Episódio 265 #Draft • Escolhas Duvidosas do Dia dos Pais (feat. Will Castro)
No clima de Dia dos Pais, o quadro Draft está de volta para responder perguntas que absolutamente ninguém fez... mas todo gamer gostaria de discutir!
Neste episódio do Vai Logar Hoje?, Erick e Marko recebem o querido Will Castro para encarar um Draft recheado de escolhas difíceis, opiniões questionáveis e algumas respostas que certamente são puro entrentretenimento. Afinal, qual personagem sairia para comprar cigarro e nunca mais voltaria?
Prepare-se para uma mistura de nostalgia, videogames, paternidade e muito improviso enquanto tentamos responder perguntas que vão de grandes exemplos paternos aos maiores candidatos a pais ausentes da história dos games com argumentos completamente sem sentido.
Pegue o seu controle e venha descubrir quem fez as melhores escolhas... e quem falou os maiores absurdos.
E aí, vai ser pai com a gente hoje?
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Fala, pessoal! Bem-vindos a mais um episódio do podcast. E aí, vai logar hoje? Eu sou o Marco Barbosa e eu acho melhor vocês irem comprar cigarro pra não apanhar de mim hoje.
Opa, oi pra quem vai ganhar meias hoje! Eu sou o Erico Fagundes e a minha meta como pai é chegar naquele momento que responderei todas as mensagens apenas com joia. E junto conosco hoje nesse episódio especial temos também o Super Papai, E aí, Will, vai pagar pensão pra gente hoje?
Fala, galera, aqui é Pai e aqui é Will. E aí, gurizada, não, eu não pago pensão, é ao contrário, eu recebo.
Seja muito bem-vindo, Papai Will. Hoje pretendo bater em vocês mais do que o pai do Michael Jackson batia no seu filho, nesse nosso draft especial de Dia dos Pais. DJ, sobe aquela música que faz até o Fábio Júnior chorar.
E aí, vai alugar hoje? Notícias de bastidores aqui para os ouvintes. O Will está sabendo neste momento que esse é o tema do episódio, que é um draft de Dias Mais.
Feliz Dia dos Pais, Will!
Feliz Dia dos Pais, Will!
Tamo junto! Beleza! É nóis!
Esse podcast, né, Marquito, machista que é, mais uma vez dedicando um episódio ao Dia dos Pais, zero de Dia das Mães.
Verdade.
Né?
Mais uma vez.
Quantos episódios a gente tem de Dia dos Pais? Uns 3?
Esse já é o 3º ou 4º episódio de Dia dos Pais.
Esse ano.
Dia das Mães a gente tem 1. Esse ano, é.
Esse ano.
Você, mulher que tá achando ruim, crie o seu podcast, que este mês é nosso, dos pais. Eu serei cancelado.
É os guri, não tem jeito.
Roubaram, não tem jeito, hein, os guri. Marquito, tem certeza desse convite que você fez? Chamamos o Will. Mano, é engraçado. Agora vamos mais umas pautas aqui. Quem está no grupo de ouvintes, quem já o conheceu pessoalmente, acha o Will um cara malucão. Pai, quando descobre que ele é pai, fala: meu Deus, cara, o Will é um dos tops pais que eu conheço, tá, gente? Fica aí já o elogio no começo. Totalmente o contrário que vocês pensam dele.
O Will é um belo exemplo de papai, mas está aqui hoje para provar que ele é um bom papai gamer também, né, Marquito?
Hoje esse episódio vai ser completamente fora da curva, Eric. Porque a gente tem, por exemplo, eu tenho um pai normal, assim, digamos, né, um pai pai. Tem o Eric que tem um pai triste, vai, teve causos e causos na vida. E tem o Will que tem um pai completamente inexistente.
Tá, mas em resumo falaremos sério que o que é o draft, Marquito? Por que que a gente tem os pais que a gente tá fazendo desta vez?
O draft, existia o draft do Antigo Testamento e do Novo Testamento. Do Antigo Testamento a gente só usava perguntas relacionadas a videogame para responder o draft. Então eram 10 perguntas distintas. Voltadas ao mundo do videogame ou voltadas à nossa vivência com o videogame. Agora não, já que a gente já respondeu mais de 100 perguntas diferentes, a gente decidiu fazer o draft voltado a datas especiais do nosso calendário gregoriano.
Então dessa vez caiu que o draft vai ser no Dia dos Pais. Então todas as perguntas vão ser voltadas obviamente a Dia dos Pais, só que as respostas vão ser relacionadas ao mundo do videogame. Qual o personagem favorito? Quem seu pai seria? E por aí vai. Então sim, vamos fazer um draft onde vamos falar de videogame e também de Dia dos Pais, por que não?
Apocalipse, gosta de ser pai?
Cara, então, ser pai, eu acho que foi a coisa mais aleatória que eu já fiz na minha vida. Do nada aparecer com uma criança foi muito bizarro. Eu costumava sumir muito antigamente, quando era mais novo. Eu sumia e mudava para outra cidade, não avisava ninguém, e daí saía boato que o Will morreu, o Will era pai, e aconteceu mil coisas com o Will. Até que uma vez, realmente, o Will, quando voltou pra Canoas aqui, ele voltou com a mãe da Sofia, acabou engravidando, etc. e tudo, e apareceu a Sofia Zelda.
O nome da minha filha é realmente Sofia, porque a mãe dela escolheu, e Zelda, que é a princesa.
Não, é Link a princesa, para de mentir já, viu, nossa.
Então, eu fiquei confuso.
A princesa Link, a Dona Zelda, porque, bom, eu acho que pra minha época de videogames, quando eu era mais novo, tanto Ocarina of Time, o Majora's Mask, e o Link to the Past foram jogos muito importantes na minha infância. E eu acho que salvar sempre, ir atrás e estar buscando e ajudar as Zelda sempre foi uma coisa que tava em mim desde pequeno. Então acho que nada mais justo do que poder ajudar a minha filha, como ela é agora, a Zeldinha, até ela crescer e atingir o que ela precisa na vida dela, né? Até ela conseguir a Triforce dela.
O cara já quer fazer a gente chorar, Eric. Que porra é essa, velho? Pra começar o episódio.
Hackearam o celular do Will de Marques. Esse aí é o Will. Aqui é o Will vs quem devia parar, Marquinhos. O Doutor Estranho acertou esse feitiço aí, me pegou de surpresa, cara.
Droga!
No começo eu até falei, pô, o Will é realmente a pessoa certa para esse episódio, né, já que a Sofia é Sofia Zelda. Então casa direitinho com o nosso podcast. De repente veio um papo de sentimentalismo, quero ver minha filha crescendo, superando desafios, tudo mais. True Force, mano, que aconteceu?
Não é sempre, não se acostume.
Vou até ter que inventar um porquê do nome da Isabela para falar, não, é porque a Isabela é que não é do italiano. Isabela, que ela é B. Isso, isso, foi por aí, foi por isso.
Sim, sim, não, tu me contou aquela vez lá no karaokê, eu lembro, eu lembro. Foi, pô, aquela vez lá, aquele.
E o Marco do Cristo, todo mundo sabe, né, que é Chris Redfield.
Isso, isso, isso, é claro, claro.
Ele queria um filho forte, protetor, né, mas caso tem um apocalipse zumbi, apocalipse zumbi.
Tá bom, já podemos então, Marquinhos?
Não sei, velho, eu tô com medo desse episódio. O Will, Eric, é o único pai que eu que recebe pensão de verdade.
Também.
Normalmente é ao contrário. Então esse episódio tá tudo ao contrário.
Mais uma prova do que eu falei do porquê ele é um super pai.
É que eu sou pai solteiro.
Pai solo.
Tanto que recentemente realmente saiu os papéis da guarda, etc. Tem a guarda completa dela. Quando eu falei que eu queria pedir a guarda da Sofia, ela se mudou pra São Paulo, sumiu, nunca mais apareceu. Desapareceu da história. Então alguém que estiver em São Paulo aí, perto de Bombinhas, sei lá onde é que é aí o lugar, acha ela, manda esse episódio pra ela, tá? Que ela tá devendo 6 anos de pensão. Em resumo, tá? Caralho.
Ele não é o pai. Ele não é o pai.
Não é o pai dos seus gatinhos de rua.
Exato, cara.
Eu lembro quando eu separei da mãe da Isabela, às vezes eu saía com ela porque ela era pequenininha e sempre o pessoal perguntava, pô, e a mãe dela e tal? Eu sempre zoava, falei, não, a mãe dela felizmente foi comprar cigarro um dia e não voltou mais. Eu sou pai só.
Só pra zoar, né?
Aí incluiu, pode meter essa quantas vezes quiser, né? Não, a mãe dela infelizmente faleceu num acidente de carro, só consegui salvar a Zelda.
Vamos transformar esse episódio de draft, tipo, dar um side quest, já que vocês querem falar a história da vida das suas filhas e tudo mais, porra. Desculpa, começa o tema, né?
Todo o restante vai ser no bônus então, né, Marquinhos?
É isso.
Já quer contar a novidade também do editor desse episódio, Marquinhos?
Ai, meu Deus, eu tô com uma insegurança pra gravar esse episódio.
Esse filho, esse episódio, esse filho não é do Marco hoje. Esse episódio, esse filho é de Will também, mas assumiu a edição e o Marco está muito, muito preocupado, igual a mãe que quando libera pela primeira vez o amiguinho pra viajar com a família, com os outros, aí fica, ó, ele escovou o dente tal hora, hein? Ó, ele não pode comer tal coisa.
Eu tô exatamente desse jeito, eu tô com medo. Liga quando chegar na casa dele, liga, viu, episódio, por favor. Vai me dando notícia, episódio.
Eu vou fazer live editando o episódio, daí o Marco vai ficar mais tranquilo.
Às 10 horas ele tem que dormir, viu, Will? Por gentileza. Mas você tinha que ver, o Marquito tava assim: mas, Will, você vai fazer como essa parte? E essa parte aqui?
Não, como se eu nunca tivesse feito, né?
Detalhe, meus amigos, o Will tem podcast e edita podcast muitos anos antes de mim, de Marco Barbosa. É tipo o Marquito dando dica pra Super Nanny de como é que cuidar da criança dos outros. Mais ou menos isso daqui. Tá bom, então vamos lá, draft 10 perguntas sobre o Dia dos Pais relacionadas ao videogame. Vamos para a primeira. Lembrando que o Will sempre fica por último, porque se a gente pegar a resposta dele, azar é o dele. Vamos lá, para começar: qual pai dos games você gostaria de ser na vida real?
Quem me conhece sabe, é vocês principalmente que estão no meu dia a dia, entendem como que é o meu convívio com o Cris, né? Então eu ia colocar um personagem mais turrão aqui, olha, eu quero ser o Kratos, porque Eu quero ser duro com ele, já que a vida é dura, mas eu não consigo ser esse cara. Então não adianta eu querer mentir pra vocês. Então se eu fosse... Papai, vou dar banho no seu cabelo. Ah, aqui, ó, quem tá aqui fazendo isso.
Feliz Dia dos Pais, Marquinhos!
Fala pra ele dar um oi aí, ó, Tadinho.
Já foi, já. Agora eu fiquei em vergonha. Vamos lá. Mas se eu fosse realmente querer ser um pai do mundo dos videogames, eu ia querer ser dele. O Professor Carvalho, tipo, como assim, cara?
Caraca, comedor de mãe solteira!
Calma, eu vou chegar lá, calma.
Puta merda!
É um mundo fictício, então.
Sim, claro.
Mas eu queria que todos os amigos do meu filho me olhassem com aquele olhar de autoridade, com aquele olhar de respeito. O pai do Cris é foda, hein, mano? O cara realmente é autoridade no assunto, ele manja das coisas. Então isso já me seria de grande valia. Pô, realmente ser importante não só pro meu filho, Vamos pros amigos dele. Porra, quando eu era criança eu sempre pagava pau pros pais que tinham um carro foda ou tinham alguma coisa foda, trabalhavam um emprego foda que seja.
Então ser um cara foda já é importante pra mim, pro meu filho também. Agora, eu quero muito, isso é verdade, incentivar o meu filho a explorar o mundo. Ou seja, quando possível, ele ir pra Disney, ir pra Europa, estudar fora, etc. Obviamente que eu não quero que ele faça isso com 10 anos de idade, né? Mas é uma meta que eu tenho, que ele tenha a independência dele. Que nem o— dá pra dizer que o Ash é filho do Professor Carvalho?
