Jornal 2 Maio 2026
António Monteirinho
João Prata
Sérgio Costa
- Gouveia Art RockSoft Machine · Tangerine Dream
- Obras na GNR
- Praia fluvial Valírias
- Gala do Bombeiro
A Câmara da Guarda vai financiar as obras de reparação do edifício do comando de GNR. O Executivo aprovou na segunda-feira, por unanimidade, o contrato de cooperação interadministrativo a celebrar com a GNR para realizar trabalhos orçados em 492 mil euros. Sérgio Costa, presidente da Câmara da Guarda, esclarece o porquê deste investimento, uma vez que a autarquia ambiciona criar naquela zona do Bonfim a Praça da Liberdade.
Poder-se-á perguntar, então, mas se há ambição de, no futuro, o quartel da GNR poder mudar de sítio, naturalmente, pelas razões que nós já todos bem sabemos, e acho que é um ponto que é aceito de uma forma transversal na nossa sociedade, mas este investimento é apenas para ser feito no edifício de comando, do comando territorial.
que era o edifício de comando do R12, antigamente também, antes da sua extinção, e que será o edifício que nunca será demolido. Todos os restantes, não se sabe, dependerá depois daquilo que seja no futuro a Praça da Liberdade. Mas o edifício de comando, tão simbólico que é, nunca será demolido. E daí esse investimento que vai ser feito também para a sua requalificação, para a sua operacionalidade atual com a GNR, e no futuro outras funções terá certamente.
As obras no edifício central do Comando Territorial da GNR da Guarda representam o investimento de 492 mil euros que a Câmara da Guarda vai pagar. Será o único edifício do quartel da GNR que não vai ser demolido quando for construída a futura Praça da Liberdade, naquela zona do bairro do Bonfim.
Ainda a propósito da última reunião de Câmara da Guarda, os vereadores João Prata do PSD e António Monteirinho do PS partilharam algumas preocupações relativamente à recuperação das praias fluviais de Valírias e Aldeia Viçosa e ao facto do novo plano diretor municipal, o PDM, ainda não ter sido publicado oito meses depois de ter sido aprovado pela Assembleia Municipal.
No período de antes da ordem do dia, António Monteirinho voltou a perguntar pela publicação do PDM em Diário da República e que esta demora está a ser prejudicial aos cidadãos.
Eu acho que está aqui a causar alguns constrangimentos por parte dos cidadãos, em termos dos investimentos que possam eventualmente vir a fazer, da possibilidade de os fazer em determinadas localizações e, portanto, houve uma resposta por parte da autarquia dizendo que está para breve a sua publicação final do plano de direita municipal, que é importante para a cidade.
Já João Prata, a Lortúquia de época balneária está a chegar e os estragos causados pelas tempestades nas praias fluviais do concílio, sobretudo em Valilhas, continuam por reparar. Para esta nova época está a iniciar, esperávamos e desejamos que obviamente seja feito algum desenvolvimento para que as praias estejam naturalmente utilizáveis em condições de segurança e em condições de comodidade necessárias para que os cidadãos venham e queiram voltar a vir novamente.
A Câmara mencionou-nos já na outra sessão que foi desenvolvido, ou seja, esta questão surge a propósito do Fundo de Emergência Municipal, que foi lançado pelo Governo, quando há tempestades, quando há chuvas, quando há incêndios.
Também desta vez o Governo lançou a proposta de tempestades e questionámos a Câmara Municipal, que nos disse, o Sr. Presidente, que foram feitas as candidaturas, estão a aguardar a resposta, mas quisemos, naturalmente, porque são das nossas freguesias, as juntas de freguesia por si só não têm capacidade financeira para poder ultrapassar este óbice e, portanto, contarão seguramente, seja com a Câmara, seja com o Governo.
e preocupa-nos que esta situação possa estar efetivamente resolvida na altura em que elas vão ser precisas e não tardarão três meses para que isso aconteça. Na reunião da Câmara da Guarda de segunda-feira, António Monteirinho e João Prata chamaram a atenção para o novo PDM não ter sido ainda publicado no Diário da República e para os estragos causados pelas tempestades de fevereiro nas praias fluviais do Conselho.
A Federação de Bombeiros do Distrito de Aguarda organiza amanhã em Manteigas a 14ª Gala do Bombeiro, uma cerimónia que tem por objetivo reconhecer e valorizar o trabalho e a dedicação dos bombeiros do Distrito de Aguarda. O programa começa às 3 da tarde com recepção e boas-vindas no Auditório Municipal de Manteigas.
Às quatro da tarde, realiza-se um desfile motorizado e a sessão solene. A Gala do Bombeiro termina com um jantar convívio, durante o qual serão homenageados voluntários e dirigentes que se destacaram nas associações humanitárias do distrito.
A 19ª edição do Gouveia Art Rock já começou na Cidade de Jardim. Os britânicos Soft Machine, os alemães Tangerine Dream, o duo franco-belga Bipolar Bowes, os noruegueses Mir e o britânico Peter Hamill são os cabeças de cartaz deste ano. Mas já não há bilhetes. Como sempre, todos os concertos estão esgotados há vários meses e desta vez acabaram em 30 minutos, como diz Rui Deofrasia, diretor do único festival português dedicado à música progressiva.
Esperam-se três dias incríveis, com muitos encontros de pessoas que são aficionadas, apaixonadas pelo prog-rock e que desde 2003 têm rumado aqui a Gouveia para estar no festival. Vamos então concluir este ano a 19ª edição. Estamos com um programa de qualidade. A prova disso foi o facto de ter esgotado em 30 minutos o festival. Tem a particularidade de ter também um momento de artistas e músicos portugueses. Sábado.
Abrimos a noite com Arvair Ixen, trompetista que trabalha muito a questão de jazz e de improvisação, reconhecido pela sua capacidade de técnicas vocais, trabalha muito a questão da absorção da tradição folclórica também no jazz. Encerramos o Sábado Cosmier, que é uma banda de rock progressivo, conhecida muito pelo seu tom cinemático.
Chamou a atenção os críticos internacionais relativamente a estas composições ambiciosas e com uma forte performance vocal. Domingo, último dia do festival, temos os lendários Soft Machine, uma icónica banda britânica de jazz rock progressivo, que celebra os seus 60 anos este ano e que nós temos a sorte de ester cá. Vai ser o encontro com uma banda icónica. Vamos ter o trio Freeman, Vincent e Ambrosini, que é um trio que vai tocar na Igreja de São Pedro.
a partir das 18h15 e encerramos o festival com a lendária banda, o Stanger in Dream, uma banda fundada em 1967 em Berlim e que regressou e o seu regresso depois do falecimento do fundador. Regressaram e continuaram a trabalhar e continuam a produzir. Este ano estão a fechar um álbum.
Vai passar por aqui também. Ontem subiram ao palco do Teatro Cine de Gouveia David Myers e os bipolar Bows. Esta noite atuam, entre outros, Peter Amell, que regressa à Gouveia, e os Mear. O Gouveia Art Rock despede-se no domingo com dois pesos pesados da música progressiva Soft Machine e Tangerine Dream.
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E aí