Treino É Treino, Jogo É Jogo / O Peso Dessa Canetada / Coisas Que Não Deveriam, Mas São Sexy
- Canetas emagrecedorasImpacto na saúde · Mudanças de comportamento · Desigualdade social
- Diferença entre treino e jogo
- Coisas que são sexy
Eu sou o Gil do Vigor, eu tenho 34 anos, eu estou de Pernambuco, eu sou doutor em economia e eu gosto de viver a vida, gosto de trabalhar na televisão, eu gosto de falar sobre geopolítica, sobre economia e sou muito divertido, adoro dançar, beber, curtir com os amigos. Eu sou o Rafael Zulu, tenho 43 anos, sou pai da Luísa, pai do Calu, marido da Aline, filho da dona Regina e do seu Antonino. Esses dois são incríveis.
Sou um cara completamente apaixonado pela vida. As pessoas conhecem muito o Gil Alegre, entendem que eu tenho uma formação acadêmica, que eu também consigo falar sobre assuntos mais sérios e importantes. Eu acho que é importante as pessoas entenderem que os dois gil coabitam o mesmo corpo, que ao mesmo tempo que eu sou feliz, eu sou alegre, eu sou animado, essa é a minha essência, eu não sou assim 24 horas por dia. E tá tudo bem.
Eu sou um cara que venho de São Gonçalo completamente apaixonado pelo lugar de onde eu nasci, cresci. Brinquei na rua. Eu acho que eu tenho muito esse excitement, que a gente fala até no inglês, que eu estou chegando agora bilingüe. Desculpa! Eu fiz de propósito para me amostrar.
Eu já sabia que o Gil é um sujeito super carismático, né? O Gil, na verdade, eu quero ouvi-lo falar sobre tudo, assim. Quero conhecer o Gil. E o Zulu é um sujeito alíndio muito afetuoso. O Zulu eu já conhecia há mais tempo. O Rafael é lindo também, né?
A gente teve uma conversa juntos, bastou uma primeira conversa, eu já olhei para o João e falei, vai rolar. E eu estou muito feliz que agora o João passa a ser oficialmente o segundo homem mais bonito.
João foi o cara que me ensinou que amigo é família. Foi ele que me ensinou, porque um dia ele falou isso pra mim. Eu conhecia muito o Zulu, que é meu amigo de fé, meu irmão camarada há muitos anos. Um sujeito gentil, um sujeito simpático, um sujeito inteligente, um sujeito engraçado. Gil do Vigor conhecia pouco, ele foi ao papo duas vezes.
Ensina pra gente a fazer o... O tchak-i-tchak. O tchak-i-tchak. É uma sedução. Todo mundo aqui para seduzir o Brasil. Vai. Tchak-i-tchak, tchak-i-tchak, tchak-i-tchak. Vai cantando, vai. Tchak-i-tchak, tchak-i-tchak. Aí vai seduzir o Brasil agora, vai. Ferrada.
Vai Brasil aí, pede voto. Brasil volta pra... E agora eu tô conhecendo outro Gil, que é um Gil engraçado como ele sempre é, mas um Gil que tem um monte de opinião interessante sobre várias coisas. Então eu tô animado com essa turma nova. A cada vez que o elenco muda e a roda se renova, eu acho que acontece em duas coisas.
A primeira sensação de que a gente tem que reconstruir, sobretudo, a intimidade que nós construímos a cada elenco. E pra nós a intimidade é um fator fundamental do nosso programa. Eu acho que mais do que as falas de cada um, o que a gente transmite é o que circula entre nós. Para! Tô ficando nervoso, hein?
Mas do outro lado também tem uma coisa muito interessante, que é você receber pessoas novas e conhecer pessoas novas, se deixar afetar por elas, afetá-las também. Então é muito bom isso, são novos amigos que estão chegando na vida da gente.
Acho que é super importante falar isso, eu sou o primeiro apresentador, que faz parte da comunidade LGBTQIAPN+, e para mim é uma honra. Eu vou trazer um pouco da vivência de uma pessoa mesmo da comunidade que passa por tantas dificuldades, que a visão e perspectiva acaba sendo um pouco diferente por conta dessas situações que a gente vive.
e também trazer dentro desse giu que passou por tantos conflitos e que eu acho que temos muitos gius espalhados pelo Brasil, eu representando vários. O Rafael, eu fico muito curioso para ouvi-lo falando sobre paternidade, ele já fez um programa sobre...
paternidade no GNT. Eu amo falar sobre a minha família, então assim, poder falar de família de modo geral e a gente tem ali entre os quatro um pai apaixonado também que é o Chico, então acho que trocar isso com Chico vai ser muito legal, né?
Chico, João, meus irmãos, vai ter bom humor, vai ter muita sacanagem, muita diversão, mas acima de tudo, muito respeito entre a gente para que a gente possa estar levando o máximo de alegria para essa galera que está em casa. O horário do programa é maravilhoso, que dá liberdade para a gente se divertir do jeito que a gente se diverte fora de cena.
Vocês podem esperar de mim, muita falação, que eu gosto muito de falar, mas ao mesmo tempo muita escuta. Eu conto também com vocês, eu tô chegando agora, vocês são veteranos, então vocês vão me ajudar muito. Então eu espero muito que vocês realmente seguram a minha mão e podem contar comigo no que for possível. Eu também vou estar aqui pra dar suporte, que eu acho que é isso, né? Amigos, família, se ajudam e vamos juntos vigorar muito.
Um beijo, eu quero um beijo de vocês também, né? Quero um beijo na minha boca, tô brincando. Ai, Brasil!
Ah, que maravilha, que saudade, que maravilha, saudade do que a gente não viveu ainda. Ai, gente, não fica longe de mim assim, não. Eu sou assim, eu sou apegado, mas tô aqui grudadinho com meus companheiros pra dizer sejam muito bem-vindos, bem-vindos a mais uma temporada do Papo de Segunda.
Eu que não ando só, aliás, ainda há muito tempo com o Francisco Bosco aqui, meu casamento mais longe. Eu diria que a gente vai abrir a relação com ninguém menos, ninguém mais do que Rafael Zulu. Não tá ruim, não. E Gil do Vigor. Palmas demais, Brasil. Que maravilha.
Aí eu fico me perguntando se o sentimento é alegria, se é medo, se é desespero, se é tranquilidade, se é certeza que é gato e vai resolver isso na beleza. Como é que está essa estreia para Rafael Zulu e Gil do Vigor?
Nem só de beleza vive o homem, né, Igor? A verdade é essa. Senão o Rout teria morrido na semana. É, você é essa confusão que a gente sabe, né, Igor? Feliz pra caramba, assim, o coração acelerado e, acima de tudo, grato, porque eu acho que é a oportunidade que a gente está tendo já.
de poder estar aqui trocando, enfim, com todo o time da gente, direção, equipe, enfim, caracterização, todo mundo que faz com que isso aqui aconteça. Essa forma como me receberam, com muito carinho, quero aproveitar esse espaço já no início, na largada, para falar, Chico, você é um amor. De coração eu estou te falando isso. João, você é ciumento, mas eu também te amo. Ciumentaço. E Gil...
Que prazer a gente poder estar junto. Estou feliz, gente. Gildo. A partir de agora, o nome dele é Gildo. Ah, agora eu sou Gildo. Eu estou muito feliz, gente. Eu estou apaixonado por todos vocês. Muito obrigado pela recepção. A gente está me sentindo em casa. A gente sabe que é uma responsabilidade, mas acho que me deixaram muito livre, muito eu. E é assim, eu quero estar aqui, eu quero aproveitar, eu quero aprender com vocês, eu quero falar, eu quero curtir. E vocês prometeram um beijo para mim, tá?
Beijo. Vocês prometeram. Não, mas calma aí. Daqui pro final. Calma aí, Gil. Também nessa equipe. Bom, atenção pra fake news. Essa aqui não é a primeira vez de Gil do Vigore e de Zulu aqui, não. Eles estão pagando de estreante, mas eles já debateram bastante aqui. Olha só.
Eu trouxe ele porque ele fotografa bem de regata, na piscina, de óculos escuros. Ele tem essa profundidade. O Zulu tem profundidade. E eu não tô falando de estética. Claro, hoje em dia é ser um homem casado, tudo mudou. Mas quando a gente tá solteiro, às vezes a gente erra. A gente deixa o tesão levar. Já aconteceu isso com você? De não era amor, era tesão? Aquela pessoa errada que você começa a transar e vicia, mas não tem como largar?
Porra, João. Claro. Não, não é possível não. É a história da minha vida. É, não, não, não, é a história da minha vida, mas, pô, quem não, né? Só que, assim, é uma cilada boa, né? Porque tesão é bom em todos os aspectos, sabe? Não é a mulher que eu gostaria de construir a minha vida, né? Mas, porra, é legal pra caralho a cama com essa mulher. Mas tem vezes que a mulher ou a pessoa, né? A gente tem um tesão muito grande.
