Episódios de Vera Magalhães - Viva Voz

Flávio Bolsonaro deve tentar capitalizar decisão dos EUA sobre PCC e Comando Vermelho

28 de maio de 202639min
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Vera Magalhães aponta que senador tentará vincular medida anunciada após reunião com Trump a sua atuação junto à Casa Branca. 'O quanto esse encontro rápido contribuiu para a decisão, nunca saberemos', pondera. A comentarista ainda fala sobre o avabço do fim da escala 6x1, e o acordo de recuperação do BRB.

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Participantes neste episódio7
C

Carol

HostApresentadora
V

Vera Magalhães

HostJornalista
A

Ana Tomé

Reporter
I

Igor Cardim

Reporterjornalista
L

Larissa Lopes

ReporterJornalista
M

Matheus Maciel

ReporterRepórter
T

Tiago Bronsato

Reporter
Assuntos6
  • Lei da Ficha LimpaMudanças aprovadas pelo Congresso · Pedido de vista de Gilmar Mendes · Votos pela derrubada da flexibilização · Ministra Carmen Lúcia · Ministro Luiz Fux · Antônio Garotinho · Sérgio Cabral · José Roberto Arruda
  • Desistência de candidaturaDesistência da candidatura ao Senado · Foco na defesa judicial · Operações da Polícia Federal · Refinaria de Manguinhos (Refit) · Ricardo Magro · Rio Previdência · Daniel Vorcaro · Cláudio Castro
  • Acordo para socorro bilionário ao BRBAcordo entre GDF e União · Empréstimo de R$ 6,5 bilhões · Fundo Garantidor de Crédito (FGC) · Banco Master · Daniel Vorcaro · Ministro Luiz Fux · Governo do Distrito Federal (GDF) · Celina Leão
  • EUA classificam PCC e CV como terroristasDesignação pelo Departamento de Estado dos EUA · Comando Vermelho · Primeiro Comando da Capital (PCC) · Senador Flávio Bolsonaro · Presidente Lula · Donald Trump · Soberania brasileira
  • Fim da escala 6x1Aprovação pela Câmara da PEC · Texto segue para o Senado · Presidente Lula · Presidente da Câmara, Hugo Mota · Ministro do Trabalho, Luiz Marinho · Senador Rogério Marinho · Flávio Bolsonaro
  • Delação de Daniel VorcaroNova proposta à Polícia Federal · Valor de devolução de dinheiro · Ministro André Mendonça · Procuradoria-Geral da República · Banco Master · Daniel Vorcaro
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No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Viva a voz, com Vera Magalhães. Vera Magalhães, boa noite, tudo bem? Oi, Débora, tudo bem? Boa noite pra você, pra Carol, pros ouvintes e pra quem nos assiste. Oi, Vera, boa noite. Só vamos correr pra Brasília porque tem notícia quentinha. Igor Cardim, o julgamento que discute a mudança na lei da ficha limpa foi suspenso. Nos conte por quê. Boa noite novamente.

Boa noite, Débora Vera e também aos ouvintes. Pois é, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, pediu vista e suspendeu, portanto, o julgamento sobre as mudanças na lei da ficha limpa, aquelas que foram aprovadas pelo Congresso Nacional no ano passado. Com essa decisão, o magistrado tem agora 90 dias para devolver o processo ao plenário.

do STF, enquanto os demais ministros ainda podem antecipar os votos até o fim do julgamento virtual marcado para esta sexta-feira. Até o momento, dois votos foram anexados ali pela derrubada da flexibilização da legislação da ministra Carmen Lúcia e também do ministro Luiz Fux. A ministra Carmen Lúcia, que é relatora deste caso, eles defenderam a retomada das regras anteriores.

nas quais o prazo de oito anos de ineligibilidade começa a ser contado apenas após o cumprimento integral da pena. O julgamento, como eu disse, ocorre então no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal, onde eles anexam os votos.

As alterações aprovadas pelo Congresso no ano passado reduziram o período de inelegibilidade. Em alguns casos, se podem beneficiar políticos condenados ou caçados, abrindo um caminho para as candidaturas nas eleições deste ano. Entre os nomes apontados como possíveis beneficiados estão os dos ex-governadores Antônio Garotinho, Sérgio Cabral e José Roberto Arruda, além do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. No voto da ministra Carmen Lúcia, ela afirmou que as mudanças...

representam um retrocesso e são incompatíveis com os princípios da probidade administrativa e da moralidade pública. Ela também declarou que as novas regras podem criar cenário de impunidade ou anistia para condenados. Já a PGR defendeu a constitucionalidade da maior parte das alterações da lei que foi aprovada pelo Congresso no ano passado. Débora e Carol.

