As tensões no Oriente Médio voltaram a pressionar os mercados, elevando o petróleo e ampliando preocupações com energia, logística e fertilizantes. Nos grãos, soja e milho avançaram em Chicago, impulsionados por compras chinesas, riscos climáticos e cobertura de posições dos fundos.
O café registrou forte volatilidade, com alta histórica seguida de correção técnica. No Brasil, o setor de etanol segue pressionado pela possível prorrogação da subvenção à gasolina e pelo novo adiamento da decisão sobre o E32.
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