'Indicar mulher negra ao STF depois da derrota com Messias seria cinismo'
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Débora
Igor Cardin
Larissa Lopes
Samanta Klein
Vera Magalhães
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Viva a voz com Vera Magalhães.
Vera Magalhães, muito boa noite, tudo bem? Oi, Débora, boa noite para você, para a Carol, para os nossos ouvintes, também para quem nos assiste. Oi, Vera, boa noite. Já vamos direto à Brasília. Larissa Lopes traz mais detalhes sobre a nova derrota do governo. Oi, Larissa. Oi, Débora. Pois é, e depois dessa nova derrota, com a derrubada do Veto ao PL da Dozimetria...
A base aliada do governo já fala que vai judicializar, vai ao Supremo, então, batalhar ali e falar sobre, e entrar com essa ação, né, pedindo a inconstitucionalidade dessa lei que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e também as outras pessoas condenadas pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Inclusive, Débora, essa lei agora, que ela vai entrar em vigor, porque o presidente Lula vetou e agora esse veto foi derrubado hoje pelos deputados e senadores.
que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro com redução da pena ali em cerca de cinco anos, já que ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em setembro do ano passado e com a pena de abolição violenta do Estado Democrático Direito passando a ser absolvida.
é absorvida ali pela pena de tentativa de golpe de Estado, conforme prevê então esse texto, a sentença de Bolsonaro é reduzida para 22 anos e um mês de prisão. Com isso, então, hoje a base já falou, vai judicializar.
E, por outro lado, então, tinha os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro que comemoraram e falaram que a dosimetria seria só o começo, porque ano que vem teriam a anistia com possível vitória do pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro. Débora. Obrigada, Larissa, pelas informações. Por hora, então, Vera, a palavra final deve ficar com o Supremo, né, sobre o PL da dosimetria.
Pois é, mas será que o governo ali muito escoriado, com duas derrotas, acachapantes, vai bater lá na porta do Supremo para decidir isso? Principalmente num momento em que está muito difícil ler os passos dentro do Supremo. Porque a gente vai fazer aqui uma anatomia da derrota de ontem, do Jorge Messias, mais detalhada, e vai ver...
que tem dedo de ministro do Supremo nisso daí também. Me parece que está faltando ao Lula e ao time da articulação política parar a bola.
se recolher e entender, entender com informação o que está acontecendo, para além do crivo da ideologia e das bravatas e de não, vamos até as últimas consequências, porque isso pode levar a um encadeamento de derrotas.
Eu acho que é importante a gente colocar numa linha do tempo esses dois assuntos, a indicação do Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal e a aprovação e depois veto do PL da dosimetria. Porque quando o Lula, em 20 de novembro de 2025, acorda um belo dia e fala Lula bateu o martelo e indica Jorge Messias para o STF.
Era um momento em que não tinha sido aprovado o PL da dosimetria. E o Davi Alcolumbre estava atuando para se matar no peito e segurar várias coisas que contrariavam o Planalto e estava disposto, inclusive, a matar no peito o PL da dosimetria.
Ele estava disposto a reverter o que a Câmara tinha mudado naquele projeto de lei antifacções. Ele tinha acabado de designar o senador Alessandro Vieira para a CPI do INSS e isso...
ali, aliás, do crime organizado, e isso interessava ao governo naquele exato momento. O mesmo Alessandro Vieira iria relatar o PL da Antifacções, numa coisa que era casada com o governo, aí o governo vai, pá, indica um aliado para o Supremo que contraria frontalmente o Davi Alcolumbre e sem falar com ele. Depois disso, passou o PL da dosimetria na Câmara e passou no Senado.
O governo perdeu qualquer comporta, qualquer anteparo que ele tinha para derrotas no Congresso. Aí o Lula vai em janeiro, veta totalmente. Não tinha muito outra coisa a fazer. E aí ficou evidente que o veto iria cair. Assim como estava muito...
muito fácil de ver, que dificilmente o Jorge Messias iria passar. Então, o governo está enfileirando uma série de decisões que estão levando às suas derrotas no Congresso. Não adianta só cobrar uma aliança espúria entre a extrema-direita e o centrão sem entender o que o próprio governo fez para se colocar nessa situação em que ele se encontra hoje. Então, só judicializar...
a questão da dosimetria nesse momento, será que adianta? Será que a oposição já não está lá na frente, fechando alianças de olho numa expectativa de poder que não vem do Lula, que vem da oposição, que vem do bolsonarismo? E será que os ministros do Supremo não estão enxergando isso e pensando opa, a gente também vai ter que se recompor por aqui, até porque nossas cabeças estão a prêmio no caso Master. São muitas variáveis.
