Episódios de Vera Magalhães - Viva Voz

Liderança no Senado diz que Messias será aprovado para o STF, 'mas com emoção'

28 de abril de 202646min
0:00 / 46:23
Depois de mais de cinco meses de ter o nome indicado por Lula, o Senado realiza nesta quarta-feira (29) a sabatina de Jorge Messias, atual advogado-geral da União e indicado para a vaga de ministro do STF. Uma liderança afirmou a Vera Magalhães que Messias deverá ser aprovado, "mas com emoção", obtendo um número baixo, entre 43 e 47 votos no Plenário.

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Participantes neste episódio4
V

Vera Magalhães

HostJornalista
A

Ana Carolina Tomé

ConvidadoJornalista
L

Larissa Lopes

ConvidadoJornalista
S

Samanta Klein

ConvidadoJornalista
Assuntos4
  • Indicação Jorge Messias ao STFExpectativa de aprovação · Votação secreta no Senado · Articulações políticas
  • Críticas ao JudiciárioAtaques políticos ao STF · Instrumentalização de ofensas · Desgaste da imagem do STF
  • Contexto político de Minas GeraisCandidatura de Cleitinho Azevedo · Desempenho de Rodrigo Pacheco · Impacto do governo Zema
  • Polícia FederalContrabando em voo de parlamentares · Ação da Polícia Federal
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Viva a voz, com Vera Magalhães. Vera Magalhães, muito boa noite, tudo bem? Oi, Débora, tudo bem? Boa noite para você, para a Carol, para os nossos ouvintes, para quem nos assiste.

Oi, Vera. Boa noite. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, deu alguns recados hoje durante uma sessão. O Igor Cardin tem mais informações ao vivo. Oi, Igor. Boa noite para você.

Oi, Débora, muito boa noite para você, boa noite a Carol, a Vera e também aos ouvintes. Pois é, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que políticos têm usado ataques ao Supremo Tribunal Federal como escada eleitoral e criticou o que classificou como instrumentalização de ofensas entre parlamentares para gerar polarização política. A declaração foi feita durante um julgamento da primeira turma do Supremo Tribunal Federal envolvendo uma queixa-crime.

apresentada pelo deputado federal Gustavo Gayer contra o deputado José Nelto. Moraes disse ainda que o eleitorado não espera esse tipo de comportamento e que as trocas de acusações entre políticos acabam transformadas em estratégia de campanha.

O ministro também afirmou que as agressões verbais dirigidas ao STF não configuram críticas institucionais, mas tentativas de exploração política da imagem da corte. O presidente da primeira turma, o ministro Fávio Dino, acompanhou essas críticas e afirmou ver com preocupação parlamentares que acreditam ganhar apoio político atacando ministros do Supremo.

Dino também classificou como desleal o uso de entrevistas e podcasts para atingir integrantes do STF, dizendo que os magistrados não têm esse espaço equivalente para responder aos ataques. No julgamento, a maioria da primeira turma rejeitou a queixa-crime apresentada por Gayer contra o deputado José Nelto. Débora e Carol.

Obrigada, Igor, pelas informações. Em relação a essas queixas aí do ministro Alexandre de Moraes, que foram endossadas por Flávio Dino e também o ministro Gilmar Mendes já tinha saído nessa mesma linha, né? Já tinha dito algo nessa mesma linha nas rusgas contra Romeu Zema, né, Vera?

Exato, os três indo na mesma linha de que o que se tem aí são ataques eleitoreiros ao Supremo Tribunal Federal, não deixa de ser verdade, mas também não deixa de ter amparo em uma parcela cada vez maior da sociedade, que pensa dessa maneira.

que avalia que o Supremo é uma instância de um poder que está exacerbando as suas capacidades e as suas prerrogativas.

E isso vai ser uma agenda eleitoral, não tem jeito. Não adianta eles ficarem ali melindrados, não adianta fazerem ameaças aos políticos, porque essa pauta eleitoral já está dada. Ela está aí na praça.

E quem pegar vai sim ter uma chance de êxito, vai ter uma chance de sucesso, porque a sociedade quer discutir isso. Eu vejo em lugares mais insuspeitos pessoas falando sobre o Supremo, na pista de corrida, na academia de ginástica.

no Uber, no táxi, se a pessoa reconhece que você é jornalista, então aí acabou, não tem outro assunto. O assunto vira o Supremo Tribunal Federal. Então é querer meio enxugar gelo, achar que vai conseguir parar isso daí. Não vai conseguir. Se for fazer isso na base da ameaça, a chance de piorar é maior ainda.

