Episódio 266 #TierList • Os Protagonistas dos Games - Parte 3 - O Último Grande Herói? (feat. KoreiaJr)
Guerreiros lendários, anti-herois foras da lei, caçadores de monstros e até mascotes esquecidos pelo tempo… quando o assunto é protagonista de videogame, a disputa pelo topo fica cada vez mais difícil.
Neste episódio, Marko, Erick e KoreiaJr chegam à Parte 3 da nossa tier list dos maiores protagonistas dos games, colocando frente a frente alguns dos personagens mais icônicos da indústria. Cada um desses nomes passam pelo nosso julgamento impiedoso rumo à tão cobiçada Tier S.
Mas nem só de lendas vive essa lista. Personagens bizarros também entram na disputa, garantindo momentos de nostalgia, opiniões controversas e debates sem sentido.
Quem merece o status de verdadeiro ícone dos videogames? Quem ficou superestimado? E quais escolhas vão fazer você questionar completamente o nosso bom senso?
Prepare-se para mais um episódio recheado de risadas, discussões acaloradas e decisões que certamente irão revoltar os famdoms.
E aí, vai querer ser pai triste com dupla personalidade Hoje?
----------------------------------------------------------
O Vai Logar Hoje? é um podcast dedicado ao universo dos videogames e ao cotidiano dos hosts Erick e Marko.
Você pode acompanhar o VLH nas principais plataformas:
- Spotify: https://open.spotify.com/show/5FyK9NuRJnPIbwI7ncPSBB
- Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/vai-logar-hoje/id1529269985
Siga também as redes sociais do podcast e faça parte da comunidade:
- Instagram: https://instagram.com/vailogarhoje
- YouTube: https://www.youtube.com/@VaiLogarHoje
- Website oficial: https://www.vailogarhoje.com
Apoie o projeto e tenha acesso a conteúdos exclusivos:
Para entrar em contato, enviar sugestões ou propostas, utilize o e-mail oficial:
- vailogarhoje@outlook.com
Marko
Erick
KoreiaJr
- Protagonistas Tier S· EntretenimentoJoel·Homem-Aranha·Ellie·Cloud Strife·Bayonetta
- Tier List Protagonistas Games· EntretenimentoGeralt de Rivia·Big Boss·Katamari·Doom Slayer·Link·Astro Bot·Homem-Aranha·Agro
- Protagonistas Tier F· EntretenimentoBig Boss·Agro·Bubsy
- Protagonistas Tier A· EntretenimentoDoom Slayer·CJ·Arthur Morgan
- Protagonistas Tier Foda-se· EntretenimentoBig Boss·Agro·Bubsy
- Protagonistas Tier B· EntretenimentoKatamari·Leon S. Kennedy·Astro Bot
- Protagonistas Tier D· EntretenimentoLink·Astro Bot
- Protagonistas Tier C· EntretenimentoAlex Kidd·Duke Nukem
Fala, pessoal! Bem-vindos a mais um episódio do podcast E aí, vai logar hoje? Eu sou o Marco Barbosa e se um é pouco e dois é bom, por acaso três seria demais?
Opa, oi para quem vai se destacar hoje! Eu sou o Eric Fagutes e Marquitos, se você estiver falando de episódios, nunca é demais, e de participantes nesse podcast também nunca é demais, porque temos aqui Um terceiro integrante hoje conosco novamente. E aí, Coreia, tomará as ações com a gente hoje?
Meus amigos, sempre uma honra estar aqui em nome do caos, apesar de ser um caos organizado. E mais uma vez a gente tá aqui pra discutir o quê mesmo que eu esqueci qual que é o episódio? Sacanagem, Marcos, tô brincando. Hoje a gente vai falar de novo dos farmadores de aura, dos protas.
Seja muito bem-vindo então, meu amigo Coreia, pra essa que sim é a parte 3 da nossa tier list de melhores protagonistas do mundo do videogame.
Caraca, 2026 está sendo o ano que eu tô gravando o podcast que vai logar hoje, hein? Que isso!
Conforme prometido.
E se prepara que essa trilogia está longe de acabar. DJ, sobe a trilha sonora para mais um episódio com os principais protagonistas da podosfera.
E aí, vai logar hoje? Sim, não sei se o editor cortou ou não essa parte, mas Coreia disse na intro que este ano tá sendo o ano que ele está gravando podcast conosco. E sim, gravou outro dia com o André Já é a terceira tier list de protagonistas que ele tá gravando com a gente. Promessas foram feitas e estão sendo pagas, né, Marquito, de angariar o homem para o nosso projeto, né?
Cada vez mais eu tô acreditando na ideia que a gente vai largar o podcast, Eric, deixar na mão de quem realmente entende: Coreia, André, Dan. E a gente vai ficar só nas Ilhas Caimã, Eric, só gastando o que eles estão farmando pra gente.
É isso. Eu fecharia esse acordo, eu fecharia esse acordo.
Fecharia, fecharia esse acordo. Eles são os verdadeiros protagonistas, Marquito, deste podcast.
Vocês merecem, vocês merecem.
Mas a gente saindo vai perder 100% do charme carequístico do podcast, né?
Realmente.
Não, não, os ouvintes vão reclamar.
Os hosts devem raspar o cabelo, Eric. Então, Coreia, para aceitar esse contrato, esquece, vai ter que passar zero aí e se transformar no Eric ou no Mark. O que que você quer ser, cara?
Então, meu pai já chama Marco, eu sou meio que Coreia Júnior por causa disso. Então assim, se eu raspar a cabeça e continuar ganhando pizza, eu fecho esse acordo, mano.
É isso, tudo comprado, Eric.
Agora entendi. A gente se vende por comida, a gente se vende por jogo. Viver de criação de conteúdo é isso aí, pô.
Chegamos aí a 266 episódios. Eu devo ter participado por baixo de uns 230. Nunca ganhei uma pizza deste podcast.
Trabalhe, é o objetivo.
Trabalhe, trabalhe.
Mostra-se que eu não sou o protagonista, igual o Margot. O Marquinhos também nunca ganhou uma pizza, né, Marquinhos?
Deixo aqui uma reflexão. Como diz o nosso querido Bruno Henrique, não sei quanto vai ser Flamengo e Cruzeiro, que a gente tá gravando esse podcast bem adiantado. Inclusive, um beijo pra Jubozan. Independente do resultado. Deixa aqui a mensagem que Bruno Henrique deixa para todos os seus seguidores: esforça-te. Esforça-te é sobre... Esforça-te apenas, entendeu? Aí você entenda aí como você quiser, você interpreta como você quiser.
Estamos aqui fazendo o nosso esforço, estamos aqui fazendo o nosso trabalho, estamos aqui entregando conteúdo, estamos aqui logando hoje mais uma vez nesse podcast maravilhoso.
Para sermos mais uma vez os maiores protagonistas da vida dos ouvintes, fazendo o quê? A terceira parte da nossa tier list de protagonistas do mundo dos games. E que eu já garanto isso aqui agora, spoiler para os ouvintes. Não vai acabar nessa terceira parte, tá? Temos conteúdo pra pelo menos uma quarta. E se espremer bem, vai uma quinta parte aí, com todíssima certeza. Porque queria dizer que pra mim, protagonistas... Tem muito mais protagonistas importantes do que vilões.
É que tem vilões que são muito mais importantes que protagonistas. Mas a gama de protagonistas é enorme. Então a gente pode ficar aqui até... Até se procurar o protagonista do Tetris, a gente consegue fazer um episódio sobre, né, Marquinhos?
E a chance de dar briga no episódio final para salvarmos o protagonista final É uma promessa.
O protagonista dos protagonistas vai ter as...
O prota dos protas vai ter, pô. Tem que ter a taça final ali, aquele mata-mata, imaginar como seria um Super Smash Bros com todos eles.
É porque a final dos vilões não deu muita briga, mas o Marco quase infartou. Eu e o André cogitando botar o Sephiroth em primeiro.
Ele não foi o primeiro, não?
Foi, foi. Mas eu e o André, a gente confabulou no particular pra tentar ganhar o monstrinho do esqui, alguma coisa assim. Só pra ver o Marco ficando vermelho.
Pô, mas falando sério agora, beleza, o mundo do videogame tem muitos protagonistas, muitos personagens, mas vai chegar um momento que a gente não vai conseguir colocar personagem na nossa capa do episódio. Ou seja, não vai ter personagem no ranking S, aquele que eu gostaria de ser daquele protagonista. A gente vai muito pela galhofa, eu acho, daqui pra frente. Não sei não, viu? Vai ser difícil achar um S.
Em algum momento os protagonistas seremos nós.
Gosto mesmo que nós somos tier S. Mas é, Marquito, eu acho que ainda tem algumas coisas pincadas aí. Tudo vai depender da galhofa e do quanto a gente quer entregar entretenimento. Dito isso, nos apresente os tiers dessa nossa tier list, Mark.
Vamos lá, né? Eu já falei então do nosso Tier S, que é o tier que eu gostaria de ser daquele personagem. E temos mais 5 tiers aqui para elencar todos os protagonistas, os 20 protagonistas que vamos falar assim no episódio de hoje. O Tier A, por exemplo, seria aquele que devia ser o nome do jogo. Ou seja, ele é tão foda, mas tão foda, Que se chamasse Marco The Game, Eric The Game, Coreia The Game, por que não? Seria mais do que incomum.
Agora, o Tier B é aquele que o personagem só colocou o nome do trabalho. Ou seja, é mais sobre a equipe em si, é mais sobre o contexto como um todo do que sobre aquele protagonista. O Tier C, muita mídia e pouca importância, é aquele tier que, pô, o cara é muito bem falado, está sempre em destaque, Sempre que vai ter o marketing do jogo ele aparece, mas ele é realmente importante? A gente vai discutir sobre isso. Agora o Tier D: um NPC seria melhor.
Porra, meu amigo, atim! Quero flor! Como que é que fazia aquele negócio do TikTok?
Obrigado pela rosa!
Isso!
Eu sou médico! Ou seja, qualquer um no mundo do TikTok, qualquer pessoa seria igual àquele protagonista. E o Tier D é um clássico. Sem ele, o jogo seria o mesmo. Ou seja, esse protagonista é um bosta, não deveria existir. Ou se existisse, porra, ele é realmente inútil para aquele jogo, para aquela franquia em si. E aquele Tier F, Eric, qual que é? Você lembra?
O Tier F é uma cartinha super trufo e só o nosso querido convidado Coreia Júnior tem em mãos, que é o Tier Foda-se, que o personagem não tem um Tier de tão bosta que ele é. E independente do que o Eric e o Marco fale, se o Koremi tem um Tier F, encerrada a discussão, é Tier Foods para aquele protagonista, certo? Como falei, esta é a nossa terceira parte. Já temos até o momento 8 personagens no Tier S que estão indo para a final desse campeonato.
É 8 que a gente roubou, né? Porque o primeiro já é Sun e Lu, seria 2, né? Mas é um só de Death Stranding. Nossa querida Lara Croft de Tomb Raider, Mario de Super Mario World, Kratos de God of War, Jin Sakai de Ghost of Tsushima, Marcus Fenix, de Gears of War, Zidane, de Final Fantasy, e Ryu, de Street Fighter, são os nossos tiers S até o momento. Lembrando que no final do episódio cada um escolhe um que é o primor, né? Que é o que vai pra capa do episódio, né?
Prontos então para começar a brincadeira? Lembrando que, nossos queridos ouvintes, eu faço um sorteio idôneo. Vou até gravar... Não vou gravar minha tela não, mas é, meu sorteio é idôneo. Temos aqui 20 nomes separados para este episódio. E sorteou no ao vivo eu, Coreia e Marco. Já tem que falar qual tier que é e darmos nossas justificativas quando a gente divergir ou não. Alguns vão ser assim, 2 da S e acabou, né? Mas vamos lá.
Deixa eu pegar o primeiro. Vamos lá, meus queridos amigos, já iniciamos com uma pedrada que eu não vou falar porque eu não joguei esse game. Esse game, acredito que o Coré tenha jogado e tenho certeza que você jogou, Marquito. O que podemos dizer dele, Geraldo da Riviera? Geraldo da Riviera, o protagonista de The Witcher.
Pô, sinceramente, não é todo personagem que ele consegue ter um sexy appeal tanto no jogo quanto numa série. Não é todo personagem que sustenta uma série por 3 jogos e só no terceiro que, pô, ela realmente se destaca e faz essa série ser tão importante. E vão fazer um remake do 1, mas infelizmente o Gerald de Rivia, ele, eu acho que ele fica atrás dos próprios companheiros dele. Tem muita gente em volta dele que é tão importante quanto ele em The Witcher.
Por isso que o jogo não se chamaria Gerald de Rivia, é porque o jogo também poderia se chamar Ciri, o jogo também poderia se chamar Yennefer, o jogo também poderia se chamar diversos outros nomes que aparecem ao longo da aventura. Ele é foda, mas ele é acompanhado de outros protagonistas tanto quanto ele que podem deixar essa história ainda mais interessante daqui pra frente. Principalmente agora que a gente vai ver The Witcher 4 com a Ciri.
Então, pô, obrigado Gerald Stilvia pelo legado, mas daqui pra frente deixa que nós toca. Então eu acho que ele é tirar pra mim.
Hei de concordar com você, Coreia, mas eu queria ser ele, e não porque ele é putanheiro e coisa do gênero, não é porque ele tem cabelo, que ele tem uma espada, um baita de um cabelo por sinal, mas não é por conta disso não. Eu entendo que ele é gente como a gente, sabe? Ele é aquele anti-herói, aquela pessoa de verdade que sente, que fala, que não tá nem aí para as coisas, que ele tá para putaria obviamente, mas tá para ajudar, tá para ser o paizão da Siri, tá para guerrear, tá para ir atrás então para ajudar amigos.
Eu acho que é um personagem bem escrito, de verdade. É um dos anti-heróis. Anti-heróis sempre tem destaque, né, no mundo da literatura, do videogame, etc. Mas é um puta de um anti-herói. Eu não ficaria chateado se eu fosse o Geralt. Então, pô, eu comecei falando, né, que talvez não ia ter ranking S pra mim, mas esse Geralt, eu acho que ele carrega o jogo nas costas, por mais que os companheiros, como você disse, são incríveis. Mas sem Geralt não teria The Witcher. Ele é o The Witcher.
É verdade, o nome já— o jogo já tem o nome dele, né, já que ele é o bruxo. Ou será os bruxos? Tem aquele problema de tradução. Assim, os dois argumentos foram muito bons para minha pessoa. Eu vou dar o meu parecer sobre o que eu sei do Geralt. O que eu sei de The Witcher é que o Geralt é foda. Então eu queria ser esse cara, tá ligado? Eu assisti a série. O Geralt da série eu sei que é diferente dos livros, eu sei que é diferente dos games.
Quem é muito fã dos jogos não gostou tanto da série, mas eu, quem me conhece sabe, aquele famoso Sou um cara facilmente agradado, então eu adorei a série, tava amando conhecer o universo. E o personagem do Gerald, eu senti ele um personagem muito foda na série. Pô, primeira temporada, que ele no meio da luta ele toma uma poção, enfia a facada no pescoço do cara, vira, dá um turbo. Falei, caralho, esse maluco é absurdo, esse cara é foda.
Então eu acho que ir para o mundo dos videogames, eu podia até usar argumento pífio, Marquinhos, de que se ele fosse tudo isso ele estaria no 4º jogo, né? Ele não ia perder. Mas aí é tiro no pé.
Inclusive, adicionando aí que o Eric que tá falando, ele salva um jogo que peca muito na mecânica, no gameplay, né? Mesmo com o remake aí que relançou, o jogo não é isso tudo. E o pessoal ainda gosta pra caralho e conhece o Geralt.
Eu concordo com o que o Coréia falou, que assim, beleza, as pessoas que jogaram o The Witcher depois vai falar, pô, tem a Ciri, tem a Yennefer, tem um monte de The Witcher. Mas falando como um cara que não jogou e pensando no geral, você fala de The Witcher, você vai falar de Geralt. O jogo é dele e eu queria ser ele. Então eu acho que Gerald é um tier S sim, Corenha.
Foram ótimos argumentos. Eu nunca colocaria ele por questões pessoais, mas vocês deram bons argumentos. Se é para vocês, então por mim tá de boa.
É esse então, beleza. Olha, Marquinhos, Geraldão já começou com tier S.
Tá começando errado esse podcast. Não, vamos lá aí, por favor, melhora esse sorteio aí.
Vamos lá então, agora temos que falar dele, Big Boss.
Era para melhorar ele, que não para piorar tanto assim.
De Metal Gear, indicado por Lucas Barbosa, um dos maiores fãs de Metal Gear que conheço. Para mim, Tier Foda-se, tá? Mas eu não posso usar o Tier Foda-se porque o Tier Foda-se é exclusivo seu, é só sua carta.
