Episódios de Vai Logar Hoje?

Episódio 251 #NewGame+ • Dante's Inferno - Uma Jornada de Culpa e Castigo

01 de maio de 20262h10min
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Dante’s Inferno é uma das adaptações mais ousadas e controversas da literatura clássica para os videogames, transformando um dos maiores poemas da história em uma jornada brutal, simbólica e inesquecível pelo Inferno.
Neste episódio, descemos círculo por círculo para discutir a relação entre culpa, pecado e redenção, explorando tanto a Divina Comédia quanto as escolhas criativas e polêmicas da EA.
Nossos carecas infernais se unem para analisar a história, a gameplay, os bastidores do desenvolvimento e as campanhas de marketing insanas, enquanto acompanhamos Dante em sua busca pela alma de Beatriz.
Nem todo herói merece salvação.
E aí… vai atravessar o Inferno por amor Hoje?

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O Vai Logar Hoje? é um podcast dedicado ao universo dos videogames e ao cotidiano dos hosts Erick e Marko.

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Assuntos6
  • Os Nove Círculos do InfernoLimbo: Pecadores não batizados e pagãos · Luxúria: Pecados carnais e Cleópatra · Gula: Prazer em comer em demasia e Cerberus · Ganância: Obsessão por riqueza e poder · Ira: Violência, ódio e rancor · Heresia: Negação de Deus e ateísmo · Violência: Contra o próximo e suicídio · Fraude: Enganadores e mentirosos · Traição: Frieza, ausência de amor e isolamento
  • Literatura de fantasiaComparação com God of War · Visceral Games e seu legado · Marketing agressivo e controverso · Recepção crítica e vendas · Gameplay e mecânicas
  • Marketing de Dante's Inferno: Os Sete Pecados CapitaisCampanha de Ira: Pacotes com Rick Astley infinito · Campanha de Ganância: Cheques de $200 para imprensa · Campanha de Luxúria: Concurso 'Sim to Win' na Comic Con · Campanha de Soberba: Protestos religiosos e jogo fake 'WePray' · Campanha de Inveja: Conteúdo exclusivo para algumas plataformas · Campanha de Gula: Brindes exagerados e bolo em formato de membros humanos · Campanha de Preguiça: Uso massivo de choque visual e viralização
  • Divina Comédia (Ali Asgari)Estrutura do poema: Inferno, Purgatório e Paraíso · Crítica social e alegoria · Contexto histórico e linguístico
  • Desenvolvimento e Lançamento de Dante's InfernoInfluência de God of War e mecânicas 'God of War Like' · Direção de arte e ambientação grotesca · Lançamento próximo a God of War 3 e impacto nas vendas · Pirataria e seu impacto nas vendas
  • Narrativa e Personagens de Dante's InfernoDante como cavaleiro templário e seus pecados · A busca pela alma de Beatriz · Virgílio como guia e a aparição de Lúcifer · Flashbacks revelando as atrocidades de Dante · O dilema moral: punir ou absolver inimigos
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Fala pessoal, bem-vindos a mais um episódio do podcast. E aí, vai lugar hoje? Eu sou o Marco Barbosa e se pequei, foi em amar demais. Amar demais, uma IP que nunca mais voltará. Opa, oi pra quem visitará o Tinhoso hoje. Eu sou o Eric Fagundes e estou no mesmo pecado que você, Marcolino. Pois é impossível não amar o capeta, não. Dantes Inferno. Impossível também é fazer você parar de falar desse jogo, né?

Mas hoje você pode só porque é um New Game Plus especial do seu aniversário. Aê! DJ, troca as trombetas para abrir os portões desse episódio. E aí, vai logar hoje?

Episódio satanista hoje, Marcos Valosa. Nesta casa, Belezebub. Six. Six, six. As modelas. Hoje pode tocar todas, Marcos Lina. Eu, um grande satanista. Meu Deus do céu. E esse foi o episódio de hoje. Obrigado, ouvintes. Inclusive, não, mentira. Eu sou de papai do céu. Mas, nada melhor do que o jogo que eu mais falo nesse podcast pra ser o meu especial aniversário. Vamos começar este ano, né, Marcos?

Eu pedi pro Marco, foi Marco, maio, eu quero no Game Plus do meu joguinho favorito, Dante's Inferno. Favorito não, né? Mas os jogos que eu mais falo. Que susto, você falou do seu jogo que você mais fala nesse podcast. Achei que a gente ia falar de Enter the Gungeon, Days Gone... Days Gone...

Não, é Enter the Gungeon, não dá mais. Não dá pra fazer... Aria fazer o New Game Plus de Enter the Gungeon, mas talvez eu trago ele num indispensável, SmartKey. Mas, Dante's Inferno no Caldeirão para o meu mês-versário, meu New Game Plus de aniversário. Saudade que eu estava de gravar o New Game Plus, que, aliás, Eric, por incrível que pareça, se a gente for dizer, vai, comparar nós dois aqui, Marco e Eric, o Marco é quem joga mais jogos de VRG em relação a quantidades que o Eric, vai. Eu tenho uma carteirinha gamer maior que a sua. Dito isso...

Os nossos New Game Plus são só jogos que você joga. É, pra facilitar o lado do careca aqui, né? Tá bom, mas... Ou porque, né, Marquito, eu sou o cara da qualidade e não da quantidade, né? Puta que pariu, tá? Então, eu só jogo jogos bons que merecem o New Game Plus.

Ah, New Game Plus. Vamos lá, vamos explicar para os nossos ouvintes que estão chegando agora o que é o New Game Plus. Você, meu amigo, que zerou um jogo, você quer ter uma experiência mais imersiva em relação àquele jogo. O que você faz? Você inicia o New Game Plus. Para quê? Primeiro, para você ter mais detalhes, já sabendo toda a história e poder aproveitar mais do jogo. É mais ou menos isso que nós propomos aqui para vocês.

vocês então ouvirem um episódio onde nós vamos abordar sobre um jogo que você sim já jogou, a ideia é essa, ou então, se você não se importar com spoilers, a gente te vendeu um jogo. Mas vamos lá, querendo ou não, a gente quer explicar pra vocês como foi a experiência do Marco e do Eric.

e compartilhar com o ouvinte, pra gente trocar essa ideia, essa ideia gostosa. Longe de ser um detonado, longe de ser aquele review detalhado, não. A gente quer realmente passar do fundo dos nossos corações, a experiência que a gente teve. E quer incentivar você também a compartilhar a experiência junto com a gente. A gente vai trocar ideia sobre um jogo que a gente tanto ama, nesse caso, né Eric? A gente vai trocar ideia sobre Dante's Inferno.

Vai falar sobre história, vai falar sobre desenvolvimento, vai falar sobre os personagens, querendo ou não.

Tudo do jeito vai logar hoje de ser. Nada mais, nada menos que é só um episódio da gente falando sobre jogos e como era a semana do meu aniversário, eu pude escolher. Em junho teremos o episódio de aniversário de Marco Barbosa. Aguarda aí, tá, gente? Vem algum negócio de turno chato aí? Vem algum RPG que só ele jogou do tempo da carrocinha? Não vai ser nada legal. Fique tranquilo.

Mas era que eu brinquei aqui com você, né, que eu sou o cara que joga videogames, enquanto, vai, eu sou a quantidade e você é a qualidade, que querendo ou não, é uma certa verdade por trás disso. Mas o que eu penso hoje em dia é que tá difícil jogar videogame, vai. A gente vive numa época que tem bons jogos, obviamente, nos últimos três anos vem se provando isso, ótimos jogos concorrendo principalmente ao GOT, mas a gente também vê muito remake, remaster, reboot, reset, restart, reload e por aí vai.

Ou seja, tá meio que acabando a criatividade dos gamers, da indústria de videogame.

Só que aí eu paro pra pensar, Eric, porra, um jogo de videogame que se baseou num poema que foi escrito há 700 anos atrás, cara, já tá tudo pronto pro jogo ficar pronto. Mas a ideia, a história, a lore do jogo não precisa ser algo inventado, algo que surgiu agora. Pode pegar algo que foi escrito no passado. Pega a Bíblia, qualquer capítulo da Bíblia, tem muita história boa pra contar.

O que acontece, Eric, que hoje em dia a gente mais se perde em remakes do que realmente aproveitar os clássicos do passado e fazer um bom jogo baseado neles? Culpa dos acionistas e do Phil Spencer, né, Marquinhos? Mas o Brincadas Airpods eu acho que é isso, Marquinhos. É o medo de errar te tira a coragem de fazer algo legal. No caso, o cara falando vamos tentar uma IP nova ou vamos fazer um remake de uma que fez muito sucesso?

Vamos fazer um remake de uma que fez muito sucesso senão a empresa quebra. Por exemplo, você falou sobre fazer adaptações, a gente não precisa ir muito longe, Marquinhos. Você conhece memórias póstumas de Brascubas? É.

É, foi ouvir dizer. Pois é, acabou de sair uma investigação póstumas que a nossa querida Ju Bolzã fez a review pro nosso site. E a ideia é exatamente vai de conta com isso que você falou. Pô, pegar uma obra de arte de sei lá quantos anos atrás, de uma leitura que, querendo ou não, é uma leitura que a gente só... Que pra pessoas comuns igual a gente, não fora da curva igual a Ju.

Soleira na época da escola, obrigado por fazer trabalho de literatura. ZéMoleza.com.br Pega o resumo, exatamente. Exatamente, pega o resuminho lá. E aí, quem sabe, faz até o contrário. O cara que não conhece a obra joga o Investigação Possa e diz deixa eu conhecer mais sobre a história verdadeira de Bras Cubras. É um caminho bacana. Então, a ideia que você deu eu sei que não foi de brincadeira e eu reitero com o senhor aqui. É uma ótima ideia. Pega obras antigas e mete pau. Cara, já pensou um jogo de show de zanete?

Mas aí eu consigo fazer o link aqui, aproveitando, com o nosso Dante's Inferno. Querendo ou não, a história dele é baseada na Divina Comédia, que a gente vai falar a respeito. Mas é uma história única, uma história aclamada, uma história que chama atenção. Que se fizer um filme, vai chamar atenção. Se fizer um jogo, vai chamar atenção. Se fizer um gibi, vai chamar atenção.

E não só a Divina Conrad, outros grandes clássicos da literatura também chamam muito a atenção. Tá, o que eles fizeram? Pegaram uma história boa e juntaram com a gameplay já famosa e que dava certo naquela época? Pegaram os dois e juntaram e fizeram uma mistura perfeita? Fizeram. Era pra dar certo? Teoricamente sim. Nada impede de hoje em dia a gente usar essa mesma receita pra fazer bons jogos.

Marquinhos, 15 anos atrás, falo pra você, pô, já pensou se saísse um jogo de combate do Pinóquio? Você ia pensar o quê? Um jogo da Disney, né? Um Aladdin. Claro, bonitinho, colorido. Os caras me lançaram um Souls-like com a ambientação do Pinóquio. Tem Pinóquio, tem GP, tem uns cheateres, mas assim, pegaram a base e utilizaram. Cara, a margem pra criatividade tem um monte. Um jogo de Romeo e Julieta. Do que quer que seja.

Um poder que seja foda, adapta, né? Dá um jeito. Sim, daria. Então, a ideia do Dante do Inferno é muito inovadora e, assim, criticam muito porque talvez ele tenha se espelhado muito no... Não vou dizer que é o percursor, mas naquele que deu o mais certo fazendo isso. Que é um certo jogo que pegou a mitologia existente e falou, não, peraí, deixa eu dar uma mudada. Eu vou inserir um personagem novo aqui e vai ser legal. Porque, cara, querendo ou não, vou usar o exemplo do God of War. Não sei pra você, mitologia grega, o mais próximo que eu chegava...

Era, nem sei o que era, não tinha nada. Fui começar a ter contato com o Gora Foa. No máximo um desenho da Disney, do Hércules, ou então o Monteiro Lobato ali com os trabalhos também, que também tem livros referentes a isso. Mas é muito básico, não abrange a fundo. E a gente gosta de ver o a fundo, né? É uma lore incrível, é um mito incrível, é uma história incrível que, querendo ou não, moldou religiões. Muitas religiões que a gente conhece hoje vieram lá da...

que foram utilizados como base para criar a história como a gente conhece hoje em dia. E dá pra se dizer que a Visceral Games, que foi quem desenvolveu o Dante's Inferno, teve essa coragem. Teve então esse empenho que há 16 anos atrás, lá em 2010, no começo de 2010, eles lançaram sim um jogo que era completamente baseado no God of War, obviamente na gameplay, mas com uma história única, uma história cativante.

E por incrível que pareça, Eric, a gente está acostumado a falar de desenvolvedoras e a gente esquece quem está por trás, quais jogos estão por trás dessa desenvolvedora. A gente só fala e lembra de algum jogo que é importante ou não. Nesse caso, a Visceral Games, pô, ela trabalhou em jogos importantes pra época. Ela trabalhou como, por exemplo, como o próprio Dead Space. O The Lord of the Rings, o Retorno do Anel, o terceiro jogo dos dois que existiram, é da Visceral Games. Retorno do rei, né? Retorno do anel.

retornar o anel pra montanha. E também o The Godfather, que é um GTA do padrinho. Do padrinho, é. Poderoso chefão. Do poderoso chefão. Também foi feito pra Visceral Games. Então, dá pra se dizer sim, Eric. Tiveram a coragem, tiveram o culhão pra fazer um bom jogo. Grande Visceral Games, né? Que tá até hoje lançando ótimos jogos, né, mano? Então.

Tentei dar uma moral pra eles, né? Tá até hoje aí sendo, disputando com a Capcom quem é que lança mais pedrada nesse ano de 2026. Pô, as caras acabaram com o estúdio, né? Publicado pela nossa querida dona EA, eu ia falar dona EA Sports, né? Pela Eletronic Artis, o nosso Dante do Inferno, a Vizeral, infelizmente, fechou, né, Marquinhos? Acabou, foi sucumbida. A IP não morreu, mas o estúdio responsável e talvez as cabeças que tiveram a ideia por trás hoje não estão nem mais...

perto do que é trabalhar pra EA ou trabalhar em algum outro estúdio, o que é muito triste, que fez com que a IP tivesse agora 100% decretada que tá morta, né? Não vai voltar, infelizmente. E uma pena, né, Marquito? Porque o que a gente vê hoje em dia é muita gente falando que, pô, essa nova geração de PS5 e Xbox Series X, ainda, porra, tá faltando aquele jogo de impacto. O Dance Inferno, ele foi lançado pra Xbox 360 e Playstation 3. Hoje a gente tá fazendo um New Game Plus retro. Então, a...

A Visceral, talvez, numa das melhores gerações de games, lançou uma pedrada. Infelizmente, sofreu, como eu falei, preconceito, porque todo mundo achou que era um clone, mas se ela tivesse continuado até hoje, talvez estaria aí lançando IPs junto com a Santa Mônica de grandes jogos.

E é até legal dar esse contexto histórico para os ouvintes, né, Eric? Porque a gente está falando lá de 2010, para Xbox 360 e Playstation 3, legal. Mas, porra, a gente está acostumado, então, naquela época, sim, a ter jogos de ação, aventura. Ou, nesse caso, Hack and Slash, vamos botar os pingos nos is. Então, sim, é um jogo de Hack and Slash. E a gente estava acostumado com bons jogos de Hack and Slash na época. Só que o grandioso jogo de Hack and Slash na época, que era o God of War, exclusivo para a Playstation. Então, ele estava ninchado numa plataforma.

A Sony sempre teve ótimos consoles, mas o ano, a geração, querendo ou não, era de Xbox 360. Então ter um hack and slash de port também por Xbox fazia todo sentido pra você abranger aquela parte do público que não tinha um hack and slash de respeito. Então eles foram assertivos. Até agora, Eric, eu não consigo ver defeitos nessa criação desse jogo.

História boa, gameplay, todo mundo já estava acostumado, já queria mais daquilo. Abrangeu todas as plataformas da época. O que mais eles poderiam fazer para um jogo tão único, por mais que ele parecesse tanto com o antecessor dele, que era o God of War? Talvez ele tinha que ser exclusivo da Sony.

Eu acho que meu amigo foi embora, disse ela. Help ele, Virgil, para que ele possa vir para mim. Eu sou Beatriz, e quando eu finalmente me vejo em meu Senhor, eu vou te agradecer a ele. Poet, eu te pedi, dê-me força. Eu vou lhe dar de esta fate, o que importa.

E já que você citou da lore, a gente tem que dar sim o contexto do jogo, da lore do jogo, que é a Divina Comédia. Divina Comédia que é um poema que foi escrito por Dante Alighieri no início do século XIV. 700 anos atrás, Dante Alighieri chegou e falou, e se, e somente se, eu fizer uma crítica à sociedade usando o inferno como referência, usando os pecados como referência?

Vou fazer a Divina Comédia, não. Vou fazer a Comédia. Que o nome do poema na época não era Divina Comédia, era só comédia. Comédia. E comédia a gente entende que é o quê? Algo engraçado, né? Algo que a gente vai dar risada, sair com a barriga doendo, biririboró. Não, nada disso. Comédia na época era algo que não significava humor. Mas sim, era uma estrutura narrativa que começava triste e terminava feliz. É igual pra mim o gênero romance dos livros. Eu sempre achei que era história de amor, mas não é, né? Tipo, é.

Tudo é um romance. Senhor dos Anéis é um romance. Harry Potter é um romance. Onde você estava no século XIV? Fazendo o que exatamente? Existem vidas passadas? Dizem que nas vidas passadas as manchas que a gente tem no rosto, no corpo, é onde a gente morreu. Eu tenho uma marca aqui na testa, eu tomei um tiro na cabeça.

Eu tenho algumas manchas. Eu lembro que teve algum trabalho na escola, alguma filha de ciências, que o pessoal fazia aqueles bagulho tipo da revista Capricho. Ah, veja seus antepassados. Aí sempre é, nossa, você era um plebeu.

Eu com certeza, com esse meu nome eu devia ser algum rei da Dinamarca. Ah, meu Deus do céu. Sabe o que me pega muito quando eu penso no passado? Não é nem o quem eu era. Pensa assim, que em 1500 os portugueses chegaram numa terrinha aí e descobriram ela e devastaram ela.

se tornou o Brasil que é hoje em dia, 1500. A gente tá falando de um cara, o Dante Alighieri, que viveu de 1200 a 1321. 1265 a 1321. Ou seja, quase 300 anos antes do Brasil ser descoberto, Eric. Tinha índio aqui, nem índio tinha direito aqui ainda. E o Dante Alighieri tava já inventando uma língua nova. Que dá pra se dizer que a Divina Comédia, ela foi escrita num dialeto, que é o dialeto toscano, que virou a base do italiano.