Mas essa pessoa nos faz mal. Eu sempre busquei essa coisa da tranquilidade na relação. E se eu sentisse por algum motivo que aquilo ali estava me fazendo mal, sou medroso, né? Sempre foi um cara que eu falei, ih, vou me fuder. E aí dava dois passos pra trás. E culminou com um beijo, o primeiro beijo gay de uma edição do Big Brother. Isso é muito mais cachorrada, né? Sabe o que eu acho que é interessante? Todo mundo falava, eu assistia a televisão, sempre fui da televisão.
E o primeiro beijo entre homens, todo mundo, aquela polêmica toda, porque a Globo quer fazer com que a juventude... Minha gente, a vida inteira eu assisto beijo entre homem e mulher e nunca mudou a minha vontade. É, exatamente. Falhou a tua juventude. Nunca mudou nada.
Muito bem, eles aqui perderam agora esse privilégio de ser convidado. Agora é para valer, toda semana, treino é treino, jogo é jogo. A gente fala agora disso, de sair dos planos e assumir, de fato, uma carreira nova.
Um casamento novo, virar pai, sei lá o que for. Como é que você se prepara para grandes momentos da sua vida? Debate com a gente, debate na hashtag nova com a gente. Hashtag Papo de Segunda. A gente mudou, antes era Papo de Segunda no GNT, agora é só Papo de Segunda, a gente facilitou a sua vida para você comentar mais no nosso programa.
Eu quero saber o seguinte, qual o sentimento de quem está começando aqui, Gil e Zulu, e a gente também que está recomeçando aqui, qual é o sentimento de começar um troço que vocês nunca fizeram antes? Caramba, João, é um sentimento incrível, mas ao mesmo tempo eu sempre me pergunto, cada vez que eu vou começar a fazer alguma coisa, se faz sentido eu estar 100% preparado para aquilo ali, ou se vale estar...
Não é inseguro, mas sabe aquele texto que você prefere não decorar ele todo e deixar sempre uma duvidazinha para o personagem ficar...
parecer que é a vida real, parecer que é a primeira vez que você está falando aquele texto. Então, tudo que acontece para mim de cara, assim, no início, eu particularmente gosto de me preparar, mas gosto de deixar as coisas acontecerem de uma forma... Passinhos para descuidos. Espaço para descuido, exatamente isso. E é gostoso, concorda? É, claro. Fica vivo, né?
Eu estou feliz, eu estou muito ansioso, porque é uma responsabilidade muito grande. E eu falava, nossa, que honra que eu vou ter de eu estar lá junto de tanta gente importante, inteligente, poder conversar, poder aprender, poder falar. Então, eu sinto um nervoso, estou nervoso. Ai, que estou nervoso. Mas eu acho que é um nervoso gostoso, nervoso bom, sabe? Pela importância, entender que isso aqui é algo que realmente é muito sério.
Várias pessoas assistem. Eu estou tendo a honra de poder expressar a minha vivência e aprender junto com vocês aqui. Então, muito obrigado.
Chico, como é que é recomeçar o que já foi vivido de uma maneira que vai ser vivida como nunca antes foi vivida? Cara, você sabe que eu não sou muito de música clássica, mas tem uma...
um momento que eu acho super bonito, que é quando você está no teatro e a orquestra está afinando os instrumentos. Só que são 70 pessoas. Então é uma algazarra, é uma nuvem sonora caótica que, de repente, vai tomando forma e tudo vai se alinhando. Eu acho que o começo do elenco é essa nuvem que a gente está se afinando e preparando para falar todo mundo afinado. Legal. Isso daqui para fora.
daqui pra dentro é muito bom, cara assim, poder compartilhar de pessoas que a gente admira, né, assim e eu já tô aqui é o meu nono ano, o João tem mais ainda e algumas das pessoas que passaram por aqui, né, João algumas das pessoas ficaram meus amigos pra sempre
Algumas ficaram meus amigos enquanto estivemos aqui juntos. Depois a vida muda. E outras ficaram amigos para sempre. Então tem uma riqueza que a gente ainda leva para a nossa própria vida. Legal. Muito feliz também. Seu Rafael, você... Você, João. É. É o seu coração. Olha, eu vou te falar uma coisa. Eu tenho muita... Eu gosto... Eu sou muito curioso.
fofoqueiro. Murilo. Eu gosto muito de papiar, sou muito conversador. Eu acho que tem uma coisa que não tem como ser igual nunca quando tem cabeças diferentes, vivências diferentes. Então, assim, o Papo de Segunda está ali no seu 11º ano, mas ele vai ser... É um programa novo que estreia hoje.
sem preconceito, sem eu achar que sei mais, porque eu já fiz 11 anos. Aqui é todo mundo jogando de igual para igual, né? O Chico está aqui há muito tempo, mas isso não quer dizer que a gente traga nada além de, talvez, uma certa experiência entre falar e de falar, falar, falar sem parar.
Mas, de resto, isso aqui tem que ser vivido, e é assim que eu me preparo, de uma maneira muito segura, muito leal entre nós, muito divertida, muito leve, sabendo que a gente fala muito do tal do...
da intimidade, da segurança, de ter aqui uma rede de proteção segura para a gente poder falar, falar, falar e divertir. Você que está em casa. Ele sempre seduz, né? Mas, Rafael, me diz uma coisa. Você... 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6
Ator, empresário, debatedor do Papo de Segunda, pai, você, criança, achava que você tinha tantas aptidões ou você era mais do duvidar de si?
De duvidar, de duvidar de mim, de verdade, João. E, por vezes, hoje eu penso nisso e acho quase que contraditório. O que eu tento fazer... Agora, por exemplo, você fez essa pergunta, eu tento voltar nesse Rafael lá de trás, que era um cara extremamente inseguro mesmo. E eu não tinha a menor noção de que eu tinha gavetas e facetas e atalhos na vida, assim.
Ao longo da minha trajetória, eu fui percebendo que eu sou um cara que eu posso estar atuando, eu posso estar debatendo, eu posso estar sentado numa mesa como CEO de uma empresa, eu posso estar discutindo centenas, milhões de assuntos. Mas eu confesso que isso eu fui descobrindo ao longo, sabe, Chico, Gil? Ao longo da minha vida que eu fui descobrindo que eu sou um cara que eu posso fazer.
outras coisas, mais coisas. Eu acho que é uma característica até do brasileiro, a gente é forjado no truque mesmo, a gente vai tendo que se virar, faz uma coisa ou outra, o que não significa que você é frustrado naquela, que tem um olhar de, se você está fazendo mais de uma coisa, duas, três, quatro, é sinal de que você é frustrado naquele seu primeiro negócio, o Zuluno é mais ator.
Não era um bom ator ou frustrador, ou muito pelo contrário, eu acho que eu posso fazer mais coisas. Mas isso foi uma... Eu fui descobrindo aos poucos que eu sou, que eu... E fui me tornando esse cara que faz... Preparando, treinando... Preparando, exatamente. Para fazer outras coisas. E também eu acho que... Sim, eu conheço seu pai e sua mãe e ali parece que é uma família muito empurradora, né? É uma gente que... Incentiva mesmo. Que acredita, incentiva.
Sempre foi, João. Você conhece bem mamãe e papai, diga-se de passagem, estão assistindo a gente. Completamente apaixonados. Eu estou de família, tá? Eu estou de gangue hoje me assistindo, assistindo a gente. Sua mãe, inclusive, e eu temos uma história maravilhosa, a gente se ama. Pois é, isso é uma coisa que me incomoda, tá, João? Eu até falo isso que meu pai está assistindo. É porque minha mãe, ela...
Minha mãe tem uma queda pelo jogo. Mentira, hein? Mas meu pai é um cara que já entendeu isso bem também. Mas são pessoas que a vida inteira me impulsionaram. Não só eu, como meus irmãos. E eu acho que você saber que tu tem um back-office ali que tá... Vai, vai, tô aqui, vai. Em algum momento, eu fui. Não, e também o trabalho diário de falar... Você pode, você faz, você vai, você consegue. Gilberto é um otimista patológico, que eu sei. Agora, otimismo já te jogou pra frente?
Acho que, na verdade, a minha vida só foi para frente porque eu acreditava. Eu tinha que ser otimista, porque assim, eu até brinco, né, que eu fui fazer o doutorado nos Estados Unidos, eu precedi uma carta de recomendação. E meu orientador escreveu assim, o Gil, ele é uma pessoa que todas as probabilidades estão contra ele e ele luta contra isso. Então, assim, se já tem probabilidade, tudo contra mim. E se eu for também mais um que joga contra mim, eu não vou para frente.
Eu acho que a vida, eu precisava disso, eu precisava acreditar. Se eu não acreditar, se eu não conseguir aprender inglês, enquanto...
