Episódios de Ideia Errada

Podcast Ideia Errada 276 – Ianio parindo o Kim Kataguiri

28 de agosto de 20263h17min
0:00 / 3:17:27

O tema é tribunal errado mas fizeram essa capa ridícula e quis colocar esse nome no podcast.

Participantes

Douglas
Ianio
Leandro José
Matheus
Renato
Rodrigo

Assine o nosso Feed para receber os próximos episódios em primeira mão.

Participantes neste episódio6
R

Renato

HostAnalista de coisinha sênior
D

Douglas

Co-hostEngenheiro de dados
I

Ianio

Co-host
L

Leandro José

Co-host
M

Matheus

Co-hostJornalista
R

Rodrigo

Co-hostApresentador
Assuntos9
  • A ascensão e queda de Kanye West, suas declarações nazistas e a questão da inimputabilidadeKanye West·Nazismo·Antissemitismo·Bipolaridade·Britney Spears
  • A trajetória de Silvio Santos, seu apoio à ditadura e o impacto na televisão brasileiraSilvio Santos·Ditadura Militar·SBT·Chaves·Programa de auditório
  • Críticas e defesas sobre o cantor Ed Motta e suas polêmicasEd Motta·Cancelamento·Taxa de rolha·Gordofobia
  • A reincidência de Marcelo Adnet em traições e o julgamento de seu caráterMarcelo Adnet·Traição·Patrícia Cardoso·Calabresa
  • A trajetória de Lobão, sua decepção com o PT e a virada para o conservadorismoLobão·PT·Conservadorismo·Danilo Gentili·Olavo de Carvalho
  • A controvérsia das apostas esportivas e a popularização do Casimiro MiguelCasimiro Miguel·Apostas esportivas·Copa do Mundo·Casé TV·Neymar
  • A exploração de Stan Lee na indústria dos quadrinhos e a falta de reconhecimento aos criadoresStan Lee·Marvel·Jack Kirby·Steve Ditko·Direitos autorais
  • A hipocrisia dos relacionamentos abertos e a desigualdade de benefíciosRelacionamento aberto·Desigualdade
  • A controvérsia em torno de João Kleber e seu método de prender a audiênciaJoão Kleber·Sensacionalismo·Audiência·Geraldo Luís
Transcrição1771 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Ó, deixa eu falar uma coisa para vocês. Esses papos de relacionamento aberto aí é para um se dar bem, o outro vai na cola porque gosta muito da pessoa, tá?

?Voz B

Todos os casais de relacionamento aberto que eu já vi é basicamente para um comer duas pessoas e o outro ficar chupando o dedo.

?Voz C

Eu queria falar que eu não vou dar spoiler, mas é uma dica, cara.

?Voz D

Tinha o bilionário lá que tava fazendo uma pesquisa para mim viver para sempre, né? Porque quando você é bilionário, você quer viver para sempre, porque a vida é foda, né? Ah, lógico. E aí, no meio do tratamento, para ele tentar viver para sempre, ele pegou uma doença incurável lá.

?Voz A

Bem feito.

?Voz C

É, que bom.

?Voz B

E fica injetando sangue de criança nele mesmo, né?

?Voz D

Do próprio filho dele. Ele divulgava no Twitter o volume de ereção do filho dele toda manhã.

?Voz C

Que isso!

?Voz A

Me lembrou aquele episódio muito bom do South Park, que o—

?Voz E

como é que é o nome do super-herói?

?Voz C

Do Super-Homem lá, do cavalo, né? Esqueci o Super-Homem do cavalo. Christopher Reeve. Christopher Reeve, obrigado.

?Voz B

Fiquei bugado. Christopher Reeve, ele ficava chupando o célula-tronco, eu lembro disso.

?Voz A

Ele é o vilão e o Gene Hackman é o mocinho, cara. Pô, que boa sacada!

?Voz B

Ele ficava pegando uns fetos assim, chupando a espinha dorsal do feto.

?Voz C

Aliás, quem que é o desgraçado que tá cuidando do Instagram? Que a Fernanda veio quase mijando de rir hoje que viu.

?Voz D

Eu lembrei ele que existiu o Instagram, agora ele tá postando um monte de bosta lá.

?Voz B

Que que é aquela vez?

?Voz C

Vai mijando de rir, fala assim: ah, tinha o Homem-Aranha gordo e olha o flow meu, você lembra? É um desgraçado.

?Voz E

O bilionário do anticristo, mas é outro bilionário.

?Voz A

Não, é porque a gente tá com a conta lá do Instagram parada, cara, e eu tô postando.

?Voz D

Então eu ia falar para o Mateus fazer uma arte aí, qualquer merda, pedindo comentário. Daí tipo segunda-feira, antes de ter o podcast, eu botar lá o bagulho pedindo comentário.

?Voz C

Isso é uma boa ideia.

?Voz D

E ver se alguém comenta. Se ninguém comentar, eu nem menciono a tentativa, né? Se der errado, eu não fiz. Se der errado, não rolou.

?Voz C

Exato. Não, mas vai dar certo, vai dar bom. Eu queria falar do filme antes de começar o podcast.

?Voz D

Acabei entrando no Instagram, que ela bota umas fotos em preto e branco dela no Instagram, parece que ela morreu. Olha, foda um gelo, caralho.

?Voz C

Já, cara, o filme da Ana Hathaway, do dinossauro lá, que chama O Fim da Rua, é um filme massa, tá? Filme massa. Tirando o fim, que é uma bosta, filme massa, pode assistir, viu?

?Voz A

É o do Wagner Moura lá que ele é pichado?

?Voz C

Não, não, esse é O Fim da Linha. Esse eu tô falando, O Fim da Rua, é muito fim, pô. Esse é o que tá no cinema da Hathaway.

?Voz B

Tem gente falando assim que tá tipo humilhando o filme do Jurassic Park recente assim. Nossa, isso também, né?

?Voz C

Mas Pica. Você assistiu o dog? Você assistiu o dog?

?Voz B

Não vi.