Obrigada pelas informações, Igor Vera. A posição do ministro Gilmar Mendes sobre o tema já conhecida? Ele tende a votar para admitir, para reconhecer algumas, pelo menos algumas das mudanças feitas pelo Congresso, da lei da ficha limpa, Débora. Mas ele pediu vista meio para botar a bola no chão, porque são dois votos já para derrubar todas as alterações, portanto, restabelecendo a lei...

tal como ela foi aprovada lá atrás. Existe uma boa possibilidade de que outro ministro, que provavelmente seja o ministro de Astófoli, peça também destaque ao plenário físico. Então, tirar do plenário virtual e marcar uma sessão do plenário físico para discutir esse assunto.

para que os argumentos pró e contra sejam debatidos entre os ministros, e aí com sessão televisionada pela TV Justiça, etc. O problema é que tudo isso acontece já na antessala das convenções partidárias, muitos pré-candidatos já estavam aí com a estrutura de campanha montada, na expectativa de poder ser candidatos graças às alterações feitas na lei da ficha limpa.

E agora isso tudo está em perspectiva, está tudo subjúdice, com uma boa possibilidade de que caia, porque o voto do ministro Fux, por exemplo, surpreendeu. Havia muita gente que achava que ele ia votar pela admissibilidade da lei. E ele votou integralmente com a ministra Carmen, mantendo a lei anterior.

Então, o clamor popular e a ideia de que se está mexendo numa lei que foi aprovada a partir de um projeto de iniciativa popular, que é a lei da ficha limpa, parece estar mudando alguns votos. Então, ninguém arrisca um placar. E agora, com essa possibilidade de a coisa ficar ainda mais próximo da eleição, com esse pedido de vista e com o fato de que deve ser destacado para a votação em plenário.

Muita gente de olho nessa decisão, né, Vera? Como o Igor me lembrou, Eduardo Cunha, Antônio Garotinho, Sérgio Cabral. Garotinho, inclusive, cotado para ser candidato a governador aqui no Rio, nessa nossa eleição sui generis aqui do Estado. Exato. O Zé Roberto Arruda também, hoje em dia, está filiado ao PSD, do Gilberto Kassab, e é pré-candidato ao governo do DF, está em plena campanha contra...

a governadora Celina Leão, crítico ali ao Master, na relação toda do ex-governador Ibanez com o Master, etc., e deu uma freada na pré-campanha a partir do momento em que a ministra Carmen colocou em pauta para votação. O prazo máximo de devolução de um pedido de vista...

é de 90 dias corridos. Se for isso, e ficar esse tempo todo, tem um bom risco das pessoas serem candidatas ou até colocarem a candidatura e lá na frente terem de ecoar ou até uma vez eleitas terem de abrir mão do mandato. Então tem uma dose maior ainda de insegurança a partir desse pedido de vista.

Bom, vamos para o nosso próximo assunto, que é a aprovação pela Câmara da PEC, que trata do fim da escala 6x1. Agora o texto vai para o Senado. A Larissa Lopes está acompanhando. Teve conversa do presidente Lula com o presidente da Câmara, Hugo Mota, Larissa. Boa noite para você de novo.

Teve sim, Carol. Boa noite para vocês, boa noite ouvinte. O presidente Lula ligou para a Ogumota depois da aprovação da PEC, que põe a escala 6x1 na Câmara, e Lula reforçou a importância de que o Executivo e o Legislativo trabalhem juntos por pautas prioritárias.

Lembrando que Lula até está num momento de proximidade com o Gumota, o que não está acontecendo muito com o Davi Alcolumbre, é uma situação diferente. E inclusive, Carol, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que ontem eu até mencionei, ele estava acompanhando a votação lá na Câmara, ele disse esperar a aprovação da PEC no Senado ainda no primeiro semestre deste ano. Então ele está bem otimista aí.

Ele disse que não gosta muito de falar sobre prazo para o Parlamento, que seria uma certa interferência e também busca de interferência executiva e legislativa, que segundo ele não é saudável. Mas ele disse que se o Senado tiver debruçado com prioridade, com desejo da agilidade que a Câmara trabalhou, ele crê que 30 dias é o suficiente para a aprovação desta PEC. Essa fala...

do ministro Luiz Marinho foi hoje à tarde, depois da divulgação dos dados sobre geração de empregos em relação ao mês de abril. Lembrando que depois de ser aprovada com ampla maioria na Câmara, essa votação ontem que...

terminou por volta das 11h40 da noite, essa PEC chega agora ao Senado, deve começar a tramitar já na Comissão de Constituição e Justiça nos próximos dias, em meio ao calendário eleitoral e festas juninas. No entanto, há dúvidas sobre a celeridade de tramitação da matéria, que foi até essa esperança de Luiz Marinho.

