Cenário eleitoral para o Senado em SP mostrado na Quaest 'está longe de ser definitivo'
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Vera Magalhães
Bruna Barbosa
Débora
Igor Cardim
Samanta Klein
Sérgio Dembele
- Cenário eleitoral para o Senado em SPTarcísio de Freitas · Fernando Haddad · Simone Tebet · Márcio França · Marina Silva
- Indicação Jorge Messias STFJorge Messias · Davi Alcolumbre · Conselhos de Lula · CCJ
- Política MonetáriaBanco Central · Selic
- Inquérito das Fake NewsAlexandre de Moraes · STF
Oi, pessoal! Aqui é a Astrid. Deixa eu te falar uma coisa como mãe, tá? A gente tenta acompanhar tudo, mas quando o assunto é internet, é insano conseguir ver de perto. Por isso, eu achei legal dividir uma coisa com vocês. No TikTok, contas de adolescentes já vêm com mais de 50 configurações de segurança e privacidade ativadas automaticamente. E ainda tem a sincronização familiar, onde pais e responsáveis conseguem ajustar conteúdo e tempo de tela de um jeito bem simples. Assim, a gente fica mais tranquila, né? Clique no banner e saiba mais!
Viva a voz com Vera Magalhães.
Vera Magalhães, muito boa noite, tudo bem? Oi, Débora, tudo bem? Boa noite para você também, para a Carol, para os nossos ouvintes, também para quem nos assiste. Oi, Vera, boa noite. Já vamos lá para Brasília, a Samanta Klein vai trazer aqui mais informações sobre a aprovação de Jorge Messias para o STF na CCJ. Mais de oito horas da Sabatina, não é mesmo, Samanta?
Exatamente. Até, Débora, Carol e Vera, boa noite para vocês. Por 16 a 11, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, como você ressaltou, quase nove horas de sabatina longa, com temas bastante espinhosos, como 8 de janeiro, aborto, inquérito das 7 mil, regulação das redes sociais.
entre outros, mas aprovado com o placar que era estimado pelo governo. A votação, inclusive, ela foi feita pelos senadores horas antes, cerca de três horas antes, eles já estavam com o painel aberto, tinham votado.
Mas é lógico que o placar foi anunciado somente depois da sabatina. Agora, acabei de falar com o relator, o Everton Rocha, ele disse que está indo conversar com o senador Tadeu Columbre, presidente do Senado, para confirmar que a votação em plenário deve ocorrer mesmo ainda hoje.
O Colombo está fazendo um certo suspense com relação a isso. Falei com a assessoria, disse que ainda estava em definição, mas sim, a expectativa é por votação ainda hoje. Lembrando que, então, Jorge Messias vai precisar de 41 votos, pelo menos, ou seja, a maioria dos senadores para ser aprovado. Ter a sua aprovação, então, como novo ministro do STF, aprovada pela maioria dos senadores.
Jax Wagner também esteve mais cedo com o presidente Lula, foi questionado por Lula. Então, Galebe, como é que está a situação lá? Aí Jax respondeu, está tudo bem, tudo certo. Foi essa palavrinha aqui que Jax nos respondeu, respondeu aos jornalistas, está a saída, portanto, da CCJ.
Ainda que Jacques diga que está tudo bem, tudo certo, outros aliados também, lembrando que Jacques Wagner é o líder do governo aqui no Senado, há ainda um clima de apreensão, de cuidado, pois a estimativa é de que Jorge Messias tenha cerca de 45 votos, mas é claro que isso tudo tem que ser confirmado. E Jacques Wagner até disse, eu ser questionado qual sua expectativa? Mais do que 41 votos. Com você.
Obrigada, Samanta. Aprovado, enfim, na CCJ, mas e esse placar, Vera Magalhães?
Pois é, a Samanta disse que era o esperado pelo governo, mas eu acho que eles esperavam uma margem um pouquinho maior. O Débora, ontem, nas conversas que eu tinha, antes mesmo da troca de integrantes na CCJ para dar maior tranquilidade ao sabatinado, a estimativa que eles me faziam é que ele teria 19 votos na CCJ.
que é bem diferente desses que ele teve. A maioria ali raspando naquilo que ele precisaria, 16 a 11, 11 votos contrários num colegiado mais controlado que o plenário.
eu estava desde de manhã com um feeling ali de que a coisa não seria um passeio no bosque. Cheguei a mandar para vocês no nosso grupo do Viva Voz, sondei com algumas fontes, porque os líderes da oposição ainda estavam muito ativos, trabalhando.
tentando dissuadir senadores do Centrão, senadores da própria direita, a votarem a favor de Messias. E aí entraram em campo alguns personagens. O deputado Nicolas Ferreira, que sempre dá um jeito de entrar em toda polêmica, gravou um vídeo.