Então, eu acho que eles deveriam simplesmente entender que isso está acontecendo e se esforçar para que a imagem do Supremo melhore de uma outra maneira, aceitando que existem alguns parâmetros que eles têm de atender, que existem algumas questões que estão consensuadas em que há exagero, por exemplo...

na extensão do tal inquérito das fake news, que está sob relatoria do próprio ministro Alexandre de Moraes, mas isso parece longe de acontecer. A gente tem aí dois grupos realmente, um muito minoritário, quase só integrado pelo ministro Fachin e pela ministra Carmen Lúcia, que quer estabelecer algum tipo de autocontenção, e um outro grupo, que eu não sei se é majoritário, mas que é muito influente.

composto pelos dois ministros que se manifestaram hoje, mais de um Armendes, Dias Toffoli e o Cristiano Zanin, eventualmente, de uma maneira menos verborrágica, que são ansiosos da preservação das prerrogativas do Supremo e alguns deles até muito desejosos de ir com algum tipo de...

vingança, retaliação ou ameaça contra os políticos que se insurgem contra o Supremo. Agora, Vera, alguns ministros do Supremo parecem que estão nessa cruzada, nessa queda de braço contra os políticos, porque a família do ministro Alexandre de Moraes também ingressou na Justiça de São Paulo com uma ação de indenização por danos morais contra o senador Alessandro Vieira, que já tinha sido alvo de críticas também do ministro Gilmar Mendes.

Petição apresentada pela mulher do ministro Alexandre de Moraes, a Viviane Barsi de Moraes, também pelos filhos dele, acusando o parlamentar de fazer declarações injuriosas e difamatórias ao supostamente associá-los a uma facção criminosa. Então, acho que alguns ministros resolveram comprar essa briga.

Nesse caso aí, dando uma leve terceirizada, né? Tudo bem que a mulher dele também foi envolvida ali no relatório final da CPI, ela foi citada ao longo de todo esse caso Master, mas não é por acaso, não é uma perseguição a ela, ela realmente fechou um contrato.

com o Banco Master, em valores muito superiores a de outros grandes escritórios de advocacia, com uma recorrência de ligações ali entre ela e o Daniel Vorcaro, a possibilidade de que tenha havido conversas entre o ministro e o banqueiro, e tudo isso tem de ser trazido à luz, tem de ser esclarecido, etc. Eu fui, no primeiro dia, na hora, antes da votação do relatório,

uma das que acharam que esse relatório da CPI era um desastre, que ele era só uma tentativa de fazer ali algum final midiático para uma CPI que pouco tinha investigado sobre o que era o seu objeto, que era o crime organizado. Isso é uma coisa. Daí, depois do relatório derrotado...

os ministros do Supremo em diferentes iniciativas fazerem uma ofensiva persecutória contra o senador, aí é absolutamente desmesurado e não tem amparo dentro do que se espera das atribuições constitucionais do Supremo. Então, eu vejo como um tiro no pé.

se eles realmente insistirem em enveredar por esse caminho da perseguição contra aqueles que fazem críticas ou até tentam investigar o STF. Ainda nesse capítulo aí da queda de braço entre Supremo e políticos, o ex-governador de Minas, Romeu Zema, voltou a falar sobre esse assunto, defendeu um Supremo sem rabo preso. Quem conta para a gente em Ribeirão Preto é a Glaucia Galavotti. Oi, Glaucia, boa noite.

Boa noite, boa noite, Débora, Carol, Vera. Nesse segundo dia de AgriShow, que é a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, que acontece até sexta-feira aqui em Ribeirão Preto, o Romeu Zema apareceu com uma camiseta preta escrita em letras brancas bem no peito. Chega de intocáveis.

É um claro protesto da parte dele em relação à rusga com o ministro do STF, Gilmar Mendes, que vem se arrastando desde o pedido do ministro para investigar o ex-governador Romeu Zema por prática de fake news em redes sociais.

atacando satiricamente os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli em relação ao caso Banco Master. O Gilmar Mendes entrou na briga, ironizou o sotaque do pré-candidato mineiro e aqui na Grishow Zema respondeu ao ataque.

Agora, acho que o isolamento de Brasília, o excesso de ar-condicionado, de bajuladores, tem feito mal alguns brasileiros que, na minha opinião, estão até se isolando da sociedade. E está claríssimo, até porque o Supremo hoje é o ente, um instituto público que tem menos credibilidade no Brasil.

O pré-candidato bateu na tecla de uma reforma profunda no judiciário. Sobre o inquérito das fake news, ele disse estar tranquilo e que apenas fez sátiras, e isso faz parte da democracia. Em relação à pré-candidatura, disse que o Brasil precisa de credibilidade e ficha limpa.

Questionado sobre o baixo desempenho nas pesquisas, o Zema relembrou a sua trajetória em 2018 e afirmou que estará unido à oposição no segundo turno com o objetivo de, entre aspas, tirar o PT. E indicou que as negociações sobre chapas e vice-presidência estão sendo conduzidas pelo diretório do Partido Novo. Eu volto com vocês.