?Voz C

Que que é ele, ô Renato? Que que é ele?

?Voz D

Eu não vi.

?Voz C

Já, que que é ele? Que que é ele?

?Voz D

Banido.

?Voz C

Obrigado, obrigado.

?Voz D

Tem um monte de botão agora aqui, bicho. Dá para quase que eu bani o Douglas do servidor de vez.

?Voz A

Não, só uma observação rapidinha, que o Discord ele inova no layout e tal. Os cara tenta dar uma modernizada justamente na morte, né, que tava morrendo.

?Voz D

Inclusive, né, então inclusive tá sendo monitorado metade do Discord aí pelo governo, né? Então, Douglas, aquela ideia do caderno lá, você escreveu, você falar, faz isso de verdade assim.

?Voz C

Exato. Se a Janja bate aqui, fodeu.

?Voz D

Duas vezes, faz isso duas vezes.

?Voz A

Facilita a papelícia na tua casa.

?Voz B

Primeiro, Felca, que zoou metade do servidor que eu entro. Agora não dá para ver pelo celular. Agora a Janja tá fodendo, fodendo com o resto.

?Voz A

Facilita Facilita quando a perícia chegar na tua casa, pegar os cadernos escritos.

?Voz D

Para investigações da Polícia Federal, eu não conheço pessoalmente o Douglas. Ele é um parceiro somente de negócios aqui do podcast, tá? A gente não sabe nem se o nome dele é Douglas de verdade.

?Voz A

Eu fui inserido por ele no grupo e estou disposto a dar depoimento caso precise.

?Voz D

Exatamente, eu sou disposto a dar depoimento e incriminar ele de qualquer coisa que for possível e necessária, e qualquer crime que ele tenha tenha cometido, eu não tenho, eu não tinha conhecimento prévio.

?Voz C

Até não torcer meu mamilo eu não entrego, Doug. Até se torcer um pouquinho eu já entrego, já.

?Voz D

Cara, eu acho, eu acho foda você ter falado, ai, o negócio do Felca zoou metade dos grupos que eu tava. Já dá para ver a qualidade dos grupos que você tava, né?

?Voz C

Exato, parabéns aí. Não, mas é que é de pirataria aí, o Doug é da pirataria.

?Voz D

Não, mas já sei, pirataria, qualquer coisinha minimamente, sim, qualquer coisinha assim, cara, qualquer, qualquer foto Tá claro, qualquer coisinha, qualquer coisa, é, não, claro, qualquer pessoa mutilada, espancada, o pessoal já tá reclamando.

?Voz C

Não pode nem dar um soquinho na costela mais, fala aí.

?Voz D

Não pode nem dar um soco na costela, porra.

?Voz C

Que isso, tá chato, viu, esse desgoverno.

?Voz D

Qualquer foto de criança retalhada ali, a galera fica puta. Que isso, como pode? Como pode? Como pode? Posso ver um crime de ódio agora que aí já é problema?

?Voz A

Já é, caralho.

?Voz D

Mas como eu tava falando do filme da, da, da, foda-se o filme do dinossauro, é uma ideia errada. Pera aí que veio um negócio aqui, perdeu a conta. Fala do filme aí do dinossauro.

?Voz C

Ah, agora você quer, né? Eu só queria falar que eu senti o Doug do meu lado quando eu vi o final desse filme. É uma bosta o final, porque é do J.J. Abrams e ele não sabe fazer final, né? Puta vida, cara. Se ele não tivesse o final que tem, o filme seria o melhor filme do ano. Mas o filme final é muito bosta.

?Voz D

O filme da Anna Hathaway de dinossauro, tem que falar assim, porque ela fez muito filme.

?Voz C

É o Fim da Rua, Fim da Rua lá da rua, Fim da Rua. O povo, filmação, filmação, filmação.

?Voz A

Esse é pelo final, né?

?Voz C

Exceto pelo final, que é uma bosta, um lixo.

?Voz B

Tipo Click, né?

?Voz F

Click é bem assim também.

?Voz C

Não, não, acho que não. O final do Click você ama, maravilha, perto desse. Esse final, para quem assistiu De Volta para o Futuro É de enfiar os dois dedos no cu e abrir assim, sabe? E abrir o cu.

?Voz B

Volta para o Futuro é meu filme da minha vida, né?

?Voz C

Por isso que eu falei que eu senti você do meu lado.

?Voz B

De Volta para o Futuro.

?Voz A

Eu quero falar rapidinho mal de um filme que eu assisti, que é aquele A Ilha, A Boca do Diabo, cara. Que filme ruim que tá lá na Netflix, do tubarão que é inteligente. Às vezes ele não é.

?Voz D

Aqui tem gente que é, às vezes não é inteligente também.

?Voz F

Então, não, e ainda digo mais, tem gente aqui que nunca é inteligente.

?Voz C

Eu concordo, eu concordo.

?Voz A

Tubarão mais filha da puta, cara. O tubarão fica dando drift dentro das cavernas da Indonésia lá para matar os cara, e é a principal.

?Voz F

Até agora você não disse nada de ruim do filme.

?Voz C

Exato, cara, que filmação! Como é que chama aí? Boca do Diabo.

?Voz A

A Boca do Diabo, que filme ruim, cara.

?Voz C

É melhor que Mega Tubarão?

?Voz A

Não, é não, não tem como, não tem condições. É o Jason Statham, né? Jason Statham, não tem como.

?Voz C

Não tem como, né?

?Voz A

Mas é, eu recomendo para o Doug. Doug, assista o filme.

?Voz D

Qual é o filme do tubarão lá que o tubarão devora o Sharknado? É isso, Samuel L. Jackson. Olha, ele é o melhor do fundo do mar, do fundo do mar, do fundo do mar, que ele comeu o papagaio. A gente já fez filme de tubarão? Não, mas não vamos fazer hoje filme de tubarão. É aproveitar, já que vocês estão falando de filme, falar rapidinho do filme do Homem-Aranha aqui. Não lembro o nome do filme do Homem-Aranha. Acho que é Um Novo Dia, não é isso? De volta, não é De Volta para Casa não.

