Episódios de Vera Magalhães - Viva Voz

Revelação sobre financiamento de filme por Vorcaro 'caiu como uma bomba' para QG de Flávio Bolsonaro

13 de maio de 202644min
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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro divulgou uma nota nesta quarta-feira (13) em que confirma negociações com o banqueiro Daniel Vorcaro para custear um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas negou qualquer irregularidade. Vera Magalhães analisa a questão e afirma que o "QG" de Flávio Bolsonaro "ficou de orelha e cabelo em pé" com a revelação, destacando reações na direita que "mostram o dano político na candidatura".

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Assuntos5
  • Financiamento de filme sobre BolsonaroFlávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · Banco Master · Saúde de Jair Bolsonaro · The Intercept Brasil · Eduardo Bolsonaro · Malu Gaspar · Tiago Miranda · Lei Rouanet · CPI do Master
  • Pressões políticas sobre o caso VácoraFlávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · Romeu Zema · Ronaldo Caiado · Tarcísio de Freitas · PL · Michele Bolsonaro · Lindbergh Farias · Polícia Federal · PGR · STF
  • Pesquisa de Intenção de Voto (Genial Quest)Lula · Flávio Bolsonaro · Quest · Ronaldo Caiado · Romeu Zema · Donald Trump e a NASA · Governo Lula · Eleições 2022
  • Visita de Trump à ChinaDonald Trump e a NASA · Xi Jinping · China · Estados Unidos · Inteligência Artificial · Comércio internacional · Elon Musk · NVIDIA · Apple · Meta · Cargill · Boeing · GE
  • Política no Rio de JaneiroAntônio Garotinho · Rosinha Garotinho · Marcelo Crivella · André Português · Eduardo Paes · Douglas Ruas · Wilson Witz · William Siri · Ciro Garcia · Juliette Pantoja · Luan Manteiro · Ricardo Couto · Operação Chequinho
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Oi, Vera, boa noite, tudo bom? Tudo bem, boa noite, Carol, Naded, ouvintes, quem nos acompanha pelos aplicativos de imagens. Boa noite, Vera. Bom, virou a pauta do Viva Voz, faltando um pouco para começar, né? Quando vieram à tona essas informações a respeito da troca de mensagens do senador Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro.

pagamentos feitos pelo Banco Master para financiar um filme biográfico sobre a trajetória de Jair Bolsonaro. E está rolando reunião de emergência no QG do Flávio, em Brasília, justamente para repercutir esse assunto. A Samanta Klein está por lá. Oi, Samanta, boa noite.

Oi, boa noite, Débora, Carol, Nadeja, Vera. Olha, de fato, essa reunião já tem mais ou menos umas três horas. Saiu nota oficial do senador Flávio Bolsonaro, ele que está reunido com os principais expoentes dessa pré-campanha, incluindo...

o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e também o senador Rogério Marinho, que é o coordenador dessa pré-campanha. Saiu uma nota agora, inclusive fala, um vídeo do senador, em que ele reconhece que sim, entrou em contato com o empresário Daniel Vorcaro, do Master, para pedir recursos para patrocinar um filme que trata da vida do pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro,

Lembrando que esses valores, essas informações foram reveladas hoje pelo portal The Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e também a um áudio enviado por Flávio para o banqueiro.

Em setembro do ano passado, nessa nota, Flávio Bolsonaro disse que conheceu o Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro tinha terminado e quando não existiam acusações contra Daniel Vorcaro. Esse contato, segundo ele, foi retomado quando houve um atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão desse filme. Ele disse ainda que não ofereceu vantagens.

em troca desses valores e, segundo ele, ele procurava um patrocínio privado para um filme privado sobre a história do pai dele. Ainda disse zero dinheiro público, zero Lei Rouanet. Temos uma fala dele.

E apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas, enfim, é porque tá num momento muito decisivo aqui do filme e como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou pro filme, né? Imagina a gente dando calote num Jim Caviezer, num Cyrus, os caras...

Renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Ia ser muito ruim. Todo efeito positivo que a gente tem certeza que vai vir com esse filme pode ter efeito elevado a menos um aí, cara. Então se você... Tem que dar um topo.

Eu conheci Daniel Borcaro em dezembro de 2024. Não tinha mais governo Bolsonaro, não tinha absolutamente nenhuma acusação contra ele. O que acontece é que, com o passar do tempo, ele simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato. Sim, tinha um contrato que, ao ele não pagar essas parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, de o filme sequer ser concluído.