É Tier Foda-se para ele. Se ele fosse protagonista, ele ficava escondendo nas sombras, porra.
Você não gosta de stealth, né?
Então, o que eu acho do—
eu acho que, mano, quem que é o Big Boss, Marquita? Sei quem é o Big Boss, quem é o Liquid Snake, quem é o Metal Snake, quem é o— parece o Dark Sonic, Shadow Sonic, vulga Sonic. Eu tenho esse probleminha com Metal Gear, que precisa dizer bem quem é quem. Você jogou, Marquito, por gentileza. Quem é o Big Boss?
Sabe aqueles jogos que você joga, que você recomenda, que você ama, são jogos da sua vida, mas se você precisar explicar a história deles, você tá fodido?
Kingdom Hearts.
Todos que eu jogo.
Porra, esse é Metal Gear pra mim. Até a gente comentou no episódio passado, Eric, de músicas que a gente ouve pelo sentimento que aquela música te traz, não pela letra em si. Tá aí, Metal Gear para mim é o sentimento que o jogo me traz, não a lore em si. Porra, eu sei que a lore é complexa para caramba, eu sei que o Big Boss ele é todo cheio de pormenores e tal. Meu amigo, não sei, não sei. Desculpa, eu sou uma vergonha gamer nesse momento, eu não sei explicar Big Boss.
Eu teria que parar, ler uma wiki, entender direitinho, fazer um New Game Plus, específico para Big Boss, é o poder que dá realmente uma tier S, uma tier A. Até lá, desculpa, gente, não vou dizer que sem ele o jogo não seria o mesmo, porque seria sacanagem. Mas para mim, muita mídia, pouca importância. Eu já nem sei explicar quem é Big Boss.
E aí, Coreia, seja bem-vindo ao Tier F.
Não sabia quem é, né?
Desculpa, eu não tenho vontade de jogar Metal Gear, até porque eu Eu não tenho nem empatia. Olhando para a cara dele, eu fico com pena. Não sei quem rasgou o olho dele, que ele anda com tapa-olho às vezes. Às vezes ele é um robô, às vezes ele é outras coisas nas capas do Metal Gear.
Tem que ver se esse é o que ele tá falando, é o Big Boss, né?
Que então tem que ser o protagonista de Metal Gear. Metal Gear tem mais de um protagonista. Então é papo, é papo dele já não ter tanta força assim, entendeu? Vamos estar enterrando ele.
Quem é Liquid Snake? Quem é Solid Snake? Quem é? Por exemplo, eu sei que daquele Metal Gear que é mais Zekken Slash não é o Big Boss, é um outro humano, que é o protagonista, que é o cara da espada lá, que é mais ninja. Parece um ninja que quando Metal Gear foi beber das fontes de Ninja Gaiden.
Metal Gear 5, que foi isso aí?
Não, esse é o—
não foi no Phantom Pain que teve um?
Não, Phantom Pain é o Snake do Phantom Pain.
Aí é um Snake.
Aí tá vendo, cara? Desculpa, tira F, pô.
Vou até procurar aqui o Raiden de Metal Gear Rising.
Amigo, a gente nem sabe teu jogo, desculpa.
A gente tá passando vergonha aqui, então só dá um Tier F mesmo.
A gente tá passando vergonha porque a gente não conhece protagonista de merda.
Tier F para o nosso querido Big Stone Bosses. Desculpa, Lucas Barbosa, se os ídolos não manjam nada de videogame. O que temos pra dizer para o protagonista que quem nos mandou foi ele? Dan Oliveira com o seu queridíssimo Katamari. Cheirinho também, né? Já vou abrir aqui com cheirinho.
Ah, cheirinho B?
B? Só colocou o nome do trabalho?
Literalmente o nome dele tá no trabalho, né? Mas ele não é tão importante assim.
Eu comecei aqui falando de na na na na na na na na, porque só a música importa.
A música é protagonista.
O jogo é chato e o protagonista ninguém tá nem aí. Só colocou o nome no trabalho, Tier B pra Katamari. Olha, inventou uma mensagem.
Caralho, Marco na Batalha da Aldeia hoje, gente.
Aí tu fez, é daqui lá pro centrão a gente vai. Qual é, Kito?
Na boa, velho, Katamari é gostosinha, legal, é um comfort game e tal. Mas a gente tá se importando com a história de Katamari? Ou só tá se importando de empurrar uma bola pra pegar coisas, pra crescer a bola, pra bola ficar grande com elefantise? Que seguir o jogo.
Tem história Katamari? Eu sei que o rei lá faz merda e tem que juntar as coisas para voltar o planeta, né? Mas eu concordo com vocês dois. E ele seria muito um sem ele o jogo seria o mesmo, mas como Coreia falou que o nome do jogo já é ele, né? Então ele entra como Tier B. Só colocou o nome no trabalho e um trabalho que depende muito da sua vibe para você gostar dele ou não também, né?
Ah, Katamari é um bom jogo, ok, ele fica no B, maior que Metal Gear, ó.
Já começamos com as pérolas desse episódio. Maior que Metal Gear, então tá bom, né? O do Metal Gear é tão foda que a gente nem falou que é maior que o nome dele, a gente falou maior que Metal Gear. Você já esqueceu que é Big Boss o nome do cara.
Tipo assim, cara, se Big Boss tá ali no mundo do Katamari, ela tá no meio da bola de lixo ali, ele ia ser recolhido, ele não estaria empurrando a bola, entendeu?
Não, e digo mais, quem jogou Astro Bot aí sabe que de todas as interações que o Astro Bot tem com os personagens da Sony, personagens conhecidos, Se aparece o cara do Metal Gear, ninguém falou, porra, é o Big Boss. Falaram o quê? Ô, mano do Metal Gear. Então os caras nem aí porque é Big Boss, né? Tira F mesmo. Porém foi B. A gente fazendo volta retroativa.
Pra foder mais ainda o Katamari, o protagonista é a bola. Afinal de contas, é a bola que engole tudo, né? Então B. E olha, se a gente continuar falando, vai cair pra C.
A mão pesou, hein? O Marco tá querendo jogar lá pro E.
Vamos lá então, agora temos ele. Doom Slayer do jogo Doom no caldeirão. Cara, ele é assim, ele é um— e tanto é que a arma dele é Big Fucking Gun, BFG. Então Big Fucking Gun, e ele é um big fucking guy também. Queria ser ele? Não sei, porque porra, o cara abre os— vai para Marte fechar os portais do inferno. Mas é inegável que a figura do Doom, do Doomguy, do Doom Slayer, é absurdamente grande para a cultura pop, né, nem só para os videogames.
Ele é um personagem conhecido, é um jogo famoso que acredito que o Doom, se tivesse na época, seria o primeiro GOT que existia, né, pela sua popularidade. E o nome do jogo já é o nome dele, né. Eu acho ele um personagem foda. Não queria ser ele porque o cara nunca consegue fechar esses portais aí e também não quero enfrentar aliens demoníacos em Marte. Mas pensando na história, na importância dele para o mundo dos videogames, o Doom Slayer é um tirar, devia ser o nome do jogo como ele já é, né?
Eu tenho uma teoria que se o personagem tá usando máscara, tá usando armadura, ou seja, tá escondido, é um tira foda-se para ele. Só que o Doomguy, pensando em Doom 1, aquele Doom que a gente aprendeu a amar, Doom 1 e o Doom 2, porra, mano, tem uma fotinho dele lá embaixo com aquela cara de sanguinário, aquela cara de ódio, metralhando todo mundo. O cara realmente, ele tem tesão no que ele tá fazendo. E quando ele toma dano, ele fala: não, esse aí é o monstro que faz.
Mas tudo bem. Mas você vê a personalidade dele sentindo dor, sentindo tesão em matar os monstros. Eu acho esse cara foda pro mundo dele, pra realidade dele. Não pra mim, eu não quero ser ele, tá? Não é tier S pra mim. Mas pra realidade dele, eu acho ele foda. Então pra mim é tier A, com certeza. Deveria seria e é o nome do jogo. Quando você fala de Doom, você pensa naquele cara fodão espancando, massacrando, e agora finalizando o monstro de uma forma que você quer sempre mais. Doom é foda, Doom Slayer é foda, Tier A para ele, cara.
Para mim ele é Tier B, o Doom. Eu não sei, esse jogo é muito— eu não vou falar muito americano, ele tem meio a vibe América, sabe? Ai nossa, quebramos tudo. E cara, não é tão marcante para mim Mas eu conheço o Doom. Você bate o olho nele, você sabe quem ele é. Então eu colocaria nome no trabalho, mas eu não colocaria ele no grau de importância de tantos outros protagonistas que estariam no A e no S. Eu acho que ele tá abaixo de Contra, eu acho que ele tá abaixo de muitos outros jogos aí.
Ele não é isso tudo na cultura pop. Acredito que ele tá muito, muito, muito abaixo da Lara Croft, por exemplo. Exemplo, para estar nesse patamar que a gente comentou. É, então eu acho que para ele no B tá bom.
Quer dizer que a gente colocou Crash e Sonic no Tier A, tá?
Mas eu tô dando meu voto pelo menos sem comparação, que se fosse para comparar, fudeu. É, a gente não faz mais nada.
Não, eu só pensei na dimensão de Doom, entendeu? É foda, maneiro para caralho, mas eu não sei se ele tá no Tier A. Eu acho que ele realmente é— botei o nome no trabalho, Sirvocante, Gag dela, gag, entendeu? Ele tá aí.
É porque eu acho, pela história, né, desde 90 e poucos também, né, Coreia, que o jogo tá rolando aí. Igual você falou, pô, a gente vê aquele capacete, já sabe que é o Doom. Você vai nos eventos, o stand de Doom sempre é um dos mais cheios, a galera gosta. Pô, a gente tem foto segurando escudo dos Leopards, porque, pô, caralho, quero também. Então assim, ele tem sim sua importância.
Eu queria puxar saco da Microsoft para ganhar o jogo, eu não ganhei o jogo.
Pode ser que Loreisticamente ele não tenha muito a agregar, mas o impacto do personagem é grande.
Pensando em FPS, não consigo citar 3 personagens fodas no mundo do tiroteio sanguinário. Quake, quem que é o personagem do Quake? Não sei, sei lá eu o nome do jogo, não sei, sabe? Agora, quem é Duke Nukem? Quem é Doom? São caras que realmente marcam, são caras que realmente são fodas, são caras que sem eles talvez o FPS como a gente conhece hoje nem seria da mesma forma. Eles ditaram o mercado e ainda ditam hoje em dia, por incrível que pareça. Tô quase subindo para essa, hein, cuidado.
Dito isso, cheirar, porque já foi 2 votos contra 1 contra Coreia.
Tá, tá, vou deixar no ar, vou deixar passar isso.
Beleza. Coreia e Marco: é perigoso sair sozinho, leve isso. Link do jogo Legend of Zelda é o próximo que nós temos que falar aqui. E eu queria dizer que essa vai ser difícil, hein? Porque é, se for, se eu for usar o mesmo argumento de Doom, tem que colocar lá em cima, porque, pô, é importante para a história do videogame. Não, não, pera aí, só que é assim, o cara não fala, o cara não consegue nunca fazer um trabalho dele bem feito, que sempre toda vez ele tem que dormir, acordar anos depois para salvar de novo a princesa, que o nome do jogo é o dela.
Todo mundo achava que o nome dele era Zelda. Ó, difícil essa do querido Link, né?
Não acho difícil não. Para mim, o Link é esse, é isso.
Por quê?
Você queria ser ele, gente? Eu comprei o Nintendo Switch, não foi para jogar Mario, não foi para jogar Zelda. Eu acho que é um jogo que vende console. Eu gostaria de ser ele porque é um jogo que, pô, é muito maneiro de você ficar resolvendo puzzle, quebrando espadada em todo mundo. E, cara, acho o Link um um dos grandes protagonistas dos games.
Ô, Coreia, você começou a falar, caiu a conexão. Por que você comprou o Switch 2? Pra jogar o quê mesmo?
Comprei o Switch 2 pra jogar The Legend of Zelda.
The Legend of quê? Não, desculpa, caiu a conexão de novo.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Não The Legend of Link.
Caralho, eu nunca jamais vou convidar o Coreia pra minha casa, Eric. O cara vai entrar aqui, vai quebrar todos os vasos, vai começar a tacar tudo no chão pra achar moeda.
Rúpias.
Rúpias.
Rúpias.
Eu não consigo entender Link como protagonista, desculpa.
A abelhinha lá, a fadinha, a safadinha, é mais importante que ele.
Assim, vamos ser sinceros, vamos ser sinceros, todo mundo chama Link de Zelda. Então já começa por aí, se você conhece ele, você sabe quem que é o jogo dele, chama ele de nome errado. Ele tem alguma identificação ali, entendeu?
Mas Roberto, vamos ser bem sinceros aqui. Meu nome não é Roberto. Ah, velho, na boa. Tá, eu entendo perfeitamente Serasa pelos mesmos argumentos que a gente falou de Dungai, por exemplo.
Mas Cláudio, poxa, se o cara não fala, Roberto, o cara não tem personalidade.
Uma fada precisa falar por ele de tão incompetente que ele é. A única coisa que ele faz bem é isso. E quebrar vaso, mas nada. Eu não consigo, na boa. Eu acho que sem ele o jogo seria o mesmo. Não, brincadeira.
Precisa de alguém ali, alguém precisa quebrar as coisas.
Então eu acho que o NPC faria melhor do que ele.
Tira D pra Link.
Esculacharam meu mano Link, mané.
Pelo bem deste podcast e da nossa reputação gamer, não tem como o Zelda ficar abaixo do A. Não existe. Não existe um negócio desse. A gente colocou o Doomguy lá em cima, já rebaixamos o Big Boss para manchar nossa carteirinha.
Obrigado, Sérgio.
Tamo junto, Roberto. Agora fudeu, até o final do episódio é Roberto, Sérgio e Cláudio. O Link, ele é sim importante, porque se ele fosse descartável, Marquito, o próximo jogo do Legend of Zelda seria um outro personagenzinho. Passou-se mil anos vem um descendente, o que eles fazem com ele é ele tem as eras do Link, tem o Link criança, o Link adolescente e o Link adulto. Um abraço para Andresa B Plays que me ensinou isso. E aí se ele fosse descartável, mano, coloca qualquer outro no lugar dele aí, vai passando.
A gente já tem essa identificação com o menino. Viu um gorrinho verde, loirinho, uma Master Sword e um escudo?
É o Green Goblin do universo de Spider-Man.
É o Green Goblin. Eu queria ser ele.
Agora, puta que me pariu, né, ô Sérgio, pelo amor de Deus, velho, não, velho.
Tier S, Robertinho, não, é Claudinho, Claudito. Tier S, Claudito, para o nosso querido Lincoln, porque quem não queria sair quando era criança em uma aventura perigosa com uma espada na mão, quebrar jarros, matar galinhas, enfrentar aranhas para salvar sua princesinha, dormir, mano, dormir, eu adoro dormir, Marquinhos, você dorme por mil anos, acorda e a bucha continua sua. Tier S para Linko, Claudito.
Eu vou ter que aceitar, né, já que a maioria votou a favor do Tier S, mas eu não posso.
Cara, eu queria botar no Tier D mesmo.
Tier D, com força.
Caralho, que ódio do Nintendo.
Ele é inútil, viu. Ele só carrega uma espada. Aliás, ele é tão inútil que ele quebra tudo que ele pega na mão. Umas paradas de adamantium ele consegue quebrar com 3 espadadas.
É isso que eu falo, Red Dead faz um negocinho parecido, aí o nego quer ficar batendo palma. Ai, a barba cresce, a espada quebra, um pessoal briga pra ser goth.
Tá, não, não, agora a gente tem que falar a verdade. The Legend of Zelda dita tendências, de acordo? O Breath of the Wild tá aí, todo jogo depois dele copiou tudo que ele fez.
Justíssimo.
Foda-se The Legend of Zelda, estamos falando de Link aqui. Link é um inútil, sigo falando isso, mas tira essa pra ele.
A próxima eu vou deixar o Marco começar, que eu quero saber, Marquinhos, a sua opinião sobre ele, o mascote supremo de PlayStation 5. O que temos a dizer, Marco Barbosa? Que delícia, juro que foi sorteado. Astro Bot no caldeirão.
Caralho, aqui bota meu áudio gritando Dan aí no dia que ele— o Dan achando que não ia ser igual uma parada dessa, cara.
Grande dia, grande dia, grande dia, grande dia.
Eu não vou gritar na orelha de vocês aqui nesse podcast, gente.
Grande dia para ser fã de PlayStation e muito mais para ser fã dele, Cláudio Barbosa. Cláudio Barbosa, Por gentileza. Astro Bot, tá?
