Episódios de Vai Logar Hoje?

Episódio 252 #TierList • Os Protagonistas dos Games - Entre Razões e Emoções (feat. KoreiaJr)

08 de maio de 20261h52min
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Herói, explorador, aventureiro… ou até um cidadão comum. Nos videogames, um protagonista pode assumir qualquer identidade, mas só alguns entram realmente para a eternidade.

Neste episódio, Marko, Erick e KoreiaJr encaram mais uma batalha de opiniões em uma nova tier list, colocando frente a frente os maiores protagonistas dos games. Carisma, importância, impacto… quem realmente merece o topo?

Prepare-se para debates acalorados, escolhas controversas e muita nostalgia.

Afinal, quem é o maior protagonista da história dos videogames?

E aí, vai se destacar com a gente hoje?

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O Vai Logar Hoje? é um podcast dedicado ao universo dos videogames e ao cotidiano dos hosts Erick e Marko.

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Assuntos6
  • Lara Croft de Tomb RaiderTomb Raider · Protagonista feminina · Impacto na história dos games · Guinness Book · Comparação com o pai
  • Tier List de Protagonistas de GamesDefinição das Tiers (S a E) · Critérios para um bom protagonista · Protagonistas que não falam · Protagonistas femininas nos games · Protagonistas de jogos de luta · Protagonistas de jogos de RPG
  • John Marston em Red Dead RedemptionRed Dead Redemption 1 · Red Dead Redemption 2 · Vingança e redenção · Comparação com Arthur Morgan
  • Wolverine em JogosWolverine Origins · Marvel vs. Capcom · Comparação com Ciclope · Licenciamento para a Sony
  • Sub-Zero de Mortal KombatMortal Kombat · Comparação com Scorpion · Dualidade com Scorpion · Importância para a franquia
  • Superman 64Superman 64 · Piores jogos de heróis · Comparação com jogos de Super Nintendo · Muitas mídias, pouca importância
Transcrição293 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala pessoal, bem-vindos a mais um episódio do podcast. E aí, vai logar hoje? Eu sou o Marco Barbosa, e já que eu sou o maior protagonista desse podcast, digo que o papel de personagem principal é muito importante para o sucesso desse projeto. Opa, oi pra quem tomará as maiores ações hoje. Eu sou o Eric Fagundes, e um bom protagonista não precisa anunciar que ele é bom. Ele é anunciado, meus amigos.

Assim como nosso convidado maravilhoso. E aí Coreia Junior, pronto pra brilhar no EP de hoje? Meus amigos, depois de uma introdução dessa eu estou cheio de vergonha. Porém, essas coisas não me abalam. Vamos pra cima, vai ser um episódio maravilhoso. Seja muito bem-vindo então, meu co-protagonista Coreia. Será um prazer dividir os holofotes com você nessa tier list. DJ, sobe o som para os atores principais entrarem no palco.

E aí, vai alugar hoje?

Marco Barbosa. Oi! Inicia-se hoje o maior projeto desse podcast, ou o segundo maior projeto desse podcast. Voltamos com uma trilogia de cheerleaders, agora para conflitar com a nossa antiga de boss, de inimigos. Já que a gente abandonou o Versus, que era um quadro que era muito polêmico nesse podcast, a gente decidiu fazer quadros distintos, né? Já que a gente, sim, tinha o nosso quadro de maiores vilões. É uma trilogia, aliás, de maiores vilões da história dos videogames.

Agora a gente quer fazer ao contrário, os protagonistas da história do videogame, só que eu tenho uma dúvida, Eric. A gente começou o nosso quadro de vilões com o André, e agora os protagonistas com Coreia. Não tá meio misturado isso não? O Coreia é o vilão e o André é o protagonista ou tá certo? Você é o protagonista das nossas vidas, Coreia Junior?

Gente, eu tô aqui pra bagunçar. Nem protagonista eu sou direito, que eu gosto de entrar, bagunçar e sair. Não sei se eu sustentaria uma temporada inteira. Eu sou aquele cara das aparições, entendeu? Até porque um tempo atrás eu e o Marquito éramos os vilões do Coreia, porque ele ficava reclamando. Não, não acredito. Mais uma agenda do mês e eu não estou convidado para o episódio. Reclamo mesmo. Inclusive, eles ficam amigos de famosos, entendeu? E a gente vai sendo cortado.

Porque o planejamento deles desde 2025 era botar o Coréia em todo mês. Ah, o Coréia vai vir. Isso é verdade. E o Coréia aquilo convidava? Porra nenhuma. Eric e Marco, vão se foder, hein? Estava faltando um tema especial para o Coréia. Nada melhor do que falarmos de protagonista. Porque sim, não precisa ser modesto, Coréia. O senhor é o protagonista. Não sei se está reconhecendo, Marco, e vocês ouvintes. Mas estamos aqui com o melhor convidado de 2025, tá?

Campeão do VLH Wards. Como que não vai ser protagonista um cara desse? A comunidade me criou. Obrigado a todos os fãs.

Te criou, te mantém e te ama. Então, é o melhor protagonista desse episódio de hoje, né, Marquito? A gente tem um tier específico pro Coreia, que a gente já pode, então, citar em qual ele deve entrar ou sempre vai ser o S. Agora eu tô com dúvida, porque eu gosto do Coreia porque ele é multi-tears. Tem dias que ele é tier S, que ele tá em alta, que ele tá feliz. Tem dias que ele é tier B, que ele tá polêmico. Tem dias que ele é tier D, que ele gosta de ser o vilão, que ele gosta, sim, de causar. Não dá pra botar o Coreia num tier específico, né?

Eu gosto muito quando o Coreia está no tier F. Quando ele está no tier, foda-se. Aí ele entrega as melhores... Ou no tier R de resenha, né? Terão esses momentos. Um off aqui de bastidores conversando com o Coreia hoje. Aí eu vou assim, pô, preciso conhecer todos os protagonistas dessa listinha? Eu falei, não, não precisa. Até porque a gente não conhecer, a gente já sabe, né? Vamos entrar na zoeira. Porque se a gente não conhece, foda-se. Se nunca chegou no meu conhecimento, não é digno de estar em posições acima.

brigarei para afundar, talvez eu afunde alguns que eu conheça também e tá tudo certo só pela zoeira, os ouvintes que mandaram aqueles protagonistas de diferentões pra falar não, não sei o que, torçam pra torçam pra nós três conhecer senão, a gente não gosta de ser cult a gente é direto, entendeu? Vai lá pra baixo

Eu ia jogar o episódio nas costas do Coreia em relação, pelo menos, a conhecimento. O que quer dizer que os três, então, estão em maus lençóis? Porque teve alguns nomes que realmente os ouvintes se superaram, hein? É, mas aí, Marculino, não precisa jogar nas costas de ninguém. Jogaremos aonde? No nosso tranquilo campo da enrolação e da injeção de linguiça. O melhor jeito, velho, é legal de ser. Porque todo mundo sabe que a graça aqui é a gente causar com os personagens que a galera... Pô, quem ouviu as chiles de vilões sabe os 300 crimes que a gente cometeu.

E mesmo assim, o episódio é muito amado. Tio list de lançamentos com Coreia. Pô, foi maravilhoso. Coreia dando um golpe de Estado em todo mundo. Nossa, eu nem lembrava disso. Bom demais. Inclusive, a gente até agora acertou, eu acho, tá? Tamo bem, né? Tamo bem, tamo bem.

Mas dito isso, Marquito, você quer explicar para os nossos ouvintes como funciona a nossa tier list? Quais serão as tier listas de protagonista? E teremos regras diferentes para esse? Como é que será? É que eu comentei de colocar o Coreia numa tier list exatamente por conta disso. Porque hoje sim, teremos uma tier list, então, onde colocaremos os protagonistas no seu devido lugar. E essa tier list vai do ranking S ao ranking E.

Ou seja, são seis posições diferentes que a gente vai colocar os protagonistas dos melhores ou piores jogos possíveis.

para a gente ranquear eles de melhor para pior. Só que não é simplesmente melhor, ah, esse é muito bom, esse é ótimo, esse é maravilhoso. Não, aí ficaria muito chato. A nossa tier list tem nomes muito diferentes, muito característicos. Começando então com a tier S, que seria então a tier com maior grau de protagonismo,

que é eu queria ser dele. Ou seja, a gente paga tanto pau pra aquele protagonista que não basta jogar com ele, a gente quer ser ele. Tem também a tirar. Devia ser o nome do jogo. Já vou dar um spoiler aqui. Tomb Raider é o nome do jogo, é protagonista. Não tem como mudar isso. Olha, pera aí.

Talvez a gente colocaria em outro tir. Talvez. Vamos ver. Mas seria um bom exemplo de tir A. Já a tir B é aquela, né, Eric? Nem lá, nem cá. Só colocou um nome no trabalho. Ou seja, aquela pessoa que lá na escola só ficou ali no canto fazendo bagunça. Mas no final da hora de apresentar, fez ali uma enrolação, botou o nome do trabalho e tirou o 10 junto com a turma. Já a tir C, muita mídia, pouca importância.

A gente fala muito bem, nossa, olha aquele cara lá, hein? Sempre tá nas mídias, sempre tem alguém falando dele. Mas se você for ver, afunda, afunda, afunda, ele não é tão importante pro jogo assim. Agora, começa a galhofa. Tier D. Um NPC seria melhor. Não seja.

É só mais um aleatório no jogo que diz a lenda que seria um bom protagonista. E a tireira é aquele clássico, né? Sem ele, o jogo seria o mesmo. De protagonista ele não tem nada. É só realmente mais um nome no jogo que foi feito pra enrolar. Que nem a gente enrola muito bem aqui no podcast, Eric.

Uma boa lixão de firma aqui. Então eu fico pensando se a gente vai colocar muita coisa no S do que eu vi aqui. Vamos ser rígidos. E outra coisa, você ouvinte que tá aí ouvindo e vai chegar no final desse episódio, puta, esqueceram de mandar tal protagonista, de falar de tal, a culpa é de vocês. Porque eu postei caixinha no Instagram, me postei no Twitter pedindo sugestões. Então todos que estão aqui, 90% foram de sugestões dos nossos ouvintes que interagiram com as nossas redes sociais.

Um ou outro, que alguns convidados ilustres nossos mandaram pra gente, ou o chat GPT avisou também, de última hora. Mas a maioria, gente, aqui é culpa dos ouvintes, tá? A gente vai... Estamos aqui, Coréia e Marquinhos, pra fazer a melhor coisa. A gente não vai fazer só uma cheerleague. Vamos ser sommeliers de gosto de ouvinte. Eles adoram julgar a gente, né? Ó que beleza.

E importante também, né, Eric, frisar que serão até agora 60 protagonistas que vamos citar e comentar e julgar. E, obviamente, também teremos uma trilogia. Então, para esse episódio, o dividiremos em três episódios diferentes, com 20 protagonistas cada. E, quem sabe, se o sucesso for muito grande e a torcida aplaudir e querer mais, a gente volta com mais 20, 60. A gente vai inventando protagonista nos próximos episódios. Coreia, então, por gentileza, entra aí no gov.br para fazer uma assinatura digital do contrato.

O Freela de três meizinhos. Prontos, meus amigos, para entrarmos no assunto sobre protagonistas, antes de começarmos a... De chavar, de chavar, hein? De chavar sobre os protagonistas. Trouxe aqui três questionamentos, que é igual a gente fez sobre os vilões, para nós aqui, cabeças brilhantes do mundo dos games, respondermos o que achamos sobre isso. A primeira coisa que eu queria saber da gente, meus amigos, é... É possível um jogo ser bom com um protagonista ruim?

É, às vezes o vilão carrega. Então eu diria que o protagonista não é tão importante quanto a gente acha que ele é? Ou é porque existem atalhos para o jogo ser bom mesmo sendo um protagonista ruim? É bom que tenha, assim, protagonistas meia boca, porque senão a gente não vai usar os tiros mais baixos. Sim.

porque a gente vai ficar só naquilo é, realmente, ele é muito bom, quero ser ele não, a gente quer esculachar, mas brincadeiras a parte eu acho que sim, é muito por conta do que o Coreia disse, não precisa ser exatamente o protagonista o protagonista do jogo, pode ser realmente o vilão, pode ser então até mesmo o NPC que chama atenção, a gameplay a história que seja, sempre vai ter uma característica que a gente vai enaltecer nos jogos nem sempre vai ser o protagonista E aí

O que é maravilhoso, né? Porque depender de um personagem só pra ser o destaque do jogo, tem que ser algo muito específico. Tem que ser realmente uma jornada do herói específico daquele personagem. Cara, tem um jogo que eu gosto muito e que não sei em qual momento a nossa tira ele vai cair. Eu gosto muito dele. Eu gosto do protagonista.

Mas, cara, eu posso dizer que, assim, não é ele que carrega o jogo. Não é um protagonista ruim, mas, assim, lore e gameplay carrega muito mais do que ele, mesmo ele tendo a sua história boa. Então, eu concordo que existem outras coisas em um jogo, além do protagonista, que mesmo assim pode deixar ele bom. É que quando o jogo é ruim, é muita coisa ruim, né? Junta tudo. O protagonista é uma merda, a história não carrega junto. Não é só específico para uma coisa.

Então tá bom, agora falamos sobre cara ser ruim, mas qual então é a característica que vocês consideram primordial pra um protagonista ser um bom protagonista de um jogo? Posso ser bem cringe, como diz a geração atual. O cara tem que ter aura. Tem que ter aura.

Tem que farmar aura, é isso? Cara, tem que farmar aura, exatamente. Quando eu escrevi essa pergunta, a primeira resposta que veio na minha cabeça eu falei, é essa que eu vou considerar, porque é o que é o meu erro mais forte. Cara, pra mim, o que faz um protagonista ser bom é carisma. Acho que vai meio que de encontro com o que o Coreia falou da aura, eu acho que ele tem que ser um protagonista, ele tem que ser carismático.

Não pode ser um cara sem graça, assim. O carisma é o que mais me chama atenção em um jogo quando eu gosto do personagem principal. Pra mim, se juntar todo mundo numa arena num jogo de luta e eu escolher aquele cara, pra mim ele é o protagonista. Pô, é verdade, né? O Coreia deu um bom exemplo agora. Quando a gente vai jogar um jogo de luta novo, a gente não sabe quais são os poderes de cada personagem, o que eles fazem, etc. A gente vai um a um, assim, olhando. Fui com a cara desse cara. Exatamente. Então, fui com a cara dele. Então, pô...

É verdade. Ter a aura, ter a aparência interessante, ter características que chamam atenção é uma boa. Mas eu gosto do protagonista que não é autodito com o protagonista que nem você brincou ali na nossa intro, Eric. Aquele protagonista que vai surgindo, que tá meio escondido, que talvez até o jogo minta quem é o protagonista principal pra depois ele surgir como aquele cara que vai salvar o universo e a toda a humanidade. Então, o protagonista que não se autodeclama protagonista, pra mim também, ele chama mais atenção. Ele me dá mais destaque.

Enfim, carisma, aura e estilo, tudo. Já pensei em um cara que tem tudo isso, hein? Esse vai ser o definido pra gente definir que o cara é tier S, então? Ele tem que ter carisma, aura, estilo, chegar comendo pelos cantos e surpreendendo o jogo? Cara, eu acho que o protagonista também inspira muito. O protagonista também tem que ter inspiração, ele tem que passar uma lição pra você.

Caramba, profundo, hein? Toma. Eu ia dizer que o protagonista, pra ser tirese, tinha que ter cabelo, porque pra eu ser ele, eu tô cansado de ser careca, né? Então ele tem que ser cabeludo. Mas, porra, realmente ter aquela inspiração, né? Aquela vontade de sair do jogo e ser melhor como pessoa. Caralho, eu quero tatuar esse cara no meu braço, tá ligado? Então quer dizer, Goren, que se o cara inspira os outros a buscar vingança, matar os pais, ele entra no cheiro. Meu Deus, é. Cara, é a inspiração que ele traz, pô. Vou julgar, jamais.