?Voz B

Novo Dia, Novo Dia só.

?Voz D

É Brand New Day, Brand New Day. Admirável Mundo Novo, Admirável Mundo Novo, Selvagem se mata no final junto com Homem-Aranha. Assim, é um filme legal para um filme de boneco. O Homem-Aranha do Tom Holland, que nunca tinha representado, ficou um pouco melhor nesse filme, mas ele tem muito problema de roteiro. Jean Grey é uma psicopata do caralho e é só inocentada no final. Não é, ela jogou um velho para ser atropelado por um caminhão como se não fosse porra nenhuma.

?Voz C

Isso aí acontece, isso aí acontece.

?Voz F

Mas e qual é o problema aí? Eu também não tô entendendo. Pô, um cara fala que o filme que o tubarão faz drift é ruim, o outro fala que tá cavando na frente de caminhão é errado.

?Voz C

Porra, gente, eu tô falando que eu sonhei com esse filme, eu não estou falando que é errado.

?Voz D

Não, foda-se que você sonhou com fome.

?Voz C

Não, mas só com tubarão, com véio, agora fiquei em dúvida.

?Voz D

Não é assim, cara. Se ela fosse a vilã, vilã mesmo do filme, beleza. Mas no fim ela é tratada como heroína da parada toda, e 80% do filme ela é uma psicopata do caralho. Ela tortura o Homem-Aranha, o caralho a 4. Assim, o Justiceiro, ele virou alívio cômico do filme. Nossa, no final ele chora com Homem-Aranha do lado. A cena final, a cena final não faz sentido nenhum, porque ele leva o Homem-Aranha levar para o hospital, tira a máscara dele lá para cuidar dele, que ele tomou um tirambaço.

E ele sai do hospital e fala: não, sua identidade tá segura aí. Como que tá segura, porra?

?Voz C

Todo mundo no hospital viu que você não vê o subtexto. Ele ficou assentado do lado dele com trabuco. Aí você tá errado também, porque como é que ele ia entrar lá e cuidar dele?

?Voz F

Não, porque o Homem-Aranha lá do primeiro lado, como é que é o nome dele?

?Voz D

A pessoa olhou e falou: pensei que era o Tobey Maguire, o Homem-Aranha.

?Voz E

Ignorei.

?Voz F

Não, mas O Tobey Maguire, quando ele, quando ele segurou o metrô, todo mundo viu a cara dele, todo mundo falou: sua identidade tá segura comigo, não vou contar.

?Voz D

Mas teve assim na piegas a galera falando: a sua identidade tá segura comigo.

?Voz F

Nesse filme não teve nem isso, ele só sai da cidade do pessoal carregando ele com os braços abertos, como tal qual Jesus, né?

?Voz C

Exato.

?Voz B

Eu gosto daquele diálogo que eles têm assim, que o Justiceiro fala assim: pelo, pensei que você fosse negro, garoto. Aí ele responde, ele foi por isso que você atirou em mim? É muito boa essa cena.

?Voz C

Puta vida, Bani, Bani, Bani, Bani, derruba, derruba, derruba, derruba, vai Renato, vai, vai, isso, boa. Demorou, hein, Renato?

?Voz D

Tá lento, hein, Renato? Nem, cara, vai de novo.

?Voz C

É, derruba de novo. É, eu queria falar que aqui foi a cena que eu sonhei com o velho sendo atropelado, que eu, ó, eu só queria falar, se você é médico e você entra numa sala do hospital E tal, o Demolidor com trabuco, você vai espalhar a identidade do Homem-Aranha por aí?

?Voz D

Porra, porra, hein?

?Voz F

Mas o cara vai apontar para você, você vai contar?

?Voz C

Vai contar? Eu não vou, eu não.

?Voz B

É, mas eu ia falar que justamente a galera discutindo sobre esse filme, que aquela cena do velho sendo atropelado era muito, era tipo imperdoável, né? Aí depois alguém levantou um argumento assim que tipo convenceu todo mundo. Não, mas que o velho, a língua entrou na cabeça dele, descobriu que ele já tava com câncer terminal. Então tudo bem, foi esse meu sonho.

?Voz F

Ah tá, imagino que no sonho deve ter sido mais engraçado, mas muito que pariu.

?Voz D

Para um filme de boneco, para um filme de boneco foi bom até.

?Voz C

Ninguém citou o Hulk, né? Porra, ninguém citou.

?Voz D

Então, porque não faz diferença nenhuma, podia ser Hulk, podia ser o Fanático, ser você.

?Voz C

Podia ser eu, né? Exato, chorando. Não, e o Peter Parker fodido e tem um Galaxy Z Flip, né? Puta vida, parabéns aí, ó, Peter Parker, tá muito bem.

?Voz D

Acontece, não faz nada, não trabalha porra nenhuma.

?Voz C

Eu acho que ele ficou com a bolsa do Homem de Ferro lá, né, caindo, pingando todo mês, né? Puta vida, não é possível.

?Voz D

3 monitor, foda-se, foda-se, deu errado algum número. Deu errado 276, 276, 276.

?Voz F

Hoje é o tribunal errado, tribunal errado.

?Voz D

A gente vai puxar aqui gente que foi cancelado no passado, gente escrota, ex-bolsonarista, bolsonarista arrependido, e falar se as pessoas merecem ou não o perdão, ou elas têm que ir tomar no cu delas.

?Voz C

Exato.

?Voz D

E é isso. Temos aqui o Douglas, que vai se comportar de agora em diante, né, Douglas?

?Voz C

A polícia aí, doido!

?Voz B

Eu não sei o que que eu tô fazendo de errado, mas ok, beleza, existindo, estamos aí. Super de boa.

?Voz D

Beleza, José?

?Voz C

Ah, tamo aí, né? Tô aí no cinema, hein? Tô feliz, hein? Putsgrilo, eu vou lá, né? Compro ingresso no online, né? Puta, não, é o Fernando, pô. Direto, direto e reto. Como é bom, né, ter liberdade. A liberdade que esse governo corrupto aí, ó, esse desgoverno.

