Lula dobra aposta e desafia Alcolumbre com escala 6x1 e indicação ao STF
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- Indicação Jorge Messias ao STFSupremo Tribunal Federal · Jorge Messias · Davi Alcolumbre · Lula · Enfrentamento político com o Senado
- Jornada de TrabalhoEscala 6x1 · 40 horas semanais · Câmara dos Deputados · Senado Federal
- Contexto político de LulaAposta na aprovação da PEC · Indicação para o STF · Imagem pública · Pesquisas internas
- Relação Pacheco-AlcolumbreDenúncias de desvios · Negociações com Master · Ampla aprovação da PEC na Câmara
Pronto pra sentir a energia de Nescau? Então entre no jogo com Ana Castelli e Pedro Sampaio, o maior feat do ano. Chama a galera e dá o play, que eu quero ver você jogar.
E se prepara que esse hit não vai sair da sua cabeça. Vem, que é agora ou nunca. Nescau, energia que dá jogo. Viva Boss, com Vera Magalhães.
E aí, Vera? Oi, Sardenberg, boa tarde pra você, pra Cássia, pros ouvintes, pra todo mundo, uma ótima semana. Boa tarde, Vera. Vera, em áudio e vídeo. E, Vera, o assunto é a tramitação da proposta que extingue a escala 6x1, estabelece as 40 horas semanais, já foi aprovada na Câmara e está no Senado.
para tramitar no Senado e a questão é saber se isso vai andar rápido ou se vai ter problema. Vera? Pois é, o governo fez uma aposta, Sardenberg. A aposta é que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não vai ter força política e não vai conseguir segurar a proposta de redução da jornada de trabalho e de fim da escala 6x1.
que com a força que a proposta saiu da Câmara, aprovada praticamente por unanimidade, com o aval do presidente da Câmara, que é um aliado do Davi Alcolumbre de alguma maneira, com a União Brasil tendo votado muito a favor da medida, mesmo no seu atual estágio de embate com o governo, de enfrentamento com o governo.
o presidente do Senado não vai ter como segurar essa proposta, ainda mais pelo fato de que ele disputa uma reeleição complicada lá no Amapá, porque tem todas as questões de denúncia de envolvimento de aliados dele com desvios da entidade de previdência ali.
por ter feito negociações com o Master, etc., que então para ele vai ser muito difícil segurar. Daí porque, me dizem integrantes do governo, os senadores da base aliada, o Lula tenha preferido até dobrar a aposta. Então chega a escala 6x1, que é um projeto importante para ele politicamente no Senado, ao mesmo tempo em que ele...
que ele vai indicar de novo o nome do Jorge Messias para o STF. E aí eu fui a várias fontes com um questionamento. Olha, essa insistência no nome do Jorge Messias não dificulta a aprovação da escala 6x1 no Senado? E o que me responderam várias fontes de diferentes procedências é que o Lula resolveu fazer, de fato, um enfrentamento político com o Senado.
Um enfrentamento do seguinte, olha, a minha agenda está aqui, é uma agenda a favor dos trabalhadores, etc., e eu tenho a prerrogativa constitucional de indicar um nome para o Supremo Tribunal Federal. Se o Congresso me impedir das duas coisas, é um Congresso que trabalha contra...
E aí toda aquela cantilena que ele tem ensaiado em vários discursos. Então que o Lula dobrou a aposta no enfrentamento com o Senado, porque pesquisas internas teriam mostrado que aquele momento do Messias, apesar de ser uma derrota política grave, parlamentar grave, acabou resultando.
para os pesquisados, para a população, no sentimento da população, como uma picuinha pessoal do Senado contra o governo e contra o Messias, e, portanto, não foi ruim para o Lula do ponto de vista de imagem externa, imagem para a sociedade, daí porque ele tenha resolvido insistir nessa indicação.
O que me dizem no Senado, que o Davi Alcolumbre realmente deverá pautar a escala 6x1 de uma maneira que mostre ali que ele não está contra a proposta, que ele é a favor dos trabalhadores, etc., mas que ele vai segurar, enquanto ele puder, a indicação do Messias, caso ela volte. E aí, como assim... Diga.