E não permite mais esse joguinho de centro acadêmico que o governo Lula está fazendo, está tratando o Congresso como se fosse eleição do DCE, não é? É muito mais sofisticado que isso. É uma articulação política pueril a do Lula no Congresso. Ela é amadora, pueril, passou vergonha ontem e hoje. Dois dias de vergonha que deve estar todo mundo com a cabeça inchada.
Então, a judicialização é um caminho? É um caminho de sucesso para o presidente Lula e para o governo? Eu acredito que não necessariamente. E diante desse terreno pantanoso, o governo ainda corre risco de sofrer novas derrotas, porque tem outras pautas importantes, por exemplo, o fim da escala 6x1, que vai tramitar no Congresso.
Só acredito que ela já não esteja natimorta porque o presidente da Câmara tem interesse nela. E mesmo assim, ele pode ser convencido pelo setor produtivo, empresarial, a mudar de ideia.
Por enquanto, o Hugo Mota quer levar adiante a ideia de acabar com a escala 6x1, de reduzir a jornada de trabalho como pautas dele e não do governo Lula. Tanto é que elegeu projetos do parlamento e não do executivo. Então, a chance de perseverar essa pauta é ela ser encampada por este Congresso como uma agenda sua e não do governo.
Bom, vamos falar então do day after, daquela derrota histórica de ontem, com a reprovação do nome do Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. A Samanta Klein está de olho nessa repercussão. O governo ainda tentando entender e calibrar como é que vai ser essa reação, inclusive se o Lula vai indicar um outro nome ou não, né, Samanta?
É, Carol, exatamente, tentando calibrar mesmo, isso se é que haverá alguma reação de forma imediata, até porque se fosse imediata já teria sido feita, né, Carol, Débora e Vera.
Olha, o governo então está estudando o que fazer. Estão aí entre alas divididas, aliados do presidente, pensando nessas possibilidades, até porque uma reação exagerada traria prejuízos para a pauta do Palácio do Planalto no Congresso, nessa reta final antes da campanha eleitoral. Mas como a Vera vinha dizendo ali, o governo está já numa dificuldade que vem de bastante tempo.
Entre as possibilidades de retaliação seria a exoneração de indicados de Alcolumbre para vagas de segundo e terceiro escalão, até o envio de um novo nome para ocupar essa cadeira no STF, aliados defendem...
que seja uma mulher negra, o que resultaria numa pressão popular para pautar a indicação. Inclusive, o líder do PT na Câmara, Pedro Kizai, disse que Lula vai mandar um nome para o Senado, que ele não vai abrir mão dessa prerrogativa, mas fato é que nada está definido.
Do lado de Alcolumbre, aliados dele também dizem que ele demonstrou força até mesmo para a reeleição dele. É claro que ele vem se preocupando com isso, mas também demonstrou que ao defender o indicado Rodrigo Pacheco nesse embate com Lula...
Demonstra ali uma força, uma defesa das prerrogativas também do Congresso e ainda dá um toquezinho na oposição de que ele tem mais apoio do que o candidato de Flávio, que seria o senador Rogério Marinho para uma eleição no ano que vem. Também tem a parte dos aliados.
do governo que querem questionar um supremo a ação política que resultou na derrota de Messias. É o caso do grupo Prerrogativas. Falei com o advogado Marco Aurélio Carvalho, que é o presidente, ele disse que o caso envolvendo Messias abre um precedente ruim para a democracia porque o Senado ultrapassou as suas prerrogativas, que é de analisar notório saber jurídico dos indicados ao invés de fazer política.
E no Supremo, o clima é de consternação, com a suposta articulação direta do ministro Alexandre de Moraes nessa derrota de Messias. Então, os ministros se veem aí preocupados com a imagem da instituição.
E tem o entendimento também de que Moraes atuou muito mais por iniciativa de se defender, já que Messias deveria ingressar ali na ala de André Mendonça, essa ala que é contrária a esse pulso mais firme de Moraes, por assim dizer, em alguns temas. Com vocês.
Obrigada, Samanta. Bom, Vera, por partes aí que tem muita coisa para a gente comentar, primeiro essa possibilidade aí do Lula indicar uma mulher ou talvez uma mulher negra tentando reverter esse jogo e colocar o ônus no Congresso. Olha, estou indicando aqui um nome acima do bem e do mal. Se o Congresso não aprovar, o ônus é de vocês. Como é que você vê essa possibilidade?
Eu acho que essa ideia, se é que ela existe mesmo na cabeça do presidente, ela padece de dois males. O primeiro é o cinismo. Porque o presidente teve três oportunidades neste mandato para indicar uma mulher e uma mulher negra.