?Voz F

Mateus, essa porra desse governo aí aumentou o preço do cigarro. Agora o valor mínimo para o maço é R$10,50. Vai tomar no cu, maluco!

?Voz C

Puta vida, hein?

?Voz F

Porra, do nada eu pagava R$75 na Gata viciada lá do anime lá, pô.

?Voz C

E é do bom, e é do bom, e é do bom.

?Voz F

É o câmera, pô, é o câmera.

?Voz E

Hoje você vai comprar o weight, vai ter que tirar seu câncer de outro lugar.

?Voz F

Não, cara, vai tomar no cu. É que nem eu falei em algum outro episódio, porra, deixa eu fumar meu cigarro, porque o cigarro só mata quem usa. Agora tem comercial de bebida aí, tem comercial de bet que mata toda a família. Porra, cara, é impressionante como essa maldita politicante tabagista, boa frase, tá aí, tá aí, politicante tabagista.

?Voz D

Doutor Yanni, babaca, pai babaca, pai babaca doido.

?Voz C

Quem fala aqui é um advogado.

?Voz D

Yanni, o advogado das estrelas.

?Voz C

Grandes merdas ser advogado.

?Voz A

Mega Tubarão continua insuperável.

?Voz C

Exato, puta, filmado.

?Voz F

É melhor que o Ataque do Tubarão de 6 Cabeças.

?Voz C

Porra, existe isso?

?Voz F

Existe, tem uns 5 filmes, que é o Ataque do Tubarão de 2 Cabeças, aí o Ataque do Tubarão de 3 Cabeças, o Ataque do Tubarão de 4 Cabeças, o Ataque do Tubarão de 5 Cabeças e o Ataque do Tubarão de 6 Cabeças.

?Voz C

E o Tubarão-Aranha também, não deixar de esquecer disso. Tô falando, próximo tema semana que vem é filme de tubarão. Puta vida, tem, é tema, hein, porra. Tá caindo aí, mas é isso.

?Voz D

Foda-se, foda-se. Douglas, puxa a vinheta aí pedindo perdão pelo vacilo.

?Voz B

Aí, meus consagradinhos, eu queria pedir perdão pelo vacilo, sabe? Porque todo mundo erra. E é isso aí, gente, a gente tem que crescer juntos. Quem me conhece sabe, sabe? Tipo, então, tipo, qualquer coisa que vocês acharem que eu estou errando, por favor me informe. É isso aí, roda a vinheta!

?Voz F

O básico de um pedido de perdão é isso, né?

?Voz C

Ninguém sabe, quem me conhece, a camiseta branca, né, olhando para baixo.

?Voz E

Se for de bichinho ainda, puta vida, tem que pingar coleira no olho, não se esqueça.

?Voz C

Exato, exato.

?Voz D

Vai, puxa um filho da puta aí.

?Voz F

Então vai, vai, vai, vai, vai, vai, que depois eu já fui comentado que é o Tim Maia.

?Voz C

Foi cancelado, não era o Edmota não?

?Voz F

Desculpa, o Edmota.

?Voz C

Ei, tudo bom? Tira, para de falar. Body shame, hein, puta vida! Todo gordo é igual, porra.

?Voz D

Aquele gordo lá É tudo gordo, é tudo da mesma família ainda.

?Voz F

Então, puta, mas assim, ele foi cancelado algumas vezes porque ele falou mal de funk. Teve a vez que ele jogou a cadeira no cara no bar lá porque cobraram a taxa de rolha dele lá.

?Voz D

Eu deduziria um pouco da pena porque ele jogou essa cadeira de um jeito tão perfeito. Ele jogou a cadeira como quem disse para o garçom: senta aí, meu consagrado.

?Voz C

Pau, sabe?

?Voz D

A cadeira caiu perfeitamente em pé do lado do cara assim. O cara olhou até confuso.

?Voz F

Aí, caralho, eu acho poucas coisas mais escrotas do que você ser um babaca com um trabalhador, tá ligado? Mas aí, ao mesmo tempo, ele tem um excelente gosto musical. E aí eu acho, eu passo pano pra gente assim.

?Voz B

Mas eu também tinha, porra, eu gostava de Wagner.

?Voz C

Porque não tinha não.

?Voz D

De quem que você falou? De quem que você falou, Douglas? Não, vou derrubar não, pô.

?Voz B

Eu falei que gostava de música, pô. Gostar de música clássica.

?Voz F

Gostava de música. E daí? Eu falei que música clássica é bom, porra.

?Voz E

Não é bom não. Wagner é bem reaça também.

?Voz F

Depende. É, Wagner tem uma música boa.

?Voz D

E Wagner foi torturado durante ditadura aí, virou essa.

?Voz C

Não é Wagner, pô. Ele é das calcinhas?

?Voz F

O Fagner é muito melhor do que Wagner.

?Voz D

Ah, Fagner. Pensei que você tava falando do Fagner.

?Voz F

O bigodinho gostava de Fagner, com certeza.

?Voz D

Quem me dera ser um peixe.

?Voz B

Não, a quem me dera ser um peixe são duas coisas diferentes, sabe?

?Voz F

Cara, eu, eu vou— eu, será que tem um remix de Wagner com Fagner?

?Voz D

Faz aí uma mistura do Wagner com Fagner. Quem me dera ser um peixe.

?Voz B

A quem me dera ser uma cavalgada das valquírias.

?Voz D

Ah, eu queria que você cantasse.

?Voz C

Já foi melhor.

?Voz F

O Ride of the Valkyries é instrumental, porra.

?Voz B

Ai, quem me dera, ai, quem me dera ser um peixe, ser um peixe.

?Voz D

Podcast Ideia Errada e Pura Sensação.

?Voz C

Não, é de moto, é de moto, é tudo igual.

?Voz F

Ficou puto porque, porque ele foi passado a perna nele.

?Voz D

Mas você tá falando do lance do vinho lá?