Obrigada, Glaucio Calavote em Ribeirão Preto. O Zema, claro que vai tentar render esse assunto o quanto puder, né, Vera? Porque está dando popularidade, está dando ibope. Ele já sentiu que tem um filão aí, né?

Amanhã tem pesquisa da Genial Quest para a sucessão presidencial. Vai ser um termômetro exatamente do quanto essa estratégia de demonizar o Supremo, de satirizar os ministros, de ir para o embate direto com eles, de se mostrar como o candidato mais antissupremo entre todos os postulantes da direita, funcionou para o Zema.

Até aqui, o que as pesquisas mostram não é conclusivo a esse respeito. Hoje mesmo, saiu um outro levantamento do Instituto Atlas para a agência Bloomberg, em que ele aparece com 3,1% no primeiro turno. Ou seja, ele não...

cresceu, não passou a despontar naquele pelotão dos postulantes à terceira via, graças a esses ataques. Porém, nas simulações de segundo turno, todos os oposicionistas aparecem mais ou menos bem colocados diante do presidente Lula. Aquele sinal que a gente já explicou aqui para o ouvinte, que é uma ideia de um governo desgastado em que qualquer um que se apresente como anti-Lula tem chance.

de vencer, mas não fica claro se o Zema vai descolar do Caiado, por exemplo, do Renan Santos, de outros nomes que estão aí nessa disputa, pelo fato de ter comprado essa briga com o ministro Gilmar e com os demais magistrados da Suprema Corte. Ele vai insistir nisso, parece ser a carta que ele tem.

para ir em frente à única que sobrou para ele impor realmente a candidatura dele ao Partido Novo, evitar as expressões que ele sofre para ser vice do Flávio Bolsonaro, seguir adiante com o seu nome, até mesmo resolver o xadrez mineiro, e a gente vai tratar especificamente de como está a disputa em Minas mais adiante no Viva Voz ainda hoje.

Então, ele está com essa estratégia e ele vai seguir com ela enquanto for possível. Por enquanto, ainda não está comprovado que isso foi uma jogada efetiva. Mas amanhã a gente vai saber melhor. Inclusive, a APGR arquivou um pedido de investigação contra o ministro do SF, Gilmar Mendes, por homofobia em críticas contra o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O nosso ouvinte se lembra que na...

semana passada, numa entrevista ao portal Metrópolis sobre a inclusão de Zema no inquérito das fake news, Gilmar Mendes usou um exemplo de algo que ele avaliava como coisa ofensiva, ao comparar o governador Romeu Zema a um homossexual, de uma forma ofensiva. Se reiterou, pediu desculpas em relação a isso.

Enfim, não vai ter inquérito, não vai ter investigação. Agora, Vera, esse surf só acontece à medida que os ministros do STF respondem, né? A essas provocações. Total, tem aquele meme do Galvão, né? Sentiu, tiro. Esse foi um caso clássico desse meme. O ministro Gilmar foi quem primeiro mordeu essa isca, saiu ali...

em desabalada carreira para responder, inclusive colocando de uma maneira também imprópria aquela ação da dívida de Minas na conta, dizendo que o Zema só governou graças ao Supremo, como se houvesse algum tipo de obrigação de gratidão por conta disso. Afinal de contas, se concederam eliminar para ele ficar sem pagar a dívida do Estado com a União por muitos anos,

A gente imagina que fizeram isso baseados numa questão técnica, numa questão constitucional, que vira um direito na postulação do Estado de Minas Gerais, e não como algo que você está fazendo ali em consideração ao governador e pelo que ele depois vai dever algum tipo de agradecimento. Então, também essa foi uma colocação bem infeliz do ministro Gilmar, que ajudou.

a escalar essa crise, a alimentar esse bate-boca, que para o Supremo não tem nada a ganhar. Mas para o Zema pode ter, a depender do que vier aí nas próximas pesquisas. São 6 horas e 19 minutos agora. Larissa Lopes de volta de Brasília. Tem mais informações sobre a PEC do fim da escala 6x1. Oi, Larissa.

Oi, Débora. Pois é, depois da aprovação na semana passada, na CCJ, agora a PEC vai começar a tramitar na comissão especial, que vai ser instalada amanhã, a partir das duas da tarde, aqui na Câmara dos Deputados. E nessa comissão, Débora, que vai ser composta por 38 deputados titulares e 38 suplentes,

que vai se debater ali o mérito dessa matéria, como, por exemplo, como vai ficar a escala, qual escala vai substituir a 6 por 1 atualmente, também quais serão os dias da semana e também compensação, compensação inclusive que é o principal conflito em torno desse tema.

Hoje, então, Hugo Mota já anunciou que a Lencar Santana do PT vai presidir essa comissão e o Léo Prates, do Republicanos, vai ser o relator. Antes até também se cogitava...