Então, aqui—
então, então não falam nada sobre— é, os pais do Pokémon são muito, muito foda-se com os filhos, né?
Então, mas é aqui que tá, agora vem o terceiro ponto, que vai entrar o ponto que vocês falaram anteriormente. O Professor Carvalho mandava os moleque explorar o mundo com 10 anos de idade porque eles queria que as mães ficassem sozinhas em casa, chateadas, né? Precisando de um carinho, precisando de uma atenção. Aí entra o Professor Carvalho para dar aquele conforto, aquele abraço de amigo, entendeu?
O ombro do tamanho do Glass ON.
É, exatamente.
Professor Carvalho.
Professor Carvalho.
Muito bom, Marquito, muito bom. Confesso que não esperava você ser o Mães Solteiras a 3 km de você, mas tudo bem.
Tens o que é necessário para esmagar os miadinhos. Puta merda.
Meu Deus do céu. Marco Carvalho então, né, Marquito? Beleza, vamos lá. O meu que eu escolhi aqui foi pelo pai que me guianei. Eu também pensei igual o Marquito, pô, se fosse eu escolheria o Kratos, mas o Kratos é clichê. Eu já fui lembrando de quando a Isabela era menor, algumas das coisas que talvez hoje eu me arrependo um pouco, mas beleza. Eu queria ser o Hades, o pai desagreoso, caralho. Porque qual que é? Na verdade eu queria ser não, eu tenho uns ques de Hades.
Por quê?
Porque o Hades ele não queria deixar o filho dele sair, falou, mano, você não vai sair. Botou um monte de coisa para ele não fazer, mas no fundo ele sabia que o filho dele ia sair. Ele só queria fazer o quê? Provar para o filho dele que tinha que ir no momento que você estava pronto. E aí eu me lembro de uma vez que estava no elevador junto com meu, junto com a Bela e uns amigos meus. Íamos para o 5º andar e ela tinha 2 anos, se eu não me engano, e tava, e tinha uma outra pessoa dentro do elevador.
Aí ela falou, pai, eu sei qual que é o 5.
A gente falou, então aperta o 5. Ela falou, ela apertou o 3. Eu falei, você não falou que sabia qual que era o 5? Falei um monte para ela. Aí a mulher do lado, o cara, não Muito bem. Não, mano, agora o cara vai parar em outro andar, Isabela, por causa de você. O que aconteceu? Nunca mais ela errou um 5, entendeu?
Nunca mais ela apertou nenhum botão na vida.
Exatamente.
Criou um trauma na menina.
Eu trato no trauma igual a Ades. Depois, hoje ela é uma menina esperta, ligeira, não preciso me preocupar muito com ela errar as coisas. E assim como o Ades com os zagreus. No final, os zagreus virou o quê? O chefe de segurança do Ades para incrementar a saída do submundo. É isso, eu tô tratando a Isabela desse jeito para ela virar um ser que sabe apertar o botão do elevador, sabe? Que não erra. De um jeito meio traumático, talvez. Então, é o Hades.
Na saída do prédio tá lá o Eric pra espancar a Isabela.
Você não vai sair! É, tem isso, né? Tem isso. Bate por cima de mim. Mas é o Hades, eu acho que o modus operandi do Hades é bom, ele ensina no exemplo.
Quem que é o seu Cerbédor, Cerbédor do Eric?
Ah, minha mãe, né? Vovó, vovó, desde pequeno eu brigava com ela, saía correndo pro quarto da minha mãe e E eu não podia entrar porque o Cébius tava lá na frente segurando. O cara é uma manhã, o Cébius. E você, Doutor Will?
Cara, eu fico entre duas personalidades que eu acho interessantes. Primeira, Kazuma Kiryu. Quem jogou qualquer Yakuza sabe o que eu tô falando.
A gente esqueceu de falar, Will, desculpa, para dar essas postas aqui do draft, é só jogo bom que a gente conta a camisa, tá? Jogo ruim a gente não Então tá muito mais científico.
Ah não, então tá certo, então tá certo. Ufa, que susto. É, não, eu fico muito entre Kiryu porque eu gostei muito do Kiryu, da forma paternal dele, como ele age. E ele é foda também, então né. E Joel do The Last of Us, porque o jeito que ele trata ela como a filha dele que ele perdeu é... Eu vejo muito tipo, é muita... Ah, é minha filha, eu tenho que cuidar dela tanto que... Não sei se você sabe, mas no The Last of Us 2, claro, deve saber obviamente, mas quando o Joel...
Spoiler! Ia ser executado com um taco de golfe pelaquela inútil que é bombada durante o apocalipse, que não faz muito bem, ele ia olhar pra Ellie e falar o nome da filha dele. Só que foi cortado pra manter a conexão. Caralho, sabia? É, exatamente, porque ele via na Ellie a filha dele. Então, é que o Joel é uma coisa mais dramática, o Kiryu é uma coisa mais amável. Eu acho que o Kiryu seria a minha escolha.
Eu já ia falar, tá vendo aí o Will quer levar um taco de golfe na cabeça? E o Kiryu é pai de menina, né?
É, exato. Exatamente, este é o ponto.
Não entende como são as coisas.
Não, mas o pior é que já ouvi várias vezes pessoas falando que o Kiryu é um bom pai e tal, mas no jogo que eu joguei do Yakuza ele não era pai ainda, então não consigo sentir essa conexão.
Ah não, então a gente pode só ignorar tua opinião.
E falando em opinião, Will, já que você quer ser o Joel, tá vindo um trem e aí de um lado da trilha do trem tá lá a Sofia Zelda e do outro lado um bilhão de pessoas Quem você salva, Sofia? Zelda ou 1 bilhão de pessoas?
Tem algum rico nesses 1 bilhão?
Pra ficar mais fácil a escolha?
Não, é só pra ter certeza, né? Não, mas eu vou salvar Zelda, com certeza. É o trolley problem? Ah, meu amigo, se fizer um loop da hora ainda, pode ir 1 bilhão.
Cara, essa daí, Maquete, não existe, eu não consigo imaginar uma pessoa que responderia salvar 1 bilhão. Pior que você é louca.
Passava o trem e dava head, se fosse o caso, né?
Exato. Difícil seria pra eu responder se estivesse num precipício Qual você salvaria, eu ou você, Marco Corpo?
Ai, ai, ai, ai. Ô, Eric, tu pesa quanto?
Não, o Marco é mais pesado que eu. O Marco é mais pesado que eu.
Não, pera aí, tu deve pesar uns 100 kg. O Eric deve pesar uns 85, só de músculo, mais uns 5 de osso. É... Não, eu consigo salvar os dois? Consigo salvar os dois.
A calistenia, como que é que faz?
Não, eu me garanto, eu vou na academia pra isso.
Alba Double Biceps, tá bom. Gostei, eu não falei que não tinha essa opção aqui, pessoal.
É, não tem?
Vamos lá, seguindo nessa de personagens, temos aqui Se o seu pai fosse um personagem de videogame, quem ele seria?
Lembra que, pessoal, lembra que eu falei no começo do episódio? Existe o pai normal, o pai triste e o pai que não existe, tá? Nesse episódio aqui de hoje.
Vou começar essa, Marquito. Eu queria dizer que o que veio primeiro na minha cabeça é que meu pai seria o Bowser.
Pô, mas o Bowser é um bom pai.
Então, o meu pai foi um bom pai. Mas das características de Bowser é que meu pai não tinha só eu e meus dois irmãos de filho, ele tinha mais uma caralhada de filho.
Tá, mas isso não é o problema.
É, então, mas então não tô criticando meu pai, tô dizendo essa característica de Bowser, ele é de papai, ele é um bom pai com más intenções às vezes, né? Porque quando foi quando ele virou o pai triste que sumiu, assim como o Bowser. Outra coisa, agora é muito mais pessoal, mas o Bowser fica muito indo atrás da Peach, né? Uma loira. Quem destruiu o casamento do meu pai e da minha mãe foi uma loira, então tá tudo ali. Meu pai é o Bowser, meus amigos, e eu sou o Bowser Jr.
A mãe do Eric ia no primeiro castelo procurar o pai do Eric e ele não tava. Ele está no próximo castelo, na próxima loira.
Tá no próximo castelo, exatamente.
Ele está no outro castelo.
Onde você está?
Castelo Drink Bar, né?
E aí foi, não, é o Bowser. 8 filhos, gosta de uma loira, faz umas coisas erradas às vezes, às vezes, mas tem um bom coração. E é isso, para mim o papai seria o Bowser, Marquinhos.
Eu achei que o Eric ia baixar o clima, mas vai lá, eu vou tentar baixar o clima então. O meu pai, o meu pai seria um personagem diferente no mundo dos videogames, seria o Yoshi.
Yoshi, caraca, o Yoshi! Por que o Yoshi?
Então quer dizer que o Maicon nas dificuldades ele ia jogar o pai dele do penhasco, já fica aí na primeira chance.
Aí que tá, Eric, o meu pai, vai falando profissionalmente, até mesmo no dia a dia dele, ele nunca foi o protagonista, tá Tá ligado? Ele nunca tava ali sempre em destaque, mas ele tava sempre ajudando os outros e sempre tava carregando os outros de alguma forma. Então sim, ele era o cara que muitas vezes era utilizado de apoio para alguém crescer. Eu lembro que até uma das poucas histórias que eu lembro dele no trabalho, quando eu era criança, é que ele foi demitido de um trabalho porque ele tava crescendo demais, ele tava se tornando protagonista demais.
O chefe dele não gostou muito da ideia de tomar o cargo dele e demitiu meu pai simplesmente por conta disso. Por isso que eu falo, então essa parte de protagonismo, ele sempre tava sendo destaque de alguma forma, mas nunca conseguia ser protagonista porque sempre alguma coisa acontecia pra deixar ele pra baixo nessa situação. Outra coisa, eu falo de carregar as pessoas pra um lado, pro outro, porra, querendo ou não, hoje ele trabalha como Uber, então ele carrega as pessoas de um lado pro outro.
Nossa, isso faz muito sentido.
E principalmente eu acho de por que ele seria o Yoshi, porque ele aguentou muita birra do Marquinho Júnior. Como o Baby Mario.
Baby Marco. Baby Marco.
Yoshi Island.
Pô, eu tomei muito beliscão. Eu acho que o Mario não beliscava, o Yoshi outra vez beliscava, né, pra fazer ele pular. Mas sim, meu pai, querendo ou não, ele sempre aturou muito eu. Então eu acho que tem muita relação então com Yoshi assim, com protagonista secundário e também com meu pai. E por último, ele gosta de comer muita pimenta e soltar muito fogo pela boca. Então dá pra fazer relação com tudo. Calma aí, calma aí.
Casco vermelho.
Não tem hemorroida, não é isso.
Não, você falou soltar muito fogo pela boca. É isso.
Muito fogo. Se tu tá pegando carona com ele, tu não dá soco na nuca dele, né? Pra ele... Coitado. Só tomando soco no rosto do banco assim.
5 estrelas para o Papai Yoshi então, Marquito. Wilburn, agora eu tô curioso porque, né?
Cara, essa é uma pergunta muito boa porque eu acho que olhando pro passado Eu conheci meu pai até os 12 anos, tá? Eu convivi com meu pai até meus 12 anos, quando ele separou da minha mãe, exatamente. E depois foi daí pra baixo, daí eu comecei a ver quem ele realmente era. Eu acho que ele seria mais pra um Heihachi do Tekken.
Caralho, explica isso aí.
Sabiam o Heihachi, o pai do Jin Kazama?
Que é o vilão, não é? Entendi.
É, então é um velho pau no cu. Tipo, ele só tem os lados do cabelo esticadão assim. E dá o choquezinho quando o cara chegar perto. Então, tipo, era meio inacessível, era pau no cu pro que me batia. Então, tipo, não me atirava de penhasco de helicóptero que nem ele fazia com o Jin Kazama, mas podia acontecer se eu desse azar. Eu acho que ele seria o Rei Hashi do Tekken, cara, que é um pau no cu, velho.
Você já caiu do berço alguma vez, Will? Dá pra fazer a correlação do berço pra uma montanha, talvez.
