Mais Uma Semana 386 - A curiosidade e o planejamento
Eventos de 27/06/26 - 02/07/26 | Nessa semana: siga uma rotina mais light, trabalhe bastante, participe de oficinas, seja curioso em conversas e quase fique sem gravar o episódio da semana | Assista ao seriado "O Segredo de Widow's Bay" (AppleTV+, 2026-) e espalhe a palavra do Mais Uma Semana | Tem mais uma dica ou feedback pra gente? emaildasemana@gmail.com | Siga-nos no Instagram: @maisumasemana, @mimxoxim e @isboli
- Gamificação de atividades cotidianasAssistindo Breaking Bad · Assistindo MasterChef · Almoço com pastel · Ida ao dentista durante jogo do Brasil · Organização para o próximo semestre letivo · Submissão de artigo para CMEAD · Pausa no projeto do apartamento · Leitura de livros
- Narrativas pessoais e função personalidadeInteresse em escutar histórias · Pró-reitor da UniOeste com doutorado em economia · Pesquisa acadêmica em 1998 · História de vida do sogro da sócia da Tati · Casamento de mais de 40 anos · Comparativo entre passado e presente
- Eventos da semana (25/04 a 01/05)Público perdeu apostas na Kazé TV · LeBron James deixa Lakers · Morte de Hikaru Kurosaki (Jaspion)
- Procrastinação e autocríticaPerigo de deixar para depois · Confiança no 'depois' ser melhor · Pedido de desculpas pelo vacilo
- Widows BayO Segredo de Widow's Bay (Widow's Bay) · Terror com comédia · Tom mais real e personagens como comédia · Sinopse: prefeito impulsiona turismo em ilha amaldiçoada
- Oficina de Escrita e ReflexãoFesta em casa com amigos · Oficina de escrita de poesia · Apresentação sobre o Japão para a família · Festa junina da igreja · Almoço com professora convidada da Espanha · Conversa com o sogro da sócia da Tati
- Copa do Mundo e eleiçõesJogo do Brasil vs Japão · Eliminação de Senegal para Bélgica · Virada de Portugal contra Croácia · Uso do VAR em jogos
- Oportunidade de Negócio LundoseEmail de Jelena Sokolovac · Proposta de colaboração em oportunidade de negócios
Eu sou o Evan Jorginho, @minhajorginho no Instagram, estou aqui com o @esboyle, @esboyle no Instagram. Temos, claro, nosso perfil oficial não verificado que é o @maismasemana. E hoje vamos comentar sobre os eventos do dia 27 de junho de 2026 até o dia 2 de julho de 2026. Nessa semana, por Público perdeu 61% das apostas sugeridas durante as transmissões da Kazé TV na Copa.
LeBron James deixa Lakers após 8 anos e vai mudar de time na NBA.
Hikaru Kurosaki, que interpretou o Jaspion, morre aos 64 anos. E é isso, Boli, mais uma semana?
Mais uma semana, xoxinho, mais uma semana, e que estamos no formato de emergência, que eu não sei o que vai acontecer, e por pouco que o episódio de hoje não sai. Mas só vou dar mais detalhes disso daqui a pouquinho, porque, né, temos os nossos avisos protocolares de início de programa.
É isso aí, cara, tamo aí no nosso programinha formato remoto de emergência, né, porque estou deveras atarefado hoje. Inclusive a gente poderia gravar mais cedo, entretanto uma das minhas funcionárias aí teve probleminha na coluna, não pôde trabalhar, né, então acabou que sobrou para mim. Então fiquei até quase 9 da noite, e aí como ia dar tempo hábil para gravar, eu fiz academia e tô gravando agora pós 22 horas e 30 minutos, para ser exato.
Então é isso, fala aí para mim o que aconteceu de bom, de ruim, ou o que deixou de acontecer na sua semana.
Boa, vamos lá então, cara. Minha semana começa com o clássico aí de fim de semana, que é assistindo Breaking Bad, né? Estamos quase fechando terceira temporada, tá muito bom, né? Como prevê-se, né? Como a gente já sabe que as coisas são no Breaking Bad, tá muito bom. E como eu já falei, né, estamos revisitando uma série de coisas e relembrando de como é que as coisas acontecem é sempre muito bacana. Acho que MasterChef a gente tá em falta de assistir o último episódio porque, né, Copa do Mundo rolando, então tá meio dificinho aí da gente conciliar tudo.