?Voz F

Não, é que teve outras coisas também. Teve o negócio do funk, que funk é um grande prato de cocôzaço, que não foi ele que falou isso.

?Voz D

Ele tem umas reclamações merda, mas ele reclama de um jeito engraçado.

?Voz F

Ele falou mal de rap. É, então, ele, as reclamações dele, quando ele fala tipo assim, ele é elitista de música, eu dou uma cagada completa. Porque assim, ah tá, foda-se, vai, fala aí, vai, fala. Ó, ó, ó, o gordo falando, ó, ó, vamos rir, vamos rir. É esse tipo de coisa. Agora a parte da agressão que foi foda, mas ainda assim acho que todo mundo tem o direito de errar, né, galera?

?Voz C

Porra, você trouxe o nome mais complicado, hein, porque ele é um filho da puta.

?Voz E

Mais complicado aqui, tem mais complicado aqui, até bem mais complicado por causa da taxa rolha de poço lá.

?Voz D

Essa foi a emicida que falou, foi, ele ia para um restaurante chique para tomar vinho, só que tipo ele ia lá, só tomava vinho, saía bêbado e não comia nada, né? Não gostava não do restaurante, entendeu? Os caras começando rolha para isso. Uma taxa de rolha, exatamente.

?Voz F

Não, não, a taxa de rolha sempre foi cobrada em restaurante chique.

?Voz D

Disse ele que não, hein? Disse ele que não era cobrado. Ou que pelo menos para ele não era cobrado, né? Porque ele era famoso. E aí ele, começaram a cobrar dele a taxa de rolha, ele ficou puto com a taxa de rolha, começou a discutir com os amigos dele lá. Daí ele levantou meio bêbado, foi sair, tentou jogar a cadeira no garçom Que é para você ver, ele é tão bom que na verdade ele jogou a cadeira de um jeito ultra style ali para poder o garçom sentar, descansar um pouco.

Ele pediu desculpa e aí ele tropeçou na, ele tropeçou numa outra mesa lá, quase caiu em cima de duas meninas. E como ele é uma pessoa com centro de gravidade um pouco pesado ali, ele derruba umas coisas na mesa.

?Voz A

Cabe um disclaimer aqui rapidinho que não tem negócio de restaurante chique você levar vinho para beber lá não, tá? Isso daí é coisa de paulista, é o carioca paulistano. Não, não, não, pera aí. Isso daí é questão de um nicho da galera que é paulistana, meu. Ai, vamos criar uma tendência aí de levar vinho para beber em restaurante. Dizer assim, ah, esse restaurante aqui é o meu cantinho aqui. É o meu cantinho aqui.

?Voz C

É um pobre também, pô, nem sabia que tinha isso.

?Voz D

Pobre também, que eu nem sabia que tinha nem vinho.

?Voz A

Eu tomo Porque se você tem bala, meu irmão, você não leva rótulo para restaurante. Você compra lá independente, o rótulo do Himalaia, só acha ali e tal.

?Voz F

Vem lá.

?Voz C

Não, eu achei que era o contrário. Eu achei que era tipo assim, cara, eu sou tão foda que meu vinho é mais foda do que tem aqui. Isso aí eu achava que era isso.

?Voz A

Não é, não é. Isso daí é coisa de paulistano, meu. É aquela tendência de paulistano. Porque assim, ó, restaurante chique de rico, classe 5 estrelas, eles não admitem você entrar com rótulos. Isso daí é a tendência daquela galera de eu quero mostrar que eu tenho aquele pequeno poder, sabe, de gastronomia. Eu vou no restaurante que é bom e é caro e vou levar o meu vinho para dizer que aquele restaurante não está à minha altura, não está à altura daqueles que frequentam lá comigo.

?Voz C

Mas é de quem tem grana, isso daí não é de babaca. R$100 então, é de babaca, é de babaca.

?Voz F

Mas ele pediu desculpa, isso é importante, ele pediu desculpa depois da merda toda assim, ele pediu que nem quando ele pediu, falou mal de rap e do funk também.

?Voz D

O cerne da briga era o pessoal que tava na mesa com ele, porque ele deu o tropeço de gordo dele lá na mesa, derrubou as coisas e ele foi para fora. E aí, e aí a galera que teve as coisas derrubadas foi onde a briga com quem tava na mesa dele. E aí a briga mesmo, a treta, foi esses amigos dele na mesa dele com o pessoal da outra mesa que ele deu a queda de gordo.

?Voz C

Ah, então não foi com o trabalhador, é mais um ponto aí para ele.

?Voz D

Ele tentou jogar a cadeira no garçom, tira um ponto.

?Voz E

A outra mesa tinha gordofobia então, mas ele gosta de música muito boa.

?Voz B

Complicado.

?Voz A

Ele usou Cassiano para pedir desculpa, que o Cassiano é cantor da Paraíba.

?Voz C

Ele fez um vídeo com camiseta branca, pelo menos teve esse trabalho.

?Voz F

Eu acho que ele nem tem camiseta branca.

?Voz D

Camiseta branca e gordo fica parecendo as tetinhas, foda.

?Voz F

Você tem camisa branca, LJ?

?Voz C

Não, vai tomar no seu cu, Matheus!

?Voz F

Isso foi um teste só assim, só para saber, eu não sabia disso.

?Voz C

Porra, nem posso fazer merda que eu não tenho como pedir desculpa.

?Voz D

Puxa vida, você tem 30 kg molhado, Douglas, você não pode falar.

?Voz B

Porra, não, eu tô criando uns coisinhos, uns pneuzinhos.

?Voz F

Eu tenho o gordo com a camiseta branca. Se ele sair na rua, vem o trocador falando, chamando atenção dele. Ô, vem para cá, para cá, para cá, para cá! Acho que é uma Kombi.

?Voz C

Esquece, esquece!

?Voz D

Acha que é uma Kombi, a galera fica fazendo sinal para parar.

?Voz C

Aí eu vou voltar, eu vou votar para absolver ele, para absolver. Eu voto para absolver.

