Praça Pública - 5 de Maio de 2026
António Deus
Braima Dharami
Guilherme Correia da Silva
Alexandra Dubrind
Basílio Moate
Carla Louveira
Castigo Nhamane
Cláudia Marques
Cyril Ramaphosa
Daniel Chapo
Danilson Gomes
Donald Trump
Joelson Jallot
Jorge Bengui
Luís Mazuze
Maria dos Anjos
- Crise de Combustíveis BrasilParalisação do transporte público · Falta de abastecimento em Maputo · Escassez de divisas dificultando importações · Proposta de subsídios ao transporte público · Reunião da FEMAPTRO com secretário do Estado dos Transportes · Acumulação de prejuízos por transportadores · Desvio de gasóleo para África do Sul
- Integração cultural alemãAlemanha como destino de oportunidades · Desafios do dia-a-dia · Dificuldade com a língua alemã · Condições de integração oferecidas pelo Estado · Ascensão do partido de extrema-direita AfD · Preocupação com leis restritivas à imigração · Necessidade de união e voz ativa das associações de migrantes · Joelson Jallot
- Segurança e cooperação Moçambique-África do SulImportância da segurança dos cidadãos moçambicanos na África do Sul · Nova onda de violência xenófoba · Cooperação econômica e comercial bilateral · Resposta conjunta aos desafios da migração e segurança · Daniel Chapo · Cyril Ramaphosa
- Extrema Direita BolsonaristaCrescimento do partido AfD nas sondagens · Chanceler alemão Friedrich Merz impopular · Preocupação de cidadãos estrangeiros com a ascensão do AfD · Slogan 'ir aos estrangeiros fora' · Risco de perda de apoio a organizações de migrantes · Luís Mazuze
- Migracao EuropaQueda de 70% na migração ilegal · Impedimento de entrada de migrantes e requerentes de asilo · Endurecimento dos controlos nas fronteiras · Rejeição sumária de pedidos de asilo · Contestação judicial das medidas · Alexandra Dubrind
- Missão empresarial belga em AngolaManutenção das operações apesar dos danos das chuvas · Ativação de plano B para escoamento de carga · Transbordo de carga devido a interrupção pontual · Fórum Empresarial do Corredor do Lubito · Jorge Bengui
- Economia da Guiné-Bissau e FMINovo acordo com o Fundo Monetário Internacional · Crescimento impulsionado pelas exportações de caju · Previsão de ano difícil em 2026 · Aumento dos preços dos combustíveis devido ao conflito no Médio Oriente
- Papa Francisco e Donald TrumpAcusação de colocar católicos em perigo · Crítica à aceitação da possibilidade do Irão ter armas nucleares · Críticas públicas do Papa à guerra EUA-Israel contra Teerão · Condenação dos 'propotentes do mundo' pelo Papa · Donald Trump
- Liga dos CampeõesArsenal vs Atlético de Madrid (meias-finais) · Bayern de Munique vs Paris Saint-Germain (meias-finais)
Quando nós estamos a cruzar com um caminhão que sai do porto, nós todos começamos a perseguir o caminhão. Não sabemos sequer onde é que vai abastecer, mas porque em tantas bombas tem bichas e sem combustível.
Este é o drama dos condutores para conseguirem abastecer as viaturas em Moçambique. A crise está a ganhar contornos alarmantes nas últimas 24 horas. Eu sou Braima Dharami e este é o Praça Pública desta terça-feira com edição de Guilherme Correia da Silva.
O governo de Moçambique está a estudar a criação de subsídios ao transporte público de passageiros numa tentativa de atenuar os efeitos da crise de combustíveis junto das populações. O anúncio foi feito hoje pelo ministro da Economia, Basílio Moate.