O governo espera que seja aprovado o mesmo texto, sem mudanças profundas. Caso contrário, a PEC tem que voltar para a Câmara. Nas redes sociais, o presidente Lula até agradeceu ao presidente Hugo Mota e indicou que vai trabalhar para aprovar a proposta no Senado. E, enquanto isso, Lula vai conversar, o ministro Marinho também.

mas ao Columbre também é procurado por setores empresariais que defendem que o debate a respeito da jornada ocorra apenas depois das eleições. Carol. Obrigada, Larissa. Parece que é uma questão de timing, né, Vera? Aquilo que você estava falando ontem deve realmente passar no Senado. A dúvida é se vai ser no primeiro semestre, se vai ser ainda antes da eleição, quando é que vai ser essa votação, né?

Não tenho mais a menor dúvida de que vai ser antes da eleição. Eu já tinha cravado isso com base apenas na lógica eleitoral, mas agora falando com os senadores, apurando, depois da comoção que houve na Câmara, aquela gritaria, até adesão de setores do PL, o que o empresariado está em busca agora é de minimizar danos. Então, talvez apostar numa transição mais longa.

ou talvez apostar em propostas alternativas como essa apresentada pelo senador Rogério Marinho, que é coordenador da campanha do Flávio Bolsonaro, que libera empregadores ali para fazer um horário flexível e fazer um regime até alternativo ao da CLT. O Flávio Bolsonaro é signatário dessa PEC.

que é diferente da que saiu da Câmara, mas talvez haja um recuo deles em relação a isso, a depender da popularidade que a derrubada da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho alcançarem. Hoje, por exemplo, muita gente já dando relatos de que esse assunto está sendo...

discutido nos ônibus, no metrô, nos pontos de fluxo. Então, é um assunto que ganhou realmente a famosa boca do povo. Está na boca do povo. Quando um tema atinge esse tipo de popularidade e se expraia em toda a sociedade, é muito difícil você se contrapor a ele sem ficar estigmatizado e sem...

comprar para si prejuízos eleitorais. Então, a gente vê o PL já bastante dividido em relação a isso. Uma parcela foi para um lado da bancada da Câmara e outra foi para outro. No Senado ainda parece haver uma posição mais pró-empresariado, pró-empregadores, mas isso pode mudar a depender da atração que o assunto ganhar a partir de agora. Porque...

realmente se trata aí de um marco histórico. Você tinha um regime que vigorava desde a CLT, que mudou na Constituinte e que mudou agora. Então, são mudanças que levam décadas para acontecer. A gente está vendo uma redução, portanto, da jornada semanal de trabalho depois de pelo menos três décadas desde a Constituição de 1988.

Então, o Lula vai tentar capitalizar isso ao máximo, já está fazendo isso. Essa pequena pressão que a gente vê o ministro Luiz Marinho fazendo sobre o Senado, faz parte desse movimento todo que é planejado, de o governo ficar o tempo inteiro chamando para si...

a autoria e o protagonismo e a iniciativa desse assunto, não vai ser o presidente do Senado que vai querer ficar contra isso em ano eleitoral. Dificilmente até o próprio Flávio Bolsonaro vai conseguir sustentar uma posição contrária por muito tempo e sem flexibilizar a sua fala a esse respeito.

Vera, você acha que pode aumentar uma pressão por mais subsídios ao setor produtivo ou não tem de onde tirar? Também vai ser uma das tentativas no Senado, de aumentar ali algum tipo de desoneração, desoneração de folha. Como eu falei antes, também uma possibilidade é aumentar a transição, fazer mais gradual, para que não se resolva tudo em 2027, como é a proposta que saiu da Câmara. Então...

atenuantes vão ser apresentadas no Senado. E aí, a depender do que vier, podem passar. Mas simplesmente evitar a aprovação do texto, conseguir deixar até para depois da eleição, acho muito pouco provável. Vamos para o nosso próximo tema, que é o socorro ao BRB. Ana Carolina Tomé tem mais detalhes de Brasília. Oi, Ana.