E havia demanda do seu eleitorado para que ele fizesse isso. Havia uma clara necessidade de fazer isso, uma vez que uma das duas únicas mulheres do Supremo, que era a ministra Rosa Weber, se aposentou e ele deu de ombros para isso. Fez pouco dessa demanda, não estava nem aí. Dizia que ia mandar um dele e que não tem essa, não sei o quê.
Aí, diante de uma derrota dessa natureza e com áreas de humilhação, aí ele pega e tira a cartada da mulher negra do bolso. Eu acho isso um desrespeito à causa feminista e à causa da igualdade de gênero na política e no judiciário. Isso é fazer piada com a cara das mulheres, na verdade.
E a coisa da ingenuidade vem em seguida, porque achar que isso pode fazer com que uma aliança entre Davi Alcolumbre, Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro se sensibilize é não entender o quanto já se avançou.
em termos de querer deixar o governo no cercadinho. Se o Lula indicar uma mulher e indicar uma mulher negra nessa situação tão adversa, ou seja, submeter mais uma pessoa a esse circo que virou o Congresso, essa mulher negra vai ficar lá com a indicação dormitando nos escaninhos do Senado até depois da eleição, ou seja...
Não vai fazer nada de benefício à causa feminista. Esse treino, a meu ver, já passou. Não vejo possibilidade do Lula indicar alguém, mulher, homem, negro ou branco, que passe nesse momento no Senado. A coisa é tão séria e tão grave.
A ponto do senador Rodrigo Pacheco ter dito, não, não, obrigada, não me indique. Que é um nome que esse claramente passaria. E o cara não quer saber. Bruno Dantas, se você fala com ele, talvez agora sobre para você, por ser ali uma possibilidade.
de composição, ele fala, não, tchau, para mim a minha vida já andou, já foi para outro lado, é uma sinuca de bico. Colocar uma mulher negra numa sinuca de bico dessa, depois de ter feito pouco da reivindicação legítima e justa e mais do que apropriada para ter mais mulheres no judiciário, eu acho que isso daí já é você avançar algumas léguas no terreno do cinismo.
Essa...
o fato do Pacheco não querer mais, me exclua fora dessa, tipo, me exclua fora dessa. O Ender Starnes, nosso produtor, conversou com aliados de Pacheco que disseram que ele não trataria essa indicação como moeda de troca em nenhuma conversa futura com o presidente Lula, porque se ele quisesse mesmo o nome de Pacheco no STF, teria feito isso no ano passado. Então, tratar disso agora poderia ficar parecendo um prêmio de consolo ou tapa-buraco.
E os aliados dizem que Pacheco está focado na eleição em Minas Gerais, mas também não garantiu se ele vai sair candidato ou não. Agora, Vera, outros dedos também, outras digitais também estão nessa articulação. Não foi só Davi Alcolumbre junto com oposição, né? Teve dedo do STF? Teve dedo de Pacheco?
Difícil de saber, até porque Pacheco e Alcolumbre são uma mesma unidade, quem opera mais é o Davi Alcolumbre, o Pacheco gosta de ter aquele ar dele de jurista, de quem está ali olhando para as grandes causas, embora ele esteja sempre sabendo de tudo e provavelmente sabia, foi um dos primeiros a saírem no plenário e tal.
estava na muda, não tinha falado em campanha em Minas até agora, talvez porque soubesse que esse passo aí inviabilizaria uma aliança com o PT, e eu acho que inviabiliza. Como você vai ter confiança em apoiar a candidatura de alguém que participou de uma trama como essa?
E a questão do Alexandre de Moraes, essa é mais sofisticada ainda, né? O famoso xadrez 4D ali, muitas dimensões, tabuleiros, etc. Porque se você imaginasse, se você dissesse para os petistas que pegaram o touro à unha para defender o Alexandre de Moraes nos últimos anos, ali mesmo ele tendo sido nomeado para o Supremo pelo Michel Temer, que eles acham que é golpista. Aí eles dizem, não, Alexandre é nosso. Pegaram, abraçaram para eles.
E aí, se pensar que o Alexandre de Moraes tramou com o Davi Alcolumbre e o Flávio Bolsonaro, porque o Jorge Messias, um petista ali, o Messias que ia levar o papel da nominação do Lula, Messias, a geu e o do Lula, iria se unir com o André Mendonça, que, por sua vez, foi designado pelo Jair Bolsonaro.
Contra o Alexandre de Moraes, aí quem realmente não acompanha o dia a dia da política já se perdeu umas três jogadas para trás. Mas, aparentemente, isso aconteceu. Se não dessa maneira tão esquemática, pelo menos ali por meio de gestos. E isso denota um extremo desespero do ministro Alexandre de Moraes com o caso Master.