Há 700 anos atrás, 300 anos antes do Brasil ser descoberto, o cara tava inventando coisa, Eric. Que você nunca nem fez nada decente pra esse podcast, né? Caramba, como assim? Invertei 90% dos quadros. Mas é, mas é loucura mesmo o quanto que as outras civilizações já estavam muito desenvolvidas. Não que a gente... Existe essa discussão, né, sobre...

qual é a balança do que é desenvolvimento ou não, para dizer que os povos indígenas não eram desenvolvidos, blá blá blá blá blá. Mas, pô, os caras já estavam com a escrita, escrevendo, fazendo novos idiomas. E outra, o que mais é foda, Marquinhos, tudo bem, o cara podia ter criado isso lá, sei lá, 7, 6 anos atrás, mas a gente está em 2026 e falando do cara. Pois é, isso é muito foda, né, Eric?

Se eu e você morrer aqui hoje, os ouvintes vão ficar tristes por 30 dias E o grupo vai acabar E acabou, vida que segue E acabou, e assim, normal Eu me aceito na minha insignificância E o cara, mano E eu acredito que hoje em dia, eu acredito que tem muita gente Que tem essa sede por entrar pra história, né Os mitomaníacos De que não, eu quero ficar pra história Eu quero entrar pros livros, pro bem ou pro mal

E tem as pessoas comuns, igual nós dois aqui, que, mano, faz as coisas porque gosta e não é pra entrar. Nossa, vou revolucionar o mundo aqui, vou me lembrar de mim daqui a 500 anos, o Eric e o Marco. Lembra do podcast, velho garoto? Não. E eu também acho que o Dante também, quando ele fez, ele falou, fez de marola. Ele falou, mano, tu vai escrever um poeminha aqui, que é o que eu gosto de fazer. E já era. Dois, três gatos pingados aqui na esquina enquanto come uma...

quanto como uma brusqueta vai ler meu poema e acabou, não. A gente tá aqui 700 anos depois falando dele porque criaram um jogo por causa da obra dele. Não só um jogo, né? Como outras obras também foram utilizadas, obviamente, na base de Dante Alighieri. Mas como eu disse, Eric...

Pô, o cara escreveu uma crítica social, o cara escreveu uma anedota pra um jornalzinho da época, vai, como se fosse ali uma coluna onde ele falava, assim, dessa crítica social, onde ele comparava o inferno com as pessoas, com os pecados, ou seja, desde 700 anos atrás nada mudou, ok? Mas uma novidade que talvez só quem jogou o jogo e não sabe da história da Divina Comédia é que é uma história, é um poema, é um épico que foi dividido em três partes.

O inferno, o purgatório e o paraíso. O inferno, sim, é a jornada de Dante através dos novos discípulos do inferno, onde tem as almas que são punidas, de acordo com seus pecados, ok? E também, onde o jogo não aborda, tem o purgatório, que é o lugar da purificação, onde as almas sofrem, mas com uma esperança ainda de salvação. E tem o paraíso.

que é quando o Dante iria ascender aos céus e encontrar com Deus. Pô, Eric, a gente conhece a história do inferno, mas uma história de purgatório e paraíso baseado também na Divina Comédia, ficou faltando, né? Isso é, isso eu sempre vou falar, né? Quando eu gravei com os meninos do Galinha, a gente ficou tentando fazer o exercício de que tá, beleza.

Retratar um jogo no inferno, ok. Mas o que aconteceria no Purgatória? A guerra ia ser contra os anjos? O inferno ia invadir? Pô, dá pra quebrar a cabeça em várias coisas. Então é mais um ponto pra gente citar também que é assim. O jogo, ele é baseadinho, né? Não é um pra um com a própria Divina Comédia. Tanto é que o jogo todo que a gente tem acesso é somente da primeira parte. As outras duas não têm. E também é bem diferente, né?

Porque na Divina Comédia, realmente, o Dante, ele tá de passeio pelo inferno, né?

Falando, gritando, dando uma olhadinha com o Virgílio. Ó, aqui é tal lugar. A sessão da esquerda são de cuecas, a direita é tal coisa. Já no jogo, não, né? No jogo, o nosso Dante do jogo foi ao inferno em busca de vingança e redenção. Tem essa diferença também. Foi ao inferno e voltou, conheceu Jardins do Éden e nos contou. Mas tem, tem coragem de... Este é Dante Alighieri, de Marco Martins.

Marcos, beleza. Chega de falar do que a gente não entende, porque ninguém aqui é historiador. Vamos falar do que a gente entende menos ainda, que é videogame. Desenvolvimento do jogo Dante's Inferno, que aqui, caramba, meus amigos ouvintes, pra quem não conhece essas histórias, vai gostar. É prato cheio pra vocês sentarem numa mesa de bar e trocar ideia sobre videogame, porque, cara, cada curiosidade interessante e, vamos dizer que, inusitadas, Marquito, que tem nesse desenvolvimento desse jogo, eu sempre gosto de contar essas histórias.

Eu acho que a maior parte, Eric, do nosso New Game Plus não é nem só sobre o jogo, não é nem só sobre os personagens, não é nem só sobre o pós-jogo, mas é muito sobre o antes do jogo também, né? As curiosidades que envolveram o desenvolvimento, nesse caso até o marketing do jogo. A gente sempre tenta separar o ponto principal do nosso New Game Plus. Nesse caso, Eric, eu acho que a parte do desenvolvimento vai chamar mais atenção do que o restante. Mas vamos lá, vai.

A gente comentou que o jogo foi lançado em 2010, mas já havia sido anunciado em 2008, ou seja, dois aninhos de desenvolvimento pela nossa EA. A EA, uma publisher muito respeitada, tinha sim a Visceral Games, que também tinha bons jogos no seu catálogo.

Então não era surpresa a gente desenvolver um bom jogo. Ainda mais nesse caso, como a gente comentou, um bom jogo baseado completamente nas mecânicas do jogo que já existia. Então sim, se existe um estilo de jogo que ele imitou, é o God of War Like, que aproveitou todo o auge do God of War, que foi o hack and slash dele, para desenvolver até mesmo as mecânicas, os jogos, puzzles, os jogos e por aí vai.

Toda a questão do detalhamento da ambientação, de usar o cenário como parte de gameplay também. Eu não sou contra, Marquito. Fizeram muito bem. Pegaram, fizeram um pra um, numa outra ambientação e fizeram super bem. É o que eu sempre brinco, né? Que é o God of War católico. Ou o God of War, que é o Dante's Inferno grego, Marquito. Será que é isso aí? Será que é isso aí? É até uma boa pergunta, Eric. Vamos lá, vai. God of War, que não é visceral.

Ele é aquele jogo que você não jogar com os pais na sala, principalmente nos anos 90.

O Dante's Inferno também é um jogo visceral, também é um jogo para não se jogar com os pais na sala, mas dá para dizer que o Dante's Inferno consegue ser mais visceral, consegue ser mais grotesco, ter mais impacto do que foi God of War? Sim, e eu não acho absurdo essa afirmação, tudo por conta da ambientação.

O God of War, a gente se passa pelo Olimpo, passa por várias partes da Grécia, ali, da Terra. Tem alguns momentos que é no inferno, realmente. Realmente o Kratos é visceral, ele estraçalha e tal. Mas o Dante's Inferno, o game, é 100%, não, vamos lá, 99,9% se passando no inferno. E a produção, a direção de arte do jogo, procurou, pelo que eu estudei, pelo que eu percebi, assim, tudo ao extremo.

Pô, a gente vai citar sobre os anéis. Este anel aqui é o da gula. O que você pensa que vai ter no anel da gula? Pessoas que pecaram com a gula, comiam demais. Mano, tem uns caras vomitando, comendo vômito, cagando e tal. Ele é muito mais grotesco e muito mais impactante.

nessa questão de detalhes do que o God of War, eu acho. Porque ele se passa 100% no inferno, né? Então vai ser um bagulho feio. Porque o inferno do God of War é feio também, as cenas que a gente vê lá. Só que é uma parte do jogo. Eu me peguei pensando exatamente sobre isso, Eric. Porque querer ou não, aí nesse caso, principalmente no God of War 3, você vai enfrentar o Hades, que é assim, o deus do submundo. Ou seja, você vai estar também no inferno.

Mas não é aquele inferno que a gente conhece que a Bíblia vem implementando na nossa sociedade. Então a gente tá mais acostumado com realmente com o inferno do catolicismo, com aquela coisa sagrada e profana, nesse caso com certeza profana, do que o inferno de Hades. Ah, o inferno de Hades é algo fantasioso, algo que a gente realmente não acredita. É uma historinha pra fazer crianças se divertirem. A Bíblia não, a Bíblia é sério, é pecado, Eric. Você não pode desejar a mulher dos outros, você não pode roubar.

Regras claras. Eles são os mandamentos, né? Os mandamentos, então você vive com medo. Não há antes não, ali é só diversão, entre aspas. Por isso que ele é mais impactante. Eu também acho, Eric, que por mais que um se baseou no outro e os dois são parecidos, o Dante de Inferno, ele consegue mostrar o pior da humanidade, que era o que o Dante Alighieri queria, querendo ou não, né? Quando ele fez aquela crítica social. Ele queria, então, por meio de alegorias, mostrar o quão podre que é a nossa sociedade.

E também há um outro ponto que é importante dizer, que talvez eu me complique um pouco aqui, mas é até onde eu sei. O inferno de Dante é baseado, realmente, como você falou, no inferno do catolicismo. O Hades, ele não é o diabo. E não é o inferno. Ele é o submundo. É pra onde as almas vão.

Quem é os guerreiros só vai pra Valhalla, que a gente entende, pô, é o paraíso. Não, é o lugar onde vão os guerreiros. Agora, no submundo, estão todas as almas lá, as boas e as ruins. Então, ele é o comandante do submundo. Tanto que quando o Hades falece, as almas não tem pra onde ir. Porque não tem um reino submundo pra controlar elas. Então, aí também a gente vê essa diferença. Não é um inferno a visão da mitologia grega, né?

Já no Dante's Inferno, não. Realmente é um inferno que a gente tem na Bíblia. Só que eu acho que potencializado é interpretativo, né? Ninguém foi ao inferno e voltou.

A não ser eu quando tava assistindo o jogo de São Paulo Ultimamente Mas é tudo interpretativo Igual se você for pegar o pé da letra A interpretação da bíblia dos anjos Você já viu como é que é Marquinhos? Se eu vejo um anjo na minha frente eu saio correndo Ah porque o anjo tal tinha mil olhos Trezentas asas E os caras não tem forma

aquele anjinho bonitinho querubim que a gente vê. São criaturas além da nossa imaginação, mas é tudo interpretativo. Então, os caras da direção de arte do Dante's Inferno fizeram pra mim um trabalho primoroso e queria dizer, Marquita, eu ouso dizer que é o inferno mais foda do mundo dos games.

parado assim. Sabe o que é legal? É que a gente tá aqui conversando sobre Dante's Inferno, falando bem do inferno, entre aspas, fazendo marketing do inferno, e não precisa de muito, né, pra vender esse jogo. Não precisa realmente a gente passar do limite pra vender ele. Pô, até agora a gente só tem falado coisas boas. Gente, vamos com calma, o inferno não é bom. A gente tá falando coisas boas do jogo em si.

Ou seja, o marketing dele fala por si só. Eu acho que o grande problema dele começa agora, né? Porque a EA viu que o jogo era grandioso sim e não soube setar um limite, tá gente? Vamos realmente falar bem do jogo, mas não vamos extrapolar. Ela quis extrapolar. Ela quis criar uma franquia gigante a partir do zero, a partir então das literaturas de Dante Alighieri.

Pra isso, ela não mediu esforços. Ela passou do limite. As ideias foram boas, mas acho que talvez deveriam ser aplicadas depois que o jogo fosse lançado pra divulgar uma sequência. É, eu também penso isso, Eric. Por mais que sim, precisa-se de marketing pra vender um jogo, novamente, a gente tá falando de uma época onde o Hack and Slash já era sucesso. A gente tá falando de uma época que os jogos eram aclamados, os jogos rápidos, os jogos viscerais eram permitidos.

Então, vamos lá. É legal ter uma propaganda no Super Bowl, Eric, de um jogo? Porra!

Legal pra caramba. Mas um jogo visceral é que é um jogo que a sua mãe, que o seu pai... A família tá assistindo. Vai ver aquilo e vai falar, meu Deus do céu, precisa disso no Super Bowl? Não precisa, aí sim, eles fizeram. Começa a ficar estranho esse marketing deles, né? Tem partes estranhas e tem partes que eu acho genial, mas... Ah, isso é verdade.

Por exemplo, o lance da pré-venda, que os caras fizeram a pré-venda simbólica, que foi lançado no dia 9 de nove de 2009, né? Que era o 666, com desconto de 6,66 dólares. Cara, esses bagulhos, eu podia fazer. E faz essas pequenas coisinhas. Ah, tinha uma versão da Divina Comédia com a capa do jogo.

legal, mas também Erick, chega no momento que passa do limite, até aí é legal, é criativo, bacana, vamos usar realmente a lore do jogo a nosso a favor, mas pô, você tá numa Gamescom Erick, agora, tá lá, de repente Erick, a gente vê um protesto, um monte de padres, um monte de freio falando, ah, jogo demoníaco,

Porra, mano, ninguém gosta de protesto, vai. A não ser que você esteja no protesto, obviamente. É assustador, não é legal você estar no protesto. E a EA fez um protesto de propósito. Novamente, empresas não gostam de protesto. A EA fez um protesto de propósito pra chamar a atenção do jogo. Como se as freiras, o catolicismo, a igreja, etc. Estivesse contra. Estivesse contra o jogo. Eles até chegaram a anunciar um jogo fake. Mano, esse jogo é maravilhoso.

Um jogo cristão, onde você segura um remote, ou seja, onde você segura um controle em formato de quê? De cruz. Tem coisa melhor que isso. Cara, o nome do jogo é muito bom. MES 2. WePray. Marco e ouvintes. Marco deve saber. Mas tem gameplay desse game. Esse comercial tá no YouTube, hein?

Os caras foram bons demais. O comercial, não tem MP, né? Mas o comercial desse jogo, esse anúncio do Mass We Pray, se você colocar no YouTube, você consegue assistir ainda. E o cara é muito assim, porra, dá pra acreditar que era um jogo de verdade. Que os caras fizeram que é tipo, a igreja tá tão puta com o Dungeons Inferno que lançaram um jogo pra rivalizar com ele, que é pras crianças.

Imagina a reunião de pauta, que o Papa João Paulo II, sabe qual era o Papa da época, precisamos fazer um jogo para rivalizar com Dante's Inferno e usar um emote em formato de cruz. E dos piores videogames da época.

Eu queria muito um remote em formato de cruz. Desculpa, gente. Ia dar pra minha avó. Vó, tira aquele crucifixo que você tem pendurado na parede e usa esse remote. Não, uma lição de casa aí pros ouvintes. Procurem. Mass, igual de Mass Effect, WePray. Pra vocês verem o anúncio no YouTube que, pô, é pra engrandecer o conteúdo gamer de vocês. É muito bom. Mas assim, Mike, ó. Um protesto, beleza. Exageraram. Passou do ponto.

O anúncio é legal, chama atenção Aí o comercial Do Super Bowl não foi errado Mas não precisava Aí os caras fizeram também um filme animado Dance Inferno, action figures HQs, e aí beleza O problema começa agora, My Kids

Pergunta pra mim, Marquinhos, se pode piorar. Pode piorar, Eric? Sim. E sabe o que é o foda, Marquinhos? Pode piorar com ideias boas ainda. Isso é verdade. Os caras são criativos. Os caras passam do limite? Passam. Mas são criativos. Passou o limite? Muito. A ideia é boa? Muito. Deu errado? Muito. É isso.

Absurdo! Os caras fizeram simplesmente marquinhos uma campanha para os 7 pecados capitais, nos 9 meses que antecediam o lançamento do jogo. Aí você pode pensar assim, pô legal, é pra fomentar a vontade nos players, nos jornalistas. Ah, cada menzinho manda um folhetinho, ó, a ira. Não, não, não, não, não.

Não, não, não. Eles foram além. Primeiro, o primeiro pecado capital aqui, não tá em ordem, mas o primeiro que eles fizeram foi da ira. O que eles fizeram? Mandaram alguns pacotes pra imprensa e ao abrir, tocavam Rick and Roll infinitamente. I'm gonna give you up. I'm gonna let you down. E eles só paravam de tocar quando você destruía. Não tinha um botão de pausa. Você tinha que destruir o pacote. Esse é legal.

Que a ideia é ver, provocou a ira na pessoa, né, Marquinhos? Novamente, a ideia é muito boa, Erika. Mas não sei se você se lembra, isso é antigo, tá, ouvintes? Você tinha alguns relógios, não era bem relógio, tinha como se fosse um quadro, que era um peixe. Aí você, sei lá, batia palma, falava alto, ele começava a virar e começava a cantar uma música. Tá, uma vez, legal, duas vezes é bacana. Imagine, Erika, você receber um presente desses que não para de tocar em nenhum momento, num volume absurdo. É pra ficar puto.

É pra ficar puto e até você no começo deve ficar pensando, pô, não vou estragar, deve ter algum lugar pra desligar, né? Não tem, amigão. Ou você quebra, ou você fica ouvindo até hoje. Não é mais pra não dar o que eu vou. Não é mais pra não dar o que eu vou. E é isso, a gente vai passar o resto do episódio cantando pra vocês se sentirem irados da mesma forma. A cada mudança de bloco tem que vir, Marquinhos. Não é mais pra não dar o que eu vou. Foda-se os strikes.

Na sequência Erick, beleza, a gente falou de um que a ideia era boa, mas o resultado talvez nem tanto pra quem recebesse o presente. Esse aqui, vamos lá, a ideia é boa, não sei, traz prejuízo, mas pra quem recebia o presente, acho que ia ficar muito contente. Na ganância, nada mais nada menos que os jornalistas receberam cheques, sim, na época era cheque, de 200 dólares.

Imagina que você tá de bobeira ali No seu escritório escrevendo a review do jogo E de repente pinga ali 200 dólares, por nada Por quê? É a ganância, né meus amigos? É foda que os caras fizeram uma chantagem E não pode ser provado que é chantagem Não é, tá pagando Pra você divulgar meu jogo por mim ou pra você falar bem É que a ganância faz parte do nosso marketing Legal

Mas talvez, Marquinhos, tu compensou a raiva que o Mel Gondon aqui viu. Ah, por 200 dólares eu vi o Rick Wesley, como chama? O Rick Martin da vida. Rick and Roll. Rick and Roll tocando. 200 dólares hoje é bastante. Imagina na época 200 dólares, Eric. Deixava o mês bem mais gordo, com certeza.