Eu não tinha um curso de inglês, não tinha um professor, não tinha nada, eu ia ter que fazer a prova do TOEFL, que era uma prova de proficiência mais difícil do mundo, e eu tinha que passar, gente. Eu não tinha professor, não. Então, se eu não fosse otimista e acreditar, se eu não ia conseguir, eu não ia conseguir entrar no Big Brother, eu não ia conseguir realmente me superar. Então, eu precisava acreditar, e foi acreditando que eu fiz dar certo.
Eu acho que o brasileiro é assim, o brasileiro acredita, o brasileiro tem força, porque já tem tanta probabilidade, tanta coisa falando que você não vai conseguir, se não for você que acredita em si mesmo...
É, mas você acredita e você faz por merecer. Não é também, ah, eu acredito que eu vou ser doutor. Não, tem que estudar igual um louco. É verdade. Eu acho que a fé sem obra é morta. Olha o que eu fiz lá na Bíblia. Mas é verdade, eu acho que acreditar, ela vem de um impulso de ação. Você mostra que acredita, que é positivo, quando você age. Se você não começar a agir, você vai estar perdido. É só palavras. Aí eu acreditava e eu agia.
A fé sem... A obra é morta. Tiago 2, 17 a 18. A fé sem obra é morta. Eita! O Francisco, né? Francisco? Não, Roberto. Roberto. Roberto me diz uma coisa. Mas quando é que uma pessoa pode assumir que ela está preparada para uma coisa?
Ah, João, eu acho que tem certas dimensões da vida. Eu gostei muito do que o Rafael falou, assim, para mim o ideal...
é a gente estar suficientemente preparado para poder improvisar. Se a gente não está nem um pouco preparado, a gente não consegue improvisar, eu acho. Mas se a gente está preparado demais, a gente fica muito enrijecido, né? Uma cena bonita, eu não ia falar nada disso, mas me ocorreu. Uma cena bonita do filme do João Moreira Salles, sobre o Nelson Freire, que é um grande pianista clássico do Brasil, né?
E o João pergunta para o Nelson Freire, você é feliz tocando? E o Nelson dá um risinho de mineiro, uma coisa ambígua. E algum tempo depois mostra uma imagem de um pianista de jazz, que é aquela coisa da pura alegria, por trás da qual, entretanto, teve muito estudo. Eu acho que esse é o ponto ideal.
Acho que tem uma dimensão da vida em que a gente é capaz de fazer isso, que é a dimensão racional. O Gil se preparou muito, eu me preparei, você se preparou, o João se preparou. Tem outra dimensão que não é possível, que é a dimensão do inconsciente. Aí é um eterno despreparo. Inconsciente não tem... Você pode fazer terapia anos e anos, mas aquilo dali você tem fantasias, traumas.
caminhos gravados nos seus neurônios, a ferro e fogo existenciais ali, que sem querer você vai percorrer. E, finalmente, tem a história, a história com H maiúsculo, que a gente não pode controlar. A história, o Maquiavel, filósofo político...
Ele dizia que tem dois conceitos importantes, fortuna e virtude. Virtude é do que a gente está tratando aqui, que é a preparação, a competência, aquilo que a gente pode controlar. Mas a fortuna é a roda da história, a roda viva, aquela que a gente quer ter voz ativa e no destino mandar.
Mas eis que chega a Roda Viva e leva o destino pra lá. Carmina Burana, né? Pois é. Gente, Mari comenta que tem programas que a gente assiste e tem papo de segunda que a gente sente.
Olha aí, pô. Mari1313. E olha só quem está torcendo por esse novo elenco aqui. Estão preparados para Choro ao Vivo no Papo de Segunda? Lencinho para vocês, Gilberto e Rafael. E, gente...
Eu achei, na verdade, que o Gil ia ganhar o BBB. Mas quem ganhou aquele BBB, na verdade, fui eu. Porque eu ganhei um amigo, um querido colega, colega de verdade, da minha vida, não só de trabalho. É verdade.
E por aí, a bancada foi renovada e eu tô sabendo. Agora tem o Gil e o Rafael Zulu que se juntam. O João Vicente de Castro. Nossa, que time. Caramba! Francisco Bosco. Eu espero que vocês aí do Papo aproveitem essa oportunidade que eu também tive e se tornem parte de uma família, uma família vigor.
E um beijo e boa sorte. Vai lá, Gil. Pode soltar os cachorros no papo de segunda. Vai lá. Tô esperando. Estamos ligadinhos aqui. Um conselho é que ele seja a Gil do Vigo mesmo, essa pessoa maravilhosa que ele é.
E o conselho é esse, que ele brilhe nesse programa maravilhoso, com o tamanho tão grandioso que esse programa é, que ele brilhe muito.
O que os outros debatedores deveriam saber sobre o meu pai é que ele é muito amigo, que ele é muito apaixonado pelo diálogo e pela comunicação, então ele tá muito feliz de estar aí com vocês. Eu, então, nem se fala. Com certeza não tem nenhuma situação que eu viva que eu não bote a mão no telefone e fale pai, eu preciso que você me ajude nisso, eu preciso de um conselho seu pra isso, porque ele é fantástico.
Mas um conselho bom que o meu pai e a minha mãe me deram foi filha, seja uma menina simples. Pessoas simples são mais legais. Camu, o que você mais gosta de fazer com o papai? Jogar futebol. E mais uma coisa. O que? Andar de macuim. O meu pai está me calciscando. Flamengo.
Eu tô muito feliz de tu tá aí sentado assumindo esse posto, afinal de contas, tempos atrás a gente já falou que este programa tinha a tua cara, eu sempre vou tá aqui ó, na primeira fileira da tua vida, te aplaudindo e emanando toda a energia do bem pra ti, porque eu te amo e eu quero sempre te ver feliz. Papai, eu te amo, boa sorte.
Que fofura. Beijo, Ana Maria. Beijo, Luísa. Beijo, Aline. Beijo, Mãinha. A temporada começa com o enigma, né? Como é que a mãe pode ter a mesma idade que o filho? Já ouve, né? Beijo a todos. Fica lá. Ah, João, como é que fala depois disso, né? Porque...
Luísa, Calu, Aline, é realmente a minha trinca, né, assim, de conexão direta, mamãe e papai, que eu acabei de falar aqui o tamanho da importância deles, mas o Calu e a Luísa, junto com a Aline, eles são a minha família, de fato, assim, né.
E não tem nada que eu faça nessa vida, nada que eu faça nessa vida que não tenha eles na frente. Eu estou sentado aqui e podem ter certeza que, quando eu pisei no cenário hoje, as três primeiras pessoas que eu pensei foram eles três.
Então, poder ver o Calu falar do papai, das coisas que eu... Quando ele fala do pastel com o caldo de cana e o macunha, macunha é o Opala, 1978, que eu tenho, que ele diz que é dele. Eu sei que eu já criei uma relação de afeto ali com essas três coisas, pastel, caldo de cana e o carro. A Luísa que diz que eu...
que eu peço para que ela seja simples, mas ela já veio com essa chave. E a Lina é a minha maior torcedora, é a coisa mais linda do mundo. Então, obrigado. Eu amo vocês três, vocês sabem disso. Eu? Até o meu... Eu também fiquei. Minha mãe é meu alicerce, é tudo que eu tenho, eu sou apaixonado por ela, era a minha força. Mas uma outra mulher também que me emociona muito é a Ana Maria. Eu nem queria chorar.
É porque o tanto que a Ana Maria já fez por mim, que a televisão não sabe. A Ana Maria, ela é amiga de verdade, sabe? Sabe aquela pessoa que confia em você? Sabe ser otimista? Eu sou. Mas é muito bom quando nós somos otimistas e nós temos alguém do nosso lado que fala, eu confio. Eu acho que a maior apresentadora do mundo, na minha opinião,
confiar em mim, para mim é uma honra e poucas pessoas sabem mas o primeiro livro, quando eu consegui juntar dinheiro para comprar o meu primeiro livro foi o livro da Ana Maria porque eram várias mensagens super positivas do programa dela e eu precisava daquilo porque eu precisava de esperança
Eu acho que o Brasil e todos nós que viemos de baixo, que sabemos a dificuldade da desigualdade, nós precisamos sonhar e acreditar. E às vezes é tão difícil sonhar, é tão difícil acreditar. E aí entra Ana Maria Braga com suas frases, com seus pensamentos que são tão importantes para mim e para o Brasil todo. Então, eu sou apaixonado por essa mulher. Ana, eu te amo.
Você sabe tudo que você faz por mim. E eu eternamente serei grato para você. Eu te amo muito e amo também, mãe, a você e essas duas mulheres na minha vida. Duas arianas, Gil. Duas arianas, eu também sou arião. Um bravo, eu gosto. Gil, nessa sua nova jornada, quem você quer que goste de você? Quem você tem medo de decepcionar?
Eu acho que eu tenho medo de decepcionar a mim mesmo. Eu acho que durante muito tempo na minha vida eu precisei acreditar que eu era suficiente e eu não dependeria da aprovação de outras pessoas. Até quando eu saio do Big Brother também, passo várias experiências, eu acho que eu preciso acreditar mais em mim, eu acho que eu preciso entender que eu sou assim e eu não preciso agradar todo mundo.
