é muito claro. Conhecer o Jesus foi anunciar. Então...
A ideia é usar a desculpa do conhecimento, ela não é válida quando nós olhamos para a Bíblia. E aí eu acho que tem uma confusão muito grande, que inclusive a gente vai falar hoje à noite, se você está assistindo na segunda, no início das nossas aulas aqui do Instituto, se você quiser escrever ainda, fala com a gente.
que é sobre a diferença entre conhecimento teológico e conhecimento bíblico. Muitas pessoas confundem, acham que tem que ter o conhecimento teológico, dos concílios, das dez temáticas da teologia sistemática, e isso é um ponto. Mas, às vezes, a maioria dos irmãos vão ter o conhecimento bíblico, que é tão importante quanto, que é, na verdade, até mais importante, é mais fundamental, que é o conhecimento de ler a Bíblia.
interpretar bem a Bíblia, observar, interpretar e aplicar, né? Método intuitivo, hoje à noite aqui no Instituto. Então, a ideia é exatamente essa, né? Você parar de dizer que não tem conhecimento como uma desculpa para não discipular. Exatamente. Então, assim, você tem aqui um homem que, cara, não teve treinamento, não teve super conhecimento.
Ele conheceu Jesus, Jesus mudou a vida dele e ele compartilha isso para outras pessoas. Então, assim, o ponto é que você precisa entender que isso não deve ser uma desculpa para você não discipular. Você se converteu, Jesus mudou sua vida, pronto, você tem alguma coisa a ensinar. Quer dizer que eu devo parar por aí e ficar? Não, óbvio que não. Você deve crescer, mas cresça enquanto você discipula.
Então você vai crescendo, ou seja, você vai se tornando um discípulo, né? Mais parecido com aquilo que Deus quer de você. Enquanto você também está no processo com outras pessoas. Então não se deve utilizar como desculpa. Eu lembro aqui dos... quando começa a perseguição também, né?
Os caras estão saindo ali da sua região, estão sendo perseguidos, e enquanto eles vão indo, eles estão falando de Jesus. Eles estão se pulando aqui, certo? Então, não é para utilizar como desculpa. Eu preciso ter mais conhecimento? Sem dúvida. Todo mundo está nesse processo de eu preciso conhecer mais. Eu preciso crescer, eu preciso desenvolver, sem dúvida nenhuma. Eu lembro sempre...
de Apolo, né? Apolo, um homem assim culto, um homem que falava do Antigo Testamento com precisão, alguém que já pregava, só que quando ele tem lá um casal, um casal ali meio simples, né? Um casal comum, assim. Prisciliaque. Prisciliaque, olha lá, vê ele pregar, opa, opa, opa, tem alguma coisinha ali que ele precisa crescer. Então, eles apresentam Jesus e Espírito Santo de uma maneira mais...
É profunda, né? Chamam na sua casa, olha aqui o processo de discipulado assim, de uma maneira ímpar, né? Chama na sua casa, tem ali um tempo com ele, o escuta, ouve o que ele tem para dizer e o instrui de uma maneira mais específica. E ele cresce, se torna ainda maior dentro do reino de Deus, nesse sentido.
Então, não é para você utilizar como desculpa, mas enquanto você está sendo formado também, ensine outras pessoas, certo? Você tem muitas coisas a ensinar, certo? Eu tenho certeza que você já aprendeu muitas coisas do que Jesus já fez com você. Então, você já tem o que ensinar para outras pessoas. Então, não utilize isso como justificativa, como desculpa. Lembre-se sempre, né? Jorge tocou aqui num ponto muito importante.
Sua formação de discípulo envolve o discipulado, envolve falhas. O discípulo de Jesus, meu Deus, né? Pedro, João, o próprio Paulo, todos eles caíram, tiveram falhas e foram aprendendo nas falhas, foram sendo agraciados, foram entendendo a graça do Senhor de uma forma melhor a partir das suas falhas. E a gente também é da mesma forma, né? Então, pra ser discípulo a gente vai falhar. Então, não tenham conhecimento. Aí também. Aí não rola.
Eu não entendo a importância. Ó, eu vou pra igreja, eu dizimo. É meu dizimo, né? Eu sustento financeiramente a igreja. Eu tô lá envolvido nas programações. Enfim, né? Eu sirvo ali, levo cadeira. E aí, né? Também é importante essas coisas. Por que eu tenho que discipular?
Vamos lá, né? Essa é uma pergunta que... Ela diz muita coisa, na verdade, né, cara? Fala muito, porque fazer discípulos é a principal função da igreja. Mateus capítulo...
28, o texto que a gente sempre coloca aqui, Jesus, ele tinha sido morto, ele tinha ressuscitado, ele está reunido ali com os, vamos colocar assim, com os crentes naquele momento, e ele vai dar uma ordem clara, que é ir e fazer discípulos, na verdade são duas ordens, tanto ir como fazer discípulos aqui. Então, fazer discípulos ou discipular, que a gente tem utilizado,
É aquilo que é de mais fundamental. Jesus ali, ele está já assim no auge, ele está quase indo para o pai e ele nos dá essa ordem. Ou seja, ela tem a prioridade, é fazer discípulos. Então, entenda uma coisa, a igreja está aqui para fazer discípulos. A igreja está aqui para viver a evangelha, a igreja está aqui para ter comunhão, para adorar, sem dúvida nenhuma. Mas fazer discípulos é a principal função da igreja.