Agora eu tô confuso, é para falar do jogo ou do personagem?
Personagem.
F, foda-se Astro Bot, é só um robô inútil, gente.
Ai, é bonitinho, ele faz coisas legais, ele veste fantasia de outros personagens, ele salvou o mundo dos jogos, tá fazendo jogos legais, bacana, show, Astro Bot bacana.
Agora personagem, gente, é um cara sem carisma, é um robô, é só um bonequinho bonitinho, legal, mas Dane-se, qualquer um seria um NPC, vai, o outro robozinho tão bonitinho quanto ele faria igual também, não tem personalidade, não tem nada. Eu acho legal ele ter existido, acho justo ele ser o GOTY, mas personagem por personagem, ah, ele ser o mascote da porra, não, PlayStation, você é maior que isso, você precisa demais que isso, você precisa de um mascote foda.
Eu não acho legal ele ser mascote da PlayStation, então boto sim, tire D para ele. Um NPC faria a mesma coisa, um robozinho igual ele seria a mesma coisa. Coisa. Não, ele é demais já. Eu acho que qualquer outro personagem, qualquer outra criatura, qualquer outro ser faria igual a ele. Não precisava ser um robô. Foi um robô, então para mim é só um Tier D.
Coreia Júnior. Coreia Júnior, desculpe.
Robertinho Júnior.
Robertinho Júnior, cara, eu acho que demoraram muito para emplacar AstroBot, demoraram muito para confiar no AstroBot, e essa demora é porque não, não há um um, vou falar, carisma, não há um movimento em torno do Astro para ele ser tão grande na PlayStation quanto a marca precisa tanto desse rosto, sabe? Eu acredito que ainda roda muito em torno do Kratos, roda muito em torno da Aloy, da Aloy não, da Ellie, desculpa. Tem muitos outros rostos na frente do Astro Bot e como jogo ele tá devendo, ele não é uma marca consolidada.
Ele ganhou o GOTY, ótimo, botou o nome no trabalho, para mim ele tá no Tier B, mas assim, sem diminuir o Astro, claro, mas eu não acho que ele seja isso tudo ainda, nem dentro da própria PlayStation, para estar ali no Tier S. Fofinho, mas desculpa, esses olhinhos bonitos não vão me enganar.
Tá aí, eu vou concordar com o Coreia. Ele botou o nome do trabalho, ele entrou num trabalho bem feito, participou daquele trabalho bem feito, foi um cara simpático, mas foi um cara sem personalidade. Então só foi Tier B. Já mudei meu Meu voto.
Tá bom, Coreia convenceu. O meu é inútil nesse momento, mas eu queria dizer que eu ia corroborar com o argumento de vocês, querendo dizer que assim, ele é um personagem bonitinho, mas o carisma dele vem do quê? Dos outros personagens. Todo mundo acha legal. Olha ele de Kratos, olha ele de Nathan Drake, olha ele de Aloy, e ele é só mais um robô igual todos os outros que tem no jogo. Então todo mundo é Astro Bot no jogo.
Eu queria que tivesse tipo Astro Kart, o Astro Fight, dá o tratamento de Mario que vocês querem dar para ele, mas não bota ele no patamar do Mario ainda, tá ligado?
O Astro Bot Party, puta, o jogo eu compraria, eu jogaria nos moldes.
Verdadeiro mascote da PlayStation até a Microsoft comprar a Activision, todo mundo entendia que era o Crash, pô.
Tanto que quando houve a aquisição, o Marco ficava me zoando aqui no podcast que perdemos o mascote, agora o Crash é nosso, sabe? Que foi, que foi para Microsoft. Ele foi por uns bons anos até, eu acho até muito mais do que eu nem vejo o Kratos como mascote.
Ele não é mascote, ele é o rosto, é diferente.
Exatamente. Mas eu acho que o Astro Bot é isso mesmo. Por enquanto, só o nome no trabalho, ainda tem que angariar o seu próprio carisma por aí, te herder para ele.
A Sony tem que comprar a SEGA para ter o Sonic azulzinho, para coisa boa, né? Ah, coisa boa tá muito caro, não dá para comprar Capcom, gente. Dá para comprar Square Enix ali que tá ali de bobeira ali, que não tá lançando nada bom, entendeu?
E é isso, aceito. Dá para comprar Nova York toda, meu querido Coreia? Para falar dele, Homem-Aranha do jogo Spider-Man foi enviado pelo querido Beto. Abraço, Beto, solta o forró aí no seu bar.
Homem-Aranha é o Homem-Aranha de qual jogo? Do 1 ou 2?
Então, assim como a gente não sabia de qual Wolverine no recuo tava falando, a gente também não sabe de qual Spider-Man que o Beto tá falando. Tem vários por aí. Tem Spider-Man que para mim é esse, tem Spider-Man que para mim não é esse.
Porra, o do PlayStation 4 e o do Play 5 lá, depois trocou o rosto. Cara, é tier S pra mim, o Homem-Aranha, tá? Ele tem uma história muito sólida no 1 e no 2, apesar do 2 ter aquele final, né, um pouco pífio. Ele foi muito bem construído junto da Insomniac, ele tem um gameplay muito bom. E cara, eu não consigo colocar um mais aqui, tá ligado? Eu não consigo botar um mais isso não. Ele consegue ter tanto o próprio brilho que ele consegue dividir a tela com Miles e não perde o carisma dele.
Então, cara, eu colocaria o Homem-Aranha da PlayStation aí no Tier S. E digo mais, eu tô falando isso sem estar infectado por Brand New Day, tá? Importante, importante, porque se for infectar por Brand New Day, vocês não tiram ele do Tier S de jeito nenhum.
Eu tô dizendo que você vai às trincheiras por ele.
O apelo do personagem tá fechado aqui no videogame, o que o Homem-Aranha significa no do videogame. Ele significa muita coisa, apesar daquelas roupas que botaram no Homem-Aranha no final do 2. É isso.
Spider-Man me acompanha na minha carreira, na minha trajetória de videogame. Dos meus jogos favoritos de Play 1 é Homem-Aranha. Eu comprei o meu Play 4 depois de sair o primeiro trailer de Homem-Aranha para Play 4. Foi, não, não tem como ficar fora disso. Joguei até hoje? Não joguei, mas eu comprei o Play 4 para isso, para, por causa do Homem-Aranha. Ele é um personagem é o cara mais foda das telonas dos quadrinhos e também ele é muito bem representado nos videogames.
Como eu não joguei, é difícil colocar ele no S, esse daí. Se fosse igual eu falei, o de Play 4, o de Play 2 era S, Play 1 S com certeza. Como ele já é o nome do jogo, eu coloco ele no Tier A facilmente. Devia, é um personagem Tier A, protagonista A. É que é foda que mistura-se muito, a gente não consegue separar qual Homem-Aranha é, né? É o da HQ? É o personagem contou, não, só separar para o videogame não tem, é difícil. E aí fica uma, talvez uma briga injusta com os outros personagens que tem só uma mídia, que é só, só videogame.
Porque o Homem-Aranha em si é absurdo, o negócio é, pô, caiu alguma vez o Batman aqui, Marquito, para a gente falar? Não me lembro.
Não, ainda não.
Então acho que nem tem agora o Batman, porra. E aí vai falar da série Arca, vai falar do Batman do Silvis, fica difícil. Mas o Batman eu colocaria no S, mas o Homem-Aranha eu acho que para mim é tirar.
Devia e é o nome do jogo. Sobrou para mim desempatar isso aí então?
Yes, sir.
É hoje que eu vou ser cancelado, é isso?
Yes, sir. Coreia já está com a faca na mão neste momento.
Por coincidência, eu tava pensando esses dias de quem o Homem-Aranha ganharia no universo da Marvel. Um x1 ali, Franco. Ele ganharia de alguém? Pensando racionalmente, de verdade, ele daria um pau em alguém?
Em todos.
Não, Coreia, você tá deixando a paixão falar, mas ele ganharia de todos.
Existem um TikTok que eu assisto que direto o cara fala fatos desconhecidos sobre tal personagem, né? E tem do Homem-Aranha. Não vou lembrar de nenhum, mas eu sei assim que assim, o sensor aranha dele é absurdo de absurdo, a força sobre-humana dele é absurda de absurda. E por aí vai. É que a gente lembra do Homem-Aranha aquele fodido de faculdade que não tem emprego, mas o Prime Homem-Aranha Prime, ele é foda.
Tá, então eu ia chegar nisso. Por mais que eu acho de verdade que ele não ganharia de ninguém num 1x1 valendo, eu tô pouco me fodendo pra isso, velho. Homem-Aranha é gente como a gente, é um cara fodido que nem o Eric disse, é um moleque que era zoado por bullying na escola, é um moleque que aprendeu a ser alguém de verdade graças aos poderes que foram dados pra ele, é um moleque que mesmo com poderes se fodeu com a perda do pai adotivo dele, que era o tio Ben.
E mesmo assim ele continuou tentando e tentando e conseguindo e falhando e conseguindo, apanhando e seguindo. Então, porra, mesmo eu achando ele um super-herói não tão foda assim, ele é um personagem foda pra caralho, ele é um protagonista foda pra caralho. E sim, se eu pudesse, eu seria ele, porque ele é gente como a gente.
Vai tomar no seu cu, Eric, filho da merda! Chupa, Eric, seu careca de merda! Vai tomar no olho do seu cu, rapá!
Quer tirar o Homem-Aranha do topo, porra?
Homem-Aranha é foda, Eric. Tanto que quando você deixa de jogar com o Homem-Aranha no Homem-Aranha do PS4, que é o Homem-Aranha 1 ali, o jogo fica uma merda.
Você fala, pô, pelo amor de Deus, Mary Jane chata para caralho, igual o Big Boss do Metal Gear, pô.
Volta, Homem-Aranha! Eu quero você, quero ficar andando por Manhattan. Então, e sim, tira 10 pra ele.
E digo mais, o Peter Parker do PlayStation 4, ele faz escolhas difíceis. Eu não vou falar do spoiler do final do jogo caso alguém aqui não tenha jogado, mas tem escolhas difíceis. É a Insomniac que disse que ia fazer uma luta que ia acabar com Nova York, mas ela preferiu fazer uma luta, uma escolha que acabasse com Peter Parker. Profundo isso, caralho. Mas essa poesia aqui fui eu que fiz aqui agora.
Parabéns, caralho, mano.
Anota isso, velho.
Só para ilustrar mais ainda o Homem-Aranha, eu pesquisei aqui rapidamente dos fatos que eu falei, que eu vejo de vez em quando. Peguei uns aqui, é: segura os socos contra os inimigos. Se lutasse para valer, ele seria um dos maiores assassinos em toda a Marvel. Reed Richards, que é o Senhor Fantástico, que é um dos caras mais inteligentes do mundo, considera o Peter Parker mais inteligente do que ele. E a última marquita, que é muito boa para você: derrotou o Hulk usando matemática avançada.
Mas aí, porra, chato, hein, velho? É prova do ENEM isso, a porra aí, ou é luta 1x1, caralho?
Não vou me lembrar qual foi o— eu acho que é o filme, eu acho que é do Homem-Aranha, não é dos Vingadores. Enfim, ele derrota o Doutor Estranho usando matemática também, Marquito.
É Homem-Aranha 3, do Tom Holland.
O Doutor Estranho manda ele para o mundo quântico que não tem saída e são vários espelhos. O Peter consegue calcular rapidamente a lógica dos espelhos e dá um nó na cabeça do Doutor Estranho e sai de lá e derrota ele. Foda!
Apenas vamos levar ele para o Luciano Huck lá, só tirando crianças inteligentes.
Cara, se Luciano Huck tivesse aqui, ele ficaria em qual tier? Ficou a pergunta, porque eu lutaria muito pra ele ficar no F. Eu não gosto dele. Só isso aqui de um pensamento do nada.
Viveu o suficiente pra se tornar o vilão.
O Luciano Huck faria o Homem-Aranha ter que empilhar 77 carros pra poder ganhar uma bolsa de estudos no final do mês.
Aí, velho, ele acabaria com festa.
Agora temos aqui o protagonista agro. De Shadow of Colossus.
Não, Shadow of Colossus.
Shadow of Colossus para mim é Tier F.
Eu estou indo embora desse podcast, eu não volto mais.
Tier F para o agro. Shadow of Colossus, Tier F. Sem ele o jogo seria o mesmo, podia ser qualquer outro cavalo ali.
Aí eu vou ter que concordar, infelizmente.
Podia ser a Ponyta, podia ser quem for, quem quer que seja ali. O cara, o nosso querido personagem, eu esqueci o nome dele, que é tão importante quanto. Ia jogar ele de um precipício tal qual Mario faz com Yoshi. Foda-se! E o jogo é chato. Toda oportunidade que eu tiver pra falar mal de Shadow of the Colossus, eu vou falar. Jogo chato. Vocês só ficam babando ovo por causa da direção de arte, não sei o quê. É igual fã de Kojima.
Qualquer merda que ele vomita, fala que, ai, que lindo! O Shadow of the Colossus é a mesma coisa. E editor, por favor, não corte tudo isso aí, que foi meu desabafo. Agro, Tier F, Tier Force, assim como todo Shadow of the Colossus.
Não é Shadow of the Colossus, é monótono Shadow of the Colossus, Eric. O jogo não é chato, só é aquilo lá o tempo todo. Ah, o puzzle de subir o gigante lá, o colosso, é diferente. Ah, você precisa tomar cuidado com a sua estamina. Legal, mas tipo, é a mesma coisa toda hora, é monótono toda hora. Só que você lembra o nome do personagem principal?
Wonder.
Ah, então nem nome tem, é um nome escroto. Agro é pop, o agro é pop, o agro é tudo, Eric. Por mais que poderia sim ser qualquer cavalo, Coreia, é o agro que te faz ir para um lado ou para o outro. Tenta ir a pé de um lado para o outro em Shadow of the Colossus, você não vai. Eu queria ser ele, não, que eu não quero ser um cavalo carregando um um imbecil nas minhas costas, mas eu acho que ele deveria ser o nome do jogo, deveria ser Agro and the Colossus e não Shadow of the Colossus. Eu acho o agro foda, por que não?
Eu acho que há outras montarias mais importantes no mundo dos games do que o agro. Por exemplo, a égua lá do The Witcher, que toda hora tá em algum corte, que ela buga no meio do jogo. O cavalo do Skyrim. E cara, eu só vou discordar aqui de terem chamado de Shadow Colossus, porque eu não sabia o que que era direção de arte quando eu tinha meu Play 2 e eu jogava esse jogo igual um adoidado com uma revistinha de detonado do lado.
Um abraço para o Fumito Ueda, desculpa aí por ter—
Eu não sei nem quem é Fumito Ueda, eu quero tentar tomar no olho do cu dele. O jogo, seu jogo é muito maneiro, irmão. Ele tá vivo?
Fumito Ueda, desculpa.
Aí vai fazer aquele, aquele gen atlas lá, né? Fumito Ueda, se um dia você me ver, eu pago um litrão para você, valeu. Dito isso, dito isso, o agro Provavelmente é ele, cara.
Não, gente, vocês sabem o nome do Agro. Você não sabe o nome do capincho lá, carrapicho, sei lá eu.
É, o Coreia até falou, é a égua do The Witch, não sabe o nome, né?
A gente sabe o nome do Agro porque o Esquisito lá grita ele toda hora e ele morre, né?
E o Agro morre, ele é mais conhecido pela morte dele do que qualquer outra coisa.
Como assim o Agro morre, Eric? Ele morre atrás O Agro nunca morre, o Agro é a salvação, Eric.
Ele vai de Yoshi, Marco.
Não, bom, vocês podem colocar o tier que vocês quiserem, mas eu acho o Agro importante.
Qual é o tier do Yoshi, Marco Barbosa?
Tier do Yoshi? Ah, eu queria ser.
Tier A.
Aí é diferente. Tier A. Não, é S. Pô, viver naquele mundo maravilhoso, colorido, com os amiguinhos coloridos dele, um voa, outro peida ovo, outro solta fogo.
Eu não queria ter amigo que me descarta no primeiro precipício que vem, na primeira dificuldade que vem. É, amigos que você tá buscando.
Na primeira depressão, manda embora.
Pra chegar até a mulher que você quer, seu arrombado. Vai se foder.
O Mario não é amigo do Yoshi.
Não é.
Deixar bem claro isso.
Pode ser. O Mario vê o Yoshi como um animal qualquer.
Como os outros Yoshis, exatamente. Eu acho o Yoshi foda. Já o Agro, eu acho ok, acho justo. Eu acho ele muito importante pro jogo.
Sem personalidade, sem carisma. Tanto é que foi facilmente descartado.
Ninguém nem viu.
F Agro, desculpa.
F Agro.
F Agro.
Joga Shadow of the Colossus nele, então.
