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Praça Pública - 4 de Maio de 2026

04 de maio de 202620min
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Onda de ataques xenófobos na África do Sul gera preocupação em Moçambique. Presidente Daniel Chapo a caminho de Pretória à procura de soluções para uma "convivência pacífica".
Assuntos7
  • Xenofobia na África do SulPreocupação em Moçambique · Repatriamento de cidadãos nigerianos · Protestos na fronteira de Ressano Garcia · Retorno de comerciantes moçambicanos · Visita de Daniel Chapo a Pretória · Declarações de Maria Mansu · Críticas da sociedade civil moçambicana · Ambiente em Pretória e Joanesburgo · Crescimento de grupos anti-imigração · Aproveitamento político da xenofobia · Histórico de xenofobia na África do Sul · Operação do Lula · Moçambicanos na África do Sul · Contribuição moçambicana na luta contra o apartheid
  • Retirada de soldados dos EUA da AlemanhaDecepção dos EUA com resposta europeia à guerra no Irã · Críticas de Friedrich Merz à estratégia americana · Anúncio de Donald Trump sobre retirada de tropas · Mal-estar entre aliados da NATO · Reforço do pilar europeu na NATO
  • Geopolítica do Estreito de HormuzGuarda Revolucionária do Irão nega trânsito de navios mercantes · Disparos de advertência da Marinha Iraniana
  • Atropelamento em Leipzig, AlemanhaCondutor detido · Perigo para a população afastado
  • Violência em MoçambiquePedido de comissão parlamentar de inquérito pela Renamo · Medidas coercivas para travar linchamentos · Declarações do ministro do interior moçambicano
  • Vice-PresidenciaPedido de afastamento de Fernando John · Divergências internas no partido · Indicação de Carlos Tembe
  • Processo de desminagem em AngolaMortes de crianças em Menongue · Dúvidas sobre a seriedade do processo · Abrandamento do processo · Falta de financiamento para educação sobre risco de minas · Desminagem paliativa · Questão de género e desminagem · Transferência da Brigada de Desminagem · Ausência de rigor, honestidade e fiscalização · Meta de Angola livre de minas até 2027 · Necessidade de mais investimento financeiro, técnico e humano · Obstáculos no terreno e apoio logístico · Declarações políticas vs. realidade no terreno
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O sul africano já não é pressivo, os moçambicanos, os nagerianos, os angoranos, os zimbabweanos, e por isso que nós estamos voltando para casa. Estamos a sofrer na África do Sul.

onda de ataques xenófobos na África do Sul gera preocupação em Moçambique. Daniel Chapo a caminho de Pretória à procura de soluções para uma convivência pacífica. Boa noite, eu sou a Cláudia Marques. Bem-vindo ao Praça Pública desta segunda-feira.

A Nigéria anunciou o repatriamento voluntário de 130 cidadãos na África do Sul por causa da nova onda de ataques xenófobos em solo sul-africano contra migrantes africanos. A informação foi divulgada hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Nigéria.

Mas também em Moçambique aumenta a preocupação depois de já se terem inclusive registado mortes na África do Sul. Para esta manhã estavam previstos protestos na fronteira de Ressano Garcia, em repúdio à onda de ataques no país. Toda a zona foi cercada por um forte contingente policial e o tráfego automóvel abrandou na fronteira. A DW, um comerciante moçambicano.

contou que, depois de 26 anos na África do Sul a vender tomates, o medo da onda xenófoba o fez agora regressar a Moçambique.

Enfim, assim estou saindo na África do Sul. Por um boado que está acontecendo na África do Sul, que o sul africano já não é preciso, os moçambicanos, os nagerianos, os angoranos, os zimbabuianos, e por isso que nós estamos voltados para casa. Estamos a sofrer na África do Sul. Nem para ir conseguir vender a cola e o tomate, já não consigo. Eu, na África do Sul, agora não deixo nada. Tudo que eu tenho, estou no carro, que eu estou para ir em casa. Depois, quando ver que já é pouco normal, pode... Tenho lá!

Não sei. Entretanto, o presidente de Moçambique viaja para a África do Sul amanhã, terça-feira, para abordar junto do homólogo Cyril Ramaposa soluções face à violência no país vizinho. O anúncio foi feito pela secretária do Estado dos Negócios Estrangeiros moçambicana. Maria Mansu frisou que não há registro de mortos nem feridos.

entre os moçambicanos residentes na África do Sul em resultado destes ataques. Segundo o Manso, o governo está a criar condições junto à fronteira de Ressano Garcia para acolher os compatriotas que, por razões de segurança, decidam regressar ao país. No espírito de boa vizinhança, amizade e hermandade histórica existentes.