Já jogou, hein? Alguém tem que trazer alguma lição pra você, cara. Nem que foi errado. Nem que seja o que fazer ou o que não fazer, né? Também tem isso. Exemplo do bem do mar. E a última aqui, só uma galhofinha aqui, que o Coreia conhece bastante, que a gente assiste muito anime e tem muito disso, né?

O poder do protagonismo pra vocês tem limite? Ou, mano, foda-se, o cara é protagonista mesmo, eu quero que... Vou dar o exemplo, Mark deu o exemplo de Tomb Raider, vou dar o mesmo exemplo usando ela. Mano, a Lara Croft tem muito poder do protagonismo. Ela cai de 20 andares, quebra só um dedinho, uma unha e segue. E, assim, pra lore do jogo, a gente acha normal, beleza. E tem limite isso ou chega mais fácil? Pô, é não, aí já é mentirada demais. Não só chegou no final porque o roteiro salvou.

Eu quero que se foda. Eu sou fã que era o service. E a Lara Croft eu aceito. Não aceitei ela brigando com as Leolas lá. Tudo bem. Mas de resto, não vejo muito limite não no protagonismo. Que é aquele caso, né? Que o Marco falou da jornada do herói. A gente acompanha porque o cara chegou no final do jogo, né? Não ao contrário. Se ele vai chegar. A gente acompanha como ele chegou, né? Já é depois, né? Cara, eu só vou criticar o Batman. De resto... É, o Batman é foda. Vamos lá.

deixar o Dan bravo agora. Ah, eu acho que o grande poder do protagonista são os amigos que a gente faz pelo caminho. Se ele consegue vender a lore dele pra outras pessoas e fazer com que essas pessoas acreditem no que ele vem fazendo, no potencial da missão dele, assim, digamos, e fazer, obviamente, a gente acreditar nele também, a gente querer se importar com a história do jogo e a história desse protagonista em si, eu acho que ele faz a toda diferença, Eric.

Beleza, é legal ter poder, ser super resistente, ter algum tipo de característica importante, mas eu acho que eu vou mais na lore mesmo. Eu me pego mais na lore, principalmente referente aos jogos que a gente jogou recentemente, que a gente até briga, né, se... Ah, esse é o protagonista, esse é o protagonista, quem tá certo, quem tá errado.

porque o jogo vai te levando para um pensamento crítico, um pensamento único sobre o que esse protagonista está fazendo e se é certo ou errado você concordar com ele ou não e o que as pessoas em torno dele estão pensando em relação a isso para seguir ele, para que então essa jornada aconteça. Foi muito profundo na minha resposta? Eu queria dizer que a parte que mais prestei atenção foi você falando sobre o poder da amizade e tal.

Então, para você, o Gal de Sea of Stars é um baita protagonista, então, né, Marguinho? Poder da amizade.

Ele tá nessa lista aqui e diz que não, né? Não sei, não sei. Quem sabe, quem sabe. Que tem essa também. Às vezes um jogo tem mais de um protagonista, né? Tem aqueles que, igual o Marco falou, que come quieta, que às vezes muita gente não acha que é o protagonista. Tem aquela síndrome de Dragon Ball e de Chaves, né? Pra muita gente, o nome do seriado é Chaves, mas o melhor personagem é o seu Madruga. O Dragon Ball, o personagem principal é o Goku, mas muita gente prefere muito mais o Vegeta. No Sea of Stars, né, Marquita? A gente prefere muito mais os créditos, né?

toma crítica toma shade, toma indireta toma tudo

Seguinte, separamos aqui, temos no momento, meus queridos ouvintes, 60 protagonistas para tratarmos essa checklist, por isso que Coreia voltará mais vezes. E eu defini com o Marquito que iremos falar com ele sem ordem, pra não parecer que estamos favorecendo um ou outro. Eu irei usar um sitezinho aqui de sorteador, o nome que sair, a gente vai usando. A única coisa que a gente vai manter igual da planilha de vilões é que a gente vai falar quatro personagens principais sérios e o último, para o primeiro bloco, vai ser sempre uma galhofinha, né Marquito?

Assim, né? Porque falar sério nesse podcast não serve pra nada. A gente quer sim a zoeira, a gente quer sim a galhofa. Então entre um e outro personagem a gente vai sim pra zoeira. Fechou então. Falamos demais. Vamos ver qual será o primeiro personagem principal que iremos aqui defender aonde ele senta no panteão dos personagens. O primeiro já... Essa aqui eu já quero saber. Saiu aqui, meus amigos, o Wolverine.

Quem citou foi o nosso querido Renato Couto. E aí, Wolverine, de qual jogo, né? Vamos, é, exatamente. De qual jogo? Ele só mandou Wolverine. Aí tem os jogos da X-Men, tem o próprio jogo Wolverine Origins, tem o que vai sair agora em setembro. Fica a critério de quem vai votar nele. Qual é o que vocês vão usar pra bater ou não no cara? Pô, cara, vamos lá. Wolverine. Primeiro, ele não é o principal dos X-Men, todo mundo sabe que é o Cyclope.

A história dele isolada, maneirinha, mas é só porradaria. Nada contra, gosto. Sim. E o Wolverine, ele é brutal, mano. Tu, quando era criança, botou três canetas dentro da tua mão no meio da sala de aula e fingia que era Wolverine pra cutucar o teu amiguinho.

Com certeza. Então ele tem aí no mínimo uns bons requisitos aí completos pra entrar na nossa lista ali lá no topo. Porém, os jogos do Wolverine, Wolverine Origins do PS3, se eu não me engano, tem esse jogo. Muito bom. Joguei pra cacete. Inclusive tem uma parte que é, acho que um dos grandes chefões lá, o Sentinela, se eu não me engano. Gosto desse jogo, porém eu não acho que o Wolverine chegou ao seu ápice, ele não foi tão épico, então eu colocaria ele no A ou no B.

É, devia ser o nome do jogo, ele já tem dois jogos com o nome dele, né? Se for pensar na lore de X-Men HQs e tudo mais, ele é um tier B. Não é que ele só colocou no trabalho, só que é um grupo inteiro, né? Então, ele é um trabalho muito bem feito, o nome dele tá lá, ele participou desse trabalho. Pensando nos jogos, ele... É, devia ser o nome do jogo, porque ele já é o nome do jogo, né? O cara, se ele não fosse um personagem foda...

ele não teria um jogo solo pra ele. Eu não tô vendo ninguém se movimentando aí pra fazer o jogo Cyclops. Ou o jogo Tempestade. Ou o jogo Vampira. O que veio aí é jogo chamado Wolverine. Pra mim, ele é Tierra. Ele é o nome do jogo. É, concordo, concordo. Tierra tá bom, Tierra tá bom. Vou falar uma coisa aqui pra vocês, e com certeza vou ser julgado, mas é muito chato ficar velho, né?

Porque me corrijam se estiver errado e provavelmente eu estou. Wolverine é aquele personagem que nós, quarentões e talvez os trintões, a gente aprendeu a amar. Porque é aquilo que o Coreia falou, a gente brincava na escola, botando os lápis na mão. A gente gostava dele ser o fodão e tudo mais. Mas hoje...

Vocês entendem que o Wolverine ainda é o mesmo Wolverine que a gente aprendeu a amar no passado? Ou ele é mais um personagem que acabou sumindo muito por conta do que a Marvel fez de ter vendido as licenças pra Sony? E querendo ou não, a gente sabe que filmes fazem toda a diferença pra manter um personagem qualquer vivo na mente das pessoas. E hoje ele tá meio perdido no meme e talvez agora com o novo jogo ele volte a ser o protagonista.

Cara, quando eu fui assistir Wolverine vs Deadpool, a hora que o homem apareceu com o uniforme amarelo dele, eu voltei pros anos 90, Marquinhos. Então. Tá ligado? É o cara, é o homem. A gente tem a nossa querida ouvinte, a Ju Bolzã. Não é que ela não gosta de Wolverine. Ela acha que nas telonas, eles deram muito mais ênfase pro Wolverine do que pro Cyclops. Retrataram o Cyclops como um bobão e o Wolverine como um fodão, sendo que o Cyclops é puta de um líder e tal.

E aí, ela me explicando, eu cheguei a concordar com ela e entendi. Mas, cara, ainda mais pra gente que é moleque, que foi o que a Coreia falou, mano, a gente todo mundo queria ser o Wolverine, né? A gente foi, caralho, isso é louco que é foda. Pô, o filme Logan é muito bom. Vamos falar de videogame um pouco além, então, porque tem o Wolverine no Marvel vs. Capcom, que ele é simplesmente foda. E todo mundo escolhe ele.

Muito bom jogar com Wolverine no Marvel vs. Cap. Tá, vamos lá. Eu vou dar duas respostas, mas eu vou dar uma definitiva. Que já perdeu, na verdade, né? Porque o A e o Coreia já demos A pra ele, né? Não, eu acho que num contexto do Marco em si mesmo, é bem isso mesmo. Sempre que eu vou jogar algum jogo de luta, eu vou escolher o Wolverine. Sempre que eu vou ver o Wolverine no cinema, eu vou ficar empolgado, vou ficar excitado. Mas isso porque eu já gosto do Wolverine. Agora, pro contexto geral, eu acho que ele é mais um...

B, só colocou o nome no trabalho mesmo, porque sempre vai ter alguém salvando ele, limpando as cagadas que ele fez, que vai ser sim Ciclope, vai ser Professor Xavier, quem seja que for. Então tá, ele vai ser sim A, mas eu acho que no contexto geral ele deveria ser um B. Dito isso, Wolverine estreia com o Thierry R. Devia e terá um jogo com o nome dele. Só não vai ser esse porque ele, na minha visão, ele equipara com a franquia X-Men em geral. Sim, ele não é maior que a franquia.

Ele não é maior que a franquia. Se ele fosse maior que a franquia, ele totalmente seria T-R-E. Senão que eu não queira ser ele. Mas é isso. O mais perto que eu tenho dele é a altura. Vamos lá, o próximo... Meus amigos, agora... Agora eu quero ver. Eu quero auditoria desse sorteio. Agora eu quero ver. Porque saiu ele, que foi indicado pelo nosso querido Chuck Gamer. John Marston de Red Dead Redemption 1.

O homem por trás da primeira vingança vermelha que nós vimos lá em Meazos de Xbox 360. Foragido do FBI. Sequestraram a esposa e o filho. Mandaram ele buscar a vingança contra a sua ex-gang. Senão não tinha a esposa de volta. E no final, nós sabemos o que acontece no final. Icônico pra mim, John Marston. Red Dead Redemption 1 é um dos meus jogos favoritos da época de 360. E de todos os tempos, sempre vai entrar na minha lista de melhores jogos. Eu ouso dizer que eu gostei mais do 1 do que do 2, inclusive.

Eu também. O 2 não me pegou. O 1 gostei. Eu vejo muito mais pessoas falando isso, que o 2 não me pegou do que realmente o 1. E eu acho que, cara, pra mim, o John Marston carrega um jogo que não precisaria dele. Porra, tem várias atividades, a gameplay é foda, a história é muito boa. E mesmo assim ele consegue se destacar. Cara, é um personagem carismático. Você se apega à história dele, à narrativa que ele passa, ao sofrimento dele.

Eu queria ser ele, tirando o final. Pra mim, John Marston é um tier S facilmente. O cara é um pistoleiro velho oesteiro, rodido. Foi atrás de vingança, tinha o amor dele. Acho ele muito bom. Me permita, Coreia, seguir com uma opinião aqui. Eu quero ser muito polêmico. Eu quero que você seja, então, o viés da balança. Pra mim, John Marston é tier E.

Sem ele, o jogo seria o mesmo. Por que Eric Fagundes? Caralho, Michael Barbosa. Porque todo homem que se preze deveria, sim, ir atrás da vingança, ir atrás da redenção e salvar a sua família. Então não precisa ser John Marston ou o homem em si. Pode ser qualquer um, homem, mulher, que seja. Uma pessoa de bem tem que ir atrás.

de sua vingança e ter a sua redenção. Então, John Marston é só um nome que foi utilizado. Um bom nome, obviamente. Mas qualquer um deveria ser obrigado a fazer isso. Então, sim, sem ele, o jogo seria o mesmo que outra pessoa faria igual ou melhor. Mas não é cowboy, é sabor. Cowboy.

Dito isso, John Marston pra mim é tier B, tá? Porém, flertando com o A. Explique. Porque eu acho que ele tem um jogo sólido, tá? Ele tem o... Ele é bem apresentado, acho que é até melhor apresentado que o Arthur Morgan no Red Dead 2. E ele, cara... Eu gostei mais do Red Dead 1 do que o 2, isso que pesa pra mim. Então eu colocaria ele no A.

Cara, spoilers de Red Dead 2 pra quem não jogou. Ele é um prequel do Red Dead 1. Quando o jovem John Maston apareceu, é a mesma reação que eu tive quando eu vi o Wolverine de uniforme. É o cara. É o homem. Mas é foda. Carrega com ele o fato dele ser o protagonista de uma puta de uma franquia, né? Que é o Coreia.

Exatamente, e pega muito na do Wolverine, ele não é maior que a franquia. Então eu acho que A ou B encaixa pra ele. Eu acho que o Marco pesou muito a mão, mas eu acho que vai de encontro também. O jogo é tão bom e a história é tão factível que, cara, não que ele não seja um protagonista bom, mas ali era difícil errar, né? Ele não é maior que a franquia, mas ele faz parte dela, ele carrega ela. Então eu acho que o Tier A ou B tá bem entregue.

O problema do Tier A é que como que seria o nome do jogo? John Marston Redemption. Exatamente, ele não é...

tão. Ele é pra caralho, mas ele não é tão. Então acho que te rever. Mas se a gente for buscar o equilíbrio aqui, eu acho que vai acabar sendo no ar. É que o Michael chegou lá em lá. Eu quero polêmica. Foi pela galhofa, foi pela galhofa. Pô, vamos achar um nome legal. The Red Dead Jones Marston Redemption. John Marston Redemption. Não tinha que ter o Red Dead. É, John Marston Redemption. Caralho, dei o nome pro jogo, tá? E é mesmo, porque querendo ou não, é a redenção de John Marston, né?

Cheirar para John Marston então, Marco Barbosa, devia ser o nome do jogo maior do que qualquer coisa. Marco, você quer ter tréplica? Não, não. Eu fui para a galhofa, mas eu tenho bom senso também, gente. Ah, então eu aceito. Falar nesse momento que a gente discordou muito, teremos veto, teremos golpe, como é que é? Mais pra frente a gente entra nesse acordo? Não, acho que dessa vez não vai ter veto nem golpe não, acho que vai ser uma parada mais leve. Vamos de boinha? Beleza então. Agora é hora da galhofa. Já adianto. Gosto.

Agora é hora da galhofa. Este personagem aqui, quem nos enviou de indicação foi o nosso querido Beto. Um abraço pro Beto. Sub-Zero de Mortal Kombat. Mortal Kombat! Todos os personagens de um jogo de luta são protagonistas? Só o vilão que é o vilão? A gente falou de Shao Kahn, falou de Goro, falou de Mr. Bison. E aí? O Sub-Zero... Pra mim, por exemplo, pra mim, o protagonista... Se for pra falar um protagonista de Mortal Kombat, é dois. Liu Kang e Johnny Cage.

Não. Errou rude. E o Raiden, né? Tem o Raiden também, tá? Não também. Não também. Quem você imitava quando você era criança é o Get Overhead do Scorpion. Segura que talvez tenha o Scorpion aqui na lista. Entendeu? Mas, ô Coreia, vamos lá. O Sub-Zero tem jogo. O Scorpion não tem jogo.

Então vamos lá, o Sub-Zero ele é muito foda, porque se o teu amigo escolher o Scorpion tu automaticamente ia no Sub-Zero no Mortal Kombat aqui na minha vida, tá ligado? Então ele tem o seu lugar porém, eu não acho que ele tá no Tier lá em si, mas acho que o Tier B pra ele tá ótimo

Eu iria de tier C pra ele, muita mídia pra pouca importância, é só um personagem que solta gelo. Não, muita mídia pouca importância é o Raiden. É só um personagem que solta gelo. É assim... Ó gente, a Elsa da Frozen é mais importante que o Sub-Zero, vamos falar bem a verdade aqui. Sim, sim, sim. É, então, é, caralho. Ó, já comparando com os negócios, Liu Kang, o que a gente lembra do Liu Kang? A bicicleta dele é que ele faz o... E o Scorpion, get over here. Qual o nome do poder do Sub-Zero?