Oi, Débora. O governo do Distrito Federal e a União assinaram um acordo nesta quinta para viabilizar um empréstimo de cerca de R$ 6,5 bilhões para cobrir o rombo nos cofres do Banco de Brasília. O dinheiro será pago pelo Fundo Garantidor de Crédito, o FGC, para que o BRB possa, enfim, se recuperar do desfalque causado pelas negociações com o Banco Master de Daniel Vorcaro.

Em troca, o governo local terá de fazer um ajuste fiscal e ofereceu ainda dinheiro de fundos para viabilizar a operação. O termo foi assinado após uma reunião entre a Cúpula do GDF e a Advocacia-Geral da União no gabinete do ministro Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal.

Fux é o relator de uma ação em que o GDF pedia a intervenção da União na crise. O ministro optou por buscar a conciliação. Os termos estabelecem que o GDF fica liberado para buscar o empréstimo para o BRB no valor de até 16% da receita corrente líquida, o que garante o valor de R$ 6,5 bilhões.

O dinheiro, no entanto, não sairá do Caixa da União e não haverá garantias do Tesouro Nacional. Os recursos serão pagos pelo FGC com garantia de um consórcio de bancos. Se houver um calote do GDF, o FGC está garantido por esses bancos. Além disso, os bancos têm ainda a contra-garantia das parcelas do GDF no Fundo de Participação dos Municípios e no Fundo de Participação dos Estados.

como explicou o advogado-geral da União Substituto, Flávio José Romã. Quem garante o fundo garantidor de crédito são esse pool de bancos. Esse pool de bancos numa eventual inadimplência do GDF que a gente espera não vai acontecer, eles então...

seriam acionados pelo FGC e quitariam a dívida e teriam como garantia os fundos constitucionais do Distrito Federal. Então o Distrito Federal alocou dois desses fundos para formar essa contra-garantia. Então com isso se criou todo um ambiente favorável para essa negociação.

Segundo a governadora Celina Leão, o prazo do pagamento do empréstimo será de 15 anos. O GDF também vai precisar fazer um ajuste fiscal que ainda não foi detalhado e enviar um projeto de lei à Câmara Legislativa pedindo aval para que o dinheiro dos fundos que são destinados para a saúde, educação e outras áreas de serviços públicos possam ser dados como contra-garantia na operação de crédito. Volto com você.

Obrigada, Ana, pelas informações. A orelha do Daniel Vorcaro está queimando, viu, Vera? Porque os ouvintes estão indignados, porque o BRB está nessa situação por causa do Banco Master. O impacto nas contas públicas do GDF vai acontecer de qualquer forma. Nesse caso do empréstimo, seria um impacto menor do que uma liquidação.

É menos grave do que o banco quebrar em termos de impacto para o GDF, para os correntistas, obviamente, também para os servidores do DF. Só por isso, todo mundo aceitou dar sua parte de sacrifício para salvar esse banco. Mas, na verdade, o que se viu foi uma fraude combinada entre a gestão do banco e o Master. E agora...

O que resta esclarecer é o grau de ciência que o governo do Distrito Federal, que o governador Ibanez Rocha e a vice-governadora e hoje governadora Celina Leão tinham desse esquema. Do quanto que era fraudulenta aquela história de várias carteiras de fundos que o BRB estava adquirindo, carteiras sem nenhum lastro.

sem nenhum tipo de liquidez, totalmente feitas para fraudar, quando o Márcio já estava naquela situação dele, caminhando para uma completa insolvência. Então, ainda deverá ter outros desdobramentos no campo da investigação criminal da Justiça.

que vão atingir os políticos de maneiras diferentes. Está sendo interessante ver que agora a estratégia da governadora é se distanciar do ibanês, porque ele, que já era tóxico, agora se tornou radioativo. Tem uma grande possibilidade dele se tornar inelegível.

diante de tudo que está se apurando em relação ao BRB e a outros combos que tem no governo. Então, ela está tentando se mostrar indignada e que não sabia de nada. Vamos ver se isso vai colar perante o eleitorado de Brasília, porque os dois sempre foram casca de bala ali, muito próximos, e agora estão ali fazendo algo que parece uma encenação pública de um rompimento.

Muito bem, a gente faz uma pausa para o nosso ouvinte ficar com o noticiário local. Na volta, nós vamos tratar de uma nova possibilidade de uma delação de Daniel Vorcaro e também da corrida ao Senado, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo. Viva a voz de volta! Igor Cardim também de volta para falar mais sobre uma nova possibilidade de acordo de delação de Daniel Vorcaro. Oi, Igor.