Lembrando o histórico do Jorge Messias naquele episódio da tentativa da Dilma Rousseff de dominar o Lula para a Casa Civil. A coisa do estou mandando o Messias com o papel. O vídeo dele tem até uma montagem de inteligência artificial.
reproduzindo aquele diálogo que na época foi divulgado pela Lava Jato, pelo então juiz Sérgio Moro, mas que nunca tem uma imagem desse momento. E aí no vídeo dele aparece uma imagem como se a Dilma e o Lula estivessem falando no telefone, com a cara dos dois em inteligência artificial, instando os senadores da oposição a não votarem a favor. E isso é ali uma...
um contrafogo a um certo trabalho que havia em setores da direita a favor do Messias, puxado ali pelo ministro André Mendonça e por outras lideranças evangélicas. Então, a coisa começou a ganhar uns contornos de imprevisibilidade. E essa questão de que o Davi Alcolumbre permaneceu como uma espécie de esfinge.
as conversas de bastidores davam conta de um acordo entre ele e o governo, de que estaria tudo acertado, de que teriam feito um acordo, e aí várias versões para o que seria esse acordo, novas vagas, impostos do governo, acordo para relaxar algumas coisas em relação à investigação contra aliados dele no Amapá, mas nenhuma coisa concreta, tudo muito conversa de bastidor,
que você não tenha ali concretude nisso. E o Davi Alcolumbre, no entanto, muito silencioso, sem dar uma declaração pública de apoio ao Jorge Messias, que seria algo que aí sim funcionaria como um termômetro mais confiável. Não, o cara está falando publicamente, ele está dando um norte, ele está dando ali um sinal para um grande número de liderados que ele tem no plenário do que ele acha que é mais plausível aprovar.
o Jorge Messias, e isso não aconteceu. O Bernardo Melo Franco, nosso colunista aqui da CBN, colunista também do jornal O Globo, ele está em Brasília, foi para acompanhar a Sabatina, e relatou mais cedo, lá no blog dele no Globo, uma correria.
de última hora, por temor de derrota. Fontes da direita me cravavam de manhã que ele teria de 37 a 39 votos no plenário. Isso não é suficiente para ser aprovado. Então, eu acho que ninguém tem muita certeza, e a Samanta acaba de nos trazer que nem a realização da sessão hoje está confirmada. Se o governo optar por adiar...
Se fizerem algum acordo para retirar de pauta, isso vai ser uma demonstração cabal de que não havia certeza, garantia, quanto aos 41 votos.
Agora, Vera, o Bernardo também fala nesse post que os aliados do Lula pediram uma reunião de emergência ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Você acha que tem chance de um acordo de última hora, aquele famoso criar dificuldade para vender facilidade? Sempre tem. Davi Alcolumbre é um político conhecido por sempre ter uma demanda. Se você perguntar para ele hoje se ele quer alguma coisa, ele sempre vai querer. Então, uma reunião como essa...
Pode acertar alguns impasses, algumas coisas que ficaram ali a descoberto. Então, pode sim ter novidades se essa reunião de fato aconteceu. Eu não consegui checar se ela aconteceu ou se houve conversas por telefone, trocas de mensagens entre o Guimarães, o ministro Guimarães e ele, etc.
Mas o clima não era de absoluta confiança e certeza. E a sabatina, que começou relativamente bem, com uma sinalização que o próprio Messias resolveu fazer, naquela questão do aborto, dizendo logo de cara que ele é contra...
a ampliação das possibilidades de aborto, para tirar um pouco de peso ali e de um obstáculo que poderia ter na direita, e isso caiu bem no início, todo mundo, não, ele começou muito bem, a coisa começou a complicar um pouquinho quando entraram no tema do 8 de janeiro, porque foi um jeito muito específico que o senador Flávio Bolsonaro perguntou, porque se trata de um projeto que o Senado votou,
mudando a dosimetria das penas dos condenados do 8 de janeiro e da trama golpista. O governo vetou integralmente. O Jorge Messias era AGU e a AGU, a gente sabe, tem muito peso ao aconselhar o presidente a respeito de como votar e como não votar. Tudo bem, ele já tinha saído, mas ele foi AGU até muito tempo. E aí, a partir dessa intervenção, ele começou a ser muito questionado.
a respeito do veto, a respeito do que ele achava dessa questão. Então, isso aí virou um momento mais tenso e mais delicado da Sabatina. Bom, a oposição articulando contra, a gente já sabia que isso ia acontecer. Agora, ao Columbre, se ele estiver articulando contra, aí a coisa muda de figura, porque ele tinha se comprometido a ficar neutro nessa situação. Digamos que ele realmente esteja fazendo isso. Quais seriam as consequências, Vera?
Digamos que ele realmente esteja fazendo isso, as consequências piores possíveis, porque ele tem uma grande ascendência e tem uma grande influência ali. Se o presidente perder essa votação, a coisa é muito grave. Ah, mas é só uma votação no Congresso. Não é.
É algo inédito em 100 anos. Em 100 anos, um presidente não perdeu uma indicação para o STF. Então, isso vai ser um sinal. Até o Gerson Camarote está com a franja fora do lugar, para vocês terem ideia da atenção.
