Durante muito tempo, o mundo corporativo construiu uma associação quase automática entre ocupação e performance. Quanto mais ocupada uma pessoa parecia estar, maior era a percepção de que ela estava performando bem. Agendas cheias, excesso de reuniões, respostas rápidas, longas jornadas de trabalho e uma rotina permanentemente acelerada passaram a ser interpretadas como sinais de produtividade.