?Voz E

É de moto, é desagradável, mas não era merdeiro igual o tio dele, por exemplo. Esse era merdeiro mesmo, hein?

?Voz D

Esse era, não tinha, mas era só chato para caralho.

?Voz C

É só, ó, até um papel e caneta.

?Voz F

O cara ser chato, o cara São dois chatos, extremamente chatos, merece ser julgado assim. Tipo, a pessoa, pô, é, pô, cara, tem muita gente chata por aí, pô.

?Voz C

Mas tem chato legal, pô.

?Voz D

Eu sou chato para caralho. Ó, o Guruja de camisa branca, eu tô passando a foto, é esse aí que fica, ó, tá vendo?

?Voz C

Deixa eu ver, tá passando no canal errado, hein? Puta vida!

?Voz D

Ah, eu passei no canal errado porque eu tava deletando as mensagens do hackeado lá, pô.

?Voz C

Caralho, muito, as tetinhas aparece mesmo, hein?

?Voz D

É isso aí, ó, de camisa branca, tá vendo?

?Voz C

2 hamburguinhos.

?Voz F

É, então não pode andar para trás, senão começa a fazer pipi.

?Voz C

Ai, caralho, Renato, tô com papel e caneta aqui, pode puxar votação aí.

?Voz D

Não, não, voto para absolver o Edmoto.

?Voz B

Falando em Kombi, não é democracia não.

?Voz D

Não, eu estou justificando meu voto, eu voto para absolver o Edmoto. Porque assim, ele tem as opiniões merda, mas ele não é relevante o bastante para as opiniões merda dele ter algum efeito, entendeu?

?Voz C

2 votos para absolver alguém.

?Voz D

Como ele reclama engraçado, é muito engraçado ele falando dos paulistas do clube de vinho dele, né? Também paulista tomando vinho é um saco do caralho. O cara fica, ai, cheiro frutado, não sei o quê, puta que pariu, só toma essa merda, não sei o quê.

?Voz F

Então ele é um chato, e ele é tão chato assim que ele é o chato que dá a volta, porque ele consegue ser chato com outros chatos, que é esse exemplo aí que você deu. Isso é bom demais, pô.

?Voz C

Isso é bom. Eu nem vou perguntar para o Matheus porque ele é advogado, né? Então não, mas eu não tenho muita defesa com ele não.

?Voz F

Minha defesa era literal só ele ter um bom gosto musical.

?Voz C

Alguém quer condenar ele?

?Voz E

Vocês defendendo o cara parece piano aí.

?Voz A

Eu quero ser só do contra porque eu quero condenar o Ed sim. Ele, porra, é Ele é um bom, ele é um bom, tecnicamente bom cantor, entende muito e tal, mas porra, é chata as músicas dele. Ele executando é aquele cara que assim, porra, é um excelente crítico gastronômico, mas tirou o dia para ter erradura aí, olha. Um excelente crítico gastronômico, mas tirando ovo é uma merda, sabe? Ele assim é um bom, é um cara que tem muito conhecimento musical.

?Voz D

E tem esse grande vídeo do Ed Motta que vocês adoram dele, dos pingados fora da lei.

?Voz C

Dalei, dalei, cara.

?Voz E

Eu amo, é mais engraçado que o Leda Rassum.

?Voz C

Não, mas as músicas que ele fala, o Mateus, é boa. O que o Ian tá falando é quando ele começa, mas não é o Ian que é o amador do jazz, que gosta do jazz aí.

?Voz A

Então, mas é justamente por isso que eu reconheço um cara que tem um amplo conhecimento, cara, de jazz, de soul, de tudo, mas fala O cara tem 349 milhões de discos e o cara não vai ter base nenhuma para falar de música. Eu não tô entendendo, tô falando que ele tem muito conhecimento, ele é um cara, porra, puta conhecedor. Só que executando ficou uma merda as músicas dele, sabe?

?Voz B

Eu gosto da música do Tarzan.

?Voz F

Canta aí, Colombina, vai. Eu não lembro como é que é o nome.

?Voz A

Que não é uma pegada de jazz, é um popzinho dos anos 2000, começo dos anos 2000.

?Voz E

Douglas, seja minha colombina, minha menina.

?Voz C

Não, essa é minha menina, sou minha.

?Voz F

Fala, Marina, hei, mandarina da China, rainha.

?Voz B

Essa música é ruim mesmo, são do Edmoto, que ficou na minha cabeça, é que Tenha fé em tudo que acredita.

?Voz F

Essa versão é boa para caralho. Mundos distintos. Sabia que a versão em CD do Tarzan da Disney, CD, CD mesmo, CD de buraco, CD de buraco, ela é raríssima, ela é raríssima.

?Voz D

Tenha fé em tudo que acreditar. Não é meio redundante essa letra?

?Voz C

Não, é contra o Renato, pô.

?Voz A

Isso aí, mas tenha fé Ele tá falando a profundidade do desenho infantil, né, de colonizador lá.

?Voz F

Se você entra no— puta merda, caralho, dá um tiro na minha boca aqui. Mas se você entra no Spotify para procurar o disco, o CD, né, é a versão em inglês, não tem, não tinha versão em português. Não sei se botaram, mas tava só em inglês. Por meios oficiais acho que você não acha mais, é tipo um CD raro para caralho.

?Voz D

Alguém mais quer condenar?

?Voz E

É um gordo engraçado, tá perdoado.

?Voz A

Ei, Rodrigo!

?Voz C

Rodrigo tá assim de que tava querendo condenar. Tá absolvido, tá absolvido.

?Voz D

Pode bater o martelo, pode bater o martelo. Aí demonstra, tá absolvido aqui.

?Voz E

Eu vi ele caindo em cima da mesa, eu ri aqui.

?Voz B

É mais chato, mais, mais, mais, mais.

?Voz D

Então, voltando ao ponto que o Matheus levantou aí, se alguém merece ser condenado só por ser chato para caralho, eu acho que não, porque você tá pensando em si, né?