Congele. É, congele. Exatamente. Livre Story não é icônico, ele é muita mídia só, porque é um cara que solta poder de gelo, pô. Posso botar uma polêmica aqui, então? Pode. O Sub-Zero, Sub-Zero, só é importante graças ao Scorpio. Se não fosse Scorpio, o Sub-Zero também ia ser só mais um na lista de personagens. Acho que existe uma dualidade com os dois. Acho que os dois só são tudo porque existe um outro, é.

E temos nosso querido Reptile, Smoke, é só um cara de ninja, é um ninja que muda cor. Ah, mas esses aí ninguém lembra o nome. Tipo assim, se não tivesse no jogo ninguém ia sentir falta, tá ligado? Peraí, muda a paleta de cor. Eu estou pendendo até pra entender que um NPC seria melhor. Tipo, a dizer assim, pô... Mas tu compraria Mortal Kombat sem o Sub-Zero, sem o Scorpion? Eu não sei nem como é que tá o Mortal Kombat hoje em dia. Quando eu fui ver o Sub-Zero tava sem a máscara. Aí tem o tal de multiverso.

Cara, pra mim o Mortal Kombat só não pode ficar sem o Shao Kahn. Os que eu vi que não tem ele eu fiquei puto já. Não tem Shao Kahn, foda-se. Então, pra mim, é um NPC como qualquer outro de um jogo de luta. Desculpa aí você ser um fã de jogo de luta. Não, eu vou de tier B. Só colocou o nome do trabalho, porque quem fez todo o trabalho mesmo foi o Scorpion. Ele só chegou junto, que nem é o Ken no Street Fighter. Só o Ryu que importa, o Ken veio depois. Eu quero ver a hora que saiu o Scorpion nessa lista aqui, tá?

Tier B para Sub-Zero então? Todos de acordo? Tier B para Sub-Zero O quarto e último este que foi muito citado já nos nossos debates Lara Croft de Tom e Raider Essa vai ser rápida? Tirar a próxima Essa vai ser rápida? Ela é o nome do jogo e é isso? Tem uma polêmica também Eu tenho uma polêmica Tem? Então por gentileza Se não fosse o Sr. Croft, o papai de Lara Croft Machista

Ela não seria nem um pouco importante Foi ele quem fez Lara Croft ser quem é Lara Croft Ou talvez o mordomo Indo atrás dela, perseguindo ela E ela tendo que fugir do mordomo Prendendo a geladeira Exatamente, então talvez ou o Sr. Croft Ou o próprio mordomo são mais importantes Do que Lara Croft

Dito isso, Tira Devia ser o nome do jogo e é sim O nome do jogo Mas eu só queria dizer que ela tem uma bagagem Por trás de quem ela é Cara, eu queria dizer um bagulho assim pra vocês Agora aqui, tá? Eu queria ser a Lara Croft É

A do Play 1 atual? Qualquer uma. Qualquer uma. Eu queria ser Lara Croft. Rica. O hobby dela é sair procurando tesouros por aí. Eu adoro uma fantasia. Sabe sobre viver na selva. Atira pra caramba. Bonita. Sex symbol. Pra mim, Lara Croft é um xeré. De...

Mano, vamos pensar na história do videogame, meus amigos. Ela é, se não a primeira, mas a que mais fez sucesso no mundo dos games como protagonista feminina. Ela tá no Guinness Book, inclusive. Desde 1900 e pedra. Pô, rebutaram a franquia dela, refizeram a história e continua muito boa. Os novos são legais. É filme, é não sei o quê. Eu não consigo encontrar pessoas que critiquem a personagem, a Lara Croft, a não ser pela galhofa e tal.

Pela história do videogame, ela é Tier S. Eu queria ser essa personagem aí. Pra mim, ela é S. S muito. Ela mata animais, Eric. Mata onça extinta, Eric. Ninguém mandou eles estarem ali. Ninguém mandou eles estarem ali.

Destrói museus, Eric. Patrimônios históricos. Você é desses, então? Marco, ela salvou... Spoiler aqui, tá? Ela salvou a humanidade de uma revolta de um deus asiático lá, que esqueci agora do primeiro jogo lá, e aí não dá o planeta Terra. Ela sozinha, uma menininha de 50 quilos. Ela é foda. Deixarei a Coreia dar a opinião dele, que eu já falei, o Marco falou. Coreia, Júnior. Cara, tem uma sobrinha que se chama Lara por causa da Lara Croft. Ou o Troto. Tipo assim.

Ela é foda, ela vai ser, acho que é a primeira tier-ess aqui da nossa lista. É tier-ess. Ela é maior que a franquia. Muito maior, muito maior. Eu quis brincar, mas ela é foda mesmo. Ela é realmente impressionante. Pelo que ela fez pelo videogame. Isso aí que o Eric falou, é verdade. Lá em 1995, sei lá, em 1996, Lara Croft já era importante num universo que nem existia mulher direito.

no mundo dos videogames, e ela tá aí até hoje com filme, com série, com desenho, com GB, e principalmente com jogo de videogame. Então, tire-se pra ela. Seremos todos Lara Crofts nesse episódio de hoje. Se eu não me engano, o personagem principal sendo mulher, eu só vou lembrar da Samus, Samus Aran, de Metroid, mas quem jogou de olho fechado nem viu ela tirando o capacete no final do episódio, né? A Lara é a primeira que quer pôr isso aqui. Você vai jogar com uma personagem feminina.

Boa. E faltou eu citar que quem mandou o nome da Lara Croft pra gente citar aqui foi o nosso querido Guilherme Scarpelli, ouvinte e seguidor nosso lá do Twitter. Vamos lá, senhores. Agora é o último pra fechar o bloco. Aquela galhofinha, né? Aquela galhofinha básica. Mais uma. Vamos lá. Enviado pelo nosso querido Lucas Maceta, um dos maiores galhofeiros aqui. Temos ele, o personagem principal de Superman 64. Superman!

O protagonista de um dos piores jogos. Eu queria dizer que, assim, não tem como a gente colocar esse cara no E, dizer que sem ele o jogo seria o mesmo. Só tem o Superman? Por que não? É porque, assim, a gente só sabe desse jogo porque tem o Superman. Sem ele ninguém ia ter jogado. Ninguém ia saber que era ruim.

Um NPC seria melhor? A mesma premissa. Ninguém iria jogar. Muita mídia e pouca importância? Eu acho que sim. Porque é muita mídia porque é o Superman. Agora a importância para a história do videogame? Zero porque é um dos piores jogos que tem de heróis, né? E eu colocaria no Tier C aqui. Declaro aberto o Tier F. Tier Foda.

Mas como é que é? Mesmo sendo uma merda, você não queria ser o Superman? Você não queria ser uma merda, mas uma merda com poderes, uma merda que voa no meio de círculos, de argolas? Gostava do desenho dele, eu gostava do desenho dele. É que o jogo é ruim, né? O senhor tá bem treco.

É, eu acho que nesse caso, vai focando principalmente no jogo de Nintendo 64, dá pra se dizer sim que é muita mídia. Infelizmente, né? Muita mídia e pouca importância. Porque a gente vinha de jogos bons, principalmente de Super Nintendo, né? Que tinha aquele hack and slash, não, aquele beating up de Super Nintendo. A morte e o retorno de Super Homem, que é muito bom, por sinal. E depois veio pra essa merda aí que é o jogo do Nintendo 64.

Eu tava lendo as tiers aqui, eu quero mudar minha tier agora. Ih, pra mim é tier B, ele só colocou o nome do trabalho, coitado. Fizeram um puta do trabalho ruim. Usaram ele, né? Usaram ele. Ele é tier B, Marquinhos. Colocaram o nome no trabalho dele, não foi nem... É um bom argumento. Ele é tier B, coitado. Usaram o nome dele pra falar, bota o nome do Superman aí. Ficou uma bosta. E ele que leva a culpa. Pra mim é tier B. Só tem o nome do trabalho e leva a culpa.

Pior que é verdade, Eric, que você mandou bem nessa aí. E não tem só esse jogo que é assim, não. Tem outros jogos que deveriam ser bons por conta dos personagens em si. E são a bosta. Então tá. Tá aqui. Então alterada a primeira quebra de contrato, não. A primeira disputação. Tá tir B. O pior jogo que a gente citou até agora. Super mesmo. Boa.

Agora sim, meus amigos. Voltamos a falar de uma personagem feminina, forte também. Diríamos que ela é uma Lara Croft do futuro, vamos ver, vamos ver. Mas eu quero que o Marco comece falando disso aqui porque eu sei que ele ama muito esse jogo. Aloy, da franquia Horizon, Marquito, um dos grandes exclusivos da nossa querida Sony, que o maior defeito é lançar na lata errada.

Vamos lá, você quer a Aloy da Platina? Ou você quer a Aloy realmente da gameplay, da sua história principal e deu? Porque a Aloy da Platina é um pé no saco, nossa senhora. Como eu não aguentava mais jogar com ela, eu não tinha mais nenhuma importância pra ela. Então pra mim, naquele momento, um NPC seria melhor que ela. Já que vai balando em relação ao jogo... Agora...

Ela vem de uma tribo, ela é uma pessoa que tem vontade de querer explorar, então sei lá, eu acho que qualquer um poderia ser a pessoa pra esse jogo. Mas se for falar realmente dos feitos dela, de destruir dinossauros em formato de robôs, ela é foda.

Vamos ser bem sinceros aqui, eu não sei nem para onde começar a matar um dinossauro, quanto mais um dinossauro roubou. Então eu diria sim que ela deveria ser o nome do jogo, só por conta desse protagonismo em relação às atitudes de batalha dela. Mas se for pensar em platina, eu já estou de saco cheio dela de novo.

Mas aí a culpa não é dela, né? É, é a culpa do jogo. É a culpa do jogo. Coreia, como eu não joguei, isso aí eu vou, eu vou, a Maria vai com as outras. O que você acha da nossa querida Aloy? Marquito já foi de A, devia ser o nome, qual seria o nome do jogo então, Marquito? Aloy in the future? Não, não pode spoiler, como é que é? Ah, mas não, aí não tem spoiler, tudo bem. Mas, pô, não sei também, seria Aloys and Dinosaurs, tipo, Cadillac and Dinosaurs.

Aloy the Robot Destroyer, aí parece jogo de anos 90, né? Filmes dos anos 90. Não, não cola, não cola.

Gente, infelizmente, eu tenho sério problema com a Aloy. Ela teve dois jogos e ela ainda não tornou que ela veio pra ser no universo dela. Ela não tá no top, ela não é rankear nem dentro da Playstation ainda, sendo bem sincero.

Então pra mim ela é Rank C, é muita mídia e pouca importância. Ela tem uma história foda, ela tem uma construção muito pica, mas ela ainda não mostrou porque veio. O Horizon Forbidden West confundiu muito a essência da lore que ela construiu no primeiro jogo e assim, aumentou o grau de urgência, mas não...

Deu aquela importância pra personagem ainda. Tipo assim, o grande feito dela não chegou no jogo 2. Foi o Homem-Aranha Longe de Casa, da trilogia do Homem-Aranha do Tom Holland. Foi um filme filler. Aconteceu muita coisa maneira? Aconteceu muita coisa maneira. Mas ainda não mostrou o que é a Alonha. Ela tem tudo pra ser um tier S no terceiro jogo. Mas a gente não sabe o que vai ser. Então pra mim ela no momento é muita mídia.

Pouca importância. Pouca importância. Eu de fora não tendo jogado o game, eu tendo aí pro lado do Coreia nisso, porque o jogo em si é um patinho feio entre os exclusivos, né? Então, no gameplay, no geral, Horizon Forbidden West é o jogo mais bonito do PlayStation 5. Sim.

Só que o pessoal não está pronto para essa discussão. Tipo assim, cara, é um ambiente vivo. É muito bonito, muito bonito. Eu falo isso em todo lugar que eu vou, velho. Não tem como você jogar Rise of Warmb in the West num ecossistema que te traga o total dele. É um jogo de nova geração que não foi...

superada em questão de desempenho até o momento. Então, a Guerrilha fez um trabalho muito pica no gameplay, fez um trabalho muito pica na ambientação, na lore, mas infelizmente a Lore se perdeu. Ficou uma parada muito épica com ela muito pequena, e quando ela ficou épica, a história ficou pequena. E agora, inverteu a corda, puxou a corda muito forte para o terceiro jogo, que estava só aqui na Terra, e que pode vir uma ameaça de fora do planeta para cá.

Tipo assim... Oi? É, eu não vou dar muito spoiler, mas basicamente está esse o pé do negócio.

Mas só pra te dar esse contexto, então, é que é mais ou menos isso que eu disse também. Gameplay, personagem, combate, ah, show de bola, foda, foda pra caralho. Ela em si, um NPC seria melhor, porque parece que ela dá muita moral até mais pros NPCs do que pra ela mesmo. Por isso que a gente fica essa dualidade. Mas pensando em personagem somente, eu tô que nem a Coreia. Ou é C ou é D, pra mim não foge disso. É, vamos dizer então, muita mídia e pouca importância para a Aloy, que foi citada pelo nosso querido Alfredo Júnior. Se fosse foda, tinha mais pessoas citando também, só uma pessoa citou.

Pô, sabe o que é foda? Teve dois jogos, mané, pra fazer alguma coisa. Pô, fechou o jogo um malerace lá em cima, jogo dois, pô. Foda, teve até uma relação dela com a outra mina lá. Mas, tipo assim, e aí, Aloy? Você tá onde na Playstation? Tu não tá nem acima da Hebe, pô.

Por isso que eu nem colocaria muita mídia, porque nem muita mídia tem. Então, tá, vamos decidir. Então é C? É C e meio? No momento é C. No momento é C. Ela tem muito potencial pra ser S, mas no momento é C. Porra, esse podcast tá feminista demais, meus amigos. Temos aqui ela novamente, né? Ela, novamente, uma mulher. A Misha.

De A Plague Tale, citada pela nossa querida Ju Bolzan. A Misha, que é uma garotinha jovem no jogo A Plague Tale. E numa época que está cometida por várias doenças, cruzadas e tudo mais. Tem que fugir pro irmãozinho dela. Só dela aguentar o Hugo, eu não queria ser ela. Exatamente. A Misha! A Misha!

Mas, cara, pra mim, o jogo não devia ser a Plague Tale, devia ser a Misha Enugo. A Misha's Tale. A Misha's Tale, a Misha's Tale, a Misha's Journey. Que é assim, a menina é foda, velho. Ela é foda. Eu só não queria ser ela pela galhofa. Eu vou ser direto nessa daqui. Pra mim, tá dentro de TierraOS, porque, cara, ela aguentou muito e ainda foi simpática.

Ele é mais chato que um Atreus. Atreus e Hugo é 80 por hora. E eu ainda suporto mais o Atreus porque eu ainda fui com a cara dele. Tipo assim, né? Enfim. Coitado do Hugo, gente. É uma criança. É quase um bebê. Uma criança chata.

Tá, mas vamos lá. Vocês lembram quando vocês se tornaram adultos? Porque sim, eu não quero ser a Amisha, porque ela se tornou adulta muito cedo. Ela foi obrigada a se tornar adulta, né? Então é muito pesado realmente essa história de sobrevivência dela, de perder os pais. Então vai, T-R-S não vai ser, por mais que eu ame a Amisha. E tem que ser o nome do jogo. A Plague's Tale é legal, puta nome bacana, bonito, pesado, forte. Show, mas a Amisha's Tale conta a história de quem realmente importa do jogo, que é a Amisha.

Ah, legal. O Hugo tem seus poderes, controla os ratos, grandes coisas. Os fantoches lá do castelo Ratimundo também eram controlados por alguém. É, eu tenho uma mão no cu dos fantoches.