Tomamos o café no sábado, né, como sempre, escolhendo algum lugar por aqui. E no domingo a gente almoçou um pastel que eu tinha feito aqui com as sobras ainda do jantar de Dia dos Namorados, né, que é uma carne lá que era uma carne moída que eu tinha feito. Aí tava no freezer e, né, demos mais uma, digamos assim, uma revitalizada nela nesse outro formato. Aí descongelamos esse restante que tava e agora sim acabou, acabou tudo.
E esse foi nosso almoço do domingo. No restante do tempo aí, a rotina sem aulas, assistindo, né, os jogos da Copa. Assistimos o jogo do Brasil, que eu tive no mesmo horário que ir ao dentista, né, que eu tinha mencionado umas 2, 3 semanas atrás, que eu tinha ido fazer uma limpeza ele fez meio mal feito, tive que voltar. E aí ele deixou remarcado para o dia, tá, o dia do jogo do Brasil, acho que foi na segunda-feira, dia 29, né, de junho.
Aí eu mandei mensagem, né, para secretária perguntando, olha, jogo do Brasil, né, ele não vai remarcar para outro dia, tá mantido? Ela falou, não, tá mantido. Para não ter problema de correr o risco de jogar muito lá mais para frente, eu falei, não, então beleza, tá confirmado. Eu também "Eu vou." E aí, tá, assisti o primeiro tempo do jogo aqui em casa, deu intervalo, aí eu peguei o carro, fui lá no dentista e lá tinha TV no consultório e eu tava meio que tentando ouvir um pouco, mas barulhinho da maquininha do dentista, esse tipo de coisa, já é um tanto impossível ali de conseguir entender o que tá rolando.
Mas, né, em todo caso, na hora— ah, por sinal, na hora que eu tava saindo do consultório, na hora que eu entrei no carro, saiu o segundo gol do Brasil. Então foi assim, durou o segundo tempo praticamente inteiro a limpeza. E aí, bom, vitórias e coisa do tipo, né, alegrias. Para agora a gente, né, torcer pelo próximo jogo que vai ser no domingo, quando podcast tiver saindo aí, né, na parte da tarde tem jogo. Então vamos na torcida aí para frente Brasil, salve a seleção!
Então tá, aí teve isso, né, rotina como eu falei, sem aulas, né, só umas correções de leve. E é isso, né, tentando organizar as coisas para o próximo semestre letivo que começa agora ao fim de julho, e também tentando ajeitar um artigo para submeter ao CMEAD, né, um evento da USP que publiquei já alguns artigos, né, ao longo dos anos lá. E se eu não me engano, o prazo é nessa próxima semana ou na seguinte. Então, sei que estão nas últimas, eu tô dando um talento aqui, ver se consigo submeter uma coisa.
Vamos, né, vamos torcer. E só, né. Aí do apartamento seguimos na pausa, né, esperando o projeto das arquitetas, né. Elas, como eu já falei, eu acho que em outras oportunidades, é até o fim de julho para elas mandarem. Então seguimos aí em pausa. Nas leituras, eu tô lendo, ouvindo, né, o segundo livro do Carl, O Explorador de Masmorras, e estou lendo também o livro do Pedro Calabrese, né, com Clóvis de Barros Filho, Em Busca de Nós Mesmos, né.
Eu ganhei esse livro em 2020, talvez, é, 20 ou 21, não lembro. E aí, né, tô lendo e essas são as leituras do momento, mas não terminei ainda, só registrando que estou nessas obras. E por último, quase que o episódio de hoje não sai porque eu estou gravando isso aqui no sábado E eu volto para falar mais daqui a pouquinho que reflexão eu tô tirando disso. Vai ser um misto de storytelling com uns comentários aqui de reflexão do que a gente tira disso.
Mas não antes de Evandro Chachim dizer para a gente como foi sua semana, por gentileza.
Opa, muito bem, vamos lá, cara. Minha semana foi de certa forma recheada de eventos, né? Na sexta-feira, pós-gravação, eu saí daqui do do quarto direto para uma festinha que tava tendo aqui em casa, né? Dois amigos da Tati estavam aqui. E aí a gente ficou ali conversando, a gente comeu uma shawarma boa demais, ficamos vendo alguns clipes, conversando, enfim, jogando papo fora. Foi bem legal, bem divertido. Sábado, aí eu e a Tati, a gente foi numa oficina, oficina de escrita, mais especificamente de poesia, né?