Se Paulo Aziz, que foi relator na CCJ, pudesse ser relator também na comissão especial. Mas, então, o Hugo Mota hoje anunciou os nomes da relatoria e presidência. E amanhã a gente vai saber os nomes e as indicações dos partidos para tratar desse tema.

A comissão especial, são previstas 40 sessões, mas tem o mínimo de 10. Então, ainda não se falou quantas vão ter mais a expectativa de Hugo Mota. Segundo ele, é votar em plenário ainda no final de maio, até o final de maio, essa proposta aqui na Câmara. E, segundo ele, vai ajustar o cronograma também junto a Davi Alcolumbre para depois sair aqui da Câmara. Então, ele já conta com essa aprovação para ir para o Senado, Débora.

Obrigada, Larissa. Vera, o Hugo Mota dando a prometida celeridade a essa matéria. Qual a sua avaliação dessa primeira escolha da composição da presidência e relatoria da comissão?

Com essa escolha de um petista para presidir a comissão especial que vai analisar o tema, o presidente da Câmara tentou e tem chance de conseguir dar um nó aí no governo. Qualquer contrariedade que o governo pudesse ter com o fato dele escolher as PECs, escolher o rito que ele já tinha definido, meio que ignorar.

o projeto do Planalto para esse assunto do fim da escala 6x1, fica um pouco enfraquecido pelo fato de ter um petista à frente da comissão. E também ele tenta fazer uma composição. Com isso, o PT e o governo aceitem.

esse rito que ele escolheu, e prestigiem, sigam com ele e acabem desistindo do próprio projeto de autoria do governo. O que se vai tentar, imagino, é introduzir alguns itens da proposta que veio do Planalto nas duas PECs.

e no texto que aí vai ser relatado pelo deputado Léo Prats, do Republicano da Bahia. Lembrando que o presidente do Republicanos, o deputado Marcos Pereira, foi um dos que deram uma das declarações mais veementes.

contra o fim da escala 6x1, aquela coisa de que ócio demais não é bom, etc., que depois ele até se retratou, disse que não foi bem compreendido, que não era bem assim, mas aí a gente tem que ver como que a bancada dos republicanos e dos demais partidos todos de...

que estão na base do Lula ou que são independentes em relação ao governo e também à oposição, vão se posicionar a respeito desse, que é um dos temas que o PT e o governo escolheram para ser carro-chefe da campanha do Lula ao quarto mandato.

Gente, deixa eu aproveitar que a Larissa está aqui com a gente para perguntar sobre uma investigação da Polícia Federal a respeito da possibilidade de contrabando num avião em que estavam o presidente da Câmara, o Gumoto, e também o senador Ciro Nogueira, né Larissa? Como é que é essa história? Exatamente, Carol. E além dele, também os deputados doutor Luizinho e Isnaldo Bulhões também.

Essa apuração começou, Carol, porque estavam apurando ali a condução de um auditor. E aí, em início, então, eles descobriram um avião que estaria ali trabalhando ali para o contrabando, inclusive teve material que não foi analisado, que não passou por raio-x. E depois a APF descobriu, então, a presença desses parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Hugo Mota.

Esse voo que veio de um paraíso fiscal em São Martim, que é um paraíso fiscal do Caribe, ele pousou no dia 20 de abril do ano passado no aeroporto de Catarina, em São Paulo. Esse aeroporto que é usado ali para aviação executiva. E com isso, então, o material não foi divulgado, mas a questão é que essas malas...

Elas não passaram pelo raio-x, o que é de praxe. Depois de uma apuração, então, se descobriu a presença desses parlamentares. E como eles têm e foram, a Polícia Federal já enviou para o Supremo Tribunal Federal essas apurações.

E o ministro Alexandre de Moraes, ontem, ele já pediu um parecer da Procuradoria-Geral da República. Tanto que seu atual status está com a PGR, que vai opinar se há indícios de crimes ou não, e vai fazer uma recomendação ao Supremo. E esse avião, Carol, ele é de um empresário que ele é ligado...

A CPI das Betes, ele seria ali ligado ao famoso jogo do Tigrinho. E esse voo, com a presença desses parlamentares, foi justamente ali numa época que estava rolando a CPI das Betes. E CPI essa que quem integrava esse colegiado era justamente o senador Ciro Nogueira. Volto com você.

Obrigada, Larissa. História esquisita, né, Vera? Os parlamentares ainda, alguns se manifestaram, outros disseram que cumpriram aí todos os trâmites, mas de fato esquisito, né? Cinco malas entrando sem nenhuma averiguação, sem passar pelo raio-x, o que tinha nessas malas, né?

