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A IA mudou o jogo da cibersegurança
10 de agosto de 20268min
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana 😊
Há um ditado infame na cibersegurança que diz que existem dois tipos de empresas: as que já foram invadidas e as que acham que ainda não foram invadidas. Só acham!
Com a explosão da inteligência artificial, as equipes de defesa de sistemas ficaram mais pressionadas. Mas supor que esse seja o único problema simplifica perigosamente o cenário atual, que dá a essa anedota uma nova dimensão.
Não dá mais para achar que o sucesso em cibersegurança se medirá pela expectativa de nunca ser invadido. De agora em diante, a eficiência dependerá da capacidade de lidar bem com as consequências de um ataque.
Essa foi uma das mensagens da Conferência de Segurança e Gestão de Risco do Gartner, que aconteceu nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. A IA já não ameaça apenas ao criar códigos maliciosos ou potencializar ataques de engenharia social. Agora, agentes de IA já são capazes de explorar vulnerabilidades, identidades e credenciais para acessar sistemas.
Foi o que aconteceu em meados de julho, quando um agente movido por modelos da OpenAI (criadora do ChatGPT) invadiu a Hugging Face. Durante uma avaliação de segurança, ele escapou do ambiente de testes, explorou falhas e acessou credenciais que lhe permitiram avançar pela infraestrutura da plataforma.
Nesse cenário, em vez de nos preocuparmos com como impedir que invadam nossa empresa, precisamos perguntar o que precisa continuar funcionando mesmo em um ambiente hostil.
Neste episódio, eu indico caminhos para fazer isso do jeito certo.
Em qual dos dois grupos de empresa você está? O que vocês fazem para mitigar prejuízos de invasões inevitáveis?
Há um ditado infame na cibersegurança que diz que existem dois tipos de empresas: as que já foram invadidas e as que acham que ainda não foram invadidas. Só acham!
Com a explosão da inteligência artificial, as equipes de defesa de sistemas ficaram mais pressionadas. Mas supor que esse seja o único problema simplifica perigosamente o cenário atual, que dá a essa anedota uma nova dimensão.
Não dá mais para achar que o sucesso em cibersegurança se medirá pela expectativa de nunca ser invadido. De agora em diante, a eficiência dependerá da capacidade de lidar bem com as consequências de um ataque.
Essa foi uma das mensagens da Conferência de Segurança e Gestão de Risco do Gartner, que aconteceu nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. A IA já não ameaça apenas ao criar códigos maliciosos ou potencializar ataques de engenharia social. Agora, agentes de IA já são capazes de explorar vulnerabilidades, identidades e credenciais para acessar sistemas.
Foi o que aconteceu em meados de julho, quando um agente movido por modelos da OpenAI (criadora do ChatGPT) invadiu a Hugging Face. Durante uma avaliação de segurança, ele escapou do ambiente de testes, explorou falhas e acessou credenciais que lhe permitiram avançar pela infraestrutura da plataforma.
Nesse cenário, em vez de nos preocuparmos com como impedir que invadam nossa empresa, precisamos perguntar o que precisa continuar funcionando mesmo em um ambiente hostil.
Neste episódio, eu indico caminhos para fazer isso do jeito certo.
Em qual dos dois grupos de empresa você está? O que vocês fazem para mitigar prejuízos de invasões inevitáveis?