Tá, agora o próximo foi dito na época como o mais polêmico que aí fez, Markito, que é relacionado com a luxúria. Teve uma Comic Con e a campanha era Sim to Win, que é PEC para vencer, né? Ele envolveu o quê? Mandava os nerdola tirar foto com as modelos da Comic Con, as modelos, aquelas modelos que a gente sabe, né? Que ficam nos estandes, todas bonitonas. Era a melhor foto, Markito, alguma coisa assim, né? Concorriam a um prêmio que inicialmente era descrito como um jantar e uma noite pecaminosa com duas gostosas e uma limousine.

Este era o slogan da campanha. Depois a YP2 se explicar, dizendo que era só um jantar com o pessoal do jogo. Pô, Eric é muito machista isso, né, velho? Muito machista, mas assim, pô, o cara pensa, caralho, vou ter que... Primeiro que você já tem que tirar foto com as modelas do evento, com a promessa que você vai jantar com duas gostosas, certo? Aí depois, não, na verdade era só com o pessoal do jogo mesmo, vai jantar de nerdolas. Novamente, Eric, imagina a gente lá na Gamescom, lá com o nosso celular na mão.

Aparecem as meninas que estão trabalhando nas campanhas, nos stands. E a gente lá com o celular tirando foto. Ok, de longe é aceitável. Mas não, os caras com poses incriminadoras. E tendo que explicar. Não, tudo errado. Agora a gente segue a entender por que começou a dar errado essa campanha de marketing. Os caras trocaram os pés pelas mãos, velho. Muito errado. Também teve um outro pecado capital que é a soberba. Nesse caso...

a soberba vai entrar mais na parte do que no discurso do jogo né então tinha sem essa linguagem mais provocativa todas as promoções mais soberbas mesmo sabe a gente é foda a gente quer brincar com vocês é quem quer usar vocês tinha também desafio direto com os grupos religiosos os caras inventaram um protesto envolvendo grupos de religiosos que a mentira

Então os caras estavam querendo sim ficar acima do bem e do mal. Então dá pra se dizer que sim, que a soberba também entrou de forma... Aí eu já não sei, Eric, se for de forma planejada, se os caras realmente já estavam se sentindo Deus nessa época e falaram não, tudo que a gente vai fizer vai dar certo, já que a gente tá falando de um jogo foda.

tines vem demais porque é fresquinho, é fresquinho porque vem demais não é pra saber, o próximo da inveja isso aqui eu gostei, pra causar inveja nos players, eles colocaram conteúdos exclusivos pra algumas plataformas sim, pra outras não, ou seja fica com inveja do seu amiguinho aí e eles usaram, propositalmente o acesso antecipado como um gatilho de fomo os caras estudaram o negócio se não vão causar o fomo na galera aí e alguns vão ter acesso antecipado, outros não vão ter pra causar realmente a inveja aqui, a gente vê até hoje aqui não é raro não é raro

Mas imagina, Eric, vai, o Vai Logar Hoje, Marco e Eric, chega a EA pra você e fala, ó, Eric, eu vou te mandar a chave do jogo pra você jogar, entra em acesso antecipado, mas o Marco não pode jogar. É foda. Você não pode falar nada pro Marco, só que você tá jogando o jogo. Eu vou ficar assim com uma inveja. É, vai dar mesmo. E os caras conseguiram fazer isso com jornalistas e com o público-alvo também.

Da mesma forma com o próximo pecado, que é a gula. Tá, dessa vez não foi tão criativo assim, mas eles tinham brindes que eram mais exagerados, brindes que eram mais grotescos, até envolvendo o bolo em formato de membros humanos. Eu tenho medo de quais membros estamos falando a respeito, já que o jogo é tão escrachado. Deia ser um dedinho, né, um pé, uma coisa assim. Um tripé, talvez. Mas sim, Eric, então também, na parte da gula, ele tinha esses brindes mais exagerados, envolvendo sim comida.

E por último, a preguiça. Uso massivo de choque visual e fácil compartilhamento. A ideia era viralizar sem esforço do público. Por isso que eles gastaram 3 milhões de dólares para divulgar o jogo no Super Bowl. Porque é onde mais uma galera vai ver o seu jogo sem precisar de muito esforço. No comercial do Super Bowl. Aqui, Marquito. Vamos lá. Essas últimas foram leves. Mas eu acho que o da luxúria e o da ira, aí foi onde eles exageraram, né?

Passaram do ponto, né? Passaram do ponto, realmente. Dá pra dizer que sim, que eles pecaram usando essa campanha dos sete pecados capitais. Eu acho que a parte da soberba, Eric, foi sem querer e acabou acontecendo por consequência de tudo isso. Então vai, a ideia foi boa, mas passaram do ponto. Mas o prêmio de ousadia não pode tirar dos caras. Ah não, como o marketing, Eric, eles vão ser lembrados por todos sempre.

mas infelizmente só pelo marketing, já que a recepção do jogo em si, agora vamos falar de jogo de videogame mesmo, não foi das melhores né? Bom, como assim Marco? Vocês estão trazendo o New Game Plus onde vocês falam de jogos bons e um jogo não foi tão aclamado assim? Pô, infelizmente é verdade, é um jogo que tem até uma nota bem mediana no Metacritic, batendo seus 75 de nota.

deu nota. Erraram, Eric, mas infelizmente né, talvez tenha todo esse contexto histórico pra dar essa nota. Pegaram o rosto do jogo, né, pra quando for jogar com ele. Então, se dessem a nota hoje, sem todo esse histórico, com certeza a nota ia ser maior, porque novamente é um bom jogo. É, Marquinhos, você para pra pensar, talvez, será que você fala assim, pô, todo esse reboliço pra um jogo God of Warlike? Vai se fuder, pum.

Porque os caras talvez causaram tanto frisson na comunidade que o pessoal falou assim, mano, vai vir um videogame 2 aí, né? Tanto que todo mundo citava, sim, God of War nas reviews. O jogo foi criticado por conta do marketing agressivo dele. Foi muito criticado por conta dessa parte mais religiosa, né? Porra, é aquilo, né? Todo mundo deveria receber piadas, aceitar piadas e, sei lá, ter a sua crítica referente às piadas. Ok, mas tem piadas que falam mais alto, né? Ah, o catolicismo não pode fazer piada com o catolicismo.

É o intocável. É, então, como a porta dos fundos sempre é criticada. Ah, vocês fazem piada com catolicismo, mas faz pouco com evangelho. Vamos um exemplo qualquer aqui. Sim, nesse caso é a mesma coisa. Aconteceu a mesma coisa com o Dante's Inferno. Mas eu acho que mais pegou, Eric. Beleza, os caras gastaram dinheiro, gastaram criatividade, foram além. Mas os caras foram muito burros. É muito burro. É como se fosse lançar um jogo bom no mesmo dia, praticamente, de GTA VI. Não vai dar certo. Eles lançaram Dante's Inferno 1.

mês antes de lançar God of War 3. Meu amigo, você não faz isso. Não faz. Mas que eu te falei que não sei, talvez, pra onde foram os devs da Visceral, né? Onde eles estão. Na verdade, eu sei onde eles estão. Eles foram pra Guerrilha, e eles hoje fazem parte de todo o marketing e desenvolvimento do Horizon, que sempre lançando. Ah, é a mesma coisa, é verdade. Sempre lança perto de um jogo foda. Os caras tem, mano...

Magni, você quer lançar um jogo que você sabe que vai ser cooperado com God of War um mês antes do encerramento de uma das maiores franquias da época, que era o God of War 3. Erraram. Tudo que eles usaram no marketing, acho que drenou o cérebro dos caras na hora de... Vamos procurar a data? Põe um mês antes dos caras aí. Eles acharam sabe o que, Magni, talvez, da soberba? Vamos lançar que a gente vai ofuscar o God of War 3. Os caras pecaminaram muito, então, porque eles foram muito além.

Aí, pô, nas críticas colocaram que a gameplay é pouco inovadora, excesso de violência, o que eu acho que, assim, não faz parte da crítica. Não. Sexualização exagerada, também pra mim, pra se você é igual de God of War, você não vai se importar com isso. E o último vai de encontro com o que o Marquito falou, né? Uso desrespeitoso de uma obra clássica. Aí, cabe discussão, Marquito?

Pô Eric, eu acho que cabe, porque vamos lá, eu comentei que a Divina Comédia era só comédia antes de virar a Divina Comédia. E por que ela virou Divina Comédia? Por conta realmente desse contexto histórico, toda essa percepção da época, do porquê se tornou grandioso essa obra de Dante Alighieri.

Você pegar uma obra pronta, bem feitinha, redonda e mudar ela, querendo ou não, sim, alterou ela, misturou a vida de Dante, o jogo misturou a vida de Dante, do autor, com a sua obra, a Divina Comédia. Fizeram um mix dos dois. E, cara, beleza, eu não me importo, eu gosto de adaptações, mas devido a todas essas outras críticas, todos esses outros contextos da época, foi só mais a cerejinha do bolo, sabe? Beleza, você tinha um negócio legal na mão, você não precisava ter feito isso.

É porque eu acho que o termo desrespeitoso que eu achei exagerado. Talvez não fizeram uma adaptação perfeita, tão legal, mas acho que não foi desrespeitoso. Acho que exagerado. Quer dizer, então, que a gente está fazendo um jogo porcaria aqui para os nossos ouvintes? Não, temos elogios também, Marquinhos.

de elogios, algo que eu destaco bastante também. Gráficos muito bons para 2010, isso é verdade, o jogo, como eu falei. Como ele foca muito na ambientação, trouxe gráficos em uma direção de arte absurda, direção de arte e revelação grotesca e criativa, cutscenes e CG's de alto nível, trilha sonora épica, a trilha é muito boa realmente, e transições quase sem loadings, é como se a gente estivesse jogando um SSD na época, porque o jogo era bem rapidinho.

O Oddworld of War 2018 copiou Dantes Inferno, né? Pois é, olha só, o load já era escondido no Dantes Inferno aqui.

Pô, então, é que beleza, né? Então, realmente é um jogo bom, com gráficos excelentes, som, imagem, ambientação perfeita, gameplay gostosinha, redondinha. Vendeu pra caramba? Não, muito perigo. Pra um jogo indie, vendeu muito.

Índia, que a gente tá falando de um jogo publicado pela EA, uma gigante, desenvolvido pela Visceral Games, que sim, a gente já falou que teve bons jogos por trás no seu portfólio. Vendeu 500 mil cópias no primeiro mês, depois disso não vendeu muito mais coisa, muito por conta de todas essas críticas que a gente comentou, mas também por um ponto importante, que infelizmente afetava não só Dante's Inferno, como todos os jogos de Playstation. Pirataria, Eric. Malditos piratas, o meu era original.

Pra que que eu vou comprar, Eric, um jogo que tá sendo criticado, comprar oficialmente? Se eu posso piratear ele e ver se ele é bom ou não? Pirateei, vi que é bom. Ah, legal, já zerei. Pra que que eu vou comprar? É, então. Então eu acho que tem muito disso. A gente até fala muito sobre isso no nosso podcast, né, Eric? Jogos que a gente considera bons, mas não pagaria 300 reais. Acho que esse é o caso. É um jogo que a gente, na época, sem contexto algum, achava bom.

não pagaria por ele, mas depois que jogou, já joguei. Então passou e a franquia acabou morrendo por ali. O meu era pirata, Marquito. E você... Jura? Jura, Eric? O meu era paralelo, Marquito. Não comprei ele nos meios comuns. E eu comprei numa promoção muito legal que a Sony fazia na época, que era de 3 por 10. O Jackpot 3,60. A Sony fazia isso. A Microsoft fazia essa promoção de 3 por 10, Marquito. Ah, Microsoft sem inovando.

Eu me lembro que eu comprei Dante's Inferno. Olha essa peça santíssima trindade, hein? Dante's Inferno, Alan Wake e Bayonetta. Eu comprei nesse 3x10. Foda, foda, foda. Mas sim, eu só vi a capa e falei, pô, legal, vou levar. Me parece interessante. E muito porque eu era fã de God of War, não tinha o Play 3 pra jogar God of War 3. Então é aquilo que você falou lá atrás, né? A ideia de ter uma opção pra quem não tinha o Playstation, de ter um jogo ali equivalente, era boa.

Tanto que eu sou a prova viva de um dos caras que foram seduzidos por isso. Então o meu Deus do Inferno eu comprei porque eu não tinha acesso ao God of War. Então pra mim, tudo bem, né? A comparação. Era o que eu queria realmente. Eu acho, Eric, que eu tava numa época que eu vinha do Playstation 2. Então eu falei, pô, já joguei God of War.

pra que eu vou jogar um jogo parecido? Novamente, não tinha o contexto, não tinha a lore, não tinha o New Game Plus do Vai Logar Hoje pra me explicar o quão bom que era tudo isso. Então pra que eu vou jogar um jogo igual, entre aspas? Vou aproveitar que tá 3x10 e jogar os outros jogos que tem disponível na biblioteca que eram bons jogos também. Então pra mim, eu acho que eu entro nessa parte dos 500 mil cópias vendidas que venderam poucas cópias depois disso.

Não, é só mais um jogo que eu já tô acostumado por aí, deixa quieto, não vou jogar ele.

Depois disso, o Branquinha morreu. Sabe o que eu tenho a dizer sobre tudo isso, Eric? Never gonna give you up. Never gonna let you die. Estamos aqui provando que não vamos deixar down durante os infernos.

Gameplay, Marco Barbosa, não precisamos ficar perdendo muito tempo aqui, né? Já meio que demos a letra no começo desse episódio em vários blocos. Hack and Slash, é isso? Próximo bloco? God of War, né? Que é isso. God of War Like, né? É. Fórmula básica, meus amigos. Exploração em plataforma. Puzzles ambientais simples, mas funcionais. Que é aquele casco, pô, se eu mexer essa parede daqui, a outra vai abrir. Tem que pensar um pouquinho, mas não muito.

E o combate inspirado em God of War, que é o quê? Você é premiado por fazer mais combos, quanto mais combo você faz, melhor é o ataque. E você vai juntando almas pra você poder evoluir. E aí tem também o Rage of the Gods, que nesse caso é a versão Jesus, né? Ele tem a fúria do Dante, que também é o clássico, apertar R3, L3. Tudo isso muito God of War like, né, Marquito?

Eu acho que o grande diferencial do jogo, Eric, envolvendo tanto a exploração quanto o combate, é no combate em si mesmo, que dessa vez a gente tem duas armas que são completamente diferentes, que dão sim um tom único pro combate do jogo. A gente tem a foice da morte, que é a arma principal do Dante, que seria a arma física, assim digamos, e tem a cruz sagrada, que seria mais uma arma mágica, que seria uma arma secundária pra golpes à distância.

Ah, foi sim! Então vai ser realmente aquela arma que você vai usar pra combos, pra você realmente esmechar o botão e quebrar o controle do seu videogame. Já a Cruz não, a Cruz seria aquele golpe mais estratégico, que por mais que também sim, você vai esmechar o botão pra soltar um monte de magia. Agora, Eric, beleza, a gente tem o diferencial do combate, mas a gente tem o diferencial também da evolução dessas armas, né?

E pra mim, Marquito, é o grande diferencial deste game e o que mais faz ele ser, pra mim, único em relação ao God of War, que é o sistema de punir ou absolver os inimigos, Marquito. No God of War, o que acontece? Quando você bate muito no boneco, sobe aquele círculo na cabeça dele. Você aperta o círculo e vem uma animação já pré-pronta do Kratos dilacerando o inimigo. No meu God of War era diferente, Eric. Aparecia a bolinha em cima da cabeça dos bonecos. Ah, não era o círculo, né? É, tá bom.

O bolinha. E aí no Dance Inferno também tem isso. Só que tem uma diferença. Você pode escolher entre punir o seu inimigo ou absolvê-lo. Que é o quê? Elevar a sua alma. Erguei as mãos. E dai, glória a Deus. Aniquilando você ganha um XP profano, que é o vermelho. Pra poder evoluir a sua arma.

E Absolvendo, que é o Exorcizar, você ganha o XP sagrado, que é o azul. A diferença também é que o punir, o Dante só acaba com a vida do inimigo ou dos NPCs que a gente encontra pelo caminho, que vai citar mais pra frente. Já o Absolvente tinha um minigame, né Marquito? Estilo Guitar Hero, que vinha as bolinhas assim. Tinha a imagem da cruz, e aí vinha uma bolinha do lado, uma bolinha com as cores e com os botões que você tinha que apertar. Quanto mais você acertasse, mais XP você ganhava pra...

absorver mais aquela alma. Isso era um diferencial legal, porque tinha um combo lá que você quebrava o jogo. Você dava dois golpes e o pop solvia. Tanto que eu fui ver outro dia um vídeo do cara platinando, depois que ele pegou esse combo, umas ordens de inimigo que eram visceraizíssimas e disseram que aqui é só fazer isso. Toma, toma, toma.

Chegava lá e metia a mão do Pastor Santiago, tá ligado? Sai capeta desse corpo e vai embora. É um modo fácil desse jogo. É, esse XP, né Eric? Tanto o profano quanto o sagrado, vai ser utilizado sim pra árvore de habilidades do personagem, que vai ter dois caminhos diferentes, o caminho sagrado e o caminho profano, com habilidades diferentes, habilidades obviamente mais voltadas pra luz e pra escuridão, ou pro bem ou pro mal, que assim seja.

Mas Eric, perguntando pra você que é um amante do jogo, um conhecedor nato, que jogou diversas vezes, até jogou ontem antes de gravar esse...

esse esquema de punir e absorver não torna o jogo um pouquinho não quebra um pouco o ritmo do jogo que toda hora tem um inimigo ajoelhado lá para você dar uma decisão final para ele não é só sair batendo no inimigo não você bate nele ajoelha pune bate nele ajoelha absorve e sei lá me parecia que eu queria continuar jogando o jogo batendo mais um jogo e eu tinha que parar todo momento para decidir se eu ia absorver ou não aquele boneco

Eu não me lembro de achar isso chato. Quebra o ritmo realmente, mas eu não me lembro de ser algo que... Nossa, que saco, vai eu absorver de novo o inimigo. Pra mim, eu sempre via como algo diferente da gameplay. Eu sempre achei da hora. Ainda mais quando não eram os inimigos que a gente tinha que escolher se absorver ou se punir. A gente também encontrava algumas figuras históricas pelo mapa. Eu gostava de ficar procurando. Ah, encontrava Francesca de Polenta.