Já caí, posso ter sido atirado, não sei. Faz sentido.
Seguindo, eu já ia falar pode seguir, mas você não tá editando. Seguindo, a pergunta de número 3 é: se o seu pai pudesse ganhar uma habilidade de videogame, qual deveria ser. Aí pode ser uma habilidade que você acha que ele já tem, uma habilidade que seria boa para ele, fica a critério aí dos nossos queridos universitários.
Vou responder então uma habilidade que meu pai tem, na verdade, referente ao mundo dos videogames, uma habilidade que eu gostaria com o Piter. A habilidade que meu pai tem, eu fico surpreso como funcionava muito bem isso na época, ele tinha um sistema de GPS, um sistema de fast travel único. Por que eu falo isso? Quando eu era jovem, nós éramos jovens, não tinha telefone celular.
Vale pra você, eu nasci no iPhone 13.
Não tinha nem telefone direito, a gente tava na rua, a gente tinha que usar orelhão. Eu falei, pai, vem me buscar aqui na balada. Tá, filho, onde você tá? Tá, pai, não sei. Tá bom, tô indo. Ele dava um jeito de descobrir, não sei como, onde eu estava. E funcionava. Ele tinha como me achar, ele tinha um sistema de GPS próprio que nem sempre funcionava, que muitas vezes ele ficava dando várias voltas e voltas até me encontrar. Eu ficava puto por conta disso, mas tudo bem.
Faz parte, mas mesmo assim ele nunca me deixou na mão. Sempre que eu pedia, ele tava presente pra me salvar, seja em balada, seja em casa de amigo, seja onde for. Então ele tava sempre me achando de alguma forma. Não sei se é instinto paterno, como funciona isso, mas eu acho bizarro como hoje, sem celular, sem informação de WhatsApp, sem— usando o guia 4 rodas da vida, ele conseguia me achar onde é que eu estava. Agora, um poderzinho que eu queria ter hoje como pai é ter a visão de detetive do Batman.
E putz, pai, onde tá tal coisa? Pai, onde tá meu álbum de figurinha? Pai, eu não sei o quê. Eu, cacete, tá bom, vai, deixa eu meditar aqui, tentar lembrar a última vez que eu vi esse negócio, tentar ter uma certa lógica pra ver onde pode estar o bonequinho do Homem-Aranha que não aparece há 10 anos aqui nessa casa e eu encontro. Então, de alguma forma, se tivesse a visão do detetive do Batman, seria melhor, mas como eu não tenho, eu me viro do jeito que dá.
Posso atestar que o Marquito já tem um pouco desse poder aí, porque estive em Porto Alegre semanas passadas, eis que o little Chris chegou e falou, pai, onde está a caneta desse meu livrinho aqui, mano? Uma fucking caneta parecida com todas as outras. O Marco olhou pra cara dele, olhou pros brinquedos do Chris e falou assim, talvez esteja naquele copo. Pum, dito e feito, tava dentro daquele copo. Falei, mano, é magia!
O homem é um mago! It's magic!
Eu cogitei perguntar pro Marco, você ensaiou isso com ele, né? Só pra você se mostrar.
Olha como você é foda, como você usa as coisas nessa casa.
Quer aparecer pras visitas, né, sem-vergonha?
Eu trouxe duas também, uma que meu pai tinha e uma que ele poderia ter. A que ele tinha é parecida com a do Marquito, do pai do Marquito, de ter o GPS. Mas meu pai poderia ser um dos maiores speedrunners do videogame, porque o bicho bom pra achar atalho e encurtar caminhos, mano. Tanto que quando a gente era mais novo, a gente brincava de chamar ele de Zé Atalho. Sempre que a gente ia pra algum lugar, E era esqueminha também, guia 4 rodas e tal.
Minha mãe guiando, que era a copiloto. Ele, não, eu acho que por aqui é mais fácil, hein, mano. Entrava numas bibocas, puta que pariu, velho. Tipo, igual o Waze te manda meio pro meio do Paraisópolis hoje em dia aqui, o pessoal fica puto. Era meu pai, acho que meu pai que programou o Waze antes de assinar. Ele assim, ó, se quiser ir rápido, tem um caminho por aqui, pelo meio do mato. Quando eu vi, eu tava na África, num safári, e voltava pra casa da minha avó.
Era meu pai. E o brilho dele até hoje é o de dar respawn, igual do Call of Duty, né? Já que papai está falecido. Se ele desse um respaldo, ou se eu tivesse o poder da necromante, estaria de volta assim.
3 perguntas.
Essa é foda, Dungeons Dragons, 3 perguntas. Mas se ele tivesse o poder do respaldo, seria bom, pelo menos para Bela ver o modelo um pouquinho. Mas o de Zé Atalha era maravilhoso, eu gostava muito, tirando as partes que a gente ficava assustado de achar que o carro ia cair no penhasco. Mas tudo funcionava, tô vivo.
O poder que meu pai teria é que ele poderia ter, acho que ia ser do agrado dele, seria ser o Kirby, chupar tudo. É, só que com bebida alcoólica, com drogas, essas coisas, só aquele puxão acho que ia ser muito prático para ele. Então eu acho que seria isso.
Eu acho melhor a gente cortar todas que é sobre o seu pai e falar: eu como pai, para o Will responder, né? Qual poder você gostaria de ter?
O que eu gostaria de ter, cara...
Pra melhorar você como pai, no caso, né?
Seria, eu acho que uma Portal Gun.
Bom, bom.
Eu acho que uma Portal Gun ali, ter a habilidade de poder abrir o portal azul e o roxo e o laranja, quer dizer, desculpa, poder pegar a Sofia quando eu precisar, ir pra casa se der algum problema, etc. Eu acho que ela ter um lado do portal e eu ter outro, assim. Só que, tio... É possível isso?
Aqui pode tudo, aqui pode tudo.
Ah, então pode. Se pode, então é.
Se o pai do Marco pode ser o Yoshi, porra, pensa nisso.
É, exatamente. Não, mas facilita pra caralho.
Pô, o portão foi muito boa.
É prático demais, né?
Pô, querendo ou não, tá em casa? Tô. Então abre o portal. Piu, deu, tá em casa.
Mas você ia fazer ela ficar pulando também do lado pro outro, fazendo enigma? Não, só facilitar a vida mesmo.
Não, enigma, né, ia ter que ter o Companion Cup também junto, né? Óbvio, puzzle. Tem que ter que vir, né?
Pai, quero ir pra casa. Primeiro você tem que empurrar esse bloco.
É, exatamente. Bota em cima daquele botão ali e depois teleporta.
Como chama a IA que fica no fundo fazendo O Piadoca fazendo gracejo também, fazendo Gladius. Nossa, já pensou que inferno que seria?
Eu ia ficar num paraíso.
Aí seria a Vitória fazendo as piadas com eu.
Nossa, perfeito, né? É perfeito.
Boa. Seguindo então aqui sobre ter coisas, ganhar coisas, se vocês pudessem ganhar ou dar apenas um item do universo dos games nesse Dia dos Pais, qual seria? Eu fui em ganhar. Por quê? Eu quero ganhar, não tem mais pai pra dar nada, então eu vou ganhar. Neste meu tempo em Porto Alegre, joguei um joguinho muito bom com o Marco Barbosa chamado Absolon. Recomendamos, inclusive, roguelike beat 'em up. Eis que o Marquito, sem querer ou querendo, na verdade, pegou um item que chama jarra de óleo, que é um item raro até, que fazia o bonequinho dele não conseguir parar, ficava muito rápido e escorregadio.
Eu, como todo mundo sabe, sou muito fã de Michael Jackson e sonho em conseguir fazer um walk. Se eu ganhasse uma jarra de óleo, com certeza realizaria meu sonho de fazer o moonwalk com facilidade. Porque o boneco do Marco, quando ele pegou esse negócio, não conseguia parar pra pegar item. Ele soltava o console e o boneco não saía deslizando.
Tchu, tchu.
Eu preciso de um negócio desse. Eu ia sair... Por exemplo, eu daqui de casa até a escola que é meu trabalho, é uma ladeira. Descendo uma ladeira, eu ia descer escorregando, ó, só surfando. E de final de semana era vídeos fazendo moonwalk até não poder mais. Então a jarra de óleo do Absolon é o que eu quero ganhar de Dia dos Pais.
Como que você ia parar, Eric, nessa ladeira aí?
Então, quando chegasse na esquina, segurar. A Isabela tá aí para ficar atrás de mim. Me jogava no chão aqui, dava um pulo e saía rolando, alguma coisa assim. Mas a jarra do Absolon seria um presente para mim, gente. Ou me paguem um curso de moonwalk.
Então agora uma pergunta séria: você já tentou fazer moonwalk alguma vez na vida?
Inclusive, no meu aniversário, estávamos lá pós-Gamescom e tinha uma amiga do Chuck lá que ela é muito fã de Michael Jackson e ela sabe fazer moonwalk. No meio do bar eu falei pra ela, mano, me ensina a fazer. Tava eu, ela e mais uma galera tentando fazer moonwalk. Não consegui porque infelizmente eu tomei uma madeira de gesso quando era pequeno e a cintura é dura. É difícil.
É muito vergonhoso fazer moonwalk, né? Que a gente sempre tem na mente que tem que jogar o pé da frente pra trás. É poluição, coisa desse jeito. É totalmente errado, é totalmente quebrado. É uma falha na Matrix, Monroe, que eu tenho certeza disso.
Mas eu quero entrar na falha da Matrix.
No meu caso, meus amigos, eu também escolhi receber um presente, já que tá chegando o Dia dos Pais, por que não, né? Quero o Pip-Boy do Fallout para mim, sem vergonha, para saber tudo, né? Mas, Marco, seu celular já não faz isso? Já não tem o GPS com mapinha? Então, não é só isso que o Pip-Boy faz. O seu celular tem inventário quase infinito? Não tem. O Pip-Boy tem um inventário ali de respeito. O Pip-Boy, o seu celular te mostra sua saúde?
Te mostra o batimento cardíaco, legal e tal. Mas e se eu quebrar meu braço? Se meu braço explodir, vai mostrar no meu celular?
Não vai, graças a Deus.
Então eu preciso o quê? Do Pip-Boy para me falar o que que tá pegando aqui no meu corpo, para eu conseguir restaurar a tempo usando meus Stimpaks. O celular, ele consegue me fazer uma minigun aparecer na minha frente do nada? Não consegue. O Pip-Boy, só apertaria, ó, minigun, eu tô lá com a minigun. E por último, acho que mais importante, talvez em breve vai ser meio comum isso, é salvar as minhas side quests da minha vida real automaticamente, sem eu precisar logar nada no celular.
Ah, Marco, eu preciso que você faça uma tarefa para mim, que você vá no supermercado, compre leite, óleo, e por aí vai. Mano, eu tenho que pegar o celular, tenho que escrever lá leite, Olha, o Pip-Boy ele faz isso automático, ele faz, já sai de quest, pá, e no mercado.
A preguiça de usar o Google Agenda vai te foder, Marco. Meu Deus do céu, é por isso que eu tô falando.
Ou então na semana falar para Alexa: mercado, isso, isso, isso.
Ah, mas Alexa é burra, velho.
Pô, para caralho, não, isso eu concordo para caralho.
Então se fosse algo automático já e pegando tudo que tá acontecendo ao meu redor e catalogando, perfeito. Tá, isso tá para acontecer. Enquanto não acontece, me dá um Pip-Boy, por favor.
Não, e o mais importante, né, tu pode upar, tu pode distribuir teus pontos de atributo ali, né? Tem mais isso, né? Ah, nossa, você lavou a louça 35 vezes, você pode adicionar um ponto de atributo. Vou botar agilidade.
Olha aí, pô, agilidade para jogar tênis, Marquinhos.
Olha aí, ó, caralho!
Imagina aquele trambolho no seu braço jogando tênis. Eu ia ficar com antebraço enorme, velho.
Só usar raquete na outra mão, né? Tu Burro, faz sentido.
Caraca, eu sou dessa, não dá, Will.
E pior que eu tava, pô, verdade, vai ser muito peso.
Então posso nem chamar Marco de burro, fui burro junto. Boa, boa. E você, Will, qual presente você quer que a Sofia Zelda te dê domingo?