Bom, então, só para a gente contextualizar, o primeiro áudio foi esse divulgado, primeiramente, pelo portal The Intercept. Uma conversa, portanto, entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do ano, isso no ano passado. A segunda fala foi desse vídeo que Flávio gravou, junto com essa nota oficial que já trouxemos aqui na abertura desse boletim.

O que trouxe o Intercept? Que Vortaro chegou a pagar 61 milhões de reais para a produção do filme Dark Horse, isso entre fevereiro e maio do ano passado, e o dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo dos Estados Unidos de um aliado de outro filho do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.

Além disso, as declarações de Flávio ocorreram depois de reportagens publicadas também pela colunista da CBN e do jornal Globo, Malu Gaspar. E ao todo aqui, segundo o Intercept, Flávio teria negociado com Daniel Vorcar um aporte de R$ 134 milhões. A colunista...

Malu Gaspar também trouxe a informação de que o publicitário Tiago Miranda, dono da agência que contratou influenciadores para uma operação de marketing de guerrilha nas redes em favor do Banco Master,

Também chegou a negociar com Daniel Vorcário, ele confirmou para a equipe da colunista Malu Gaspar, que também intermediou um aporte de 62 milhões de reais no filme sobre a vida de Jair Bolsonaro. Com vocês.

Obrigada, Samanta. Tem alguns pontos que chamam a atenção em tudo isso, né, Vera? Começando pelo áudio, esse tom muito amistoso, muito próximo do Flávio Bolsonaro, chamando o Daniel Vorcaro de irmão, dizendo que vão estar sempre juntos, que sabem que o Vorcaro também está passando por um momento difícil. E aí eu chego no segundo ponto, que é o timing, porque ele troca mensagens com o Vorcaro na véspera do Vorcaro ser preso. Então, não dá para dizer que já não se sabia, que havia problemas muito graves na operação.

do Banco Master, e nesse tempo todo, a gente já sabia que tinha tido doação do cunhado do Vorcaro para a campanha do Bolsonaro, o Flávio tem batido na tecla de que não há nenhuma ligação pessoal, que isso foi feito sem nenhum tipo de contato, e esse áudio mostra uma relação muito mais próxima do que o senador queria nos levar a crer.

Exatamente, foi no governo Bolsonaro que o Master fez a sua escalada ali, conseguiu autorização para funcionar como banco, operar todos aqueles fundos naquela alavancagem que a gente viu e que depois tornou o banco.

impossível de se manter. E já havia as doações do Fabiano Zettel para a campanha do Bolsonaro, para a campanha do Tarcísio, então já há várias ligações anteriores. Negócios com o governo do Rio de Janeiro, que era do Cláudio Castro, do PL, aliado do Flávio Bolsonaro, aliado do Jair Bolsonaro.

Então, não é dizer, ah, conheci ele em 2024 quando não tinha nada e nunca prometi nada. Relações já existem, relações que já resultaram em vantagens de um lado ou de outro. E a maneira como o Daniel Vorcaro operava, e isso já está muito claro ao longo dessa investigação toda, era prestando favores desse tipo, financiando uma série de coisas para cobrar.

em algum momento, cobrar acesso, cobrar privilégios, cobrar ações no Congresso. Não esqueçamos que havia, por exemplo, o interesse dele em passar uma emenda no Senado, casa da qual o Flávio Bolsonaro faz parte, para mudar ali a coisa do Fundo Garantidor, uma emenda que foi apresentada pelo senador Ciro Nogueira, ex-ministro do Jair Bolsonaro, aliado do Flávio Bolsonaro. Então, dizer que não havia nenhum interesse em contrapartida...

não condiz com tudo que a gente está vendo ao longo dessas investigações. E mais, 134 milhões de reais. Não é pouca coisa, é muito dinheiro. Uma parte chegou realmente a ser repassada, como mostrava já a reportagem do Intercept, foi confirmado pela Malu Gaspar, repassada por meio de uma...

empresa ali que fez uma triangulação para repassar recursos para a conclusão desse filme. E tem toda essa ligação de publicitários que são amigos. O publicitário que fez a intermediação do contato é muito próximo do marqueteiro, do Flávio Bolsonaro, que já tinha aparecido ontem também em reportagens falando dessa contratação de influenciadores.

para trabalhar os interesses do Vorcaro nas redes sociais, nas mídias, etc. Então, não é uma coisa incidental, uma coisa corriqueira e uma coisa banal. Outra coisa, tentar dizer que não tem nada demais em buscar um financiamento privado, porque não se está usando a lei Rouanet, é o Flávio Bolsonaro, de novo, querendo dar aquele apito de cachorro para a direita.