Aí tinha a historinha lá. Traiu um marido e tal. Vai fazer o que com essa alma? Então isso pra mim eu via como uma...

quebra do... daquele ritmo frenético de Rekerslash pro jogo não ficar repetitivo no caso. Já é só esmeixar botão, pô, calma aí, deixa eu ver o que eu quero fazer aqui Era algo que não me atrapalhava, mas eu entendo o que você quer dizer, Marquinhos, eu acho que talvez pra algumas pessoas que querem jogar no ritmo frenético, deve achar um saco isso mesmo Puta, Marquinhos, de novo, de novo Deixa a gameplay repetitiva, talvez, né? Tem esse ponto, mas essas historinhas que eu achava mais interessante

Beleza, os inimigos comuns, os mobs, dane-se, né? Você só realmente punia, absorvia e tudo bem. É só um XP a mais que você vai ganhar pro caminho da sua árvore de habilidades, beleza. Mas esses inimigos que tinham historinha, você ficava comparecido, Eric? Você sentia dó deles? Ah, vou absorver todo mundo ou não? Pecador! Pecador! Vá pro inferno! Shen! Shen! Shen!

Cara, eu tenho aquele problema de que nunca consigo ir pelo caminho do mal nos jogos que dê opção de moralidade, né? Tipo, ah, sempre quando eu escolho alguma coisa ruim, eu fico pensando, pff, escolhi uma ideia ruim e tal. Pelo que eu me lembro, no Dante's Inferno eu tava absolvendo todo mundo. Vai, vai com Deus, tá perdoado, tá perdoado. Eu tava fazendo...

o papel do santo milagreiro quando eu joguei dentro do inferno. Eu te perguntei isso aí que sabendo da sua resposta, e eu paro pra pensar que o seguinte, quando você absorve o inimigo, você ganha mais pontos pra quem? Pra sua cruz, que é o golpe entre aspas mágico. Mas no Hack and Slash a gente gosta de soltar a porrada nos inimigos, ou seja, a foice.

A foice era quem? Os poderes de ressourcesar, ou seja, os poderes de realmente mandar pro inferno. Ou seja, por mais que você queria seguir o caminho do bem, você queria ficar forte por causa da foice e seguir o caminho do mal. Então tinha essa jogada, você nem sempre ia ser o cara do bem, entre aspas.

É, mais uma bela jogada de marketing do game, né? Botando a nossa hipocrisia em jogo. Vai fazer o quê, meus amigos? E, cara, me surpreende essa informação aqui, Marquito. 8 a 10 horas de campanha somente. Um jogueinho curtinho, né? Ou pra época era uma duração bacana.

Eu acho que entra muito na nossa qualidade de gameplay, na nossa proeficiência de jogar um jogo. Ou seja, a gente morria com mais frequência do que deveria. E com isso a gameplay que deveria ser de 8 horas ia pra 48 horas. Mas sim, hoje, vai, experientes que nem somos, a gente pegaria esse jogo e zeraria numa sentada, Eric. Dois dias antes.

Sexta, joga quatro horas, saiba, joga quatro horas, acabou. Eu consigo jogar ele no PC, Marquito? O que não dá pra jogar no PC hoje em dia, Eric? Sim, com emuladores você consegue jogar Dante's Inferno no PC, mas se você é um caixista de respeito, temos sim a retrocompatibilidade pra você jogar ele no seu Series X OS. Você, Eric, se o ouvinte que tá ouvindo esse episódio quer jogar, ou vai partir direto pro emulador, ou compre um Xbox, já que a Axa Charna chegou com boas promoções.

faria uma livezinha fechando o Dentes do Inferno, só pra matar a saudade do jogo tão tão boa.

Vamos lá, Marquita, agora pra parte legal. Lápis e papel na mão, meus alunos, que agora vocês terão a aula do professor Eric e Marco Barbosa de história. Não, da história do jogo Dante's Inferno. Então nesse momento eu peço pra vocês tirarem 100% da cabeça de vocês a Divina Comédia, tá? A partir de agora é 100% falaremos do jogo, que como vocês já ouviram desde lá no começo, ele se inspirou na Divina Comédia, mas a sua estrutura para por aí, né, Marquita?

É isso aí Eric, como a gente comentou, o jogo é uma mistura da vida real de Dante Alighieri, o escritor, com o Dante da epopeia escrito na Divina Comédia. Por mais que é uma mistura dos dois, vamos focar mais no jogo. Quem era Dante Alighieri no jogo? Ele era sim, vai reimaginado como um cavaleiro templário, ou seja, um veterano das cruzadas. Que que era uma cruzada Marco Barbosa? Quem assistiu o Tropa de Elite quando o capitão Nascimento fala bota na conta de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novembro de novemb

As cruzadas eram isso. Os caras matavam em nome de Deus a fim dos interesses da igreja. Era na época que a igreja estava em plena expansão, né? Então sim, tinha os cavaleiros templários que levavam a palavra da igreja adiante, de terras em terras. Ah, esse aqui é Jesus. Quer aceitar ele? Não. Cortou a cabeça. Próximo. Então vai conhecer ele pessoalmente.

É, próximo, esse aqui é Jesus Vai aceitar ele? Vou sim, senhor Consegui Então dá pra se dizer que sim, que os cavalos templários E também Dante, era porque Uma pessoa violenta, uma pessoa arrogante Uma pessoa moralmente Totalmente corrompida Que cometia sim atrocidades Em nome de Deus, achando Que o que? A cruzada ia salvar ele A cruzada, passar o nome de Deus Adiante, ia absorver seus pecados E aí

Pô, e é legal, Marquito, que o começo do jogo já tem uma puta de uma CGI legal. As CGI's desse jogo são absurdas. E já começa, tipo, meio que o Dante, assim, sozinho, pensando na vida, costurando uma cruz no peito dele, que depois a gente vai entender, né? Mas já é ele já, tipo... Pode ser, talvez ele já estivesse ali arrependido dos pecados dele, ou então já meio que cansado das cruzadas, né? Tipo, caralho, preciso voltar pra casa, né?

E aí no caminho pra volta dele pra casa que começa a acontecer a trama do jogo, né? Ele morre numa emboscada. Morre assim não, na verdade sim. Sofre uma emboscada e ele toma uma apunhaladinha pelas costas. Foi tranquilo, aquelas adaguinhas curvas, né? Do Prince of Persia.

E aí, Marquita, ele toma essa facada e aí a Dona Morte aparece pra ele. Pô, tudo bom? Boa noite. Pode me dar a mão e vem comigo? Só que o Dante, como o Marquita falou, fodão, não. Pô, eu sou um cavaleiro da cruzada. Deus vai me absolver. E aí tem a primeira boss fight do jogo, Marquita. Simplesmente nós contra a morte. E você venceria a morte, Marquita? Em qual duela? Pô.

Depende da morte, Eric. Se for a morte do Bill e Ted, lembra da Viagem do Tempo? Sim. Olha, se eu fosse fazer um X1 com a morte, qual o esporte que eu escolheria? Tá aí uma boa pergunta, Eric. Você tem que vencer ela em alguma coisa, aí você não morre. Vencer a morte no Paroímparo contra o Espelho. Puta!

Sendo que eu escolhi o par. Justo, esse é muito... É, e daí mandou bem. Acabou, não ficou a doce. O Dante ganhou da morte num duelo X1, Marquinhos. Na espadada. Não só isso, não só ganhou da morte, como roubou a foice dela. Que é a arma do jogo, a foice da morte, que o Marquinhos citou mais atrás. Pô, mas como é que ele tem a foice da morte? Ele matou a morte, porque ele é um cavaleiro templário de deusamente. É isso, chupa a morte.

Pegou a foice pra ele e depois disso, isso foram três anos depois que ele tava nas cruzadas, ele resolve voltar à sua cidade, né Marquito? Pra voltar aos braços da sua amada Beatriz, né? Então antes mesmo dele sair nessa jornada, ele já tinha como amante, né? A mulher da sua vida, assim digamos, prometida a Beatriz Portinari. Ele se apaixonou desde a infância e decidiu então amar essa pessoa, Eric.

Mas ele não era casado com a Beatriz. E mesmo não sendo casado com a Beatriz, pensa assim, Eric, pra você ter relações com outra mulher, principalmente naquela época, vocês sim precisavam ser casados, as pessoas precisavam ser puras. E ele, Eric, prometeu pra ela que ele ia voltar e se casar com ela, prometeu que nunca iria trair ela, ele convenceu Beatriz do seu amor, e eles então tiveram uma noite de romance, assim, digamos, antes mesmo do casamento e antes mesmo da jornada. Primeiro o pecado de Dante.

Só que aí é aquilo né, é que você parte numa jornada, em nome de Deus, você acha que pode tudo, você acha que vai ser então absorvido de todos os pecados. Pô, a Dante traiu, Dante assassinou, Dante manipulou, Chantas e O fez tudo de errado achando que ia ser perdoado. Então sim.

ele não cumpriu a sua promessa junto com Beatriz, traiu ela durante toda a sua jornada com as cruzadas. Três anos depois, arrependido, de saco cheio, voltando pra casa, quem ele encontra? Sua mulher esperando ele de braços abertos, querendo um beijo, um abraço e um pedido de casamento? Não, encontra tanto ela quanto o pai de Dante morto.

Três anos depois, ele volta pra sua terra em busca de tranquilidade, paz e absorvição. Mas nada disso. A única coisa que ele encontra, na verdade, é Lucifer, né, Eric? Olhando pra ele, ele fala, é? Opa, tá bonzinho? Cutscene foda, tá? Vai começar aqui o meu selo de, vou falar muito cutscene foda. Cutscene foda pra essa daí.

não tinha prometido, né, Eric? Então a alma dela é minha, é, foda. Nesse momento, o Dante vê a Beatriz lá morta, vai pro quintal e aí ele vê uma fumaça preta, e quem sai dessa fumaça preta é a alma. Tanto a alma da Beatriz, quanto o Tim Ozzão alado, exatamente com esse papo de que, pô, você prometeu que seria fiel a ela, não foi, a alma dela agora me pertence.

Mas você quer a alma dela de volta, Dante? Tá bom, eu te devolvo a alma dela de volta. Só que em troca você vai me dar a sua alma. É uma troca justa, Eric? A alma da sua amada pela sua alma? Depois de cometer tantos pecados e depois de trair a confiança dela? Lógico que é.

É ruim pra ele, ele queria pegar a mulher dele de volta e viver feliz pra sempre, mas se for fazer a equivalência, meu irmão, sua mulher tá pagando pelos seus pecados, foi muito mal carado pra eu falar, não, deixa quieto, arruma outra. Teria que dar alma sim, Maki. Nesse caso, ele negou, e se o Nityoso falasse, tá bom, você não vai criar alma dela, eu tô comendo a sua esposa diariamente no inferno, ou seja, ela não tá só pagando pelos seus pecados, ela tá sendo abusada por mim diariamente por conta de você, Dante. E aí, vai querer trocar de alma com ela?

Ou não vai querer? Mesmo assim, ele falou que não, né, Eric? Mesmo assim, ele falou que não e foi além. Decidiu ir buscar ela na marra. Na marra. Sai desse boteco, mulher. Essa cena já é muito forte, muito impactante. É onde começa a questão da sexualização do jogo, da questão de quanto é... Algumas coisas são apelativas. Então, galera que é sensível a esses assuntos, saiba que não vai ter mais muito disso, mas o jogo se trata.

É muito explícito toda essa situação. Tipo, a alma da Beatriz aparece semi-nua quando tá com o Lúcio vir ao lado e tal.

Então é bem pra impactar realmente. O que acontece é que o Dante vai na velareja, e lá tem uma igreja, né? Ele vai até essa igreja, e lá tem uma cruz, que era a Cruz da Beatriz, e quando ele pega ela, o Virgílio aparece, Marquinhos, o grande guia do livro, que também vai ser o guia do nosso Dante pra caminhar, levá-lo até o inferno, né? Ele pega a Cruz da Beatriz, o Dante abre os caminhos, e aí nós vamos em direção ao inferno, parando primeiro no limbo, né, Marquinhos?

Tem algumas coisas que chamam a atenção do público em geral. Inferno é algo que chama a atenção, céu é algo que chama a atenção, anjos, demônios, tudo isso chama a atenção. A gente quer, de uma forma de outra, entender melhor como funciona esses pequenos aspectos que a gente tá longe de ter profundo conhecimento. O inferno é um deles, querendo ou não, a gente só conhece o inferno teoricamente como algo pegando fogo, pessoas agonizando e pagando pelos seus pecados. É isso.

Mas não, o inferno é muito mais complexo, até muito mais complexo do que a gente vai explicar aqui para os nossos ouvintes. Porque vamos lá, o inferno, e até mesmo o inferno retratado na Divina Comédia e no Dante's Inferno, é um inferno composto por nove círculos. O que são esses nove círculos? São fases, são momentos, são consequências, são lugares distintos que separam então o inferno em níveis de punição recorrente dos seus pecados.

assim digamos. Só que quando você entra no inferno, Eric, o inferno não é tão ruim assim, existe uma recepção. Não, é ruim sim, obviamente que é ruim. Mas existe uma recepção no inferno que seria o entre aspas o vestíbulo. Que é aquele lugar, Eric, que ficam as pessoas onde não tomaram partido na sua vida. Então não decidiram ser nem ateus, nem

glorificar o demônio, nem glorificar os famosos muretas, os famosos covardes. Essa é a palavra certa. São as pessoas que tem medo de tomar partido por Deus, tem medo de tomar partido por diabo. Ah, é? Você é covarde? Então você vai ficar aqui na recepção do inferno.

eternamente. Vai ser ruim, mas não vai ser tão ruim quanto os próximos círculos do inferno que a gente vai comentar, que é esse o primeiro círculo que o Eric comentou que o Dante chega, né? Que é o primeiro círculo do limbo. Aqui, Eric, os pecados começam a ficar entre aspas interessantes. Por quê? No primeiro círculo, no limbo, ficam então os pagãos, ficam as pessoas que viveram antes de Cristo, ou seja, antes do nosso calendário que a gente conhece. Pô, mancada, por favor.

Como é que eles vão saber, cara? Mais mancada ainda, Eric, são as crianças que não foram batizadas. Ou sejam, crianças que ou os pais ignoraram o batismo, ou então nem tiveram tempo de ser batizadas e foram parar assim no primeiro círculo do inferno, Eric. Tem mais letra. Então, é leve? É retratado de uma forma grotesca no jogo e triste, né? Já que a gente enfrenta crianças. Crianças demoníacas, crianças feias do caramba.

É não, é pesado. Como eu citei lá no começo, né? A ambientação e a direção de arte desse jogo, ela é muito foda, é muito impactante. E é bem isso. Nós enfrentamos bebês pagões. São pagãos? Pagões são inimigos. NPCs, mobs, pro Dante enfrentar e dilacerá-los ou absorvê-los como bem preferir. No Limbo, na parte da história, tem um flashback importante, que é antes do Dante ir pras cruzadas. É importante que mais pra gente vocês vão entender porquê.

Que é mais uma promessa que ele fez pra Beatriz, além dele que falou que, pô, vou ser fiel, vou estar

e tal a Beatriz pediu para o Dante cuidar do cunhado dele que é o Francesco não cuida dele que era irmão mais novo dela né cuida do meu menino não deixa nada de uma consequência não tá bom para deixar ficar tranquilo vou cuidar e no livro também que tem o Minos Marquinhos que é o boss dessa primeira parte que a gente é legal que a estrutura do Dante é como se fosse de fase né cada círculo é uma fase então existe o limbo terminou o boss final do limbo a gente vê realmente tem o Dante o próximo ciclo

E aí é o Minus que a característica dele interessante é que ele julga o pecado das pessoas cheirando a alma delas. O cara tem cheiro assim e ele que distribui ela pros outros lugares. Porque o Limbo é como o Marquinhos falou, né? Tem aquela primeira recepção, mas o Limbo tem uma recepçãozinha, né? Tipo, você tem que passar por lá. De lá, você vai pros outros lugares e ele é grandão na tela. É uma boss fight que você tem que ficar prendendo.

Muito boss fight parecida com as irmãs do destino do God of War 2. Prende a mão, aí vai dar dano nele. E é legal que lá o Dante já chega, tipo... E aí

Muito com uma arrogância de Kratos. Mano, eu vim aqui e vou acabar com todo mundo. Não tem o que fazer. Eu vou embora. E aí a gente derrota o Minos. E desce para o próximo circo. Que talvez esse seja, Marquis. O mais impactante. Que é o circo da luxúria, Marquis.

Círculo esse, Eric, que como o nome já diz, é o círculo onde ficam as pessoas que pecaram os pecados carnais. Ou seja, se envolveram em orgias, fizeram sexo com animais ou tiveram a famosa Sodor Hegomo. Como é? Como é? Sodor Hegomo.

Putaria em forma de pecado, que é o círculo da luxúria, onde sim, Eric, os demônios são grotescos, por quê? Porque eles são aqueles demônios que vão ter aquele formato mais sexual, vaginoso e pintoso, assim, digamos.

Este andar, pra quem é sensível pra certos tipos de imagem, tem que jogar o modo censura, né? Porque simplesmente parecem umas mulheres bonitonas, o golpe delas é fazer a ponte do balé e sai alguma coisa de dentro delas, agarra uns tentáculos, é um negócio meio cutulo assim, né? Hentai, tá, entendi. Exatamente.

E aí nesse ciclo, Marquito, acontece algo interessante que é algo que a gente começa a entender porque até esse momento do jogo a gente só acha o nosso Dante um coitadinho, né? Puta, mano, o cara tava na cruzada lutando por Deus, voltou tava com a esposa morta, o diabo ainda levou a esposa dele, caralho, tadinho no ciclo da luxúria tem um flashback que é revelado que na época, nas cruzadas o Dante e o pelotão dele tava responsável por alguns prisioneiros E aí

E aí é onde veio a primeira traição dele à Beatriz. Uma das prisioneiras era uma escrava, ofereceu trocar a liberdade do irmão dela, dela e do irmão dela, por uma relação com o Dante, uma relação sexual. E ele, né, Marquete, um homem de Deus, digno, Deus, pátria, família, falou, claro.

claro, bora aceito e aí teve essa relação com a escrava e libertou ela e o irmão então esse foi o primeiro pecado que foi revelado do Dante durante o jogo e neste ciclo algo muito engraçado não, algo muito inusitado o pós desse ciclo Marquita é Cleópatra e Marco Antônio são os os estandartes da luxúria será? pra história? o que você tá falando você tá me julgando? é isso? Marco Antônio e Cleópatra

E aí é até foda, eu citei isso quando gravei com o pessoal do Galinha, e algo que me causou impacto quando fui assistir, pra você ver como os caras pesaram bem a mão, mas de um jeito que é pra incomodar mesmo. Nessa boss fight, a gente enfrenta uma Cleópatra gigante, maior que o Dante, e depois ela fica de um tamanho menor. O final dessa batalha é uma cena muito pesada, assim, que a cena não mostra, mas o Dante enfia a espada na Cleópatra.