É sobre isso que eu ia perguntar. Não existe aquela regra de que a indicação não pode ser feita duas vezes da mesma legislatura? Quer dizer, o Messias teria que ficar para o ano que vem?
Existe, é uma resolução da mesa diretora do Senado. E é com base nela que o Davi Alcolumbre vai segurar, enquanto puder, a indicação do nome, caso o Lula realmente opte por fazer esse enfrentamento e repetir a indicação. Também questionei aliados do presidente sobre isso. E eles dizem o seguinte, olha, ele vai insistir, por quê? Se ele mudar de nome, vai ficar parecendo que ele cedeu a chantagem do...
do Alcolumbre. Se ele não indicar, ele vai estar abrindo mão de uma prerrogativa constitucional que ele tem. Então, o que ele vai reafirmar é que é o nome dele, que é o nome que ele acha mais preparado, que a rejeição dele se deu por motivos políticos e não porque ele não reunisse as credenciais.
para ir para o Supremo e, portanto, vai fincar o pé e indicar o Messias. Eu acho que ainda tem algumas coisas para a gente ter certeza de que ele vai realmente dar esse passo, que é um passo ousado, porque desafia o Columbre, desafia essa resolução. Um desses passos, me dizem, é o próprio Messias.
aceitar que indique ele de novo e se dispor a de novo ter que fazer aquele périplo atrás de votos. Ele tem de cabalar oito votos a mais do que ele teve da outra vez, não é pouca coisa. Falei para um senador, não é pouca coisa, ele falou, oito não são oitenta. Eu falei, tá, mas oito são oito e é muita coisa.
Então, eu acho que ainda não tem garantia disso, mas por hora o Lula está com essa disposição de bancar um enfrentamento público com o Senado. Agora, Vera, em relação ao ritmo de tramitação da PEC no Senado, vai ser parecido com o ritmo da Câmara ou vai ser um pouco mais lento?
Acho que um pouco mais lento, mas muitas apostas de que acontece ainda nesse semestre. Ele vai fazer tramitar na CCJ, deverá depois tramitar pela CAE, mas é uma tramitação normal, sem postergação e sem enrolação. E aí, uma expectativa de que isso seja votado ainda antes do recesso ou no máximo.
em agosto, numa convocação lá extraordinária, porque o Acolumbre não vai querer ficar com a pecha de que atrapalhou a aprovação de um projeto que tinha apoio maciço na Câmara e apoio maciço no governo. O que me dizem é que nem uma articulação do Rogério Marinho e do Flávio Bolsonaro, portanto o pré-candidato,
da oposição e o seu coordenador, os dois são senadores, que nem isso poderia frear a tramitação do projeto. Mas ele também não vai correr como o Hugo Mota correu para não parecer que está cedendo aos caprichos do governo. Então vai ser um ritmo um pouco mais lento.
Aquela história gozada, né? Nem tão depressa que nos pegue, nem tão devagar que parece a provocação, né? É isso aí, Sardenberg, e esse ritmo da política, né? Que a gente vai vendo ali o pessoal meio dosando o ritmo. Na verdade, o ritmo é o...
Uma autoridade está fugindo, né? Está fugindo e o que ela diz é, para o seu motorista, saia tão devagar, quer dizer, melhor dizendo, não saia tão depressa que pareça que estamos fugindo, nem tão devagar que nos pegue. Exato, acho que vai ser por aí. Vera, obrigado, Vera. Até.
Até mais, um ótimo jornal para vocês e até mais tarde no ponto final. Até mais tarde, Vera. Tem podcast que te inspira a conhecer lugares novos, a ir mais longe. É como o Dili EX5 EMI. Conheça o super híbrido Plugin com até 1.300 km de autonomia combinada, com conforto de primeira classe. E na cidade você roda no modo 100% elétrico. Com esse SUV, cada caminho leva você mais longe. Dili EX5 EMI. Sua grande jornada começa agora. Saiba mais em dilibrasil.com.br.
No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Dili
Dili EX5 EMINescau
Energia que dá jogo