Eu nunca jogarei, Maguito, nunca, nunca. Vou dizer aqui novamente nesse podcast, nunca jogarei Shadow of the Colossus, nunca, jamais. Eu posso jogar Resident Evil, mas Shadow of the Colossus eu nunca jogarei por menos de R$2.000 no meu Pix.
Você já zerou ele no YouTube?
Não, também não.
Caralho, então tá, então acredito em você.
Nem no YouTube, velho. Eu vi uma vez alguns cara jogando, tipo No terceiro Colosso eu falei, tá bom, gente.
É isso.
É isso o jogo. Já deu, né? Foda-se para Jedi of the Colossus. E foda-se para o agro também. O agro não é pop nesse podcast, Marquito. Diferente dele, Kazuma Kiryu. Mais um personagem de Yakuza. Não, a gente já falou de Ichiban. Ichiban Kasuga. Agora o Kiryu...
Não, calma aí. A gente já falou de dois japoneses nesse jogo, nesse podcast já.
A gente falou do Majima e do Ichiban.
Caraca, que triste, né? Não são a mesma pessoa?
Não.
Então...
Agora temos Kiryu mandado por Chuck. E eu tô com raiva do Chuck, o Chuck me trocou por mulher. Então quero que se foda a opinião dele. Kiryu é F. Desculpa, Guilherme. Desculpa, Lucas Barbosa, que é fã de Yakuza. Kiryu é F. Sem ele... Não, mentira, mentira.
É ele o cheirador de calcinha de adolescente ou não?
Não, é o Majima. O Kiryu é o pai de menina.
Kiryu é o cara de Blazer que é o...
O Kiryu é o que tem a cobra nas costas, o dragão nas costas.
Todos que o Marco falou não é o Kiryu.
F. F, F, F, F. Não vamos perder muito tempo. Meus amigos, eu queria dizer o seguinte: vocês me fizeram colocar o Ichiban, que é um personagem que eu gosto muito, no E. O que vocês falarem de Kiryu, eu quero que se foda, porque eu não joguei também, não tô nem vendo.
F junto com o Chuck.
É, junto com o Chuck. Isso aí.
Tá bom, gente, eu acho a tatuagem dele foda. Não faria, mas eu acho foda. Mas eu não sei identificar quem é o japonês, então desculpa, gente.
Mas isso aí é xenofobia da sua parte, Marquinhos, falando do japonês.
A ideia é exatamente essa.
O AstroBot também é japonês.
Isso, aí pronto.
Ele também não foi bem tratado nesse podcast. O Agro é um dos cavalos japoneses também, já fez.
Puta que pariu.
Comenta no F.
Tá bom, vamos subir um pouco o nível desse podcast aqui. O que nós temos a dizer, Roberto e Sérgio— não, Cláudio e Roberto, sobre Leon S. Kennedy de Resident Evil, citado por Guilherme Scarpelli e o nosso querido Juan Vitor? Eu posso começar?
Beijo bonito, pode começar.
Para mim, o nome devia ser Leon Kennedy e seus zumbizinhos. Eu acho ele foda, não queria ser ele porque o cara é um idiota. Ele chega no primeiro dia de trabalho, não tá tendo trabalho, ele quer trabalhar. Falei, meu amigão, vai para casa e pega um dia de folga. Não contente, ele vê que tá tendo apocalipse zumbi. Meu irmão, mais um motivo para você ir para casa. Essa piada já é clichê, já tá batida. Então é isso. Mas da franquia toda Resident Evil, e pelo que eu assisti, zerei o Resident Evil 9 no YouTube, o Leon é um cara foda, mano.
Ele, quando ele aparece, a galerinha que gosta de Resident Evil, eu vejo que até se arruma melhor na cadeira. Então que o nome do jogo tivesse ele, devia ser Leon alguma coisa. Pô, pessoal fala muito bem do 4. Quem é o protagonista do 4? Leon S. Kennedy. Do 2, pelo menos do 2, Leon S. Kennedy. Do 9 agora, Leon S. Kennedy. Não queria ser ele por motivos óbvios, mas eu acho ele um baita protagonista. Mesmo eu que não sou fã da franquia, eu reconheço a importância do Leon. E ele é botafoguense, né? Tem que dar um pouquinho de—
caralho, não saiu isso!
A camisa, o jaco da Raccoon City PD é uma Ele parece símbolo do Botafogo.
Uai, que qual que é o nome completo dele mesmo? Repete para mim, por favor.
Liam Smith Kennedy. Não, não, não.
S Kennedy.
S. Ah, entendi.
S. Para mim, vamos lá, vou ser bem sincero aqui com vocês. Se for do quatro que a gente está falando, para mim é uma bosta. Cara, como assim um apocalipse zumbi? O cara dando voador em zumbi e dando o round round. Como que é? Round house kick. House kick. Não, eu Puta, eu acho, desculpa, mas eu acho 4 completamente galhofa, completamente brega. Não gosto do 4. Agora o 2 eu acho foda, eu acho o Leon foda. Você não conhecia o Leon até então, você cria vínculo com ele, você cria aquele cara com aquele uniforme de policial gostoso, bonito, Eric.
Você fala, caramba, velho, que personagem, que tesão que ele é. Eu acho legal, eu acho bacana esse personagem. Então em um apocalipse zumbi, eu queria ser ele. Eu botaria S fácil pra Leon.
Cadê ele agora? Qual é? Qual é não?
Roberto, cara, eu acho o Leon Tier B.
Só colocou o nome do trabalho. B de bonito, né?
É um cara legal numa franquia muito foda. Acho o Leon, pô, pica, na moral, pô. Tu pensa em Resident Evil, tu vê ele. Eu não vejo a Jill, eu não vejo os outros. Resident Evil, o nome do Resident Evil pra mim é Leon. Mas, cara, eu não curto tanto Resident Evil e ele não me faria comprar um jogo.
Mas algum personagem, algum personagem do Resident Evil te faria comprar o jogo?
Não, nenhum deles eu acho que tem tanto carisma assim. Eu acho que o carisma tá todo no Leon.
Então aí o problema é o jogo, sacou? Aí você deveria subir um pouquinho seu tier.
Mas eu joguei Resident Evil Requiem, gostei, e por isso que eu tô botando ele no B e não tô botando no F, igual fiz com os outros que eu não conheço, entendeu? Que eu conheço um pouco do Leon, eu joguei Resident Evil 2 um pouco, joguei Joguei o Resident Evil 4 um pouquinho, o hacking eu fui até o final. Então, pô, gostei muito do Leon e tô colocando ele no B.
Você tá me dizendo então que se o jogo chamasse Resident Leon você ia comprar? É isso?
Essa é a mesma merda, ia ser de zumbi ainda.
Caralho, tentei, Eric, subir um pouquinho o ranking dele. Resident Leon não foi o suficiente.
Cara, jogo de zumbi é desgone.
Que isso? Acabou, acabou com Resident Evil agora.
Obrigado, gente. Acabo de ter uma mini AVC aqui nesse momento. Depois de ouvir isso, não conseguimos convencer o Coreia a subir. Tá entre eu e você, ou você desce para o A ou eu subo para o S. Não subirei para o S. O cara que é redutivo, né? Não vai subir ninguém, não vai subir ninguém.
A gente apanhou quando a gente falou da Dio, Eric.
Ah, mas a Dio com razão, pô. Coreia ainda falou, o Leon é ostensivo. Eu também acho que ele é até mais que o Cris.
Você se perdeu, né? Tomou umas bolas lá, ficou fortão, tal.
Então assim, eu não queria ser o Leon, entrar no apocalipse zumbi, eu não sei.
Eu não queria ser bonito, sabia atirar.
Marquito, não é nem que eu não queria ser ele, eu não seria ele, eu teria dado meia volta. Eu já nem queria ser policial, nem seria nem policial. Não é só por aí, ser bonito a gente já é, Claudito, então não tem como invejar a beleza do cara também.
Tá bom, vai, eu vou baixar então o Tiro para Tirar. Eu acho que ele deveria sim ser o nome do jogo, deveria ter um jogo exclusivo pra ele, que nem o 2 é, porque, pô, Claire, desculpa, na boa, você é só uma transeunte portando uma arma. O foda mesmo do 2 é o Leon, então vai. Ah, devia ser o nome do jogo.
Tá vendo como esse podcast é democrático? Quero ver o próximo então. Cloud Strife, o protagonista de Final Fantasy VII, Final Fantasy VII Remake, Final Fantasy VII Rebirth, Final Fantasy— citado por Guilherme Fernandes, Mateus Prod, Vitor Randan e Bruno Sena. Um NPC seria melhor que o Cloud, pois ele é um NPC, ele não é ele, ele vive, ele vive as memórias que ele acha que a intenção deles. Fica aí o spoiler: pro Eric, que só jogou o Final Fantasy VII Remake, o Cloud seria um Tier B, porque o jogo em si é muito foda.
Mas eu acho o Barret foda, eu acho a Tifa foda, a Aerith foda-se, e o Cloud eu acho foda também. Ele faz parte de um belo elenco. Mas o Marco, por exemplo, tem o Cloud do VII normal. E aí, quem jogou o rebuff, o outro que é igual Coreia, tem um outro Cloud na cabeça. Para mim ele é B. No geral ele entra como assim, Pô, um NPC seria melhor.
Mas no rebirth é onde você começa a ter raiva dele.
Então eu vou voltar no que eu joguei. No que eu joguei, o Cláudio é um Tier B, só colocou o nome num ótimo trabalho. Ele não é nem que é ruim, ter o nome dele no trabalho faz o trabalho ser bom. Ele faz parte junto com a Tifa, junto com o Bart, junto com a Shinra, de todo um ambiente foda.
Cara, eu acho o Cláudio um Tier S, mas até ele chegar no Tier S, ele é muito Tier D, porque o Cláudio ele luta contra Os problemas dele lá, ele tem a treta lá de escolher entre a Alice e a Tifa. Desculpa, existe isso no jogo, gente, não tem como. E ele ainda escolhe errado, ele vai com a crente. Eu prefiro a Tifa, desculpa. É canônico pra mim a Tifa, não é a Alice.
A DS é melhor de tudo.
Não, também não, outra esquisita. Cara, Cloud, ele erra pra cacete ao longo do jogo, mas ele não é ele errando ao mesmo tempo. Tempo, mas dá raiva dele, dá raiva dele até chegar nesse arco de redenção dele que só vai acontecer agora no terceiro jogo do Remake, que é a última parte do jogo. E cara, depois que ele se redime, é daí que surgem todas as outras variantes de Final Fantasy 7. O próprio Advent Children já mostra um Cloud mais pronto para ser o fodão que ele tem que ser, sabe?
Só que até ele se construir a isso, ele vacila para cacete. Defendo ele no S. S, mas eu vou entender se vocês colocarem ele em outro ranking, porque ele vende jogo. Ele, cara, é o rosto de uma geração que gosta de Final Fantasy. Ele, cara, porra, o Cloud é foda e ele é o antagonista perfeito para o Sephiroth. Então eu defendo ele no S, mas se vocês quiserem rebaixar, eu não vou ser contra, porque ele realmente é um personagem difícil de se digerir até ele chegar na parte que ele vive o ápice dele.
É, Marquito, tem um S e um B no seu colo aí.
Então, eu vou... Acho que o cancelamento vem forte mesmo, Eric, porque eu vou ter que discordar de vocês dois. Porque pra mim, o Cloud é Tier D.
Nossa!
Porque pra mim, o Cloud é Tier D.
Nossa!
Porque pra mim, Cloud é Tier C.
Nossa!
Porque pra mim, Cloud é Tier B. Nossa! Porque pra mim, Cloud é Tier A.
Nossa!
E porque pra mim, Cloud é Tier S.
Ele é universal.
É todos os tiers. Ele começa tier A, depois ele vai para tier B, depois vai para tier C, tier D, tier D, e termina como tier S. O cara consegue fazer parte de todos os tiers e para mim finaliza da melhor forma possível, falando, né, da trilogia original, obviamente, como tier S. A história dele é foda psicologicamente falando, é complexo para cacete. Pra falar de um jogo de lá de 1996.
Que gera discussão até hoje.
Que gera discussão até hoje. Você lembra de tintim por tintim do que aconteceu com ele, você fica atento, você fica ansioso pra entender mais, você quer avançar no jogo pra entender mais. E tem uma coisa que meu pai me ensinou, que é tipo, filho, foca em alguém que você quer ser quando você crescer. Tipo, ah, eu acho, sei lá, o Cristiano Ronaldo foda. Foca no Cristiano Ronaldo, foca o que ele é, como ele é, como que ele fez para chegar até lá, para você ser essa pessoa.
O Cloud é isso, pô. Eu quero ser um Soldier, eu quero ser o Sephiroth, quero ser um herói de guerra. Pulou algumas etapas para chegar até lá, talvez não chegou até lá, de acordo, mas ele tinha esse pensamento.
E qual que é a fala dele mesmo, Marco?
Cloud Strife, Soldier, ex-Soldier.
E ele fala o tier dele, ou eu tô maluco?
Ele Ele fala que ele é um soldado de classe S. É ranking, é tier ranking. Putz, eu tô jogando 7 agora e já esqueci o que ele fala, mas é ranking 1, é tier 1. Aí, cara, que foda que é Cloud. Eu joguei o Crisis Core para jogar o 7 Remake de novo, e você vê a construção do personagem, vê como ele era antes, como ele foi se tornando, que ele virou, para ele ter que revirar depois. Não, não, desculpa, gente, é S, A, é B, é C, é D, é Se tiver uma briga de melhores protagonistas, vocês estão fodidos, que eu vou lutar muito por ele.
Tier S. Quero ser Cloud, quero focar em alguém, quero crescer, quero ter problemas mentais, quero melhorar, quero ter amigos me ajudando e quero salvar o planeta.
É isso. Ah, seu bioterrorista comprado, sem personalidade, que não sabe quem que você gosta ou não.
Todos somos assim, Eric.
Esse é o ponto.
Morte aos bilionários. Menos eu quando eu for bilionário.
Exatamente, é óbvio. Eu odeio ricos até eu ser rico. Pera aí também, né? Vamos lá então, temos ela aqui, Samus Aran, do jogo Metroid, citado por ele. Save, Manu! Tirei.
É isso, acabou, gente.
Desculpa, eu só fui saber que o nome dela era dela, né?
É dela.
Nome dela era Samus. Ali em 2023, 2024.
É que assim, é legal a revelação de que era uma mulher, né? Mas numa época que não tinham mulheres protagonistas, foda. Mas podia ser, podia ser a Semos, podia ser a UBS, podia ser a Uhu qualquer coisa, podia ser uma Beyoncé. O impacto da personagem em si para mim tá muito mais na revelação de que era uma mulher do que no personagem mesmo. Então podia ser qualquer mulher ali.
Vocês são muito machistas, impressionante isso. Como vocês conseguem acordar de manhã?
Literalmente a Princesa Peach ali e foda-se.
E essa foto podia se chamar Link, que seria a mesma coisa. Ou seja, a porra do Link e a porra da Samus, para mim é a mesma coisa, é indiferente os dois. Ambos estão por trás de alguém que está controlando eles. A diferença é que ela tá de armadura. É, realmente, dane-se aquilo que eu falei até do Doom, cara. Quem usa armadura, ninguém se importa com quem tá por trás. A Lorde, ela é fraca. O Master Chief é fraco. A gente colocou o Master Chief no Tier F.
Então, para mim, ela é a mesma coisa, é Tier F também. É que eu fiquei puto que vocês defenderam o Link. Para mim, Link e Samus é a mesma coisa.
Para de ser anti-Nintendo, mano. Isso é tão 2013.
Eu tô me divertindo tanto jogando meu Switch agora, revivendo meu Switch, você não tem noção.
Conseguiu regularizar ele, Marquinhos? Voltar a comprar jogos originais?
Aham, aham.
Uhuu! Ai, meu Deus, e o que falar de—
Mas o que ficou a Samus?
Desculpa. Eu tirei pra ela, né?
Ed, sem ela o jogo seria o mesmo?
É, sem ela o jogo seria o mesmo.
Tá bom. Como que seria um jogo sem a Samus? Só armadura vazia? Um Hollow Knight, é isso?
É.
No jogo do Homem de Ferro, da Mulher de Ferro, no caso.
Tá bom, meus amigos, o próximo que nós vamos citar aqui, este é difícil, hein? Joel de The Last of Us, que foi citado por ninguém mais, ninguém menos que Chuck Gamer e Juan Vitor. Pelo Chuck seria F, mas o Juan é gente boa, né? Então, Joel de The Last of Us, o primeiro jogo deveria se chamar The Joel's Journey. The Joel's Journey. Joel Jornay, muito foda. Eu joguei o segundo, não queria ser ele pelo que acontece no segundo, muito menos pelo que acontece no primeiro, né?