E meio que sobe em cima dela. E o jogo de cena, o jogo de imagens, não dá pra ver a Cleópatra. Só dá pra ver o Dante, sei lá, do peito pra cima. E parece muito que é como se ele estivesse violando a Cleópatra. Estuprando ela. Que é, a gente tá no ciclo da luxúria. Não, a cena é pesadíssima. Que é no ciclo da luxúria, né? E aí depois a câmera abre e dá pra ver que ele tá terminando de enfiar a espada nela. Mas, mano, é muito impactante essa cena.

E aí, acabando essa cena tranquilinha, terminamos o ciclo da luxúria, Marquita, e vamos para o outro ciclo que, ó, o da luxúria eu falei que é impactante e desconfortável. Já o próximo, ele é grotesco. Chegamos no ciclo da gula, Marquita, só o pessoal comendo McDonald's. Ah, esse eu gosto, hein, meus amigos. Prazer em alimentação, ou seja...

É pra quem tem prazer em comer, mas nesse caso comer em demasia, né? Não é só saciar a fome, é realmente ostentar comida, é realmente você então passar o ponto. Ou seja, no Círculo da Gula, ele na verdade não é só sobre comida, né? Ele também é sobre o aspecto que vai se tornar aquele ambiente. Então ele vai ser sim um ambiente mais escuro, um ambiente mais lama-acento, aquele ambiente onde vai ter aquela f...

fria, uma chuva meio incessante, uma chuva suja, aquele ambiente realmente que dá asco. Quando a gente pensa em comida, a gente pensa em coisas boas. Mas vamos pensar em comida já podre, aquela comida já estragada, aquela comida que realmente passou do ponto, cheia de verme. É isso que a Gula quer mostrar pra gente.

Pra quem assistiu o Sete Pecados Capitais, né, Eric, sabe muito bem do que a gente tá falando até agora. Tanto que um dos pecados, obviamente, é a gula e é retratado de uma forma asquerosa no próprio filme e também no próprio jogo. E também no jogo aqui os mobs são uns gordaralhos que ficam vomitando, é nojento. E por falar em gordaralho, nós temos um outro flashback aqui sobre o pai do Dante, Marquinhos, que tá aparecendo pela primeira vez e aí temos uma revelação.

A gente descobre que pouco antes da Beatriz falecer, o pai do Dante foi visitar a Nora dele. Visitar, né, Marquita? Pra ver como é que tá a Nora, né? Falar, pô, nosso querido Dante tá longe. O caralho. Ele tentou abusar da Beatriz. Foda. Foda. E aí, ela vai lá e acerta a cruz que o Dante tá usando. Ela dá uma furada no olho do pai dele com essa cruz. Já é foda.

E aí vem uma segunda revelação. Um cara entra na casa, Marquito. Um cara entra na casa e mata os dois. Tanto a Beatriz quanto o pai do Dante. Quem que é esse cara, Marquito? Nada mais, nada menos que Jeffrey Epstein. Nada mais, nada menos que o irmão da escrava. Só que não era irmão. O flashback nos revela que na verdade ele era marido da escrava. Então ele ficou puto. E o Dante teve relação com a esposa dele. Independente se causou a liberdade dos dois ou não.

E foi em busca de vingança e encontrou a casa da esposa dele. Falei, você fornicou com a minha esposa? Eu vou matar a sua. Então essa é a grande revelação do ciclo da Gula. E aí aqui, nesse ciclo, Marquito, um dos personagens mais carecados de todos os infernos. Não só do que a gente conhece.

Cão de três cabeças, Marquito. O Cerberão que está protegendo os portões da gula. Foda, né? Ele é um ser que está na grega, na Nórdica deve ter uma versão dele também. E está ali no Dante's Inferno, o nosso querido Cerberus, o cão de três cabeças. Mas sabe o que mais me pega em relação até agora ao que a gente tem contado sobre o jogo? São esses pequenos flashbacks contando mais detalhes putres do passado que envolveu o Dante. Então tá.

Se ele não tivesse abusado da mulher, se ele só tivesse permitido que ela fosse embora, nada disso teria acontecido. Ele não teria pecado em primeiro lugar e a sua mulher não teria morrido no processo. Ou seja, as pequenas consequências vão se tornando grandes consequências no decorrer e o jogo vai mostrando isso pedacinho por pedacinho, através de todos os pecados que, novamente, Dante queria mostrar pra gente com essa alegoria toda que ele vem tratando no inferno de Dante.

Beleza, próximo ciclo, Marquito, o ciclo da ganância. Não acho que isso é pecado, isso é ganancioso. Money, money, money, money.

ganância né Eric, então tudo que envolve obsessão por riqueza e poder que é muito bem representado no jogo Eric, agora você vai se arrepender de ter dito que não é tão pecado assim por pessoas presas, pessoas amarradas a bolas de pedra, pessoas andando em círculo, pessoas então sem destino, que leva a crer um simbolismo que a ganância prende o ser humano, a ganância impede do ser de evoluir espiritualmente também, ou seja, tudo aquilo que a gente ostenta demais,

acaba então nos trazendo prejuízo de volta, não nos fazendo ser pessoas completas. E é isso que é tratado no Círculo da Ganância. Nesse círculo, o Dante encontra com o pai dele, que é o Alighiero Alighieri, tipo os Inedines e Dani. E aí mostra o flashback do pai dele, que o pai dele é o rei da ganância.

É o rei da luxura, da ganância de tudo. E aí mostram cutscenes do Dante, que desde criança o Dante tinha raiva do pai dele. Porque o pai dele era casado e ostentava com mulheres, com riquezas e tudo mais. E ele foi alimentando desde criança essa raiva ao pai dele. E aí, né...

Já sabendo que, tendo descoberto que o pai dele abusou, tentou abusar da Beatriz, o chefão final do ciclo da ganância é o nosso querido papai, Alighiero Alighieri. Enfrentamos ele, o Dante mata ele, e depois também tem uma revelação de que a Beatriz, ela também apostou com o diabo, Marquito. Bichinha.

Ela apostou com o diabo que o Dante seria fiel. Olha que erro. Caralho, velho. Não só acreditou nele como apostou com o diabo, não. Eu confio no meu macho. Então, aí, Marquita, você pensa, putz. Então, de qualquer forma, ela ia para o inferno, né? Porque não foi só o que você falou agora. Se o Dante tivesse libertado a escrava e o escravo. Então, é mais uma vez o jogo retratando que também, assim, beleza. Uma escolha pode gerar consequência para terceiros.

Mas a gente também não tem o controle sobre as coisas, né? Porque o Dante iria voltar pra casa de boa. A Beatriz tinha confiado no esposo que ele não ia trair. E ele traiu. Porque ele não foi só essa escrava que ele traiu a Beatriz, né? Então ia dar merda de qualquer jeito, Marquito. Tava escrito pra dar merda. Aí, Marcurindo, chegamos no próximo círculo. Tá gostoso esse passeio, Marquito? Tudo com o Vigília em banho na nossa mão. Chegamos no Daíra, Marquito. Pô, ser uma pessoa irada não é legal, pô?

Não assistiu aquele filme O Dia de Fúria, Eric? É. No Círculo da Ira, teoricamente, então, aquele momento do jogo onde você vai sentar o dedo no botão, literalmente, porque é aquele momento onde realmente é mostrado pros jogadores aquelas pessoas que pecaram por realmente se exceder, assim, digamos, na parte mais da violência.

Só que nesse caso o simbolismo vai mostrar que a ira vai consumir não só as pessoas, como o ambiente, como o próprio pecador. Eles vão ficar presos naquele círculo eterno de vingança, de ódio, de rancor. Não vão conseguir então seguir em frente de uma forma mais amorosa.

Não, é legal a gente falar sobre esse ciclo da Ira porque a Ira tem aquela música que vai de encontro com o meu tema, que é meu aniversário. Daqui é feliz aniversário, embeleço, nasci. A banda, você quer dizer, né? É, não é? A banda que a gente tá falando? A banda da Ira? Do nosso querido Nasdi?

Pro jogo realmente é isso. Ele é só uma parte de quebrar botão. É uma ponte pro próximo ciclo. Que também é um pouquinho mais pacato. Que é o da heresia, Marquinhos. De quem é herege. Aqueles que negam a Deus. O que eu acho muito errado. Essas pessoas irem pro inferno, tá, Marquinhos? Por quê? Se elas não acreditam em Deus. Como é que elas seriam punidas por uma pessoa que elas não acreditam? Então? Elas não acreditam em Deus. Mas elas não acreditam em nada, Eriki? Então?

Vai pra onde? Tá, mas vamos lá, elas não acreditam em Deus Mas nesse contexto Deus existe Então elas estão negando O salvador delas Mas Deus Nos deu o livre arbítrio E a pessoa escolheu o que a vida dela Não acreditar que Deus existia Aí Deus vai por ele Mas senhor, você deixou eu não acreditar em você Como é que faz?

Então, Eric, elas escolheram não acreditar, mas por conta disso, Deus então lavou as mãos dele. Beleza, já que você não acredita em mim, o Tinhoso vai dar então sequência no seu processo de admissão ao inferno e você vai se juntar ao sexto círculo, que é sim o lar dos ateus, Eric. O lar das pessoas que não acreditam, que não tem onde ficar. Então, o diabo abriu os braços e falou, venha ficar comigo. Eu que te aceito. É isso. É muito errado.

Marquito, o cara viveu 80 anos sendo benevolente. Ele vai cometer um pecado na vida. Ele apenas não acreditava em Deus.

Você quer discutir o século do anjo, né? Aí tem outro cara que viveu 80 anos pecando pra caramba. No último ano de vida dele resolveu se arrepender dos pecados dele. Um vai pro inferno, o outro vai pro céu. Achas? É justo? Ai, nada é justo. Sabe por que eu tô perguntando isso, Marquito? Porque se entrasse nessa discussão aí eu ia pra violência defendendo os aterros desse caso.

E violência é o próximo ciclo que chegamos com o nosso querido Dante. Estamos chegando no final do ciclo, né, Martito? O sétimo ciclo é o da violência. E é engraçado, um ponto interessante, que quanto mais a gente desce os ciclos, os ciclos do inferno, mais gelado vai ficando, né? Mais frio vai ficando.

E mais pesado vai ficando também os pecados né. Porque querendo ou não, vamos lá, a gente teve aqui agora a heresia que foi um momento mais calmo, que separou a ira da violência, ou seja, ela até foi colocar num círculo só na ira e violência, mas não, são coisas diferentes. Porque agora a gente tá falando de violência contra o próximo...

Ou até mesmo o que é pior contra si mesmo por base do suicídio, ou seja, tirar sua própria vida, entra no círculo da violência, ou então Eric nesse caso usar a palavra de Deus pra gerar ódio. Ah meu Deus, é maior do seu, não tem que viver, bbbb. Ou seja, Eric, tudo isso envolve então o círculo da violência, tanto ao próximo quanto a si mesmo, ou usar Deus pra gerar tudo isso rancor nos seres humanos.

Coisas importantes na história do jogo. No círculo da violência, o Dante encontrou a sua mãe. Pô, o que a mãe tá fazendo aqui? Ela não morreu de peste? Não, não. A cena ainda é pesada, porque ele encontra a mãe dele enforcada numa árvore. E aí vem a cutscene que o Dante achava que a mãe dele tinha falecido de peste, que era uma doença que assolava a Europa na época.

Quando na verdade ela não aguentou mais sofrer nas mãos do Alighieri. Não aguentou mais ser traída. Não aguentou mais os descasos dele. E levou-se ao ponto de tirar a sua própria vida. Para se livrar dos maus que o pai dele estava fazendo. E aí entra no que o Marquete falou sobre causar violência contra si próprio. A cena é bem triste e bem pesada. E muito foda que a pessoa em terra estava sofrendo. Vários maus tratos. Várias situações ruins.

Preferiu tirar a sua própria vida pra acabar com o sofrimento e foi pro inferno, continuar em sofrimento. Pesado, né, cara? Pesado, pesado, pesado pra caralho. E aí o outro ponto é que a gente encontrou o seu cunhado lá, hein, Marquito. E aí, cunhadão, saudades. Temos aquela cerveja, encontramos o Francesco, puto conosco. Puto conosco.

Porque nesse momento a gente descobre todas as atrocidades que o Dante cometeu nas cruzadas. Morte, traição, chantagem. E quem assumiu a culpa foi o Francesco. Por idolatria ao Dante, porque sabia o amor dele pela irmã dele. Eu assumo essa culpa toda aí.

Joga no meu peito que você é o enviado de Deus E aí o Francesco, coitado, foi pro inferno Com todas as culpas do Dante E o boss desse círculo da violência é o próprio Francesco, mano, foda O Dante foi atrás de vingança Mas ele tava atrás de, né Enfrentar todos os pecados e todos os fantasmas Dele, né

A gente começa o jogo meio que idolatrando o Dante, né Eric? A gente vai chegando num momento do jogo que a gente talvez nem queira mais jogar com ele, né? Sente asco do próprio personagem. Pô, porra, eu tô controlando que é uma pessoa que cometeu inúmeros pecados, botou culpa nos outros, se saiu de fodão e tá aí agora querendo pagar por tudo que ele fez no passado. Será que eu quero isso pra mim? Que eu quero realmente que ele tenha sucesso nessa jornada dele ou não? Quero que ele pague pelos seus pecados.

É foda isso, né? Você começar a odiar um personagem a ponto de você não querer jogar com ele. Muito interessante isso, né? Você ser obrigado a jogar com alguém que você não tem mais interesse. Mas é engraçado, né? Ele é o anti-herói. Mas como a história dele é mais humanizada, porque ele era um humano fazendo atrocidades com humanos, a gente tem mais esse asco. Mas se for puxar pra comparação que é impossível não fazer com God of War...

O Kratos também é a mesma coisa, começou com o cara foi ludibriado, mandaram ele matar a filha e a esposa, então no um, beleza, ele só se vingou do Ares. Nos outros, ele foi tomado pelo poder e matou geral, geral. Minha vingança é com todo mundo, foda-se. Ele também virou um ant-herói, só que a gente não odeia ele porque é algo mais lúdico, né? Ah, são um deles que existe aí. O Dante, o Inferno, acho que ele traz mais a nossa humanidade a flor da pele, né?

É uma pessoa que a gente tá falando aqui. E por isso que a gente se identifica tanto com ele, Eric. E talvez se identifique até com os pecados nele, né? Querendo ou não, somos humanos, somos falhos. Não há esse ponto, mas sim, cada um cometeu o seu crime. Nunca pequei e atirarei a primeira pedra, né?

Seguindo o penúltimo círculo, é para quem cometia naquela época fraude bancária, Marquinhos, o círculo da fraude, que era tido como fraude naquela época, eram os enganadores, os mentirosos. Pô, me permita ficar puto, Eric, porque para mim, vai, como eu disse, os crimes vão aumentando no decorrer dos círculos que você vai descendo. E para mim, fraude, para mim, passar perna em alguém.

é tem que ser o último não tem que ser o penúltimo eu fico muito puto quando as pessoas tentam enganar o próximo fazer golpe ligar eu fui sequestrado me ajuda eu preciso no pix eu para mim é a violência maior contra um ser humano é você enganar alguém por conta própria cara você mata vai ser foda isso mas você matar alguém é pesado óbvio que é pesado pesadíssimo

Mas talvez, talvez, talvez tenha uma justificativa. Lá no fundo tem uma justificativa. Agora, você fraudar, você passar a perna em alguém, você tá fazendo de propósito. Você tá fazendo porque você é ruim, você é uma má pessoa. É covardia pura, né? É covardia em cima de covardia. Ainda mais covardia em cima de velhinho, em cima de pessoas inocentes.

É se aproveitar do próximo. Se aproveitar do próximo e isso eu nunca vou aceitar. Então pra mim esse ciclo da fraude é um dos mais pesados que eu mais sinto prazer em eliminar os inimigos dele. Seus fraudulentos de merda. E aqui finalmente tem um reencontro, Marquito, de Dante com Beatriz. É lindo, casar de volta. O caralho. Nós encontramos uma versão da Beatriz totalmente diferente numa carruagem. Ela está realmente sabe como quem, Marquito? Uma rainha do inferno. Cansou de deitar com o Lucifer.

E depois de descobrir todas as traições do Dante, ela simplesmente resolve sucumbir às vontades do Lucifer. E é engraçado que tem uma comparação que mostra uma cena que o Lucifer dá três sementes de romã para a Beatriz, pra ela poder virar parceira dele, que é a mesma coisa que Hades fez com o Persephone, que é de uma outra mitologia. E aí, tipo, ela meio que caga pro Dante quando eles se encontram.

E aí ele confessou todos os pecados dele, né? Conseguiu aquele que eu falei agora, né? Confessou, se arrependeu, conseguiu o perdão dela. E aí o anjo Gabriel liberta ela desse pacto que ela fez com o Lúcifer. Liberta a alma dela e leva ela embora. Uma cena muito bonita também, mas é impactante você ver ela chegando. Meu, como assim? Sou a dona da porra toda aqui. A rainha chegou. Você fala, caralho, fudeu. O cara tá descendo todos os ciclos e tá tomando de marola, velho. Tá de peruca de boi. É, tá de peruca de boi, meu amigo.

E de propósito, né? Então realmente fez o que fez. E que bom, né? Que mesmo vai a Beatriz estando nesse estado deplorável, sendo a rainha do inferno, ela conseguiu a sua redenção, ele conseguiu a sua redenção, não sei. O Red Dead Redemption de Dante's Inferno realmente aconteceu. E ela conseguiu então ter a sua alma purificada. O que nós, como jogadores, queríamos desde o começo, né? Desde o começo não. Queríamos a partir do momento que descobrimos que o Dante, que era o filho da puta do momento. É, só tô aqui pra salvar a Beatriz mesmo.