Mas se eu tivesse que pontuar uma pessoa, seria minha mãe. Acho que se eu não deve decepcionar minha mãe, está tudo bem. Mas eu acho que, em primeiro lugar, não posso me decepcionar. Preciso acreditar muito em mim, em quem eu sou, no que eu tenho construído nessa vida toda, até porque demorou muito tempo para eu me amar do jeito que eu sou. E agora que eu me amo, né? A gente tem que vigorar e continuar se aceitando. Lindão. Muito bom.
Ô Chico, mas tem uma coisa que... Ficou medo dessa temporada, Pedro. A gente já começou chorando. Vai acabar como? Vai acabar sorrindo, talvez. Tem uma... Nesse assunto de estar preparado, tem uma... Tem gente que diz, uma adultopia que diz que... Cuidado com o tempo passando, você vai estar preparado. Isso é verdade ou é utopia?
Eu acho que é em larga medida. Verdade. A gente pode se preparar para as coisas, né? Às vezes a gente erra no julgamento também. Eu tenho uma historinha bonitinha, edificante, que eu já pensei em escrever um livro como coach sobre essa historinha, assim. É que é... Por incrível que pareça, quando eu era adolescente, eu fazia vôlei no Flamengo. Aí me federei e tal, não sei o quê. E aí teve um campeonato, campeonato carioca.
no ginásio, estreia um fla-flu no ginásio do Fluminense. É um ginásio grande e estava cheio, provavelmente só de familiares, mas cheio, barulhento, tal, não sei o quê. O time do Fluminense era campeão carioca. Os caras eram maiores, porque a gente, no aquecimento, ele já batia, o ataque deles era muito melhor.
Eu me lembro até hoje do barulho da bola no chão. E eu fui ficando amedrontado com aquele negócio ali. E eu era reserva, mas eu era a primeira reserva do time. O jogo começou, a gente estava perdendo de 7x1. E aí o treinador virou para mim e falou assim...
Francisco, está preparado para entrar? Eu falei, não. Para o bem de todos, sobretudo meu, acabou a minha carreira aí. Eu nunca tenho mais memória de eu jogando vôlei. Então, às vezes, a gente erra um pouquinho o julgamento. A gente acha que está preparado e não está. Boa. Muito bom. Muito bom.
O pessoal está falando muito que, pela primeira vez, e é muito legal ter uma pessoa da comunidade LGBTQAPN+. Epa, falou certo. Muito bem. E você se assumiu no Big Brother. E não foi fácil para você? Você fala sempre disso. Você está preparado e agora, como você disse,
preparado para se assumir em tudo e para se expor cada vez mais? É uma pergunta muito boa, muito obrigado até pela oportunidade. Eu acho que aconteceu algo muito interessante comigo. Eu venho de uma formação cristã, eu passo 20 anos na igreja, e aí eu vou para o Big Brother e eu tenho a oportunidade de me assumir. Então eu falo, caramba, agora eu finalmente consegui sair do armário, me aceitar, me amar, e aí eu saio com todo aquele fogo, com aquela alegria.
Mas algo que as pessoas não sabem é que eu saio, eu venho para o Brasil, termino o Big Brother e eu vou para os Estados Unidos.
E eu passo por vários momentos super difíceis com a questão da minha sexualidade e coisas que as pessoas não souberam. Eu imaginei que, inicialmente, o meu problema todo era porque eu tinha medo das pessoas não me aceitarem, eu tinha medo do que as pessoas pensariam sobre mim. Quando eu superei esse medo, eu falei, agora, acabou. As pessoas sabem quem eu sou, eu não tenho que me preocupar com nada. Só que durante a minha estadia nos Estados Unidos, todos os meus pensamentos de 20 anos dentro da igreja, da religião, voltaram para mim.
E eu comecei a ficar com receio, eu comecei a me questionar novamente se eu ser um homem gay era aceito ou não por Deus. Coisa que eu não imaginei mais que voltaria para mim. E aqueles pensamentos começaram a tomar conta de mim e eu volto para a igreja. E as pessoas não souberam disso. Eu passei um ano frequentando a igreja.
E aí, nesse um ano, eu voltei para o celibato e eu voltei realmente a orar, a frequentar, a lecionar na igreja. E isso sem falar, não me tornei público isso. Porque eu tinha novamente um medo do julgamento, as pessoas não entenderem que eu estava passando por um processo de conflito novamente. Eu não sabia mais onde eu estava, onde eu me encontrava. E aquilo começou a me deixar muito preocupado, ansiedade, eu indo para a igreja, eu voltei a fazer deito.
Comecei a marcar encontro com meninas novamente, porque eu falava, onde eu estou?
com muito medo, de fato. Até que um dia eu estava tendo uma crise de ansiedade muito forte nos Estados Unidos, eu não estava mais me reconhecendo durante o período, durante o PHD, e aquela ansiedade, eu começo a chorar, eu vou para a igreja, e é um dia, é o primeiro domingo do mês na igreja, é livre para qualquer um falar, e eu vou chorando, e eu falo assim, eu sou gay, eu não aguento mais.
Eu tenho um conflito muito grande, porque eu me aceitei, eu achava que não tinha como mais eu voltar para ter esse pensamento, e agora a minha preocupação não são as pessoas, é Deus. E novamente eu precisei voltar e me entender e falar, não, eu sou esse, eu me orgulho de quem eu sou e está tudo bem. Só que é um processo que ele vai e que ele volta. Eu acho que eu tinha tanto medo do julgamento público, de novamente ter esse conflito, porque foram 20 anos de vivendo dentro da igreja.
Então, me aceitar e entender que Deus não vai me julgar, por mais que eu tenha tido uma experiência pontual muito incrível dentro do programa, isso volta. Eu acho que é importante nós falarmos sobre isso, porque tem muitos membros da comunidade LGBT que mesmo quando eles se aceitam ou se assumem, esses conflitos, ainda mais daqueles que vieram de uma base cristã, de uma base religiosa.
volta continuamente. E está tudo bem, a gente não tem que julgar. Eu acho que é acolher, é estender a mão e falar que está tudo certo. Eu acho que tempos foram passando e eu fui novamente me entendendo e falando que está tudo bem. Por isso que é tão importante ter anualmente a parada do orgulho.
para que você fale assim, olha, se eu orgulho de você, está tudo bem. Está tudo bem. E se você tem algum conflito, também está tudo bem. Nós estamos aqui para te abraçar, para te apoiarmos, porque realmente é um processo e você não pega 20 anos e consegue se desvincular. Eu tenho muitos amigos, família que me apoiam. Então, eu acho que foi um processo. Eu acho que cada pessoa vai ter um processo e esse tem sido o meu. Hoje não, assim, imagina se eu voltar para a namorada.
Ai, Maria, sei, eu me ajude. Mas eu acho que foi um processo, eu acho que eu estou colocando aqui para mostrar que...
Nós temos diversos membros da comunidade LGBT que passam por diversas coisas a vida inteira. Eu acho que nós temos que realmente nos unirmos ano a ano pra falar assim, até dia a dia, sabe? Ó, tô com você, tá tudo bem. E se tiver qualquer conflito, fala comigo, porque eu tive muito medo. Bonito, Gil. Importante você falar isso. Obrigado.
Primeiro bloco acabou. Foi bom pra vocês? Puxa vida. Olha aí. Caramba. Na volta a gente fala sobre um assunto, menino, que sequestrou as rotas de conversa, os jantares, festa, casa de swing, tá todo mundo só fala nisso. A caneta emagrecedora. Pra além do emagrecimento, claro, quais mudanças de comportamento você viu ao seu redor? A gente já volta pra falar sobre isso.
Olá, minha gente. A gente voltou com um novo papo de segunda, com novos papoluxos. Rafael Zulu e Gil do Vigor. Claro, e também com essa maravilha. Esse homem sexy, bonito. Esse trovador das estrelas. Esse hétero, esse intelectual público. Esse homem que sempre estará com a gente e ao meu lado sempre. E eu tenho tatuado o nome dele nas minhas costas. Francisco Bosco.
E isso é uma salva de palmas. Não precisava ter contado o final, que é um segredo nosso. Conversa agora é o seguinte, minha gente. Canetinha de perder pancinha, essa varinha magiquinha que está transformando as pessoas em fadas magrinhas, sabe? Para além da perda de peito, de peso.
E efeito positivo inegável que tem a saúde. O que mais que essa revolução das canetas está ensinando a gente? Elas reforçam o nosso imediatismo com resultados rápidos. Estão fazendo a gente rever a nossa gula, nosso consumo desenfreado. Que valor passam a ter os corpos magros, os muito magros? Que efeito você está sentindo na sua roda de gente, no teu convívio? Fala pra gente.
na hashtag Papo de Segunda no GNT. Claro que a gente sabe que a obesidade é uma condição muito séria. Também a gente sabe que a exigência da magreza nas mulheres é muito maior. Nosso debate é sobre os efeitos colaterais dessa tecnologia na nossa sociedade. Lembrando que é essencial procurar um médico, minha gente. Usar medicamento original. Não devia estar nem falando isso. Certificado pela Anvisa.