Porque perde a filha, ele se fode para caralho, se fode para caralho. Mas mano, o Joel é esse, mano. Ai meu Deus, ele é muito icônico, ele é muito foda, faz os tiros valerem a pena, ele atravessa os Estados Unidos em busca de terminar a missão dele. Aquilo que o Marco falou sobre se inspirar igual no Cláudio, o Joel é um cara que que você se inspira. Perdeu a filha, viveu sozinho, brigou contra os próprios sentimentos de se apegar novamente a uma nova, uma nova criança.
E depois ele se viu completamente entregue à responsa de ser pai dessa nova criança. E ele é um paizão. Eu me vejo sendo um paizão também, independente do que os outros pensam. Ninguém pensa que eu não sou paizão, mas é isso. E tirando a parte que ele morre, fica o spoiler aí, para mim o Joel, o The Last of Us 1 é o Joel muito mais do que a Ellie. Tanto que quando, mano, mais um spoiler aqui de The Last of Us Parte 1, meados do final do jogo, quando o Joel é espetado por aquela barra de ferro, eu falo, mano, fudeu, acabou o jogo, velho.
E aí, vou jogar com essa menina chata do caralho? E aí você fica, eu fiquei agoniado pelo, mano, cadê o Joel? Cadê o Joel? E quando ele volta, ele volta já, mano, faca no joelho. Cadê a minha menina? Tier S pro Joel. Ninguém vai me tirar o argumento de que ele não é S.
Ah, é que eu acho que é difícil alguém não colocar outro tier pra ele. Que é isso que você disse, né? Você não queria passar pelo que ele passou, mas você queria ter ele, você queria ter as atitudes dele, as ações dele. Foi até que eu falei ali do John Marston de Red Dead Redemption 1. Todos, todos, todas, todes têm obrigação de ser John Marston. Todos, todes, todas têm obrigação de ser Joel. Tem que defender quem você ama, tem que defender os seus princípios, tem que fazer o que for preciso para manter sua família viva, se mantesse vivo, eu seria ele.
Não sei se eu conseguiria ser ele, sabe, mas devido à situação que ele estava vivendo, eu acho foda ser ele. Então eu concordo que mesmo eu não conseguindo, eu queria ser ele. Tirar esse para Joel, cara.
Fechando, o Joel, tudo que ele fez, tudo que ele representa, e como tanto, tantas discussões são geradas em volta disso, sobre a dualidade do que é The Last of fãs, etc. Ah, o Joel fez isso, Joel fez aquilo, a Ellie fez isso, a Ellie fez aquilo. Eu teria feito pior. Então, cara, Joel te merece. Ele é o personagem mais humano possível já criado, tá ligado? A gente defende ele pelos erros que ele fez e ao mesmo tempo crucifica ele, mas ele, caralho, ele é o exemplo de protagonista, cara, que gera discussão, gera briga, e você não consegue ficar 100% contra ele, mas no lugar dele você faria pior. Então vou defender o Joel Tcheres também.
É isso.
Quem quiser ver Eric Correa e Marco Barbosa defendendo Joel com embasamento, ouça o nosso episódio, nosso New Game Plus sobre The Last of Us Parte 1, que é um puta de um episódio. E por falar em The Last of Us Parte 1, juro que foi sorteio. Eu juro, juro pela Isabela, cara. Eu juro pela Isabela, nunca faço nada usando o nome dela. Eu juro Isabela, que saiu ela. L de The Last of Us Parte 1, citada por Ju Bolzan, Edu Oliveira, Chuck e Reco. Joel, eu comecei, vou deixar o Coreia começar na L.
Cara, a L representa muita coisa para mim também, tá? E é outra personagem muito bem construída, muito bem construída para caralho. É o primeiro jogo é do Joel, primeiro jogo é totalmente sobre Joel, totalmente sobre as escolhas do Joel. E no jogo 2 é a L lidando com o que o Joel fez e com o que ela queria, tá? E como ela lida com isso é uma parada muito foda, porque primeiro ela quer acabar com tudo. Eu acho que o jogo prejudica ela porque tem aquela quebra ali do, ah, não vou mais buscar vingança, e aquilo mexe com a cabeça dela.
Eu acho que é aí que o jogo errou para mim. Ela não tinha que ter parado de buscar essa vingança, ela tinha que ter ensandecido, enlouquecido. E ela ensandeceu, enlouqueceu do jeito dela. Eu queria que o final do jogo fosse diferente, que ela teria, que ela tivesse completado e não que ela tivesse evoluído ali nos últimos segundos. Dito isso, Ellie para mim é Tier S.
Pensando, vamos lá, em personagem, eu também acho que a Ellie tá longe de ser Tier S no jogo 1, que ela é só uma chata, uma carga que tá sendo levada pelo Joel. Então vai, o jogo é do Joel. E no jogo 2 eu entendo que demora muito para ela ser realmente a protagonista do jogo, do jogo ser sobre ela. Então até um certo momento do jogo, o jogo ainda continua sendo sobre o Joel. Ah, é a vingança! Ah, quero matar quem fez isso! Ah, o Joel, Joel, tudo pelo Joel!
Aí depois é ser mais sobre a Ellie. Então eu acho que demora a ser Ellie. Então jamais eu colocaria ela onde chegar, principalmente no 1 e também no 2. Queria ser ela? Não, não queria ser ela. Então não também não colocaria ela um tier desse, que eu discordo também de muitas atitudes que ela fez. Então meio que infelizmente só sobra para mim o tier B. Ela colocou o nome do trabalho porque eu ainda acho que o Joel é o foco dos dois jogos.
O Joel é o cara, o Joel é o foda. Só que no 2 você vai jogar com a Ellie sempre pensando em Joel. Então para mim tier B, ela só colocou o nome do trabalho, mas eu acho super natural. Se for esse tier desse, vou tirar, por mais que eu não concorde.
É, então é tier S para ele, porque eu concordo com tudo que o Coreia falou. Apesar, eu concordo com o Marco também. Se for pensar no início do jogo, pô, como eu falei, né, o jogo 1, Joel levando uma caca. Então ela sim só tinha um bocado de nome no trabalho. No Taylor 2 eu não posso falar muito, desculpa, Bruno Marques, não joguei ainda, mas ela pega o protagonismo para ela. E o que eu acho que é foda, Marquito, para não deixar ela no S, é que isso não é nem mais spoiler, né, já de conhecimento geral.
O protagonista principal do jogo morre e ela assume o protagonismo, e mesmo assim o jogo continua foda. Ela segura as pontas do jogo. Ah, divide com a Abby, mas a Abby não tá nem categorizada, que a Abby entrou nos vilões, e foda-se então. Então acho que é por isso que a Ellie é foda, porque ela assume o manto. Por exemplo, vamos lá, vocês acham que no próximo God of War, na metade do jogo, Kratos morre, o Atreus vai segurar a pica?
Eu acho que quem assume como protagonista é a filha do Thor, não o Atreus.
Então aí inicialmente a gente pensa que não. Se no final do The Last of Us 1 falassem, pô, no 2 o Joel morre, quem assume? A Ellie. Todo mundo ia falar a mesma coisa, pô, não tem como. Mas fizeram um belo trabalho de marketing em cima dela e provou-se no segundo jogo que ela conseguiu se virar. E o jogo, a franquia agora é sobre ela. Tier S para Ellie, beijo no coração.
Não, você tá me dizendo então Então que você preferia sacrificar alguém que você tanto ama em prol da humanidade do que o contrário. Porque é isso que ela quis, ela quis se sacrificar porque a humanidade prosseguisse. Se você for Tirless, você quer ser ela, você quer assumir essa responsabilidade de se sacrificar pelos outros.
Altruísmo tá aí, né?
Não, você não quer isso, né?
Só que eu acho isso até bonito da parte dela. Se você parar para pensar, se desse certo, ela seria protagonista de Jogou no lugar dela.
Vai ter que pensar na vida dela, né, Marquito?
É você, não ela.
Você faria isso? É sobre o espectro de Ellie.
Eu me sacrificaria e no lugar dela eu tacaria bomba em todo mundo. No final do jogo eu tinha enfiado a faca no meio da goela da Abby, que eu não gostei daquela filha da puta. Não vou, não vou dissertar mais. A gente faz um new gameplay de The Last of Us Parte 2. Fechou, deixa eu jogar que a gente faz um dia, que aí não tem mais o que fazer.
A gente merece para ela.
Tá bom, mas vocês podem coerentes, mas tudo bem. Lógico que não, pô.
Ou queria ser ele. Você também, você falou do, você queria ser o Leon Kennedy, você queria estar no meio da porra.
Se tem algumas coisas que, caralho, porra, mano, tirando tiro em dummy lá, tá delicioso isso.
Fica levando fora da Ada Wong todo jogo, não dá.
Não, aí ele foi broxa ali.
Por falar em broxa, o que tem, o que a gente tem a dizer sobre Bubsy, do jogo Bubsy? Bubsy indicado por Luke Way. Cara, foda-se, né? Tira fotos para Bubsy. O que eu sei do Bubsy é que ele tem um dos piores jogos de Nintendo 64. Depois vocês ouvintes procurem aí Bubsy de Nintendo 64. Foi lançado no mesmo ano de várias coisas boas como Banjo-Kazooie, o próprio Super Mario 64, e é um jogo horrível. Parece que pegaram umas crianças da 8ª série e falou, faz um jogo nessa plataforma aqui, e fizeram. Bubsy tinha G de sei lá, velho, não é muito abaixo.
Vou dar uma pesquisada rápida aqui, meus amigos. Frequentemente citado entre os piores mascotes dos games.
É F, é F. Puts, já vou pro próximo.
Humor irritante para muitos jogadores. F, foda-se ele, por favor, segue.
Valeu, Luquei, vamos pro próximo aqui.
Eu nem sei quem é, desculpa.
Agora eu vou deixar o Marco começar então. O que dizer desse mascote que fez muito sucesso nos anos 90, era o mascote de um dos videogames e hoje morreu? Alex Kidd no caldeirão.
Porra, cara, você me deixou triste agora.
Morreu.
Você falou uma bela de uma verdade.
Morreu, morriu, morreu agorinha.
Porra, velho, eu não sei se o Coreia teve essa oportunidade de crescer com o Master System, mas cara, o Alex Kidd tinha tudo para ser um personagem legal. E tinha uns joguinhos bacaninhas, gostosinhos de plataforma, jogos difíceis com certeza, mas ficou no passado. O remake foi gostosinho, joguei, zerei, mas porra, por mais que eu ache ele um protagonista legal que me marcou, só fica nostalgia quando a gente fala de Alex Kidd.
Bom, não é Tier D, não é Tier D, não é Tier C, não tem Tier para ele, essa é a verdade.
Eu acho que seria C, teve muita mídia, mas hoje em dia ele tem pouquinho pouquíssima importância.
É que, tá bom, vai, com uma certa tristeza eu também colocaria no Tier C então.
Ele precisa de, sei lá, de uma repaginada no design dele e mais de um apelo maior na gameplay. Não tem nada que atrair. Ele é um produto do seu tempo, ele tem muita importância, mas quer dizer, muita mídia e pouquíssima importância hoje em dia para a Areca e seu Kido.
É, eu acho que tem razão, é que se saísse um Alex Kidd 2, vai assim, digamos, hoje em dia Todo mundo ia falar, nossa, que legal! E ninguém ia comprar.
Essa foi a reação, na verdade, quando ele foi relançado, né? Ali no meio da pandemia. Mas é isso, o pessoal jogou e tchau.
Beijo.
Próximo.
Exatamente.
Beijo.
Mas tem só mais 4. Vamos lá agora falar sobre Duke Nukem. Vamos lá, Duke Nukem. Já falamos de Doomguy, agora Duke Nukem, o Arquito. Ficou difícil porque a gente subiu o Doom lá para Onde que a gente botou o Doom mesmo?
Não é isso?
No ar, talvez.
O Doom tá anotando aí? Fala que você tá anotando para nós.
Tô sim, pô. Calma aí. Doom Slayer, colocamos ele no Tier A.
Quem é mais importante, Duke Nukem ou Doom Slayer?
Doom, com certeza. Quantos jogos do Duke Nukem tem até hoje, Marquito?
Putz, mas quem é mais carismático, Duke Nukem ou Doom Slayer?
Porque o Duke Nukem não usa máscara.
Gente, desculpa, confundo Duke Nukem com Quake. Pronto, desculpa. Para mim, qualquer merda. Não quero assim nem entrar no meio da discussão para deixar tendências aqui não, mas eu nem sabia que Duke Nukem era de fato o nome de alguém, pelo que vocês estão falando.
Eu lembro dele, a gente apertava a barra de espaço, ele pegava um dólar para as garotas de programa mostrar os seios, ia no banheiro e tal. Parece Johnny Bravo, né, óculos escuro. Ele tem um, ele tem um leve, um leve não, um character design que remete muito aos anos 90, aquela, aquela ânsia que os cara tinha de querer se radical, né, de trazer um estilo mais jovial. Mas, cara, comparar com Doom é tristeza, porque o Doom tem jogo até hoje, Duke Nukem perdido no tempo.
É a mesma coisa que o nosso querido Areco Sokiji acabou de falar, Duke Nukem é muita mídia e hoje em dia pouquíssima importância para o videogame.
Última vez que eu ouvi falar de Duke Nukem foi porque o Caio pediu para jogar.
Aí, beijo, Caio!
Eu vou concordar com você, Eric, mas vou só dar um ponto, mas eu sigo concordando com você, sigo achando que é Tier C. O Doom, como você disse, até hoje tem jogos e tem jogos bons. O Duke Nukem teve, sei lá, um jogo bom, inúmeros jogos ruins, e mesmo assim ele continua sendo bem falado. Bem falado, vai, continua sendo mídia, continua existindo. Sendo que o normal, já que teve tanto jogo ruim depois do primeiro, do segundo na verdade, que é o 3D, deveria ser entrar em Então ele continua estando em alta assim, digamos.
Então vai, por mais que beleza, ele é muita mídia e pouca importância para hoje em dia, ele ainda é um cara que tá na mídia. Eu não acho que ele é pouca importância, é só a importância meio que insignificante, infelizmente, já que os jogos foram horríveis depois do primeiro.
Roberto, vai com os relatores. Roberto, Tier C para Duke Nukem.
Com os relatores, com Duke Nukem, porque até colocaria no F, mas em respeito à história do jogo, vou manter o que vocês Vamos respeitar a história do jogo.
CJ de GTA San Andreas.
Posso começar?
Tchêrê, tchêrê, tchêrê.
Tchêrê seu rabo. O CJ ele é tão foda que até hoje tentam enfiar ele em tudo que é jogo. É o único GTA que me fez jogar a história inteira e cara, é o único GTA que assim o gameplay dele vai além do roubo. Eu sei lá. Os macetes do GTA San Andreas tiveram um molho diferente, me marcaram de uma forma diferente. E na minha cabeça o CJ rola na porrada com o Goku tranquilo, entendeu? Então SJ tier S. Não sei se ele tava aqui de zoeira, já informo que a minha decisão sobre o CJ é que ele é um dos grandes personagens do PlayStation 2. Para mim ele tá ali, pô, é o tal Crash em cima, o CJ embaixo.
CJ foi citado pelo Guilherme Scarpelli inclusive lá no nosso Twitter.
Tchadasso com CJTRS. Deixo com vocês agora, minha parte eu fiz.
Olha, será que você não tá confundindo GTA San Andreas com CJ? Por que que eu tô perguntando isso? Porque o GTA San Andreas foi incrível, foi foda, mudou o que a gente conhecia sobre videogame na época. Impressionante o que era o GTA San Andreas. Mas se fosse CJ, se fosse DC, se fosse Mano Brown, se fosse Eric Al, Mark Al, qualquer coisa, ia mudar, iria ser diferente. Imagina o Paul McCartney falando, oh shit, here we go again.
Ele não falaria, ele não falaria, cara.
Então eu acho que seria a mesma coisa. Eu acho que qualquer personagem seria aquele cara do gueto, aquele cara que tá em ascensão, aquele cara que tá querendo algo além, e seria um personagem foda no final das contas, mas A base dele, o início dele seria como qualquer outro personagem. Eu não acho o CJ foda, eu acho o GTA San Andreas foda e tem um personagem foda. Então para mim ele colocou o nome do trabalho graças ao San Andreas, não graças ao CJ.
Tô com o Marquito nessa.
Tu falou merda. GTA San Andreas é foda porque tem uma história maneira?
Sim.
A história de quem?
Tá, de um cara do gueto que foi de exceção.
Não, pô, pera aí, cara, não pode, pô. Um cara do gueto Que foi a exceção, que é esse cara, o CJ. Mano, eu acho que o CJ ele tem um molho de protagonista e ele marcou tanta gente, como eu falei aqui no início da minha defesa, que tudo que... jogo pra computador tem mod de nego querendo enfiar o CJ, cara.