Entre os povos moçambicano e sul-africano, apelamos ao governo da África do Sul, que garanta a proteção e segurança dos concidadãos e demais imigrantes africanos residentes na África do Sul. O governo de Moçambique reitera a amizade, irmandade e fraternidade africanas devem prevalecer e sobrepor-se ao ódio e à barbárie.

Já em Nampula, a sociedade civil criticou o silêncio do governo face aos ataques xenófobos na África do Sul, pelo menos até agora, e sobretudo do presidente da República. Falámos com o sismo Muxa Yabande, ativista e presidente da Associação de Paralegais para Assistência no Apoio do Desenvolvimento Sustentável da Comunidade, que apela a uma resposta dura do governo moçambicano, se pretória não cessar mais uma onda de violência.

O seu silêncio mostra claramente a existência de um rabo preso. Tem acordos, tem interesses. Tem interesses, não tem outro nome. Se não existissem interesses, já teriam se manifestado, já teriam feito negociações, já teriam tomado até medidas. Eu penso que o silêncio do governo moçambicano em relação àquela situação em algum momento deixa os moçambicanos indignados, deixa os moçambicanos preocupados.

E relativamente a esta tensão na África do Sul, resultante de atos xenófobos, conversei esta tarde com o jornalista angolano José Gama, que está em Pretória. Gama relata um ambiente calmo na capital administrativa da África do Sul. O jornalista alerta para o crescimento de grupos anti-imigração, como a Operação do Lula, e defende que o governo sul-africano podia fazer mais para travar estes fenómenos.

Eu estou em Pretória, ainda há pouco tempo estava num bairro de Arcádia, que é habitado por estrangeiros e africanos e encontrei aquilo tudo calmo. Em Pretória não há sinais de...

violência, à semelhança do que está a acontecer em Joanesburgo. Mesmo em Joanesburgo, estes casos têm havido ataques a áreas onde os sul-africanos vão atacar aqueles imigrantes de renda baixa, porque se nós olharmos para o perfil das pessoas que estão a ser atacadas, são aquelas pessoas que...

Imigraram para a África do Sul, fazem aqueles trabalhos de renda baixa, que vivem lá mesmo na periferia. E os sul-africanos olham para eles como alguém que está a roubar ou a lhes tirar os empregos. É provável que haja um aproveitamento político, alguém esteja a instigar estes grupos, a dizer que a culpa pelos níveis de desigualdades na África do Sul...

desses estrangeiros. Portanto, a fonte deste problema acaba, de certa forma, ter fonte política. Tensões xenófobas não são um problema novo na África do Sul. Como avalia a resposta do país a esta situação que volta agora a ressurgir?

Bom, a África do Sul já viveu esse fenómeno de xenofobia há mais de 10 anos. Agora, nos últimos 2, 3 anos, criou-se mesmo um movimento, que é o do Dula, que vai nos hospitais, que vai nas escolas, e estavam a fazer aquilo ao lado mesmo da polícia.

Por isso é que nós estávamos aqui a dizer e reiterámos que era importante que o governo sul-africano se dedicasse mais para travar esses fenómenos. Não é necessário, nem deve-se esperar, que morram mais estrangeiros que é para depois tomar medida. O sul-africano tem a história, assim, senhora, de violência, mas ele também tem o histórico de ter medo da justiça.

Se o governo começar a levar o Estado, essas pessoas, às barras do tribunal, é provável que este movimento vai parar. Em relação a Moçambique, país vizinho e com forte presença de moçambicanos na África do Sul, fica vulnerável diante desta situação. São cerca de 2 milhões de moçambicanos a viverem na África do Sul. E sendo assim, havendo relações históricas...

políticas, econômica muito forte, penso que o governo sul-africano deveria tratar melhor o cidadão moçambicano e, por sua vez, o governo de Moçambique poderia também exercer pressão para que a África do Sul saiba proteger os seus cidadãos. Deve-se dar maior atenção e mais respeito aos moçambicanos.

Porque foram os moçambicanos que ajudaram na luta contra o apartheid, foram os moçambicanos que sofreram do regime do apartheid, e aí nos ataques em Matola e outros que ceifou vida de milhares de moçambicanos, porque há pretexto de que o regime do apartheid procurava os combatentes da...

do ANC que viviam ou que estavam refugiados em Moçambique. Portanto, é hora do ANC também e do seu governo, seja ele de coligação, prestar maior atenção aos moçambicanos.