A Amisha queimando e desmanando essa porra, então tirar pra ela. É, eu concordo. Até porque o Hugo só... Ah, spoilers, né? Deixa pra lá. Mas é, tudo depende muito da Amisha. É foda que pela zoeira a gente não pode... Ninguém quer ser ela, mas ela seria assim um tier S. Mas como a tier é de acordo com as nossas galhófas, tier A então pra nossa querida Amisha devia ser a Amisha's Tale. Boa, gostei meus amigos.

Chegou o momento de perder o 20, meus amigos. Vamos lá. Goro Majima da franquia Iakuza, citado pelo querido Lucas Barbosa. Eu, como um grande defensor de Iakuza... Posso fazer uma pergunta antes? Pode. O Itibã não é o protagonista?

Então, é isso que eu ia dizer pra você. Tem o Ichiban, tem o Kiryu. É que o Goro, ele tem um jogo pra ele, né? Ele é o protagonista. O Marco jogou esse jogo que o Goro é protagonista. Eu, os jogos que eu joguei... Na verdade, o Goro tem dois jogos que ele é protagonista, né? Tem agora também o que saiu ano passado, os Piratas do Havaí lá. Eu só conheci o Goro Majiba sendo um personagem secundário no Like a Dragon. Pra mim, um NPC também não faria diferente.

Não tinha nada diferente. Eu acho o estilo dele foda, aquele tapa-olho. É o Mad Dog, né? O cachorro louco. Assim...

No jogo que eu joguei, ele é um summon, por exemplo. Assim como qualquer outro. Você pode summonar ele, como você pode summonar um cara de fralda. Você pode summonar uma galinha. Então, no jogo que eu joguei, Majima é tier D. No jogo que eu joguei, Eric, beleza, Majima, ele tá indo atrás também da sua redenção, assim, digamos. Ele quer vingança.

Mas, porém, contudo, até tanto, sem ele o jogo seria o mesmo, já que ele é só mais um japonês cheirando calcinha de adolescente, como todo... Nossa senhora, eu vou ser muito bom. Só xenofobia, ó xenofobia, Marquinhos.

Pô, Eric, os caras vendem calcinha em máquina de gerantes. Como todo japonês pervertido, supostamente pervertido. Tá, tá bom. Supostamente, como todo japonês que compra, sim, calcinha usada no Japão, é. Então, sem ele, o jogo seria o mesmo. Ou vai, um NPC seria melhor, já que também faria igual a Goromajima. Puta, também, Eric, sei lá. Eu acho ele muito caricato, sabe? Ah, legal. Oi, garotona.

Sei lá, eu não me vejo nele, pelo menos hoje em dia, talvez nos anos 90 eu até seria algo parecido. O nome do jogo com certeza não é, porque a Yakuza é foda pra caralho, aliás volte a ser Yakuza. Colocou o nome do trabalho? Também não. Então vai, entre NPC e ser ele o jogo seria o mesmo, já que ele é só mais um japonês pervertido.

Cara, eu tô com o Marco. Ele falou que eu penso exatamente do Goro e, cara, pra mim, ainda vejo o Itibam mais como protagonista do que o Goro. Vamos inaugurar o Tierê, então, é isso? Tierê para Goro Majima. Sem ele, o jogo seria a mesma coisa.

É isso. Acabou. Esse podcast tá muito feminino, meus amigos. Esse aqui eu vou gostar. Maelle de Claire Obscur. Citado pela nossa querida Juliana Bolzan. Cara. Vai, vai. Maelle não queria ser ela. Coitada. Sofrida. Primeiro que... Vai alguns spoilers aqui. Não vou dar spoiler de Claire Obscur. Mas não queria ser Maelle. Apesar dela ser foda.

Mas o nome do jogo devia ser Maelle. Com quatro... A vida de Maelle e sua família. Ela é tier A, no mínimo. E se quiserem botar no S, beleza. E aí sim, ela divide o protagonismo com outros personagens. Talvez com mais um que é muito importante quanto ela no jogo. Pra quem jogou aí sabe. E devia ser então, ser Maelle's inverso em conflito com a nossa família.

O jogo devia ser o nome deles. É Tierra para Dona Maele. Eu não queria ser ela. Se fosse para ser alguém no Carriol Viscur, eu seria o Gustavo, porque eu acho ele foda. É, e você acha que eu vou discordar ou vou concordar com você? Vamos lá, quero ver se você me conhece. Eu acho que você vai discordar de mim. Não vou discordar de você, Eric. Por mais que eu não concorde com ela, ela é causadora de tudo. É, dá para dizer que sim.

Ela é causadora de tudo que acontece no jogo, mas eu não daria o nome do jogo para ela. Eu daria, sim, o nome do jogo de Casos de Família. Ok.

com uma participação especial, mas, ali, aí sim, ela teria, assim, o nome do jogo. The Sandra's Case, né? Devia ser o nome do jogo. Perfeito. Então, vai. Por mais que eu não concorde com as atitudes dela, a gente não tá falando de atitude aqui. Os pintores de Waverly Place. As visões de Alice.

Poxa, achamos bons nomes pra Clare de Scrum. Dito isso, sim, vai. Eu daria, sim, o nome do jogo pra ela. E que por mais que eu não concorde com as atitudes dela, não tem relevância nesse momento. Porque ela, sim, é a causadora de tudo que acontece nesse jogo. Gira em torno dela, né? Porém, qual a sua opinião sobre Mael?

Cara, tem gente que fala que a Melly foi egoísta na escolha dela no final do jogo. E eu achei a escolha dela super justa. Pra mim, a tia Heresse. Eu iria fechadão com ela. E, cara, ela tem as suas nuances. Ela não é uma personagem que inspira. Mas ela é uma personagem que te faz pensar no que é certo e no que é errado. É uma criança de 16 anos. Esquece disso também. Sim. E ela faz uma escolha pesadíssima pra vida dela.

Sabe? Você... Decisões escolhem destinos e ela escolheu o destino dela. Cara, escolheu muito bem, na minha opinião. Eu escolheria viver do jeito que ela optou ali. E eu boto ela no Tiresse porque ela teve coragem, coisa que outras... A Loi não teve pra fazer no jogo dela. Bastou um jogo, sabe? Você falou uma boa verdade, Coreia. Eu julguei só as atitudes dela, mas você tem razão. Realmente, ela foi além. Ela foi ser a protagonista do jogo e ela tomou atitudes de protagonista.

Que é verdade, eu queria ter o poder de decisões da minha vida, igual a Maelle teve. É, cara, ela faz xerecuda, pô. Falou, é isso aqui, é isso aqui. Botou em cima da mesa, e é isso. Tieres para a Maelle. Mas sabe qual é o problema? Tinha um pai tentando ajudar ela, só ignorou o pai. Ah, mas quem não foi rebelde com 16 anos, né, Marquito? Ai, gente, pai e mãe sempre vão botar a gente no mundo e a gente cria nossas asas. A gente cria o filho pro mundo, entendeu? A gente não faz expectativa, entendeu? E é isso.

Tá bom. Vamos de S? Vamos de S. Eu concordo em S. Não confundando com ela, eu concordo em ser da Maelle, porque ela foi simpicuda. Eu queria ter esse poder de decisão que ela tem. Mas uma mulher não te heressa aqui. Alô, homens, esse podcast é lacrador. Vamos lá, meus amigos. Agora, para enferrar o bloco, uma zoeira saiu aqui. Ele que foi citado pelo nosso querido Juan Vitor, Eric do VLH. Em qual categoria?

Eu queria ser ele, pra mim é Tierra Pra mim ele é Tierra S com todíssima certeza Quem não gostaria de ser o personagem principal do Vai Lugar hoje? O melhor host de 2025, Tierra S com certeza

para o Eric, falarei em terceira pessoa. Ô Eric, pra gente fazer esse episódio, eu só peguei todos os nomes e joguei no chat GPT e falei, não, é uma descrição rapidinha de cada um deles pra eu saber de quem a gente tá falando. Seguinte, olha o que o chat GPT mandou sobre o Eric. Nome genérico. Não há protagonista icônico conhecido. Dito isso, meu amigo Eric, vamos lá, a gente tá falando do Eric. Não tem um protagonista com meu nome, mas tem um jogo chamado Ericsson Home. Nossa senhora, vocês estão longe. Para, para.

Por causa dessa eu vou te botar no B Só colocou o nome do trabalho Só de raiva Você tava no A aqui Só de raiva você vai descer pro B Só colocou o nome do trabalho Eu não posso botar nenhum de vocês dois no S Vocês tem que ficar no B No B não, no A Vocês dois pra mim são A Porque os dois juntos fazem o S

importante esse daí. Caramba! Gostei, gostei. Eu não posso julgar o Eric, porque pode ser que cause uma intriga, que eu diga a verdade e as verdades machuque. Não, a terapia tá em dia. Cancelei hoje a terapia, mas tá em dia. Ah, pô, mas devia ser o nome do jogo, Eric. Como que seria o nome do podcast? Ah, não. Seria... Ericast. Vai lugar com o Eric hoje? Ericast. Na paz de Eric, no estresse de Eric. Seria Marco e Eric ou Eric Marco? Tá.

Eu acho justo ter o nome dos dois. Aí a gente pode burlar, então, esse tirá, que o nome do jogo pode ter mais de um nome? Sim, sim. Até porque tem você aqui na listinha da zoeirinha de Marco, mas vai ser o mesmo tir. Vamos colocar Eric e Marco aqui. Poderia, em vez de deveria, poderia ser o nome do podcast. Mark Eric Cast. É que eu acho muito bosta, com todo respeito, quem usa o nome como título de podcast. Eu acho muito ruim. Eu não queria ser, assim, o nome do podcast, não, Eric. O nome do jogo.

Estou cancelando o podcast Coreia Versa. Coreia Versa. Sacanagem. Não, mas não é Coreia. É algo além de Coreia. Pô, mas realmente é uma parada muito estranha. Colocar cast no final de qualquer coisa e vira o nome do podcast. Vira o nome do podcast, é. Então. Eu acho que a gente é o TSC ao contrário, Marquito. É muita importância e pouca mídia ainda, infelizmente.

Gostei, vou botar T-C. T-C para nós dois, então. T-C para Mark Eric no Caldeirão. Tá bom, Coréia? Porque a gente quer mídia. Vocês são T-R-A. Tá bom. Ah, do Coréia é o que importa. Então vai T-R-A, vai no lugar hoje. Ah, Mark, tem... Featuring? É, isso que eu ia falar. Vai no lugar hoje com Eric e Marco. Pronto, tá bom. Tá bom, vai. Escapamos bem dessa.

Este aqui eu precisarei muito Da ajuda dos universitários, tá? Artas Conhecem o Artas, meus amigos? Qual jogo? Boa pergunta, não sei nem de que jogo que ele é Então é, ninguém me recalca

Cara, Warcraft, MMORPG Foda-se Foda-se Foda-se Libera o Tier F aí Pra mim Foda-se Tier Foda-se Não joga Tu nunca jogou OU não? Não

Eu tô tomando seu cu. Não, eu já joguei. Pra mim, meu amigo, qualquer NPC seria melhor, pra não jogar tão lá embaixo, assim, de que sem ele o jogo seria o mesmo, porque deve ter a sua lojinha, assim, mas foi citado pelo nosso querido Guilherme Oliveira. Mas o Arthas é, afinal de contas, é de qual jogo? É do Warcraft?

Aí eu vou ser sincero também que, porra, nem encontrei ele no World of Warcraft, tá? Pode botar no C ou no D, que se tivesse outro nome eu também não ia lembrar. É, pra mim ele é D. Eu conheço o Leech King, irmão. É, mas é esse, irmão. Ele se torna o Leech King, viu? Ah, é? Tá vendo? O Leech King não o conhece. Então, amigo, qualquer um que se tornasse o Leech King... O NPC seria melhor. O NPC seria melhor. Diretinho o D, Marquinhos. Achamos o dia do Ardust. Tá, tá. Faz sentido.

Porque se ele se tornou alguém, esse é alguém, então, que importa. Que importa, é. Então eu te dê pra ele, azar dele. Qualquer NPC, você dê melhor que ele, azar. Eu também nem gosto de artes, não gosto de Warcraft. E é isso, desculpa, falei verdades. Ah, esse aqui eu gosto, hein? Vamos lá, o Juan Vitor voltou com mais uma aqui. Dante de Devil.

May Cry, meus amigos. O grande rival de Kratos no panteão de quais foram os melhores hack and slash dos anos 2000 de Play 2. Quem ganharia no versus Dante ou nosso querido Kratos? Já tivemos essa discussão lá no nosso grupo de ouvintes? Ai, gente, para. Pelo amor de Deus.

O Dante não aguenta dois minutos de Kratos na mão, pô. Ele pode vir com a pistola e com a coisa dele, e o Kratos quebra ele na mão. Mas aí ele volta, ele não morre. Foda-se. Ó, eu queria dizer que o Dante, eu não joguei Devil May Cry, temos o Markita aqui que até colocou Devil May Cry 5 na listinha de melhores hack and slash, mas eu acho a mesma coisa que a Lara Croft. Pra história dos videogames, ele tem a sua importância. Então ele pra mim é de B pra cima.

Vou deixar vocês que jogaram definir melhor onde que entra o nosso querido Dante Devil May Cry. Eu, de fora, sendo um fã de videogames, pra mim ele pode ser até A. Eu escuto mais falar do Dante do que do próprio Virgil e tal, e quando você fala de Devil May Cry, o Dante, ele é no mínimo A pra mim.

Eu não sou um dos maiores fãs de Devil May Cry. Gosto de Devil May Cry. Mas eu jogo naquele modo easy, né? Não jogo no modo de fazer combos. Não, eu deixo o jogo fazer combo por mim. Então, eu não sou realmente o hardcore de Devil May Cry. Dito isso, eu joguei o Devil May Cry 5 triste. Porque, inicialmente, pelo menos...

Não tem Dante como personagem principal. Você joga com Virgil, você joga com outros personagens. O Dante não aparece. Eu fiquei o tempo todo esperando. Tá, agora o Dante vai aparecer. Tá, agora. Dante não é foda? Agora ele vai aparecer. Por que eu acho isso? Porque eu acho que o jogo, sim, deveria ser Devil May Cry, porque é um nome muito foda também, como outros nomes que a gente citou aqui. Mas se fosse Dante's May Cry, eu diria que eu toparia também, tá?

O DMC vai continuar igual. Vai continuar igual, é verdade. Vai mudar de Devil pra Dante. É verdade isso daí. Então, sim.

Se eu joguei Devil May Cry 5 querendo o Dante, eu quero que ele seja a protagonista de um jogo, ou seja, eu quero que ele seja o nome do jogo. E não, eu não quero ser ele porque eu não quero ver demônio por aí, não quero ficar saindo dando para o ar em demônio, tô legal do jeito que tá agora na minha vida. Nem andar com aquele pistolão, finalmente você tem um pistolão em mãos. Que que é isso no seu bolso, Eric? Meu pistolão.

Ele é descolado, ele é cool Você foi bem demais nessa aí, Martinho Que Dante's May Cry ainda continua DMC Realmente É, aí você transcendeu Pra mim pode ser até T.S. O Dante, eu acho que ele é maior que a franquia Pelo que o Marco trouxe Pelo que eu já joguei E pelo que ele representa, cara

Sempre que você faz uma adaptação de Devil May Cry, ela não existe sem o Dante. Então, cara, eu acho que ele deveria sim estar no Tier S. Mas no A também tá bem colocado, então fica a critério de vocês. Eu sou pelo Marco, se ele quiser mudar pro S. Eu quero que o jogo chame Dante's May Cry. Então é Tierar. Não quero demônios na minha vida. É o Tierar para o nosso querido Dante. Isso foi dantesco, Marco Barbosa.

Agora pela primeira vez teremos uma dupla, tá? Dupla de protagonistas. Pode? Fala liberado? Pode tudo nesse episódio de hoje. Tá bom. Sam e Lou de Death Stranding 1 no caldeirão, indicado pelo nosso querido Chuchuco Gamer.