Eu ia falar isso, todos os mods é: lançou Elden Ring com CJ.
Ele é a Lara Croft com um pêndulo no meio das pernas pra mim, porra. Ele é um personagem, caralho, grande, porra. Não, não... pra mim ele merece, de verdade.
Eu ia dizer que eu concordo com o Marquito, por causa que existe a confusão de o que é GTA San Andreas e o que é CJ. Mas se formos fazer isso, todos os protagonistas vai ser só colocou o nome do trabalho, né? O CJ deve ter— eu joguei pouco San Andreas, para mim era igual San Andreas que eu não joguei, era igual Coretro, pela puta, e sair dando risada.
É isso aí. Mas o San Andreas foi o único que eu zerei.
E aí, para mim, tipo, ah, beleza, CJ tem a história dele, podia ser qualquer outro cara do Mas não é qualquer outro cara, é o CJ, é o cara que tá em todos os mods. Quem vem é o CJ, sempre vai ser ele. Queria ser esse cara foda, Marquito, de ser sempre lembrado. Porque, por exemplo, qual é o nome do primo do CJ?
Carlton Banks, não sei, dane-se.
Que é o gordão lá, ele também é icônico no jogo, ele também está dentro de San Andreas. Ele sim colocou nome no trabalho, mas a gente lembra do CJ. Pô, igual eu sempre brinco, eu mesmo que sou um puta hater de GTA San Andreas, que eu Eu não que eu sou hater, é que eu não acho tudo isso que pensam. Sempre as pessoas vão citar o San Andreas, vão falar do CJ. Não vai falar, difícil fazer a pessoa falar, pô, mas tem uma missão que não, porque o CJ ele é o personagem icônico do jogo, Marquito.
Apesar de concordar com você, eu concordo com Coreia também. Aí fica difícil saber.
Caralho, quantos tier S tem nesse episódio de hoje?
Hoje teve vários. Para não ser tier S, vou colocar tier A então. Devia ser GTA CJ em San Andreas, tá?
Tá bom, eu aí eu concordo com você então. Se fosse o nome do jogo GTA ao invés de ser San Andreas, ser alguma coisa, aí eu tô de acordo.
Então Tier A para CJ, no coração do Coreia Tier S.
Só pra gente tirar um personagem do Tier S.
Tem que tirar um porque tem, tem, faltam dois aqui que eu sei quem eu sou, que eu tô sorteando, e pra mim os dois já vou dizer que os dois são S.
Eu fiz a minha parte.
Vamos lá, o que dizer de Arthur Morgan de Red Dead Redemption 2, F. Não, peraí, peraí, Roberto.
Ai, cara, ai, quantos outros morreram aí? Doentinho. Ai, tossi.
É isso aí, valeu.
Não, para, responde sério.
Tô respondendo sério, pô.
O cara que— não pode, Arthur Moka. Voto do Corese foi revogado neste momento, gente.
Não, desculpa, porra. O cara, o cara que, pô, tudo bem, a história de Red Red Dead Redemption 2, como eu disse, não joguei, não tenho intenção, mas também não falo, não falo para escrachar o jogo. Mas porra, o John Marston é a cara do Red Dead, não é o Arthur Morgan, porra.
Do 1?
Do 2 também ele tá lá.
Tá, mas depois de muitas horas com o Arthur Morgan.
Ai, gente, desculpa, não entra.
Você vai dar um F mesmo para Arthur Morgan?
B, vai.
B?
B.
Tá.
Por pena.
Por pena, B por pena.
Beba, ah, injeção salvaria, sei lá, um remédiozinho para gripe salvava o homem.
Tá, eu joguei o Red Dead 2 e diferente do Red Dead 1 eu prestei muito mais atenção, acho que na história, ou sei lá se eu tava no momento mais gamer maduro, e eu me senti muito mais imerso na história, muito mais prestando atenção na de Arthur Morgan. O John Marston é foda, tanto que quando ele aparece no 2 é absurdo de legal, porém O jogo 2 é de Arthur Morgan e é sobre a redenção dele, e toda a trama gira em torno dele entender que os feitos da sua gangue não eram os melhores, dele querer se aposentar, dele querer enxergar que as pessoas poderiam ter uma vida melhor.
E quando a gente tá no ápice disso, dele conseguir guiar essa equipe dele, né, contra o nosso querido Dutch, que sempre é a Heavy Player, É quando dá merda que ele falece. Pô, quem jogou Red Dead 2 e não sentiu esse impacto da morte dele jogou errado, ou sei lá, tá muito frio do coração.
Tadinho, implicância igual Coreia. Agora vou falar sério aqui rapidinho, eu boto ele no mínimo, no tirar. Se vocês quiserem subir pro S, eu vou deixar na mão de vocês. É porque eu não gosto muito da história do Arthur Morgan, foi um jogo que, porra, não tive vontade de jogar, mas claramente por trabalhar na área, a gente sabe o que acontece, como é que foi desenvolvido, etc. E cara, ok, Arthur Morgan, um dos grandes personagens, mas eu não acho ele te merece.
Quem que você conseguiu? Falou que gosta do John Marston, né?
Gosto do John Marston porque o Red Dead 1 eu joguei.
Quem criou o John Marston, meus amigos? Nada mais nada menos.
Não interessa, cara, não tem esse papo.
Pai teve mãe, que parada triste.
Arthur Morgan salvou o John Marston. E morrer para os lobos. Arthur Morgan deu exemplos para John Marston. Arthur Morgan foi quem plantou na cabeça de John Marston que ele deveria ser um cara pacífico, um cara família, que fez com que ele ficasse com a esposa dele e o querido filho. Tudo isso foi Arthur Morgan. Esse cara é foda. Eu queria inspirar os outros igual Arthur Morgan inspira, tirando a parte da bandidagem. Para mim, ele te merece, te merece. E eu aceito se o quiser botar no A, mas menos que A, não aceito.
Eu vou de A, Eric, porque é o clássico caso do pupilo que superou o mestre, assim, digamos. Eu acho que se não tivesse o 1, o 2 não seria tão impactante assim. Então o John Marston é S, não consigo colocar Arthur Morgan no mesmo tier que ele. Então ele só surfou na onda de John Marston, é aquele clássico jogo em que a lore foi feita depois que o jogo fez sucesso. Obviamente que o jogo ia fazer sucesso, mas depois que existe um jogo pronto, precisamos de uma lore a mais para fazer o backtracking.
Então eles criaram o Arthur Morgan para isso. Então se não fosse o sucesso de John Marston, não teria Arthur Morgan, e não teria Arthur Morgan criando John Marston. E aí vira um loop temporal maluco aqui. Dito isso, para mim é tirar. Poderia sim ser o nome do jogo, já que ele é o protagonista do jogo.
Caraca, meu mano, meu mano Marco aí, aí ele veio, né?
Agora eu sei como é que ele entrou, tá? Agora entendi como é que o meu amigo Roberto se sentiu quando colocaram o CJ no ar. Eu tentei, senhores, eu tentei. Por último, não precisa de sorteio, elas, a rainha das trevas, Bayonetta do Caldeirão. S para Bayonetta. Eu queria ser ela, porra, mano. Gostoso, brigador, bate em anjo, bate em demônio, tem uma fucking gun no sapato, e ainda tudo isso chupando um pirulito. Uma das personagens mais estilosas do mundo do videogame, um dos character designs mais fodas que tem, uma lore muito interessante.
Ninguém sabe quem ela era, quem é a criança prometida. No final era uma bruxa, e aí ela vai, ela faz confábulo com os anjos, com os demônios, e no final ela vai lá e zoa com todo mundo. Eu não tô por ninguém, eu tô por mim mesma. Tira sarro do demônio. A Bayonetta, para mim, ela é foda sex symbol, mulher empoderada, esse podcast não é machista e tier S para ela.
Cara, eu lembro de Bayonetta, não sei por que me veio um jogo do Play 3 que tinha uma personagem de cabelo vermelho e Mirror's Edge. Não entendi. Não, eu só queria falar que eu não acho Bayonetta isso tudo, eu acho ela o Vergil de xereca.
É do mesmo mundo, né?
E eu acho o Vergil muito pica, então eu colocaria ela no tier A.
Sabe o que eu acho engraçado, Coreia? Se você botar uma arma na bota do Leon, ele vira a baioneta.
Ele só não tá pelado, mas tudo bem.
Então bota o Leon de colã lá com a camisa de bombeiro, você vai lá e rasga, sabe, como se fosse no Street Fighter. Então eu não entendo essa hipocrisia de botar o Leon no Tier F. Você lembra que porra de Tier foi?
Acho que colocou o Tier no F, sei lá, mas vocês rebaixaram meu Leon.
Não, pera aí que agora eu deu, agora Não, o Leon a gente só não botou no S.
A gente só não colocou no S, Marquito. O Leon tá no A, ó você manipulando.
Olha aqui, manipulando os votos.
Olha esse Marco, velho.
Ainda bem que a urna eletrônica funciona.
Funciona.
Não, não funciona, teve que ter o comprovante para a gente saber qual que foi. Dito isso, então é tirar, já que o Leon é tirar e a baioneta é o Leon de botas Mas eu colocaria ela também, brincadeiras à parte, também acho ela foda, também acho ela muito carismática, ela carrega o jogo nas costas. Se fosse um outro personagem, fosse o Leon, vai, falando sério agora, não seria a mesma coisa. Mas porra, eu queria ser a Bayonetta, Eric, queria de volta aquele caos lá, o mundo demoníaco, não sei o quê, bibibibi.
Eu queria ser ela no mundo demoníaco.
Não, eu queria estar, sei lá. Então não, eu acho que é mais do que justo ela ser o nome do jogo e ela é o nome do jogo. Bayonetta é foda. Merecia mais jogos. Ela tá presa no Switch agora, né? Com a Bayonetta. Então isso piora mais ainda minha nota, mas eu vou continuar.
Eu queria dizer que é muito engraçado quando a gente quer defender nossos argumentos, né? Que eu não queria ser o Leon porque eu não queria ser o cara do apocalipse zumbi. Já o Marco queria. Aí a Bayonetta, eu queria ser a bruxa mais foda do apocalipse demônio, mas o Marco não, nada a ver. A coisa é zumbi, vamos com calma aí, tá bom?
Justo, eu prefiro um jogo com anjos e demônios do que com zumbi, porque zumbi já a gente já sabe que é o nível da esgoto.
Vamos lá então, meus amigos, chegamos ao fim deste, dessa mais nossa querida tia lista. E temos que fazer o quê? Eleger quem é o verdadeiro Tier S deste episódio. Então, para você citar quais foram citados aqui, vamos lá: Ellie de The Last of Us, Cloud de Final Fantasy, Joel de The Last of Us, Homem-Aranha, Link de Legend of Zelda, Geralt de Rívia de The Witcher. E é isso, 6 Tier S, 6 entram, apenas 3 saem. E o Joel é meu, apenas, não aceitarei uma capa de podcast sem o Joel dentro, porque The Last of Us foi o primeiro jogo de PlayStation 4 que eu joguei.
Eu só tinha este The Last of Us baixado no meu Play 4 e eu joguei ele por boas horas, me apeguei a Joel e pai de menina e tudo mais. E foda, eu acho esses aqui— como não deixaram trazer? Se tivessem trago Arthur Morgan pro S, a briga seria boa, mas ainda acho que o Joe ainda levaria. Então, como não tem a Drew Morgan, de todos que temos aqui, o Joe é o que eu mais tenho identificação, meus amigos.
Eu achei que a gente tinha extrapolado nos números de Tier S, mas por coincidência foi o mesmo número de Tier S que a gente teve no episódio passado, né? Tanto que a gente separou em Série A e Série B os 6 que a gente escolheu como Tier S no ranking passado.
É que nesse teve manipulação, teve um cara aí que não quis botar algumas coisas no S. S, para não estourar muito de S, sabe?
Ai, ai, alguém tem que ser justo aqui, né? Dito isso, se alguém pegar meu Cláudio, vai ter briga. Então, olha aí, se vira para escolher o seu Série A.
Inclusive, inclusive, vem aqui te agradecer por salvar o Cláudio, porque ia ficar na dúvida, eu ia ficar na dúvida entre ele e o Spider. Além do Spider, tem mais quem? Desculpa perguntar de novo.
L, Homem-Aranha, Link e Gerald.
L, porra, vai ser o nome da minha filha, cara.
Vai ter 2 Eletrofans na capa.
Peter Parker, Peter Parker, pode dar um passo à frente, você foi o meu escolhido para o showdown.
Boa, boa, boa, boa. Qual Peter Parker? O antes do remake?
Os dois, os dois, os dois fizeram uma escolha muito pesada para um jogo de videogame e uma escolha nível Peter Parker, então Eu tô com ele, tô com ele, tô com ele. Ele tá no meu hall aqui.
Peter Parker ou Spider-Man? Ou Homem-Aranha?
A gente esqueceu quem é o Peter, né? Verdade. O Spider-Man TM, depois de enfrentar o Green Goblin.
Então a capa vai ter Spider-Man e não Peter Parker, é isso.
O Spider, porque a gente esqueceu quem é o Peter. Feitiço maldito.
Spider-Man da cueca usada, todo rasgado.
Não, chega, chega, chega, chega, chega, chega. Então tá aí, Cláudio, Joel e o Spider-Man TM são os verdadeiros true tier S desse episódio, que vão para a final para escolhermos quem é o verdadeiro maior protagonista. Nossa, esse episódio vai dar briga, hein, do mundo dos games. E Eric Coreia e Marco Barbosa, Sérgio Roberto e Cláudio não vão apanhar sozinhos. A gente quer saber dos nossos ouvintes quais são pra eles os verdadeiros Tier S desses S que a gente trouxe aqui, né, Marquinhos?
E hoje um desafio legal que eu quero deixar pra vocês. Quem falar que é Arthur Morgan, vou tá deixando um código que é a QR code do meu Pix aqui pra vocês irem lá reclamar, entendeu? Se vocês acharem que ele tem que entrar no Tier S. Quem fizer o maior Pix vai ter o comentário lido aqui, entendeu? No nosso podcast.
Boa, vai logar hoje, @outlook.com, é nossa chave Pix.
Isso, aí o Eric vai avisar aqui qual foi o maior valor. Beleza, vocês vão comprar a vaga dele aqui e eu vou, e eu, a gente vai decidir se o seu argumento foi bom ou não. Escreveu demais, não vamos ler. Falou que a barba dele cresce, ele vai descer pro Tier F. Ah, mas sei que lá ele é, não, quero bons argumentos.
Venham com bons argumentos, assim como vocês virão com bons Pix.
E se mesmo assim E se sim, você quiser, caro ouvinte, mandar sim um comentário no Spotify, compartilhar o episódio no Instagram ou no Twitter, seja onde for, você vai concorrer também a R$50 em gift cards pra gastar no seu protagonista favorito, pra salvar alguém que te deixou de lado, ou simplesmente pra apoiar o Vai Logar Hoje, já que sim, no final das contas a gente vai sortear no final do mês um ouvinte pra ganhar esse prêmio, né, Eric?
Com um gift cardzinho maravilhoso, respondendo então o que a gente pediu, mandando Pix que o Coreia pediu e compartilhando esse episódio nas suas redes sociais. Quanto mais ativações— ah, mas legal falar ativações do que ticket, né? Quanto mais ativações você tiver, mais chances de ganhar no final do mês. E queria dar o parabéns pro Eric Fagundes, que este mês ele fez o sorteio e pagou os ouvintes em tempo recorde, meus amigos!
Marcolino, meu amigo, você sabe de algum podcast que recebe o apoio financeiro dos ouvintes e devolve tudo em premiações de volta para eles?
Ah, meu amigo Eric, você só pode estar falando do Vai Logar Hoje, com o seu sorteio de gift cards para os seus apoiadores.
Exatamente, Marquito, o melhor e mais recompensador programa de apoio coletivo, eu tenho certeza que é o nosso.
Com certeza. Porque com os apoios nós conseguimos todos os meses fazer sorteios para os ouvintes e também um sorteio exclusivo para os apoiadores.
Verdade, Marcolino. E quanto mais apoio, aquela continha básica, né, mais sorteios que a gente faz e no fim todo mundo sai ganhando.
E falando em ganhar, me diz uma coisa, qual é o valor da premiação desses sorteios, hein?
Marcolino, os apoiadores podem ganhar gift cards no valor de R$100, que pode ser de iFood, PSN, Microsoft Store, Steam, Onde tiver gift card, a gente consegue.
Ei, que beleza, hein? Tô quase apelidando então esse apoio coletivo como VLH Rewards, já que o custo-benefício dele é altíssimo. Mas me diz aí, quem quiser entrar para esse programa tem que fazer o quê?