Foi o jornalista angolano José Gama, a partir da cidade sul-africana de Pretória. E é este o tema da pergunta deste Praça Pública, onde queremos saber o que pode ser feito para trevar a onda de ataques a imigrantes na África do Sul. Quem nos traz um apanhado dos comentários que temos estado a receber é a Cristiane Vieira Teixeira. Olá, boa noite, Cristiane. O que estão a dizer os nossos internautas sobre este tema?

Olá Cláudia e a todos os que acompanham a DW. Passando aqui na Praça Pública para dizer que este tema da xenofobia na África do Sul gerou diversos comentários na nossa página no Facebook. Mário João Francisco escreve, recuem para os vossos países de origem. Assim pobreza, mas segurança é a melhor coisa. Começaremos juntos por cá.

Venham ao solo pátrio uma mensagem de acolhimento neste momento difícil. Edu Langa escreve, os governos dos países africanos devem preocupar-se em criar condições de vida para os seus povos. Ismael Evaristo diz, cortaremos a energia e o gás. Ficarão na falta para verem que ninguém pode sozinho. Precisamos um do outro. José Antena deixa um apelo, cada um deve voltar para sua terra natal.

Argino Langa diz que os sul-africanos precisam estudar. Eles têm as melhores escolas, mas eles não estudam. São alguns dos comentários que já recebemos sobre o nosso tema de hoje. Cláudia. Muito obrigada, Cristiane Vieira Teixeira, e também a todos aqueles que estão a participar neste debate. Notícias.

É uma notícia de última hora. Pelo menos duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas depois de terem sido atropeladas por um carro que foi contra uma multidão na cidade de Leipzig, no leste da Alemanha. Segundo a imprensa local, o condutor já foi detido, como nos conta Guilherme Correia da Silva.

O carro avançou a alta velocidade contra a multidão numa zona pedonal do centro da cidade de Leipzig. A polícia não revelou ainda o que poderá ter estado por trás deste incidente. Ainda não se sabe se foi ou não um ato deliberado. A polícia já deteve o condutor e foi montado um perímetro de segurança. Segundo as autoridades, já não há perigo para a população. Foram destacados para o local bombeiros, equipas de emergência médica e dois helicópteros.

A Guarda Revolucionária do Irão negou hoje que qualquer navio mercante tenha transitado pelo Estreito de Hormuz nas últimas horas, contrariando informações do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos. Também segundo o Teherão, disparos efetuados hoje pela Marinha Iraniana, incluindo demísseis de cruzeiro contra navios militares norte-americanos no Estreito, foram de advertência.

O secretário-geral da NATO afirmou hoje que a retirada de militares norte-americanos da Alemanha reflete a decepção do Washington face à resposta europeia à guerra no Irã. A decisão dos Estados Unidos surge depois de críticas do chanceler alemão Friedrich Merz à estratégia americana em relação ao conflito no Médio Oriente. Danilson Gomes traz-nos mais detalhes.

dias depois de Mertz afirmar que Washington não tem estratégia de saída em relação ao Irã e que Teherão está a humilhar os Estados Unidos nas negociações, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou a retirada de cerca de 5 mil soldados da Alemanha. Trump apontou, entretanto, falta de apoio europeu e indicou que o processo deverá decorrer ao longo dos próximos seis a doze meses. O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, reconheceu o mal-estar entre os aliados.

Tem havido alguma decepção do lado dos Estados Unidos em relação à reação ao que está a acontecer agora no Médio Oriente e a campanha de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, mas ao mesmo tempo eu diria que os europeus captaram a mensagem.

Apesar das divergências, a Alemanha garante que a cooperação com Washington se mantém. Afirmou ainda que não haverá redução na capacidade de dissuasão da NATO na Europa. Já a chefe da diplomacia europeia, Caia Callas, defende o reforço do pilar europeu dentro da NATO. Danielson Gomes, DW África

Em Moçambique, Renamo solicitou hoje a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para aprofundar sobre alegadas superstições e desinformação de magia que atrofia órgãos genitais. O partido da oposição defende medidas coercivas para travar linchamentos. O número de mortos em agressões ligadas a esta superstição subiu para 39. Anunciou assim na passada sexta-feira o ministro do interior moçambicano.

lamentando a perda de muitas vidas por algo que não existe. Ainda em Moçambique, o Parlamento aprovou hoje o pedido do Podemos para substituir o segundo vice-presidente da Assembleia, Fernando John. O pedido de afastamento, no pedido, o Parlamento alegou perda de confiança política, tendo em conta divergências internas no partido. A resolução foi aprovada pelas bancadas do Podemos, da Frelimo e do MDM e foi indicado ao cargo Carlos Tembe.