E esse voo aconteceu durante a vigência da CPI das Betes. O empresário investigado é um empresário que é proprietário de uma dessas empresas de apostas esportivas. Essa investigação começou porque se apura a conduta de um auditor da Receita Federal.

que teria facilitado a passagem da bagagem, que não se sabe de quem é, por fora das máquinas de raio-x desse aeroporto. Esse grupo, o senador Sino Nogueira, o presidente da Câmara, o Hugo Mota, o deputado Dr. Luizinho e o deputado Isnaldo Bulhões, é muito próximo, é um grupo de amigos.

Tem até os três sobrinhos lá do Pato Donald, do Gibi, o Guinho, o Zezinho e o Luizinho. Tem o Guinho e o Luizinho aí nesse grupo e eles brincam que o Zezinho é o deputado Esnaldo Bulhões. Então, é um grupo muito próximo. Eles são muito, muito amigos e isso provavelmente tem amizade também com esse empresário, mas tem que ser investigado direito esse negócio.

Muito bem, a gente já temos uma manifestação de Hugo Mota sobre esse caso. Larissa, Larissa Lopes de volta. Zé Débora, ele manifestou ali por meio de nota da assessoria que diz o seguinte, que o presidente da Câmara, Hugo Mota, informa que ao desembarcar no aeroporto, cumpriu todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira.

E também afirma que o deputado aguardará a manifestação da Procuradoria-Geral da República. Portanto, então, Mota confirma que esteve neste voo, mas afirma ter seguido os protocolos. Já os outros parlamentares, os senadores Ciro Nogueira e os outros dois deputados, procurei por eles e pelas assessorias, mas ainda eles não se manifestaram.

Obrigada, Larissa. Portanto, a manifestação do presidente da Câmara, Hugo Mota. Você fica agora com notícias da sua região. Viva a voz de volta. Samanta Klein também de volta de Brasília, com mais detalhes sobre as articulações para a sabatina de Jorge Messias, que acontece amanhã. Oi, Samanta.

Oi, Débora, Carol e Vera. A gente tem aí um dia de intensa mobilização aqui no Senado. A articulação que envolveu a integrante do Senado, claro, do governo e até do judiciário, circulando nos gabinetes dos senadores, em especial do Centrão e daquela oposição que não é bolsonarista e que tem alguma simpatia por Jorge Messias.

atual AGU. O que a gente teve, inclusive, é que algumas conversas, então, vão, claro, em todos os gabinetes. André Ceciliano, da Secretaria de Relações Institucionais, também estava por aqui, conversou com vários senadores. O que ele me disse? Que o ambiente é bom, que nas conversas com senadores...

Há uma expectativa de aprovação de Messias. Ele diz que está conversando com aqueles senadores que não se manifestaram de forma aberta contra Messias. Claro que, do seu lado, a oposição está reforçando o que vê como o atual AGU derrotado para a cadeira.

que era de Luiz Roberto Barroso. Ao mesmo tempo, a gente tem aí algumas falas impactantes hoje. Por exemplo, o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfo Rodrigues, negou que haja um acordo pela aprovação de Messias em troca da derrubada dos vetos presidenciais ao PL da dosimetria, que deve ser apreciado na próxima quinta-feira, numa sessão conjunta do Congresso. O que impulsionou também?

essa possibilidade. Foi o fato de Flávio Bolsonaro hoje ter dito que, por se tratar de uma votação secreta, cada um vota com a sua consciência, ou seja, de certa forma, liberando a sua base de apoio aqui no Senado.

Outra forma de tentar conseguir mais votos para a Messeza é também liberando mais dinheiro de emendas parlamentares. O governo nega, mas dados do portal Siga Brasil demonstram que o governo empenhou mais de 12 bilhões em emendas até abril.

Além disso, a gente tem algumas curiosidades. Acabei de conversar com o presidente da CCJ, Otto Alencar. Ele estima que vai ser um momento de, claro, forte embate, mas acredita que Messias deve ser aprovado, a sua indicação deve ser aprovada por até 45 votos.

E ainda ele disse que um grupo de pastores evangélicos quer entrar na CCJ, mas ele deve destinar uma sala ao lado para evitar o tumulto. Em outra frente, ainda que não haja uma confirmação de reunião entre Davi Alcolumbre e Jorge Messias, hoje Messias almoçou com Rodrigo Pacheco e com Geraldo Alckmin. Estar com Rodrigo Pacheco, que é um aliado de Alcolumbre, também é um bom sinal, segundo Otto Alencar. Com vocês.

Obrigada, Samanta, pelas informações. Vera, tem apuração quentinha, fresquinha sobre esse tema. Eu estava conversando com um senador aqui no nosso intervalo, um senador que é uma liderança importante, que está por dentro dessa contabilidade e também das conversas de bastidores que ocorreram para viabilizar o nome do Jorge Messias, retirar os entraves a essa indicação, que já foram muitos.

Ele diz que vai ser com emoção, aspas dele, mas que ele deverá passar. Acredita que ele vai ter uns 19 votos na CCJ e algo entre 43 e 47 votos no plenário. É um intervalo, ele deu uma margem maior. O placar da Samanta vai bem no meião aí, vai no 45.