Foda-se o Dante. Que fique a alma dele aí. E aí o jogo acabou, né, Eric? Já que a gente conseguiu resgatar o amor da nossa vida, a gente pode voltar pra casa feliz e contente. É, mas aí é aquele esquema tipo Constantine, né? O diabo vai lá e puxa o pé e fala, não, você não faz. Não, não, não. Não tem nada que faça você sair desse lugar aqui, a não ser por cima do meu cadáver, né, Mark?

Era a proposta inicial, né? A alma dela pela alma dele. Esse é o pacto. Esse foi o negócio que foi feito. Então, sim, o Tinhoso queria a alma de Dante. Já que ele não tinha mais a de Beatriz. E aí chegamos no último círculo, que para os pecados é o maior que existe, que é o pecado da traição. Porque tem aquele esquema da igreja, né? Que o casamento é o sagrado matrimônio, é a instituição mais... Deve ser respeitada da humanidade. Então você trair...

é o maior pecado para a igreja. Então, ele é o último círculo do inferno. Tanto que temos um amigo lá, né, Marquita? Um conhecido nosso aí, no último círculo. Meu Deus! Judas, companheiro de todo mundo, aparece nesse último círculo. Eu acho que ele é um matê, Marquita. Não vou absolver, não. Porque ele fala, filha da puta, você entregou o nosso homem.

Mas é engraçado Como a gente falou que tem algumas figuras históricas Que aparecem, e é óbvio Ele estar nesse ciclo, mas é muito legal Você fala, pô, foda essa referência histórica Que Judas está aqui, né Inclusive tem um coletável no jogo, que são as moedas de prata Que a gente coleta 30 moedas de prata Que é a quantidade de moedas que

E é bonito, entre aspas, esse cenário da traição, esse círculo da traição, que tudo é representado através do gelo. O gelo então mostra que a frieza das pessoas em cometer uma traição, e quanto maior a traição, mais congelada estava a alma daquela pessoa. Ou seja...

O gelo representa, então, a ausência de calor, a ausência de amor, a ausência de empatia e o isolamento total que aquela pessoa que traiu está se submetendo, estando no inferno no último círculo e o mais pecaminoso de todos. Por isso que eu digo que este podcast não apoia traidores.

O mais importante nisso aqui é a nossa batalha final contra ele, né, Makito? Lucifer himself. Nós enfrentamos ele numa batalha de duas fases. Pô, eu acho que, cara, por mais que seja visualmente... Como eu posso dizer? Visualmente impactante essas duas fases. Eu acho que é o único ponto que o jogo peca na sua ambientação. Pô, a gente tá descendo os círculos. São ambientação grotesca. Os inimigos muito bem feitos.

E pra mim, o demônio final, os caras fizeram uma caricatura, um lance cartunesco, né? Porque primeiramente a gente enfrenta um demônio gigantão, que depois que a gente derrota ele, a gente descobre que na verdade é um demônio Zord, né? Que de dentro dele, aí sai o Lucifer. Aí sai um Lucifer padrão, né? Cabeça de bode, metade das partes pra fora, um pirocão balangando explicitamente.

Só que eu achei muito caricato. Eu esperava um bagulho que condizesse com todos os outros bosses, os outros mobs. Um negócio mais grotesco para o Lucifer. Achei que no final eles estavam com preguiça. Falaram, faz um bagulho, sei lá, causa impacto. Faz um roludão aí que vai causar impacto. Mas será que vai?

A parte dele ser roludão não chamou mais atenção do que deveria, já que ele deveria sim ser a junção de todos os círculos. E aí vai, como a junção de todos os círculos teve o círculo da luxúria e eles quiseram botar um pirocão no demônio. E aí esse pirocão acabaram chamando mais atenção do que deveria.

Acho que também pela questão de que o maior pecado do Dante é a traição, e aí envolve sexualidade. Mas o meu problema não é nem... Ele poderia ser um demônio roludão, mas é que só isso que chama atenção nele, né? Sim, acaba sendo o caricato. O design do personagem não é bacana, ele ficou caricato.

A batalha em si é foda. É uma batalha bem difícil. Eu lembro que eu sofri bastante nas duas fases. Na segunda fase, inclusive, o demônio vem apelando pra caramba. Soltando vários poderes. Tem que subir em algumas plataformas pra enfrentar ele. Mas a gente derrota ele, né, Marquinhos? E aí, fim de jogo. É, acabou. Dante volta pra casa. Abraça a Beatriz. Eles são bem felizes pra sempre. Só que não. Fim.

Só que não, senhores, derrotamos o Demônio e aí ele ri na nossa cara. Fala, não, beleza, amigão. Derrotou o quê? Vai fazer o quê? Vai o clássico, o Godzard, o Kuro jogava bola pros caras. Vai viver de quê, meu amigo? O Demônio fala pro Dante, meu irmão, você vai viver de quê? Você tá morto. A gente não derrotou a morte, Marquinhos. Era tudo da cabeça do Dante. Era tudo... Tá bom demais pra ser verdade, hein, Eric. A gente não derrotou a morte. Nós estávamos mortos esse tempo todo, vagando pelo inferno.

A Beatriz também estava, né? Ela acendeu ao céu. Mas o Dante achou que não, tô vivo, vou salvar minha esposa. Ela tá... Pegar a alma dela de volta, a gente volta pra casa. Não, não, meu amigão, você tá morto. E aí ele foi para o purgatório. Na cabeça de Dante, né? Que a partir do momento que vai que ele derrotou a morte, a gente volta àquele momento que ele tava de saco cheio, né? Pô, até passei por tudo isso, cometi tantas atrocidades. Em nome de quê? Pra quê?

Por que que eu fiz isso? Eu não sou essa pessoa. Quero voltar pra casa, quero voltar pra minha esposa. Mas estou cheio de pecados. Então vou sim tatuar, costurar na verdade, né? A cruz no meu peito pra absorver os meus pecados de uma forma mais gritante, né? Então implorando praticamente por absorvição e vou voltar pra casa. Mas aquilo, né? Que porra, por mais que Dante era foda, por mais que Dante tinha Deus por trás dele.

Dante era só um ser humano cheio de erros que ele nunca iria derrotar a morte. A morte é imorrível e a morte é implacável e vai chegar pra todo mundo a qualquer momento. Então sim, Dante morreu e mesmo morto ele queria ter a absorvição dele. Ele queria então lutar pra sair daquele inferno no qual ele fez questão de entrar durante toda a sua jornada. Ele queria sair junto com a sua esposa, só que ele nunca imaginava que ele estava preso lá por conta que ele estava morto.

Ou seja, Margit, você não ganharia o seu Paroim para Contra a Morte em frente de Pedro, porque não dá para vencer a morte. E aí nesse final é bem impactante, porque aí o Dante vai para o Purgatório, ele está sem camiseta. A gente vê que aquela cruz dele já está toda queimada, parece até que ele está com uns pelos de Tony Ramos.

E aí, ele tá lá nu, não aparece, aparece só do peito pra cima, mas ele arranca a cruz do peito dele, que tá costurada, joga no chão e sai andando. Eis que a cruz vira uma serpente, quem seria a serpente, né, My Kid? Que vai seguindo ele e sobe o To Be Continued, que até hoje está no meu coração, aguardando esse To Be Continued, My Kid.

Você tá me dizendo que não tem a parte 2 do Purgatório, não tem o final da trilogia do Paraíso, Eric, é isso? Mas estão desenvolvendo, né? Pelo amor de Deus. Cara, chegou a iniciar o desenvolvimento. Existe na internet, você vai procurar que houve um momento que a EA e a Visceral anunciaram umas vagas de dev pra, ah, jogo com temática não sei o que, que todo mundo entendeu que seria a continuação do Purgatório, né?

Tinha até um nome, se não me engano, mas faltou eu procurar aqui. Desculpa, gente. Mas tinha até já um nome esse projeto, mas aí ficou por isso mesmo. E hoje só vive no imaginário do povo. Uma sequência de Dante's Inferno. Só queria um remake, não queria nem uma sequência. Queria só um remakezinho, mas tá bom. Como pode, né, Eric? A gente passou aqui praticamente duas horas contando a história do jogo. Falando de uma forma empolgada de como é desbravar o inferno.

Do que se trata o inferno. Falou de gameplay. Falou de tudo que realmente chama a atenção do jogo. De um jogo ótimo. Um jogo que...

morreu da mesma forma que Dante morreu. Um jogo que tem a possibilidade de ser uma franquia, uma IP grandiosa, e não deu sequência por conta de detalhes, por conta de pecados que foram cometidos durante todo o desenvolvimento. Não, por conta de toda a sua pós-produção. Nasceu morto, né? O famoso nasceu morto. Não foi batizado e foi acabar lá no primeiro círculo do inferno. Com os outros bebês.

A CIDADE NO BRASIL

Mas é isso, Marquita, essa é toda a história de Dante's Inferno, misturando um pouco com a gente explicando sobre os pecados capitais, sobre os ciclos do inferno. Óbvio, né, como o Marquita falou lá no começo, isso aqui não é um review, não é um 100% detonado, a minha visão é do Marquita sobre o jogo com os momentos que a gente achou mais impactantes. E mesmo você que não jogou tendo ouvido tudo isso...

Eu recomendo ele jogar, porque a narrativa desse jogo é muito bacana. A forma como é entregue as cutscenes também é de brilhar os olhos. Sei lá, eu acho que quem critica o Doido do Inferno, que é um jogo ruim e tal, acho que é para dar infantil de games. Que só quer... Nossa, bagulhos! É um jogo bacana. É aquele famoso jogo de, pô...

20 pila, compra, joga, você vai ter uma boa experiência. Com toda essa história por trás, misturando a Divina Comédia com a ficção que a Visceral colocou em cima da história do Dante. Eu sempre me pergunto aí que quando eu vou falar de Dante's Inferno, seja com amigos, seja com gamers, seja no meu dia a dia, quando eu vou tomar banho aí que eu paro pra pensar... Ah, claro.

Se Dante's Inferno fosse lançado em outra época, após o final da trilogia de God of War, seria uma franquia de sucesso, porque ele tem todos os temperos necessários para ser um bom jogo, por mais que na parte de gameplay realmente inovou pouco.

Eu acredito que sim, Eric, acho que a maior falha dele seria esse lançamento conturbado, cheio de um marketing agressivo desnecessário e também no momento completamente na contramão do que deveria ser. Todo mundo querendo o final de uma trilogia e não iniciar uma nova IP desconhecida que seria teoricamente mais do mesmo.

Então infelizmente a gente vai ter que convencer sim os nossos ouvintes a jogar um jogo que merece todo o seu respeito. Porque é aquilo que eu comentei né Eric. A gente não tá falando só de videogame. A gente não tá falando só de história. A gente tá falando da gente mesmo. De pessoas, pecados. A gente comete o dia inteiro. Tanto que no decorrer do episódio Eric eu comecei a pensar se eu morresse hoje. Pra qual filho que eu iria?

Infelizmente é essa a pergunta Porque vai, tô longe De ser uma pessoa perfeita Aonde eu iria parar? Que pecado que eu ia ter que conviver Pro resto da vida Já que Dante's Inferno nos ensinou tanta coisa Sobre todos os círculos

Marquito, acho que fácil de bater pronta aqui tem dois. Não, três. Porque pega geral. Gula, ganância e luxúria. Luxúria é bom, né? É pecado dos carnais, Marquito. Não adianta. Todo mundo que transou fora do casamento é pecado carnal. Gula, teve aquele momento que você... Não, mas eu vou comer mais. Eu não preciso. Eu vou comer. E ganância, cara. É o topo a todo pro dinheiro que a gente brincou, né? Não, não. Todo mundo tem um pouco de ganância. Se só um pouquinho já é pecado.

O único que eu tô salvo, então, de verdade, é do limbo, né, Eric? Porque eu sou batizado. Batizado. Traição também, né, Marquinhos? Traição. Ah, sim, sim. Vamos se defender aí, peraí, cara. Violência também não tem como fugir. Ira não tem como fugir. Fraude, por mais que eu odeie. Fraude talvez, Marquinhos. Não, fraude... Ah, Eric, aquilo a gente não sabe o dia de amanhã, né, velho? É, então, por enquanto, não estamos na fraude, mas...

O tigrinho ainda não chegou na gente, então a gente não sabe se a gente vai cair na fraude ou não.

Mas Luxúria, Gula e Ganância Pode carimbar nosso passaporte Não tem como Ou seja, Eric, um jogo que fala de um

Um jogo que deveria falar de demônios, na verdade, está sim falando de humanos. Humanos falhos que somos. Aí, meus amigos. Temos sempre que pedir para os ouvintes algo, né, Marquinhos? Para o nosso ticket aqui, do nosso sorteio de ouvintes, que este mês o Eric está aí de parabéns, viu? Pagou em dia, sortiu em dia. Por livre e espontânea pressão. Tem mercado da mentira? Não, não tem mercado de mentira. Não, mas aí seria uma fraude, né? Estou fraudando a informação.

E aí, Marquito, o que é o nosso sorteio de ouvintes? Todo mês a gente sorteia um gift card no valor de 50 reais para quem interage conosco nos episódios, respondendo as perguntinhas que a gente faz, e também para quem compartilha o post do episódio em suas redes sociais. Para esse episódio, o Marquito deixou uma pergunta muito interessante aqui, que a gente vai tentar responder aqui, mas eu também quero ouvir a opinião dos nossos ouvintes.

Que vai ser a frase-chave pro sorteio. Dante merecia redenção ou o inferno era exatamente onde ele devia estar? É, é que a partir do momento que você comete um pecado, eu não vejo problema em você se redimir desse pecado, tá? Você vai lá, comete um crimezinho.

o vizinho ali bobo ou seja eu acho que tem que ter sim a sua chance de se redimir mas porém contudo entretanto a partir do momento que você brinca com a vida de uma pessoa que você usa uma pessoa que você faz com que ela acredite em você e aí entra muito do que eu disse referente ao oitavo o círculo da fraude

você passa dos limites. Você passa daquele limite de que você, então, merece a absorvição. Você merece, então, ser desculpado. Não. A partir do momento que alguém paga pelos seus pecados, você não merece ser tratado como igual. Você merece, sim, ter a sua alma punida. Queimar. Queimar.

No mármore do inferno. Então, pra mim, Dante tem que sofrer. Ainda bem... Apanhou pouco, fora os apavoros. Exato. Ainda bem, então, entre aspas, que não teve uma sequência. Porque como em toda boa comédia... Aí não tô falando de piadas, tô falando de comédia. Tudo que é o jogo é tratado. Termina bem. Nesse caso, não vai terminar bem. Porque não teve o 2 e não teve o 3. Não teve a absorvição de Dante.

Ele está no purgatório, né? Aguardando. Sim, está preso no purgatório. Tendo a esperança, então, de ser absorvido. Mas não, Dante. Se eu fosse o porteiro, você estaria preso. Porque você fez, sim, Beatriz pagar por algo que ela não merecia. E ela foi salva. Pelo menos por conta disso, você ganhou um ponto positivo na sua nota. Mas ainda está negativo. Você tem muito a pagar aí, Dery.

Queria dizer assim, Marquito, que a única defesa que pode se fazer ao Dante é a de que, pô, ele era um cavaleiro das cruzadas e tudo o que ele fez foi em nome de Deus, pra que a cruzada desse certo, porque era uma missão de Deus. Porém, o Dante, e assim como a maioria dos cavaleiros da cruzada, não faziam as coisas em nome de Deus, faziam usando o nome de Deus. Exato.

Mas não, mas eu posso porque eu sou o cavaleiro de Deus. Traio, peco, mato, fraudo, engano. Então, pra mim, eu tô na mesma vibe que você, Marquinhos. O purgatório ainda foi muito pra ele. O certo do jogo era acabar assim, amigão. Beleza, trouxe de volta a sua esposa e aí você tá morto, fique por aqui. Vai apagar, vai passar de novo por todos os ciclos agora, mas sem sua foz, sem sua cruz. Pague por todos seus pecados eternamente. E aí esse seria um final correto do Dante de Inferno, digamos assim.

Então, sim, ele não merecia redenção e o inferno é onde ele deveria estar. Tanto é que o nome é Dante's Inferno, é o inferno de Dante, vai virar o inferno dele, já que ele matou o diabo, né? É aquele clássico, né, Eric? Vamos lá, você comete um crime e acaba, então, assassinando um membro de uma família. Sem querer e por querer, não importa.

um membro daquela família morreu. Qual que é a recompensa que aquele membro que sobrou, ou seja, vai, o marido de uma esposa que foi morta, qual que é a recompensa ideal pra ser um homem? É a sua punição? Ah, você estar preso é a recompensa ideal? É monetário? Existe recompensa? Ah, então a partir do momento que eu ganhei 10 bilhões de dólares pela morte da minha esposa, então tá tudo bem.

Não, não tá tudo bem pra Beatriz. A Beatriz nunca vai estar tudo bem, mesmo o Dante tendo ido lá. Ai, desculpa, meu amorzinho. Não, não tem desculpa, amorzinho. Já fez ela sofrer mais do que ela deveria por toda a eternidade. Ela morreu por causa de uma ação dele e foi pro inferno por causa de uma outra ação dele, né? Ele errou na entrada e na saída.

Põe no seu cu, Dante. Seu jogo é bom, mas você é um otário. Dito isso, ouvintes, concordam, discordam? Tem algo a mais a acrescentar? Mande pra nós, seja no nosso grupo de ouvintes no WhatsApp, seja no nosso Spotify, Eric, que vem sendo muito alimentado com a gula dos nossos ouvintes e a gente quer sim saber mais da opinião de vocês sobre Dante's Inferno.

Marquito, meu amigo, você sabe de algum podcast que recebe o apoio financeiro dos ouvintes e devolve tudo em premiações de volta pra eles? Ah, meu amigo Eric, você só pode estar falando do Vai Logar Hoje, com o seu sorteio de gift cards para os seus apoiadores. Exatamente, Marquito, o melhor e mais recompensador programa de apoio coletivo. Eu tenho certeza que é o nosso. Com certeza.

Porque com os apoios, nós conseguimos todos os meses fazer sorteio para os ouvintes e também um sorteio exclusivo para os apoiadores. Verdade, Marcorino. E quanto mais apoio, aquela continha básica, né? Mais sorteios que a gente faz e no fim, todo mundo sai ganhando. E falando em ganhar, me diz uma coisa.

Qual é o valor da premiação desses sorteios, hein? Marcolino, os apoiadores podem ganhar gift cards no valor de 100 reais, que pode ser de iFood, PSN, Microsoft Store, Steam. Onde tiver gift card, a gente consegue. Ei, que beleza, hein? Tô quase apelidando então esse apoio coletivo como VLH Rewards, já que o custo-benefício dele é altíssimo. Mas me diz aí, quem quiser entrar pra esse programa tem que fazer o quê? Ah, é muito fácil, Marcolino.