DW. A nossa voz. Afinal, como está o processo de desminagem em Angola? Em março, três crianças morreram em Menongue devido à explosão de uma mina antipessoal e o caso voltou a levantar dúvidas sobre a seriedade e o compromisso do processo de desminagem no país. A desminagem começou após o fim da Guerra Civil, em 2002.

sendo o Moxico e a antiga Kwandukubango as províncias mais afetadas. Mas a realidade, em muitas zonas desminadas, mostra que há ainda registros de mortes por acidentes de minas. O correspondente da DW, Adolfo Guerra, traz-nos detalhes.

Os cidadãos questionam a seriedade e a responsabilidade do processo de desminagem. Pascoal Batistini, PCA da ONG Embaquita, afirma que o processo conheceu um abrandamento. Tanto as empresas de desminagem quanto as...

de educação sobre risco de mina ficaram relaxadas, ou seja, as empresas de educação sobre risco de mina ficaram sem financiamento e, por causa disso, a desminagem que está se fazendo nos últimos dias praticamente é paliativa, porque tem que se fazer uma desminagem associada à educação do homem sobre os riscos.

O jovem político e secretário da Juventude Servidora de Angola, Celestino Jaca, lamentou a situação e entende que a desminagem a Angola é uma questão que inspira muito cuidado. O ceifamento de vidas num período em que conquistou-se a paz e numa fase em que questões de género já estariam completamente ultrapassadas.

Aqui levantam-nos ser as questões, principalmente sobre o investimento que é feito neste sentido. Em janeiro deste ano, o ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Furtado, avançou a RNA que está em curso o processo de transferência da Brigada de Desminagem afeta a Casa Militar para o Ministério da Defesa.

um processo que pode ficar concluído nos próximos três meses. O funcionário público, Rai Raimundo, refere que o problema não está no empenho das empresas ou organizações envolvidas, mas na ausência de rigor, honestidade e de fiscalização. Até 2030, conforme o governo quer que o país seja declarado de mim,

Acho que será impossível. Será impossível por quê? Porque ainda muita localidade comina. O governo tem que aplicar uma fiscalização rigorosa nas empresas que têm registrado o processo de desminagem para que essa concretização seja uma realidade, não apenas obedecendo os critérios de políticas e os critérios de relatórios que não dizem com a verdade. De Menongue para DW.

Adolfo Guerra. Mais financiamento é também o que pede José António, da organização Halo Trust, porque em Angola as minas terrestres continuam a ameaçar vidas, limitar a agricultura e travar o desenvolvimento das comunidades. Em declarações à ADW, José António explica os desafios atuais da desminagem e também porque é que tantas vezes ainda há acidentes em Angola.

Quando nós levamos a cabo a atividade de desminagem, um dos fatores principais que deve passar é a informação e educação sobre o risco de Minas. E há comunidades que muitas das vezes não têm essa possibilidade ou às vezes também ignorância das pessoas não ouvir as informações. Angola tem a meta de se declarar livre de Minas até 2027. Esse objetivo é realista? Bom, naquilo que tenho como experiência, essa declaração essa declaração apoiado a essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa

Porque a desminagem não é um processo muito rápido, é um processo que precisa de envolvimento de muitos fatores. E também, se nós queremos declarar Angola em 2027, significa que temos que investir mais meios financeiros, meios técnicos e mais meios humanos para chegarmos a essa meta.

Portanto, na realidade das províncias que nós trabalhamos, por exemplo, o Cubano e o Cuano, a realidade é diferente, porque no terreno você encontra vários obstáculos, às vezes apoio logístico não é possível em um dia ou dois dias para chegar às equipas. Então, são vários fatores que contribuem. Acreditamos que as declarações que temos são declarações políticas, muitas das vezes, mas a realidade no terreno, de fato, pode ser coisa.

Mas o grande desafio neste momento é que, se houver mais meios financeiros, mais recursos, mais meios tecnológicos, o processo pode ser acelerado e pouco tempo para terminarmos com a desmenagem. Mas a desmenagem é complexa.

Foi José António, oficial da organização Hello Trust, em declarações a Sara Arnaud. Esta entrevista na íntegra está disponível na página da DW, em www.andaw.com.br português e também nas nossas redes sociais. O programa de hoje está a chegar ao fim, mas ficamos à espera das suas sugestões sobre os temas que gostarias de ver aqui retratados. Amanhã, à mesma hora, há mais Praça Pública. Até lá, boa noite.

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