S Tá Você queria ser qual? O Sam ou a Lu? Eu queria ser o Sam Eu acho ele foda Pai de menina Salvou a América Reconectou os povos Até onde eu joguei Porque eu não joguei o 2 Passou pelos traumas dele Beleza Mas conseguiu a sua própria redenção Se reencontrou no amor E ele é foda Pra mim Sam Porter Bridge Welcome Sam Porter Bridge

É um S, mas é absurdamente S. Eu sou suspeito a dizer que eu gosto muito de Death Stranding. Mas, caralho, a relação dele com a Loh, eu me identifiquei muito quando eu joguei, por ter a Isabela e tal. Então, eu queria ser o Sam. E é isso, te heresco para ele, na minha opinião. Você largaria seu emprego atual para ser carteiro, Eric? De sair de casa em casa, batendo... Ó, correio! Ó, correio!

Tirando a parte que ele vê os EPs, beleza. O cara não morre, mano. Ele vai e volta. Isso é muito bom. Não morrer é legal. Queria ser ele por isso aí também. Pra mim, ele é tier S. E eu sinto muito que poucas pessoas jogaram Death Stranger por conta da gameplay e não conheceram a história. Que eu acho que entra naquela coisa que a gente falou no começo.

A gameplay de Death Stranding, você tem que se envolver pra se pegar. Igual eu falei, pô, na primeira montanha que eu desci e caí com as minhas compras, eu achei maravilhoso. Mas a história do Sam em si, o personagem, o carisma dele, que acaba não sendo um carisma, porque ele é todo cheio de nome e toque, carrega o jogo. Ele é muito foda. Ele é maior que o jogo. Então, pra mim, o Sam...

E a linda da Lou, porra, mano. Tô jogando aqui de noite, eu tenho que parar pra pedir pro bebê não grita não, por favor. Chacoalhando meu controle, como se eu estivesse ninando com ele. Cara, imersão absurda. Me senti protegendo a bonitinha da Lou. Te herespa, Rassan. Eu, por muito tempo, fui o hater do Death Stranding aqui e no The Cache of Us e em todos os outros podcasts.

Até que eu me entreguei a Death Stranding 1, quando saiu 2. E eu fui até o final pra entender, porque eu tinha que escrever sobre, né? Eu achei que eu teria que escrever sobre, porque eu perdi o emprego em seguida. Porém...

Cara, como é bonito o final do Death Stranding 1. Eu tava, tipo assim, eu não acho que o jogo explora tão bem essa relação. Eu acho que o bebê por muito tempo, ele é usado como objeto pra escapar de AP e foda-se. Até que chega aquele final ali e mandam... Pode falar o final? Pode. Se você não quiser, o Paulus Death Stranding, a partir desse momento, pula dois minutos.

Galera, não, dá pra falar de uma maneira mais abstrata. Separar essa dupla seria uma parada um pouco pesada. E da forma que foi feito, deixa um sabor especial no jogo. Então sim, concordo com o Tiresse, por sempre. O Coré falou tudo, Eric. Eu quero dar parabéns pro nosso Chuck por ter escolhido, sim, dois personagens em um. Até que enfim, hein, Chuck. Acertou. Fez uma. Porra.

Porque não dá pra separar os dois. Não dá pra dizer, ah, o que você acha de Sam? Tá, mas o Sam, você sabe que tá acoplado com uma criança. Então eu não posso só falar de Sam. Tanto que no momento do jogo que os dois deixam de ser um só, o jogo perde o sentido, perde a razão. Você quer desesperadamente parar de fazer side quests pra fazer main missions pra poder, então, se reunir novamente. Então sim.

Sam é foda, Lu é foda. Eu não queria... Ah, queria ser Lu. Queria voltar no tempo e ser um bebezinho e começar a minha vida tudo de novo? No mundo caótico? Talvez. Mas vai pensando num personagem único. Sim, Sam é realmente um personagem icônico que faz você ter um certo asco dele no começo, sabe? Você não tem empatia por ele no começo, por toda a história com a família dele que ele vai propondo pra você. Mas no decorrer do jogo, se você vai entendendo mais o personagem, vai se...

adaptando mais o personagem e vai então querendo ser sim mais o personagem e no final das contas ter toda a redenção que o Wesley comentou. Tiresse, quero ser sim um entregador de cartas meu amigo aí. Apesar do Kojima, ele foi um bom protagonista. Galhofa no ar, meus amigos, para ele. Indicado por Coreia Junior, Neymar Junior do FIFA 14.

Qual, Tia? Eu quero, na verdade, deixar ele, né? Ele que citou esse personagem principal. Pô, no FIFA 14 tem 300 e lá vai pedrado de jogadores. O Neymar é o protagonista, Coreia? Fale mais sobre isso. O Neymar do FIFA 14 fez uma galera jogar com um time merda.

Só porque ele estava lá. Se eu não me engano, no FIFA 14 ele ainda estava no Santos. No FIFA 14 ele não tinha ido ainda pro Barcelona e, cara, jogar online era praticamente você jogar Real Madrid contra o Santos, Barcelona contra o Santos, porque o mundo inteiro queria jogar pro Neymar, cara. E era o Neymar da época que todo mundo protegia ele. Eu quero o Tchuu. Eu quero o Tchuu. Eu quero o Tchuu. O vagabundo deu um tapa na cara do filho do Robinho no meio do treino.

Eu não sei o que virou o Neymar de agora, só sei que o de 2014 eu era muito fã dele. E, cara, o Neymar de 2014, ele tinha que entrar nessa lista de alguma forma. FIFA 14 foi um dos grandes jogos da minha vida. E ele tá aí. Ai, caralho. Assim, eu não queria ser ele. A parte de personalidade e tudo mais, a parte de dinheiro, beleza. Então, pra mim, esse Neymar do FIFA 14 podia ser Tierra, né? O jogo devia ser Neymar, Neymar e UFC e joga, né?

O de hoje, eu acho que ele tinha que ser muita mídia e pouca importância. Só que a gente tava ali no ano de 2014, né? Só confirmando aqui, o Neymar já tava no Barcelona. É, foi pra Copa, né? Ele foi pra Copa, mas tipo assim, a classificação geral dele era 84. Não tava no auge que ele poderia ser, né? Mas, enfim, ele vinha de uma crescente de popularidade, cara. Era muito divertido jogar com o Neymar no FIFA 14, sério mesmo, era muito...

Eu coloco o FIFA 14 pra jogar aqui às vezes, porque foi o último que teve os times brasileiros. É, isso é legal. Cara, eu jogava direto com ele. Eu tenho uma situação parecida com a sua, mas na verdade é diferente que a sua, então eu vou tentar explicar e vou dar minha resposta baseada nisso. Eu jogava muito o Winner Eleven 8.

com o Manchester United por causa de quem? Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. O Gajo era banco daquele time. Eu nem sabia, na verdade, da existência dele. Tinha que ver um amigo lá em casa e falar, Marco, esse aqui tem o Cristiano Ronaldo no Manchester United, né? Eu falei, quem? É o português, Cristiano Ronaldo. O fenômeno que tá em ascensão. Eu, quem? Cara...

Bota ele no seu time e vê, e joga com ele. Tá, o overall dele era bem meia boca na época, mas eu aprendendo quem era Cristiano Ronaldo e querendo então que ele realmente tenha a sensação que ele teve no futuro, eu sempre queria jogar com o Cristiano Ronaldo, sempre queria que jogar com o United. Por isso, sim, eu vou te entender, porém eu também vou dizer então que o Neymar é um protagonista, baseado no FIFA 13, 14, que seja, por conta disso, dessa vontade de a gente ter de jogar com um boneco específico. É.

Porra, eu jogava com o Leni na Master League. Leni. Uma bosta do Leni, que era do Fluminense, acho, sei lá. E sim, porque eu tinha um apego emocional qualquer por ele. Então eu acredito sim, Coreia, que você merece ter esse protagonismo todo por conta de Neymar Jr. e o seu Santástico. Que porra, o Santos ser ruim lá em 2014 é sacanagem que o Santos tinha um bom time. Mas, né, FIFA sendo FIFA. Porra, você falou, eu lembrei que eu gostava muito do Milan Barros.

Não sei por que eu gostava desse jogador e do Liumberg. E que terminasse a minha pegada, eu quero estar jogando, eu quero...

jogar com ele. Dito isso, em qualquer tier que a gente vai colocar o Neymar de 2014? Tierar, pelo menos? Devia ser o nome do jogo? Pô, mas aí que tá. Tinha jogos de futebol que tinha nome de jogadores, né? Ronaldinho Soccer. Ronaldinho Soccer. É. Pô, acho Bebeto também, sei lá eu. Então, assim, eu daria o nome de um jogo pro Neymar, principalmente naquela época. Tierar, então, para Neymar, para a alegria de Coreia e de todos os fãs dele pelo Brasil aí.

Desculpa você que é hater, mas é o de 2014, aquele que tem toda a alegria ao povo na Copa no Brasil.

E aí E aí

Marquita e Coreia, chegamos aqui aos cinco últimos deste episódio, dessa primeira parte. Até o momento, eu tenho gostado bastante, tá? Teve S, teve E, teve polêmica, teve pouca briga, hein? Eu espero melhor a gente ir discutindo mais para os próximos. Então, vamos lá para os cinco últimos protagonistas que iremos avaliar. Temos aqui ele, o protagonista de uma grande franquia da PlayStation, hein? Nathan, é Nathan ou Nate? Nate Drake, citado pelo Edu de Oliveira.

O Tomb Raider, o Tom Buraldo É ele? O Lara Croft? E aí? Eu acho que já deu a tira O jogo só não se chama Nate Drake porque já existe Tomb Raider Então eles não quiseram imitar Tanto assim, mais do que já imitam A Lara Croft

Então eu acho que ele deveria ser o nome do jogo, se não fosse essa briguinha que existe entre dois protagonistas que tem em tese o mesmo roteiro, a mesma gameplay, a mesma situação de querer explorar o mundo e pegar objetos, roubar objetos dos outros, digamos.

Pra mim, eu não joguei Nenhum Uncharted E eu acho que A mesma coisa que o Coreia falou do Dante Que você pensa na franquia Já vem na cabeça o Nate Drake Até o pessoal citou Talvez o próximo não vai ser mais com ele E uma galera torceu o nariz Ele é o Lara Croft mesmo Eu não queria ser ele Porque eu prefiro a Lara

ele toma muito mais tiro do que ela. Mas, criando a parte do nome do Tier, eu não acho ele tão ex, assim, tão icônico. Apesar de ser o personagem principal de uma franquia foda da Sony. Mas sabe o que eu acho que falta nele? Talvez por não ter jogado. Eu não vejo carisma nele. Eu acho que tem umas piadas de tiozão. Ele é o Leon. Ele sabe bonito. Tá aí. Então, ele devia ser Tierar. O nome do jogo devia ser... Até tem, né? Uncharted The Nathan's Drake Fortunes, né? Tem um jogo que tem esse nome e tal.

Então é isso, tierá para Nathan Drake. Tierá. Tierá também. Para todo mundo. Sem polêmica? Sem polêmica? Nenhuma polêmica, nada. Nada. É isso aí mesmo, o Nathan Drake é isso aí. Caramba, que genérico que foi. Ai, meus amigos, citado pela nossa querida Gil Bolzã, comandante Shepard da franquia Mass Effect.

Mais uma... Teve bastante mulher aqui nesse episódio de hoje, hein? Não tô gostando disso, não. Mas o Shepard não é multissexo? Não, mas pra quem ouviu nosso episódio de Mesafect, nós canonizamos que é a... Comandanta Shepard.

Mas aí não tem como ela ser S por isso, que já tem esse problema. Tem gente que joga com o Shepard, tem gente que joga com a Shepard, e é um personagem que cada um cria a sua própria lore, cria o seu humor, a sua personalidade, né? Não dá pra colocar pra mim, no T-R-S, por causa dessa questão que, pô, cada um pode ir pra um canto com ela. Mas poderia ser o nome do jogo, The Shepard's Crew.

A nossa comandante, o personagem é muito importante, porque é o personagem principal de um RPG muito importante para o mundo dos videogames. Eu não vejo como esse, talvez, porque não sei se eu considero ele como um jogo nichado, ou por causa disso, de que, assim, para mim, o Mass Effect, a gameplay dele, o RPG dele, é maior que qualquer coisa, não tem nada maior do que isso. E os seus personagens são muito legais e tal. Mas são os personagens, é a tripulação da Shepard, né? Eu coloco ela como tirar.

Eu tô numa dualidade aqui, ó. Palavra bonita. Olha assim, olha aí. Estou entre S e E. Puta. Explicarei o porquê. Cara, é o que você já disse, Eric. É um RPG, então não é o Shepard, não é a Shepard. Sou eu. É o Marco Barbosa, é o Eric Fagundes, é o Coreia Junior. Ou seja, tá bom, tem diálogos pré-escritos, tem atitudes pré-renderizadas, que seja, ok. Mas na verdade, quem tá definindo o futuro do Shepard, quem será o Shepard, sou eu. Então, sem ele, o jogo seria o mesmo?

afinal de contas quem está controlando o personagem sou eu, pode até ser um NPC e faria melhor, já que também eu posso controlar um NPC e escolher as atitudes dele, ou eu queria ser ele, já que realmente o Shepard está sendo quem o Marco Barbosa queria ser, como um comandante espacial, e eu tomando as atitudes de um personagem que já existe nessa situação.

Cara, eu não sei responder. Ainda tem aquele outro ponto, Marquito. As escolhas que a gente faz, tudo bem, sou eu que escolho entre o diálogo A, B, C ou D, mas são diálogos que são da personalidade que foi criada pra aquele personagem. Pra Shepard ou pro Shepard. É uma boa personalidade. Aí vai pro S. Tem um ponto importante, então, já que você citou isso.

Os diálogos do MyzeEffects são bem específicos em relação à escolha de diálogos. Você não escolhe o diálogo completo em si. Não tem, sei lá, diálogos de três linhas com cinco opções diferentes pra você ler. Você escolhe, sei lá, três palavras distintas. Ser educado. E aí? Falar a verdade. E aí, no ser educado, ele vai sim se expressar de uma forma única, bem específica. Então, realmente, não tá sendo o Marco Barbosa nesse caso.

Pode ser o Marco Barbosa sendo educado, mas não são as palavras de Marco Barbosa, entre aspas.

Então tá, vai, eu vou ser bonzinho, vou ser legal com a Shepard. E eu queria ser ela sim, vou ter as minhas escolhas e ela está tomando as minhas escolhas, está melhorando as minhas escolhas de alguma forma e é foda pra caralho viajar no espaço. Temos que admitir isso. Ser um acomodante da Normand, absurdo. Coreia Junior, o que você acha da querida Shepard?

Cara, então, eu não joguei Mass Effect, mas todo mundo que fala sobre Mass Effect fala sobre... Como essa franquia é gigante, sabe? Tem muita gente esperando o próximo jogo. Então, assim, tomando como base o que os meus amigos falam, principalmente o Lucas Maceda e a Ju, eu vou botar ela pelo menos no Tierar.

Shepard's Cruise. Shepard's Cruise. Tirapara, nossa querida Tchê. Vou ficar em cima do muro aqui, porque realmente a minha opinião é formada pela opinião dos meus amiguinhos. Eu só não coloquei... A explicação do Marco pra CS eu achei muito boa, realmente. Eu só não coloquei porque eu ainda acho que, cara, tudo no universo do Mass Effect deixa o negócio foda, que é a tripulação dela, mas eu não acho que ela é... É isso, já me enrolei demais.

Vamos lá, meus amigos, citado agora pelo nosso querido e amado BRKS Edu, temos ele, Solid Snake de Metal Gear. Metal Gear, né? Pode ir pro E.

Eu não livo. Então... Eu não me perco tanto nesses personagens, vamos ser bem sinceros. Cara, dizer que sem ele o jogo seria o mesmo, eu não considero, porque precisa ter um protagonista nos Metal Gears. Mas, mano, eu não sei quem é quem. Pra mim era sempre... Então, explica pra mim, Eric. Olha lá. Lord e Solid Snake. Começa. Não sei, tem o Solid Snake, aí tem o Big Boss, aí tem a Liquid Snake, aí tem o... Não sei. De verdade, quem é quem.