Mas veja, 45 não é um número alto, é um número baixo. Foi o número mais baixo para uma votação desse tipo até agora no plenário, que foi a votação da recondução do Procurador-Geral da República, Paulo Gonê. O ministro Flávio Dino e o ministro André Mendonça também tiveram votações consideradas baixas, 47 votos.

O que eu ouço mais dos senadores é que Messias deve ter menos, menos que Flávio Dino e que André Mendonça. Então, esse número de 45 parece factível com a realidade. Se for 43, ou seja, só dois a mais do que o necessário, aí é realmente com emoção. E aí vai ter se estabelecido um piso.

para uma votação desse tipo em um piso não confortável. E se ele for rejeitado, aí é uma crise. É uma crise muito grande. É uma crise entre o Congresso e o governo. E é uma crise de imagem para o governo muito relevante nesse momento em que o caldo de cultura é esse que a gente está discutindo. O Supremo desgastado, a sensação na sociedade de que o Supremo se mete em todas.

as pautas e todos os assuntos. Então, seria um recado do Senado para o governo e para o Supremo e que teria uma leitura forçosamente...

na sociedade, no eleitorado, como uma coisa bastante grave. Então, o governo trabalhando para viabilizar essa aprovação, ministros do Supremo também trabalhando a favor do Jorge Messias, e nisso, a atuação do ministro André Mendonça, eu acredito que é mais importante até do que os ministros indicados pelo próprio Lula, porque é alguém indicado pelo Bolsonaro, que tem o potencial...

de atrair votos da oposição que o Messias precisa ter. E o fato de ambos serem evangélicos e serem muito atuantes junto a denominações evangélicas ajudou muito a que o André Mendonça entrasse nesse trabalho de corpo a corpo a favor da indicação do Jorge Messias. Já o Lula, pelo que eu apurei, teve uma atuação discreta.

nos bastidores. Ele não ficou ligando de senador em senador e pedindo votos no Messias. Ele está acompanhando, ele tentou ali uma ponte, fez uma ponte com a Columbre, mas não ficou ali com a mão no telefone ligando o próprio presidente da República de senador em senador.

Ô, Vera, essa foto aí com o Rodrigo Pacheco, de certa forma, é uma chancela de Davi Alcolumbre? Não dá pra dizer isso, porque Alcolumbre tá quieto, né? Não fez, assim, nenhuma manifestação pública, nem contra, nem a favor, nem muito pelo contrário. Mas tem uma foto ali do Pacheco, que é muito ligado ao Alcolumbre com o Messias, né? E ficou extremamente incomodado, né, do encontro deles ter vazado na véspera da Sabatina.

e que era o outro postulante, por assim dizer, essa vaga. A gente sabe que não é uma vaga para a qual tem candidaturas oficiais, mas o nome dele estava colocado, inclusive com defesa pública, por parte do presidente do Senado, quando o Lula preferiu...

indicar o seu AGU. Então é isso, poderia ser um bom sinal, poderia ser inclusive um sinal de que se avançou e que o Rodrigo Pacheco pode, nos próximos dias, anunciar que vai se candidatar ao governo de Minas, mas o vazamento pode jogar alguma água no chope.

Nessa história, eu acho que vai ser isso, muito próximo ali, voto a voto, com algum desconforto na sabatina, com temas desconfortáveis como esses do desgaste do Supremo sendo colocados por Jorge Messias e ele tendo de dar um jeito de responder que não desagrade os senadores e nem os ministros, mas a avaliação majoritária que eu ouço é de que vai passar.

Muito bem, a gente faz mais um intervalo. Você fica com notícias da sua região. Já, já tem mais Viva Voz. Vamos falar sobre as pesquisas que foram divulgadas hoje para os governos de Minas Gerais e Pernambuco. Ponto Final CBN

Viva a voz de volta. Nós vamos a Belo Horizonte. Débora Costa tem mais detalhes sobre a pesquisa genial Quest sobre as intenções de voto para o governo de Minas Gerais. Oi, Débora. Boa noite. Exatamente. Débora, boa noite para você, para a Carol e para a Vera. Se as eleições ao governo de Minas fossem realizadas hoje, o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, venceria em todos os cenários, segundo a pesquisa genial Quest divulgada nesta terça-feira.

Conforme o levantamento no cenário 1, que considera 10 candidatos ao governo de Minas, em um primeiro turno, Cleitinho teria 30% dos votos. Na sequência, aparece o ex-prefeito de BH, Alexandre Calil, do PDT, com 14%. Já o candidato do presidente Lula, o senador Rodrigo Pacheco, do PSB, aparece em terceiro na pesquisa, com 8% das intenções.