É um homem que nunca teve um fio de cabelo fora do lugar. Está aparecendo aqui na Globo News com a franja descabelada. E cabelo de coroinha, né? Perfeito. Eu acho que isso é um grande termômetro do grau de tensão envolvido nessa votação. Camarote em dia de Guga Chakra. Exato, exato. Nunca aconteceu na história da política brasileira. Então, é desse grau de ineditismo que a gente está falando. É bem sério.
A indicação de um ministro foi negada a última vez em 1894, 132 anos, antes da República, foi no governo Floriano Peixoto. Já na República, né? 1894 já é República. República velha, mas República. Zero em história.
Mas é isso, é desse grau de ineditismo que a gente está falando. A sinalização de uma coisa dessas, que é menos provável de acontecer do que acontecer, é de um governo em fim de feira. O governo perdeu as condições congressuais e isso rapidamente tem chance de respingar na rua, respingar nas pesquisas.
respingar na avaliação do governo. Então, eu até escrevi sobre isso na minha coluna hoje. Para o Lula, essa votação específica é uma questão de vencer ou vencer. Perder é equivalente a uma hecatombe nuclear.
Agora, gente, o Messias falou de inquérito das fake news, falou do 8 de janeiro e o ministro Alexandre de Moraes fez uma manifestação hoje também a respeito disso, num relatório sobre os atos do 8 de janeiro. Ele defendeu a continuidade do inquérito das fake news. Igor Cardim, conta pra gente. Oi, Igor.
Oi, Carol. Boa noite para você, para a Vera, para os ouvintes. Pois é, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que essa disseminação de fake news se transformou no principal instrumento de ataques ao judiciário e também às eleições no país. Nesse relatório sobre os atos do 8 de janeiro, divulgado nesta quarta-feira, Moraes defendeu a continuidade do inquérito das fake news e disse que as investigações foram fundamentais para identificar uma organização criminosa.
voltada à ruptura institucional. Segundo o ministro, a atuação envolvia campanhas coordenadas de desinformação nas redes sociais, ataques ao STF e também ao Tribunal Superior Eleitoral, além de questionamentos ao sistema eletrônico de votação. O ministro também relatou ameaças contra...
Os integrantes da corte, incluindo tentativas de intimidação física e psicológica, afirmou que o inquérito precisou ser ampliado para apurar financiamento de campanhas digitais, vazamentos de informações sigilosas e denúncias caluniosas. Esse balanço do Supremo Tribunal Federal aponta...
que já foram apresentadas mais de 1.800 denúncias relacionadas a 8 de janeiro, mais de 1.400 pessoas foram responsabilizadas criminalmente, incluindo integrantes daquele chamado núcleo principal, núcleo crucial da trama golpista, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro. Esse relatório também registra as investigações ainda em andamento, as denúncias em fase de recebimento também.
As decisões que já resultaram em 431 penas de prisão, além de multas e indenizações que somam 30 milhões de reais. Carol. Obrigada, Igor. Apesar de todas as críticas e pedidos para o encerramento desse inquérito, o ministro Alexandre de Moraes está apegado. Não dá nenhum sinal de que pretenda...
Encerrar o inquérito das fake news. Nenhum sinal. Também não vejo muita ênfase, muito ímpeto do presidente Edson Fachin em forçar isso, em cobrá-lo, em constranger, em até puxar dentro da corte uma conversa sobre a necessidade de pelo menos dar um horizonte para que esse inquérito venha em um black black black black black black black black black black
A termina, ele vai se estender até a eleição? Por que razão? Não uma razão, ah, porque os juízes estão tendo a sua independência atacada, porque essa é uma razão que não é jurídica, não é uma razão constitucional, não é uma razão processual, não é algo que justifique tecnicamente.
a permanência de um inquérito. Essa é uma razão subjetiva, e é uma razão subjetiva que diz respeito aos próprios ministros, em grande medida. Não estamos falando de quaisquer juízes, estamos falando principalmente de ataques ao próprio Supremo. E tudo que pode derivar disso daí. A ideia de notícia crime contra um, contra outro, contra um adversário, etc. Então, é um inquérito que procria esse.
A gente já estava vendo há muito tempo a continuidade dele sem horizonte. E aí vamos para mais uma eleição. Se permanecer isso, é um inquérito que vigorou em 2020, eleição de 2022, eleição de 2024, eleição de 2026. É uma coisa sem precedentes também. Você não tem um instrumento que ficou aberto o tempo inteiro.
para mais ou menos servir de baliza para o comportamento político do país ao longo de quatro ciclos eleitorais. É muita coisa. E é um inquérito muito poderoso, que está concentrado nas mãos de um só relator, escolhido de ofício pelo presidente da época, sem que fosse consultado o Ministério Público num primeiro momento. Mas é isso, ele deverá permanecer.