Sabe assim? É do jeitinho certo mesmo que tem que fazer. Vamos ao debate. Bora. De que jeito a cultura da caneta tem afetado vocês na mesa, na conversa, no sexo, enfim, no seu entorno, Rafael?
Caramba, virou pauta de boteco, né? Porque a gente vê, cada vez mais você encontra, você vai na academia hoje, por exemplo, ou sei lá, no trabalho, você fica sem ver a pessoa um mês, dois meses, três meses, quando você volta e fala, caramba, é a mesma pessoa, realmente virou uma pauta, um debate, essa história das canetas de emagrecimento. O que eu acho que é bem o que você acabou de falar, João.
antes de qualquer coisa, primeiro de tudo a gente está falando de saúde, né? Obesidade realmente ela é uma doença eu acho que as canetas emagrecedoras vieram acima de tudo pra curar pra dar longevidade, pra fazer com que as pessoas tenham saúde para além disso existe uma questão estética também que eu acho que é uma grande pegadinha uma vez que você emagrece, você está ganhando saúde também
Mas é uma pauta do dia a dia. Eu, particularmente, conheço algumas, muitas pessoas que fazem uso da caneta. E é incrível, porque as pessoas têm relatos maravilhosos, assim. Da saúde, naturalmente, do bem-estar, de se sentirem bem. E tem uma coisa muito interessante. A Aline, nutricionista e profissional da educação física, ela sempre diz isso para mim.
Não adianta também você usar a caneta e não mudar o seu mindset ali. Você precisa realmente virar a chavinha, né? Porque senão não muda quase nada. A verdade é essa. Mas eu acho que as pessoas têm aprendido cada vez mais. Quando a gente pensa do início das canetas para hoje e a tendência é isso aumentar e ir melhorando cada vez mais, a gente percebe que as pessoas estão mudando.
Sim, estou emagrecendo, mas eu estou me cuidando, estou me alimentando melhor, estou mudando a minha cabeça. Eu só encaro as canetinhas de uma maneira bem utilizadas como algo muito positivo e revolucionário. Está mudando a vida das pessoas e trazendo saúde. Isso, para mim, é fantástico. É, pena que ainda tem um recorte social muito marcado que as pessoas ainda não têm acesso. É isso, é um negócio caríssimo.
Mas vai derrubar essa patente aí rapidinho. Nossa economista, que mudanças econômicas você ressalta nessa revolução da caneta alhada para o bem e para o mal, né? Eu acho que é importante, é interessante falar sobre isso, porque nós temos dois aspectos. O primeiro, algo positivo, o Zulu falou muito bem sobre a saúde, a gente está falando sobre saúde. Obesidade é uma doença e tem que ser tratada, inclusive, no Brasil a gente tem, por exemplo,
31% dos adultos no Brasil hoje sofrem com obesidade. Então é um dado muito sério, muito importante de ser falado. É muita gente. É muita gente. E você está mudando o comportamento das pessoas. E a economia, a gente fala que quando você muda o comportamento, você mexe em todos os mercados. Tem mercados que estão abrindo hoje em dia, por exemplo, para pessoas que querem consumir mais alimentos saudáveis. Está tendo uma transformação também, por exemplo, pessoas que precisam fazer costuras imediatas.
As medidas estão sendo alteradas e estão aumentando essa demanda. Então tem mercados que estão se abrindo automaticamente também.
Tem mercados que estão sendo prejudicados por isso. Restaurantes de rodízio, por exemplo, hoje em dia, quem vai? Eu estou metendo aqui a caneta, não estou com fome, rapaz. Eu não vou mais, não. E aí os restaurantes tendo que se adaptarem para que eles consigam realmente estarem enquadrados e não perderem essa demanda.
Só que quando a gente vai para a questão da desigualdade, a gente fala, recentemente até foi falado, que por que o sistema público de saúde vai trazer, por exemplo, uma caneta emagrecedora? A gente sabe que a obesidade no Brasil, particularmente, nunca teve nenhum tratamento público.
diretamente para essas pessoas. E quando a gente fala sobre alimentação, é muito fácil falar assim, tem obesidade e vai fazer exercício físico e alimentação. A gente sabe que não é assim. Vamos falar que é verdade, gente? Não é tão simples. Por quê? Porque quando a gente fala sobre alimentação e exercício físico para cuidar da obesidade, a gente está falando sobre pessoas, ainda mais grupos pobres.
que sofrem muitas restrições, que não tem renda, porque para ter um nutricionista é caro, vamos falar a verdade? Alimentação saudável também é cara, minha gente. Acompanhamento médico também, e fora restrição de tempo, quem trabalha 8, 10, 12 horas no dia, 6 horas da semana...
que vai se cuidar. Então não é simplesmente falar assim vai treinar que vai resolver. A gente sabe que tanto que um a cada 216 homens, tem uma pesquisa recente que falou sobre isso, consegue vencer a obesidade através dos exercícios físicos e de uma mudança da alimentação.
Então existe sim uma restrição, e você falou muito bem, acho que a maior preocupação é que a gente crie um marcador de desigualdade social. Mais um, né? Mais um, onde você olha para uma pessoa que é mais gorda e fala assim, nossa, a pessoa é pobre.
porque as pessoas com um poder aquisitivo maior, elas conseguem utilizar as canetinhas, você começa a gerar uma pressão social muito grande nas pessoas, que eu acho que isso é muito ruim para a nossa economia, para as nossas pessoas, porque saúde pública é importante debater. Então, acho que é um assunto que tem que ser levado, inclusive, para o debate público, sobre esse tratamento de obesidade, usando as canetas dentro do sistema público de saúde, que a gente sabe que é importante, a gente nunca teve um tratamento adequado para isso.
Eu tenho uma pergunta a fazer hoje. Se eu te entendi bem, Ju, porque você falou que cerca de 31% dos brasileiros têm obesidade. É verdade, isso. Eu tendo a pensar que a maior parte dessas pessoas é uma obesidade por desnutrição.
por uma alimentação muito concentrada em ultraprocessados, que são os alimentos mais baratos. Nesse sentido, uma política pública mais eficiente não seria comida saudável em escolas públicas.
do que, por exemplo, uma política pública baseada em canetinhas, que me parece que as canetinhas atacam sintoma. Enquanto a tentativa de fornecer alimentação saudável para a população que não tem dinheiro para adquiri-la, seria combater a causa. Eu acho que esse grupo, quando a gente fala que 31% são adultos.
que a grande maioria saíram da escola, por exemplo. Mas você fala assim, se você trata de uma alimentação saudável dentro da base, da raiz, talvez você evite que você tenha adultos acima do peso com esse problema. Eu acho que eu concordo com isso. Mas eu acredito sim que tem que ter uma política pública de incentivo. Mas imagina, como é que eu vou fazer para que eu faça com que uma alimentação mais saudável seja mais barata dentro do mercado para as famílias que ganham um salário mínimo e não consigam comprar? Claro.
Você poderia, por exemplo... Eu estou entrando na série que não é minha. Eu nem vou ficar muito tempo aqui.
Mas você não poderia, por exemplo, desonerar produtos da cesta básica, mas que fossem de origem orgânica? Concordo, fazer uma isenção fiscal ou dar algum tipo de incentivo fiscal para que exista uma maior produção a um preço acessível para que as pessoas consigam realmente comprar. Eu concordo com você. Mas eu acho que também a gente tem que falar aqui que tem um ataque direto para um problema que já existe. Então, por exemplo, vamos tratar disso, vamos mudar a alimentação e deixar mais acessível para que as pessoas consigam, de fato, comprarem.
Só que, cara, a gente tem 31% que precisa de um tratamento imediato. Já está. Já está acima. Então, o problema que já está acontecendo é muito alto. Então, como é que eu faço agora para tentar resolver esse problema de maneira mais assertiva e atacar diretamente, junto com a política pública que incentiva e ensina as pessoas uma alimentação saudável?
para que elas consigam manter tanto a alimentação quanto a questão de saúde. Por exemplo, quando a gente fala que a pessoa trabalha seis vezes na semana sem ter tempo para fazer uma academia, mesmo que a academia pública lá, que você vai numa praça, faz um... É difícil. Então, por isso que eu estou falando. É uma questão de você mudar a alimentação e também o condicionamento físico. Vamos ver quem é que está esperto. Qual é o nome dessa conversa?