No segundo pelotão de candidatos aparecem o atual governador, Matheus Simões, do PSD, e o advogado, o influenciador Bem Mendes, do Missão, ambos com 4%. Depois surgem Maria da Consolação, do PSOL, com 3%, e Flávio Roscoe, do PL, e Gabriel Azevedo, do MDB, com 2% cada. A pesquisa Genial Quest também indicou que Rafael Duda, do PSTU, e Túlio Lopes, do PCB, não pontuaram. Já indecisos, computaram 13%, enquanto nulos e brancos somaram 20%. E aí

No segundo cenário avaliado, sem o ex-prefeito Alexandre Calil e sem o ex-presidente da FIENG, Flávio Roscoe, Cleitinho aparece com 35% das intenções de voto em um primeiro turno e Rodrigo Pacheco, no segundo lugar, com 11%. Ainda foram estimulados cenários...

Sem a candidatura de Pacheco, onde Cleitinho pontua 37%, e Alexandre Calil surge em segundo com 16%. Por outro lado, em um cenário sem a candidatura de Cleitinho, Calil aparece com 18% das intenções de voto e em segundo lugar Pacheco com 12%. De acordo com o levantamento, 38% dos eleitores afirmam que a decisão do voto é definitiva, enquanto 60% podem mudar de opinião em Minas Gerais.

Num eventual segundo turno, em todos os cenários que é colocado, o senador Cleitinho vence e pontua acima de 43%. A pesquisa Genial Quest foi realizada entre os dias 22 e 26 de abril com eleitores do Estado de Minas Gerais. O levantamento utilizou metodologia de coleta domiciliar com entrevistas presenciais feitas por meio de questionários estruturados. Ao todo, foram ouvidas 1.482 pessoas com margem de erro estimada de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O nível de confiança do estudo é de 95% e o código de registro da pesquisa do TSE é MG08646-2026. Débora?

Obrigada, Débora Costa, pelas informações. Bem, Vera, acho que na linha do que você trouxe ontem, com as primeiras pesquisas que foram divulgadas, ainda tem muita água para correr debaixo dessa ponte. A gente vê Matheus Simões, que é o atual governador lá, na Lanterninha, com 3% a 5%, mas ele acabou de assumir também. Rodrigo Pacheco ainda não assumiu oficialmente a pré-candidatura. E Cleitinho, em todos os cenários, liderando...

essa primeira pesquisa de intenção de voto da Genial Quest para Minas Gerais. Exato. O senador Cleitinho está para o Matheus Simões, que é o novo governador de Minas, assim como o Sérgio Moro está para o Sandro Alex lá no Paraná. É o candidato do mesmo campo que, por enquanto, impede o crescimento, a consolidação desse governador. Qual que é a diferença?

A diferença é que a Quest mostra que a saideira do Romeu Zema não foi nos braços do povo, como o governo do Ratinho é avaliado. O Ratinho continuou no cargo, abriu mão da disputa presidencial, e o seu governo é muitíssimo bem avaliado. O governo Zema sofreu muito desgaste.

nos últimos meses, de um ano para cá, perdeu ali algo como quase 30 pontos em termos de distância entre aprovação e rejeição. É bastante coisa e pode...

dificultar a situação do Matheus Simões. Matheus Simões se filiou ao PSD do Gilberto Kassab, já nas janelas todas ali que houve de troca de partido, para ter um partido grande, não ficar no partido novo e, portanto, não repetir aquela ideia de tempo de TV muito limitado.

Ele está tentando fechar alianças, inclusive com o PL, mas encontra dificuldades, tanto nessa briga do Nicolas Ferreira com a direita, com o bolsonarismo, quanto na insistência do Republicanos de lançar o Cleitinho, que é um senador muito popular.

Então, tudo isso está sendo articulado, mas tem essa questão também da candidatura do Zema. Enquanto ele mantiver a pré-candidatura dele, fica mais difícil de negociar que o PL vá para o palanque do Matheus Simões. Então, são muitas variáveis e Minas tem aquela importância que a gente sempre traz aqui para o nosso ouvinte, por ser um Estado que, de uma maneira ou de outra, acaba repetindo os recortes.

de votação do Brasil, um norte mais pobre, que tende a votar à esquerda, tende a votar no PT, e uma região ali, centro-sul, mais rica e na qual o Lula pode enfrentar mais dificuldade.

Deixa eu trazer os números aqui da Quest para Pernambuco, gente, porque a pesquisa mostra que o ex-prefeito do Recife, João Campos, do PSB, está na liderança da corrida pelo governo de Pernambuco. Ele aparece com 42% das intenções de voto no cenário simulado de primeiro turno. A atual governadora Raquel Lira, do PSD, vem em seguida com 34%. A diferença numérica entre os dois é de 8 pontos percentuais. Considerando a margem de erro, pode ficar entre 2 e 14 pontos.