E o Jorge Messias, quando questionado disso, até a Carol fez uma menção que ele foi questionado a esse respeito na Sabatina, ele teve que ficar ali naquela posição de não desagradar nem os senadores e nem os ministros que são seus aliados, que são justamente os do grupo do ministro Alexandre de Moraes.
Então, ele deu uma no cravo, uma na ferradura, mas acabou tendo de dizer que a duração razoável de um processo é uma garantia constitucional e que deveria ser observada em todas as investigações e que ninguém pode ser investigado indefinidamente sem um prazo. Então, acabou com essa resposta contrariando um pouco, sim, os ministros.
Vera, e como é que funciona institucionalmente isso? Porque o ministro Edson Fachin já disse em público que o encerramento do inquérito da fake news estava na pauta. Só que, como você bem disse, ele não fez nada objetivo para isso. Ele, como presidente da casa, ele pode encerrar, só quem pode fazer isso é Alexandre de Moraes.
É uma boa pergunta e eu não sei te responder tecnicamente exatamente, mas ele poderia, por exemplo, levar a uma reunião administrativa e aí defender perante os outros ministros. Olha, eu acho que chegou o momento de encerrar. E aí eles teriam...
de debater internamente, não só pelos jornais, não só em aula magna, não só da tribuna, debater entre eles. Mas eu acredito que ele poderia encerrar de ofício, assim como foi criado de ofício. Mas eu vou checar e prometo trazer essa resposta aos nossos ouvintes, assim que eu a tiver.
Boa. Bom, a gente vai voltar à Brasília. A Larissa Lopes tem mais informações sobre... O STF está aguardando uma manifestação da PGR sobre aquela história das bagagens que passaram sem fiscalização num voo cheio de parlamentares. Oi, Larissa.
Oi, Débora. O ministro do SP, Alexandre de Moraes, aguarda agora a manifestação da Procuradoria-Geral da República sobre a entrada das mal-seitas no Brasil no voo de um jatinho particular que trazia o presidente da Câmara, Hugo Mossa, também o senador Espírito Nogueira e outros dois deputados. A Polícia Federal quer saber se houve facilitação de contrabando na entrada dessas bagagens.
se não passaram por raio-x no aeroporto de São Roque, em São Paulo. A PGR, portanto, vai dizer se há ou não indícios de crimes. Esse caso que está sob sigilo e tramita no Supremo, devido ao foro privilegiado dos investigados. Câmeras de segurança do aeroporto no interior paulista flagraram o momento em que o auditor fiscal Marco Canella liberou sete volumes entre malas e pacotes fora do equipamento de raio-x.
Inclusive, um supervisor até escreveu isso à mão, em um papel, dizendo que mesmo que tenha citado ali, porque as bagagens tinham bebidas e também equipamentos eletrônicos.
Isso acabou passando por esse auditor, ele que já foi indiciado em outro inquérito por facilitação de contrabando. Lembrando que esse voo desembarcou no dia 20 de abril do ano passado, época que a CPI das MET no Senado estava funcionando. Esse voo que vinha de São Martim, no Caribe, que é um paraíso fiscal.
E o avião perpente ao empresário Fernando Lima, conhecido como Fernandinho OIG, ligado ao setor de apostas online. E só para fechar, Débora, na época, inclusive...
desse voo e também da CPI das METs, Fernandinho estava sendo investigado, né? E ele, em uma das reuniões, ele foi defendido por Ciro Nogueira, que afirmou que a... perdão, ele afirmou a relatora, na época, a Sra. Hedro Anique, quando ela disse que era mais fácil encontrar o Papa do que Fernandinho. E então, Nogueira afirmou que não era difícil encontrá-lo, que o doutor Fernando, como ele chamou, era um grande empresário do estado dele, que o conhece.
há muito tempo. Os outros parlamentares, além de Chironogueira e Hugo Mota, são Dr. Luizinho, do PP, e Snaldo Bulhões, do MDB. Mota afirmou em nota que estava realmente no voo, mas disse ter cumprido todas as regras alfandegárias e os demais mencionados ainda não se manifestaram. Débora.
Obrigada, Larissa, pelas informações. Essa história cresceu, né, Vera? De ontem para hoje, o ministro responsável é Alexandre de Moraes. Na distribuição do caso, ele que ficou... Foi distribuído por sorteio, né? E ele ficou definido como relator. Quem se manifestou disse que sua parte foi feita. Agora, qual o potencial dessa história contra os parlamentares?
Eu acho que mesmo que mostre que eles não tiveram nada a ver com essa burla, a fiscalização da Receita Federal e essa ideia...
de se passar com bagagem por fora da fiscalização da esteira, etc. Eles estavam num voo com o empresário de Betis durante a duração da CPI das Betis. E agora, com esses desdobramentos dos últimos dias, das últimas horas, porque isso é de ontem,
fica ali aparecendo a presença de outros personagens, por exemplo, uma influenciadora, que é a Pâmela de Souza Drude, que estava também na lista dos que estavam nesse voo e que é uma das que teriam induzido os seguidores a realizar apostas em vários vídeos ali com simulações irreais, simulações irreais.
de apostas, os deputados estavam com as suas mulheres, então é uma situação, no mínimo, desgastante para esses parlamentares, entre eles o presidente da Câmara, o senador Ciro Nogueira.