Foi a primeira oficina de poesia que eu fui fazer, que eu fiz na verdade. E foi legal, cara, foi assim, eu achei de certa forma assim, como eu já fiz várias oficinas literárias, por mais que tenham sido contos, crônicas, etc., né? Eu achei ok assim, não achei nada nossa que espetacular, mas acho que o intuito, a proposta, ainda mais para quem não tem contato assim, foi bem acolhedor nesse sentido, né? Teve alunos, muitos alunos do primeiro ano de letras ali, foi legal, foi Foi maneiro, a gente fez ali alguns poemas.
Eu escrevi coisas até que achei ok assim, achei até que é legal e tal essa escrita, que eu gostei do que eu fiz assim, dos meus trabalhos. E aí a gente saiu, foi, veio para casa, né, para a gente almoçar, porque à tarde tivemos uma apresentação de slides para os familiares da Tati, né, para a família da Tati, o pai, a mãe e a irmã, que a gente fez apresentação do que aconteceu no Japão, né, até Tati fez essa aula aí de 50 e tantos slides.
E aí basicamente a gente apresentou, falou um pouco como é que era lá, a cultura e tal, né. A gente almoçou uma feijoada todos juntos e aí fizemos essa apresentação. Beleza, pessoal, foi embora. Eu, a gente ficou de boa até próximo da noite ali porque teve uma festa junina da igreja do pai da Tati. Então ele frequenta uma diocese, talvez, e tava tendo uma festa junina. Então a gente foi lá para prestigiar e Claro, para comer, né?
A gente comeu pão de Nossa Senhora, que basicamente é um pão de alho recheado com carne, tava muito gostoso. Comemos cachorro-quente, comemos pinhão, comemos enfim um monte de coisa lá, tava bem gostoso, bem maneiro. Aí retornamos para casa, assistimos MasterChef, né, na semana. Começamos inclusive daí já no domingo, que a gente saiu para almoçar na sócia da Tati. A gente tava uma professora convidada lá da Espanha e tal, e a gente ficou trocando ideia e tal, e acabou que Cara, eu fiquei trocando muita ideia, tava gostando muito.
Talvez, acho que até vou fazer essa reflexão, que é que eu fiquei conversando com um senhor que é o sogro da sócia da Tati. Acho que deu para entender. A gente foi trocando umas ideias e tal, mas eu falo isso um pouco mais para frente ali na reflexão. E aí segunda, né, teve o jogão entre Brasil e Japão. E aí várias e várias pessoas assim, várias mesmo, me perguntaram: e aí, vai torcer pro Japão ou vai torcer pro Brasil? E aí, seu coração tem dúvida?
E a minha resposta pra todos foi igual: é pau no cu do Japão, irmão! Sou brasileiro, vai tomar no cu! Aqui é Brasil! Se o Brasil perder, eu torço pro Japão, mas até lá, irmão, aqui é Brasil, porra! Então assim, torci fervorosamente pelo meu país, né, porque sou brasileiro, eu gosto de anime, não quer dizer que eu vou torcer pro Japão contra o Brasil, não! Sai fora, "Tem um sangue latino aqui, pô!" Enfim, aí vibrei muito, assisti no escritório, né, lá no escritório sozinho, porque eu aproveitei o cooling break pra trabalhar, né, porque afinal eu tava no horário de serviço e tal.
Aproveitei o intervalo pra fazer o mesmo e foi bem legal, foi bom assim, vibrei bastante, foi gostoso de assistir, pude assistir com calma ali, sem ninguém ficar me interrompendo e tal, foi legal, gostei bastante. Aí assisti os demais jogos da Copa, vários, inclusive, inclusive também a triste eliminação de Senegal para Bélgica, né? Assistir, acabei de terminar inclusive de ver a virada de Portugal para cima da Croácia, né, com uma super polêmica.
E na verdade assim, não chega a ser uma polêmica, mas talvez até uma mini reflexão ao quanto o VAR deixa— não é que muitas pessoas falam, ah, o VAR deixou muito anticlimático. Na minha opinião, o VAR não deixa anticlimático, ele dobra O clímax, na verdade, porque a Croácia fez um gol no final que tava empatando o jogo e levando para prorrogação. E aí foi aquela explosão, foi o último minuto e todo mundo: uau, alegria! E aí o juiz corre para o monitor e aí fica aquele clima de apreensão.