que é muito, né? Lei Rouanet parece que é um... Lei Rouanet não é nenhum mecanismo espúrio. Lei Rouanet é o principal mecanismo de fomento cultural que o Brasil tem, que se dá não por meio de dinheiro público, por meio de uma série de isenções para financiamento privado, mas aí financiamento por dentro, financiamento declarado, financiamento que empresas põem o seu nome nos filmes e aí

e abatem uma parte do seu imposto devido. E isso vale para... É um monte de regra, né, Vera? Porque quem produz o filme, ou o que quer que seja, também tem uma série de regras para cumprir prestações de contas a fazer, né? Exatamente. Lei Rouanet envolve prestação de contas, envolve fiscalização pelos órgãos de controle, é um mecanismo consagrado, instituído, desde os anos 1990. E é diferente de você ligar, e aí, meu irmão?

E aí, estamos juntos, estamos juntos sempre. E negociar, estamos passando por um momento difícil, desculpa ficar te cobrando. Querer criminalizar a Lei Rouanet e normalizar esse tipo de expediente, de se pedir não qualquer trocado, 134 milhões.

para um banqueiro que, na altura do telefonema, estava a dois dias de ser preso. Portanto, já havia toda a insolvência do banco, já se sabia da situação do banco, já se sabia que havia uma investigação na praça. Tanto é que o senador Flávio Bolsonaro fala, poxa, eu sei dos problemas que você também está enfrentando.

Então, essa nota, ela mais ou menos zomba da inteligência de quem a lê e de quem a recebe. Ela tenta fazer de uma coisa grave algo corriqueiro. E como se eles não estivessem preocupados com o que está acontecendo. Vamos para a CPI do Master já, que é uma bravata, porque ele sabe que o Senado, a casa que ele faz parte, não vai instalar uma CPI do Master. Então, bravateia.

que quer uma CPI do Master, mas, na verdade, todo o QG, o quartel-general do Flávio Bolsonaro, ficou de orelha e cabelo em pé com essa revelação do Intercept Brasil. Foi muito, caiu como uma bomba, e caiu como uma bomba também na direita. As reações na direita mostram o dano político na candidatura do Flávio Bolsonaro, porque Nicolas Ferreira já saiu rifando o Flávio Bolsonaro.

Então, influenciadores que moram lá nos Estados Unidos e que estão há anos nessa campanha bolsonarista já saíram rifando o Flávio. E o Romeu Zema, que podia até ser vice do Flávio até outro dia, já saiu fazendo um vídeo ali esculhambando com o Flávio Bolsonaro na expectativa de ser o herdeiro de uma parcela desses votos da direita.

Eu vou passar para a repercussão, Vera, mas você puxou a forma como o Flávio falou e eu já estou vendo nas redes sociais algumas pessoas dizendo a carioca chama de irmão, fala tamo junto, até para o vendedor de água de coco. Não é a mesma coisa e não só não é, como a Carol lembrou muito bem, o timing e as mensagens foram enviadas no momento em que Daniel Vorcaro já estava mais do que muito implicado numa série de problemas. É muito engraçado você... Pado por ser carioca demais, gente.

Exato. É muito engraçado você ver os pesos e medidas nessas horas, né? Porque essa foi uma fala do Paulo Figueiredo, que é um desses influenciadores que vivem nos Estados Unidos tentando tramar coisas contra o Brasil, etc. E com esse papo de que é o jeito que todo carioca fala. Não é, né?

Não é disso que se trata. A gente até usa o irmão, mas não é só sobre isso. É todo contexto. Estamos juntos, irmão. Sei que você está passando por um momento difícil. Tem todo contexto. Não é só chamar de irmão meramente. Exatamente. Ali existe um pedido de dinheiro que não é o primeiro pedido, porque ele está cobrando.

inclusive porque uma parte já tinha sido repassada. E aí a gente está diante também de uma produção que a gente está vendo um valor bastante considerável, 130 milhões de reais é muito dinheiro. Então, não tem a ver com o jeito que você fala com o vendedor de mate ou vendedor de coco na praia, não tem absolutamente nada a ver com isso. Bom, agora em Brasília, a Larissa Lopes traz para a gente as informações da repercussão política sobre esse caso.

Nadeja, o deputado federal Lindbergh Farias, ex-líder do PT na Câmara, ele apresentou nesta tarde notícia crime à Polícia Federal, PGR e STF pedindo investigação de Flávio Bolsonaro por essa relação revelada com Daniel Vorcar, o dono do Master, após essa reportagem do Intercept.

e que diz ali que teve um aporte de 24 milhões de dólares, ou seja, cerca de 134 milhões de reais para financiar um filme sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro. E o pré-candidato à presidência da República, Romeu Zema, aliado de Jair Bolsonaro, ele também publicou um vídeo há pouco dizendo que é imperdoável esse tipo de coisa.

Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil.

E a gente lembra, Naded, aqui no mês passado, o Zema até fez um vídeo descontraído ali com Flávio Bolsonaro, dizendo que chamou Flávio para ser o vice dele. O também pré-candidato à presidência, Ronaldo Caiado, foi outro que se manifestou. Em nota, ele disse que o senador Flávio Bolsonaro deve responder aos questionamentos sobre o financiamento do filme.

e as relações dele com o dono do Master. Diz também que tudo que envolve Master e cifras milionárias precisa ser tratado com total transparência com a população e que o Brasil vive em um momento que a sociedade exige clareza nas relações entre agentes públicos, empresas e interesses privados. Tarcísio de Freitas, aliado de Bolsonaro, que era cotado anteriormente também para a presidência.

para ser o candidato à presidência pela direita. Ele foi perguntado em uma agenda agora à tarde sobre o assunto e apenas disse que isso não era pauta e não quis se manifestar. Na dédia. Obrigada, Larissa Lopes. Ainda vai longe essa repercussão de todos os lados, né, Vera? E mesmo quem não quis comentar nesse momento, como a Larissa citou como Tarcísio, em algum momento...

esse questionamento vai ser insistente, sem dúvida, vai ter que responder em algum momento, porque é uma pessoa que, por exemplo, está declarando apoio nessa pré-candidatura. Exato, Nadedja, vai ser cobrado a falar. Ele já tinha demorado para ir, Tarcísio, no local da explosão aqui em São Paulo, estava sendo cobrado por isso, então acho que ele resolveu tratar de uma explosão por dia.

foi lá comparecer ao local da explosão causada, não sabe-se pela Congas ou pela Sabesp, que foi recentemente privatizada e que é um dos temas principais da campanha dele. Então, tem os problemas dele para tratar, mas esse assunto não vai sumir. O governador de São Paulo vai ter de falar a respeito. A repercussão lá em Nova Iorque, na Semana do Brasil, também muito grande. Aquele site que traz ali a bolsa de apostas nas eleições.

presidenciais, que já tinha mexido bastante com a pesquisa Quest, a gente vai falar dela provavelmente ainda no próximo bloco, também disparou ali a aposta em que o presidente Lula vai vencer a eleição. Tudo isso é muito reação de momento. A gente tem que esperar também decantar um pouquinho para ver o que vai ficar realmente de concreto junto a um eleitorado que rapidamente tinha absorvido e absorveu o que vai ficar

A pesquisa ainda mostra isso, o Flávio Bolsonaro como candidato da direita. Cada vez mais estava sendo mostrado que havia pouco espaço para qualquer candidatura que tentasse furar essa polarização. As pesquisas vêm reiteradamente mostrando isso. Será que o abalo causado na candidatura do Flávio por isso e pelo que mais possa vir a aparecer...

Porque fontes das investigações e fontes da política dizem que aparecerá mais coisa em relação ao Flávio Bolsonaro. Será que isso é suficiente para a candidatura dele de fato derreter? Ouvi de muitos petistas precipitados. A candidatura do Flávio Bolsonaro derreteu. Não dá para dizer isso ainda.

Assim como a gente, até eu fiz o meia-culpa hoje de manhã aqui, se precipitou em analisar que a gravíssima derrota que o Lula sofreu no Congresso com o Messias teria repercussão também nas intenções de voto. E não teve. A pesquisa Quest mostra que o eleitor passou ao largo desse assunto.

Será que um eleitor que é anti-Lula e olha para o quadro, olha para essa história, ele tapa o nariz e segue adiante? O eleitorado bolsonarista já se mostrou disposto a passar pano para muita coisa. Já passou pano para rachadinha, já passou pano para aumento de patrimônio totalmente incompatível com a renda de uma família em que todo mundo só teve mandato.

praticamente na vida e teve uma evolução patrimonial gigantesca. Passou-se pano para o uso de loja de chocolate como empresa de fachada, para muita coisa. Então, a gente tem que ver o impacto que isso terá. Esse é um caso novo, o caso Master está aí gerando pautas diárias.

A gente ainda precisa ver, esperar decantar um pouco, para ver se esse assunto de fato vai atingir, vai causar um dano concreto na candidatura do Flávio Bolsonaro. Mas o fato é, ele vinha muito quieto, vinha evitando comprar briga com o Supremo, vinha evitando falar muito de máster, estava inclusive sendo cobrado por alguns nomes da direita, por essa postura.