Aí a gente tem também os deputados estaduais Eduardo Moura do Novo e Ivan Moraes do Pessoal com 3,1% respectivamente. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar, 9%, indecisos, 11%.

Na espontânea, o João Campos marca 26% contra 21% da Raquel Lira, quando o eleitor tem que dizer quem vai votar sem uma lista pré-definida. E aí, nesse caso, os indecisos são 51%. Cenário de segundo turno mostra o João Campos na frente, com 46% das intenções de voto, enquanto a Raquel Lira registra 38%.

E como você bem pontuou outro dia, né, Vera? Não está dada essa eleição de Pernambuco, não. Você vê que a Raquel Lira, num possível segundo turno, aparece com 38%, que é uma votação bastante expressiva. Exato, Carol. É uma eleição... Eu lembro até... Eu fui atrás do dia que a gente debateu isso. Foi 16 de abril, porque tinha tido um data-folha. E aí você perguntou se havia a possibilidade do João Campos vencer no primeiro turno. Existe, mas existe a possibilidade dela vencer no primeiro turno.

É uma eleição que tem um jeitão de que pode ser decidida em primeiro turno pelo fato de que tem dois candidatos muito fortes e não tem muita fragmentação de candidaturas. A Raquel Lira teve uma recuperação impressionante. Quando a gente olha toda a coisa da avaliação de governo e o gráfico da melhora dela...

melhora dela entre inclusive eleitores do Lula, entre a esquerda petista, a esquerda não petista, entre os independentes, é uma melhora bem significativa, fruto de um trabalho que ela fez de redes sociais e de levar o governo para o interior, muita obra.

Demorou um pouco para engrenar, ela não tinha maioria na Assembleia, mas nos últimos meses, mais de um ano para cá, a coisa parece ter entrado nos eixos e ela não vai chegar à eleição como um pato manco. Então não tem um franco favoritismo do João Campos, apesar dele ser essa promessa da esquerda, uma jovem liderança.

incontestável ali, teve uma passagem pela Prefeitura do Recife bem exitosa, venceu em primeiro turno a sua reeleição com o pé nas costas, tem toda a carga do bisavô Miguel Arraiz e do pai.

Eduardo Campos, que ele está levando para a campanha. O Eduardo Campos é um personagem dos primeiros filmes eleitorais dele, mas até aqui o peso da máquina do governo tem sido muito relevante para...

alavancar a governadora, a popularidade dela e também as chances eleitorais. Ela vai conseguir algumas alianças importantes, relevantes. Ela fez um movimento de trocar o PSDB pelo PSD, assim como todos os governadores tucanos. O PSDB perdeu de uma tacada só três governadores e ela foi um deles.

e deverá ter alianças importantes também, sem se colocar como uma candidata de oposição ao Lula, porque em Pernambuco é um estado em que ser aliado do Lula faz muita diferença. A briga lá agora é a seguinte, o PSB quer forçar o Lula...

a ter um palanque único, o único palanque do João Campos. E, diante das dificuldades que o Lula enfrenta no Brasil todo, o conselho que ele tem ouvido mais dos petistas mais proeminentes é não feche a sua porta para nenhum apoio. Então, que ele não poderia fechar a porta para o apoio da Raquel Lira.

E, por fim, pontuar a disputa ao Senado em Pernambuco, que também vai ser muito quente, porque quase todo mundo que era candidato ao governo há quatro anos e que foi uma disputa muito embolada quer ser candidato ao Senado. Então, a gente tem Mendonça Filho, tem Marília Raiz, tem o Miguel Coelho, que é de uma dinastia importante de Petrolina e que também foi candidato ao governo. Tem o Túlio Gadelha, que é deputado. Então, uma disputa bem carregada.

E o próprio Humberto Costa, que é senador hoje, e tenta renovar o mandato dele. Então, uma eleição ali, pau a pau, para o Senado. Amanhã tem mais pesquisa, divulgação de mais pesquisa, sai pesquisa para o Estado de São Paulo. Sarto, Ender, Starles. Sai a presidencial amanhã, gente. Não é isso?

Bahia e São Paulo para o governo do Estado. E tem presidencial também? É, presidencial. Pelo menos me convocaram para estar 8 da manhã no Jornal da CBN. Se não for amanhã, vocês já me avisem. Que eu não preciso me maquiar. Não precisa acordar tão cedo. É, está tudo acertado já. 8 da manhã temos um encontro com Milton Jung e Cássia Godoy. Porque amanhã é dia de pesquisa presidencial. É isso aí.

Bom, a gente confirma já já. A gente já confirma já já. Mas, com certeza, a pesquisa do Estado para intenções de voto para governador do Estado de São Paulo e Bahia saem amanhã. Genial Quest também. Vera, obrigada. Beijo e até amanhã. Obrigada, gente. Até amanhã. Tchau, tchau.

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