Em resposta a perguntas dos deputados no Parlamento, o governo moçambicano admite que a escassez de divisas está a dificultar as importações destes produtos a curto prazo. Possíveis subsídios ao transporte público de passageiros são bastante bem vistos pelos cidadãos ouvidos hoje pela DW. Eles esperam que os subsídios possam contribuir para a estabilização dos preços nos mercados.
Vai ajudar muito porque muitas pessoas também estão paradas, não estão a viajar porque não há combustível. Há muita escassez de combustível e há muitos transportes que estão a parar, não estão a andar. A proposta do governo é bem-vinda mesmo.
Se o governo ajuda os transportes públicos a ter combustível, vai afetar positivamente a população e a população vai se beneficiar porque vai evitar grandes custos. É de levar essa ideia para termos ainda produto com um preço acessível, como de sempre.
Entretanto, a crise de combustível em Moçambique está a paralisar o transporte público. Na zona metropolitana de Maputo, muitos veículos ficaram hoje imobilizados por falta de abastecimento de combustível e a situação agravou-se nas últimas 24 horas. Amanhã, a Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários reúne-se com o secretário do Estado dos Transportes.
Neste Praça Pública parto a conversa com o castigo Nhamane, presidente da FEMAPTRO em Moçambique. Ele diz que os operadores acumulam prejuízos elevados com a crise do combustível. Dizer que neste momento os transportadores estão a acumular prejuízos elevados porque os operadores não têm combustível, não conseguem trabalhar o dia todo, às vezes trabalho algumas horas, às vezes...
não trabalham. Ontem e hoje, a falta de combustível é extremamente elevada.
Há muitos carros que não saíram à estrada por falta de combustível. A situação agravou-se nas últimas 24 horas? Nas últimas 24 horas a falta de combustível piorou e isso é um prejuízo grande. Isso deve ser a quê? Por quê? Não sabemos, não temos resposta para justificar essa falta. Porque, por um lado, quando aparecem figuras do nosso governo para falar para o público, para o povo moçambicano, dizem que não há problema de estoque.
dizem que há soco suficiente. Entretanto, nas bombas não há combustível. O que nós estamos a verificar é total falta de combustível e falta de explicação exaustiva do que é que está a acontecer exatamente no nosso país. E qual é a sua reação face a esta iniciativa do governo que admite subsidiar transporte público face à crise de combustíveis em Moçambique?
Não podemos nos pronunciar neste momento, primeiro porque nós dissemos nas reuniões que temos tido com o governo que o dia que subir o combustível nós vamos agravar a tarifa. Entretanto, o governo fala em subsídio, para nós nos pronunciar, tem que ser esclarecido. Quais são os valores a ser subsidiado?
Porque os custos operacionais não incidem apenas no combustível. É verdade que o combustível é o essencial, mas ao subir o combustível vai subir o preço do pneu, o preço das baterias, o preço dos filtros, óleos lubrificantes e todos os consumidores e o transporte vão subir. Então, o governo ainda não nos deu explicação clara sobre...
como é que será feito esse subsídio e quais são os valores. Ou seja, esta decisão é meramente política, é meramente política esta decisão do governo, esta intenção ainda... Exatamente, é meramente política. Então esperamos na reunião que vamos ter amanhã, com o secretário do Estado dos Transportes, que nos diga alguma coisa. Mas até este momento o que eu posso dizer é que há uma crise total...
de combustível e isso aumenta a falta de transporte na zona metropolitana de Maputo. Mas os preços de pneus, os preços dos mecânicos também, já subiram? Subiu muito nos últimos dias ou não? Subiu sim, mas espero que vai subir muito mais quando houver a subida de preços de combustível. Porque tudo depende do transporte.
Ok, mas qual é a situação real no terreno? Como é que é dia a dia de um motorista dos transportes neste momento?
No dia a dia, uma bicha que não sabe a que horas o combustível vai chegar nas bombas, chega a pegar nas bombas sem sequer chegar. Há uma situação muito difícil, é que quando nós estamos a cruzar com um caminhão, se sai do porto, nós todos começamos a perseguir o caminhão. Não sabemos sequer onde é que vai aparecer, mas porque em tantas bombas tem bichas que sem combustível.