E agora a gente entende um pouco por que. Ele sabia que havia esse áudio, esse áudio está no celular do Daniel Vorcaro, que já está, inclusive, no material bruto, que se encontra de posse do relator do caso no Supremo, o ministro André Mendonça. Eu postei isso no meu blog agora. Então, ele sabia o que estava por vir. E agora a gente tem que esperar um pouco, não dá para tirar nenhuma conclusão precipitada.

Bom, vamos fazer uma pausa aqui no Viva Voz e aí a gente volta para falar justamente dessa pesquisa Quest, que a Vera mencionou, a pesquisa que saiu hoje cedo, mostrando essa melhora na avaliação do governo e também nas intenções de voto no presidente Lula, já já depois do Repórter Seben. Estamos de volta aqui com o Viva Voz e a gente tem atualização em Brasília porque saiu manifestação do PL Larissa Lopes. Conta para a gente.

Pois é, Carol, foi uma nota aqui publicada pelo líder do PL na Câmara, deputado Sostenes Cavalcante, dizendo que reitera que as explicações apresentadas pelo senador Flávio Bolsonaro são claras, coerentes e objetivas.

A nota diz também que os fatos dizem a respeito à busca de patrocínio privado para um projeto privado sem qualquer utilização de recursos públicos. O líder também diz que não aceitará tentativas de transformar uma iniciativa privada em narrativa política artificial para atingir adversários. Também disse que a bancada vai seguir firme na defesa da verdade, transparência e da correção de conduta daqueles que representam milhões de brasileiros.

A bancada do PL, também, de acordo com a nota, permanece unida e confiante no senador Flávio Bolsonaro, certo da lisura de seus atos. E só para fechar na dédia, isso até abre de novo um racha no partido, porque a ala mais próxima de Michele Bolsonaro defende que agora com essa divulgação...

se reacende o debate ali e também conversas para que ela seja a candidata pelo PL, mas, por outro lado, pessoas mais próximas a Flávio Bolsonaro já defendem, até como o próprio Sostenes publicou, dizendo que a bancada permanece confiante no senador, até para permanecer pré-candidato à presidência pela sigla. Na dédia.

Obrigada, Larissa, pelas suas informações. Bom, é o que se esperava mesmo de uma nota do PL, né? Corroborando o que diz a nota do senador Flávio Bolsonaro, tentando colocar tudo no campo de uma negociação privada, um repasse ali de recursos para o filme a respeito do ex-presidente Jair Bolsonaro, tentando dizer que não tem recursos públicos, mas não entra no mérito dessa relação tão próxima.

entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Exatamente. É uma nota ali, na mesma linha da nota do senador, dando tempo para que eles percebam se o caso vai colar, se não vai colar, em que público vai colar e que dano vai causar na candidatura do Flávio Bolsonaro. Mas até lá, esses pequenos...

rachas que existem na direita, eles podem se acentuar. Esse que existe entre o Flávio Bolsonaro e a Michele, que é o que mais inspira cuidados da parte deles, pode também se agravar. Então, a gente tem de observar, por enquanto, a decisão é na retranca, a reação do PL é na retranca.

Bom, e como a gente falou ainda há pouco, logo hoje, que saiu pesquisa Quest de intenção de voto para a eleição presidencial. Então, em Brasília, a Ana Carolina Tomé vai trazer as informações para a gente.

Na DED, a pesquisa genial Quest divulgada hoje mostra que o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro seguem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno, mas competista agora numericamente à frente. Lula aparece com 42% das intenções de voto contra 41% de Flávio.

No levantamento de abril, o filho do ex-presidente estava à frente, com 42% contra 40% de Lula. A margem de erro do levantamento é de dois pontos, então os dois ficam tecnicamente empatados. A ligeira recuperação de Lula vem em meio a medidas populares do governo, como o novo programa Desenrola, a ampliação da faixa de renda do Minha Casa Minha Vida e após também o encontro do petista com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Já no cenário de primeiro turno, com todos os nomes testados, Lula também teve uma leve melhora, saindo de 37% em abril para 39% agora em maio. Flávio Bolsonaro subiu de 32% para 33%. Em seguida, aparecem Ronaldo Caiado e Romeu Zema, ambos com 4%. Na avaliação geral do governo, também houve melhora do petista.

49% desaprovam e 46% aprovam. A diferença de três pontos percentuais é a menor desde fevereiro. Na DED, a pesquisa mostrou ainda que subiu de 57% para 63%, o percentual dos que consideram definitivo sua escolha de voto. 37% dizem que ainda podem mudar.

Com você. Obrigada. E, Ana, a pesquisa já pegou também a repercussão do encontro entre o presidente Lula e o presidente americano Donald Trump, né?