Se ele cogita uma aliança com a família Bolsonaro, depois de tudo que houve, só para evitar que uma pessoa que poderia somar votos com o ministro André chegasse ao Supremo, só para fechar a porta do Supremo na cara dessa pessoa,
É porque tem muita coisa para vir por aí, mais do que talvez a gente imagine. Mas e aí, quando vão vir à tona essas coisas do Banco Mastro? Porque fica isso pairando como uma nuvem ali, abarcando todas as instituições e toda a política, toda a classe política.
sem que a gente saiba o que a Polícia Federal já tem, o que mais ela já tem, até onde ela avançou. Porque o que você mais ouve nas conversas de bastidores é o caso Master vai levar de roldão a candidatura do Flávio Bolsonaro.
Inclusive, isso está sendo prometido para a campanha do Lula, para o comando da campanha do Lula, que ele não deveria se preocupar muito porque a campanha do Flávio Bolsonaro vai ser atingida duramente pelo caso Master. Mas me parece que estamos nos aproximando da eleição sem que essa promessa tenha se concretizado. Então, é isso. Tem essa variável caso Master que embaralha todas as cartas a esse ponto de você não saber mais quem é aliado de quem.
e que torna muito mais difícil se mover nesse tabuleiro em que cada um está preocupado primeiro com os seus interesses e depois com todo o resto. Agora, Vera, ontem você já pontuava que toda essa crise pode colocar em xeque a própria candidatura do presidente Lula à reeleição. Já havia rumores, gente falando aqui e ali que talvez o candidato não devesse ser o Lula, esse movimento ganha atração?
Ganha e hoje era o Talk of Town ali. Muita gente mandando mensagem, muita gente pegando o meu texto e me mandando mensagens com ideias, muita gente questionando advogados especialistas no eleitoral se o Geraldo Alckmin tendo deixado o Midic.
Mas ainda sendo vice-presidente, ele só pode concorrer à vice-presidência ou pode concorrer a qualquer cargo? E ele pode concorrer a qualquer cargo. Ele não é mais ministro, portanto não tem cargo no executivo, e ele pode concorrer à presidência da República sendo vice-presidente, é diferente de governadores, por exemplo. Então, essas consultas, quando começam a ser feitas, é porque já se sentiu o cheiro de sangue na água.
E elas estão sendo feitas, estão a pleno vapor, consultas, conversas e tudo mais. Quando você olha o comando da campanha do Lula, e eu fiz isso hoje, é estarrecedor o grau de desconexão desse pessoal, desse QG, com o mundo de hoje.
Com essa política que pendeu para a direita, esse congresso que pendeu para a direita, é um comando de campanha que tem vários personagens de escândalos passados, Paulo Okamoto, o Gabriel da Petrobras, ex-Petrobras, José Sérgio Gabriel, tem vários personagens ali do coração do sindicalismo do ABC. Então, a Mônica Valente, que era a mulher do Deorubo Soares.
Carlos Alberto Grana, que era do Sindicato Metalúrgico, José de Felipe Júnior, que vinha a ser prefeito de Diadema. Então, é um monte de gente de verões passados que não tem nenhuma, nenhum trânsito com a política como ela é feita. Hoje em dia não tem trânsito com esses ministros do Supremo.
Não tem trânsito com o Congresso, zero, total de zero. Não tem trânsito com os partidos que podem vir a ser incluídos numa aliança do Lula. Eu acho que está tudo muito desaparelhado do ponto de vista do PT e do Lula.
E tudo isso leva a que essas conversas sobre uma possível substituição do presidente como candidato prosperem. E aí eu já dou cabo de um assunto que a gente ia tratar agora e não deu, mas que eu acho que uma frase basta. Diante de todo esse caldo entornando, o presidente está preparando um discurso de sete minutos no primeiro de maio. E aí realmente me parece aquele momento em que você vê que a pessoa está totalmente...
ali é nada do que está se passando. O que ele vai dizer nesse discurso? Ele corre um risco sério, irreal e concreto de haver um panelaço contra ele no 1º de maio. Vocês já pensaram nisso? O presidente do Partido dos Trabalhadores levar um panelaço pela fuça em pleno 1º de maio? Porque é isso que a gente está vendo. O país está...
dizendo aos poucos que esse governo cansou. Era o caso de fazer uma mensagem sucinta, curta, apresentar dois ou três projetos e tchau. E vai recompor o governo. Mas não, o presidente vai fazer uma mensagem a Fidel Castro no dia 1º de maio. Daqui a pouco a gente vai falar mais sobre o conteúdo desse pronunciamento. Agora você fica com notícias da sua região.
Viva a voz de volta. Igor Cardin traz pra gente o conteúdo do pronunciamento do presidente Lula, que está previsto pra hoje, às oito e meia. Oi, Igor.