Como é o nome dessa conversa? Bela e Gil. Bela e Gil. Que isso, que isso. Não, mas eu acho que... Bem demais. Eu acho que vocês dois estão falando coisas que estão certas, assim. Eu acho que a educação alimentar, eu tive a sorte de ter, por exemplo, uma mãe que comia muito bem, que me ensinou a comer muito bem e que sempre...
tem uma preocupação com isso, minha mãe sempre teve, e é impressionante como isso ficou, até hoje eu gosto. Metiu no seu adulto, né? Então assim, nas escolas públicas, ter uma seleção ali, um cardápio montado.
de uma maneira, com esse tipo de pensamento, eu acho que mudaria tudo. Eu juro que vai ser cinco segundinhos. Quando a gente fala sobre escola pública, eu estou trazendo só para mim a realidade, que, por exemplo, eu ia para a escola, eu tinha um almoço e muitas vezes era a refeição que eu teria durante todo o dia. Então, muitas vezes as crianças falam assim, eu prefiro um baião de dois, um arroz e um feijão, um negócio forte, porque eu vou comer agora e eu só vou comer amanhã.
Então, ainda temos isso também, porque a desigualdade dela é tão forte que ela afeta as pessoas de uma maneira que você não consegue nem sair daquilo.
A merenda é um fator fundamental associado à evasão escolar. Exatamente. A Lucena Sadi é psicanalista e fundadora do grupo Corpo e Cultura, que estuda alimentação na nossa sociedade. Ela falou com a gente sobre as canetas.
A gente, há muito tempo, já não come mais guiado pela fome, pela saciedade, pelo prazer de comer. Há muito tempo, esses três guias, que são os guias principais da alimentação, enquanto sociedade, a gente abandonou-os para poder comer de acordo com a mentalidade de dieta, com qualquer tipo de dieta.
Então, o que a gente produziu socialmente, culturalmente, foi uma grande alienação do homem com o seu corpo, com os sinais do corpo. E as dietas produzem essa alienação. É muito difícil hoje em dia ver alguém que coma sem pensar se a comida vai emagrecer, vai engordar. Come porque é uma recomendação da dietética.
não é mais pelo gosto e como sociedade a gente foi criando uma fobia da comida. Muitos chamam de revolução a nova classe de medicações que atuam mais diretamente na saciedade do que as antigas que atuavam mais no sistema nervoso central. É muito bom para quem tem problemas cardíacos, para quem tem hipertensão.
É muito importante também para o diabético. Então, só por isso nós já estamos como sociedade no lucro. Mas o que eu observo é um uso ainda muito semelhante ao uso que se fazia das dietas. E as dietas, elas trazem restrição e privação.
E, portanto, elas também provocam exagero e compulsão. Então, a partir do momento que a gente observar uma mudança de comportamento desse tipo, onde vai diminuir o exagero, vai diminuir a compulsão e vai diminuir principalmente a fobia dos alimentos, a gente pode falar que isso é sim.
Uma revolução. O que a gente percebe na clínica psicanalítica e na clínica nutricional é um aumento de irritação. E também alguns momentos de tristeza e depressão. Por quê?
Porque você estava acostumado a usar a comida como uma espécie de consolo, como um lugar de alívio. A comida fazia esse sentido para você. Por isso também é importante o acompanhamento psicológico, porque haverá mudanças comportamentais e emocionais a partir da privação de prazer.
E da fome, a fome continua inconsciente, você arrumou um truque para a saciedade, para te dar um ponto de saciedade, mas a fome continua lá.
Muito bem, muito bem. Chico vai comentar, mas eu queria só dizer que a patente da semaglutina, que está em algumas dessas canetas, semaglutina, já caiu, então a tendência é ela baratear. Mas é boa. Chico, quer falar sobre Luciana?
Cara, eu precisaria de um pouco mais de tempo para digerir a fala dela. Mas ela é psicanalista, né? Eu vou tentar fazer uma conexão com o que ela falou. É engraçado que a psicanálise, ela nasce sob o signo de uma outra interdição, que era a interdição ao sexo, né?
Então, Freud cria, basicamente, pelo menos a parte da teoria da sexualidade na psicanálise, a partir da sua observação sobre as famosas histéricas. Ele percebe que as mulheres, que eram, historicamente, objeto de maior interdição moral quanto ao sexo, continuam sendo, mas isso vem do século XIX, em Viena, muito mais ainda. Aquele recalcado, ele voltava no corpo.
E aí que surge, o Freud fala, então tem uma relação entre a cultura, os seus ideais, o recalque que o sujeito faz e como é que isso aparece no corpo, sintoma.
Tudo isso para dizer que até, talvez, os anos 60 do século XX, a gente vivia sob o imperativo do tabu do sexo. Se eu ler a cultura da época, Nelson Rodrigues.
sei lá, canção do Chico Buarque, Geni, Joga Pedra na Geni, ela dá para qualquer um, aquela coisa toda, né? E o que me parece que aconteceu é que, a partir dos anos 60, o sexo foi ficando cada vez mais liberado, né? Até que a gente deu uma espécie de volta no parafuso, né? Eu diria que, hoje em dia, o imperativo é o contrário, assim. O imperativo social não é mais não farás sexo.
Tens que fazer sexo. E quem não faz sexo é um loser ou está com uma espécie de fomo. Você fica achando que está todo mundo numa orgia louca e só você não está fazendo, né?
Por outro lado, ao mesmo tempo, aí eu não saberia fazer uma história precisa, assim, como a Luciana falou, acho que a magreza foi se tornando um imperativo social, né? Eu falo isso, não sei, João, eu penso logo na moda.
naqueles desfiles dos anos 80, talvez, quando começaram. Mas talvez seja um pouco anterior. Nos anos 70, eu já penso em corpos magros, 60 e tal. As cinturas, né? Outro tipo de magreza, mas já...
Mas aí, de novo, acho que tem o que você falou, que todo mundo, de alguma maneira, passou nisso. Como é que a gente tem que pensar que os dois lados do espectro são perigosos para a saúde? De um lado, a obesidade, e a obesidade ligada a questões de classe, de gênero, de classe e raça, porque estão muito perto. Mas do outro lado, também, a magreza é excessiva.
que já há algumas décadas começou a apresentar sintomas perigosos, anorexia, bulimia, e agora, na era das redes sociais, está muito pior, cara. Quem estuda isso, assim, o livro do Jonathan Haidt, que foi um livro que ficou muito famoso, Geração Ansiosa, tem um conjunto de dados ali avassaladores para mostrar como é que, sobretudo, as meninas...
Estão sofrendo porque ficam nas redes sociais, ficam expostas a... Tem muito filtro, né? Em que as meninas aparecem super magras e são objetos de idealização. Então tem milhões de likes, milhões de curtinhas super populares. E a menina que está vendo aquilo quer entrar naquele ideal impossível e aí começa a entrar num caminho que não é saudável, né?
Gabriela diz assim, acho que vocês homens não são muito afetados pela cultura da magreza, por isso não tocaram nesse ponto. Mas para nós mulheres é um absurdo falar de carença emagrecedora sem falar em transtorno alimentar. Se é magro, está na moda e só rico que pode. Hashtag Papo de Segura. Eu até falei isso, Gabriela e ele também, que isso com certeza é um assunto que...
que afeta muito mais as mulheres, historicamente, com certeza. Mas Rafael já se sentiu pressionado pelo esté, pelo corpo, de ter um corpo bonito, pela...
Ah, João, sim. Eu acho até por conta da profissão mesmo, como ator, né? Eu acho que a gente sempre precisou... A televisão impulsiona isso, né? A estética, a beleza, o corpo, né? Eu fiz muitos personagens e eu fui cansando um pouco disso também, né? Os personagens eram gravando, tira a camisa.
E aquilo foi me cansando, porque parecia um pedaço de carne, um pedaço de corpo, e eu acho que a gente podia me aproveitar de uma outra maneira e melhor, sem dúvida alguma. Isso foi me incomodando muito, mas que era uma pressão muito grande. Eu lembro que eu fiz uma novela...
que eu não consegui chegar no corpo que eu deveria para a personagem. Porque a personagem tinha uma coisa ali de praia, que ele corria na praia, enfim. E aquilo me deixou muito inseguro.
Muito inseguro. Inseguro em cena, inseguro com personagem, porque eu não consegui atingir a expectativa, não só a minha, mas daquele personagem mesmo, para aquele trabalho específico que eu estava fazendo. Então, sim, você me pergunta se eu já me senti pressionado, já, por conta disso.
Porque é sempre uma luta, né? Pra gente estar se adaptando, estar dentro de um quadrado. Eu acho que, por acaso, a gente está falando das canetinhas que traz saúde, tudo isso que a gente está discutindo aqui. Mas a gente vive numa sociedade que ela vai te empurrando pra um lugar de você ter que se enquadrar dentro disso. E é difícil. É difícil. Por vezes você não consegue, enfim. É, eu acho que a gente está também vivendo um momento de, também, exaltação de novos, de corpos diferentes, né? Claro.
corpos diversos mesmo, até na moda que o Chico citou. Isso é um ponto importante que eu esqueci. Começam com mais idade, não necessariamente magros, eu acho que passos de bebê, falta muito ainda. Era a frase final do argumento, acabei esquecendo, que é...
existem moralidades diferentes para grupos sociais diferentes, habitando ao mesmo tempo o espaço. Tanto em relação ao sexo, quanto em relação às normatividades corporais. Então, por exemplo, o grupo social mais conservador tem uma moralidade sexual diferente do grupo progressista. O grupo progressista tem uma moralidade diferente em relação à normatividade corporal. Total. O Gil...