Avaliação sobre esse encontro Lula com Trump para, então, 43% dos entrevistados. Lula saiu mais forte do encontro contra 26% que falam que ele saiu mais fraco. Sobre o caso Mather, para 46% dos entrevistados, o caso afeta negativamente todos os poderes.

54% dos eleitores não ficaram sabendo das investigações que envolvem o senador Ciro Nogueira. Já sobre a derrota de Lula na indicação de Messias, 61% desconheciam a rejeição do Senado ao nome indicado pelo presidente para o STF. Foram 2.004 pessoas entrevistadas com brasileiros de 16 anos ou mais e a margem de erro é de 2 pontos percentuais. Nadete. Obrigada, Ana Carolina Tomé.

Acho que nunca antes a gente recebeu uma pesquisa e ficou tão ansioso para ver a próxima, né, Vera? O Lauro Jardim publicou uma nota do Globo dizendo que essa reportagem sobre o Flávio Bolsonaro deixou a pesquisa da Quest velha cedo demais e não deixa de ser verdade. Mas ela vai, enfim, a gente tem que ver se o que vai acontecer, né, em relação ao caso Master, vai nessa mesma direção.

porque o que a pesquisa mostra é uma leve recuperação do presidente Lula, tanto da sua avaliação quanto das suas perspectivas eleitorais. Tudo, quase todas as oscilações principais se deram dentro da margem de erro.

Portanto, não é uma super notícia e sinal de que a candidatura do Flávio Bolsonaro já enfrentava algum tipo de problema. Porque, por mais que ele tenha oscilado positivamente, o Lula, o Flávio continua empatado com ele, tecnicamente, no segundo turno. E continua bem no primeiro turno. Ele não caiu. O que se inverteu...

foi aquela ordem dos que acham mais perigoso a volta da família Bolsonaro ao poder daqueles que acham a permanência do Lula e, portanto, do PT no poder. Isso fez um X discretíssimo, ou seja, também isso...

Nisso existe um empate técnico, mas com uma leve vantagem numérica daqueles que dizem que é pior a volta da família Bolsonaro ao poder. Então, o que o caso Master pode fazer é acentuar essa tendência que começa a aparecer na quest de uma leve recuperação do Lula. Ou não, ou pode também daqui a um mês acontecer tanta coisa.

que torne esses assuntos superados e que a pesquisa siga uma outra dinâmica. De fato, a gente vai ter de esperar para saber o impacto que essa ligação mais direta, a mais direta que apareceu até agora, do Flávio Bolsonaro com o Daniel Vorcário, vai ter junto ao eleitorado. Ao eleitorado bolsonarista raiz é aquilo que eu disse.

Poucas coisas costumam causar abalo na fé quase religiosa que os bolsonaristas têm na família Bolsonaro. Mas existe um grande contingente de eleitores que são os chamados independentes, que já votaram no Lula em 2022 contra o Bolsonaro e que algumas pesquisas mostram que, em boa parte, estavam dispostos a votar até no Flávio Bolsonaro porque se...

decepcionaram com o governo Lula. Esse não é um eleitor dogmático, religioso, ideológico. É um eleitor que se pauta por um ou outro assunto, por um ou outro tema. Então, o tema da corrupção costuma ser um tema sensível para esse tipo de eleitor independente. Então, vamos esperar dar esse mês para decantar esse assunto e saber como ele vai realmente repercutir nas pesquisas.

Agora, Vera, juntando esse resultado da Quest, né? E agora, depois, essas informações a respeito do Flávio Bolsonaro, você acha que pelo menos dá uma mudada, assim, no cenário político? Porque já tinha gente em Brasília dando o Lula como pato manco, dizendo que ele não deveria nem ser o candidato. Tava um clima político, assim, né? Com a derrota também do Messias no Senado. Agora, acho que o cenário muda um pouco, né?

O cenário político depende de algumas coisas para além das pesquisas, né? Depende dos arranjos que se faz, dos alinhamentos que se tem. A gente vê, por exemplo, que aquela cisânia do Lula com o Davi Alcolumbre, que foi ali, teve o seu ponto máximo na rejeição no nome do Jorge Messias, está longe de ser resolvida.

Ontem os dois se encontraram no TSE, rolou um climão entre eles. Então esse meio de campo entre o Centrão e o Lula não está resolvido.

De outra maneira, eles também não tinham e ainda não têm um grande entusiasmo pela candidatura do Flávio Bolsonaro. Preferiam a candidatura do Tarcísio de Freitas. Então, isso tudo ainda está muito dependente dos próximos passos. O que eu ouço muito ali no Supremo, na Polícia Federal, na PGR, é que vai vir muito desdobramento de máster, vai vir muito desdobramento de investigação de emendas.