?Voz C

Eu sou chato para caralho, então exatamente.

?Voz D

Exatamente.

?Voz C

Não, não é não.

?Voz D

Eu não acho que alguém mereça, porque o Douglas já falou aí que ele é a favor que alguém que seja achado seja condenado à morte, né, Douglas?

?Voz B

Eu falei isso, não lembro.

?Voz C

Sobra um vivo aqui, caralho.

?Voz D

As mudinhas de árvore rara dele tá acabando já, porque o Douglas fala de um cara que é um dublador chato aí como se o cara tivesse cometido crimes de guerra.

?Voz B

Não, crime de guerra não, mas crimes internetês assim de perseguição.

?Voz D

Então, exatamente, o cara é chato, o cara é chato, e você acha que ele tem que tomar um tiro na cara. Entendeu?

?Voz E

Vocês tá errado. Não, não, telhado de vidro também.

?Voz C

Vou trazer o outro nome, Marcelo Adnet. Deve ser perdoado pelo que ele fez de errado. Porra, corneou, traiu, vagabundagem, calabresa.

?Voz F

Isso é crime, me prenda!

?Voz B

Não, ressalhando que ele também, ele, como é que fala, fez aquele trem lá, é, como é que é o nome? Metrô assediou as mulheres.

?Voz C

É isso, obrigado, Doug. Assediou, ele assediou o bote de galera.

?Voz F

Não tava ligado nisso não.

?Voz C

Não, não é ele não, Doug, é o outro.

?Voz D

É o outro, é o Max Merton. Ah, então cadê a vírgula aí, ó, meu querido?

?Voz C

Porra, já tô puxando aqui.

?Voz E

Cadê?

?Voz D

Tirou essa informação do cu.

?Voz B

Eu não tirei do cu, eu só misturei os comediantes.

?Voz D

Misturou com seu cu.

?Voz C

Exato.

?Voz D

Ah, cara, ninguém é de ninguém, né, bicho?

?Voz F

Esse negócio de traição aí, pô, eu acho paia trair. Acho traição uma das coisas muito paia.

?Voz B

Aí, aí, aí, nesse meio daí, todo ninguém é de ninguém, né, velho? Todo mundo, sei lá, sei lá.

?Voz C

Último ciclo do inferno, do círculo do inferno.

?Voz F

Exato, é o último. É verdade. Olha só, bem levantado, excelente lembrança. Mas assim, eu julgo o caráter de uma pessoa que traiu.

?Voz C

Sim, isso é um fato.

?Voz F

Tipo, pô, gente, se for para trair, pô, termina, sei lá, faz qualquer merda, mas não trair, né? Coisa de adolescente isso, sei lá.

?Voz C

Exato, segura o pinto, pô.

?Voz F

É, né? Tipo, você não é mais um animal racional para, pô, ficar que nem o Ricardo Ereto, né?

?Voz E

Calabresa em 2014, a segunda esposa Patrícia Cardoso em 2024 no Carnaval, flagrado beijando mulher na avenida.

?Voz C

Caralho, ele é reincidente ainda! Culpado, culpado, culpado! Eu sou culpado, culpado! Cadeia nele, morte! Dá uma mudinha aí, ô Doug, dá uma mudinha aí, vamos plantar!

?Voz E

Só não casa que é feio, né?

?Voz C

Exato, culpadíssimo! Mateus, eu vou pôr culpado também porque eu tô querendo arrumar o lado dele.

?Voz E

Pronto, é isso aí, devia ser proibido casamento. Que tal?

?Voz C

É isso aí, Mateus, eu votei por você! Pode ser, pronto.

?Voz D

Mas aí tem que pegar o que compensa. Ele ainda é engraçado hoje em dia? Tem que pesar os prós e contras da pessoa. Ele ainda faz algo engraçado hoje em dia?

?Voz B

Me deu ideia para um exemplo.

?Voz C

Ele tá fazendo drama agora, ele tá num seriado fazendo drama, ele tá comendo o pessoal. Aliás, eu vi o saco dele, foi traumatizante.

?Voz D

Mas é bom drama.

?Voz C

Não, não é, não é bom. É bom, é bom, é bom, é bom, bom. Agora lembrei que é bom.

?Voz D

Então sai o ponto a favor já.

?Voz E

Essa letra de música aí é meio gatilho, hein, Tô? Mas também bem antes de ser famoso.

?Voz C

Ih, rapaz, aí tem isso também, ó. O advogado, o promotor Rodrigo trouxe novas provas.

?Voz F

Calma, Rodrigo, de quando é essa música?

?Voz C

Não, não tem essa não.

?Voz F

A gente não pode ser anacrônico aqui.

?Voz D

Essas músicas É da época do Comédia MTV essas porra.

?Voz F

Porra, existe o anacronismo das coisas. A gente não pode julgar, tipo julgar, sei lá, o Cauê Moura por fazer uma música de meme, sabe?

?Voz C

Não dá. Não, mas eu já botei culpado teu voto aqui, Matheus. Então você não tem como.

?Voz F

Não, não, eu acho que é culpado mesmo.

?Voz C

É culpado sim, é culpado.

?Voz F

Acho traição muito paia.

?Voz E

Exato.

?Voz C

Eu tô esperando o Dog, o Renato, o Ian. Culpado, 3 culpados, hein?

?Voz A

Eu olho assim, ó, vamos julgar o autor ou a obra. Se for o autor, eu acho que é culpado sim, cara, que ele, querendo ou não, a questão do envolvimento dele nos relacionamentos dele leva muita questão profissional para o pessoal. Esse negócio, ah, é a área assim mesmo, ninguém é de ninguém, isso daí não cola não, cara, cola não.

?Voz F

A gente tá julgando o CPF aqui.

?Voz A

Você pega aí a Glória Menezes e o Tarcísio Meira aí, casado tantos e tantos anos, porra, não é o quê, né?

?Voz B

Morreu hoje, hein? Morreu hoje, né?

?Voz C

Tadinho.

?Voz A

Não é porque é do meio artístico aí que é do ninguém é de ninguém não, cara.