É uma luta sem fim para conseguir combustível em Moçambique. Muito obrigado, Castigo Nhamani, presidente da Federação Moçambicana das Associações de Transporte Rodoviário. E este é o tema da pergunta do Praça Pública de hoje, crise de combustível em Maputo. Quem é, afinal, o verdadeiro culpado? O governo, as petrolíferas ou os especuladores?
Vamos agora até a redação, onde está a nossa colega Cláudia Marques. Atenta às reações dos internautas nas redes sociais. Viva Cláudia, muito boa noite. Agora é contigo, hein?
Olá, boa noite Braima e a todos os ouvintes. São muitas as reações a este tema. Para Tórzio Rema, a crise de combustível deve-se ao desvio de gasóleo para a África do Sul e, como consequência, nós moçambicanos ficamos 24 horas nas bombas. Já Ivan Reis diz que o combustível não desaparece sozinho e alguém lucra quando o sistema falha.
Para o internauta João Ricardo, a culpa é do governo, enquanto Elvis Armando complementa e diz que se o governo funcionasse, não haveria sequer estes problemas. São alguns dos comentários que estamos a receber à pergunta da Praça Pública, mas o debate continua nas redes sociais da DW África. Imagino que sim, Cláudia. Muito obrigado. Continuação de uma boa noite.
O presidente moçambicano Daniel Chapo frisou hoje a importância da segurança dos cidadãos moçambicanos durante uma visita à África do Sul, numa altura em que o país assiste a uma nova onda de violência xenófoba. Daniel Chapo disse hoje em declarações aos jornalistas que a segurança dos moçambicanos a viver na África do Sul é essencial.
Estamos aqui para falar sobre a nossa cooperação econômica, a nossa cooperação comercial, e estamos aqui para falar sobre a nossa relação bilateral em que a segurança e a paz são muito importantes. Em qualquer país do mundo não é possível ter desenvolvimento sem segurança nem paz. É por isso que estamos aqui para falar sobre a nossa segurança, a nossa paz e a segurança e paz do nosso povo.
O presidente sul-africano, Silir Ramaphosa, que recebeu hoje o homólogo moçambicano em Pretória, garantiu que os sul-africanos não são, por natureza, contra estrangeiros e defendeu uma resposta conjunta aos desafios da migração e da segurança.
Os sul-africanos não são, por natureza, contra pessoas de outras nações. Somos um só povo, sempre fomos um só povo. E, claro, temos também de prestar atenção à segurança das pessoas de outros países que estão na África do Sul.
mas também às preocupações que estão a ser levantadas pelos sul-africanos. O presidente Chapo e eu próprio discutimos este assunto e concordamos que deveríamos trabalhar em conjunto.
A ministra das Finanças de Moçambique, Carla Louveira, afirmou hoje no Parlamento que o pagamento antecipado de cerca de 630 milhões de euros ao Fundo Monetário Internacional reforça a credibilidade financeira de Moçambique e sinaliza uma gestão prudente da dívida pública. A liquidação feita em março com recurso às reservas internacionais visa melhorar a percepção...
do risco soberano e aumentar a autonomia na condução da política económica. O atual programa do FMI com Moçambique encontra-se suspenso desde 2023, estando em curso negociações para o novo acordo.
O Fundo Monetário Internacional e a Guiné-Bissau chegaram a acordo para o novo desembolso de cerca de 1,6 milhões de dólares ao país. A verba corresponde à 11ª revisão de um programa de crédito em vigor desde 2023, elevando para mais de 52 milhões de dólares o total já transferido.
A economia guineense cresceu 5,8% em 2025, impulsionada pelas exportações de caju, mas o FMI avisa que 2026 será mais difícil com os preços dos combustíveis a subir por causa do conflito no Médio Oriente.