Oi, Débora. Boa noite para você, boa noite para a Vera, Carol e também aos ouvintes. Pois é, como a Vera antecipou agora há pouco, esse discurso terá ali cerca de sete minutos. O presidente Lula deve aproveitar esse tempo de rádio e televisão, às vésperas do 1º de maio, para anunciar um novo pacote de medidas voltado ao combate...
do endividamento das famílias e também as pautas trabalhistas, como a defesa do fim da escala 6x1. A fala ocorre justamente nesse momento onde a estratégia do governo é ampliar o crédito e melhorar a relação com os setores específicos da economia, enquanto o Lula evita participar presencialmente desses atos organizados por centrais sindicais, centrais sociais também, neste ano, no 1º de maio, com receio de baixa mobilização.
após o esvaziamento registrado em anos anteriores. O principal eixo desse pacote que será anunciado é uma nova etapa do desenrola, voltada à renegociação de dívidas do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal sem garantia. A proposta prevê juros limitados a 1,99% ao mês, descontos que podem chegar até 90%.
sobre os débitos e prazo de até quatro anos para pagamento. Os detalhes desse programa devem ser anunciados somente na semana que vem, quando ele será oficialmente, então, divulgado pelo Palácio do Planalto. O programa deve atender pessoas com renda de até cinco salários mínimos e permitir o uso de até 20% do saldo do FGTS para quitar as dívidas. O detalhamento, portanto, fica para a semana que vem.
Paralelamente a isso, o governo anunciou hoje uma nova rodada do programa Move Brasil para a renovação de frotas de caminhões e ônibus. Essa iniciativa amplia a linha de crédito.
lançado no início do ano, de R$ 10 bilhões iniciais foram totalmente contratados em cerca de 90 dias. Então, agora eles ampliaram esse programa voltado especificamente também para caminhoneiros autônomos. O programa financia veículos novos e seminovos, mais econômicos e menos poluentes, com operações de até R$ 50 milhões por beneficiário. Débora Carol Ivera.
Obrigada, Igor. Bom, então, a expectativa era essa mesmo, que o governo falasse da escala 6x1, do fim da escala 6x1, e anunciasse os pontos do pacote de endividamento. Mas também não vai detalhar. Sete minutos. Sete minutos. E, de qualquer forma, Vera, eu queria ouvir mais um pouco de você sobre essa medida, né? Que o governo está contando com isso para melhorar a aprovação.
Era bom, então, anunciar a medida de uma vez, arredondar o projeto, estabelecer todos os seus parâmetros técnicos, dizer quanto ele vai custar em termos de renúncias fiscais.
renúncias a recebimentos, a atributos, enfim, uma série de onde vai sair o dinheiro, quem vai se beneficiar, em que medida o FGTS vai poder ser usado, quais as restrições, porque aí sim você...
tem um programa concreto para apresentar para o trabalhador no dia do trabalho, e não só uma carta de intenções, sendo que o primeiro programa já não surtiu o efeito que se esperava que tivesse, pelo menos não tão duradouro. Então, é um governo que passa semanas dizendo que vai fazer coisas, e quando faz, faz pela metade, faz truncado.
faz atrasado porque o Congresso fez primeiro, como é o caso da escala 6x1. Então, são duas medidas, a escala 6x1 e o desenrola 2, que poderiam interessar e dialogar com esse novo trabalhador, ou com o trabalhador CLT, ou com vários nichos da classe trabalhadora, mas que...
Até aqui não surtiram nenhum efeito concreto. E também tem aquele caso do projeto dos entregadores, que eles mandaram, o projeto ficou lá no Congresso, era um projeto todo errado, que os trabalhadores de aplicativo odiaram, detestaram, trabalharam contra, ameaçaram fazer greve. Então está tudo muito mal parado também nessa seara aí.
Gente, vamos falar aqui de política do Rio de Janeiro. Tem mais um capítulo na nossa longa novela aqui na disputa pelo governo do Estado. Agora um recurso do ex-governador Cláudio Castro. Ele está recorrendo ao TSE contra a inelegibilidade, pedindo a anulação do julgamento. Quem tem os detalhes é o Matheus Maciel. Oi, Matheus, boa noite.
Oi, Carol, boa noite para você, Vera, Débora, todo mundo acompanhando a gente aqui no Ponto Final. Foi bem no estouro do prazo, Carol. O prazo se encerrava hoje e ontem à noite, no finzinho, os advogados de defesa do ex-governador Cláudio Castro peticionaram o recurso pedindo a anulação da decisão que tornou inelegível.
mas apontam diversas questões para tentar justificar esse pedido de anulação. Em síntese, mais clara possível que seja, os advogados de defesa postulam que o TSE condenou sim, Cláudio Castro, reconhecem o fato, porém que o TSE não fez tudo como o rito processual deveria acontecer.