Então, sim, um NPC seria melhor ou muita mídia e pouco importante? É foda. Mas, cara...

Pra mim é tier D, assim, o jogo é muito bom, mas se perde pra mim, eu não sei quem é quem. Eu sempre achei que desde o começo era o mesmo Snake. Aí tem esse tal de Big Boss, aí tem não sei mais quem. Fui jogar depois de um bom tempão Metal Gear 5, não sabia quem eu tava controlando, quem que eu era. Vou te dar um bom argumento então, é que pra você mudar de volta, pode ser? Claro.

Se você colocar no trabalho só Snake. Pode ser qualquer um, né? Tá. Concordo. Só colocou o nome do trabalho. Só colocou o nome do trabalho ali. Pode ser Liquid Snake, Solid Snake, Snake... Snake. Então, porra, vai. Vamos ser sinceros também. A lore é interessante. É interessante saber o que cada personagem é. Legal? É. É confuso pra cacete? Porra. Pra caramba. Então eu acho que por conta disso, por conta dessa dificuldade de explicar o que é Metal Gear Solid, é difícil também você dar um braço a torcer pro Solid Snake.

Tem jogo que tem Solid Snake, tem jogo que tem Raiden, tem jogo que tem Liquid, tem jogo que tem Big Boss. Eu não sei qual que é o qual o jogo, então não daria o nome do jogo pra ele, porque senão ia ser realmente cada jogo um nome de Snake diferente. Queria ser ele? Pô, deve ser foda ser o Snake também, né? Não sei, não sei, eu não queria porque eu não sei quem é ele, pô.

Só colocou o nome do trabalho E rezou pra tirar nota 10 Colocou o nome do trabalho, não que ele não tenha tido a importância dele Mas é o trabalho que é muito foda, né Colocou junto com todos os outros Snakes Concordo com você, Marquinhos, não tinha B pra ele Você, meu garoto coreia Gente, Metal Gear, velho Foda-se, o nome era F Tá ligado? Mas, assim Pra não bater muito, deixar no C Muita mídia de importância Gente, porra, nunca fez nada, caralho Sente um feito Matou quem?

Tá ligado? É qualquer merda, porra. O cara não lutou contra ninguém. Ah, espionagem. Pô, tô ficando escuro, irmão. É, tem esse fato... Tá ligado? Num jogo de luta, eu não te escolheria nunca pra me defender, porra. Pesa esse fato que o Coreia odeia stealth também, né? A opinião dele é tendenciosa. É verdade. É um ponto bem importante. A opinião dele é bem tendenciosa. Dito isso, vamos vetar essa opinião dele, porque eu e o Marco votamos no B, né? É isso.

Pô, a Metal Gear é o caralho, para com essa porra O único jogo do Kojima bom foi Death Strand Vivi pra ver Coreia falando bem de Death Strand Que momento lindo Tá bom, o último de sério aqui, meus amigos Citado por Eric Fagundes Foi sorteado mesmo Vou até mandar um print pra vocês aqui O Cavaleiro Vazio De Hollow Knight

Foda! Tiresse! E aí... E aqui eu vou polarizar. Grande personagem que nem precisa ter nome pra ser gigante. Lembram-se que lá no começo eu falei que, pô, tem um jogo que eu gosto muito, que a história é muito foda, a lore é muito foda, mas talvez o personagem principal não seja tudo isso. Pra mim, o Cavaleiro Vazio, ele é T.E.D. pra mim.

Não. Ele é icônico, ele é carismático, eu adoro, eu quero fazer uma tatuagem dele, mas pro mundo de Hollow Knight, cara, o mundo é muito foda. Ele não fala, eu odeio o personagem principal que não fala, assim. Você só descobre a história dele, a lore dele, se você faz mais que 100% do jogo, senão ele é só um cara que sai batendo ferrãozinho lá. É isso que é o foda. Aí tu bota no B o cara do Metal Gear.

É, tem esse posto também Tá, mas vamos lá, o cara do Metal Gear fala Pelo menos na Coreia O cavaleiro não precisa ter nome E ele tem uma comunidade enorme Não, sim, sim, tá Eu faço parte dessa comunidade Eu gosto muito do Cavaleiro Vazio Tem tatuagem Eu tenho a tatuagem de Hollow Knight Puta, mano

Porra, ele tem feitos épicos. Tá, ele salvou o Hollow Knight. Ele salvou o Hollow Knight, verdade. Tu já enfrentou três besouros malucos? Três mantes absurdos. Desoura na mão? Que são, sei lá, oito vezes o seu tamanho? Não. O cara do Metal Gear não fez isso, tu botou ele ali em cima. No B, verdade. Tô sendo hipócrita, né? Então vamos lá. O cavaleiro aqui pra mim é S, tá? Ele é o nome do jogo, né? Porque é Hollow Knight. Exatamente. O cavaleiro vazio. O cavaleiro vazio pra mim é S. Você queria ser ele.

Ah, queremos. Se eu pudesse escolher. Sem alma, sem pensamento. Se eu pudesse escolher assim. Não, mas fosse uma das opções para eu sobreviver num mundo muito caótico. É, ok. No mundo de Hollow Knight. No jogo de luta eu escolheria ele. Ser o cavaleiro vazio é importante. Porque os outros insetos estão sendo infectados pela radiança. Eu queria ser radiança, na verdade, porque ela é foda. Mas ela entrou no nosso de vilões.

Eu tô entre o A e o D, igual o Marquinhos talvez ele entre S e E, eu tô entre o A e o D. Eu tô entre o A e o D, porque assim, ele é foda pra caralho e tal, só que a Lorde dele é escondida, né? Ah, então você não gosta de Elden Ring também não. Elden Ring não é bode. Não, Elden Ring não tem personagem principal, né? Tira, tira. Foda-se. Entendeu? Nem nome tem pra você ver. Ah, o Imaculado, mas aí a porra do Cavaleiro que é pica pra caralho não pode. Tá bom, vou me levar pelo Coreia nessa.

Mas lembra que eu disse lá no começo do episódio que eu gosto de protagonistas, que o jogo mente pra você que ele é o protagonista e na verdade ele vai surgindo no decorrer que você vai aprendendo sobre a lore em si? Eu entendo que Hollow Knight é muito sobre isso. Você vai acreditando que o protagonista é sim o cavaleiro vazio até você entender a história do jogo. Aí sem spoilers aqui, você vai entendendo que na verdade o protagonista era outro. Que nem...

praticamente aparece no jogo. Você vai aprendendo e vai aprendendo a gostar do que ele fez, dos feitos dele do passado. O que é foda. Porque por mais que realmente o Hollow Knight é um personagem sem pensamento, sem vontade. Vontade, tem vontade, não sei. Mas é mais intuição, talvez. Que ele vai indo, vai indo, sem pensar muito, sem planejar muito, só seguindo um chamado. Eu não entendo que ele é um protagonista. Ele só realmente fez acontecer algo maior. Mas o protagonista está escondido na história. O protagonista é a história.

Spoilers de Hollow Knight. Por que o nome dele é Cavaleiro Vazio? Porque ele é um vaso vazio realmente. E é um entre muitos que deu certo pra conseguir ser o escolhido do Rei Branco e tentar selar a nossa querida radiança. Vontade de comprar ele no Switch, velho. O jogo é muito foda. O jogo é muito foda. O nosso episódio de Hollow Knight figura até hoje entre os top 5 mais ouvidos do podcast.

A comunidade do Hollow Knight é muito foda. Muito forte. Muito forte. É muito foda. Muito forte. Mas, pô, até a Hornet, ela, pra mim, tem mais protagonismo do que se a gente for esmiuçar o Hollow Knight. Porque ele não tem nem nome. Ele é um... Eu esqueci o nome. Um vessel. É um teste. Ele é um vessel. Ele é um teste, né? Tanto que, quando você faz toda a lore dele, você chega numa parte lá que tem vários iguais a ele, que não deram certo.

E ele é só um que deu certo. Ele é um produto de laboratório. Posso te fuder agora? Que isso! 10 e 26 da noite. A lobe, os amigos.

Que um S é entonação, né? Caralho. Eric, que tier que eu vivi pra você? Vivi de Final Fantasy IX. S. Então. Ele é um vessel também. Ele é um vessel também. É foda isso, né? Ele fala. Ele fala, ele tem sentimento. Ele expressa mais, né? Dá pra ter empatia por ele.

O Hollow Knight a gente simplesmente entende que tá controlando um boneco. Tá controlando um boneco. Sem alma, sem vida, só instinto mesmo. Qual o objetivo dele? É chegar lá no final. Mas por quê? Ah, se não fosse ele, que se ele morrer vai vir outro. E outro, e outro, e outro, e outro. Ele é substituível. Veio! Veio! Outro! É, tá ligado? Não veio. Por isso que o nome do jogo é o nome dele, né? Então vai tomando. O nome do jogo é o nome de qualquer um Cavaleiro Vazio. E a gente controlou o Cavaleiro Vazio que deu certo.

E encerrou bem esse episódio, velho. Caralho, sem resposta é isso? Sem resposta é o cacete. Pra mim ele é tierés, eu tô defendendo aqui como se não houvesse amanhã. Assim, a gente gosta muito de agradar os convidados. Não, não é agradar o convidado, não. Não é agradar o convidado, não. Coréia e sujeito com dele em risco, meu amigo. Eu quero que você fale por que ele tá baixo do S.

Eu quero que você fale por que ele está abaixo do resto. Se você me comecei, eu calo a minha boca. Já deu um monte de argumento aí, mas não sei, de verdade. Só argumento merda. Só argumento merda. R sozinho, né? Merda. Só colocou o nome do trabalho, já que tem um monte de cavalo no vazio que ajudou ele a chegar onde ele chegou. Aí, papo reto, o nego vier botar nomezinho de sei que lá aqui.

De franquia fudida pra botar o Cavaleiro Vazia abaixo do ar. Vocês aguardam os próximos episódios que vão acabar com essa dívida. Vai bagunçar. Cara, eu, pô, é foda. Como eu falei, eu tô entre A e D, mas como eu amo muito a franquia e eu amo muito o jogo, pra mim ele é A, no mínimo. Devia ser o nome do jogo assim como ele é.

Sim, ele então, a franquia seria a mesma, Eric? Já que ia ter um outro depois que ia vir e salvar todo mundo. Se fosse outro, ele teria desmontado, porque ele não conseguiu chegar até o final, irmão. Tanto é que a sequência não se chama Hornet Silk Song, se chama Hollow Knight Silk Song. E ele tá na sequência lá, Eric? Ele aparece de tão importante que ele é. Não, o jogo 2 ficou muito chato. Não podemos dar um spoiler. Não mostrei do Silk Song, irmão.

Tirar, tirar. Tirasse, vai. Vamos lá, vamos lá. Você tem uma tatuagem da porra do personagem, Eric. Tá bom.

Você queria ser? Eu briguei, eu briguei mesmo. Eu tenho a tatuagem da arma dele, que é foda. Comunidade do Hollow Knight, essa é por vocês. Não escutem mais... Não confiem no Eric, ele é contra vocês. É nóis, ele tem a tatuagem, mas ele não defende o povo. Ele é poser. Caralho, eu gostei dessa discussão final, foi boa demais. Reclamei que não tinha discussão e foi rica pra caramba. Pra encerrar naquele clima, é gostoso. Mas quer fazer o último sorteio da galhofa aqui então, né? Eu amo esse cara.

Guilherme Oliveira mandou aqui, meus amigos, como um dos personagens principais mais importantes de todos, o caminhão no jogo Truck Simulator. Aí tu veio, Guilherme. Aí ele veio como o caminhão no Truck Simulator. Eu queria ser o caminhão do Truck Simulator? Não queria ser, mas ele é muito importante. Sem ele não tem jogo.

Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Filhos de caminhoneiro falando, hein? Vai mudar em nada o que eu vou falar aqui, foda-se. Diga. Como que é caminhão em inglês? Truck. Truck. Qual que é o nome do jogo? Truck Simulator. Truck Simulator. Ele é o protagonista, the greatest, number one. Tiresse.

tierar pra ele, no mínimo no mínimo é tierar eu não queria ser ele porque ele anda muito é, isso é verdade atropela motoqueiros mas se você for pra pensar aqui, cara um jogo que você é simulador de caminhoneiro, faz sucesso a galera compra controle, faz live faz a roleplay é muito foda esse personagem aí só por causa dele, por causa do caminhão, Marcos cara, uma parada absurda e aí

Quando eu era criança, meu pai ia nessas lojas de jogo. Tem praia e tal, tem muito videogame por lá. Tem que estar rirando a guitarra, de bater nos bichinhos, de jogar a bola na cesta. E tinha os de corrida, né? Tá. Esses fliperamas, de uma forma mais ampla.

Cara, meu pai pegava jogo de corrida. Ele é tão foda na carreta que, porra, todo mundo tava andando batendo com o carro. Pô, meu pai sentava na cadeira, velho, com uma mãozinha só assim, jogando a cerveja, passava todo mundo. Eu ficava muito puto, velho. Eu nunca dirigi igual meu pai. Ele era daquele que jogava Daytona USA no manual e humilhando os outros? É, exatamente. Aí é brabo, aí é brabo.

É brabo. E ele nem encostava em videogame, cara. Meu pai enxergava, ah, como é que funciona? Assim, assim, assim. Daqui a pouco ele já tava andando como se ele tivesse necessidade. Ele tava fazendo roleplay, né? Tava pilotando. Passava a marcha na manéia, tipo, pai, que que é isso? Meu filho, eu trabalho com isso, eu sei como é que funciona esse carro aqui. Tal, tal, tal.

Toma. Vamos ser honesto aqui. E aí eu quero a opinião de vocês pra ter essa resposta, porque eu de verdade não tenho ela. Se o jogo chamasse Bus Simulator, que você tem que levar passageiros do ponto A pro ponto B, ele seria tão impactante assim? Ou a vida do caminhoneiro é que realmente chama atenção? E aí, por conta disso, que o caminhão se torna o protagonista?

É o puro roleplay. Os caras falam, ah, vou botar aqui um Leonardo e vou vir... Marquito, eu tô com uma fábrica de ferro aqui. Não, vamos ver qual é o que vai falar. Não, não, não. Não vou tomar ferro até em João, não. Querem levar ferro até em João ou até em Tupi, Marcos.

Pelo amor de Deus, cara. Puta que pariu. Pega a agulha do cavaleiro e senta nela, ô filha da puta. Caralho, eu ia tentar com o teu argumentado, não conseguia. Não, não dá, pô, não dá.

mas deveria se chamar trucker simulator, não truck simulator. É, porque a gente não é o caminhão, a gente é o caminhoneiro, né? É verdade. Mas o caminhoneiro só existe por causa do caminhão. E o caminhão só anda por causa do caminhoneiro. Mas poderia ser maiá. Poderia ser maiá. Inclusive já tem. Mas as pessoas querem viver a vida do caminhoneiro, não a vida do caminhão. E agora? É, porque o caminhão leva ferro até enjoar e ferro até entupir, né? Porra, que merda.

Vamos fechar no ar, vamos fechar no ar então. Porque o jogo já tem o nome dele. Que isso?

Muito bem, meus queridos amigos, chegamos ao fim dessa primeira parte, dessa epopeia maravilhosa, que talvez pode ser uma etologia, uma cadologia, uma pentalogia, uma exologia, não saberemos. E vou dizer aqui rapidinho, de bate e pronto, como é que ficou o nosso ranking do primeiro episódio. Goromajima no tier E, Arthas no tier D, Aloy no tier C, aí no tier B tivemos Superman, Sub-Zero e Solid Snake.

No Tier A, Shepard, Amicia, Nate Drake, O Caminhão, John Marston, Wolverine, Neymar e Dante. E para o Tier S tivemos Maelle, Cavaleiro Vazio, Sunny Lou, que é considerado um personagem só, e nossa querida Lera Craft. Cada um aqui vai escolher o seu Tier S que vai para a final, é isso Marco Barbosa? Explica para mim.