A gente vai para o intervalo, gente? Podemos. A gente faz uma pausa e daqui a pouco a gente volta com mais informações sobre a votação da indicação de Jorge Messias para o STF. A gente ainda não sabe se essa indicação vai ser votada ainda hoje, né? No plenário do Senado, depois de passar pela CCJ ali muito apertado, lá embaixo, debaixo da cordinha, sabe quando passa debaixo da cordinha, naquele último degrau. Daqui a pouco a gente traz mais informações sobre isso.
Viva a voz de volta e Samanta Clay também diretamente do plenário do Senado. Como é que está o clima por aí, Samanta?
Isso, olha, muita gente, como não poderia ser diferente, plenário lotado aqui, todas as cadeiras dos senadores ocupadas, também muitos jornalistas, assessores, numa sessão que está aberta, começando com a votação de todas as indicações, neste momento uma indicação que trata do Conselho Nacional do Ministério Público, então todas as indicações antes da votação que vai tratar...
Praticamente não, praticamente não. É de fato do ministro atual, advogado-geral da União, Jorge Messias. Então todas as indicações serão votadas, tem essa do CNMP. Antes disso também foram aprovadas outras duas indicações na CCJ hoje, que foram da Tarsijane Linhares para a Defensoria Pública da União e Margareth Rodrigues Costa para o Tribunal Superior do Trabalho.
Portanto, depois é que começa mesmo a discussão com relação a Jorge Messias. Com vocês.
Obrigada, Samanta. E aí, Vera, clima tenso. Está rolando a sessão. O senador Davi Ocolumbre, presidente, está pedindo para os senadores comparecerem ao plenário porque poucos registraram presença, apesar de haver muitos na casa. E isso não é um indicador auspicioso para o governo. Mostra uma margem menor. Quanto menos senadores votarem, menos você tem segurança de margem de placar favorável. Então...
Então, tanto o líder do MDB, Eduardo Braga, quanto o presidente Davi Alcolumbre, fizeram ali várias manifestações, são pedidos, senadores que estiverem presentes na casa, venham ao plenário, estamos tendo votação nominal para autoridades, porque além do Messias, tem uma série de outras autoridades que estavam com a indicação.
represada e que está votando tudo hoje, que também vão ser uma espécie de termômetro, vão ser preliminares à votação do Messias. Não indicam exatamente o que vai acontecer, mas, por exemplo, se alguma dessas autoridades já for rejeitada antes, aí é um alarme tanto para se adiar tudo. Então, o clima está bem tenso, eles também reclamando de um plenário muito cheio de convidados, muito cheio de assessores. Esse clima de eletricidade...
no ar que antecede a votação da indicação do Jorge Messias.
Gente, deixa eu registrar aqui, taxa de juros, o Comitê de Política Monetária decidiu reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual de 14,75% para 14,5% ao ano. Está dentro do que esperava o mercado, daqui a pouquinho o Gustavo Ferreira está aqui para comentar com a gente, em meio a essa guerra no Oriente Médio, pressão inflacionária ao redor do mundo, mas ainda assim o Banco Central então reduzindo a Selic em 0,25 ponto percentual.
São 6h37, a Bruna Barbosa tem informações ao vivo sobre a pesquisa Genial Quest para o governo de São Paulo. Oi Bruna, boa noite. Oi Débora, boa noite para você, para a Vera e para a Carol. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, está à frente do principal adversário, Fernando Haddad, do PT, em qualquer cenário de primeiro e segundo turno, segundo essa nova pesquisa Genial Quest.
Quando os nomes dos candidatos são apresentados para os entrevistados, Tarcísio aparece com 38% das intenções de voto contra 26% de Haddad. Kim Kataguiri, do Missão, e Paulo Serra, do PSDB, têm 5% cada. Indecisos somam 13%, enquanto brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar representam outros 13%. black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black black
Já no cenário espontâneo, quando não são apresentados nomes para os eleitores, Tarcísio tem 14% das intenções de voto contra 4 de Haddad, que em Cataguira e Paulo Serra nesse cenário não pontuam. Chama atenção que a maioria dos entrevistados, 81%, está indecisa, enquanto 1% declarou voto branco nulo ou disse que não pretende votar.
Já no segundo turno testado pela pesquisa, Tarcísio aparece com 49% das intenções contra 32% de Haddad. Os indecisos são oito, brancos, nulos ou eleitores que não votariam, 11%. A GenelQuest também mediu a aprovação do governo estadual. Tarcísio é aprovado por 54% dos entrevistados contra 29% que desaprovam. Mas esse índice é o menor patamar da série que foi iniciado em abril de 2024.
Ao ser questionado sobre essa piora da avaliação, o governador minimizou o resultado.