É só entrar em apoia.se barra vaiapoiarhoje e escolher o tier que cabe no seu bolso.

Tem tier de 5, de 10, de 20, de 50 reais. Cada um com a sua vantagem específica, Marcolino. Sem falar claro daquele tier de 100 reais, né Eric? Não, esse aí é um tier secreto, Marcolino. Que a gente orienta os nossos ouvintes a entrarem lá no Apoia-se pra entender do que se trata. Mas eu recomendo apagarem normalmente.

99, não 100, tá bom? Ah, bom demais, hein? Depois disso é só dormir tranquilo com a certeza que estará colaborando com um projeto muito legal e garantindo boas risadas com a continuação do nosso podcast. É isso, fácil, prático e recompensador. Ah, como é bom ser apoiador do VLH!

Ah, muito bom, Marquinhos. Adorei esse meu aniversário. Melhor presente que você podia me dar a deixar eu falar bastante sobre Dante e Inferno, finalmente, neste podcast. Estou muito contente. E você, ouvinte, que está ouvindo isso hoje, sexta-feira, amanhã, sábado, 2 do 5, teremos Gamescom. Eu e Marquinhos estaremos lá. E depois disso, tem a comemoração do meu aniversário. Todos convidados lá no Bar e o Bar do Tatuapé. Conto com a presença de todos às 19 horas para me dar um beijo, um abraço e muitos presentes, que eu aceito presente também, tá? E, Marquinhos...

Já falamos muito sobre o Dante's Inferno. Outra coisa que eu quero pedir para os nossos ouvintes. Para me darem de aniversário. Saber o que? Para eles seguirem as nossas redes sociais. Não a minha. A do VaiLogar Hoje. Arroba VaiLogar Hoje. Em todas elas. No X e no Instagram. E também para que acessem o nosso site. VaiLogarHog.com Estamos aí em uma sequência absurda de reviews de jogos. Saiu recentemente uma review. Sobre investigação pós-ma.

Que eu falei. Que é o da Ju. Saiu essa semana uma review interessante. Que é um jogo chamado Codex Mortes. Que o Edu fez. Que é um jogo 100% em IA. É interessante também.

Vai sair uma review minha sobre mouse API for hire, Marquito. Olha aí, o homem vai escrever. Então acesse nosso site que é muito importante. Gente, Marcos, se os ouvintes quiserem me dar um presente, o que eles podem fazer? Comprar um presente na nuvem, no Mercado Livre, no Kabum ou na Amazon usando os nossos links de associados que estão todos destacados no nosso Instagram.

Mas, Marquito, o maior presente que eu queria dos nossos ouvintes era 5 estrelas no Spotify. Este é um presentaço. Querendo chegar em 150 estrelas. Não vou nem olhar se já está perto. Eu lembro que estava perto. Vai que passou, né? Então, eu quero 200 estrelas de aniversário de avaliação lá no Spotify. E é isso, Marquito. Logando com o ouvintes agora, meus ouvintes, ficará para o pós-crédito. Então, eu vou me despedir do Marco.

Querendo dizer que o meu primeiro pedaço de bolo eternamente será para você, meu amigo. Até mesmo quando a gente estiver lá no Círculo da Gula juntos. E eu fui. Um abraço.

Ah Eric, muito obrigado pelo seu bolo, quero sim comer, eu vou comer o seu bolo? Olha aí. Ou vou sentar na cadeira Eric, quer dizer, eu vou fazer os dois ao mesmo tempo. É a luxúria, é o que mais? É a Sodoma, o Gomorra, não importa o que for, é sempre uma alegria comemorar com você meu amigo. E não tenha medo de enfrentar os seus demônios. Valeu pessoal, fui!

E aí

Senhoras e senhores, vamos logar com os nossos ouvintes A festa continua Temos algumas mensagens para ler Nossa, mas por que deixaram para depois o encerramento? Porque acho que talvez a dinâmica fique melhor assim Vamos testando, manda para a gente se vocês preferem Antes do encerramento ou depois É um teste que vamos fazer aqui, né Marque?

Ah, e que querendo ou não, a gente sempre agradece as mensagens dos ouvintes, a gente sempre quer logar com os ouvintes, mas aquilo tem ouvintes que não querem logar com os ouvintes, tem ouvintes que só querem ouvir o episódio e ponto, acabou. Então nada mais justo do que realmente deixar o prós créditos especificamente para aqueles ouvintes que querem interagir com a gente.

Vamos lá, iniciando o nosso lindo Francisco Domingos Neto, comentou o nosso episódio 39, nossa main mission de God of War com Rafael Batista. Fui pro Olimpo até o Gol 2, depois mudei de console. Enquanto disponível, joguei demais e aproveitei ao máximo, fechando o jogo nas dificuldades mais altas para ter o real desafio e ter que comprar alguns controles alternativos.

Mas como diria Fallout, War. War never changes. Esse Kratos foi um baita desgraçado na vida. Abraço. Errou de trocar de console. Acertou muito na referência a Fallout, mas ele deve ter gostado. Mas pô, tira o chapéu pra jogar nas dificuldades mais altas, tá? E sim, Kratos, até cita uns episódios de hoje, né, Marquinhos? Um baita de um desgraçado.

Muita coincidência ou não, né? A gente lê o primeiro comentário falando sim de God of War, né, Eric? Então estamos aqui com o Chicão que jogou o 1 e o 2, eu também não joguei o 3. Então eu tenho essa pendência a não subir o Olimpo nas costas de Titã, gritando Atina!

Mas fica aí para a memória e fica assim para o New Game Plus que a gente fez com o nosso Rafa. Legal, você acompanhou também esse episódio com a gente, Francisco. Que to seguindo o Eric nosso episódio 197 sobre mentiras sinceras. Nosso recolto comentou com a gente.

Fala, manos. Firmeza? O melhor do episódio foi a música de Páscoa. Sem dúvidas. Parabéns. Abraços. E eu não lembro qual era essa música de Páscoa. Pô, eu fiquei pensando aí, porque nessa época era nós dois que fazíamos os reviews e o último episódio a gente tava cantando a música, né? Era uma paródia. Mas eu não lembro se fui eu que fiz essa dúvida. Ah, foi você que fez, velho. Foi? É, mas agora qual que era? Coelhinho, se fosse como tu, não era. Coelhinho da Páscoa. Ah, foi coelhinho. De pelo branquinho.

Ai, é verdade. Mas qual foi a música que eu cantei? Não, não, foi boa a música. Calma aí, a gente vai lembrar agora. Ah, Nerdola chora na cama. Olha só como eu venho como uma opção. Assustando os nerdolas, sou a lacração.

Nerdola assustado, você me dá nojo, e um beijo gay já te deixa nervoso. Meu Deus, quanto medo de uma opção, cuidado anti-ouque, sou a lacração. Se acho valente, você não me engana, e geral já sabe...

Você chora na cama. Muito boa, muito boa. Boa, boa. Muito boa realmente, Makita. Boa música, Recolto. Realmente, essa música é realmente muito boa. É que, aliás, você tem um repertório muito vasto de boas músicas ali. Dá pra lançar o CD do Vai Logar Hoje, que um dia faremos isso, com certeza. Boa. Um dia a gente volta com essas músicas.

Seguindo novamente o recoto, inclusive hoje vai ser um logando com recoto, tá Marquinhos? Episódio do nosso de número 188, o reset de 94, ele mandou. Fala manos firmeza, esse ano não tem jeito. Dois acontecimentos foda e extremos. Cena, o cara era simplesmente muito foda, chorei a morte dele. Brasil tetra, povo feliz, lembrança boa, valeu e abraço.

Pô, foda mesmo, né? E são dois acontecimentos que se tivessem acontecido em anos separados, seriam os únicos acontecimentos lembrados. O que eu quero dizer, se o Senna tivesse morrido em 95, a única coisa que ele pararia de 95 era, pô, o Senna faleceu. Se o Brasil tivesse sido campeão em 98, a única coisa que ele iria lembrar era, pô, o Brasil foi campeão. As duas coisas aconteceram em 94 e uma não ofusca a outra, né? São as duas coisas lembradas de 94, tão gigantes que foram.

Uma não ofusca a outra e uma não substitui a outra, né? Ah, não é porque a gente ganhou a Copa que a gente esqueceu do Senna. E obviamente a gente preferia que o Senna estivesse vivo e não ganhasse a Copa, né? Por mais que deixou o país inteiro feliz por conta disso. Mas...

Trocaria Marco Barbosa. O Tetra. Ah, é pesado. É um dos únicos heróis brasileiros, quer goste, quer não goste. Hoje em dia é difícil, né? Tem um herói brasileiro. Ah, quem ele vota? Ah, não sei o que. Cena era praticamente indomável, não, mas era praticamente único. Era um herói nacional. Então...

Não trocaria com certeza. Seguindo Erick, o nosso recolto voltou no episódio 248, agora sim, episódio recente, onde a gente falou do futuro do Xbox com a nossa Isadora Basile. Fala manos, firmeza? A Isadora manja muito do mundo de videogames.

Muito legal ela ter topado participar do VLH. Essa voz forte dela, muito bonita por sinal, quase não combina com o rosto lindo dela. Enfim, viva o Xbox. Não, pera, deixa eu ligar meu PS4 aqui.

O que a gente não faz por mulher em Recurso? Tá louco, hein, velho? Sim, eu admito que a voz dela é bonita demais, obviamente, mas é uma voz forte, né? É o timbre, né? É uma voz imponente, um timbre único. Que ela já se comentou, né? Que ela não usa esse timbre no dia a dia dela, obviamente. Mas quando ela vai falar pro público, realmente ela entona de uma forma diferente. É, a gente também, né? Não que nossa voz seja bonita, mas a gente também muda nossa intro, do jeito de falar, né?

A gente fala pra fora, bem pra fora A gente tem essa ênfase diferente No dia a dia a gente fala tudo enrolado, né? É, sim, eu bêbado então, vocês verão Outro negócio interessante, uma pena que Isadora está passando por uma situação ruim esses dias Que clonaram a voz dela E ela está numa campanha aí, numa seara Pra poder derrubar o canal Que está fazendo isso, e esse é a parte Do ônus de ser famoso e ter algo marcante Infelizmente, mas Uma peninha, e obrigado Recoto Pelos comentários, não liga, se o Xbox não Você não vai queimar sua casa E aí

Se quiser clonar minha voz, eu deixo. É, eu também. Vamos lá. Felipe Bueno está de volta, Marquito. Ele comentou no episódio 245 checkpoints de jogos obrigatórios de Bitteram. Nos respondendo. Porque a gente respondeu ele, né? Aí ele mandou assim. Muito obrigado por mencionarem o comentário no episódio.

escuto vocês faz tempo, inclusive entraram no meu top 5 de podcast mais ouvidos na retrospectiva de 2025 do Spotify, porém de comentários creio que esse foi o primeiro, grande abraço e muito sucesso pra vocês e pode deixar que vou enviar minha lista de beaten ups, caralho, eu só posso dizer que esses são os tipos de comentários que me deixam muito alegre de saber que tem uma galera que a gente nem conhece que a gente tá no top 5

ouvem a gente faz tempo e de vez em quando aparece aí, pô, a gente achou que o Felipe tinha começado a nos ouvir no de Beat'em Up e a gente tava no top 5 de podcast dele. Cara, muito foda e o Marquês a gente fica se perguntando que a gente conhece a galera que tá lá no grupo e os números não batem, né? A gente fala, mano, esse pessoal deve ouvir 10 vezes o mesmo episódio, não é possível. Tem muito ouvinte perdido aí que nunca nem interagiu com a gente nas redes sociais de dar um like, de mandar uma mensagem muito por conta do que o Marco fala, às vezes a gente acha que simplesmente não manda nada, ouvir os caras tá bom, né?

Mas gente, interajam com a gente, é importante e nos faz muito bem isso. Filipe, bom, muito obrigado por interagir, interagir novamente e de nada, né, por nós fazermos parte da sua vida aí. Tamo junto, um abraço. Bom, eu já comentei isso num passado recente, Eric, de como eu também sou meio que incoerente com essas situações, né. Vamos lá, primeiro, Felipe, eu amo de verdade quando ouvintes aparecem, quando ouvintes surgem e falam.

pessoal, eu ouço vocês, eu gosto do trabalho de vocês, ou então eu odeio o trabalho de vocês. Tá bom, a gente quer saber sim a opinião dos ouvintes, legal. Então quando você realmente comenta com a gente, a gente se sente, sei lá, nos céus. A gente realmente tem a nossa redenção aqui no Valogar Hoje. Porém, contudo, entretanto, eu sou o cara que ouve podcasts e nunca comenta nada. Então eu sou aquele ouvinte perdido, aquele ouvinte escondido, no qual sim.

Por mais que eu ache que eu não vou fazer diferença nenhuma pra um podcast grande,

Talvez um comentário de boa tarde, gostei do episódio de hoje, continue com o trabalho, faça toda a diferença. Então Felipe, muito obrigado pela sua mensagem. Espero que outros ouvintes também se incentivem a mandar mais mensagens pra gente. Que nem o nosso recolto, Eric. Que bom!

No nosso episódio 190, no nosso episódio de Nintendo 64, uma feat com o nosso Lucas Maceda. Fala manos, firmeza? Nunca encostei em um Nintendo 64, só ouvi o episódio porque é o VLH.

vocês tem uma mania de fazer bons episódios né? Que coisa! Valeu, abraços! Se eu gosto de ouvir pessoas novas chegando para ouvir o nosso podcast, recolto, eu gosto também tanto quanto de ouvir vocês que não gostam de algum assunto específico ouvindo um episódio por conta do Vai Logar Hoje e não por conta do assunto em si. Então pra você meu amigo, muito obrigado também pela sua mensagem e por ouvir o Vai Logar Hoje.

Cara, o Recoto é engraçado que é uma das garimpadas mais inusitadas da internet. Nem fui eu que dei, né? Ele conheceu a gente porque eu participei de um episódio do podcast da Gi. E foi atrás de conhecer o Vale Lugar Hoje e gostou. E eu fico pensando às vezes, né, Marquito? Pô, o quanto tem gente aí que curte podcast e nem sabe da nossa existência. E que talvez iria gostar tanto. Pelo que eu entendi e conheço, o Recoto ouve muito podcast.

E abriu um espacinho pra nos ouvir porque gostou do nosso trabalho. Isso pra mim é muito gratificante.

Você é essencial pra gente, meu querido reconto. Tanto é que ele está de volta, Marquita, no episódio 191, a nossa main mission de amor aos games com o pessoal do Cast The Fuzz. Ele mandou. Fala, manos. Firmeza? Época boa com essa formação do meu Playstation. Antes de colocarem aquele almofadia e acabarem com o programa. Ótimo episódio. Valeu, meus amigos e abraços. O bom é que a gente roubou todos pra gente, né?

O Dan e o André é nosso. Agora vamos dar o spoiler, né, Marquito? Coreia Junior vai entrar numa seara de gravar quase que um episódio por mês conosco aí futuramente, em breve, de um quadro novo. Só o Rafa que tá com a agenda muito lotada pra gente, né, Marquito? Mas... A gente dá um descanso pra gente. Dá um descanso pro Rafa, exatamente.

E eu vou deixar pra fazer o comentário sobre o que o Recouto falou sobre o Gui Dias, depois que você ler o próximo comentário. Tá bom. Falando desse comentário do Recouto, Eric, pô, essa foi a primeira participação nossa em um podcast, né? A gente saiu, então, da nossa zona de conforto, foi pra um outro lugar, onde a gente não tinha o poder da edição, a gente não tinha o poder do assunto, né? A gente não conseguia determinar o assunto, não era o host.

A gente só tentava vender o nosso peixe ali, querendo ou não, e o pessoal do... Tchau, tchau.

E o pessoal do The Cast of Us foi muito legal com a gente, tanto que essa amizade perdura até hoje. E temos ouvintes por causa deles até hoje também, né? Dan e André são hosts hoje do Maragard hoje, muito graças a esse dia também, muito foda. Agora, Eric, o Recolta então voltou no episódio 192, o saco!

Serviço de atendimento ao cliente e ouvinte do VLH. Fala Manos, firmeza? Caraca Erick, se eu tivesse ouvido esse antes do outro que você bateu no Ariel, tinha retrucado mais ainda, kkk. Foi isso que aconteceu.

Todo mundo espancou o cara sem nem conhecer o trampo dele, tentaram cancelá-lo por uma cabeçada monumental que virou piada, o tal do buraco do Adriel que falam até hoje. Enfim, acompanho o trampo dos caras há anos e curto, assim como o curto de vocês, e se alguém falar mal vou defender, contem comigo vocês são foda. Heróis! Abraço! Primeiramente, realmente não conhecia o trabalho do Adriel,

E também não conheço hoje em dia o trabalho do Daniel. Eu sei que ele ficou famoso por conta de um meme. E de verdade, Eric, se acontecesse com a gente isso, eu não ia achar ruim, tá? Nosso trabalho é ser reconhecido pelo bem ou pelo mal.

por uma cabeçada que a gente cometeu que sim, vai, realmente, é uma coisa besta ali, que ele também se envolveu, se martelou num assunto besta que não tinha necessidade, eu não acho que hoje em dia as pessoas continuam falando sobre isso não é o mal da internet, né? É que esse episódio foi na época que eu tava batendo no King of Game 6, aí depois tiveram alguns comentários do reconto que eu falei que eu prometi que não ia mais bater em ninguém que faça conteúdo gamers games

Que até você me perguntou, e o Zangado? O Zangado é maravilhoso e tal. O Zangado é boa. E é engraçado que esse comentário da Reconta é como uma crítica, quando ela é bem feita e ela é construtiva, ela é super bem recebida, né? E igual, querendo ou não, ele meio que tá não criticando, não me criticando, mas dando um toque de uma atitude que eu tive errada. De, pô, batir no cara sem conhecer. Mas ele trouxe pontos importantes. E, óbvio, no final deu uma alisada na gente, mas também faz sentido. Ele falou assim, pô, também defenderia vocês caso vocês errassem.

E aí o que eu falei que eu ia responder depois é isso. O almofadinha que você não gosta tanto, ô Recoto, eu também não gostava dele no Quest of Us. Mas a gente tem muitos ouvintes no nosso grupo de ouvintes que adoram muito o trabalho dele no podcast dele, que é o X do Controle. Falam que lá ele manda muito bem. Então quem sabe se você der uma chance, mude um pouco essa visão. Mas pô, obrigado. Você me fez uma pessoa melhor, que eu não critico mais ninguém.