Quem você quer ser, Kudukra Seis? Já que você quer ser realmente um personagem, Eric? Quem que você quer ser de verdade dentro desses quatro? Qual protagonista você gostaria de se tornar na vida de alguém ou não? No mundo dos videogames mesmo. Cara, eu tô muito dividido entre dois aqui, porque o Coreia deu argumento pra um aqui que me pegou muito. Eu tô muito entre Maelle e Sun e Lu.

Se bem que Cavaleiro do Vazio também, pelo contexto que a Coreia falou, pô, naquele mundo de Hollow Knight, ser o Cavaleiro do Vazio é legal. Ser rica e ser interesse de hobby, salvar o planeta, como Lara Croft, também é foda. Porra! Eu não tava preparado pra essa parte final. Então, eu tô... Caralho! É muito filosofia, né? É difícil, é difícil. Posso filosofar, então? E tentar orgulhar meu amigo Coreia? Pode. Vai.

É tão bonito você ser largado de lado, ninguém dá moral pra você, você ser um qualquer nesse universo gigante em que nós vivemos, e no final das contas você ser aquele que vai realmente salvar o mundo de alguma forma. Ou seja, você ser o cara desacreditado, que ninguém se importa, e no final sim, se não fosse você, nada teria acontecido. Então eu vou querer ser, por mais que teve muita galhofa, o Hollow Knight. Aquele cara que ninguém dá uma moral, que ele é só mais um no meio de tantos, e ele foi lá e fez o que fez.

Uma homenagem ao meu Coreia, pra ele não ficar tão bravo comigo assim, nesse episódio de hoje. Ou você roubou a resposta dele, né? Não, cara, é que tipo assim, eu acho que todo mundo ali merece estar um T-R-S. Essa que é a merda. Tá muito bem montado, tá muito bem equilibrado. A Lara Croft representa pra cacete.

O Sam, pô. Eu não joguei o segundo jogo, mas me falaram muito bem do Sam também e da Lou. E, cara, puta que pariu. A Maelle, cara, é de um dos jogos mais premiados de todos os tempos. Tá ligado? Botar a Maelle contra o Hollow Knight pra mim aqui tá sendo...

Eu acho que a gente devia jogar nas costas dos ouvintes. Que pariu. Não, não. Eu já escolhi o meu. Vocês que se virem. Eu escolhi o de vocês. Eu tô curioso. Caralho. Tá, quando eu fiz a pergunta pra você, Marquitos, se a gente ia fazer isso, eu vou responder o primeiro que me veio na cabeça.

Pra mim, San Lillou é o xerese que eu escolheria ser. O paizão, o cuidador, que é muito do que a maioria das pessoas que é paizão e que eu me vejo muito sendo assim com a minha Isabela. E toda a questão dele superando os traumas dele e sendo uma pessoa melhor, voltando a acreditar no amor do próximo e tudo mais, eu me identifico bastante com o San e com a querida Lu. Pra mim é ele. Com isso, fudemos o nosso colega que só tem duas escolhas possíveis agora. Duas escolhas o cacete, eu posso fazer a minha, mas se for depois eu posso.

Não, pode ter dois Putanulistas iguais, coi Caralho, eu quero puxar a Maelle Cara, que ódio Pode puxar, o Mark foi de Cavaleiro Eu fui de Sun, você pode ir de Maelle Ou Lara Croft Aí passam os três Passam os três, exatamente

Maelle, pode subir Maelle Caldeirão Lara Croft, todo amor por você Nossa, Marco Barbosa Você é muito ruim, Marco? Não, eu? Essa faz difícil Qualquer um que sair Pra entrar na Lara Croft também é válido É difícil, é a 12ª jogadora

Ah, mas eu gostei dessas respostas, no final das contas, porque foram respostas filosóficas, né? Pessoais até, né? O Coreia já tinha explicado muito bem do porquê a Maelle é tiré-se, então não me surpreende ele ter escolhido ela como, sim, a protagonista da vida dele. Você também, com esse aspecto de mais de pai, por mais que eu também seja, você já tem mais vivência que eu e tem uma filha menina, então faz todo sentido. E eu, Eric, eu sempre fui uma criança que não era, não sei, não dá atenção.

Só tem idiota nessa panela Puta que pariu Só tem idiota, meu Deus do céu Então tá aí meus amigos, Maele, Sam e Lu E nosso querido Cavaleiro Vazio Passam para as finais de melhores protagonistas De todos os tempos E vamos fazer o rebaixamento Marquinhos Por enquanto, Goro Majima tá entre os piores Que ele é o único que foi tirerê Cara, o Goro Porra É brincadeira né Desculpa Lucas Barbosa, mas aqui a sinceridade falou mais alto Obrigado

Beleza, o Marquito quis proteger os ouvintes, mas eu estou aqui que eu quero também julgar, não ser só julgado. E vamos usar o nosso sorteio de ouvintes para fazer isso, Marquito, que é como ele funciona. Todo mês sorteamos um gift card no valor de 50 reais para a plataforma escolhida pelo nosso ouvinte sorteado. E para concorrer é muito fácil, você precisa apenas fazer duas coisas para ter mais chances de ganhar. Primeira, compartilhar o post desse episódio em suas redes sociais, já vale um ticket.

E o segundo é uma interação que a gente pede para mandar para a gente pelo WhatsApp, ou na DM, ou responder lá no Spotify. E para esse episódio, vamos ferrar. Não vou falar foder igual o Marco falou naquela hora, né? Vamos ferrar com nossos ouvintes. E queremos que eles escolham um só entre esses quatro que saíram para o S. Maelle, Cavaleiro Vazio, Sun e Lu e Lara Croft. Qual é o S deles? Isso é, que a gente quer saber quem é o protagonista da vida de vocês. Para que vocês possam participar do nosso sorteio de ouvintes.

E ganhar 50 reais, Eric, pra gastar sim, talvez, na sua franquia favorita. Nunca ganhei esse sorteio, eu tô ficando revoltado. Façam como Coreia, continue participando mesmo sem ganhar.

Marquito, meu amigo, você sabe de algum podcast que recebe o apoio financeiro dos ouvintes e devolve tudo em premiações de volta pra eles? Ah, meu amigo Eric, você só pode estar falando do Vai Logar Hoje, com o seu sorteio de gift cards para os seus apoiadores. Exatamente, Marquito, o melhor e mais recompensador programa de apoio coletivo. Eu tenho certeza que é o nosso. Com certeza.

Porque com os apoios, nós conseguimos todos os meses fazer sorteio para os ouvintes e também um sorteio exclusivo para os apoiadores. Verdade, Marcorino. E quanto mais apoio, aquela continha básica, né? Mais sorteios que a gente faz e no fim, todo mundo sai ganhando. E falando em ganhar, me diz uma coisa.

Qual é o valor da premiação desses sorteios, hein? Marcolino, os apoiadores podem ganhar gift cards no valor de 100 reais, que pode ser de iFood, PSN, Microsoft Store, Steam. Onde tiver gift card, a gente consegue. Ei, que beleza, hein? Tô quase apelidando então esse apoio coletivo como VLH Rewards, já que o custo-benefício dele é altíssimo. Mas me diz aí, quem quiser entrar pra esse programa tem que fazer o quê? Ah, é muito fácil, Marcolino.

É só entrar em apoia.se barra vaiapoiarhoje e escolher o tier que cabe no seu bolso.

Tem tier de 5, de 10, de 20, de 50 reais. Cada um com a sua vantagem específica, Marcolino. Sem falar, claro, aquele tier de 100 reais, né Eric? Não, esse aí é um tier secreto, Marcolino. Que a gente orienta os nossos ouvintes a entrarem lá no Apoia-se pra entender do que se trata. Mas eu recomendo não apagarem no...

59, não 100, tá bom? Ah, bom demais, hein? Depois disso é só dormir tranquilo com a certeza que você estará colaborando com um projeto muito legal e garantindo boas risadas com a continuação do nosso podcast. É isso, fácil, prático e recompensador. Ah, como é bom ser apoiador do VLH!

Ah, é uma delícia gravar com vocês dois, meus amigos. Ainda mais cheerlist, ainda mais solto, assim, sem preocupação nenhuma. E tá falando besteira ou não. Maravilhoso. Assim como é, eu vou querer pedir, vou dizer, Marquito, que um dia a gente vai ter que fazer a cheerlist dos nossos ouvintes. E já digo que só vai entrar no Xeré se é aquele ouvinte que seguir as nossas redes sociais, arroba vai alugar hoje em todas elas. Aquele que deixou 5 estrelas no nosso Spotify também.

e principalmente aquele que comprou alguma coisa usando nossos links de associados Mercado Livre Cabum Nuvem e Amazon todos estão destacados no nosso Instagram e se quiserem ficar por dentro das promoções peça para entrar no nosso grupinho no Vai Comprar hoje agora Marquito se for fazer uma checklist de convidados ele sempre vai ser no S Plus né Coreia lindo

Muito obrigado. Já cansei de te elogiar em outros episódios, mas não vou me repetir. Você é demais. Você é demais. Você tem tudo que um personagem principal tem. Que a gente falou. Carisma, uma lore bacana e carrega sozinho, às vezes, um jogo ruim. Gosto muito de você. Deixe aí suas redes sociais. Conte seus projetos. E já garantindo que mês que vem você está de volta para a parte 2 dessa nossa tier list. Tamo junto, coreinha.

Galera, dizer pra vocês que, pô, vai logar hoje a minha casa e é isso. Cara, mês que vem, vamos causar mais polêmica de novo. Sobre as minhas redes, primeiramente, segue o Vai Logar Hoje de novo. Boa. Coreia Junior, todas as redes. E no YouTube é Coreia Verso. Bom demais.

Projetos, não tem nada de novo no momento não, mas eu tô investindo bastante em criação de vídeo lá no Instagram. A próxima análise que vai sair vai ser de MousePI for Hire. E é isso, vamos pra cima, vai ser um mês incrível de games, mês que vem já tem, Summer Game Fest também, então...

Cara, entrem no grupo, façam parte da nossa comunidade aqui, que vocês vão ser muito bem recebidos. É uma galera extremamente boa pra caralho de conversar. A gente fala merda igual fala aqui no nosso podcast aqui. Então, cara, vocês são muito bem-vindos. E apoiem, vai no lugar onde? Boa. Então é isso, Marquinhos, Coreia. Eu, inspirado no nosso querido Sam. Fui, porque vou deixar a minha bebê dormir, que já passou do horário. Tamo junto, um abraço.

Eric, você disse lá no começo do episódio se o poder do protagonista tem limite? O nosso Coreia provou que não, não tem limites, porque ele conseguiu transformar um episódio que seria uma main mission numa sidequest, um episódio descontraída onde deu boas risadas sem se importar, obviamente, com a chastice que é o mundo do videogame. A gente fez algo muito descontraído aqui hoje.

Então colega, novamente, muito obrigado por participar desse podcast, por fazer, sim, esse podcast é um podcast mais alegre, mais feliz, porque você comentou, né? Ah, o grupo de ouvintes é muito legal. Sim, o grupo de ouvintes é muito legal, graças a você também, que também participa, interage com todo mundo. E também interage muito sempre com a gente, sempre com esse carisma absurdo. Dito isso, meus amigos, não tenham vergonha, sim, de ser o protagonista da vida de alguém. Não seja que nem Gorou Majima, seja que nem nós três.

Valeu pessoal, fui!

Logando com os ouvintes, Marcurino, os maiores protagonistas deste podcast. Tem bastante coisa pra gente ler hoje, hein? Começando por ele. Esse aqui tem se tornando ao lado de um outro aí os maiores protagonistas da lista de comentários, hein, Marquito? O nosso recolto, Marcurino, ele e o Francisco estão se tornando os maiores protagonistas dessa parte do nosso quadrinho aqui.

E aí ele mandou no nosso episódio de número 211, o reset de 1995. Fala, manos, firmeza? Ouvi vocês tentando explicar as pessoas em relação à política de 95. É muito mais simples. As pessoas eram menos idiotas do que hoje em dia. É só isso. Mamonas, as cinas eram muito foda. Uma pena terem morrido tão jovens.

Tive o Sega Saturn por um breve período. Fodido desde criança, meu pai teve que devolver porque perdeu o emprego e tinha comprado em um tipo de leasing na época. Algo assim. Acabei ficando sem videogame. Quis tentar continuar na Sega. Me fodi. Valeu e abraços. Recontra, na verdade, em 95 a gente não tinha acesso a tantos idiotas, mas esses idiotas sempre existiram. E... Pô, leasing. Tem anos que eu não escuto falar dessa palavra.

Pena que você ficou sem seu Saturn, mas que bom que hoje em dia você consegue ter seu videogame. Vamos lá Eric, você não sabe disso ainda, mas eu perdi o meu áudio que eu gravei contigo, então a nossa interação foi pro Belé Léo e eu vou ter que gravar tudo de novo sozinho aqui em casa. Então ouvintes, peço desculpa.

Vocês vão perceber que a minha interação e a do Eric não vai funcionar muito bem, já que eu tô tendo que gravar tudo de novo. Isso não vai mais acontecer, perdão. De qualquer forma, vamos ao comentário então do recolto. Exatamente, recolto. As pessoas antigamente continuavam burras, nada mudou. A política é a mesma, a cultura é a mesma, a economia é a mesma. Só mudou realmente, foram os anos que se passaram. As pessoas continuam sendo imbecis, que nem o Eric comentou.

Seguindo o Eric o comentário do nosso Chicão no episódio 41, episódio sobre FIFA, um co-op com o nosso Rodrigo, que eu nem sei por onde anda hoje em dia. Eu adorava os torneios do FIFA 96 aos domingos de manhã na infância. Era só totózinho no B ou A até chegar na cara do gol e fuzilar o goleiro.

O modo de jogo que gastei muito tempo mesmo foi a Master League do PES, nessa fiz tudo do que podia. Meu forte nunca foi competitivo e nada de modos online, sem saco pra ficar bom em jogo de esporte. Tanto é que hoje em dia jogos de futebol nem fazem parte da minha biblioteca.

Só futebol americano mesmo, risos. Abraços. Pô, é verdade, Chicão. Jogar a Master League era um tesão, cara. A gente montava um time do zero, evoluía aquele time, contratava novos jogadores. E aí quando os jogadores tinham, sei lá, 30, 40 anos de idade, eles resetavam tudo. Voltavam com 16 anos de idade, perdendo os atributos. E mesmo assim, você fazia questão de jogar com eles novamente e novamente, novamente. Eu amava jogar a Master League de madrugada, sozinho, bem de boa, curtindo meu time, fazendo a minha roleplay. O totózinho bem no ar.

Resgatou boas memórias, porque eu lembro que eu tinha o FIFA 96, eu acho que era o 96 mesmo que eu tinha, eu sempre esqueço qual é o que eu tinha. Era o Bebeto na capa, e um dos dois chutava e o outro tocava, e eu botei na minha cabeça aqui apertando os dois chutes juntos, o B e o A, o chute era mais forte. E nada me cheira da cabeça que é isso.

Olha ele de novo aqui, eles tão fazendo dobradinha, Markito. Recouro tu no episódio 210 dos nossos jogos obrigatórios de RPG. Fala manos, firmeza? Fiquei muito tempo com seu videogame na infância, pós o fatídico Sega Saturn. Então perdi uma boa época de ótimos RPGs. Depois de velho, Final Fantasy VII Remake, Yakuza Like a Dragon, e aí ele manda entre parênteses, dropado com sucesso, me julguem.

E The Witcher 3, que deu problema no acesso à minha mídia digital e deu uma broxada. Mas, obviamente, voltarei. Ah, platinei Sea of Stars. Agora, inspirado em Marco Barbosa, só mais duas palavras. Mais um ótimo episódio. Parabéns. Cara, ele conseguiu, em um comentário, agradar e desagradar eu e você juntos. Falou bem de Final Fantasy VII, agradou eu e você. Falou mal de Yakuza, arca-drago, me desagradou. E falou bem de Sea of Stars, te desagradou também.