As pesquisas sempre são fotografia do momento. Vou lembrar de duas pesquisas que saíram, então esses números acabam variando muito. A última, a Paraná, deu 64% de aprovação. A da Vox, que saiu no final de semana, deu 68%. Essa veio com 54%. Enfim, não importa. O que importa para nós é saber que nós precisamos trabalhar muito. Então, nós não estamos com chave de eleição virada ainda. Quem tem acompanhado o nosso trabalho, as nossas agendas, sabe disso. Então, a gente está muito preocupado e muito focado com a gestão.
A gente está preocupado em realizar entregas e acreditamos de verdade que eleição é consequência.
Bom, hoje eu conversei com uma fonte ligada também à campanha de Fernando Haddad, que diz que o resultado da pesquisa é animador e mostra que o PT está dentro do jogo. General Quest também, para fechar, testou cenários para o Senado aqui em São Paulo. Em todos, Simone Tebet, do PSB, lidera as intenções, tecnicamente empatada com Márcio França, do mesmo partido, e com a Marina Silva, da Rede. Até o momento, só a Tebet, na oposição, estabeleceu pré-candidatura. A segunda vaga está em aberto, mas deve ficar exatamente por aí, entre França ou Marina.
Já os nomes mais cotados da direita, segundo a pesquisa, são Guilherme Derriti, do PP, e André do Prado, do PL, Prado que deve ser oficializado nos próximos dias pela família Bolsonaro. Débora.
Obrigada, Bruna, pelas informações. Bem, Tarcísio de Freitas liderando, então, nessa pesquisa, mas a gente vê lá no Senado, os principais nomes são do campo oposto ao do governador, né, Vera? Exato, mas isso não me chama atenção e nem me parece definitivo, Débora. A eleição para o Senado é a última.
na qual o eleitor presta atenção, ele olha para uma cartela de nomes, ele reconhece esses nomes pelo recall, pelo fato de terem sido ministros, de terem sido candidatos há muito pouco tempo a cargos importantes.
O Márcio França foi governador de São Paulo por um tempo, Simone Tebet foi candidata à presidência da República, Marina Silva foi candidata à presidência da República em três ocasiões. Então, são três nomes muitíssimo conhecidos. É natural que estejam na frente, além do que existe uma indefinição maior no campo bolsonarista e tarcisista.
a respeito de quem vai ser a dupla de candidatos ao Senado. Tem uma disputa grande ali, não estão se entendendo direito a esse respeito. Então, é natural que aconteça isso. E lá para frente, se se mantiver a liderança do Tarcísio em São Paulo dessa maneira...
ele forçosamente vai puxar os seus candidatos ao Senado. Então, esse cenário está longe de ser definitivo, inclusive a pesquisa, quando perguntas pode mudar, na pesquisa ao Senado, o percentual de gente que admite mudar de voto é bem maior. Eu falei com aliados dos dois candidatos ao governo aqui de São Paulo, sentir no campo petista...
um certo desânimo com a alta taxa de rejeição do ex-ministro Fernando Haddad. 58% foi considerada uma rejeição muito alta e eles acham que esse é o primeiro obstáculo a enfrentar. Uma rejeição que eles querem identificar e decantar o que é a figura do Haddad.
e o que é uma rejeição ao petismo no estado de São Paulo. E trabalhar para tentar minimizar isso ao longo dos próximos meses.
Deixa eu trazer aqui os números também da Genialcast da Bahia, porque o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, do União Brasil, aparece à frente do atual governador Jerônimo Rodrigues, do PT, nesses cenários testados para o governo da Bahia. Em um eventual segundo turno, o ACM Neto tem 41% das intenções de voto, enquanto o Jerônimo Rodrigues aparece com 38%, margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Então, estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
Para 50% dos baianos, a decisão do voto já é definitiva, 47% dizem que podem ainda mudar. A rejeição ao governador Jerônimo é de 42%, índice maior que do ACM Neto, que marca 32%. Ao mesmo tempo, o ACM está numa chapa com membros ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, num estado em que somente 10% da população se considera bolsonarista, 9% dizem ser de direita, não bolsonarista.
Os lulistas são 26%, esquerda não lulista 16% e independentes 33%. Também um cenário ainda acirrado na Bahia, né, Vera?
A Cirrado é exatamente a dupla que disputou em 2022. Então, é um replay, uma revanche, por assim dizer, da eleição de 2022. Naquela ocasião, o Assemineto começou muito na frente e foi perdendo terreno.
para um nome até então desconhecido, escolhido pelo então governador de dois mandatos, Rui Costa, que por sua vez tinha sucedido mais dois mandatos do PT. Então são quatro mandatos na sequência do PT no governo da Bahia. Aliás, seis agora, cinco com um do Jerônimo. Ele está querendo ser eleito para o sexto mandato consecutivo do PT no Estado.
existe um desgaste, mas a aprovação dele vem estável e boa, não está ruim. Mas o ACM Neto largando de novo na frente, com a diferença de que agora é uma situação praticamente de empate técnico.