Débora, depois de rejeitar uma primeira proposta de delação premiada de Vorcaro, a Polícia Federal decidiu dar uma nova chance ao dono do Banco Master. A corporação indicou que está aberta a analisar uma nova proposta, que ainda será apresentada pelos novos advogados. Essa informação foi publicada primeiro pelo Jornal Globo, confirmada pela CBN com fontes da Polícia Federal.

Vorcaro trocou a defesa recentemente com a saída do criminalista José Luiz Oliveira, o Juca, e a manutenção de Sérgio Leonardo, ex-presidente da UAB de Minas, que é um advogado mais próximo do banqueiro. Apesar de reabrir essa possibilidade de delação,

Não houve ainda uma assinatura de um termo de confidencialidade entre os advogados de Vorcaro e os investigadores do caso. Fontes da PS afirmam que a corporação enviou ofício ao relator do caso, o ministro André Mendonça, dizendo que negou o segmento à delação, mas que se vier outra proposta, vai analisar. Ainda, segundo investigadores, a lei não prevê prazo para a delação e é um direito de um investigado propor e dever da polícia analisar.

O que essas fontes da Polícia Federal afirmam também é que a primeira proposta foi bastante ruim, principalmente quanto à forma de devolução dos valores. Vorcaro se recusava a indicar recursos de fora do país e o valor de devolução de 40 bilhões de reais foi considerado ainda baixo. E também há essa expectativa por um aumento deste valor para chegar até 60 bilhões de reais.

Vorcaro também mantém negociações com a Procuradoria-Geral da República, que não chegou a fechar essa porta para a delação do Banco Master. Débora.

Obrigada, Igor. Vários ouvintes também perguntando, cadê o dinheiro do Master? Um deles é o Demerval, não, Dermeval, de Fortaleza. É o que todo mundo quer saber, né? Agora, essa delação só tem chance de prosperar se esse dinheiro aparecer, né, Vera? Exatamente. Inclusive, eles poderiam estabelecer como uma cláusula para essa devolução de recursos que uma parcela do que for devolvido para ele, caso a delação seja, de fato, assinada e homologada pelo Supremo,

vá para cobrir os vários rombos deixados em várias instituições, entre elas o BRB, os fundos de previdência de vários estados e vários municípios. Mas é que é isso, para o acordo do BRB não se pode contar com algo que até aqui...

Não é garantido, essa delação subiu no telhado lá atrás, agora a PF parece disposta a dar mais uma chance, mas vai depender de o Vorcaro entregar coisas mais substanciais e mais...

inéditas em relação ao que já se sabe e já se apurou com base apenas na quebra ali do sigilo dos dispositivos que foram apreendidos. Então, é quase como se essa delação recomeçasse da estaca zero, uma vez que o que ele ofereceu até aqui foi bem aquém daquilo que as autoridades esperam.

Bom, falando em Banco Mastro, o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, que está todo enrolado nessa história, hoje publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que está fora das eleições desse ano. Matheus Maciel conta para a gente, disse que vai focar na defesa, né? Matheus, boa noite.

Exatamente, Carol. Boa noite para você, Vera, Débora, todo mundo acompanhando aqui o Ponto Final. A gente está acompanhando a pressão que vem tendo em cima do ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e hoje ele finalmente anunciou que já estava sendo muito especulado nos bastidores, que é finalmente ele desistindo da pré-candidatura ao Senado Federal nas eleições de outubro. Cláudio Castro, a gente lembra, saiu do cargo de governador para se desincompatibilizar do cargo e poder justamente concorrer.

ao Senado Federal, mas ali também teve todo um jogo político e manobra para evitar que ele fosse caçado. Ele então sai do cargo na véspera do julgamento dele no Tribunal Superior Eleitoral, em que ele se tornou inelegível. Hoje ele publicou esse vídeo nas redes sociais, lamentou que o cenário tenha se desenhado nesse caminho e a gente separou um trechinho da declaração dele para ouvir.

Foram dias de dor, dias de exposição e rezando muito, conversando muito, ouvindo muito, partilhando com minha família, meus amigos. Eu resolvi tomar a decisão mais difícil da minha vida. Então resolvi retirar a minha candidatura ao Senado Federal. E resolvi tirá-la para que eu possa me focar completamente na minha defesa. Vocês sabem, eu sou advogado e eu já analisei.

sobretudo esses dois processos. Não tenho dúvida que a verdade será esclarecida. Bem, e que verdade é essa que Cláudio Castro tenta se referir nesse vídeo? Ele está se referindo claramente às duas recentes operações que bateram a porta da casa dele, feitas pela Polícia Federal com autorizações de dois ministros diferentes do Supremo Tribunal Federal.