Vocês já passou por aquele baque assim? E aí você fica: meu Deus, e agora que tá acontecendo? E daí o juiz fala: encostou ali, tem tecnologia, é isso aí, pau no cu de vocês croatas. "Está me impedindo!" E aí de novo é aquele clima que só que daí da versão de Portugal, que fica todo mundo: "Uhul! Argh!" Então assim, é duplamente climático. Climáxico? Climáxico? Talvez seja essa palavra. Enfim, não sei. E essa semana também joguei um voleizinho na quarta-feira.
Eu tava gripado, né? Eu comecei a ficar bem mal aí na segunda, mas já tô melhor, tô tomando os medicamentos e tal, né? No horário certo. E tô melhorando aos poucos. Acho que isso encerra o Salazar da minha semana e eu vou passar a bola para que você, amigo Sbolly, faça sua reflexão.
Fechou, bora lá então. Cara, minha reflexão, como eu já falei, vem do episódio quase não sair. Então eu tô gravando isso aqui no sábado à tarde. A Evandro Shoshin entrou em contato comigo perguntando se a gente conseguia gravar o episódio na quinta à noite. Só que imagino que pelo relato dos áudios de emergência já tenha sido demonstrado por que que não rolou da gente gravar em conjunto, né, mais uma vez. E aí, né, isso ele mandou daí essa chamada, né, pra gente gravar na quinta, não dava certo.
Na sexta de manhã ele falou: "Mandei os áudios" e coisa do tipo. Eu poderia ter gravado essa minha parte na sexta? Poderia. Mas eu pensei: "Ah, né, tô fazendo aqui umas outras coisas, né, mexendo naquele artigo que eu mencionei no meu blog ali do relato da semana, e né, depois eu faço isso, depois eu faço isso, e agora é sábado." Chegou, né, a mãe e irmã da Gabi aqui, e, né, tava atropelado que as coisas. Pensei, pô, assim, né, tem que editar o podcast.
Aí que eu pensei, só editar não, eu ainda tenho que gravar o podcast. E tá meio desconexo, né, porque os eventos era só até na quinta-feira e eu tô relatando uma coisa aqui que aconteceu no sábado. Então olha aí a bagunça. Desculpa aí, editor, desculpa aí, amigos críticos do Mais Uma Semana, que Torcedores, que parece que estamos aqui com a hipocrisia, né? Falamos que era até quinta-feira, mas estamos relatando eventos para além do escopo do episódio.
Então tá uma bagunça, tá assim, foi difícil de eu me conciliar aqui as coisas. E a reflexão que fica é sobre o perigo de deixar para depois, né? É o clássico que a gente sempre tenta se orientar do tem que fazer essa merda, tem que fazer essa merda. Eu acabei deixando para fazer essa merda depois e talvez acabe que o episódio fique uma porcaria, talvez o episódio nem saísse. Mas ainda assim, né, estamos aqui na atividade tentando dar um jeito.
E esse é o perigo de você confiar tanto assim de que o seu depois vai ser melhor, e talvez o depois não seja tão melhor assim. Então fica aí esse meu pedido de desculpa pelo vacilo do meu eu do passado achando que o meu eu do futuro seria melhor, e meu eu do futuro ficou postergando para o eu do futuro ainda mais. Então meio que é isso, né? Vamos deixar agora para Evandro Xuxim trazer a sua reflexão, por favor.
Opa, vamos lá, cara. Minha reflexão então vai ser basicamente sobre esse fato que eu tava conversando com o sogro da sócia da Tati. Nossa, quase agora para pensar, quase um trava língua, mas enfim, cara. Ele começou a contar assim, nesse tipo de evento social eu não sou muito bom assim, eu fico meio com vergonha, fico meio tímido assim, não gosto de falar muito e tal, não gosto muito de aparecer porque eu gosto de escutar as pessoas primeiro.
E muitas das vezes que eu mais me interesso nessas as conversas, quando as pessoas começam a contar histórias de si mesmas, né? Então esse sogro da sócia da Tati começou a falar sobre a vida, como é que ele é o pró-reitor, né, da UniOeste. Então ele tava, e aí, né, ele tem doutorado em economia e tudo mais, né, pós-doc e tudo. Eu fiquei, cara, mas e aí, como é que era? Ele falou, ah, daí eu me formei, acho que ele falou 98, né, alguma coisa assim, me formei em 98, E aí, não, acho que ele terminou o mestrado em 98, alguma coisa assim.