Domingo eu quero que ela me dê uma ampola de T-vírus. Claro, caralho, como assim?
Você quer ficar potencializado?
Não, eu quero pegar e fazer que nem Resident Evil 1, o primeiro filme, pegar e tocar na quina de uma mesa e deu.
A humanidade vai ficar toda fodida, é isso?
Biohazard, meu, é exato.
Porra, já estamos assim, Will. Vai lá na Vila dos Papeleiros para você ver como que é, velho.
Não, porque não, calma aí, tem a Cracolândia também.
Mas esse cara, tá tudo bem, vai, vamos globalizar esse podcast. A Cracolândia em São Paulo é a mesma coisa, não teve ninguém batendo o antivírus na quina da mesa para isso acontecer.
Mas é que ninguém mordeu ninguém ainda. Ainda esse é o que falta. Espera eles começar a morder.
Quer dizer, a gente não sabe. Talvez lá eles se mordam e vai um passando pro outro, né? Não pode chegar muito perto.
É, olha aí, ó. Uma ampolinha de T-vírus ou, pô, minha filha é Zelda, né? Talvez uma Trinity Force concede o desejo do ou na verdade, tá? Então já que a gente está nessa vibe mais Zelda, seria talvez a ocarina.
Boa, ocarina legal.
Pô, ocarina é interessante. Eu adoro instrumento, inclusive. Inclusive, minha gaita tá aqui, ó. Então, né, cadê aquele? Porra, foda. Mas enfim, eu acho que é ocarina então.
Caralho, ocarina é muito bom, pô.
Volta no tempo, teletransporta, é, faz o que dá ali para fazer o que eu precisar. Interessante. Então uma ocarina do Ocarina of Time.
Tá aí então, Ocarina of Time, jarro de óleo e um Pip-Boy. Anotaram aí, né, pessoal, para dar para a gente Domingo!
E o pior é que existe Pipi Boy, então fica a dica aí que dos presentes possíveis, esse é o único que é o máximo.
Ah, o carinho também é possível, só não vai ter poderes. E jogar um litro de óleo no meu peito também pode.
Ah, então eu não posso pensar no Eric todo ensaboado de óleo?
É, quando virar fisiculturista. Vamos lá, quem é para vocês o maior pai é quem cria do mundo dos games? Porque a gente, nós temos uma canelada de jogos que é o pai é quem cria, né? Tipo o Yosito Kiryu, que é o pai quem cria, tal, tal. E aí, pra mim, o primeiro que me veio na cabeça é ele, Barret, de Final Fantasy VII. O maior pai é quem cria. Porque o cara, meus amigos, ele é um bioterrorista. Ele está indo contra as grandes empresas que estão poluindo o seu planeta. E no meio de tudo isso ele fala, pera, cadê minha menininha? Cadê minha garota?
Tá soterrada lá porque você não foi um bom pai.
Um puta de um negão grandão com a metralhadora na mão, e é um pai fofinho. E ela nem sabe de quão ruim, nem sabe que ele não é pai dela de verdade, né, mano?
Spoiler, pelo amor de Deus!
Ah, desculpa, desculpa.
Mas para mim o Barrett é um dos grandes pais, é quem cria, porque ele não morreu e a filha dele não morreu também, né? Tem uns aí que acabam morrendo no meio do caminho e deixa a filha sozinha no meio do apocalipse zumbi.
Não upa ele!
Desculpa. Então para mim o Barrett Jacks Que parece o Blade em Bela do Pike and Cree. Pike and Cree.
Ah, para mim é o pai mais falso que existe.
Desculpa.
Nossa!
Briga, briga, briga.
O cara tá pouco se fodendo com a Marlene. Ele só quer saber de salvar o mundo lá, que nem mundo nem se importa com ele.
Salva o mundo para ela.
Ó, é que não. Na verdade, o mundo dele é ela, né?
É egoísta.
Coloca ela para atender no bar?
Coloca.
Mas ele já tá ensinando a menina a ser empreendedora, entendeu?
Filha, eu vou salvar o mundo enquanto isso. Você fica aí com esses bêbados malditos aí, fica soterrado no meio do slum aí.
O mundo tá caindo, ele fala: meu Deus, pera aí, gente, a Marlene! Eu só quero a Marlene. Dá aquele suspense de que, meu Deus, tadinha da Marlene. E não tá nem aí, ele só quer que ela fique bem, velho.
É, não, mas é que tu pensa assim, ó, nesse caso dele que tá caindo a plataforma, etc., tá todo mundo caindo, o último pensamento dele é na filha, né?
O último?
É, entre aspas, porque podia ser o último. Tu não sabe?
É, vai que ele morreu.
Então, se quer dizer que ele pensou ali, meu Deus, eu vou morrer.
Quem vai ficar com a Marlene? É, vai, Marco, toma. Fala do nosso bairro.
Não, não, foi boa, foi boa, Nerd.
Tamo junto.
O Vitor Randaes tá concordando comigo neste ponto.
Aliás, para quem tem interesse, um dos episódios de Dia dos Pais que a gente gravou, a capa era o Barrett e a Marlene. É tão importante que o Barrett é tesão bonito e paizão.
E tu tá reclamando por quê então?
Não, eu só quero causar engajamento só hoje.
Top demais.
E você, Marquito? Temos bastante pais que criam nos videogames, né?
Pior que sim. Mas muito se fala no God of War 2018 que o Kratos começa com um pai horrível e vai se tornando um bom pai. Então o Atreus vira um adolescente melhor graças ao Kratos. Eu acho que não, acredita? Eu acho que o Kratos é um pai no cu, um pau no cu do começo ao fim. E quem faz o Atreus ser uma pessoa melhor, crescer de verdade, São eles, Brock e Sindri, os nossos queridos anões.
Muito bom.
Que compensam toda a merda que o Kratos é como pai. Então eles são, vai, carinhosos, eles ajudam o Atreus a ser uma pessoa melhor, ajudam o Atreus a ter mais ciência do que é o mundo de verdade, que o Kratos só faz: garoto, garoto, garoto, você tá fazendo merda, garoto. Os dois não, os dois veem que o Kratos é um bosta e tenta suprir essa necessidade dele. Do Atreus de ter então pessoas mais afetivas por perto.
Tá, convenhamos. Desculpa te interromper, Tamarko, mas o Kratos, ele literalmente sacrificou a mulher dele, é a primeira filha, né? É no início do God of War, da primeira trilogia, do Velho Testamento. Então, né, o Kratos não é um bom pai, é 50/50. A primeira filha foi de base e o segundo, Brok e Sindri, você foi, foi, é verdade, tudo Também faz sentido pra caralho, mas o Kratos, né, são os tios quase pai, né?
É, mas as pessoas esquecem disso. Eu, ai não, realmente o Kratos de 2018, ele era duro no começo, mas era pra criar caráter. Não, foi um bosta do começo ao fim, coitado do Atreus.
Não, Ragnarok sim que ele é assim.
É, mas aí é tarde demais. Quem salvou o Atreus foi o Brok e o Sindri, e também o cabeça solta lá, como chama?
O Mimir. A Mimir, melhores personagens.
Botava o Atreus pra dormir, contou toda historinha para ele. É um bosta, concordo.
Kratos é um ótimo péssimo exemplo e Brock e Cindy se foi bem demais aqui. E você, Will, quem é o maior pai? Quem cria? Você já citou alguns durante o episódio? Estou dois, estou o Joe, estou o Kiryu.
Eu fico na dúvida porque eu joguei recentemente Pragmata, zerei ele. Cara, que jogo bom, é muito divertido de jogar, a dinâmica dele é muito boa, é muito acelerado, é ação, né? O Ryu, se eu não me engano, é Ryu William, não sei o nome dele, mas ele é um ótimo pai pra Diana. Isso, Diana. Ele é um ótimo pai pra ela. O jogo é dublado, é muito bom. E tipo, ele ensina pra ela tudo que ela pode fazer, o que que é certo, o que que é errado.
Ela traz um desenhinho dele, dela, e daí ele: nossa, Diana, isso é muito bom, não sei o quê. Cara, então eu fico muito tipo, tá, é claro, eu pensei no Kiryu, obviamente por causa dele, mas o Ryu, eu não sei se o pessoal já jogou no Pragmata e tal, é É, para quem não jogou, se fudeu.
Alerta de spoilers.
Ah, é spoiler? Não, não escutam áudio 5 segundos atrás. Mas ele consegue livrar ela de toda aquela merda que tá acontecendo na Lua, entendeu? Então eu acho que o Hewie, nessa, nesse ponto de melhor pai dos jogos, que eu acho, talvez por ter jogado recentemente, por ter me divertido muito com o jogo, que é um jogo muito divertido, eu acho que o Hewie Ele do Pragmata.
Eu fechei recentemente no YouTube o Pragmata e vi um cara platinando, e obviamente ele não acompanha toda a história, mas o pouco que ele mostra da relação dos dois, do Hugh e da Gianna, é muito bonitinho mesmo, cara.
Eu acho ele um paizão.
Tanto é que o pessoal tava reclamando muito, pô, mais um jogo de pai triste, mais um jogo não sei o que lá, e ninguém focou nisso, gostaram exatamente disso. Ele é um belo pai é quem cria. Tá bom então, né, Marquinhos, com todos esses spoilers que você cortou agora, né?
Afinal de contas Mas quem que é a resposta do Will, já que a gente cortou?
É o Hewie de Pragmata.
É o Sam do Walking Dead lá? Não, o Sam do—
O Lee?
O Lee de Walking Dead também é o mesmo pai quem cria.
Não, na verdade é, mas é o do Telltale, né?
Do BB, é. Where is my BB? Eu achei que alguém ia falar isso, que ia ser o Sam e a BB.
Não, ele não é relevante.
Caraca, qual personagem que sairia para comprar cigarro e não voltaria mais? O Will já meio que respondeu por mim, meu amigo. Eu coloquei aqui, vou ter que citar ele de novo. O Marcos já citou ele do Novo Testamento, citarei ele do Velho. O Kratos do Velho Testamento com certeza sairia para comprar cigarro, tanto é que ele fez da filha dele de cinzas, né? Já começa por aí. Segundo que quem jogou God of War, a trilogia inicial, sabe que qualquer oportunidade de segurar o bolinha e mexer no analógico, o nosso Kratos tava em cima, cara.
Qualquer uma que aparecesse para ele, ó, estou grávida de você, ele ia falar, não, beleza, vou só ali resolver um negócio no Olimpo. E já volto rapidinho.
O Kratos é o Professor Carvalho do PS2, né?
Exato. E puxando um pouquinho para o Kratos do Novo Testamento, se não fosse a nossa Faye, Lau Faye, ter deixado a missão para ele, ele tinha largado o Atreus também. Falou, irmão, na moral, sua mãe faleceu, eu vou ali ver um negócio e se vira.
Se vira aí, tem comida na geladeira.
Como ela conseguiu domar ele, fazer ele de pau-mandado? Ele falou assim, ó, tô fazendo pela sua mãe, tá? Aí depois veio a de investigação, mas ele tava assim, ó, mano, ele tava 90%, já tava com o alvará da prefeitura para pagar o Atreus, faltava só o CNPJ. Aí no finalzinho ele desistiu. Então acho que Kratos no total é o maior, maior comprador de cigarro aqui.
O God of War 2018 é um erro, porque deveria começar e terminar em menos de 2 minutos. Filho, sua mãe morreu, acabou, testa os créditos e foda-se. Ele não, ó, temos que subir a montanha.
Ah não, eu acho que é Muito mais do que achar que o Kratos é um ótimo pai, eu acho que o Kratos se mostrou, conseguiu voltar a ser um ótimo marido, porque o outro ele tinha matado a esposa. Agora nesse aí ele seguiu as ordens dela até depois que ela morreu. Essa foi a redenção dele, não foi como pai, foi como esposo.
No caso, a mulher mudou o homem. Que isso?
Olha aí, tá vendo? Feliz é o homem que tem uma mulher para mandar nele.
Beleza, Kadiane.
Obrigado, velho.
Agora, Eric, se tem um personagem que ia encontrar assim creators nesses botecos da vida, é ele, Duke Nukem.
Nossa, nossa, Marco, parabéns, tu desbloqueou uma memória muito boa agora. Time to kill, cara!