O governo angolano garantiu hoje que o corredor do Lubito não parou, apesar dos danos causados pelas chuvas em Benguela. Segundo Jorge Bengui, secretário de Estado dos Transportes, foi ativado um plano B para manter o escoamento de carga.
as operações de transporte de carga ao longo do corredor de Lubito, elas continuam. Simplesmente fomos obrigados a ativar um plano B, sendo que toda a carga que era transportada de forma direta, do Luau até o copo de Lubito, o que está a suceder com esta interrupção pontual.
por consequência da ladrificação da ponte sobre o Rio-Alo, quando os comboios chegam ao Uambo, há um transbordo que é feito e a carga chega depois ao Porto de Lhebito por via rodoviária. Portanto, esta é uma alternativa provisória que foi adaptada.
O secretário do Estado dos Transportes falava hoje à imprensa no âmbito do Fórum Empresarial do Corredor do Lubito, Angola, União Europeia, 2026, que decorre em Luanda. O presidente norte-americano Donald Trump acusa o Papa de colocar católicos em perigo.
Trump voltou a atacar o líder da Igreja Católica, desta vez por considerar que o Papa aceita a possibilidade do Irão ter armas nucleares. Uma leitura que o Papa não confirmou, mas que surgiu das suas críticas públicas à guerra lançada pelos Estados Unidos da América e Israel contra Teherão em fevereiro. Recentemente, durante uma visita à Argélia, o Papa voltou a condenar os...
propotentes do mundo que decidem as guerras sem mencionar nome de ninguém. O ministro do interior alemão garante que a migração ilegal caiu 70% em relação a 2023. Alexandra Dubrind anunciou hoje que o governo impediu a entrada...
de 34 mil migrantes e requerentes de asilo no último ano, resultado do endurecimento dos controlos nas fronteiras que permitem agora rejeição sumárias, incluindo de quem pede asilo. Uma medida ainda contestada nos tribunais. O ministro diz que o caos acabou. Os críticos dizem que os direitos fundamentais estão em risco. DW. A Nossa Voz.
Como é viver aqui na Alemanha? Para muitos, e apesar da estagnação da economia nos últimos tempos, a Alemanha continua a ser vista como um destino de oportunidades para muitos migrantes. Mas por detrás dessa promessa, há também desafios que marcam o dia-a-dia de quem tenta começar uma nova vida. O Danilson Gomes falou com dois imigrantes de gerações diferentes sobre como é viver e trabalhar aqui na Alemanha.
Joelson Jallot, de nacionalidade guinense, mora na Alemanha há 15 anos. Atualmente trabalha por conta própria, tendo recentemente fundado uma consultoria dedicada à assistência a migrantes na cidade de Hamburgo. Eu tive a ideia já há muito tempo de abrir uma consultoria aqui em Hamburgo e consegui abrir. E eu tenho estado a ajudar muitos migrantes, as pessoas recém-chegadas que têm dificuldade em falar o alemão.
A língua é, de facto, uma dor de cabeça para muita gente que chega à Alemanha à procura de novas oportunidades. Mas Djalou diz que o país oferece condições reais de integração. O Estado ajuda as pessoas a integrarem, ajuda as pessoas que quiserem aprender a língua também. Então, eu acho que a Alemanha é um país de oportunidade para os migrantes que querem mesmo integrar.
Contudo, a integração nem sempre é imediata. A necessidade de aprender a língua, apontada como uma das maiores barreiras, soma-se o clima muito diferente do dos países de origem, invernos longos e frios que contrastam com as temperaturas mais elevadas dos países africanos de língua portuguesa.
Mas não é só esse clima que preocupa. O ambiente político também gera inquietação entre muitos migrantes. O partido de extrema-direita alternativa para a Alemanha, AFD, tem vindo a ganhar força, defendendo posições mais restritivas em relação à imigração e criticando o multiculturalismo. Para Maria dos Anjos, cidadã cabo-verdiana, que vive há 30 anos na Alemanha, trata-se de uma tendência preocupante.