Deus quer reunir um povo, Deus quer construir um povo e ele usa a instrumentalidade da igreja. Então, a gente participa do que Deus está fazendo por meio de esse lado, certo? A gente tem Atos capítulo 1, né? Versículo 8 e 9 ali também do mesmo jeito.
testemunhada, até os confins da terra, mesma coisa, Jesus está sendo assunto aos céus, e está nos lembrando, preste atenção, isso aqui é a coisa mais fundamental, então entenda uma coisa para você, fazer discípulos é a sua principal função.
Certo? Enquanto a igreja de Jesus. Então é a coisa mais fundamental. Mais uma vez aqui, relembrando que eu falei para a liderança dos jovens, né? A gente não quer simplesmente pensar em programações. Programações são importantes, mas a gente quer cuidar de pessoas. É aquilo que é mais fundamental. Não tem como a gente pensar em qualquer tipo de liderança se não for liderança de pessoas.
Estou lendo o livro, o Paulo Pastor, do McNatt, que ele vai falar muito sobre isso. Você é pastor de pessoas, certo? Então, você cuida de pessoas, seu foco é em pessoas, desenvolvimento de pessoas. Enfim, está pensando em pessoas aqui. Então, discipulado é a coisa mais importante com relação à sua missão aqui. Você tem outras funções? Sem dúvida nenhuma. Mas essa deveria estar na sua prateleira. Se eu não estou fazendo discípulos, se eu não estou discipulando...
Certo? Assim, eu preciso repensar, certo? Porque é aquilo que eu tenho que mais valioso dentro do reino de Deus. Beleza. Citaria só mais um versículo? Hebreus 3, 12. Cuidado, irmãos, para que nenhum de vocês tenha o coração perverso e incrédulo, que se afaste do Deus vivo. Ao contrário, encoraje uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama hoje, a fim de que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado. Então...
Encorajar, ter esse processo de discipular, de encorajar, de exortar, é a maneira pela qual Deus escolheu para que nós não caiamos no engano do pecado. Por isso que é fundamental. Se você quer resistir até ao sangue...
Você quer ter o coração rasgado? O processo de discipulado, ele é fundamental. É a maneira que Deus escolheu. E aqui, o contexto de Hebreus, a gente já falou várias vezes aqui no podcast, é muito sugestivo, né? Homens que estavam querendo fraquejar, mas que por meio do discipulado mútuo, encorajavam-se uns aos outros, na caminhada ali, fugindo da perseguição, continuavam, olhavam pra trás, via a destruição, não, olha pra frente. E aí eles iam caminhando.
É fundamental. Talvez a sua vida é cristã. Talvez você esteja caindo nos meus pecados. Talvez você ainda não tenha conseguido ler a sua Bíblia todo dia. Talvez você ainda não tenha decolado na sua vida cristã. Não porque falta você ser discipulado. Porque você vem pra igreja, você escuta a pregação. Mas porque falta você discipular. E aí quando você abre a boca pra ensinar alguém, você tá se ensinando. E tá se cobrando. Porque crente nenhum vai estar na zona de conforto da hipocrisia. Então quando você ensina...
você também é cobrado. Esse é um processo que quem está estudando, isso fica muito, se a gente tem outras línguas, você está estudando outra língua, você tem a questão do input, então você vai adquirir conhecimento, mas uma das maneiras que você mais aprende conteúdo é quando você explica para outra pessoa. E isso acontece muito, tanto aconselhamento quanto discipulado que a gente está participando, a gente está falando algumas coisas, a gente está sendo quebrado também por aquilo que a gente está falando.
Cara, eu entendi qual é o ponto disso daqui. E você vai também sendo discipulado nesse processo, certo? Então, não é só uma questão de... Não, cara, é uma questão de sobrevivência mesmo. A maneira como Deus cumpre as suas promessas na nossa vida também é por meio da exortação. Então, as exortações de Deus, eles não visam a destruição, pelo contrário. Ele visa que você se atente e você volte pelo caminho que você deveria estar.