Então, ao longo do processo, e não só na sua decisão final, tiveram diversas brechas e irregularidades processuais. É isso que, então, os advogados de defesa tentam argumentar. E aí trouxeram diversos pontos. Trouxeram pontos relacionados a pedidos do Ministério Público Eleitoral que não foram considerados. Tiveram pontos levantados em relação...
a réus que estavam no início do processo, mas que no acordo final eles sequer são citados, que é como se estivessem desaparecidos ao longo do processo, que na verdade foram coisas dirimidas pelos ministros ao longo do processo, em sessões que foram acontecendo, só que não aparecem por escrito, não aparecem nem nas atas, nem no acordo final, e aí então abriu brecha, por assim dizer, no entendimento dos advogados de defesa para postularem a anulação desse processo.
Fato é que, desde o início, esse processo teve diversas idas e vindas após o julgamento que condenou Cláudio Castro. Já tivemos, desde então, inclusive, três documentos ratificando a decisão e aí retificando a anterior. Então, sempre corrigindo o que estava sendo posto em documentos primários para um secundário e depois para um terciário. Sempre corrigindo com novas versões o documento.
E aí tivemos na final o acordo que sequer disse agora o ponto principal que fica com tudo isso. Se o Rio teria eleições diretas ou indiretas, isso foi suprimido da decisão final no acordo, que era grande ponto de discussão, inclusive, do que a gente vem acompanhando mais intrinsecamente, mais ativamente aqui há semanas.
que é se o Rio de Janeiro vai ter eleição direta ou indireta com a renúncia de Cláudio Castro. E essa dúvida segue pairando no ar. O processo lá do Supremo que vai decidir isso segue em vistas de Flávio Dino. E aí a gente tem que continuar acompanhando para ver onde isso dará. Valeu, Matheus. Difícil imaginar que o TSE vá acolher esse recurso aí do ex-governador Cláudio Castro, né? Anular esse julgamento seria mais um ponto nesse embrólio. Por outro lado, o Supremo também sentou em cima dessa história, né? Não está com pressa nenhuma de resolver.
Não está com pressa nenhuma, eu acho que esse recurso aí é natimorto, é só para dizer que fez alguma coisa, não vai ser acatado pelo TSE, mas realmente a divulgação desse acórdão foi uma novela, e uma novela rocambolesca, como o Matheus bem descreveu, um acórdão que nunca chegou.
a ser completo e a ser elucidativo sobre o que vai acontecer agora. E isso meio tem uma explicação, é que a bola está com o Supremo, o Supremo acabou pegando para si essa bola. Isso contrariou um pouco a ministra Carmen Lúcia no primeiro momento, mas agora está lá, a bola está lá.
E é lá que vai se decidir qual é o desfecho da vacância do governo do Rio. E a gente vê que Roraima está vivendo a mesma situação, mesmo tipo de incerteza quanto ao que vai acontecer ali. Então, são dois estados em que pode haver eleições diretas ou indiretas, sendo que a gente está há seis meses das eleições gerais. Então, muito complicado esse quadro.
A gente faz agora mais uma pausa aqui no Viva Voz. Você fica com notícias da sua região já já. Vamos falar mais de política, sobre as pesquisas de intenção de voto. Hoje saíram pesquisas Genial Quest para os estados do Ceará, Rio Grande do Sul e Goiás.
São 6h48 agora, 6h49, o relógio já virou, nós vamos a Porto Alegre, porque o Ramon Nunes tem os detalhes da pesquisa genial Quest para o governo do Rio Grande do Sul. Ramon, boa noite. Perdemos o contato?
Acho que perdemos o contato com o Ramon Nunes, nosso colega lá de Porto Alegre. Vamos ver se a gente consegue, senão a gente traz os dados aqui pelo estúdio mesmo. Hoje saíram as últimas rodadas da pesquisa Genial Quest, com a intenção de voto para o governo do Estado. Agora sim. Ramon, quais são os detalhes da pesquisa para o Rio Grande do Sul? Boa noite.
Boa noite. A pesquisa Quest de intenção de voto foi divulgada na manhã de hoje, mostra que Juliana Brizola, do PDT, e Luciano Zucco, do PL, estão tecnicamente empatados na margem de erro na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul.
Para o primeiro turno, no cenário estimulado, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, a pesquisa mostrou Juliana Brizola com 24% das intenções de voto e Luciano Zucco com 21%. Além deles, Gabriel Souza, do MDB, aparece com 6%, Marcelo Maranata, do PSTB, com 2%, Rejane Oliveira, do PSTU, com 1%.