Eu acho que todos nós imigrantes sentimos-nos ameaçados, porque com o crescimento do partido é lógico que esse partido ganha mais força no Parlamento, e tendo força no Parlamento tem mais hipótese de alterar as leis, e é claro que se defendem, se criam leis e defendem o fecho das fronteiras e menos oportunidades para os imigrantes, é claro que sentimos-nos todos inseridos nesse barco e ameaçados.
Mesmo assim, surgem oportunidades na Alemanha difíceis de encontrar noutros sítios. Mas não só os migrantes podem também ajudar o país, que precisa urgentemente de mão de obra qualificada em setores como a saúde, tecnologia ou engenharia. Danielson Gomes, DW África.
É, como ouvimos, a extrema-direita está a crescer na Alemanha. Em várias sondagens recentes, o partido do AFD surge, inclusive, em primeiro lugar, nas intenções de voto, com 27 a 28% das preferências dos eleitores inquiridos. Isto numa altura em que o chanceler alemão, Friedrich Merz, está há um ano no governo e se torna cada vez menos popular.
Luís Mazuze, membro da Afropa, uma organização que apoia migrantes e refugiados em Dresden, no leste da Alemanha, diz que muitos cidadãos estrangeiros a viver no país estão preocupados com esta ascensão da AfD.
O maior slogan que eles usam é de ir aos estrangeiros fora. Isso quer dizer que todos nós temos que ficar preocupados porque quando eles ganharem, sem dúvida, tão rápido ou pouco a pouco, teremos que deixar o país. A Europa tem sido uma instituição essencial no apoio a migrantes e refugiados desde 2003.
Considerando, sobretudo, que a organização recebe apoio do Estado e de instituições locais, há um risco real de perda deste apoio ou até mesmo dificuldades políticas nos próximos anos? Não só no futuro, agora mesmo. Sentimos esse risco. Mais aumento de...
devotos ao AFD e ele nos ameaça e faz, ameaça os governantes. Sim, porque houve grandes cortes, precisamente para apoio ao trabalho das mulheres, apoio para exercer muitos trabalhos culturais, apoio para os trabalhos desportivos que nós também criamos, também faz parte da Europa.
Quais as recomendações daria aos imigrantes na Alemanha, tendo em conta a ascensão deste partido de extrema-direita? As recomendações são únicas que nós temos e que nós sempre dissemos. Nós temos que nos unir em associações. Nós temos que ter uma voz ativa.
Foi Luís Mazuze, membro da organização Afropa, em entrevista a Danilson Gomes. É uma entrevista que podes ver na íntegra na página da DW, em www.com.br português e nas redes sociais. Agora vamos falar da Liga dos Campeões. Hoje, noite europeia da Liga dos Campeões, em Londres. Arsenal recebe a Atlético de Madrid. O jogo da primeira mão foi 1 a 1.
É o primeiro jogo das meias-finais, ou seja, hoje vamos conhecer a primeira finalista desta edição da Liga dos Campeões em Londres. O jogo que se aguarda com muita expectativa. Mas atenção que amanhã há um grande duelo, outra vez, entre Bayern de Munique e Paris Saint-Germain. Será na Alianza Reina. Jogo da primeira mão, como se sabe, ficou 5 a 4.
e as expectativas estão voltadas para sul da Alemanha, onde o campeão alemão, já campeão desta temporada, o Bayern de Múnich, recebe Paris Saint-Germain, que já tem o título no bolso da Ligue 1 em França.
Notícias ficam por aqui, também já sabem, podem acompanhar os resultados destes jogos no nosso Facebook e também TikTok com o vídeo António Deus terá logo mais para atualizar as informações. Até lá, boa noite, um abraço forte.