Então ainda vai ter muito saculejão no mundo da política. Uma coisa que eu mordi a língua e até falei de manhã quando eu entrei com o Milton e a Cássia, foi que essa derrota congressual gravíssima que o Lula sofreu com o Messias, essa não repercutiu eleitoralmente na pesquisa.

Até foi questionado isso, a maioria das pessoas nem entendeu o que aconteceu, nem soube. Tem muito mais peso o Trump, o desenrola, coisas ali que chegam mais à população do que um caso que acontece ali no Congresso Nacional. Então, a política e a rua nem sempre estão ali no mesmo compasso. Uma, muitas vezes, acompanha a outra, mas demora, tem timings diferentes.

Bom, vamos fazer uma pausa para o noticiário da sua região, a gente volta já já, hoje tem Bruno Carazza aqui conosco. Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana para você. Escuta aí. O GG na área para dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros para a gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.

Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$ 199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia. Está de volta o Viva Voz, que também tem espaço para tratar sim de geopolítica e de economia. Já está com a gente o Bruno Caraza. Boa noite, Bruno.

Boa noite, Vera. Boa noite, Carol. Boa noite, Madeja. Boa noite para você que está com a gente dia quente hoje na política. Exatamente. Você está aí só comendo sua pipoquinha, esperando para fazer a sua análise. Bruno, vamos falar um pouco, então, dessas questões que envolvem a nova configuração da hegemonia global, porque Trump está para ir à China.

e é uma visita cercada de expectativa, o que a gente pode esperar da agenda econômica dessa viagem, para além desse contexto geopolítico que é muito forte? Pois é, Vera, é a primeira visita de um presidente americano à China em praticamente 10 anos. A última vez foi o próprio Trump, que esteve lá em 2017, no primeiro mandato dele, no início do primeiro mandato dele, e num contexto de...

O acirramento das realidades países, principalmente depois do tarifácio que o Trump empreendeu no ano passado, aumentou muito as tarifas, especialmente da...

da China e com isso, com outros produtos chineses e a China retaliou no primeiro momento restringindo a exportação dos valiosos minerais críticos que são fundamentais para a indústria bélica, para a indústria de alta tecnologia dos Estados Unidos. Então, para além da guerra e que a guerra é muito relevante porque a China compra muito petróleo do Irã e dos países da região.

para além dela tem uma pauta econômica muito efetiva que envolve questões de comércio, o nível de tarifas que deve ser estabelecido nessa reunião,

chips para a China. E além disso, tem uma discussão importante dos dois países sobre regulação de inteligência artificial, que hoje é o grande foco da corrida tecnológica dos dois países para quem vai ter a supremacia nesse campo muito relevante da economia para o futuro.

Bruno, o Trump chega a Pequim escoltado por grandes figuras das big techs. O que isso diz sobre os interesses que estão em jogo nessas negociações? Não só das big techs, viu, Carol? Então, no âmbito das big techs, está lá o Elon Musk, da Tesla, o executivo da NVIDIA, o Tim Cook da Apple, representantes da Meta.

muito grande dos setores dos Estados Unidos, que são os grandes exportadores para os Estados Unidos. Então, tem o interesse do agro-americano, então, na comitiva do Trump está o principal executivo da Cargill, por exemplo.

executivos da Boeing e da GE e, além disso, muitos representantes dos...

todo mundo interessado nessa reunião que vai definir aí, pode definir, o quanto a China comprará de produtos americanos no futuro e a regulação que vai ser estabelecida nessa questão da inteligência artificial e dos meios de pagamentos digitais que são muito relevantes para a indústria americana hoje.

E como essas negociações, Bruno, afetam os interesses aqui do Brasil, ainda mais depois dessa reunião do Lula com o Trump, que não teve nenhum anúncio concreto, mas aparentemente já ajudou a melhorar a avaliação do presidente Lula na pesquisa que a gente viu hoje. Pois é, a Vera estava até comentando a respeito disso, o peso que isso tem nas intenções de voto do Lula. Então, essa reunião que o Lula teve com o Trump, apesar de não ter tido nenhum anúncio concreto,

demonstrou uma autonomia do presidente na defesa dos interesses brasileiros, mas essa reunião do Trump com o Xi Jinping na China, ela afeta interesses brasileiros.