Eu quero saber por que que dropou com sucesso o Yakuza. Não vou jogar, quero saber primeiro. É o cara recolto? Logo você gostando de Sea of Stars? Quem diria, hein? Você que é um cara mais rústico, assim, digamos. Não esperava que você gostasse desse tipo de jogo mais tranquilinho, mais calminho, mais bonitinho. De qualquer forma, sim, vai. São belos jogos e fico feliz que você tenha também curtido mais um episódio.

Agora meu amigo Eric, episódio número 42, uma sidequest sobre mudanças. O nosso Chicão mandou a seguinte mensagem pra gente. Tem um total acumulado de 6 mudanças e 3 cidades diferentes. Uma delas fiz Curitiba, Blumenau, Curitiba, mas a difícil foi uma mudança dupla no mesmo dia. Quando fomos papais pela segunda vez, trocamos de apartamento com a minha sogra.

O apartamento dela era maior e no mesmo condomínio. Esse foi tenso. Abraços, caralho, chicão. Aí é foda, hein? Porque mudança em si já é ruim. Mudar duas vezes no mesmo dia? Haja coração, meu amigo. Sem saco nenhum pra me mudar. Se eu for me mudar a próxima vez, vai ser com uma equipe de mudança.

Mas de qualquer forma, legal, né? Que a sua sogra foi bem solista contigo e trocou de apartamento com você. Já que você, então, já estava com a sua cria pra nascer, teria que realmente ter um apartamento maior. Bem legal. Como você ouviu, a gente tem trauma. E isso me fez lembrar, que eu não sei se eu contei no episódio, de quando a minha avó botou na cabeça que ia se mudar. Aí passamos a tarde inteira, não, né? Eu era criança, mas pra mim era um saco, não tinha o que fazer, né?

Meus tios, meu pai, todo mundo passou a tarde inteira mudando a minha avó pra uma casa na rua de cima. Chegou na rua de cima, ela, não gostei daqui. Vamos voltar. E voltou!

Na casa, velho, como assim, cara? E é engraçado que isso tem anos e minhas tias, meus tios, tudo lembram ainda desse dia, eles dão risada quando lembram. Vamos lá, Arthur Maboro no episódio 251, nosso último de New Game Plus, do Dante Sinferno. Bela história e eu nem sabia que existia antes de ouvir sobre em algum momento nesse podcast. Torcendo por um remake ou continuação para motivar a primeira gameplay. Dito isso, Dante tem mais aqui se F no caldeirão ali colocou.

É, Turma Boni, o Elogar hoje é isso. Quando a gente traz uns jogos mais antigos, é pra deixar com vontade, não pra ser saudosista, né? Quem sabe, vem aí, esses dias eu vi um mod do Dance Inferno pra PC a 60 FPS e 4K, Marquinhos. Coisa linda. Acho que foi o Lucas Barbosa até que postou. Ele é bonito, tá, no jogo, viu? Quem sabe, Arthur, monta um PC aí na Austrália e baixa esse mod.

O grande problema de gravar depois, algo que eu já gravei antes, que eu não lembro nada do que eu disse, mas vamos lá. Arturzito realmente, antes Inferno merecia um remake, que é um baita de um jogo gostoso, um jogo que mexeu com a gente, mexeu com todos os ouvintes, como vocês vão perceber nos próximos comentários. Então nada mais justo que esse clássico reviver. E Dante? Ei, Dante, vai tomar caju?

Seguindo meus amigos agora com um recolto no episódio 214 sobre o melhor videogame de todos os tempos, um Generation sobre Xbox 360. Falamos, firmeza? Mais um episódio finalizado e vou confessar que falhei nesse. Sempre comento logo após ouvir ou deixo anotações pra mim mesmo, só tópicos que quero comentar no episódio, pra não esquecer, pois não consigo ouvir de uma só vez.

Mas nesse, não fiz isso, então só isso mesmo, kkk. Valeu, abraços. O que eu vou dizer de você, meu caro recorto? Só de você ter ouvido essa maravilha de episódio já valeu a pena, mas eu ainda recomendo que você ouça novamente, já que é um episódio tão importante pra mim, pelo menos. De qualquer forma, cara, relaxa, é sempre gostoso quando os ouvintes comentam com a gente, ouvem a gente, então já foi mais do que o suficiente. Eu agradeço de verdade a sua mensagem, fico feliz que você sempre está comentando aqui com a gente.

Eu achei maravilhoso quando você viu esse comentário. Ele tá se mantendo na maratona e prometeu que ia comentar em todos os episódios e vai comentar. Agora o próximo, o nosso querido William mandou também no episódio de Dante's Inferno. Salve, pessoal. Grande jogo, hein? Um dos meus jogos preferidos. Ótimo episódio. New Game Plus. Não estou sozinho, então, Marquinhos. Eu e o William temos Dante's Inferno como dos jogos favoritos.

Estamos juntos. Grande William. Apareça mais vezes, meu amigo. Ele tá lá no grupinho só. Só divisa as ações. Mas que legal que voltou a comentar. Tamo junto.

William, meu amigo, bom te ver por aqui novamente. Continue comentando e ouvindo o Valogar hoje. Bom saber que sim, esse é o seu jogo preferido. Recomende mais jogos preferidos pra gente fazer um New Game Plus, que a gente gosta muito de distinchar jogos novos, antigos, que seja. Por mais que os novos a gente não tenha jogado tanto assim.

Então, só sugerir bons jogos pra gente falar. Seguindo, Eric, o New Game Plus, novamente. Episódio 251, Dante's Inferno. Com ele, Edu de Oliveira. Dante, no game, não deve perdão algum. Deve criar mais um andar.

para ele mesmo sofrer. Divida comédia é uma obra que todos deveriam conhecer, inclusive o mangá do Gonagai. Vivo numa cidade que a Praça Central leva o nome de Dante, que ao Ikea um bus tudo mesmo e da amada dele Beatriz. Olha só meu caro Edu, vivendo e aprendendo, não fazia ideia que em Caxias tinha uma Praça de Dante, então me deu vontade de sim pra Caxias conhecer essa praça. E não...

Tá bom, vai. Talvez eu vá te rever também. Mas na praça me chamou bastante a atenção. Eu lembro que um dia ele mandou no grupo logo quando a gente... Acho que foi ano passado quando eu gravei com os caras do Galinha. Ele mandou no grupo a foto da estátua. Bem interessante. Não parece nem um pouco o Dante do jogo, obviamente. E concordo. Deveria ter mais um andar pra ele sofrer. E se ele... Deixa eu falar. Ele tá em política. Sem política no grupo.

Seguimos! O nosso querido Recolto mandou também pro mesmo episódio de Dança do Inferno. Fala, manos. Firmeza? Caralho, como eu comento, hein? Vou continuar. Foda-se.

Ah, ele é muito bom. Sempre tive curiosidade com esse game, mas não joguei. Tenho o livro, mas dropei. Leitura difícil, cansativa, não pelo conteúdo, mas pela linguagem. E eu, com o passar dos anos, fiquei muito longe de religião. Já gamificado, me interessa. Valeu e abraços. Nossa, imagino que deve ser um conteúdo pesado realmente. Até porque o original, né, criou a base do idioma italiano. Então é um idioma bem rebuscado. E aí é o que a gente falou, né, Marquito?

Que bom que gamificaram algumas obras. Não é um pra um, mas dá pra ter interesse.

Tá aí, Eric, eu falei que o Sea of Stars não era a cara do recolto? Dante's Inferno, eu vejo o recolto nele. Recolto de Dante, será?

Pô, falando em obras que remetem ao passado, o Salamago me faz muito lembrar a obra de Dante, que é uma obra bem difícil de ler também, e é legal que sim, é outra obra que foi transportada para os filmes, por exemplo. Então, viva a transposição de obras entre mídias. Seguindo meu amigo Eric, Chuck Gamer? Chuck Gamer? Meu Deus, é ele? Comentei no nosso episódio e não acredito.

Chucky Gamer, sou muito fã dele. Isso aí, Eric. É o episódio 249, o checkpoint de jogos obrigatórios de Tático. Alô! O único jogo tático que me lembro de jogar foi Yu Yu Hakusho, que tinha no Game Boy Advanced. Meu PC só aguentava emulador de GBA, kkk. O Final Fantasy e o Marvel cheguei a testar, mas não consegui gostar.

Pô Tchuk Nelson, logo você não gostou de Marvels? Eu achava que você ia curtir o jogo da Marvel por conter os personagens da Marvel, obviamente, e por ser um jogo mais dinâmico também. Já o Final Fantasy eu te entendo, ele é mais devagar, mais textão, mais cadenciado, então não é pra todo mundo, mas o Marvel eu achei que seria a sua cara. Queria comentar aqui um dia nos vindouros passados desse podcast, conversando com o Marco Barbosa?

Ele me revelou que quando ele era criança ele não gostava de anime, não assistia nenhum dos que passava na manchete. E eu cheguei a duvidar por um momento, mas com o decorrer dos anos ele provou. Agora ele não conseguiu reconhecer Yuyu Hakusho.

Um clássico da TV Manchete. É mais uma prova de que o Marco não assistia. E é isso, Tietchan. Que prazer ter você comentando aqui. Sou muito seu fã. Francisco Domingos voltou, Chicão, comentando no episódio de Dantes e Inferno. Jogo foda demais. Joguei ele no Xbox One. Foi uma grata recordação de God of War, que joguei só até o 2. História muito pesada, escrota, gore até o talo. Particularmente, todos os elementos casam muito bem para a obra-prima. Triste por não ter uma continuação. E abraços.

Isso é realmente, a gente comentou, né? Ele era cobertor curtinho pra quem não podia jogar God of War, né, Marquita? Ah, joga o Dantes Inferno aí e tal, bacana. E sim, Gore, acho que não sei se a gente falou isso durante o episódio, mas ele é bastante Gore, realmente. Eu fico pensando, Eric, se o Dantes Inferno é o hack and slash do Dino Crisis. Porque ele é possível, todo mundo quer um remake de Dino Crisis e todo mundo quer um remake de Dantes Inferno.

Porque eu brinco que só tem dois fãs de Dino Crisis que ficam pedindo, então deve ser a mesma coisa do Dantes Inferno.

Mas mesmo assim é legal, né? Porque realmente a gente vê uma comunidade que gosta desse tipo de jogo Só acho estranho que realmente não deram a devida atenção pra essa remaster, pra esse remake, pra essa sequência, seja lá o que for Eu acho que faria sucesso sim Então fica aquilo, né? Já que os ouvintes estão pedindo, o que custa do NIE? De você fazer um belo do remake? Seguindo, Eric, temos ali um ouvinte fresquinho, um ouvinte novo entre nós que já veio comentar anteriormente Mas voltou então pra comentar no episódio 208 E aí

Um checkpoint sobre os jogos obrigatórios de aventura. E foi até legal que caiu esse comentário comigo. É o nosso Denis Cassioli que falou o seguinte. Fala, manos! Novo por aqui, então estou maratonando os episódios. Hellblade Top 1 numa lista de obrigatórios de aventura? Tu tá de sacanagem, né, Marquito? KKK. Tenho dois jogos empatados como Top 1. Uncharted 2 e Shadow of the Colossus. Estou ligeiramente tenso com os próximos jogos obrigatórios.

Que eu verei, kkk. Abraços e tamo junto. Meu caro amigo Denis Cassiore. É o seguinte. Real Blade é sim um jogo de aventura. E é sim um jogo obrigatório. É uma maravilha você jogar esse jogo. Com seu belo fone de ouvido. E se sentir lunático jogando ele. Tá bom, pode julgar que não é um jogo de aventura? Pode. Mas pra mim, no meu coração, sim. Ele é um jogo de aventura. E se prepare que vem coisa muito pior daqui pra frente.

Bom te ver de novo, Denis. Tamo junto. Denis, já queria te pedir desculpa pelos próximos que você vai ouvir aí, que é só coisa boa que vem. Mas um cara, pra falar com essa propriedade, reclamando do Marco que colocou Hellblade, não poderia ter colocado Shadow of the Colossus na lista de aventura, né? E cai a farpa.

Peguei no Marquita, o Eder Lima voltou a comentar também Ele mandou, que episódio bom Vou jogar no Xbox, lembro que Peguei ele no lançamento, aproveitando aquela promoção De 3 jogos por 10, a mesma que eu peguei no Marquita Que a Microsoft fez, olha que legal Mas não terminei e caguei para a história na época Agora vou jogar pra valer

Acho que o Dante tem que se lascar mesmo pelo que ele fez com a esposa dele. Pô, legal que você mesmo tenha ouvido, tomado alguns spoilers, teve vontade de jogar. Até porque a gente não revelou todos o andar da história. Legal, Arthur. Depois que você jogar, fala pra gente do que você achou, se concordou com as nossas opiniões. E boa jogatina pra você. Tamo junto.

É que aquilo também, né, Eric? A gente não deu todos os spoilers do jogo, né? A gente deu a maioria deles. É, é, é. É, e outra, né? De fazer ação, né? E outra, né, Eric? O jogo também tem muita ação, muito hack and slash. Então não é só sobre ler a história, é sobre jogar o jogo. Por mais que sim, as CGI são maravilhosas e vale a pena jogar o jogo por conta disso também. Tem muita putaria, tem muita pornografia, mas mesmo assim são CGI pesadíssimas. Belo de um jogo que a gente decidiu falar?

Um jogo de aniversário do nosso amigo Eric. Aliás, Eric, eu não sei se eu tive a oportunidade de falar isso ainda, mas parabéns, meu amigo. Felicidades e muitos anos de vida. Seguindo, Eric, o nosso Cliff Butornildo. Por último, mas nunca menos importante, comentando também no episódio de Dante's Inferno. Bom dia, boa tarde, boa noite. Eric não está sozinho nessa. Eu sou fechadão com um episódio dedicado a Enter the Gungeon. Meu Deus do céu.

Ótimo episódio, incrível como a indústria pensava fora da caixinha em relação ao marketing de jogos. Há 16 anos atrás, não sei se é loucura na minha cabeça, mas acho que esse marketing fosse feito em 2026 para esse jogo receber muito mais atenção do público, mesmo se lançado próximo ao GTA 6 da vida.

E é claro, modificando essa ideia da luxúria. Pois é, vou ser bem sincero. De todos os pecados capitais que eles cometeram, esse da luxúria foi complicado. Porque você está praticamente abusando ou não. Você está, sei lá qual é a palavra certa, infligindo a privacidade das meninas que trabalhavam nos eventos. Tudo isso com a intenção de ter uma noite de prazer.

com elas, uma coisa ridícula, né? Que não cabe hoje em dia. Mas Eric, se eu te falar que eu também não sei dizer se realmente faria sucesso ou não um marketing agressivo desse hoje em dia, ou se seria só mais um jogo cancelado antes da hora pelo X, olha, eu acho que no final das contas até o Cluf, até nosso Doglitas tem o seu ponto de vista, mas eu ainda tenho minhas dúvidas.

Marquito, eu acho que hoje em dia ia causar um marketing positivo, porque ia falar que é o jogo 100% anti-woke, é o videogame raiz, que a gente sente falta, aí vai ter os haters do outro lado, e isso vai vender, né? O nosso querido Cliff, que é o Douglinhas, ele tava sem comentar porque ele me falou que ele tava ouvindo a gente por uma outra plataforma, Marquito. E aí por isso que ele não tava comentando, ele falou assim, não, mas eu vou voltar lá no Spotify só pra comentar com vocês, e pô, vamos fazer esse episódio de Enter the Gun, ele tá pedindo, Marquito, ele merece.

E foram esses os protagonistas do Logando com os ouvintes, Marco Barbosa. Queria agradecer a todo mundo que vem comentando. Você que é novo aí, que ainda não interagiu com a gente, tira um tempinho pra fazer um comentáriozinho. Nem que seja, ô, boa noite, acabei de ouvir, gostei. Pra mim, pro Marquinhos, é muito importante. A gente gosta bastante de ler os comentários. Então, valeu! Fui! Fui, fui, fui, fui, fui!

Episódio 252 #TierList • Os Protagonistas dos Games - Entre Razões e Emoções (feat. KoreiaJr) | Castnews Index — Castnews Index