Ah, é muito fácil, Marcolino. É só entrar em apoia.se/vaiapoiarhoje e escolher o tier que cabe no seu bolso. Tem tier de R$5, de R$10, de R$20, de R$50, cada um com a sua vantagem específica, Marcolino.
Sem falar, claro, daquele tier de R$100, né, Eric?
Esse aí é um tier secreto, Marcolino, que a gente orienta os nossos ouvintes a entrarem lá no Apoia.se para entender do que se trata, mas eu recomendo a pagarem R$99, não R$100, tá bom?
Ah, bom demais, hein? Depois disso é só dormir tranquilo com a certeza que estará colaborando com um projeto muito legal e garantindo boas risadas com a continuação do nosso podcast.
É isso, fácil, prático e recompensador.
Ah, como é bom ser apoiador do Velho H!
Muito que bom, muito que bem, Marquito. Queria dizer que Pra ser o protagonista nos nossos corações, o que os ouvintes precisam fazer, Marcolino? Seguir as nossas redes sociais, @vailogarouje, em todas elas. Acessar o nosso site, marquito, vailogarouje.com. Estamos tendo uma enxurrada de reviews lá. Inclusive, essa semana saiu uma que é de um gótico contender, segundo o nosso redator. E serão protagonistas nas nossas vidas quem dar 5 estrelas pra gente no Spotify.
Travamos em 150 estrelas, Marquito. Se eu não dou a meta, eles não fazem. Falam, né? Queremos agora 200 estrelas no Spotify. E por último e não menos importante, se forem comprar algo online, usem os nossos links de associados: KaBuM!, Amazon, Mercado Livre e NordVPN. Todos eles destacados no nosso Instagram. Ou peçam para entrar no nosso grupinho, o Vai comprar hoje. Pessoal sempre tem mandado lá promoções. Esses dias saiu um X-Men Wolverine por R$200 e poucos.
Tá valendo muito a pena fazer parte do nosso grupo de compra. Chegamos ao fim dessa parte 3, já garantindo que teremos a parte 4. E queria pedir para os ouvintes aí, se estão sentindo falta de algum protagonista, pode continuar mandando para gente, que pode ser que não esteja na nossa parte 4. A gente adiciona. E esse aqui é um quadro que pode durar bastante tempo. Meu amigo Coreia, muito obrigado mais uma vez pela sua participação.
Mês ver o senhor estar de volta seguindo o seu contrato vitalício com este podcast. E temos que pensar já em quadros fixos para o Coréia quando acabar a cheerleader. Aliás, cheerleader é o quadro do Coréia, né? Muito bom aquele, gravou com a Andréia, maravilhosa. Parabéns, viu, por ter nos substituído muito bem. E deixa aí, Coréia, as novidades, meus amigos. Coréia tem novidades na podosfera, meus queridos. Coréia, te amo, um beijo no coração.
E eu vou neste momento abrir um PDF para pedir para os GPT me ajudarem, convencer eles de que o Arthur Morgan é sim, te merece.
E eu fui, galera. Muito obrigado novamente por terem me recebido aqui. É muito bom estar falando aqui com vocês, estar logando com vocês. Espero vir muitos, muitas e muitas e muitas vezes. E agora vocês também podem me escutar lá no A Última Fogueira, junto com o meu amigaço Lucas Macedo, que agora é meu duo aqui de podcasts. E tem outras coisas vindo aí, mas ainda não estão prontas, entendeu? Mas é isso, em breve anuncio meus novos projetos.
Queria dizer que eu ouvi o último episódio que lançou sobre eles falando de jogos que merecem a devida importância, tecer comentário sobre cada um dos jogos que vocês trouxeram. Gostei bastante, um belíssimo episódio, meus amigos, vale muito a pena. O melhor host, co-host que Última Fogueira já teve chama-se Coreia.
Brenner, nada contra você, irmão, tamo junto.
Eu fiquei feliz de verdade de ver você também junto nesse projeto da Última Última Fogueira, porque você faz falta no mundo dos podcasts.
Caraca, cara, faz comigo não, senão vou fazer um próprio e vou fazer o Última Fogueira e eu vou fazer não sei o que lá, entendeu? Aí eu vou ter vídeo, aí eu vou ter canal, aí eu vou fazer live, aí eu vou fazer um monte de coisa.
Você é um cara necessário na criação de conteúdo, é muito bacana te acompanhar.
Obrigado, obrigado.
O Coelho até perguntou esses dias lá no nosso grupo de WhatsApp, né? Ah, quais jogos vocês querem que eu faça live no YouTube? Eu falei, ah, Baldur's Gate 3, né? Eu achei que seria legal. Ele falou, ah, será que seria legal realmente, Felipe? Eu falei, Coreia, eu jogo com você, é legal. Pô, imagina o Coreia interpretando um personagem, fazendo as reações, fazendo as piadas dele, ia ser incrível. Então, Coreia, não importa, vai jogar Tetris que é sucesso.
A gente quer ver você.
Exatamente. Dito isso, obrigado por mais esse episódio dos protagonistas. Fiquei feliz que ninguém escolheu a série B dos protagonistas. Porque o Coreia escolheu a Eli, e caso o Eric escolhesse o Gerard só para me foder, ia sobrar o Link para mim. Eu ia ficar muito puto por conta disso. Então ainda bem que não teve isso. Tamo junto, parte 4. Eu acho que é a saideira e promete bastante coisa, porque ainda falta.
Será que é a saideira? Se for saideira igual do Eric no bar, meu amigo, eu acho que vai ter um showdown aí dos últimos selecionados e vai ter um episódio, mesmo que ele seja curtinho, pra gente decidir quem que é o Master Blaster Ultimate Prota, formador de aura Ultimate da Silva.
Dito isso, eu vou me despedir da mesma forma que o Link se despediria do jogo Zelda.
Em silêncio.
Eu achei que o Mac ia meter um Marquinhos, eu trouxe alguns protagonistas aqui para participar desse episódio. Faz tempo que a gente não faz isso. Vamos logar com os ouvintes, botar em dia não, mas quase em dia todos os comentários que nós recebemos. Temos início aqui, um vai logar com Francisco novamente no episódio 56, uma sidequest que gravamos com o nosso querido amigo Felipe Barreiro, Felipe Parreira, sobre casamento. E aí o Chicão mandou: excelente episódio, gurizada, tirando uma piadinha ou outra, foram muito maduros e profissionais falando sobre o temido para matrimônio.
Fiquei surpreso. Risadas, ele mandou. Setembro de 2026 completamos, minha esposa e eu, 20 anos de casados. Duas filhas lindas, casa, carro e muitas outras conquistas em conjunto, mesmo as de cunho pessoal. Aquele incentivo está sempre presente. E abraços. Poxicão, fico deveras genuinamente feliz pelo seu relato. Que bacana! Eu sou um cara que Sou defensor irrestrito da instituição casamento, apoio, fico feliz quando pessoas estão felizes no casamento.
Fico feliz por você, Chicão, tamo junto. E esse é um belo episódio, realmente, Marquinhos.
Deixa eu abrir um parênteses aqui, Eric, antes de comentar o comentário do Chicão.
Abra.
Recentemente a gente teve alguns strikes ali do Spotify, né, devido à utilização de músicas nos nossos episódios. E teve um episódio que, caramba, teve tanto strike assim, teve tanta indicação de música aí piada que a gente usou. Falei, cara, por que que eu usei tanta música nesse episódio? Tá, o episódio era sobre música com o nosso Gabriel Santa Bárbara, mas mesmo assim falei, caramba, né? Eu não lembro de ter, a gente ter comentado, ter colocado trecho de música nesse episódio.
Vou reouvir esse episódio. Então eu dei um de Marco Domingos Neto aqui e também ouvi episódios antigos. E porra, velho, você pega gostosinho.
Esse CP é muito legal de música.
Não, é legal a gente se Dili, falou de música, falou do que a gente gosta, falou de qual que é a nossa primeira memória de música que mais atrai a gente. Você falou de Claudinho Buchecha, foda. Eu falei de Iron Maiden. Beleza, não vou dar spoiler para o Chicão, que eu acho que ele não chegou nesse episódio ainda. O que eu quero dizer com isso? Não, ele comentou, Eric, que a gente foi maduro nos comentários, mas teve piadinhas tirando uma piadinha a outra.
Eu quero reouvir esse episódio para saber Piadinha outra que a gente fez nesse episódio. Dito isso, Chicão, porra, foda, cara! Duas filhas lindas, casa, carro e outras conquistas em conjunto. É o que a gente quer, né? Que a gente gosta, que a gente almeja: segurança, planejamento, família, pessoas que te amam em volta de você. E você tem tudo isso, cara, legal! Falta a gente junto do seu lado, Chicão, para você ser completo. Tamo junto!
Vocês que estão ouvindo hoje, o Marco lançou ontem no nosso grupo de avisos lá no no WhatsApp o link desse episódio da música, né, Marquito? Nosso Throwback Thursday.
É verdade, vou fazer isso.
Faltou o Throwback Tuesday dessa semana, então vai de Throwback Thursday.
É verdade, eu esqueci. Dito isso, lá vem ele de novo, Francisco Domingo Neto, nosso Chicão. É que, ó lá, falando em esposa, ele ouviu o episódio 57, um co-op sobre nutrição, com ela, Tatiane Goulart, a minha digníssima. Excelente episódio da senhora Marco, gratidão pelas informações. Salgadinhos, chocolates, amendoim, bolacha, refri, cerveja. Caras, é difícil manter uma alimentação saudável, risos. Chicão, porra, vou falar um negócio para você, cara.
Antes, eu entendo que era difícil manter uma alimentação saudável, tá? Não tô falando que é mais fácil hoje, mas se você for ver salgadinho hoje em dia, não é mais o mesmo. Chocolate hoje em dia não é mais o mesmo, amendoim hoje em dia, tá bom, amendoim continua sendo o mesmo, bolacha principalmente não é mais a mesma, não tem aquele gosto da infância. Então essas coisas aqui para mim, por exemplo, não entram mais em casa. Não é porque não é saudável, é que deixou de ser gostoso, ficou ruim.
A última, é, então a última vez que eu comi porcaria, Eric, foi quando o senhor esteve na minha casa. A gente comprou lá salgadinho, debulhou de comer porcaria, na verdade. Então Por quê? Porque não sabe, não é mais interessante ter em casa. Então acho que a maior dica que fica, e provavelmente a gente falou nisso, disso nesse episódio, é não ter em casa. Ah, vai no supermercado, porra, não compra refrigerante, não compra cerveja, Eric, não compra salgadinho.
É a maior dica que fica. E fico feliz que você tenha gostado do episódio, Chicão.
Querem saber minha dica sobre alimentação? Entrem aí em apoia.se/vaiapoiarhoje, deixa um apoio lá e escute o episódio bônus que gravamos semana passada com a Gisele falando sobre a minha vida fitness. Concordo em gênero, número e grau com o Marquito. Sigo, ouçam lá para saber. Tamo junto, Chicão! Seguindo, ele continua aqui, Marquito, no nosso episódio número 58, um co-op que gravamos com o Professor Richard Calil, Marquito, seu amigo aí de Porto Alegre.
Que ele mandou. Ótima conversa, gurizada! É muito bom ouvir o ponto de vista de trás da mesa do professor. Risos. Histórias da época de escola sempre rendem boas risadas e lembranças. Brigas, namoricos, colas, broncas, bagunças, entre outras. Abraço. Não lembro de nada desse episódio.
Aliás, eu lembro de uma coisa desse episódio com o Richard, que ele gravou no celular.
Não, que Eu lembro que eu fiz uma piada de cunho: e aí, as professoras na sala dos professores e tal. Aí o Marco falou assim: acho que eu vou cortar essa parte, que vai saber se não rola alguma coisa por trás e tal. Aí tinha uns sabres esqueletos que as pessoas têm no armário, já era um conflito. Falei: é verdade, Marquinhos, melhor cortar, melhor cortar. Só isso que eu lembro. De resto, foi um episódio feito para mim. Mas que bom que no fim o Chicão gostou.
Então foi naquela época, né, Eric, que acho que o Chicão vai começar a perceber que a gente começou a apelar para co-ops completamente sem sentido. E tá, normalmente a gente fala, né, ah, não lembro nada que a gente disse em tal episódio, não lembro. Mas na verdade a gente lembra uma coisinha ou outra. Nesse eu não lembro nada, nada, nada, nada. Eu amo o Richard, eu acho ele um cara incrível. Aliás, tá com um canal no Instagram muito legal explicando sobre geografia, até recomendo.
Eu vou passar depois no nosso grupo de WhatsApp para as pessoas seguirem. Dito isso, não lembro. Gostaria de reouvir pra ver se realmente foi um bom episódio, mas confio no nosso Chicão, Eric.
Eu nem conheci o Richard lá em Porto Alegre, então...
Confio tanto no Chicão, Eric, que ele voltou no episódio 261, um save point, sobre jogos ruins: Esquadrão Suicida, Tomb Raider e Saint Rose: The Third, o nosso Rafa Xavier. Ele mandou o seguinte comentário: Não bebo uísque, mas segue a palavra, a qual já estava salva no meu teclado, pois usei em algum outro episódio do passado. Sim, no episódio número 1. Estou 100% com o Ericão nessa. Me diverti demais jogando Tomb Raider e só não militei por causa das porcarias das conquistas online, que deveriam ser proibidas.
Risos. Abraço. Sim, totalmente de acordo. Conquista online é uma merda. Se tem uma coisa que eu acho legal que a Sony faz separar conquistas. Não sei se ela faz isso para todos os jogos, como funciona online, offline, mas porra, quer fazer conquista online, beleza, vai fazer. Talvez não vai contabilizar para miletar o jogo. Tirando isso, conquista deveria ser progressão, ponto, acabou. Tirando isso também, o Eric, como disseram no grupo do WhatsApp esses dias, acho que foi o Lucas Barbosa, levou um canhão por uma briga de cegos.
Pô, aí eu trouxe jogo ruim, o Rafa trouxe jogo horrível, e o cara me vem com jogo ótimo.
Eu trouxe um jogo de 2013, chupa, que foi a primeira vez que eu ganhei um save point, tá lá na pedra. Tamo junto, Chicão, cara. Sabia que você era dos meus e se divertiu mais comigo. Chupa, Marco. Chupa, Rafa Batista.
Uma vergonha quem votou no Eric, digo isso.
Vamos lá, Chicão veio de novo aqui, Marquinhos, no nosso episódio 59, uma side quest que gravamos. Pô, eu gosto muito desse episódio também. Gravamos com o nosso querido Max Maximizando para contar os bastidores de ser um criador de conteúdo. E aí o Chicão comentou: não sou seguidor e nem consumo o conteúdo do Max, mas foi uma ótima conversa. Já mencionei em outros episódios, é sempre, é sempre bom ouvir essas conversas para entender os bastidores e o trabalho de cada um, não apenas tirar conclusões sobre o que o cara tem ou recebe.
Abraços. Exatamente, Chicão, você é um cara sensato e nem precisaria desse episódio para pessoas a entender que a vida de um criador de conteúdo assim como eu, como o Marco, como a Dona Neuza, como companhia, não é tão simples assim. Não que, nossa, eu, Marco, a gente leva uma vida que, meu Deus, o podcast suga a gente. Mas esse episódio a gente conta bastante coisa interessante, e é uma época que, pô, a gente não tinha, Marquito, acho que 90% que a gente tem hoje, o tamanho do Malugar hoje, né?
Sim.
E é um belo episódio. A gente foi mais para ouvir o Max, né? Mas dividimos também as nossas experiências. É um episódio muito legal. O nosso querido Michel Melo sempre cita esse episódio como um dos favoritos dele também. Vale a pena todo mundo ouvi-lo.
É que eu lembro com muito carinho desse episódio também, tá? O Max, aliás, é protagonista de, ó, protagonista de vários episódios aqui do Vai Logar Hoje. Esse é um deles. Teve um outro também que a gente falou sobre miletagens e platinadas, que também é muito bom. Esse aí eu guardo também com muito carinho. Mas esse de criador de conteúdo, a gente meio que fechou um, a gente fechou uma falha que a gente teve, não sei, naqueles episódios de streamers que a gente gravou, tanto com a Smizinho quanto com a Anarquia, a Senhora Maravilha, que sei lá, a gente tava meio perdido na época.
Nesse não, nesse a gente realmente botou o nosso ponto de vista e falou verdades que infelizmente são reais. Não dá para depender de amigo, não dá para depender de família, dá para depender de quem realmente se importa com o trabalho que a gente tá fazendo aqui hoje. Então obrigado para vocês que ouvem e comentam, que participam de alguma forma do Vai Logarute. Da mesma forma que ele, Eric, o senhor Alfredo Ylvaart Jr., que comentou no nosso episódio 262, Checkpoint de jogos obrigatórios por gênero.