Então, as exortações servem para isso, para que você acorde do seu sono espiritual aqui e volte a ter atenção. Então, quando alguém chega para você e te exorta, ele não visa a tua destruição, ele visa o teu crescimento, ele visa o teu arrependimento, ele visa te colocar no lugar. Então, quando alguém chegar, antes de simplesmente invocar o seu advogado individual, invocar todas as suas defesas.
escute o que está sendo dito, porque isso pode ser uma ferramenta de Deus para te colocar no lugar certo. Amém. Então, não entendi a importância. Caiu por terra também, é importante. E por último, eu acho que é algo opcional. Aí também é uma... Não dá, né? Assim, como eu falei, né? Tanto Mateus capítulo 28, como Atos, né? O 9 ali, vão dizer a mesma coisa, né? Você precisa...
fazer discípulos, você precisa testemunhar, a gente tem, por exemplo, Hebreus capítulo 10, versículo 25, outro texto muito conhecido, né, precisa congregar e congregar não significa simplesmente estar ali nos cultos, mas admoestar mutuamente, ou seja, tanto estar admoestando pessoas como estar sendo admoestado, então a gente tem próprio, se não me engano, Colossenses 3 também, né, vai dizer a mesma coisa ali.
de cantar hinos, de estar nesse processo da palavra de Deus sendo dita para outras pessoas. Então, assim, a gente poderia... Passagem não falta, né? Assim, a gente poderia usar vários, né? Efésios também vai falar um pouco sobre isso. Então, assim, a gente poderia usar muitos textos aqui para te dizer o quanto isso é fundamental. Tanto para você fazer, você precisa estar falando, né? Como também para você estar escutando.
cara, assim, é evidente que obedecer a Deus e fazer aquilo que ele nos ordena, ele deve ter toda essa questão de intenção e tal mas quando Jesus nos pede, não é só um pedido qualquer, certo? Ele nos pede também ordenando lembra que Jesus é Senhor sabe, Senhor, ele manda e você obedece certo? Então, talvez você deve lembrar que Jesus é Senhor e você deve lembrar
E como o Senhor, Ele manda. Ele manda e você simplesmente obedece. A palavra de Deus, há vários textos aqui que a gente poderia citar, já citando alguns. Mas você precisa também encarar isso como uma ordem.
E cara, graças a Deus que a nossa igreja bate muito nessa tecla, dá muitas ferramentas, tem falado muito sobre isso. Vamos falar novamente agora, no mês de abril, sobre isso. Então assim, cara, não tem... Desculpa, né? Pra não obedecer. Fica aqui até o convite, né? No mês de abril a IBD vai estar voltada novamente para o discipulado.
O coração rasgado precisa de discipulado. Nós vamos passar o mês de abril todo falando sobre isso. Um texto que eu acho legal também, eu tenho estudado muito sobre a vida de Pedro, lido as passagens que Pedro... Eu me sinto muito parecido com o Pedro, né? Aquele líder impetuoso que muitas vezes querendo acertar erra, precisa muito ser encorajado, precisa muito ser ensinado para poder fazer, errar, aprender e fazer o correto, né? E aí, no texto que o Gustavo pregou recentemente aqui na igreja,
Ele vai ser restaurado por Jesus. E é interessante que Jesus pergunta se ele ama, né? E aí sempre ele fala, então cuide do meu rebanho. Mostrarei a minha ovelha. Então, a forma que ele demonstraria o amor por Jesus, seria cuidando das ovelhas de Jesus. A oração sacerdotal de Jesus é um espetáculo, né? Jesus está indo morrer e ele pede pelos seus discípulos, né? Ele ora pelos seus discípulos. Jesus está indo morrer e ele tem cuidado com os seus discípulos. Voltando para Hebreus, Hebreus capítulo 6, versículo 10.
Eles vão ser encorajados por um Deus que não é injusto, mas um Deus que vai lembrar do amor que eles tiveram para o seu nome por meio do cuidado com os santos. Então, nós amamos a Deus quando nós cuidamos dos santos. Então, não é opcional, certo? Não é opcional. É uma ordem, e uma ordem que, para ser cumprida, precisa muitas vezes ser entendida, mas não precisa ser sentida. Ela precisa ser obedecida. Então...
Aí eu não sinto vontade, eu não sinto isso, eu não sinto aquilo. Cai por terra, porque é uma ordem que a gente precisa fazer, tá certo? Então, a última, né? Eu acho que é opcional. Não dá, não dá. Cai por terra também, não pode. Então, essas quatro desculpas aí que normalmente a gente escuta, né? Para não discipular, elas não têm nenhuma sustância bíblica. E elas precisam sair fora da nossa vida. Nós precisamos ter uma igreja que se envolve com o discipulado.
Tanto o discipulado formal, ali, uma horinha por semana, quanto o discipulado também no dia a dia, de sair para conversar.
para tornar o ambiente um ambiente de formação de pequenos cristos, né? Não apenas um ambiente de resenha, não apenas um ambiente de conversar sobre a vida, mas um ambiente onde você está ali, de repente você escuta um versículo, uma frase que já mudou o seu dia e você já foi moldado, e no outro dia vai sair com os irmãos, e aí tem a brincadeira, a resenha, mas no momento ali você fala da pregação que ouviu, e aí nós vamos tendo uma igreja discipuladora, uma igreja que discipula, que é discipulada e que vai crescendo, e não cai então no pecado. Amém, Jorginho? Amém, amém.
Vamos pra cima. Então é isso, meus irmãos. Já fica o convite para abril. Deus os abençoe e vamos discipular. Vamos pra frente. E é isso. Deus os abençoe. Um grande abraço. Fui. Tchau, pessoal.
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