E cara, muito legal ler ele falando que curte a gente e nos defenderia também. Defenderia a gente, tá? Foda. Pesado. Pesadíssimo isso. Bacana.

Fiquem do Adriano, mandou uma aqui no nosso episódio sobre jogos obrigatórios táticos. Bom dia, boa tarde e boa noite. Não sabia que faláuticos antigos eram jogos táticos, eu também não. Fiquei curioso. Gears Tactics é bom demais. Achei difícil zerar, mas gostei muito. Senti falta do Triangle Strategy, que na minha opinião superou o Final Fantasy Tactics, que era o meu top 1 do gênero.

E o meu top 5 são, do quinto pro primeiro Ogri Battle, Tactics Ogri Kier's Tactics, FF Tactics Em segundo, Marcorino E em primeiro, o Triangle Strategy Abraços e sucesso Sempre! Adriano, eu só posso comentar que eu te amo Gosto muito de você, adoro seus comentários Mas deixarei como especialista em Jogos Táticos falar sobre a sua listinha

Primeiro falar da lista dele, Eric. É impressionante como tem jogo tactical bom no gênero. Porque vamos lá, a gente não falou de Tacticals Augury, a gente não falou de Augury Battle, a gente não falou de Triangle Strategy, e tá aí ele mostrando pra gente que são bons jogos que estão na top 5 da lista dele, que é um cara muito inteligente o nosso Adrianão.

Agora Eric, me permita ter um arrependimento nesse episódio, tá? Eu realmente não deveria ter falado de Fallout 2 nele. Eu poderia muito bem ter falado de Fallout Tactics nele, que porra, não é um tactical perfeito, mas pra mim é um bom tactical que marcou também a minha infância. Então tá, vai, talvez eu mudaria hoje o Fallout 2 por um Fallout Tactics da vida. Mas não deixa de ser um jogo tactical, vai. É meio roubado da minha parte dizer que Fallout 2 é tactical, mas vai, tem elementos tactical nele também. Agora é tu.

Seguindo Eric, nosso Guilherme Santos mandou um comentário especificamente pro meu pai no nosso checkpoint de jogos obrigatórios de gêneros port... jogos táticos. Eu recomendo XCOM para crianças. Já começa já se desapegando dos amigos.

é um jogo pra você ficar preso em casa bolando estratégias, tentando sobreviver matando toda sua squad, tentando de novo e de novo e de novo e com isso adeus mundo real, adeus amizades Gui, é isso aí, concordo com você Guilherme é dentro de todos os comentários mais inusitados, você não sabe se ele tá falando sério se ele tá falando brincando, mas sempre tem alguma coisa interessante a se tirar

O próximo, Marquita, o nosso Golarte DD voltou. No mesmo episódio de Táticos ele mandou. Faltou só a série de Sgaea. Ótimo episódio. Indicações realmente muito boas. Tamo junto, Golarte. Obrigado por voltar a comentar conosco aí. Não conheço essa série, Marquita. Nunca nem tinha ouvido falar essa série de Sgaea. Mas bacana que o Golarte voltou a comentar dos nossos episódios. Siga as nossas redes sociais. Se você já segue, manda um oi lá pra gente, Golarte. Então, tamo junto.

É isso aí Eric, eu já ouvi falar do Disgaea, mas de verdade se você pedir para eu explicar alguma coisa dele não vou conseguir. Só vou dizer que sim, se o Goulart DD comentou que é bom, deve ser sim bom, já que ele vem acompanhando com frequência nossos episódios né Eric. Ele entende do Goh e o gosto dele bate bastante com o nosso gosto também. Então fique interessado, vou pesquisar mais a respeito e sim, apareça nas nossas redes sociais.

Na sequencia, e que novamente no nosso episódio de jogos táticos, o nosso Rodrigo Tales, o Anarchy, mandou um comentário. Véspera de feriado, e aqui estou novamente. O gênero tático, joguei poucos jogos, e o meu favorito é o Final Fantasy Tactics, muitas horas no PSP.

Também curti muito é Pokémon Conquest, que é um crossover entre Pokémon e Nabunda, não, Nobunaga Ambition. Por meios ilegais, recentemente, ano passado, joguei Far Amblin Three Houses, e a Nintendo fez uma obra-prima. E por curiosidade, também joguei um jogo de smartphone que saiu recentemente, foi o Full Metal Alchemist, que a Square lançou e saiu um gacha.

Pena, Square. E pelo amor de Deus, usa ponto, Thales, que eu quase perdi o ar. Foi direto. Mas sim, temos bons jogos citados aqui pelo Thales. Temos Final Fantasy Tactics, esse Pokémon Conquest fiquei bastante interessado pra saber qual que é esse crossover de Pokémon e o Nobunaga Ambition. E também o Full... Full Metal Alchemist. E também esse jogo de Full Metal Alchemist, Eric. Vamos procurar mais a respeito dele.

É, o anime é muito bom. E, pô, o Fire Emblem, acho que a gente nem citou no episódio, né? Ele é muito falado também, o Fire Emblem. É, pois é. Mais um jogo que a gente deixou de falar. Um ótimo jogo tático. Boa, meu querido Tales. Seguindo o Marquito no mesmo episódio... Não, desculpa. Seguindo no episódio 248, que foi com a Isadora Basile, o Lucas Muniz Alves mandou... Bom dia, boa tarde e boa noite, minha vida. Um ótimo episódio e estavam saídinhos mesmo. Preciso concordar se não já viu. KKKK.

Com observação, eu só consigo comentar um episódio por semana porque a carcereira limita meu tempo. E eu já vi o que ele mandou. Tem o número 1 no lugar do I, Marquinhos. Um, Maric. Quem sabe esse número 1, Maric. Que estranho, hein? O homem continua em perigo. Eu acho engraçado que a gente estava igual sempre. Fazendo as mesmas piadas. Mas só porque era uma mulher. Não, estava saídinha. Você estava saídinha. Mas tá bom. Aceitamos que estavam saídinhas porque a Isadora é maravilhosa. E é isso.

Um dia desses o Lucas me mandou uma mensagem no WhatsApp Acho que me mandou por engano Que ele tava pedindo uma pizza Eu não sei porque ele pediu uma pizza Por WhatsApp pra mim Acho que ele tava querendo falar uma outra coisa Ele falou que a pizza era baixinha, tinha cabelo preto e era agressivo Mais ou menos isso

Na sequência ele mandou um comentário aproveitou o banho de sol dele para escutar dois episódios do Maragora hoje, dessa vez os jogos obrigatórios táticos. Bom dia, boa tarde e boa noite. Ótimo episódio, mas nunca joguei muitos jogos táticos.

O único que vocês citaram que conheço de nome é o XCOM, mas nunca joguei. Abraços! Sabe o que é interessante, Eric? Ele nunca jogou nenhum jogo da nossa lista de jogos por gênero. Ele não conhece nenhum gênero que a gente falou. Será que ele joga videogame, Eric? Será que deixam ele jogar videogame? Ele só joga LOL, Marquito, constatei. Tá explicado, então.

Olá Marquinhos, seu primor Lucas Cury está de volta No nosso episódio 248 com a Isa Ele mandou Espero que os videogames nunca acabem Lembro de todos, todos Que ganhei ou comprei E foram dias muito legais e especiais na minha vida Queremos uma votação para o Marquinhos Virar presidente no Xbox Abraço e beijos minhas vidas Olha, a votação que eu queria fazer com o Marco no Xbox Infelizmente iria levá-lo Para o ciclo da traição Então, Marquinhos de presidente Já tá bom né Marquinhos

Pô, eu fiquei muito puto, Eric, esses dias que eu vi a Axa Charna mandando o nosso bordão no Instagram, falando We are Xbox. Foi absurdo. Eu falei, caralho, velho, eu que inventei essa merda, por que você tá usando o meu bordão? Até brinquei com ela no Instagram dela, falando que ela tem que pagar direitos autorais pra gente, que é bizarro, Eric, bizarro. Bizarro. Muito do que a gente disse nesse episódio com a Isadora se reverberou, reverberou, como que é? Reverberou.

reverberou pela eternidade e está acontecendo hoje em dia. Loucura, Eric. A gente manja muito de videogame. Eu ia dizer assim, é que nem é nada que a gente inventou a roda também, né? Assim, tava óbvio. Me ajuda, Eric. Não, eu acredito assim, isso é mais uma crítica às revisações antigas, mano. O barulho tava na cara de todo mundo, cara. Mas o Wii R Xbox foi muito bem. É bom demais. Próximo passo, Xbox Rebirth, é isso. Ou Pessoa e Rebirth. Vai, Eric. Vamos lá.

Seguindo o Eric, nosso Arthur Maboni comentou nos nossos jogos obrigatórios táticos o seguinte Confesso que nunca experimentei algum jogo do gênero, mas belas dicas dos nossos carecas favoritos. Se o VLH indica, nós acatamos.

É legal quando a gente fala de um gênero tão nichado como é, e não é que a gente vai conseguir que os ouvintes joguem esses jogos, que eu acho realmente difícil alguém começar um gênero novo. Mas só de chamar a atenção para eles e ter a curiosidade de ver mais, já me deixa muito satisfeito também.

O Arthur é engraçado que ele geralmente, como a gente já citou anteriormente, que ele voltou para o videogame tardiamente e por causa do VLH. Muito jogo ele não jogou, muito gênero ele não tem muita experiência, mas ele é o nosso TCC de conseguirmos convencer as pessoas a gostarem das coisas, de alguns jogos e de algum gênero. Arthur, eu te amo. Saudade de você. Quando é que você vem para o Brasil, manda aí. Não vem não, não vem não, fica por aí.

Seguindo, Francisco Domingos Neto Chicão mandou também no episódio sobre jogos táticos. Não sou fã de jogos táticos. O mais perto de gostar é o Blood... Blood Ball. Mas porque tem a temática de futebol americano. Já mencionei em outro episódio, eu jogo muito o Gears of War Board Game. Se esse for tático, então gosto desse. Vou buscar gameplays de alguns títulos que mencionaram aqui para ilustrar o episódio. Abraços. Blood Ball é um lixo? Já queria dizer por aí.

Mas pô, sim, o Gears of War Board Game é um tático, e já que você tá interessado em buscar alguns titles, vá atrás do Gears of War Tactics, né Marquinhos? Pois é, já tá com a temática em dia, né, que gosta de Gears of War, tem Xbox, nada mais justo que jogar um bom jogo tático, que é sim o Gears Tactics, da mesma forma que sim, Blood Bowl é um ótimo jogo tático, que gosta de cél célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de célula de

E nós temos um episódio antigo, Chicão. Talvez você não tenha chego nele ainda. Que é um save point onde eu defendo com unhas e dentes o nosso querido Blood Bowl. Que é um belo jogo tático. Sim, senhor, senhor, Lerick. Tá bom, tá bom. Um dia eu jogarei o Blood Bowl 3 que está na PS.

um dia um dia seguindo Eric ela aí de novo o recolto falou com a gente no nosso episódio New New Game Plus nosso episódio 198 um New Game Plus de The Last of Us e gravamos juntos com o Coreia para manos firmeza minha segunda franquia favorita muito foda

Penso em rejogar e esse EP me deu mais vontade ainda. É nóis! Abraços pra vocês e pro maluco do Coreia. Pô, a vibe do recolto do Coreia realmente se parece bastante, né? Realmente parece que eles foram feitos um para o outro, Eric. Então eu entendo que o Coreia e o recolto se comunicam muito bem, principalmente nesse episódio sobre The Last of Us, onde a gente realmente foi a fundo, né?

Um episódio que eu gostei bastante de gravar, não só pelo episódio em si, mas como das inserções de áudios que eu... Puta, eu fiquei bem feliz com a profundidade que elas deram pra esse episódio mais ainda do que ele merecia. Muito bom, Reculto. A edição tá muito foda, realmente. Tem marquito. Reculto tem muito bom gosto, né? Quero uma mesa de bar, Reculto e Coreia junto comigo.

Seguindo, o nosso Chicão está de volta no episódio 40, Marquito. Uma sidequest que fizemos no dia 11 de junho sobre dia dos namorados. Não lembro de nada desse episódio. 11 de junho de 2021, velho. Caralho, velho. Cinco anos atrás isso. Meu Deus. Ele mandou. A impressão que tive ao ouvir esse episódio é estar assistindo ao filme. E aí, comeu? Ótimo episódio de conversa de poteco. Dei algumas risadas. Conheci minha esposa no trabalho, mas o detalhe é que na época eu era noivo. Ihhh.

Esse ano, 2026, completamos belos e gratos 20 anos de casados. Muitos altos e baixos nesse longo namoro. Abraços. Parabéns pelos 20 anos, Chicão. E onde se ganha o pão, não se come a carne. Né, Marco? É isso.

Episódio 40 de Dias dos Namorados Eu não lembro nada Do que a gente fez Estou tentando olhar aqui O que a gente comentou a respeito Mas vamos lá, muito do que a gente falou É realmente como a gente conheceu As nossas namoradas na época Então pra mim, sei lá Eu falei da empresa, que eu conheci também minha esposa Na época da empresa, nosso primeiro beijo

Namorando no quarto Acho que eu falei Deu meu lençol de carrinho Provavelmente Eu acho que era Que o seu quarto Era uma cama de solteiro Pode ser também Que era uma cama de solteiro Pequenininha Ficavam os dois juntos Os ciúmes Pegos no Nossa eu comentei isso No podcast Que a gente foi pego no flaga Praticando Minha com eco Caralho Nossa Caí de patins Por que eu comentei isso No episódio Ela cai de patins As nossas viagens E por fim A vida de casado É realmente Um episódio muito pessoal Nossa Voltando

Tem que apagar essa merda. Apaga o volume aqui, me dá gatilho. Seguindo o Erico Recouro, novamente, agora no episódio 249. Sim, jogos táticos obrigatórios pelo PLH. Fala, Manos, firmeza? Não é um dos gêneros que jogo. Vários do que disseram nem conheço, mas tô aqui com o episódio. Maravilhoso, velho. Valeu. A honestidade dele deveria ser vendida na... A honestidade de Recouro deveria ser vendida nas lojas da minha equipe. Muito bem.

Mas dessa vez eu acho que ele só ouviu porque ele ama realmente a gente. Ele só mandou um bom EP. Realmente, ah, tá bom, vai. Eu ouvi aqui por vocês, não por essas merdas de jogo que vocês falaram. É isso. O próximo comentário que eu vou ler aqui vai muito de acordo com o que você falou agora, Maki. Tem o episódio número 202, uma sidequest do Dia das Mães Gamers. Ele mesmo mandou. Fala, Manos, firmeza? Acho que ouvi um pouco do Na Volta a Gente Compra.

Mas o que eu quero falar é sobre a saudade que tenho dela. PQP como faz falta. Aí agora veio o que eu falei, Marquinhos. Ele mandou. Enfim, ótimo episódio, meus amigos. Viu a diferença? Da hora, legal. Pô, bacana que você gostou do episódio. Fizemos você relembrar da sua querida mamãe, que acredito que não esteja mais entre nós. Você falou que faz falta, né? Mas o importante é ficar com as boas lembranças, meu querido Recô. Tamo junto. E esse episódio ele gostou, Marquinhos. Foi ótimo.

Esse foi um episódio legal, né? Que a gente comentou, então, primeiro sobre as mães gamers. Então, tanto as mães que... As melhores mães, como as piores mães. Também algumas frases clássicas que as mães comentam, não só nos videogames, obviamente, mas no nosso dia a dia, né? A gente conseguiu misturar um pouquinho de sidequest, um pouquinho de main mission, e tá aí o Rei Couto mandando esse relato bem bonito, né? Querendo ou não, as nossas mães fazem parte também do nosso universo gamer, né?

Foi lá no começo, que pelo menos pra mim, minha mãe sempre me incentivava a jogar videogame, me ajudava a alugar fitas, me levava pra um lado ou pro outro, me ajudava a comprar todos os videogames que eu tive na minha infância. Então sim, recuto, bonita a sua história e legal que também a sua mãe fez parte do seu desenvolvimento como ser humano e como gamer no geral. Bacana, cara.

E por último, mas nunca menos importante, quem, Eric? Quem, quem, quem? Recouto novamente, agora comentando num dos melhores episódios do nosso podcast, o episódio 206 New Game Plus Death Stranding. Sim, é um dos episódios mais comentados do VLH. Fala, manos, firmeza? Um momento foda pra mim foi a bat... Ah, gente, spoiler de Death Stranding, tá? É isso aí.

Um momento foda pra mim foi a batalha contra o Riggs e a Amelie no coração do EP. Quando ele morre pra mim é uma referência barra homenagem clara a Shadow of Colossus. Muito bom!

E a trilha sonora, como vocês bem falaram, fantástica. As pessoas têm preconceito com esse game, mas ele é muito bom. Kojima é embaçado. Valeu! Cara, o que eu vou te dizer? Sim, Kojima é embaçado. Sim, ele é um ótimo jogo. E sim, ele é pesado. Ele consome você de alguma forma se você quer jogar ele por completo.

Não só ficar indo de um lado A pra um lado B. Você quer ter mais da história, quer ter mais da sidequests, quer ter mais de upgrades, quer ter mais do mundo. Ele chega a ser desgastante de alguma forma. Ele realmente te envolve. E, porra, sei lá, eu não consigo ter vontade de jogar o Death Stranding 2. Por mais que eu queira muito jogar o Death Stranding 2, sabe? Eu sei que eu tô perdendo muito de não jogar ele, mas eu sei que eu preciso parar e falar, tá bom.

Agora a minha vida vai ser Death Stranding 2. É isso. Então sim, vai ter episódio. Comprei em pré-venda no passado e nem baixei. Nem baixei. Pelo mesmo motivo. Entre outros motivos, um deles é o mesmo que o seu. Porque eu sei que eu vou querer me dedicar o tempo inteiro. Mas sobre o comentário do recolto, esse final do game, várias referências. Tem aquela luta com o Higgs no box, que é meio punch-out, também é muito boa.

E a trilha sonora é absurda. E este episódio em si é um episódio que acho que ele é atemporal, mas que daqui a 10 anos a gente vai ouvir e vai falar, caralho, não tinha o que a gente foi melhorar aqui. O Eric e o Marco estavam no auge neste episódio aí. Tamo junto, meu querido recorto. E esses foram os Logando com os ouvintes. Queria incentivar todos os ouvintes aí a comentarem com a gente aqui no Spotify. Deixar o seu recadinho que a gente gosta muito de ler e interagir com vocês e saber o que vocês acharam de cada um dos nossos episódios. Tamo junto.

E aí