A operação que investiga ali o caso relacionado a Cláudio Castro e a refinaria de Manguinhos, a Refit, nas relações que Cláudio Castro pode ter com o empresário Ricardo Magro, que está foragido, e a outra mais recente, justamente de Cláudio Castro com o banqueiro Daniel Vorcaro e os investimentos do Rio Previdência no Banco Meister. E aí, com isso, ele deu um certo cronograma do que ele vai fazer para tentar se defender. A gente separou esse trecho também.

Meus advogados já fizeram a defesa do primeiro caso e até a próxima terça-feira, também uma nova petição muito robusta será colocada explicando todos os fatos que aconteceram, explicando qual é o papel do governador, até onde vão os limites da atuação do governador. E isso, eu não tenho dúvida, será fundamental para que a gente possa elucidar tudo o que aconteceu e que a verdade possa aparecer.

O que sobra agora para a gente aqui no Rio de Janeiro e na política fluminense é acompanhar quem vai ser o novo nome escolhido para compor essa chapa, chapa dupla de candidatos ao Senado Federal nas eleições de outubro. Nesse momento, só o que ficou ali da chapa indicada por Flávio Bolsonaro foi Márcio Canelas, ex-prefeito de Belfort Rocha. Volto com vocês. Obrigada, Matheus. E olha, não era só o Cláudio Castro que estava frequentando o restaurante Caro, dando rolê em Nova Iorque, aí custado pelo Daniel Vorcaro.

Tem a informação de que essa degustação de uísque que foi oferecida em Nova Iorque pelo Vorcaro.

ao Cláudio Castro em maio de 2024, contou com outros caciques. A informação foi dada primeiro pela revista Veja, confirmada também pela reportagem do Globo, um encontro que custou nada menos que 5 milhões de reais. Estavam lá, além do Cláudio Castro, o Ciro Nogueira, o Hugo Mota, o Marcos Pereira, do Republicanos, também deputados Isnaldo Bulhões e doutor Luizinho.

A equipe de reportagem do Globo confirmou com duas fontes que estavam presentes lá no Carnegie Club, esse bar de luxo nas imediações do Central Park em Manhattan. Tudo muito esquisito, né?

Exato, eu fui nesse evento da Brasil Week o ano passado, que foi o ano posterior ao... Que susto, eu achei que você ia falar que foi nesse evento do ISC. Não, não. Como assim, Vera? Não fui, não estava no evento do ISC. Eu fui participar como palestrante ali, como mediadora de uma mesa na Brasil Week no ano seguinte. Era o ano seguinte ao que o Vorcádo tinha já promovido todas essas festas.

E era a ausência mais comentada da cidade, era a de Daniel Vorcaro. E o que se comentava ali, entre as fontes, era as festas boas do ano passado foram as festas do Vorcaro. E aí depois vieram à tona os detalhes das festas do Vorcaro. Inclusive esse, eu acho engraçado o ex-governador dizer que foi a decisão mais difícil da vida dele abrir mão dessa candidatura, sendo que ele está inelegível.

Então, realmente, os políticos têm uma capacidade interminável de se vitimizar. Mesmo quando os fatos apontam todos para outra direção, eles conseguem construir uma versão edulcorada da realidade. Mas vamos deixar esse assunto para vocês miuçados daqui a pouco, meninas, porque esse é o tema de hoje do Tiago Bronzato, e ele vai estar com a gente já, já, depois.

desse intervalo que a gente faz agora, para você ficar com o noticiário da sua região. 6 horas e 48 minutos, o Viva Voz está de volta e já está conosco na linha o Tiago Bronsato, diretor da sucursal de Brasília do jornal O Globo, conosco todas as terças e quintas. Boa noite, Bronsato.

Boa noite, Vera. Boa noite, Debra. Boa noite, Carol. E boa noite aos ouvintes. Bronsato.

Tiago, a gente estava falando agora há pouco do vídeo em que o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, anuncia que desistiu da candidatura. Ele tentou ali dizer que é inocente, que os advogados dele vão comprovar no futuro essa inocência e tal, mas o fato é que é mais uma vítima que o caso Master vai deixando pelo caminho.

O que se sabe até agora em relação a ele? Tem alguma chance disso ser revertido? Olha, Vera, a conta mais pesada desse escândalo não foi a da farra da degustação do uísque em Nova York, nem o jantar de 60 mil reais apreciados pelo ex-governador do Rio de Janeiro.