Os indecisos são 34%. Brancos, nulos ou disseram que não vão votar, apareceram com 12%. A Quest também fez três simulações de segundo turno. Essas simulações mostram que o segundo turno entre Juliana Brizola e Luciano Zucco, ela vence com 35% a 27%. Se ela for para o segundo turno contra Gabriel Souza, ele vence por 35%, ou melhor, ela vence, Juliana Brizola vence por 35% a 17%.
E em um segundo turno, entre sim, Luciano Zucco e Gabriel Souza, vence Zucco com 28 contra 20%. Essa é a primeira pesquisa para o governo do Rio Grande do Sul, feita pela Quest, com os nomes dos pré-candidatos ao Palácio Piratini em 2026. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimento e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral é RS-03000-2026.
Obrigada pelas informações. Ramon Nunes com a pesquisa Quest do Rio Grande do Sul. Bom, Vera, como as outras, pesquisa inicial, o que a gente pode falar dessa disputa do cenário por lá? É um quadro bem parecido com o do Paraná. Lá, os dois governadores do mesmo partido, inclusive o PSD, eram presidenciáveis. Um deles desistiu antes da hora, que foi o Ratinho Júnior.
E o outro foi preterido em favor do Ronaldo Caiado, que também é um governador. E aí o Eduardo Leite, assim como o Ratinho, decidiu ficar no cargo e não renunciar para concorrer a um outro posto tipo o Senado.
Então, ele vai tentar alavancar a candidatura do vice-governador, Gabriel Souza, que é do MDB e está em terceiro aí na disputa, atrás da neta do Brizola, que é do PDT, Juliana Brizola, e do Luciano Zucco, que é do PL, deputado Luciano Zucco. O Leite é uma jovem liderança...
Um governador muito jovem foi eleito para um segundo mandato, mesmo depois de uma circunstância muito específica em que ele renunciou lá atrás para concorrer à presidência da República, não conseguiu se viabilizar em 1922 e voltou a disputar o governo, então ele correu uma grande chance, um grande risco.
do eleitorado gaúcho rechaçar essa decisão, mas ele ganhou no fio da navalha ali do Onyx Lorenzoni, que agora nem volta a aparecer como candidato, e enfrentou uma circunstância gravíssima nesse seu atual mandato, que foi a enchente.
do Rio Grande do Sul. Então, eu acho que essa eleição vai ser um escrutínio sobre esses dois governos dele, foram marcados ali por um ajuste fiscal necessário, porque é um dos estados mais quebrados do país, e se a população do estado vai dar a ele o aval elegendo o seu candidato que venha a ser o vice. Todo vice que é candidato...
prefere quando o governador se licencia, renuncia ao mandato para assumir por alguns meses e assim se tornar mais conhecido da população. Então, tanto o Ratinho quanto o Eduardo Leite vão ter o desafio de tornar esses vices conhecidos sem que eles estejam...
no exercício do governo. É diferente de outros estados, como Goiás, que a gente vai ver daqui a pouco, o Espírito Santo, em que o Renato Casagrande renunciou, e o seu candidato é o vice também, Ricardo Ferraço, que está no poder, portanto, também tem a chance de ter uma vitrine para se tornar mais conhecido. É mais difícil quando você continua como vice e é candidato.
Deixa eu trazer aqui os números agora do Ceará, gente. Lá, a Quest testou quatro cenários, né? Porque tem cenários em que aparece o governador Eumano de Freitas, do PT, enfrentando o Ciro Gomes, do PSDB, mas eles testaram também o nome do Camilo Santana, do PT. E o Camilo vai melhor do que o Eumano nesse enfrentamento aí contra o Ciro Gomes. Apesar de metade dos eleitores do Ceará avaliarem que o Eumano...
merece ser reeleito, né? 39% pensam o contrário, mas o Ciro está levando vantagem quando o cenário é com o Eumano. Então, no primeiro cenário, temos Ciro Gomes contra o Eumano de Freitas. O Ciro está na frente com 41% contra 32% do Eumano.
Aí tem um segundo cenário do Ciro enfrentando o Camilo. Aí o Camilo leva vantagem. Camilo Santana com 40%, Ciro Gomes com 33% das intenções de voto. E tem mais outros dois cenários. Um do Eumano de Freitas enfrentando o Roberto Claudio, do União Brasil.
o Eumano com 39, o Roberto Cláudio com 16, tem outros nomes, Eduardo Gerão é testado, aparece em diferentes cenários com um dígito, não chega a alcançar os dois dígitos e outros candidatos pontuando ainda menos. E o último cenário com Camilo Santana enfrentando o Roberto Cláudio do União Brasil, Camilo com 49, Roberto Cláudio com 12, Eduardo Gerão com 9, e outros candidatos pontuando bem pouco. E aí fica a dúvida, quem vai ser o candidato? Se de fato vai ser o governador Eumano de Freitas ou se o...