De novo, vai ser uma eleição acirrada. Joga contra o ACM Neto o fato de que, diferentemente de outros estados pesquisados pela Quest, quando você faz uma pergunta para o eleitor baiano, você gostaria de votar num candidato independente, num candidato do Lula ou num candidato do Bolsonaro? A resposta é votar no candidato do Lula.
superem muito as outras duas. Nos outros estados, mentira ou não, o eleitor diz que prefere votar num candidato independente. Lá, não. Ele já diz, eu quero votar no candidato do Lula. E isso pode ser um fator a assegurar mais uma vitória do PT, mas não vai ser uma eleição tranquila. A curiosidade de lá...
É que o baiano João Santana, é marqueteiro da campanha do Lula em 2006, da Dilma em 2010 e 2014, é hoje o marqueteiro do ACM Neto. Muito bem, a gente faz mais uma pausa aqui no Viva Voz para que você fique com notícias da sua região e na volta a gente comenta a taxa Selic.
Viva a voz de volta, com um olho no Copom, outro no Senado, numa quarta-feira, realmente super quarta. E para nos ajudar a desvendar as razões desse dia importante, está aqui o Gustavo Ferreira, editor assistente do Valor Invest. Boa noite, Gustavo. Boa noite, Vera, Débora, Carol e ouvintes.
Gustavo, o Copom resolveu cortar mais 0,25 na taxa Selic. Está indo de grão em grão. O que você nos traz sobre as sinalizações do dia de hoje? Acho que a dúvida que fica é se devagar, se vai ao longe ou nem tanto.
Sempre aquele exercício de tentar adivinhar, acertar o que o Banco Central sinalizou, nem sempre tão explícito assim. E o comparativo entre os comunicados. Em relação ao comunicado do primeiro corte de 0,25 não teve muita mudança, mas teve...
Alguma mudança aqui e ali, começando pelas não mudanças. As não mudanças é que o Banco Central se mostra nem tão certo, e as incertezas são várias, claro, sobre os efeitos da guerra. Ou seja, se vai preponderar o efeito inflacionário da guerra, que a gente já está sentindo na pele, ou se ao longo do tempo vai preponderar o efeito deflacionário, num segundo momento, sob o menor crescimento do mundo.
E a resposta depende da extensão da guerra. E essa dúvida sobre a qual todo mundo está se debruçando. E o que decidiu o Banco Central, portanto, continuar com o ciclo de cortes, cortando a Selic em mais 0,25 e fez um ajuste fino na comunicação. Antes o Banco Central falava que tinha dúvidas sobre o ritmo desse corte de juros. Ele manteve isso, mas disse também...
que tem dúvidas sobre a extensão, ou seja, sobre o ritmo desses cortes de juros e sobre a extensão. E aí parece tentar conversar mais com o que os analistas de mercado têm projetado. O mercado, antes da guerra, entendia que o ciclo de cortes acabaria, o ciclo de cortes inicial a partir dos 15%, acabaria nos 12%, ou nesse ano iria até os 12%, eventualmente continuando no ano que vem.
Quando ele fala sobre extensão, e agora o mercado já imaginando que esse ciclo, nesse ano, estará ali na altura de dezembro nos 13%, o Banco Central pode estar sugerindo que talvez ele interrompa esse ciclo antes da hora. É um risco que talvez ele esteja já sinalizando para não pegar as pessoas de surpresa a depender da guerra. Uma mudança importante também foi nas projeções de inflação do Banco Central.
E é claro, a gente olha muito para o curto prazo de inflação, mas para o Banco Central acaba importando mais o longo prazo, porque o horizonte relevante, o tema que o Banco Central usa, horizonte relevante, ou seja...
O período de tempo que o Banco Central olha quando muda os juros desde já é o quarto trimestre de 2027. E aí ele já vê contaminação nas projeções de inflação. Projetava uma inflação ao ano de 3,2, o Banco Central já vê 3,5. Ou seja...
já tem alguma contaminação e o Banco Central sempre atento a essas expectativas, daí talvez a depender dessas projeções, e não só a projeção do Banco Central, mas também as projeções de mercado que são publicadas semanalmente na pesquisa Fox, a depender dessas mudanças, e é importante olhar para 2027, talvez o Banco Central abote o ciclo de cortes antes do que se imaginava.
Até porque a gasolina, os combustíveis e, consequentemente, os alimentos estão pressionando a inflação. A prévia subiu 0,89%. Então, dificilmente a gente vai ter uma inflação reduzida. A tendência é que ela aumente, porque a guerra também não tem... A gente não tem nenhuma ideia de quando ela vai acabar. E tem o efeito dominó, né? Muita gente critica, se o Banco Central vai cortar menos juros, se ele não vai mexer com essa inflação ou...