O Dom Alfredão mandou: Caras, eu adoro Checkpoint, estou na metade do episódio e já estou curtindo muito, mesmo não sendo um gênero que me atraia muito. Sou a favor de um remake de checkpoint quando acabarem os assuntos. Difícil será obter novos títulos para determinados temas, mas fica aí o desafio. Abração, @tuaofredão. Vou te falar que sim, para alguns temas, alguns gêneros, até caberia sim uma parte 2, né? Jogos de ação, jogos de aventura.
Mas cara, já foram mais de 140 jogos que a gente falou, que a gente mentiu, Que a gente se virou para tentar defender. Tá chegando no limite, bicho. Aliás, já chegou no limite, né, Eric?
Acho que a Sunshine tá deitada, Marquito.
Vai ter um ou outro, acho que vai ter um checkpoint de card games que eu quero falar, e talvez a gente sugue muito para falar de um outro episódio de checkpoint. Depois disso acabou.
Esse mês vai ter checkpoint? Esse mês nem vai ter checkpoint, esse mês a gente vai tirar uma folguinha gênero é o homem. Dito isso, Alfredo, a ideia é boa, mas infelizmente talvez não seja executada.
Tamo junto. Vai ter o checkpoint dos checkpoints, é que a gente vai ter que determinar qual que é o melhor jogo de todos os tempos.
Tá bom, vamos lá, seguindo. O Edu Oliveira mandou no mesmo episódio: meu top 5 games de horror são Alan Wake 2, Resident Evil 2, Obscure 2, Outlast Trials, Resident Evil 9 Requiem. Temos um padrão, segundo game sempre é melhor. Kibai TP, um dos meus estilos favoritos. Vou começar Silent Hill F nessa sexta que lançou o EP, bem ansioso. Não lembro se a gente citou Silent Hill F no episódio, mas ele fez seu sucessinho ano passado.
Inclusive o Edu fará uma review para o nosso site sobre a experiência dele com Silent Hill. Desses que ele citou, Marquito, acho que só o Obscure, nenhum, nenhum 2 eu conheço. E o Outlast e o Trials, eu acho que ele talvez tenha citado porque ele jogou online com o pessoal e que ele chama mais pro co-op pela experiência, né? Ele não é muito, muito amado não, esse Outlast.
É, eu também não conheço Obscure. Aliás, lá que você falou Obscure, me veio Claire Obscure na cabeça por motivos. O Trials, para mim, de terror, eu só conheço o Trials HD, que é aquele jogo de moto, lembra? Que você tem que ficar empinando, pulando de um lado para o outro. Pô, que jogo infernal! Legal para mim, aquilo sim é jogo de terror. E para mim o top dos tops aí é o Resident Evil 2, que a gente só não colocou na lista porque, vai, eu trouxe o Resident Evil 1 dessa vez e o 2 a gente colocou em jogos de ação, provavelmente, não lembro, que é um jogo de ação também.
Dito isso, Edu, quero sim ler a sua review sobre Silent Hill F, porque querendo ou não é um Silent Hill, né? Então estou interessado em ter mais detalhes a respeito no nosso vailogarhoje.com. Seguindo, Eric, ele, o rei dos comentários honestos, Recolto23, mandou a seguinte mensagem pra gente no nosso Save Point de Esquadrão Suicida, Tomb Raider e Saints Row com o Rafa. Fala-nos, 2, porque faltou o último, beleza? Sim, no último episódio esqueceu de colocar o S na palavra, ficou só falar mano.
Criou intrigas entre nós. Episódio da hora, pra variar. Todo episódio com o Rafa fica muito bom. Gosto muito das opiniões dele. Valeu, abraço, Process 3. Sim, o Rafa também, né, ele que é um dos grandes participantes do nosso podcast. Aliás, ele tá tão famoso ultimamente que tá difícil arranjar horário com ele. Aliás, ele tá lá na Gamescom na Alemanha. Onde que é a porra da Gamescom? Ele tá em algum evento fora, né?
Não sei, ele tava na China, depois foi Nepal, depois foi para Dubai.
Entendi também, só sei que ele tava viajando a trabalho, ou seja, o cara é importante. E aí a gente fica feliz de ter descoberto ele da planta, né? A gente pegou ele lá embaixo quando ele era estagiário.
Mas não é zoeira, é verdade mesmo, né?
É verdade.
Não, o Rafa é foda, ele nem cogitava criar os conteúdos que ele cria hoje.
É bem legal, o Rafa é tier 10 de protagonista. Eu queria ser ele, porque o cara realmente se empenha, se empolga, faz acontecer, e ele é foda. Recolto, bacana saber que você gosta dele, da mesma forma que você tem aquela paixão pelo André.
Eu não cresci o Rafa porque ele apanha da esposa, de resto, né? Vamos lá, Marquito. Alisson Rosa, seu querido conterrâneo aí da serra— mentira, sei que é o bairro ao lado de Canoas— mandou no nosso checkpoint também. Fala aí, queridos! Realmente foi meu primeiro comentário no episódio anterior, embora já escute vocês há mais de 2 anos. Confesso que sou preguiçoso mas tentarei ser mais participativo, kkk. Sobre o episódio de hoje, gosto muito de survival horror, joguei todos os Residentes e é uma das minhas franquias favoritas.
Tentei jogar Amnesia uma vez, mas sem ter uma arma e ficar fugindo não deu para mim, acabei dropando. Queria citar o recente jogo BR Ayla, que é muito bom e feito por aqui. Valeu! Nosso querido Alisson Rosa fez o comentário um mês atrás, que quando a gente comentou, quando a gente leu o outro comentário dele, a gente falou, pô, apareça, tal. E por isso que ele tá dizendo aqui, não, já escuto vocês há 2 anos. Neste momento, meus queridos ouvintes, ele já faz parte, sei lá, 2, 3 semanas do nosso clube de ouvintes e é super participativo lá, tá super interessado com a galera.
Foi uma ótima adição ao nosso grupo, meu querido Alisson Rosa. E pô, é muito, muito intrigante e interessante tudo quando eu e o Marco descobre que tem um pessoal que ouve a gente, a gente é a moto em pó e tá na moita. Gente, apareça, é muito legal pra gente isso, igual o Alisson apareceu.
Verdade, é que realmente a gente já falou isso algumas vezes. Acho que inclusive a gente deve ter falado naquele episódio com Max, né, sobre criador de conteúdo. Quando pessoas aparecem e fala, porra, gosto do seu trabalho, acho você legal, acho que você fala uma merda, não sei, quando falam a gente fica, porra, quem é esse cara? Tipo, por que que ele falou isso? Por que que ele gosta da gente? Que episódio ele ouviu para chamar atenção e continuar ouvindo a gente?
E o Alisson foi assim. Por algum motivo também eu bati a a olho na foto dele, falei, cara, esse cara gosta da gente, esse cara parece legal, pô, eu quero jantar com ele, eu quero ir lá para Canoas para trocar uma ideia com ele, sei lá. Então, Alisson, bacana ter você no nosso grupo de ouvintes. E façam que nem o Alisson, apareçam, entrem para o nosso WhatsApp, mandem mensagem no Instagram, que seja, gente, a gente quer saber quem são vocês.
Valeu, Alisson, obrigado por ser lindo e participar diariamente do nosso grupo. Agora, lindo mesmo é que esse cara aqui Arthur Maboni também comentou no nosso Checkpoints de jogos de survival horror e mandou o seguinte recado: Não é um gênero que costumo jogar, mas parabéns por mais um episódio fantástico e muito bem conduzido. Tenho breves memórias de Resident Evil 1 e realmente aquilo era muito impactante para a época. Alguns anos depois, lembro de apenas ter visto gameplays no YouTube de Dead Space e achei bem bacana.
Curioso para ver como vai ser o próximo jogo do Kojima desse gênero. Pelo menos o trailer foi bem interessante, só não lembro o nome. Kkk. Meu lindo Arthur Bamboni, saudades de você, você faz falta também aqui em Porto Alegre, nas nossas vidas. E novamente, né, Eric, foi um episódio difícil de gravar, já que a gente não é fã de jogos de survival horror, e é legal quando a gente faz um trabalho bem feito e é reconhecido pelos ouvintes.
Então, Arthur, obrigado pelo comentário. E eu tô falando tudo isso e tô enrolando que eu também não lembro o nome do jogo do Kojima. É isso.
Recebi um áudio hoje de Niki, esposa de Arthur Marboni, com Arthur Marboni ao lado. Fiquei tão feliz, bem legal. E saudades, Arthur, faltou você na minha última viagem. E o nome do jogo do Kojima é OG. E tem uma galera na expectativa por esse jogo mesmo, que se eu não me engano vai ser exclusivo da Caixa, Marco Barbosa.
Então vai ser ótimo.
É isso.
Vamos lá, Felipe Amaral, primeira vez que vejo ele por aqui também. Ótimo. No nosso episódio Checkpoint sobre survival Horror. Ótimo episódio, recomendo o Alone in the Dark novo. Não é inovador, mas é subestimado. A gente, eu citei o Alone in the Dark bem antigão. Eu me lembro de que quando foi anunciado esse novo Alone in the Dark, Felipe, uma galera ficou hypada ali, o pessoal gosta de survival horror. Mas quando lançou, talvez ele não tenha atendido as expectativas.
Mas fica aí com aquela coisa, tem jogos que se a gente for jogar de cabeça aberta e sem esperar muita coisa dele, ele entrega, né, Marquito? E Felipe, Obrigado aí pelo comentário, apareça nas nossas redes sociais, queremos saber quem é você, se você também nos ouve há muito tempo e só apareceu agora, tamo junto.
Felipe Amaral, obrigado pelo comentário. É isso, né, Eric, novamente então uma pessoa surgindo nas nossas vidas. Espero que você então continue comentando, continue participando e continue sim indicando bons jogos. Pô, o Alone in the Dark é um dos casos que talvez as pessoas não deram tanta atenção porque não é o jogo perfeito, sabe? Mas é um jogo gostoso ali, bons reviews sobre Alone in the Dark. Talvez o problema seja, sei lá, preço.
Talvez seja realmente, sabe, você tem que escolher hoje em dia qual jogo você quer comprar. Não vou comprar um Alone in the Dark. Então se tivesse no Game Pass da vida, talvez as pessoas dariam mais chance. Seguindo, Eric, olha só quem voltou! Ele, nossa, tava com saudade, o homem, a máquina, Marcus Stunt, também no nosso Save Point, né? Esses jogos ruins com o nosso Rafa Batista, ou não, Rafa Xavier. E o Marcão mandou o seguinte recado: boa madrugada, aê porra!
E entre parênteses: perdão, pastor, a nostalgia bateu forte. Que belo episódio! Vamos por partes. Saints Row é legal, mas ser melhor que Yakuza é loucura. Lara Croft ser menos conhecida que Nathan Drake Erick é falácia literalmente, ela chegou quando tudo era mato e poligonal, importante. Ela andou e muito pro Nathan poder correr. E minhas filhas sabem que é Lara Croft e eu obriguei a ver. Sim, Esquadrão Suicida foi um delírio coletivo.
Erick vence essa, manipulando, mas vence. Beijo na careca. Vamos lá, comentando alguns os comentários aqui no Marcão Eric. Porra, eu também acho que Lara Croft ainda é maior que Nathan Drake, porque a Lara Croft se mantém ativa. Jogo ruim, jogo bom, remake, remaster, reboot, ela se mantém ano sim, ano sim com jogos. Já Nathan Drake aparece, faz um estardalhaço, some, aparece, faz um estardalhaço, some. Então não é aquele personagem que marca realmente, é só um bom personagem. Então dizer que Lara é menor que Nathan não existe.
Quem foi que disse isso episódio, Marquito.
É foda.
Então tem que te revogar a carteirinha gamer dele.
É por isso que esse foi o Save Point do Antigo Testamento. Jogo ruim, comentário duvidoso.
Verdade. E por isso que o Marquito apareceu. Verdade. Exato, ele é um ponto do Velho Testamento. E obrigado pelo voto, você acertou. Eric venceu.
Absurdo.
Chupa, Marco Barquito. Olha quem está de volta, Marquito. Adrianão, mandando o nosso episódio de número 2, de número 257, os nossos jogos obrigatórios de puzzles. Ele já inicia com o bordão que é dele: bom dia, boa tarde e boa noite. Porra, depois de um sumiço estou retornando novamente, ou não. Risos. Depois de ver esse episódio percebi que não conheço quase nenhum jogo de puzzle e joguei bem poucos. Um jogo que gostei muito quando joguei foi o Limbo e ainda estou devendo jogar a sequência.
Abraços e sucesso, meus amigos. Daqui um tempo consigo colocar os episódios em dia. Pô, Adriano, fiquem tranquilos de colocar os episódios em dia. Ei, mas que a gente sabe que às vezes a rotina impede a galera de conseguir ouvir, mas sempre que puder apareça aí, que a gente gosta muito de ler seus comentários. E a sequência do Limbo seria a espiritual, né, o Inside, né? Ou é o contrário? Boa, boa, boa.
É que tem alguns jogos que eu, sei lá, instalo no videogame e falo um dia eu vou jogar, um dia eu vou jogar, um dia eu vou jogar. Inside tá lá, velho, sei lá eu quantos anos, ele já deve ter saído do Game Pass, deve ter voltado para o Game Pass, e eu falo um dia eu vou jogar. Então sei lá, um dia eu vou tomar vergonha na cara e jogar, porque eu sei também que é um grande jogo e merecia também estar na lista dos melhores jogos de puzzle de todos os tempos, da mesma forma que o Limbo.
Porra, não sei, o Limbo tem excelentes puzzles, mas sei lá, ele é tão curtinho que eu acho que, sei lá, ele é uma boa menção honrosa. É um bom jogo arcade, não sei se eu colocaria ele no top 10 de jogos de melhores puzzles, por mais que é um excelente jogo. Seguindo, Eric, ele novamente, nosso Adriano, nosso episódio 258, uma side quest dos TETA, dos tópicos extremamente triviais e atípicos do velho H. Bom dia, boa tarde, boa noite.
Segunda, segundo episódio do dia, ótimo episódio como sempre, meus amigos, estava com saudades de ouvi-los. Abraço e sucesso. Porra, claramente, né, Eric, ele comentou para, sei lá, para a gente saber que ele continua ouvindo a gente, para ele se fazer presença, e ouvindo um episódio completamente aleatório onde que a gente respondeu boas perguntas sobre a nossa vida pessoal e um pouquinho sobre videogame, né? Boa.
Eu tinha falado com o Adriano no particular, ele falou que tava meio corrido, e é engraçado que ele se justifica, não, mas eu vou voltar. Falei, mano, fica tranquilo, fica tranquilo, mas ele voltou. Muito obrigado. E vamos ao último, Marquito. Guilherme Santos. Conhece Guilherme Santos, Marco Barbosa? Infelizmente mandou no nosso episódio 262 os jogos obrigatórios de Survivor. Caraca, rapaz, eu esqueci completamente do meme. Mal aí.
Dito isso, você está completamente sozinho no espaço, preso em um looping temporal onde o sol explode a cada 22 minutos. Dark Bramble é terror puro. Você navega na escuridão total enquanto Anglerfish gigantescos espreitam no silêncio. Você não tem armas, você não tem armadura. Sua única opção é sobreviver tempo o suficiente. Outer Wilds é o survival horror mais honesto que existe, aquele que você nunca pode vencer a morte, apenas aceitá-la. Ele vai conseguir fazer isso em todos os gêneros, Marquinhos. É maravilhoso.
Você sabe que a gente tem tokens na nossa empresa para gastar em inteligência artificial, né? E eu acho que ele tá gastando todos os tokens dele nesses textos que ele tá mandando pra gente. E zero pro trabalho. Que porra, velho! Haja IA pra criar uma teoria que Outer Wilds é um jogo de survival horror. E sabe o que eu consigo acreditar?
Fez sentido, fez sentido.
Porra, fez muito sentido, velho! Você tá correndo contra o tempo, sempre tem uns bicho estranho te perseguindo, tem uns sons vindo do nada, você tá paranoico, É isso, Outer Wilds, o melhor jogo de survival horror de todos os tempos.
Dito isso, meus amigos ouvintes, continuem comentando no Spotify para nós lermos com muito prazer as suas mensagens. Se quiserem mandar email para vaiologarouja@outlook.com, pode mandar também, a gente deixa separadinho. Eu coloco aqui na minha to-do list de lembrar de ler os comentários de vocês. Abraço para João Bozan, que sempre comenta no YouTube também. E para Vitor Randan, que sempre comenta comigo no WhatsApp. E é isso, beijos no coração, valeu, fui!
Oficial agora, né, já que eu não me despedi durante o episódio.