A fatura mais salgada mesmo ficou ali com os aposentados e pensionistas do estado do Rio de Janeiro, que viram o seu suado dinheiro e parar no caixa do Banco Master, que era responsável por financiar essas regalias políticas. As mensagens da Polícia Federal deixam bem claro a relação lucrativa que se estabeleceu entre o Cláudio Castro e o Voacaro.

Um dos episódios que mais chamam a atenção dos investigadores ocorreu em maio de 2024, quando o Volcaro convidou o Castro para uma degustação de uísque em Nova York. Segundo a PF, o evento custou mais de um milhão de dólares. E no dia seguinte, o Rio Previdência, que é o fundo de pensão dos servidores do Rio, aplicou 80 milhões de reais em títulos do Banco Master.

E a ostentação do Cláudio Castro não ficou só em Nova York. O Volcaro também pagou uma conta de 60 mil dólares para ele. E logo em seguida, as mensagens da Polícia Federal revelam também que o Rio Previdência liberou uma bolada de dinheiro para ajudar o Master. Então essa sincronia entre os pagamentos feitos por Volcaro Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil Brasil

para o Cláudio Castro apreciar um vinho em Nova York, ter um jantar ali mais refinado, mostra que, de fato, a relação entre os dois não era só uma relação de amizade. E o mais curioso, Vera, é que ontem o ex-governador recebeu a Polícia Federal numa cobertura avaliada em 4 milhões de reais. Esse imóvel, conforme revelou o Globo hoje,

foi comprado por uma empresa de um ex-secretário de seu governo que foi criada dois meses antes dessa transação. Foi um salto e tanto para quem declarou patrimônio de R$194 mil na última eleição. Então o que a Polícia Federal quer saber agora é se tudo isso é apenas uma ostentação do ex-governador ou se ele foi agraciado com mais favores do banqueiro Daniel Vocar.

Pelo jeito, já tem muita gente com ressaca e dor de cabeça do que pode vir ainda à tona nesse escândalo do Banco Master. Até porque bife de ouro, vinho de 6 mil reais, isso é por conta do cara muito, muito brother. Ou se ele tem alguma coisa muito boa para oferecer. Agora, essa desistência do Cláudio Castro na corrida pelo Senado impacta de alguma forma a campanha do Flávio?

Olha, Débora, se tem alguém que está bem feliz com todo esse episódio, é o senador Flávio Bolsonaro, que acabou cedendo o lugar para o Cláudio Castro debaixo desse holofote do escândalo do Master. E de quebra também acabou se livrando de um problemaço no palanque dele do Rio.

O Rio não é um estado qualquer para o Flávio, é o berço político da família Bolsonaro, onde eles conseguiram inclusive a proeza de eleger até o ministro, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Se esse palanque começa a virar um álbum de figurinhas de investigados, com Flávio, Cláudio Castro e por aí vai, isso coloca em risco um território simbólico para o bolsonarismo.

O Castro já estava na mira de outras investigações e ele teve que abrir mão do seu mandato para não ser cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Então, nessa nova renúncia, acabou sendo um gesto menos de grandeza e mais de uma operação de descarte político, porque ele sabia que a situação era incontornável e ele estava sendo muito pressionado por integrantes do partido.

abre mão da sua candidatura. E para o Flávio, a saída do Castro de Campo ajuda no curto prazo, mas revela um problema muito maior, que é o risco de perder não só os votos no Estado, com controle ali, mas também o controle da máquina pública, porque é um Estado e um governo considerado muito estratégico para o bolsonarismo.

E como não tem vácuo na política, já começou uma guerra danada ali nos bastidores para saber quem vai ocupar o lugar do Castro nessa disputa pelo Senado.

Tem alguns nomes que estão circulando, estão correndo por fora. E um deles é o do deputado federal Sóstins Calvocante, que vale lembrar que é cria do pastor Silas Malafaia e foi flagrado com uma mala de dinheiro no hotel em Brasília. Tem também o deputado Carlos Jordi, que foi acusado de usar um Uber pago pela Câmara para ir a uma casa de diversão adulta em São Paulo. E tem a própria Rogéria Bolsonaro, que foi empregada...

do governo do Rio. Ou seja, o cenário para os eleitores do Rio, Debra, está mais aterrorizante que o roteiro do filme Dark Horse. Eu, como eleitora do Rio, assino embaixo. Ô, Bronzado, por que a Polícia Federal voltou a negociar a delação com o Vancaro, hein? Olha, Carol, a Polícia Federal voltou a negociar essa delação com o Vancaro porque é uma colaboração considerada muito estratégica, né?