E eu falei, cara, mas como é que era pesquisar em 98 assim e tal, né? Ele falou, ah, daí tinha que mandar um pedido para biblioteca, biblioteca entrar em contato com a outra biblioteca para mandar. E, cara, e aí era muito louco, né? Porque ele nasceu em Minas Gerais e aí ele fez o mestrado lá em Fortaleza. E aí ele é atualmente, né, professor ali, pró-reitor aqui da UniOeste de Cascavel, né? Ou seja, Ele foi pros extremos aí do país.
Então ele começou a contar a história, eu comecei a ficar muito interessado assim. E aí eu fui perguntando: "Não, pera aí, me explica direito, como é que aconteceu isso e tal?" Sabe, foi muito legal e acho que eu percebo o quanto isso é uma característica minha de quando a pessoa começa a contar uma história sobre ela, eu começo a focar muito assim, eu quero muito saber das histórias, do que essa pessoa viveu e tal, pra... não sei exatamente por quê.
Mas, né, eu gosto de escutar isso, sabe? Tanto que eu até falei pra Tati que eu fiquei meio triste porque em determinado ponto ele tava falando da história dele, a gente começou a falar sobre outras coisas, sobre uma questão política, enfim, sobre a sociedade, etc. E meio que essa nuance do pessoal dele meio que parou, porque daí entrou essa outra professora convidada e a gente começou a falar comparativos e tal entre as faculdades.
Enfim. E aí morreu, daí eu fiquei até falando pra Thaís depois, falei: "Puts, e agora?" Eu não sei como é que ele veio exatamente aqui para Cascavel assim, eu sei que ele, um amigo falou e daí ele não me contou, porque daí eu, né, ele tá casado com a mesma esposa há mais de 40 anos, né. Eu até falei: "Caraca, é mais tempo do que eu tenho de vida assim, você tá casado com ela." E ela tava junto ali também, também é doutora, etc.
E aí eu tipo: "Ué, mas você tava aqui, ela tava lá, como é?" Assim, só para entender essas relações mesmo, sabe. E aí foi muito legal, muito divertido. Então a minha reflexão é: escutem as histórias das pessoas, elas são no mínimo interessantes. E é muito, muito interessante, talvez muito legal, pelo menos aí é uma característica que eu julgo, né, é saber um pouco dessas experiências, do que cada um aprendeu, como é que viveu, e principalmente a gente, né, ver esse comparativo até do tempo, né, de como era no passado, como é no presente, enfim, né, como a gente imagina um futuro. É muito legal. Muito legal mesmo.
Cara, eu também não vou fazer complemento, né, porque estamos no formato de emergência e nesse formato a gente nunca sabe o que o outro tá falando. Então, como você não trouxe complementos à minha reflexão, também faria a gentileza de não trazer complementos à sua.
Tudo que eu tenho para dizer é: bora pra sessão mais?
Vamos agora então só pra sessão mais. E aí, Pamunha tá aqui na gritaria.
Bora pra sessão mais. Bora pra sessão mais. Então hoje teremos que ir de mais uma indicação ou mais um feedback. E já vou me adiantar aqui, caso você que não tenha feedbacks aí para ler, cara, amigos de boli, eu tenho uma indicação que é uma série, se chama, no nome em português é O Segredo de Widows Bay, né, ou somente Widows Bay no seu nome, no seu título original, em que é uma série que tá disponível para você assistir ali naquela plataforma que tem uma maçã, né.
Ela é uma série recente, ela é curta, tem ali seus 10 ou 8 episódios, e cara, é uma série de terror que mistura comédia assim. É meio que assim, é como se fosse um filme de terror em que os personagens eles são personagens de comédia, sabe? Talvez eu acho que até assim, sendo sincero, para mim parece que traz um tom até mais real, sabe? Porque acontece umas coisas muito, tipo, muito do real. Não é tanto tipo muito filme assim, tipo, ah, porque você fica, ah, porque eles estão se separando e tal, ai que idiota, não sei o quê, eu nunca faria isso.
E aí lá tem, tem, eu não sei, né, essa é a vibe que eu tenho, que é tipo, cara, eles pegam esse real assim, parece que são personagens reais, porque eles fazem piada e tal. Daí tipo acontece uma coisa meio estranha, você fica assim, ah, nada a ver isso, pá, tipo, ah, que idiota. Daí, ah sim, vai acontecer tal coisa, sabe, enfim. Eu vou ler a sinopse aqui disponível pelo Google, que é: um prefeito de uma cidade na região da Nova Inglaterra, Estados Unidos, tenta impulsionar o turismo em sua ilha, mas precisa lidar com eventos estranhos que sugerem que o local pode estar amaldiçoado.