Tá em todos os puteiros botando dólar no biquíni das meninas. Ele tava na frente do espelho mostrando o muque para ele mesmo. Com quem que ele falava essas coisas para ele.
Ele gostava de ser muito narcisista, o senhor narcisista.
Então ele tava pouco se cuidando para o filho, para esposa, e tava indo embora e nunca mais voltar. Só que na verdade o grande problema do Duke Nukem é esse: ele voltou 12 anos depois. Ele voltou achando que as mesmas piadinhas que ele fazia para o filho dele quando era criança ia funcionar, e não. 12 anos depois o filho olhava para ele, mano, eu te odeio, cara, sai daqui, seu bosta!
Ô, paizão, vem aqui com o papai. Acho que ele tá tratando igual se ele tivesse 5 anos, né?
Não. E foi o que a gente sentiu, né? 12 anos depois do Duke Nukem 96, que a gente queria uma sequência do Duke Nukem de volta. Não, foi uma merda. E a sensação que o filho dele teria se visse o pai dele de volta. Não, pai, esquece, te odeio, não vou te pagar bebida mais não, vai embora daqui.
Duke Nukem foi muito bem, Marquito.
Duke Nukem foi ótimo, perfeito. Pensando agora, eu tenho duas opções. A primeira seria o Call My Graf. Do Infamous 1 e 2. Eu acho que ele iria comprar cigarro porque dependendo, claro, do caminho que tu vai, não quer nada com nada. É, ou o Luigi. O Luigi ia comprar cigarro.
Luigi tem muito cara de—
ou Luigi ia comprar cigarro, velho. O Mario ia ficar, criar, mas o Luigi, o Luigi é foda. Eu acho que o Luigi ia meter esse louco.
Nossa, o Luigi tem muito naipe daquele tio que é alcoólatra e que o Mario é o irmão que tenta, mano, segurar as pontas, limpa o nome dele no Serasa, tá ligado?
Exato. Eu não sei, eu fico entre Coluna Grande e Luigi, os dois aí tem uma.
O Luigi tem cara de doente, gente, cara que olha Pix trocando na fechadura, sabe?
Mas é por isso mesmo, é exato. Ele não é o cara que vai ficar, porque um cara são não faz essas merda.
Deve pensão, caralho. E aí foge da polícia e dá endereço diferente, mano.
É, eu acho que Luigi, eu não sei, é Luigi.
Luigi usa o Mario para comprar casa, né? Usa, como chama, quando você vai comprar casa, você tem que dar um nome de aluguel. Fiador, fiador. Usa o Mario de fiador lá.
É, não sei, acho que o Luigi ganhou.
A gente foi mais longe do Luigi mesmo.
É, Luigi é foda.
Eu imaginei o Luigi domingo pedindo dinheiro para mãe dele. Aí o Mario, pô, de novo pedir dinheiro para mãe, Luigi? Para com isso daí.
É só 20 para comprar os cogumelos? Não se intrometa, Mario, eu só quero os cogumelos, não quero mais nada.
Viciado em Vamos lá, voltando para os nossos pais. O Will tem essa memória aqui, então pode falar. Qual jogo que você gostaria de ter jogado com seu pai quando era criança? E aí eu lembro que meu papai, ele era muito inteligente, diferente de mim, gostava muito de história e tal. E meu pai gostava de contar histórias para mim, para o meu irmão, sobre as guerras que tiveram no Brasil, sobre a ditadura e tudo mais. E eu me lembro de uma em específico que ele gostava de contar muito para gente sobre a história, que era da Guerra de Canudos.
E aí eu joguei recentemente Hellclock, que é um jogo muito foda que conta sobre, é baseado na história da Guerra de Canudos. E se ele fosse co-op seria muito legal. E eu acho que ou jogaria com ele ou jogaria com ele assistindo para ele me contar, ó, esse aí é tal cara, esse aí é tal cara. Seria uma experiência interessante jogar com o senhor Donato Gomes Hellfrog, meus amigos. Mas eu tenho mais uma coisa para contar, que assim, quando eu era mais novo, a gente tinha um Super Nintendo, colocamos meu pai para jogar videogame uma vez, sabia nem respirar com controle na mão, velho.
Do quanto travava, ele ou apertava um botão ou segurava ou apertava direcional. Acho que ele queria que jogasse um jogo de corrida, aquele Lamborghini que a gente sempre falou. Cara, totalmente zero à esquerda nos videogames. E é muito engraçado como pra gente é algo óbvio, né? Mas meu pai cresceu, foi conhecer videogame quando já tinha com seus 40 anos, que foi vendo a gente jogar, né? Cresceu no máximo brincando de peão, de pipa.
Então era uma realidade bem diferente. Então eu acho que o Real Prock ele me assistiria jogando e seria aquele chato: não, isso aí não aconteceu assim, isso aí não foi dessa forma. Ele traria os pontos diferentes da história.
Eu tava pensando exatamente isso, Eric, porque quando eu jogava videogame com meu pai, puta, era chato demais, porque eu jogava GTA com ele, GTA 1, GTA 2, ele olhava para mim, mas filho, se eu bater o carro desse jeito, o carro vai quebrar de primeira.
Queria realidade, né?
Queria realidade. Falei, pai, eu nem sabia que a gente ia chegar onde a gente chegou hoje em dia. E pai, não é possível isso, só aceita que é desse jeito e se diverte desse jeito. Se eu fosse jogar Hellclock Meu pai, nossa senhora, ele ia ser— não, como assim demônio? Como assim você tá entrando no inferno para salvar a Lampião? Nossa senhora, ia ser chato jogar com ele porque ele ia estar pegando os mínimos detalhes das coisas.
Falei, tá bom, vamos voltar a jogar Tetris, que agora eu acho que eu iria de Rock Lock, ou depois que ele aprendesse a jogar videogame, o Intake 2, alguma coisa assim, que já é o co-op clássico. Tá, ele não ia conseguir sair nada, não ia conseguir sair do lugar nem fodendo. Eu pensei em colocar isso, mas depois ele fez, mano, meu pai não sabia nem segurar o joystick.
Não é tão fácil, não é, não é para quem sabe jogar.
Então não daria. Vamos ver ele me assistindo jogando, jogando Real Clock.
Vou dar uma roubada aqui, que vocês me permitem.
Alguém tem que roubar.
Vai, Game Shark 2, vamos lá!
Não é que eu queria ter jogado, eu joguei com ele. O problema é que eu não joguei com ele quando eu era criança, eu joguei com ele quando eu era adolescente. Adolescente adulto, ele já tinha então uma certa idade, então ele conseguia me acompanhar. Mas foi muito divertido jogar com ele Kinect Adventure.
Caraca, Kinect!
Eu joguei, eu acho que uma ou duas vezes Kinect com ele, e eu tenho fotos até disso, que o Kinect ficava te dando fotos sozinho, né, automaticamente. E foi muito divertido. E por que que eu botei aqui? Eu não queria ter jogado uma, duas vezes, queria ter jogado 10, 50, 100 vezes de tão divertido que era. Mas não foi possível porque o Kinect era cansativo pra cacete. Kinect é uma merda, tinha que ficar empurrando todos os sofás da sala e mesmo assim não pegava direito.
Então se tivesse a possibilidade de jogar um Kinect Sports, Kinect Adventures, que seja novamente com ele no auge do Marco Barbosa Sênior, aí ia ser muito divertido.
Meta Quest 3.
Ô Will, já foi.
Meta Quest 3, é agora.
Tô achando assim. Dá labirintite no velho, não vai dar certo.
Se dá na gente labirintite, mas ele tá maluco.
Mas foi muito divertido jogar Kinect com ele, viu? Kinect foi legal pra época, por mais que hoje em dia a gente bata na coitada.
É um produto do seu tempo, famoso produto do seu tempo. William, qual que é o seu?
O primeiro jogo que eu joguei de videogame na minha vida, obviamente eu não vou esquecer porque eu ganhei um Super Nintendo do meu pai. Olha, foi Kirby Avalanche. É Kirby de novo? Era um Tetris de Kirby. Tudo começou ali, tá ligado? Foi o primeiro jogo que eu realmente joguei, tipo, Tipo, eu não sabia nada que tava acontecendo, eu tava deslumbrado.
Como que é um Tetris? Do quê?
Cara, ele é um Tetris de Kirby, pensa assim.
É tipo o Puyo Puyo ou não tem nada a ver?
Cara, é que tu tem que fazer as linhas e daí as linhas dão bônus que tu manda pro inimigo, é tipo o X1.
Ah, legal.
Tá ligado? Tu duela contra um chefe sempre. E daí tipo, foi o primeiro jogo que eu joguei na vida com meu pai, mas cara, eu acho que hoje eu gostaria de ter jogado com ele qualquer jogo da Da saga do Dynasty Warriors, ou Warriors Orochi. Porque é aquele... pá, meu Deus, um musou! É mil inimigos no mapa, e tu vai batendo, e tu upa depois o personagem. E tu pega o Ling Tong, ele pega o coisa e bate. Eu acho que seria divertido jogar com meu pai naquela época.
Porque nessa época eu ganhei o Super Nintendo, eu ganhei Top Gear, eu ganhei Kirby, eu ganhei Super Mario, obviamente. Mas eu acho que eu gostaria de jogar qualquer jogo da saga Dynasty Warriors. Inclusive zerei agora o último, que é o Warriors Orochi 6, ou sei lá qual, muitos, tem vários mil jogos. É, eu zerei com a Vitória, com minha esposa, e ela adora jogo de bater e correr. Então tu bate, bate, bate, corre, corre, aperta o botão, bate, bate, bate, bate, bate, e é isso aí.
Então famoso hit and run.
Boa, legal.
Eu acho que Dynasty Warriors então seria a minha escolha, que eu gosto de musouji e porque o pai do Will é maluco, então só uma Conquista para jogar também, né? Eu queria jogar também com meu pai aquele, qual aquele lá, é Switch Larrys, que é o de conquista.
Puta, meu pai é um grande, um grande, um grande galanteador.
Eu ia pegar ele, ia me ajudar a zerar o jogo rapidinho. Qual jogo vocês comprariam para apresentar videogames ao seu pai ou para o seu filho? Filho, para apresentar. Foi, isso aqui é videogame, videogame 2. E eu vou no óbvio, essa é minha resposta mais chatinha. Já respondi isso até no Dia das Crianças, mas é porque não tem como. Minecraft é absurdo e foi o primeiro joguinho que eu joguei com a minha querida Isabela. Linca, linca muito os laços, criar o seu mundinho, aprender como é que funciona, como é que faz uma picareta, como é que faz um martelo.
Ou seja, você aprende junto e evolui junto no Minecraft. Eu acho isso muito legal. E depois eu passei ela para o Fortnite para ela aprender a matar os outros Então vamos, eu acho que é o Minecraft. Pô, a gente tinha um mundinho que era só nosso, que a gente criava as coisas e pô, desenvolveu bastante criatividade. Até hoje ela desenha super bem, sabe, montar várias coisas super bem. E eu não vou dizer agradeço, né, mas eu atribuo isso muito ao tempinho que a gente jogou Minecraft junto.
Foi um momento bem legal. Hoje eu apanho para ela nos Fortnite da vida, não dá para tirar um x1, mas no Minecraft eu era melhor, diz a lenda.
É, eu não sei se eu apresentaria o Minecraft para o meu pai.
É, para o meu pai não, mas se meu irmão, acho que meu pai, eu achei que ele ia gostar de Minecraft, porque ele gosta de, ele gostava de matemática, gostava dessas coisas de arquitetura e ciência e tal. Meu pai é mó nerdola, eu acho que ele ia se interessar em ver as coisas acontecendo no Minecraft também.
É que é legal, né, que você faz o A B vai dar C e tem lógica naquilo, aquilo faz sentido. Então, porra, ah, filho, se você tentar fazer isso e isso baseado na experiência de vida dele, talvez funcione, talvez dê certo, talvez linke mais ainda a vontade dele de continuar fazendo novos experimentos.
Acho que meu pai é capaz de criar uma calculadora dentro do Minecraft.
Larga ele para mexer na redstone, é isso aí.
Então, exatamente, redstone. Eu ia falar Red Pill, mano.
A redstone você faz tudo, do nada.