Bom, subindo ou não juros, as pessoas vão continuar abastecendo seus carros e a inflação via combustíveis vai acontecer subindo ou não juros. O problema é que o Banco Central trabalha com uma meta, né? A meta deles são os 3%. Ok, ele não vai conseguir mexer nesse pedaço da inflação, inflação dos combustíveis, inflação...
dos alimentos, mas tem outros itens. E aí, para chegar perto, pelo menos, desses 3%, ou pelo menos abaixo dos 4,5%, que é o teto de tolerância, o Banco Central pode, sim, subir juros. Eu acho que está totalmente fora de questão, pelo menos nesse momento, porque haja juros, né? Mas já subiu antes, né? Mas talvez o Banco Central, então, opte por evitar novos cortes de juros para tentar, nesses outros focos de inflação, que não são os mais problemáticos agora, mas que compõem a inflação cheia...
se aproximar desses 3% ao ano de inflação. Tanto é, né, Gustavo, que o Fed já manteve, né? Nos Estados Unidos não teve corte na taxa de juros. Exatamente. A gente tinha uma previsão, bom, a gente tinha uma previsão no ano passado de alguns cortes de juros nos Estados Unidos e aí veio primeiro a guerra tarifária de Trump, que já fez o Fed adiar no primeiro momento esses cortes. A previsão era...
que começasse ali em junho, julho. Daí veio uma guerra de fato, não no sentido figurado, afastando ainda mais esses cortes de juros nos Estados Unidos. Os juros no Brasil estão tão altos que, nesse momento, os Estados Unidos manterem os seus juros não chega a ser um problema.
Mas ao longo do tempo pode começar a ser, né? Porque daí o Brasil também perde ali espaço para cortar tanto os seus juros assim, porque afinal de contas os títulos americanos, com esses juros que para o patamar nacional é baixíssimo, né? Menos de 4%, mas considerando que os títulos americanos, apesar de serem os Estados Unidos o motivo da guerra, né? Um dos motivos...
Os títulos americanos são considerados uma parada super segura pelos investidores globais. Esses 4% livre de risco são consideráveis e aí também tiram um pouco espaço do Banco Central para continuar com o seu ciclo de cotas.
É isso, Gustavo Ferreira, nos decifrando aí a superquarta de juros lá e cá. Obrigada por hoje, Gustavo. Eu que agradeço, sempre um prazer e sempre convidando vocês a acessarem o valorinveste.com. É isso, lá vocês ficam mais bem informados. Obrigada. Valeu, Gustavo. Obrigada pela hora extra.
Gente, hora extra também no Senado, seguem as votações por lá. Estão votando uma série de autoridades que estavam represadas, então aprovaram dois novos integrantes para o CNMP, que é o Conselho Nacional do Ministério Público, e estão votando agora indicações para o CNJ, que é o Conselho Nacional de Justiça.
Todas essas até aqui com aprovações sem nenhum percalço, sem nenhum atropelo. Eu falei agora com um senador que integra a liderança governista no Senado.
E ele me confirmou que Jorge Messias não conseguiu ser recebido por Davi Alcolumbre mesmo. Mesmo depois daquela coisa de reunião de emergência, disso e aquilo, tal, não foi recebido. Eles, líderes do governo, também não falaram com o Davi Alcolumbre hoje. Falaram no dia de ontem e não falaram sobre Messias. Falaram sobre a discussão da reunião de vetos que acontece amanhã. Eles não sabem...
Se ele falou com o ministro da articulação política, José Guimarães. Então, é meio que uma operação no escuro. O governo está confiando nas suas projeções, naquelas promessas de votos que eles têm, no mapa de votação deles, sem ter conseguido aferir o pulso de Davi Alcolumbre nas últimas 24 horas.
Esse é o quadro que eu colho no Senado. Passou mais um no CNJ agora. Então, está bem rápida essa votação de autoridades. Antes são 10 no total. O Messias é o décimo.
Então, acontece hoje no plenário essa deliberação, essa votação. A não ser que alguém peça adiamento ali por alguma insegurança na hora do Messias, porque é totalmente diferente a votação do Messias dessas outras. Esses placares aí, até alguns bem dilatados, 61 votos a favor dessas outras autoridades, não são preditivos do que vai acontecer com o Jorge Messias.
Bom, Vera, então o que eu tenho pra te dizer é o seguinte, fique com o telefone ligado. Hoje é jornada 6x1 aqui nesta rádio. A gente também talvez tente fazer hora extra, né, Carolina Morão? Vamos aguardar aí pra ver como é que vai ser.
Já estava aqui nos bastidores falando que além do ponto final, eu faço o Giro CBN, podcast diário aqui de cinco minutos com as principais notícias do dia. Que horas fecharemos o Giro? Não sabemos. Ninguém sabe. Que horas o aniversariante vai poder sair para ir comemorar seu aniversário? Não sabemos. Ninguém sabe. Não tem música, mas parabéns para o Ender Stardust. Já cantamos mais cedo. Tchau, meninas. Até mais tarde. Tchau, Vera. Tchau, Vera. Até.
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