Então a gente vai acompanhar a história do prefeito Tom Loftus, que basicamente é isso aí. Ele tá tentando fazer com que a ilha em que ele mora, né, que tem vários indícios de ser amaldiçoada, de ter várias maldições, de que ela é um lugar turístico e que as pessoas deveriam passar as férias lá. Então assim, já dá para ver o contraste disso tudo, né, de humor e de terror. Então vou recomendar aí, assistam Widow's Bay ou O Segredo de Widow's Bay.
É uma série muito legal assim, eu tô devorando ela, né. A Tati desistiu, a gente começou a assistir junto, só que ela falou que ela tava com muito medo porque realmente tem uma cena assim, são mais filmes de terror. Mas eu acho que a história é muito boa e que compensa quem tem medo talvez superar, assistir de mão dada com alguém, ou inclusive, sei lá, assistir de luz acesa, sabe. Então é isso, fica a recomendação, Windows Bay.
Tá, eu olhando aqui nosso email, a gente tem, temos spam, olha aí, temos, temos 2 spams. Temos aqui um email que foi enviado por Jelena Sokolováky pedindo por favor que retorne para ela, né, uma resposta à sua mensagem. E aí O email é só assim: Olá, estou entrando em contato para propor uma colaboração em uma importante oportunidade de negócios e gostaria de compartilhar essa oportunidade com você. Se você estiver disposto a uma breve conversa, terei prazer em conversar mais detalhes e verificar se há interesse mútuo em viabilizar isso.
Cumprimentos, Yelena Sokolovac. E esse foi o feedback, Evandro Chuchin. Imagino que você não tenha complementos, então a gente pode ir para os nossos recadinhos. Vamos lá.
Então, se você quiser mandar um feedback pra gente, você pode mandar um email no emaildasemana@gmail.com, repetindo, emaildasemana@gmail.com. Caso queira mandar aquela mensagem, pô, que mais, pessoal? Você pode mandar nos nossos Instagrams. Tem o meu, que é @minchoxin, é o meu mesmo, ou você tem o dele, que é @bisbolli. Se você não sabe pra qual nós mandar, você pode colocar na roleta dos podcasts e mandar nosso perfil, ou se ela não é verificado, que é o @maisumassemana.
Ou ainda tá ouvindo aí, tá tranquilo, ouvindo pelo Spotify, você pode mandar um comentário direto pela aba de comentários. Você escreve uma mensagem ali, pode ser nesse episódio, em qualquer outro que você esteja ouvindo, que a gente vai receber a notificação e vai dar um jeito de ler aqui no nosso programinha.
Isso aí, a gente também sempre pede para as pessoas seguirem nosso perfil no Instagram, porque assim a gente tem acesso aos analytics, né, os insights que o tio Marcos Zuckerberg conta pra gente de quem são as pessoas por trás dos números. Se são mais homens, são mais mulheres, a faixa etária, região do país ou do mundo que a pessoa tá ouvindo a gente. Isso é legal, a gente acaba conhecendo um pouco mais nossa audiência e conhece um pouco mais da gente a cada semana.
E também pedimos, amigo ouvinte, se estiver gostando tanto assim do nosso programa, cogita daquela famosa piramidada. Espalhe a palavra do Mais Uma Semana. Escolhe um episódio que você gostou, pode ser esse episódio aqui, pode ser outro episódio, pode ser um combinado de episódios. Você pega e manda pra alguma outra pessoa, alguém que não conhece podcast em geral ou alguém que não conhece a proposta do nosso podcast em específico.
Talvez a pessoa acabe gostando do que a gente fala por aqui e talvez ainda mais, ela goste tanto que ela manda uma mensagem pra cá. E uma vez que ela manda uma mensagem pra cá, ela acaba pontuando o ranking 2026. Mais Uma Semana de Feedbacks, que tem atualização hoje porque teve feedback. Nós temos então com 2 feedbacks a Ilya e Pança, e agora com 3 feedbacks, isolado na liderança, nós temos a entidade Príncipe Nigeriano. E é isso então, antes eu tenho agora nosso grande e maravilhoso tchau tchau, é isso?
É isso aí, tchau tchau!
Então falou, tchau tchau!
Adeus!