Não, Minecraft é foda, tanto para criança quanto para idoso, adolescente. Ele linka, é um jogo perfeito, né? Então eu acho que seria escolher ideal para qualquer realmente idade. Agora, meu amigo Eric, meu amigo Will, meu pai me apresentou os videogames. Então eu tenho obrigação de voltar ele ao mundo dos videogames, já que ele tá, sei lá eu, há mais de 20 anos parado sem ver um jogo sequer. Pra isso eu não posso botar uma coisa extremamente diferente do que ele tava acostumado.
Então teria que voltar ao jogo divertido de verdade. E o jogo divertido de verdade que a gente teve recentemente é ele, o GOT Astro Bot, o Astro GOT, que é voltar aos velhos tempos pela pura diversão. Beleza, eu não conheço o Astro Bot devidamente, Mas eu e ele jogando juntos e aprendendo juntos novamente a jogar um jogo de videogame padrão, um jogo de videogame que a ideia é se divertir, eu acho que seria o ideal. Se eu botasse ele para jogar futebol, até os Tetris hoje em dia que são muito modernos, muito 3D, muito gráfico, muito bibibi, ele não ia curtir.
Agora, um jogo divertido clássico de plataforma com que ele já tá acostumado, já estava acostumado, eu acho que seria o ideal. O Astro Bot é o jogo da família, é o jogo perfeito para apresentar para o meu meu pai.
Como assim você não conhece, Marquinhos? Tem um podcast aí de 2 horas você defendendo uma coisa.
Queria ganhar o podcast.
Tem um problema aí, né?
Eu vou mandar um saque @gariaviasca.
Dito isso, New Game Plus agora de Astro Bot.
Por favor, dá para fazer.
Marquinhos, você falou de Tetris, saiu recentemente um Tetris Rogue-like, a galera tá curtindo. Vou te mandar o vídeo.
Quero, quero.
Vou te mandar o vídeo pra você ver. Por favor. Boa. Vamos lá, Wilfred. Cada hora eu vou chamar ele com alguma coisa que o Wil é o prefixo. Wilfred.
Por favor, tem muitos pensamentos wiltrizivos, é o meu favorito. Agora eu fiquei pensando, tipo, eu tinha pensado assim, ah, bom, se eu vou inserir o meu pai ou talvez minha filha em um jogo de videogame pra apresentar o videogame, é isso, né, a pergunta? Seria talvez Super Mario World original do Super NES, etc. Porém, entretanto, todavia, uma coisa que eu vejo que eu me divirto muito, o Marco pra mim, tá? Agora eu vou fazer uma confissão.
O Marco Barbosa?
Eu? O Marco Barbosa, vou fazer uma confissão agora. O Marco, ele é uma figura muito importante pra mim porque ele é um... eu não vou dizer que é um pai que eu não tive presente pra me divertir, mas ele é um irmão assim, sabe? Tá, vamos dizer que é um pai, tá? Porque ele é mais velho que eu, tá? E ele é mais gordo, então ele é um pai.
Ele é careca.
É, exato. Então eu acho que é isso, porque por ele ser careca e gordo, eu acho que ele é um pai.
Caralho, é pra ser um elogio essa merda ou é pra ser uma ofensa?
É um elogio, é um elogio, calma. Eu acho que seria qualquer jogo de luta, porque cara, eu nunca vi como eu divirto com o Marco quando ele vem aqui em casa e a gente joga jogo de luta. Uma vez a gente tava no outro apartamento, meu Deus, cara, era 4:30 da manhã, aí a gente tava jogando um Tekken sei lá qual, Tekken 12, 15, foda-se. Do nada o Marco, filho da puta, me engata um especial com assim, ó, nada de vida, um fiapo de vida, um átomo de vida.
E ele feito, ele dá um grito, ele dá um berro, levanta todo o prédio, os 4 andares levantando assim. Mas que que é isso no grupo do condomínio? Mas que aconteceu? O Marco me deu especial, mandei assim, filho da puta, me finalizou. Eu acho que seria um jogo de luta, cara.
Qualquer jogo legal mesmo, né? Você não precisa saber jogar, né, para se divertir, né?
Ninguém sabe, ninguém Ninguém sabe jogar jogo de luta. Ai, que o jogo competitivo, cala sua boca! Tu joga, tu aperta botão, tu pula, tu chuta e tu dá soco, é isso? E tu solta poderzinho, cara. Seria qualquer jogo de luta, qualquer jogo de luta.
É legal jogar com quem não sabe, exatamente.
Legal jogar com ninguém sabe. Ninguém sabe. Quando eu baixo jogo para o Marco, eu falo: baixei um jogo aleatório. Eu boto a baixagem quando ele chega aqui em casa. Ah, vai ser isso aqui hoje, a gente vai jogar. A gente não sabe botão, a gente não sabe bosta nenhuma.
E o clássico, primeira coisa que a gente procura é o meia-lua e soco para ver se sai algum bagulho.
Não, meia-lua e quadrado. Primeira coisa, obviamente, né?
Irrita, é dois patelares para frente.
Eu fico procurando o do Blanka, eu fico procurando qual é o que solta projétil. Aprendi, é chuva de projétil. Toma, toma!
É o combo mais roubado com um botão só. Apertou L2, meu Deus, ele dá um chutão e toca para cima. É isso aí, vai ser, vai ser o jogo inteiro isso aí só. E tu vai tipo, eu não consegui me escapar daquilo. Exato, sentindo idiota, fazendo o mesmo combo toda hora. O que não pode, não sei o que tá. Vamos no aleatório então daí, só Eu pego aleatório. Então acho que é isso aí, qualquer jogo de luta, Tekken, Street Fighter, King of Fighters, e foda-se qualquer coisa assim, no aleatório, no aleatório sempre.
Mortal Kombat, e joguei recentemente o Mortal Kombat 1, eu acho que foi. Qual o último Mortal Kombat que lançou?
1 é o primeiro, né?
Normalmente é, não porque essa timeline, foda-se. Joguei o 1 recentemente e achei muito divertido.
Amanhã tu é então, eu, beleza, cada episódio com você jogando.
Não, eu te ajudo a editar, não se preocupa.
Estamos chegando quase ao fim já, hein? Chegamos para as nossas duas últimas perguntas e a primeira é: qual frase do mundo dos videogames que vocês vocês consideram um ótimo conselho que um pai daria para os seus filhos? E aqui eu sinto que eu vou complicar muito o nosso querido Willow, que a minha frase eu preciso dizer antes, que é o quê? Eu sempre falo para todo mundo, agora minha querida Isabela faz 15 anos exatamente daqui um mês da gravação, dia 3 de setembro.
E aí eu tenho que, eu fico pensando que, pô, ela tá fazendo Muay Thai comigo para quê? Para defesa pessoal, e é isso, para aprender a bater em idiota na rua. E eu falo para todo mundo que quando ela for mais velha começar a sair, eu vou dar um canivete para ela. E se mexer com ela, é canivete. E fala: fura e me liga que o papai vai lá e fala que foi ele que fez.
Ponto.
E aí, para mim, a melhor frase que me enquadra nisso é: é perigoso ir sozinho, leve isso.
Que vai ser? Dangerous to go alone, take this.
Espede pimenta?
Foda-se, né, gente? Gira e fura e gira e me liga que depois que eu assumo, eu vou preso tantos anos que for, não tem problema, mas Ela se defendeu. Aí, ó, o Will está mostrando nesse momento um charuto que vira um canivete. É isso, acabou, Marquito. Pode ser um spray de pimenta, não precisa ser tão assim, né? Um taser, alguma coisa. Mas eu vou falar para ela: filha, é perigoso ir sozinha sempre, leve isso com você. Que é a frase do Link to the Past, o maior Zelda de todos os tempos.
Brincando não foi, mas a gente fez brincadeiras durante a sua explanação, Eric, mas é essencial pessoas mas especialmente mulheres, ter algo para defesa própria, fácil acesso. Cara, o mundo tá tão doente, velho, o mundo tá tão absurdo. Eu vejo cada coisa na internet, no Instagram da vida, que eu me arrependo de ter aberto o aplicativo.
Caralho, velho.
Então faz todo sentido realmente você ter realmente uma ferramenta de proteção própria, porque senão, velho, você tá à mercê de muito maluco hoje em dia.
A gente vai sair um pouco do tema, mas pô, esse tempo atrás uma mulher que é instrutora de defesa pessoal foi morta pelo namorado. E ela era instrutora de futebol, então você vê assim, mano, por isso que é a faca. Então é perigoso ir sozinho, leva essa faca, depois me liga.
É build de Netrunner 2077, bota só hack, instala hack rápido, caralho, resolvido. Neuralink aqui, meu amigo, fritei teu cérebro.
Pronto, acabou. Ou então vou comprar aquele veneno do Breaking Bad, Marquita, ricina, e deixar uns com ela, pinga na bebida, foda-se depois. Isso, resolvido.
Ô Eric, tu não gostaria de plantar aconito azul aí na tua corda?
Ah, tá louco mesmo.
Baseado nisso, Eric, no que você disse, nesse mundo ser tão maluco e cruel, tenho duas frases aqui para citar para você.
Mas é uma só, tá?
Azar é o seu, podcast é meu, por mais que você vai editar ele.
Aí vai, o cara vai lá e corta, tá ligado? Exato.
Uma delas é realmente baseado no que eu queria que meu pai tivesse me dito quando eu era criança, que é uma frase clássica do Fallout. Que é war, war never changes. Meu amigo, não importa se você tá querendo pessoas boazinhas, se você é uma pessoa boa, se você é uma pessoa má, a merda sempre vai acontecer e vai acontecer de novo e de novo e de novo. Então você tem que estar preparado para merda. Nesse caso, as mulheres têm que estar preparadas para algo de ruim acontecer, as pessoas têm que estar preparadas para o mundo caótico que elas vão viver.
Então, filho, war, war never changes, vai dar merda hoje, amanhã, semana que vem, não importa, vai dar merda. Agora, uma frase que eu queria que fizesse efeito pro meu filho é: Ô Cris, would you kindly arrumar o chão da sala, por gentileza? Would you kindly jantar, comer arroz e brócolis e salada, por gentileza?
Would you kindly?
Ia cair pra um pai, é foda, velho. É foda mesmo.
Ia cair perfeitamente.
Tudo bem pra você? Tá fazendo lavagem cerebral nele então, Maguinho?
É pelo bem, é pelo bem, tá?
Você sempre é pelo bem, sempre pelo teu bem, né? Tá certo.
Pelo bem de quem? Do seu próprio bem. Mas é boa, mano. O de Kylie para ser pai, boa. Vamos, mas tudo mandou bem, tirando a parte da lavagem cerebral no fim. Agora chegou ele, a vez dele, Wilhelm.
Quem que—
qual é a frase do mundo dos jogos?
Então, meu amigo, pode ser contraditório, será? Porque porque a frase dita por uma pessoa que, né, não é a melhor de todas para falar isso, mas é: don't be sorry, be better.
Kratos, é boa essa frase.
É, don't be sorry, be better.
Não se desculpe, seja melhor. Eu não quero desculpas, eu quero solução.
É basicamente isso, tá ligado? Tipo, faz sentido, porque não adianta ficar pedindo desculpa. É o que eu tento passar para Sofia, pelo menos.
Não fica pedindo desculpa, faz as coisas, né?
Porque desculpa quer dizer que tu teve a chance de fazer a coisa e não fez, e daí só quer pedir desculpinha, entendeu? É a pior parte de ser pai, é xingar. Sim, é ter que chegar e falar: olha a merda que tá isso aqui. Hoje eu tive que chegar em casa, ajudar ela arrumar o quarto, porque o quarto é uma bagunça, etc. Falei: isso aqui não é atitude de uma pessoa bonitinha, limpinha, uma guria que quer fazer balé. Olha esse quarto, sujeira, tá ligado? Tipo, ela sempre quis fazer balé, agora tá fazendo e tal, mas né, a que custa?
O que te custou?
Tudo. Então eu acho que don't be sorry, be better é uma frase muito boa, talvez falada por um personagem errado.
Pode ser, pode ser.
Boa, entendeu? Tipo, claro, é uma incrível— tipo, eu queria ter uma frase, sei lá, do Big Boss para o Snake, que ele é mais uma, mais um irmão do que um pai para o Solid Snake. Mas eu acho que é interessante para todo mundo que é pai, inclusive um amigo meu O Alídio Canoas, ele é pai de gêmeas. As duas fizeram, a Helena e Giovanna, que eu sou padrinho inclusive, elas fizeram 2 anos agora. E como eu e o Bigas, que é o pai delas, nós jogamos TCG, ele fez cartinhas delas.