Uma notícia de que o vigilante do peso nos Estados Unidos faliu por causa das canetas. Será que é porque a gente virou os vigilantes do peso dos outros? Boa pergunta.
Não é ele que faz, não, tá? São os roteiristas. Só pra não ficar ali hoje. Que, aliás, foram indicados ao prêmio hoje. Sabia? Ai, parabéns. O Dani Garuti. Eu só só... Tem mais um rapaz, não tem? Que faz com o Dani Garuti? Tem o Dan... O que é seu nome? Dante? Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Danilo. Inclusive que... E é. Bom...
Tá vendo, Eduardo? Começando hoje. Não, desmessamos. Temos fotos, mas chegaremos lá. Calma, vamos falar aqui, vamos falar. Não quero, não sou de fazer. Então, Vigilante do Peso. Pra quem não entende Vigilante do Peso, na verdade, é uma empresa que ajuda as pessoas a entenderem o consumo ideal dos alimentos, que acho que é super importante você entender que você pode consumir todos os alimentos da maneira certa. Ele ensinava como se tem uma alimentação saudável.
Inclusive, esteve no Brasil por mais de 50 anos. Eu fiz. Tu fez, né? Eita, como vigorado.
mas o que aconteceu? Chega essas canetas e as pessoas param às vezes de quererem procurar o consumo eficiente porque realmente tem aquilo para encontrar e quando você fala sobre as pessoas serem vigilantes do nosso corpo, eu acho que elas são vigilantes da vida de todo mundo
As pessoas, elas esqueceram que elas podem cuidar da sua vida, gente. Eu estou falando isso com todo carinho. Por quê? O que tem nas redes sociais hoje em dia é está magro demais, está gordo demais. É a sua vida? Desculpa, é a sua vida? Isso não é vergonha nenhuma. Isso não é vergonha nenhuma, gente. Se ninguém pediu sua opinião, não é para você dar, não. Acho que a gente tem que nos restringirmos a quem nos pede, quem nos pergunta.
Entendeu? Por exemplo, uma pessoa emagrece e posta uma foto hoje em dia nas redes sociais, o que vem de comentário comentando assim...
Tá usando a caneta? Tá usando a caneta? E se tiver da tua conta, é tu que tá pagando, que é caro. E outra coisa, as pessoas podem se sentir constrangidas também. Teve uma pessoa até próximo a mim que em um momento da vida foi perguntada, questionada em público se estava usando caneta. A pessoa tá fazendo regime, tá fazendo academia, tá fazendo várias coisas. Então assim, você não tem nada a ver com a vida da pessoa pra estar constrangendo.
Então acho que sim, nós temos pessoas que são vigilantes da nossa vida, ainda mais nas redes sociais, que eu acho que precisa colocar um limite, gente. Tem gente que vai se sentir mal.
E outra coisa, eu estava até conversando com uma amiga minha sobre isso, quando você começa a questionar a pessoa, nossa, está gordo, está gorda, está isso, está aquilo, está acima do peso, estou falando isso para te ajudar. Você está constrangendo a pessoa e você está dificultando o processo que para a pessoa às vezes é difícil. E tem gente também que não quer falar, nossa, eu sou bonita, eu sou gostosa dessa forma. Se você tem saúde, é uma questão que vai caber a você decidir. Então eu acho que são vigilantes.
Eu acho que vamos tomar um pouquinho de cuidado quando a gente for olhar a vida dos outros. Tem uma coisa só que me ocorreu aqui enquanto você estava falando, que quando a gente diz procure um médico, não é só porque...
para ele te indicar e para ele ver se está tudo bem os exames e tal. É porque também, simplesmente você tomar a caneta da sua cabeça, quando você parar de tomar, vai voltar se você tiver alguma compulsão, alguma coisa. Então é um processo que tem que ser feito de uma maneira pensada, planejada. Não é brincadeira, acompanhada. É porque o negócio de comprar a caneta que um amigo meu trouxe lá do Paraguai, que é ótimo, isso, não dá certo não.
Mas a gente chamou, a gente chama sempre especialista para fazer VT, a gente chamou um especialista em Gil do Vigor. Sabe quem fala sobre ele agora? Ela, Juliette Freire Feitosa. Meninos que vão debater com o Gil, eu acho que vocês têm que entender que quando ele começar a tremer, sai de baixo, entendeu? Se ele já começar a balançar, sai de baixo. E se ele bater palminha, meu amigo, o negócio esquentou.
Ele vai ser o emocionado. Ele chora, ele ri, ele se envolve 100% de corpo e alma na pauta.
Então, assim, tudo é visceral. Com Gil não tem meio termo. Ele escuta muito. É uma pessoa de ouvidos abertos. Para entender, para debater. E é principalmente muito honesto. Com suas posições, com seus valores, com seus desejos. Muito transparente. Eu acho que uma das maiores qualidades de Gil é a honestidade. A transparência.
O coração dele é muito empático e bom. E isso fez ele permanecer num dos lugares mais especiais da minha vida. Confio nele. Sei que, no final das contas, a gente tá ali um pelo outro. Eu acho que vocês vão poder sentir muito isso no papo. Ah, eu te amo, mulher! Eu amo essa mulher, gente. Você gosta dela? A gente se ama.
Amo Juliette. A gente já volta pra falar de coisas que não deveriam, mas a gente acha sexy. Não é todo mundo que acha, não. Por exemplo, você acha um troço estranho, mas você acha esse troço sedutor, tipo o jeito de espirrar da pessoa. O jeito da pessoa leva o lixo pra fora de casa.
Como é que a pessoa faz um pix pra cunhada da pessoa? A gente tem uma listinha pra você. A gente já volta. Voooooltamos firmes e fortes com a nova temporada do Papo de Segunda, agora que tem Rafael Zulu e Gil do Vigor e uma nova hashtag pra chamar de sua.
Hashtag papo de segunda, simples assim. Nosso debate foi inspirado numa influenciadora do Curvelo, eu amo ela, que fez uma lista de pequenos tesões íntimos dela. Vamos ver quais são.
Coisas não sexys que os homens fazem e ainda assim eles ficam muito atraentes fazendo isso. Primeira coisa, homem que come muito, que come que nem um avatar do Minotouro. Aquele homem que faz um pratão e tipo assim, ele bota uma montanha e não engorda. Entendeu? Porque se for pra comer muito e engordar, aí não serve pra mim. Não sei porque isso faz com que eles fiquem mais atraentes. Principalmente quando o homem come a montanha dele e ainda quer comer do meu prato quando eu não aguento mais. Nossa, eu acho isso ótimo. Segunda coisa, homem que dorme em qualquer lugar.
Aí vão perguntar, Duda, por que isso atrasse? Não sei. Homem que tem facilidade pra dormir, que chega num cômodo e dorme. Eu gosto de homem que dorme muito. Não sei porque aquilo me dá também uma coisa. Que eu falo assim, gente, eu acho sexy. Homem que, tipo assim, encosto a cabeça lá no carro, tá dormindo. E eu gosto. E tem que ter um ronco também. Não precisa ser aquele ronco avassalador, tá? Que parece que a pessoa engoliu um touro. Não precisa ser assim. Mas aquele ronco assim, meio de levinho.
Eu acho que fica sexy, fica atraente. Terceira coisa, homem que tira a camiseta assim. Não é assim, que tira aqui, ó, pelo cangote da camiseta e tira com um braço só. Ah, Duda, por quê? Não sei também por quê. Me dá um fogo no rabo, uma labirizanagem quando meu namorado tira a camisa assim, eu falo assim, que isso, gente? Hoje eu vou estar dando.
Homem que tem a letra feia. Homem que tem a letra feia. Olha aquela letra que parece que é de médico, sabe? Mas ao mesmo tempo dá pra entender. Porque não pode ter letra feia, eu não entendi. Eu quero aquela letra feia, mas que ele siga as linhas, que ele siga o padrão, entendeu? Que tipo assim, de certa forma, o feio fica organizado. Eu não sei porque aquilo me atrai. Eu falo assim, gente, eu gosto disso. Eu gosto disso. Homem que dirige com uma mão só.
Isso aí não precisa nem falar. Isso aí não precisa nem falar que a pessoa precisa encarnar o próprio ciclo de solé. Quando eles chegam, quando eles conseguem fazer um trajeto inteiro só com uma mão, eu não sei nem. Eu não sei. Eu fico com vontade de, no meio do carro, falar, vai, vai querer?
Eu tenho. Homem que espirra, mas não é um simples espirro. Não é aquele espirro de pig milk que a pessoa faz. Homem que quando espirra, tem que todo mundo sai de perto que o espirro vem convontar, vem de dentro. Aquele espirro assim. E não sei por quê. Aí você vai me perguntar por quê. Não sei, não sei. Freud explica.