Ao mesmo tempo que ela é fraca demais para ser aceita no momento, ela é importante demais para ser descartada de vez.

E a PF recusou a colaboração do Daniel Vucaro porque quando ela foi analisar os capítulos entregues por ele, viu que não acrescentava muito ao que os investigadores já sabiam. Era uma delação meio com um cara de retrospectiva de final de ano. Muita coisa já estava no celular do banqueiro, tinha mensagens, documentos apreendidos. Então, assim, não trazia grandes revelações.

e por isso a Polícia Federal acabou descartando. A Procuradoria Geral da República, por outro lado, estava insistindo na negociação, mas o banqueiro também se mostrava muito relutante em alguns pontos, principalmente na questão de entregar o mapa do dinheiro que ele escondeu no exterior. E, além de tudo, ele também propôs de reverter a liquidação do Banco Mastro, o que parecia uma manobra um pouco...

improvável. Então, nessa queda de braço, acabou estressando a relação da Polícia Federal com um dos integrantes da defesa do Vocar, que acabou renunciando. Então, isso mudou um pouco o cenário para os policiais, que agora resolveram dar uma nova chance para o Vocar contar tudo que ele sabe. A delação, ela voltou à mesa, porque os investigadores também têm a percepção de que o Vocar Brasil Brasil

sabe que a situação dele é crítica, e sabe também que, à medida que as investigações vão andando, a régua da delação vai subindo. E ele sabe que, se não contar tudo, ele vai continuar mais tempo preso. E a margem para ele revelar um fato novo pode diminuir. E somado a isso, o ministro André Mendonça tem dado sinais também de que não vai homologar qualquer acordo. Então, por isso...

o Volcaro vai encarar essa nova oportunidade como uma situação em que ele precisa oferecer um cardápio maior de políticos delatados, senão a delação não vai adiante. E isso pode causar um grande terremoto nas eleições. É isso. Obrigada, Tiago. Até semana que vem. Até semana que vem. Uma boa noite.

Gente, tem notícia importante aqui, porque o secretário do Estado americano, Marco Rubio, afirmou que o Departamento de Estado vai designar as facções brasileiras, Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital, como terroristas globais especialmente designados.

e também vão classificar esses dois grupos como organizações terroristas estrangeiras, com a medida entrando em vigor em 5 de junho. Já tem, inclusive, aqui algumas apurações de que a medida já teria sido assinada, um revés aí para o governo brasileiro. O presidente Lula, quando esteve com o Trump, disse que não tocou nesse assunto, mas era um ponto delicado. E o senador Flávio Bolsonaro, que esteve com o Trump essa semana, disse...

E essa teria sido uma das pautas, o pedido dele para que o governo americano sim classificasse essas duas organizações criminosas brasileiras como terroristas.

Exato, a gente nem sabe se houve tempo para aprofundar essa discussão, mas a gente sabe que o presidente Lula e o governo brasileiro estavam na ofensiva contrária, tentando dissuadir o governo americano do que até o encontro de Lula com Trump era só uma possibilidade.

aventada de que essa classificação fosse realmente aprovada e não tinha ali indícios de que isso realmente ia ser colocado em prática, ia ser colocado em vigor. Mas o governo brasileiro não queria.

Não queria de jeito nenhum. Acredita que isso abre brecha para a intervenção do governo americano na nossa política de segurança pública interna. Portanto, pode ser uma potencial agressão à soberania brasileira. Vamos ver agora como o Itamaraty e o Ministério da Justiça vão reagir.

efetivação dessa medida. Certamente o Flávio Bolsonaro vai tentar capitalizar essa decisão dizendo que ela acontece depois do encontro entre ele e o Trump, o que é verdade, acontece de fato depois do encontro entre ele e o Trump. O quanto esse encontro rápido contribuiu

para que o governo americano tomasse essa decisão, nunca saberemos, a menos que algum funcionário graduado do governo americano faça essa associação. Mas, politicamente, na campanha, ela será feita em breve. Podemos esperar o post em alguns minutos nas redes sociais do PL, do Flávio Bolsonaro e de outros políticos da direita.

E a gente vai repercutir aqui durante o ponto final as consequências dessa designação por parte dos Estados Unidos, bem como já adiantou a Vera a reação do governo brasileiro. Vera, então amanhã, sexta-feira, tem mais Viva Voz. Até. Com essa e outras análises da semana. Até amanhã, menina. Beijo, Vera.

O futuro não começa com um carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis.

Não construímos carros pra poucos, criamos mobilidade para todos. BYD, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

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