O PT pode apelar e ir para o Camilo Santana que aparece melhor nas pesquisas. É uma operação de muito risco essa de você falar que o governador na cadeira não tem condições de concorrer. Você só pode tomar uma decisão como essa sem entender que você vai perder...
Se não fizer, o Elmano é uma cria do Camilo, era esse caso. Alguém muito desconhecido que largou lá atrás, descreveu aquele caminho que é muito comum no Ceará, em Fortaleza, da pessoa começar lá atrás e ser puxada realmente pelo padrinho político. A família Ferreira Gomes já fez muito isso com o próprio Camilo Santana.
Fez isso com o próprio Roberto Claudio, que aparece aí como um dos candidatos. E com o Elmano Freitas não foi diferente. Agora você chegar para ele e falar, dá licença que o outro vai voltar para concorrer. Me parece uma jogada de risco.
E que pode criar uma cisânia nessa aliança que já é bastante conturbada, já enfrentou muitos problemas. Hoje, a família Ferreira Gomes é rompida entre si. O Cid Gomes e o Ciro Gomes não se falam. E o Cid era alguém que tinha uma verdadeira...
idolatria pelo irmão, entrou na política pelas mãos do irmão, enaltecia as qualidades do irmão, etc, e acabaram rompendo. Ciro Gomes tem essa característica de ter um recall imenso, nacional e no Ceará, e largar sempre bem.
Nem sempre ele entrega. Faz muitos anos que ele não é eleito para nada, além de deputado federal. Então, ele agora está largando na frente. Não se sabe se ele vai chegar na frente, lá atrás. Então, são muitas circunstâncias a serem avaliadas aí. Não é uma decisão fácil.
essa que o PT tem de tomar, mas pelo sim, pelo não, o Camilo Santana se desincompatibilizou, disse que se desincompatibilizou para coordenar a campanha do humano, mas pode vir a substituí-lo se eles entenderem que a chance de derrota é real.
Vamos trazer os dados de Goiás, gente? Dá tempo? Acho que dá, né? Acho que dá. Um minutinho? Bom, vamos lá. São três cenários de primeiro turno. O primeiro com o Daniel Vilela, que é o atual governador, era o vice do Caiado, está com 33%, enfrentando o Marconi Perillo, do PSDB, com 21%.
Depois, Adriana Costa, do PT, tem 10 e outros candidatos pontuando abaixo dos 10. No segundo cenário, tem outros candidatos ali pontuando também abaixo, mas permanece essa vantagem do Daniel Vilela contra o Marconi Perillo, o Vilela com 33, o Perillo com 21 e o Hildor Moraes com 11%. E o quarto cenário também muda os outros candidatos. Basicamente, o cenário é esse, do atual governador, vice do Caiado, em vantagem, enfrentando o Marconi Perillo do PSDB.
Exato, é um cenário de construção também da candidatura do vice, com essa diferença de que o Caiado deixou ele assumir, então ele vai poder ter essa vitrine para se tornar mais conhecido, e o fato de que lá...
O Cado tem uma aprovação de nível parecido com o do Ratinho Júnior, na casa dos quase 80%. Então, é mais fácil para ele eleger um sucessor. O governador hoje veio a ser filho do Maguito Vilela, que foi também governador do Estado. Ele morreu na pandemia e marca aí uma união de dois grupos políticos que nem sempre estiveram juntos. Maguito e Iris Cezém, eram um grupo.
E o Caiado era um outro, contra um outro ex-governador, que é o ex-governador e ex-senador Marconi Perillo, do PSDB, que é um partido que sofreu muitas perdas de quadros, mas tenta resistir em alguns lugares. Muito bem, então, obrigada, Vera. Amanhã tem mais. Tem uma correção aqui para a gente fazer, Wender, é isso?
É sobre o candidato do... Ah, eu falei que ele era o vice, né? Tô louca. O Sandro Alex, né? Não é. Recebi a mensagem do nosso Marconi aqui. E falei besteira. Ele era secretário de infraestrutura, não era o vice. É isso. Vera, então obrigada por hoje. Amanhã tem mais Viva Voz, mas eu só te vejo daqui 15 dias. Até. Até mais, gente. Um ótimo...
Por quê? Você vai tirar férias? É isso, tá assim, tá assim, saídinha. Divirta-se, minha amiga. A Bela devorou até cair a ficha, hein? Um curto período de férias, é que amanhã eu não estarei aqui, eu estarei no Jornal da CBN. Eu também não estarei, tá, Anderson? Eu também não estarei, gente. Mas Leandro Gouveia estará.
Leandro Reia estará aqui junto com Henrique Dias e junto com Karina Almeida cuidando dessa lojinha. Então tá bom, desejo sucesso a todos. Beijo, Vera. Até, gente. Tchau, tchau. Até.