Que legal! E ele quer algo do gênero também para as filhas deles, que ele quer tipo tentar fazer elas aí pelo caminho certo, não pelo caminho da desculpa. Porque hoje em dia, bom, todo mundo sabe que hoje geração sei lá o quê que é É, sempre muda. É complicado, né? Mas eu acho que don't be sorry, be better é a melhor escolha para mim, no caso.
Não, foram 3 ótimas frases, eu achei. 4?
O Marco falou 2, né? Porque não sabia respeitar.
Mas ninguém ouviu a segunda porque o Will cortou uma, então fica aí.
Teve segunda?
Não teve não, não sei do que você tá falando.
Ah, que sorte.
Deixa eu palpitar nessa merda. Eu vim aprender essa frase, don't be sorry, Be better no mundo corporativo. Obviamente ninguém, o meu gerente não chegou para mim e falou isso, mas eu via em reuniões as pessoas se desculpando e era vergonhoso ver pessoas se desculpando. Não quero saber da sua desculpa, não quero saber por que que você não fez isso, quero saber o que você vai fazer para melhorar. E assim, o mundo competitivo, o mundo corporativo é isso, é um comendo o outro deliciosamente o dia inteiro.
Então, cara, não é desculpa. Tanto que aqui no podcast a gente tem alguns episódios que a gente vai defender os nossos jogos, a gente fala, pô, não adianta a gente falar mal do jogo. A gente não quer dar munição para alguém, a gente quer tentar aprender o melhor possível e tentar ser melhor sempre possível. O importante é que você melhore, você prossiga, não fique pensando, porra, velho, será que eu fui bem? Não, vou sempre querer melhorar, sempre querer ir além.
E eu acho muito interessante essa frase, principalmente para a vida. Para criança, beleza, é difícil a criança entender isso, mas quando você é adulto, começa a aprender, começa a pagar conta, faz todo sentido.
Minha Nossa Senhora, tu filosofou muito, mano!
Então ele falou 3 frases, né? 2 dele roubou a sua, caralho!
Exato, exato. Ele não sabe, ele não sabe manter em uma só, né? Mas olha, muito interessante, ele conseguiu falar muito mais do que precisava.
Prolixo, né?
É, não, pra caralho.
Eu queria dizer que eu deixei de lado a faço os filhos valerem a pena, que também vou dar uma arma pra Isabela.
É, faz sentido pra caralho.
Vamos pra última então, meus amigos. Qual trilha sonora dos games mais lembra momentos em família com seu pai? Cara, a maior lembrança que eu tenho com meu pai, e até falei isso hoje com a Juliana Bousan, é, eu lembro do meu pai, as melhores lembranças é de viagens. Meu pai gostava muito de viajar, era assim, às vezes chegava no sábado de manhã, ele falava pra minha mãe, arruma as crianças aí, vamos viajar. Sei lá, ia pra um hotel fazenda, nem que fosse 10 km lá de casa, mas só pra gente fazer um evento em família.
Então eu me lembro muito da gente no carro ouvindo música. Então viagem, viajar de carro, ouvir música é algo que me remete muito ao meu pai. E aí a primeira coisa que vem na minha cabeça foi a Don't Be So Serious de Death Stranding. Tem uma música que me lembra, quando eu joguei me impactou bastante, porque é um momento que o Sam tá meio que contemplando assim o caminho que ele tá andando, é uma paisagem bonita. E na hora eu me lembrei das viagens que eu fui, que nós fazíamos quando era, quando era mais novo.
Então essa música é muito, muito marcante para mim e eu gosto bastante dela, tá na minha, em várias playlists minhas. Sempre que possível eu a ouvo. Então Dumb So Serious é a que mais lembra desses momentos de viagem, além de Michael Jackson, que a gente ouviu quando foi para Maranhão de carro 3 dias. Foda, mas é tão Muito foda, é muito bonita essa música, né? Eu não sei nem a tradução, Marco, mas ela me remete a tempo de viagens.
É que pra música acho que não importa a tradução, né?
Importa o sentimento.
É até uma discussão que a gente já teve, né, Eric, no outro podcast, quando a gente falou sobre músicas. Bom, eu fiz essa pergunta, eu não lembro da resposta de vocês, mas pô, importa realmente a música ou importa realmente o sentimento, a batida?
Quando você ouviu, né?
É, para mim não importa se a música fala de separação, se ela for bonita eu vou botar no meu casamento, foda-se, sabe? Eu quero sentir a emoção da música. Ah não, porque a linguagem sintática, análise morfológica, não sei o quê, foda-se, velho. Eu quero saber, eu quero saber de sentimento.
Aí eu vou ter que concordar com o Marco. Porque minha playlist inteira do Spotify, tipo 100% da minha playlist é como eu me sinto em relação à música. E o meu humor muda de acordo com a música que eu tô ouvindo no fone. Cara, isso é 1000%. Eu posso tá tipo, ah, tô de boa assim, então escuto uma música, escuto Black.
Porra, aí fudeu, não tem como ficar feliz ouvindo Black.
Daí eu fico... Mas eu tipo, se eu tô triste, eu escuto uma música, sei lá, o Raze Against, do nada assim, e tipo, meu Deus do céu, que bom!
A vida é boa.
Ah, mas que foda! Eu sou... minha ex me falou que, ah, o Will é emo porque ele muda o humor dele de acordo com a música.
E realmente. Faz sentido.
Então, tipo, eu realmente... pra músicas eu vario o humor 100%. Se você botar minha playlist a tocar, eu tenho humor... Cara, se tu ver minha playlist hoje, é K-pop, é grunge, é metal, é... Vai tudo. Não, vai tudo menos, sei lá, o basicão forró. Forró é punk brasileiro. Não, se bem que tem pitch.
Legal.
Pitch, CPM 22.
É bom.
Existência do pênis, tipo, tu vê coisa assim, tipo, não, cara, e é coisas que alteram meu humor de um jeito 1000%. Então eu entendo completamente o Marco, porque tipo é o sentimento, não é a música em si, não é a letra. Ai, nossa, a letra fala de um, sei lá, um monge tibetano que vendia sêmen de cavalo velho lá para vila. Foda-se, meu amigo!
Não, calma aí, calma aí, eu gostei dessa batida, é muito boa, a melodia é legal.
Não, é tri, é perfeito.
Eu escutei quando eu tava com meus amigos, foi um dia bacana.
Exato, exatamente, é o sentimento.
Hoje eu escuto Helena de My Chemical Romance e me dá uma alegria absurda.
É, My Chemical Romance voltou!
Porque eu lembro da gente cantando no karaokê, mano, e tem um vídeo lá a gente cantando. Pô, é animal, é muito legal.
É minha alegria quando eu escuto o episódio do Velho Garoto. Ah, tu viu que tu viu, né? Ah, vocês gostavam. Vagabundo, pode seguir.
Quero saber então, Marquito, qual música que te dá esse, nossa, que sensação de momentos em família com tua Pri Toy?
Eu acho que eu já falei dessa música alguma vez em algum episódio, e eu continuo duvidando que alguém conheça essa banda, porque era uma banda bem específica do jogo muito tradicional, que é The Gone Jackals do Full Throttle. Quem já jogou Full Throttle sabe que o jogo já começa com um rock, não é pesado, mas é um rock gostoso de ouvir, rock animado. Tipo, a música já te dá um tesão, fala, caralho, que jogo é esse? Não sei se o jogo é bom, mas o começo do jogo já é emocionante, já é intrigante.
Então o jogo em si já me pega por esse ponto. O jogo não precisa— o jogo é ótimo, mas o jogo não precisa ser bom se o começo dele já te dá uma energia, já te dá um gás. Beleza. Junta isso com aquilo que eu sempre falo, que meu pai sempre gostava de me dar jogos além do meu tempo, jogos mais adultos do que eu deveria jogar. Então sim, ele me deu o Full Throttle e é um jogo de point and click, de de lógica.
I won't put my mind on that, não é?
Exatamente, exatamente.
Puta que pariu, eu lembro dessa merda.
O Full Throttle é uma gangue de motoqueiros, gostam de rock, obviamente.
É o primeiro Road Rash.
E sim, e se metem em altas enrascadas. Porra, uma criança jogar isso não faz muito sentido. Então eu jogava junto com meu pai, meu pai me explicando toda a lógica do jogo. Ó, filho, você precisa dar um soco aqui nessa da lata de lixo para sair da lata de lixo. Você precisa pegar na argola do nariz desse barman para intimidar ele. Então ele ia jogando comigo e explicando. E sempre que eu jogava um pouquinho, eu falei: pai, pai, consegui fazer tal coisa!
E: ah, legal, filho! Aí ele: pai, filho, filho, consegui fazer tal coisa! Então a gente jogava junto ao som dos The Golden Jackals, que é uma banda completamente aleatória, muito boa, é um rock bem gostoso de ouvir, bem alegre, que eu queria até comprar CDs dela. Porra, nossa, preciso ouvir The Golden Jockeys! Ninguém conhecia The Golden Jockeys. Eu ia na loja de CD, pô, que porra é essa, moleque? Não existe The Golden Jockeys.
E eu fiquei viciado em The Golden Jockeys até de sair o eNump, até sair Napster da vida, que eu conseguia baixar o CD completo e ficar maravilhado ouvindo The Golden Jockeys com meu pai.
O cara tava baixando no LimeWire, né?
Lembrou?
LimeWire no Ares.
Saudades.
Entregou a idade.
Terminando este episódio, episódio, eu virei negão já. Quer dizer que eu falei que ia chamar o Will por vários nomes aqui, né? Coloquei no Google nomes com Will, aí ficou aparecendo aqui. Will é o nome próprio, frequentemente uma forma abreviada, um hipocorismo. Ó, que legal!
Viu?
Hipocorismo é muito bom, mas eu preferi Wilma, que ele tem aqui na listinha.
É extremamente ruim, extremamente ruim.
Então vamos para outra aqui. Então tem, ó, vou deixar você escolher seu último. William e Wilson já falei. Tem Wilfred, Wilbert, Willow, Wilmer, Wilbur, Wilhelm, Wilhelmina, Wilma, Willard ou Willack? Willack é muito boa, né?
Meu Deus, Willack, com certeza, sem dúvidas.
Willack. Qual trilha sonora dos games mais te lembra momentos com o papai?
Aí tu me pegou, mas tu me pegou assim, ó, pela cintura. Tu pegou a mão direita, enrolou na minha cintura, puxou, certo? Tá, puxou. Lembra que eu tenho barba também aqui, né? E daí quando tu puxou, puxou assim, daí tava com máscara do Homem-Aranha, certo? E daí eu tento te beijar, só que eu tava com roupa do It, mano. Mas isso era no karaokê, tu lembra?
Isso é um sonho?
Não, na verdade foi real pra caralho. Isso fica muito específico. Cara, ai, eu não tenho uma música específica que eu lembre de algo com o meu pai. Porém, entretanto, todavia, como pai, talvez eu tenha algo.
Então pode.
Porque o que aconteceu? Um ano e pouco atrás, um ano e meio, um ano e sei lá, um ano e quase 2 anos, sei lá, eu saí do lugar que eu trabalhava Eu caí num poço bem profundo. O Marco acho que sabe, né? Lembra, obviamente. Eu saí de lá e nessa saída eu tive um episódio de depressão muito, muito forte, que geralmente sou depressivo, mas ali foi muito, muito, muito, muito, com quase episódio de—
Ah tá, eu tava no poço físico, não no poço sentimental.
Não, eu caí, só que tinha corda ali, né? Side quest.
Tá, entendi. Poço sentimental.
E daí eu tava num poço muito sentimental, muito forte, numa depressão muito profunda, etc., até que eu voltei a tomar remédio, etc. Mas enfim, naquele tempo ali, quando eu tava muito mal, teve chance de internação psiquiátrica, teve tudo, teve assim, chegar no limite. Eu joguei com a minha filha, por pedido dela, Roblox.
Caralho.