Primeiro porque o Brasil é um grande exportador de produtos do agro para a China. Então, se a China concede o maior espaço nas suas compras para a soja, para a carne americana, por exemplo, isso acaba penalizando o agronegócio brasileiro. E isso a gente sabe que o Lula tem muita dificuldade de penetração nos estados que são muito ligados ao agro. Então, tem essa dimensão e tem a dimensão também do acesso.

com o Trump, se o Trump tem acesso ao maior fornecimento de terras raras da China, o poder de barganha do Brasil, ele diminui e essa imagem que o Lula tem de estar defendendo os interesses do Brasil perante os Estados Unidos, pode ser que o Trump perca interesse nesse tipo de negociação e aí o Lula pode vir a ter...

que ele está explorando muito bem a balada nos próximos meses. Então, parece que é algo que está acontecendo do outro lado do mundo que não tem nada a ver com a gente, mas tem efeitos econômicos e políticos aqui no Brasil, sim, com certeza. É isso. Bruno Carazza conosco todas as quartas-feiras. Obrigada por hoje, Bruno. Até semana que vem.

Até mais, gente. Bom trabalho aí. Boa noite. Tchau, tchau. Tchau, tchau. Gente, dá tempo para um último assunto, falar de sucessão aqui no estado do Rio de Janeiro. O ex-governador Antônio Garotinho fez o lançamento da sua pré-candidatura, mais um nome aí que pretende disputar o governo do Rio. A Júlia Viana tem as informações para nós. Oi, Júlia. Boa noite.

Boa noite, Carol, Vera e Naded. Pois é, o Antônio Garotinho fez o lançamento dessa pré-candidatura nessa quarta-feira. Ele chegou ao evento acompanhado da mulher dele, também ex-governadora Rosinha Garotinho, e do deputado federal e pré-candidato ao Senado, Marcelo.

Crivella, a movimentação da pré-candidatura do Garotinho chama a atenção porque o Partido Republicanos tem ainda outro pré-candidato ao governo, o ex-prefeito de Miguel Pereira André Português. Então, eu perguntei para o Garotinho sobre como esse cenário de disputa interna se dá no partido.

No partido democrático, todas as pessoas podem se candidatar. É justo e é legítimo. O que ficou combinado é que daqui a um mês e meio, o partido realizará uma pesquisa.

E aquele que estiver melhor colocado vai ser o candidato do partido para representar as nossas ideias, que são ideias bem diferentes dos outros candidatos que estão colocados aí.

A gente lembra que Antônio Garotinho já chegou a ser preso algumas vezes e foi condenado pelo caso conhecido como Operação Chequinho, que o tornou inelegível. A denúncia apontava que o ex-governador fez uso do programa social Cheque Cidadão para compra de votos na cidade de Campos dos Goitacazes em 2016. No entanto, em março desse ano, o ministro Cristiano Zanin, do STF, anulou essa condenação de Garotinho.

Caso tenha o nome confirmado, Garotinho pode influenciar diretamente essa disputa eleitoral em outubro. Na pesquisa Quest divulgada no final de abril, o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes, do PSD, aparece liderando com 40% das intenções de voto. E o deputado estadual Douglas Ruas do PL vem em seguida com 10% no primeiro turno da disputa pelo governo. Já no cenário em que Garotinho estaria concorrendo, Paes cai para 34% das intenções.

e Ruas cai para 9%. O ex-governador já desponta assumindo o terceiro lugar com 8% no empate técnico pelo segundo lugar dentro da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais. Em seguida, aparecem Wilson Witz, do Democracia Cristã, William Siri, do PSOL, André Marinho, do Novo, Ciro Garcia, do PSTU, Juliette Pantoja, do Unidade Popular, e Rafael Luiz, Luan Manteiro.

Não pontuou. Enquanto isso, a gente lembra o Rio de Janeiro segue com o governador interino Ricardo Couto. Carol. Obrigada, Júlia. Eleição do Rio, animada, tumultuada, vários nomes se colocando aí. Não sabemos nem quando teremos eleições. Se teremos eleição para mandar tampão, se teremos eleição só junto com o restante do país, está aí essa indefinição. Nem quando, nem quando, nem quantas, nem quem serão os candidatos, nem quais candidatos estarão aptos a ser candidatos.

e não impedidos pela justiça eleitoral, etc. Então, o melhor é se fazer aguardar. O cara tinha um nome aí das antigas, ele ganhou uma sobrevida nos últimos tempos como comentarista, político, analista. Tem um espaço grande aí nas redes sociais, no rádio.

no YouTube, etc. E aí está tentando uma reaparição como candidato, mas a gente não sabe se vai realmente vingar essa candidatura. Está na hora do Supremo decidir isso aí. Está demorando demais. Pois é. Vera, obrigada por hoje. Um beijo para você. Até amanhã. Para vocês também. Um ótimo jornal e até amanhã. Beijo.

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