Ela é maravilhosa. Específico, né? Maravilhoso. Beijo pra você, querida. Eu sou um dos seus fãs. Específica ela, né? A gente abre agora nossos próprios tesõezinhos improváveis. O que você acha sexy, mas não parece sexy pros outros? Manda na sua hashtag, na nossa hashtag, pra gente ler o que te dá tesão. Gil, o que é esquisito o que te dá tesão? Tirando o Chico. Então.
Então, menino, quando o homem senta arreganhado... É isso, Gil. E aí ele tira o sapato, joga a roupa em todo lugar e fica assim. Ah, eu fico nervoso. Eu fico nervoso. Men spreading. Ele tem que jogar a roupa em todo lugar da casa, se arreganhar e ficar assim. Mas você catar a roupa está na parte do tesão?
Na verdade, eu vou pra cima dele, né? Pra cima dele, tá bom. E o suvaco. Suvaco? Um suvaco peludo. Quando ele faz assim, que vem aquele suvacão, peludão. Pera, Gil, calma. Tá, tá bom. Tá bom, gostei. Suvaco, né? Cheiro, fica à vontade também. Menino, não, mas tiver aquele suorzinho de homem que trabalhou. Sabe aquele homem suado? Ai, Senhor.
Tá bom. Gostei, tá aprovado, tá aqui anotado. Eu acho que é sovaco e perna aberta. É isso aí. Bom, enfim. Fala aí, Francisco.
Eu amei que tudo que ela fala... Primeiro, eu acho isso um poema premiado. Eu ouvi como um poema, assim. Maravilhoso. É um troço fantástico. E que cada verso termina com não sei por quê. Eu também não sei por quê, mas tem um negócio que me deixa maluco, que é mulher... Quando pega prendedor do cabelo, piranha ou o que o negócio chama? Bico de pato? Como é que chama aquele outro? É um prendedor que a Ana usa muito, assim. Mais compridinho, assim.
Aí prende com a boca e vai arrumando o cabelo. É. Isso aqui é o jatô, jatô. O famoso coque alto. Uma coisa meio... Coque alto. Coque confusão. Coque alto, ninho de passarinho, bico de pato, arrumado com o negócio na boca, pra mim... É o combo. É o combo. Normalmente deseja combo. É. É combo, é cena. É verdade.
Tô contigo. Cara, muita coisa. Inclusive, ela, que é maravilhosa, falou N coisas que eu me identifico também pra mulher. Por exemplo, ela falou do dirigir com uma mão só. A minha esposa, Aline, quando eu dirijo com uma mão só, é uma coisa que eu acho, tipo, pá. É sexy. Mas, cara, olha que loucura.
A vozinha. Qual vozinha? É, João, eu sei que pra você deve ser um crime isso, mas a vozinha, no lugar certo, com a intimidade... Você tem que falar a gola? É, mas essa não. Essa é desesperadora. Essa aí a gente se dá. Mas a intimidade te faz querer e gostar e achar uma delícia alguns códigos do... Ele não sabe. O João não sabe quem ser solteira pra base de a vida inteira. Essa conversa não é só vozinha.
Ah, é. Eu acho que são vozes, né, João? Por favor, meu Deus. Ah, desculpa. Não, muito tipo. A Lini faz uma voz que eu gosto. Pois é, exatamente isso. É mais sobre a dela. Ah, cara, a Lini faz... Pala, gola. Pala, pala. Pala é brincadeira. Eles falam pala? Não, a gente não trabalha com pala, não. O erro de português? É. Pala é o rapaz do... Pala é. É. É. É.
Mais curto, eu acho que era... Você fala peleleca? Não, peleleca a gente não está trabalhando, não. Peleleca viralizou, né, João? Viralizou. É uma loucura. Viralizou. Viralizou. Mas é isso, era o peleleca deles. Eu vou pedir para a Lini mandar, Lini, você manda para a gente a vozinha dos... Filma ele escondido quando estiver fazendo a vozinha. Eu faço pouco.
A Aline faz, cara, e é legal. Eu curto, eu curto. Eu acho sexy, porque eu acho minha mulher sexy. Pô, caso sem conto que a Aline não vai mandar esse vídeo. Não vai. Mas talvez conversando direitinho, ela... Cara, eu tenho... Eu, eu tenho... Eu fiquei pensando sobre isso. Coisas malucas que me... Mas vem coisa boa daí, certamente. Sabe o que me dá tesão? O que, João? Mulher com rinite. Pera aí, João. É verdade. É mesmo, João.
É, um nariz meio assim, meio... Meio porco, meio outra coisa, né? É meio uma coisa... Vermelhinho aqui de tanta suave. É, um vermelhinho. Eu acho meio chique aquele troço, meio... Tem um... Rinite é um negócio... É chique, Rinite, pra quem não tem. Eu acho bonito. Sabe o que eu acho? Eu gosto. Eu acho meio coisa de adulto. Eu acho Rinite coisa de adulto. Coisa que eu gosto também. É... Bolsa organizada.
Uma bolsa organizada, cheirosa, bem compartimentada, me dá um certo... Os momentos que os mãos viram a Gilda. João, nessa hora a gente vê o tanto que tu é a Gilda, entendeu? Eu gosto também de... Agora uma coisa um pouco mais séria. A Gilda é a mãe dele, para quem não... Meio óbvia, é. Uma mulher que tenha...
um universo muito bem construído, uma pessoa que gosta muito do trabalho dela e ela vem me dar aquele...
banho de tipo, e você vê que você não sabe nada e te dá aquela aula sabendo tudo daquele lugar, isso dá um tesão da porra. Escolhamba, né? Dá, dá, dá. Que tá no lugar de você olhar pra pessoa e ver, ela domina muito daquilo que ela faz. É, a pessoa faz muito bem uma coisa. E você não sabe porra nenhuma daquilo que ela tá fazendo, exatamente. E ela te, e acho um pouco, me senti meio burro assim na situação, é mesmo, mas é diferente, é mesmo. E ela, é óbvio que sim, que é assim, assado.
Te humilhou, né, João? Meu tesão é me acharem burro. É, apenas um objeto. Não, brincadeira. O golpe tá aí, né, gente? Não, mas é... Marinite é um negócio que me deixa louco. Nunca me vai dizer, quer dizer. Minha gente, sabe o que é sexy mesmo? Pagodeiro. Pagodeiro sambista, homem gênio. Sabe o que é mais sexy ainda? Pagodeiro, sambista, amigo do meu amigo, meu amigo também.
que quer falar um pouco sobre o nosso amigo Rafael e talvez expor ele. Recebam, senhoras e senhores. Chega o André. Galera do Papo de Segunda, prazer imenso falar com vocês. Um beijão para todos vocês. Adoro o programa. Uma hora eu vou aparecer aí. Bom, me pediram para falar algo do Zulu que vocês não saibam.
O Zulu, bom, que ele é inteligentíssimo, vocês sabem, um dos caras mais inteligentes que eu conheço na minha vida. Só que junto com essa inteligência toda, vem um debochezinho. O Zulu tem um debochezinho com essa inteligência dele. Se deixar, vocês vão se lascar com esse deboche dele, porque ele, ó, ele dá um jeito em tirar o sainho de vocês. Te amo, Zulu. Vai ser um sucesso gigantesco. Eu vou estar de olho toda segunda vez.
Ô, Tiago, né, irmão? Tiago já tá naquele nível de famoso que ele só consegue gravar vídeo num lugar que tem foto grande dele atrás. Só isso. Sempre um camarim e se tiver na casa dele, tem uma foto dele atrás. Tem uma foto dele gigante. E ele tá assistindo. Ele tá assistindo. Será que tá? Tá, confia. Agora posso falar? Ele é de assistir. Ele nunca veio, cara.
Será que agora ele vem? Agora que é peso 2? Mas certeza. Você já tinha solicitado? Não, me humilhado. Humilhado? Me humilhado. É, mas foi pouco, João. Foi pouco. É, foi pouco. Vou mandar um recado? Tiago, deixa eu te falar. Tô aqui, né? Tiago, não tenho o que fazer. Inclusive, eu sei que final de maio, por aí, início de junho, você vai estar no Rio.
É isso. A gente te pegou porque agora a gente tem gente que tem acesso à sua agenda. É, tem disso também, né, Thiago? Ah, mas Bento nasceu agora. Bento já nasceu há uns 15 anos. Bento já está dirigindo. Minha gente!
Acabou. Não, mas peraí, calma aí, pô. Eu te agradeço. Foi isso. Bom? Eu acho muito, pô. Astral? Você de casa gostou? A gente amou. Vapo, não é assim que a gente faz? Então, minha gente, foi lindo, inauguramos o ano, foi gostoso demais. Gil e Zulu, sejam bem-vindos à nossa família Papoluxa. Semana que vem.
Mas tem mais e tem mais até o final do ano. Fica com a gente. Que maravilha.