Blox Fruits. E tinha uma música muito podre, que Blocks Fruits é um jogo de Roblox baseado em One Piece, obviamente que tem as frutas. E daí tu vai upando e vai fazendo. Então aqueles joguinhos de— aquele jogo podre, Blocks Fruits de Roblox, eu acho que foi a coisa que me ajudou a sair de um poço muito fundo. Tipo, eu acho que foi talvez uma das partes mais importantes da minha vida, porque foi uma conexão que eu tive direta com a minha filha.
Claro, sem contar a questão da minha esposa, que me ajudou muito nesse ponto. Mas eu consegui me ancorar alguma coisa para parar de pensar em besteira e tudo. Então, a partir daquele ponto, num joguinho de Roblox, um cenário de Roblox que algum usuário aleatório fez, baseado em One Piece, que é muito bom inclusive, Recomendo. A musiquinha da ilha inicial daquele jogo que é tão ruim, é um jogo, é uma coisinha feita assim nas coxas, literalmente.
Eu acho que é uma coisa que hoje é importante para mim porque foi uma conexão, que foi uma corda que minha filha me tocou para mim sair de um poço. Então eu não sei dizer, acho que como pensamento, como o meu pai, com o meu pai eu não tenho nada ligado a não ser Creedence, tá ligado? Mas com a minha filha ligado tem essa musiquinha desse jogo aleatório de Roblox que vai sumir daqui 2 meses, ninguém não vai jogar, mas foi uma coisa importante para mim. Talvez seja o motivo de eu estar aqui hoje.
Caralho, o cara começou o episódio, Marquinhos, emocionando e vai terminar emocionando. Aí fica difícil, né?
É que eu não sei dizer, mas tipo, para mim todas as musiquinhas do Blox Fruits que tem no Roblox são músicas importantes porque foi algo que eu cheguei em um ponto de conexão, porque eu levava trazia ela do colégio, a gente voltava falando desse Blox Fruits, a gente trocava frutinha e fazia, e cada um tinha uma fruta. Ai, que eu tenho fruta da borracha, eu tenho fruta do Buda. E é, eu acho que isso foi uma coisa muito importante.
Então acho que qualquer música genérica de Blox Fruits, como pai para filha, etc., não como eu conectando com meu pai, mas mandou bem. É isso aí.
Eu deveria estar triste aqui, Eric, com essa história, mas eu tô feliz que não vou ser eu que vai ter que pesquisar essa merda de música para colocar nesse episódio de hoje. Então ele que se vire com isso e tenha bons momentos ouvindo essa música. Mas é realmente uma história foda, né? A gente tá tão acostumado, quem tem filho, a proteger o filho, ah, vou viver pelo filho, tudo pelo filho, a gente esquece que é só dar a mão para ele que toda aquela energia volta para gente também.
Tudo aquilo de bom que a gente passou para eles, eles conseguem, sem obrigação nenhuma obviamente, fazer a gente voltar a sorrir com coisas bem pequenas, né? Né? Então, pô, é bonito ver o Will, você, quem mais seja, conseguir voltar a sorrir com ajuda do filho, com ajuda de coisas tão simples, né, do dia a dia, jogo besta, uma musiquinha besta, e conseguiu voltar o Will, botar a cabeça no lugar e falar, beleza, sabe, eu tenho um propósito e minha filha precisa de mim.
E por aí vai, não vou filosofar aqui que não precisa, porque é bonito ver essa história.
Estou speechless, mas eu queria dizer que o Will me ajudou bastante no momento aí também. Uma das coisas que ele falou foi, pô, a minha A Âncora foi minha filha e tal. E a parte boa de ser pai é isso, né? A gente pode usar nossos filhos para— porque, pô, é verdade, a Bela tem se tornado cada vez mais minha parceira agora que ela tá com seus 14, 15 anos. Parceirona, é eu e ela aqui em casa fazendo, a gente faz todas as coisas junto.
Me ajudou para caramba do ano passado para cá. E então entendo totalmente esse sentimento Will de, pô, uma música merdinha, mas conectou. Interessante.
É aquela música abertinha, mas é música nossa, né?
Então, exatamente, é isso, exatamente. Canta um pouquinho dela aí, Will.
Porque é um bagulho 8-bit do caralho. Que inferno, é muito cagado.
Hoje já sabemos quem vai ganhar o draft, né? Que o homem veio forte. Não quero nem disputar, não quero nem disputar. O cara tirando o cavalinho da chuva, né? Querendo disputar. Mas como todo, como todo draft e como todo episódio do Vai Lugar Hoje, nós temos que anunciar o quê, Will? O sorteio de ouvintes.
Que sorteio!
Essa é a maior prova que nunca ouviu o episódio.
E o sorteio de ouvintes, a gente pede sempre duas prendas para os nossos ouvintes. A primeira é compartilhar esse episódio em suas redes sociais, e a segunda é responder algo que eu e Marquito manda para eles aqui. Então mandem para gente as respostas desse draft. Mas, Érica, não tenho pai. Que pena, também não tenho. E respondi um monte aqui. Tamo junto, tamo junto, tamo junto. Mande suas respostas e vote quem é o vencedor aqui do draft.
Lembrando que tudo que o Will falou aqui pode ser mentira apenas para ganhar, porque ele é seu rateiro.
Porra, não consigo confiar em nada que ele diz. É seu problema.
E olha que eu conheço todas as histórias, você quer verdade.
E valendo o quê esse sorteio aqui? Faltou dizer essa parte.
R$50 em gift card aí para você gastar em o que quiser, já que a mídia física vai acabar, né? Nada mais justo de que os ouvintes ganhem gift card para continuarem comprando ou comprando licença dos jogos para você se divertir por aí.
Marcolino, meu amigo, você sabe de algum podcast que recebe o apoio financeiro dos ouvintes e devolve tudo em premiações de volta para eles?
Ah, meu amigo Eric, você só pode estar falando do Vai Logar Hoje, com o seu sorteio de gift cards para os seus apoiadores.
Exatamente, Marquito, o melhor e mais recompensador programa de apoio coletivo eu tenho certeza que é o nosso.
Com certeza, porque com os apoios nós conseguimos todos os meses fazer sorteio para os ouvintes e também um sorteio exclusivo para os apoiadores.
Verdade, Marcolino. E quanto mais apoio, aquela continha básica, né, mais sorteios que a gente faz e no fim todo mundo sai ganhando.
E falando em ganhar, me diz uma coisa, qual é o valor da premiação desses sorteios, hein?
Marcolino, os apoiadores podem ganhar gift cards no valor de R$100, que pode ser de iFood, PSN, Microsoft Store, Steam, onde tiver gift card a gente consegue.
Ei, que beleza, hein? Tô quase apelidando então esse apoio coletivo como VLH Rewards, já que o custo-benefício dele é altíssimo. Mas me diz aí, quem quiser entrar para esse programa tem que fazer o quê?
Ah, é muito fácil, Marcolino, é só entrar em apoia.se/vaiapoiarhoje e escolher o tier que cabe no seu bolso. Tem tier de R$5, de R$10, de R$20, de R$50, cada um com a sua vantagem específica, Marcolino.
Sem falar, claro, daquele tier de R$100, né, Eric?
Não, esse aí é um tier secreto, Marcolino, que a gente orienta os nossos ouvintes a entrarem lá no Apoia.se para entender do que se trata, mas eu recomendo a pagarem R$99, não R$100, tá bom?
Ah, bom demais, hein? Depois disso é só dormir tranquilo com a certeza que estará colaborando com um projeto muito legal e garantindo boas risadas com a continuação do nosso podcast.
É isso, fácil, prático e recompensador.
Ah, como é bom ser apoiador do VLH!
Muito bom! Recados finais agora. Queria dizer que adorei a participação do querido Will. Quando o Marco falou, Will vai participar, eu falei, ótimo! Aí depois ele mandou, mas ele não quer saber o tema. Eu falei, ótimo vezes 2, que o homem é uma caixinha de surpresa. Antes de me despedir do Will, queria dizer o quê? Um Feliz Dia dos Pais para todos vocês que são pais e estão nos ouvindo. Para vocês que têm pai e vai ouvir junto com o papai do lado, dá para ouvir.
Mãe, não escute porque eu contei coisas pessoais da gente aí, mas não tem problema. E ser pai é bom demais. É uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida. Queria dizer que se você não fosse pai, estaria muito pior hoje em dia por várias situações. E recomendo todo mundo. É caro, é desgastante e ocupa muito do seu tempo, mas o bônus é bom demais. E ano que vem eu prometo que vai ter Dia das Mães, tá, meninas? E é isso, né, Marquita?
E Will, obrigado pela sua participação, te amo. Quero você agora pra gente falar sobre games, fazer um Ninguém Me Planta com você, coisa séria.
Tamo junto. Eu que agradeço.
Obrigado.
Que voz de boy, voz de Kratos da porra.
Oi, boy!
Eu brinquei no começo, né, que temos pais diferentes aqui nessa call hoje. Mas para você que não teve pai, ou para você que você não tem uma relação muito boa com seu pai, pense em você como pai. No caso, você não tenha filho, pense em você como você quer ser um pai melhor do que foram com você. Acho que esse episódio é importante para isso, né? Ele queria te passar um pouquinho da nossa experiência de uma forma mais engraçada, uma forma mais, mais legal de hoje de ser.
E eu queria também mandar um abraço para o meu pai, obviamente desejar um feliz Dia dos Pais para ele, já que realmente ele me fez ser quem eu sou aqui hoje. Pô, eu falei algumas coisas dele, é verdade, foi um pai, querendo ou não, ele sempre foi batalhador, sempre correu atrás, corre atrás até hoje. Então tá aí trabalhando de Uber para teoricamente sobreviver de verdade. Então, pai, tenho orgulho de você, muito obrigado por ser esse cara sensacional.
E filho, espero que você tenha essa mesma sensação que eu tenho do meu pai, que você veja que realmente eu te amo, que realmente faço tudo por você e faço tudo pelos meus ouvintes, apesar da lavagem cerebral, apesar que facilitaria muito minha vida, mas né, tamo aí para sofrer junto, aprender junto, e é uma experiência muito gratificante. Seja pai pelo menos uma vez, tá, gente? Uma vez é legal, duas já acho que é demais. Já uma vez é obrigatório ser.
Bom, quero agradecer aqui o Eric e o Marco pelo convite, porque eu acho que é muito importante para mim. Bom, relativamente importante, é, tava na agenda, que é interessante que eles lembrem que eu sou pai, porque o jeito que eu sou, o Marco sabe que eu tô sempre zoando, etc. Porém essa parte eu acabo acabo tentando levar um pouco a sério, acabo sendo um pouco mais firme, etc. Não sempre, mas quase sempre dou minhas escorregadas como pai, deixando ela fazer coisas erradas e tipo, ah, tu tá de castigo, mas agora tu já não tá mais, eu tô com essa coisa aqui, sabe?
Aquela coisinha de pai que, ah, tá bom, pode. É, o Marco, o Marco ainda vai entender bem isso. Espera mais uns 10 anos, Marco, tu vai entender assim, ó, perfeitamente. Eu agradeço muito por esse convite e é sempre um prazer gravar com vocês. E agora um um prazer muito maior editar para vocês, né, Marco?
Esse podcast foi editado.
E é isso daí, meu, querendo lembrar que independente de tudo que tenha sido dito hoje, que todas as conversas, eu quero mais. E parabéns aos guris de novo, podcast, episódios do André e do Careta muito divertidos, recomendo ouvir. Vai lá, o garoto. Feliz Dia dos Pais!
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Valeu, Will, pelo episódio. Obrigado por ser esse amigo, esse filho já, que eu sou pai gordo, né?
Então, e careca, e careca.
Fico feliz de ser então essa pessoa que você se baseia de alguma forma.
Não, tu é uma figura paterna, é diferente ser um pai.
Já é alguma coisa.
É, mas eu diria que é mais para a parte do irmão, né, que é divertido.
Graças a Deus que eu não sou pai, não tenho que pagar nada.
É, não, tá atrasado, tá atrasado, tá atrasado, né?
Então, é só uma figura paterna, já me deixa feliz já. Então, muito obrigado por saber disso. Querendo ou não, com elogios ou não, eu fiquei feliz, fiquei emocionado de verdade. Então, se foi de coração, eu acredito. Te amo também. E amo todos vocês, meus amigos. Feliz Dia dos Pais. Beijo, fui!