?Voz B

Eu entendo. Não, eu falei esse negócio de ninguém é de ninguém porque tipo assim, se estiver ok com isso, tipo a relação aberta igual muito artista gosta de ato.

?Voz F

Exato, eu ia falar exatamente disso.

?Voz B

É uma coisa, agora se não é, se não tá no combinado, então não.

?Voz F

Aí Eu ia falar exatamente disso, mas aí tipo, o cara, se houve essa polêmica, muito provavelmente não era um relacionamento aberto, né?

?Voz A

Ó, deixa eu falar uma coisa para vocês, esse papo de relacionamento aberto aí é para um se dar bem, o outro vai na cola porque gosta muito da pessoa, tá?

?Voz B

Isso é verdade também. Eu não quero pagar de conservador aqui, mas todos os casais de relacionamento aberto que eu já vi é basicamente para um comer duas pessoas e o outro ficar chupando o dedo.

?Voz C

E algum gordochonho fala, tá bom então, né?

?Voz B

E é isso.

?Voz D

Ó, esse, esse vídeo aqui do imperialismo e do capitalismo, né? Vocês sabem disso. Esse vídeo que o Rodrigo passou aqui, Marcelo Adnet debochou de quem faz jornalismo. Para mim conta a favor dele, é que quem faz jornalismo é otário mesmo.

?Voz C

Eu sou jornalista, lembra?

?Voz F

O Rodrigo mandou porque ele se formou em jornalismo.

?Voz E

Não, letras. Vale lembrar, jornalismo não vale porra Não vale porra nenhuma.

?Voz C

Exatamente. Eu sou jornalista também, Rodrigo.

?Voz D

A Adelice Jorge é jornalista, Rodrigo Constantino é jornalista. Então, pô, todo mundo, a classe mais bosta, né? A classe profissão mais bosta que tem é o jornalista, pô.

?Voz C

Podia ter feito um curso na Microlista.

?Voz F

Tem advogado por aí também.

?Voz E

Ih, rapaz, aí passou da fila aí, jornalista. Calma.

?Voz C

Não, ó, ele tá culpado, mas eu queria saber a opinião desse cara.

?Voz F

Advogado, jornalista tá salvo.

?Voz C

Renato, sua opinião aí.

?Voz D

Não pode ser culpado porque ele também não tá tão engraçado hoje em dia, né? Então, porra, comediante é foda para caralho, aí não vai compensar.

?Voz E

Rodrigo, Rodrigo, não tá, tapa na cara, sai daqui!

?Voz C

Nossa, unânime, hein? É cadeia! Pode pegar a mudinha, Doug, pode pegar a mudinha. É cadeia, tá condenado, não pode falar mais bem dele aqui nesse podcast, hein? Tá condenado para sempre.

?Voz B

Sempre, sempre já foi mais engraçado também. Desgraçado! Já que a gente tá, já que entrou nessa, posso citar um? Rob Schneider, o que que vocês acham?

?Voz C

Complicado, hein?

?Voz D

Complicado, complicado, complicado. Comediante, comediante meia-boca. Quem que é o Rob Schneider?

?Voz C

Mas quais são os crimes dele que eu não tô sabendo?

?Voz D

Quais são? Ele é reação para caralho. Veio falar que o Brasil está vivendo uma ditadura comunista, tal, até hoje. Aí o Douglas já merecia ser culpado só por sugerir ele.

?Voz C

Só o Douglas é culpado.

?Voz B

Vocês falou que para você desafiar, então.

?Voz C

Não, mas não é, mas não é vagabundo, é tudo culpado.

?Voz D

Esse não é um desafio porque assim, ele é um comediante bosta. Sim, ele só fez sucesso em filme na esteira dos outros lá, do Adam Sandler, da porra toda.

?Voz F

Não, aí você tá errado também porque ele fez o Gigolô por acidente, que aí é por obra dele.

?Voz C

E menina também.

?Voz D

Nossa Senhora, melhor ainda, cara.

?Voz B

Aí, nossa Senhora, quando você é adolescente até engraçadinho, mas é, não é um filme para você ficar vendo.

?Voz D

Eu lembro, é tipo, eu acho que tudo que é merda ele lembra, ele sabe de cor.

?Voz C

Tudo quanto é porcaria, muito culpado, culpadíssimo é Cadeira Elétrica também. Por favor, tragam nomes dúbios, dúbios, dúbios.

?Voz D

É, puxar um outro cantor nacional aqui que pouca gente conhece, eu acho que é o Lobão.

?Voz B

Não, esse não tem chance também não, velho.

?Voz E

Concluiu com a música, entendeu?

?Voz D

Mas Lobão é um caso mais complicado. Eu vou esperar ele, ele era apoiador ferrenho do PT, ele foi no programa do Faustão domingo de eleição, tirou a camisa e começou a cantar Lulalá.

?Voz C

Eita porra!

?Voz D

É, porra. E aconteceu algo com ele que aconteceu com muita gente, que ele se decepcionou com o PT.

?Voz F

Ele foi comprar cigarro e viu que tava R$10,50.

?Voz C

Exatamente.

?Voz D

O foda é que ele se decepcionou com o PT porque ele viu, cara, um pouco de esquerda, na verdade são centro-esquerda, né? Só que daí ele virou agulha totalmente para o outro lado, né? E hoje ele é arrependidaço, né? Ele já pediu desculpas aí por essa época, nem fala mais de política e tal.

?Voz F

É, então deixa eu passar um pano. Dentre todas as personalidades reaças e novos reaças, né, personagens que reaçaram, eu acho que ele é um dos mais anos, tipo, tem gente muito pior.

?Voz C

É, caralho, Matheus, agora complicou.

?Voz F

Não, tem gente pior.

?Voz D

Vamos lá, mas o máximo que ele fazia era colar com Danilo Gentili.

?Voz A

Isso aí, argumento é muito bom, porque independente do que a gente falar aqui, de quem a gente falar, vai ter pior ou melhor, sabe?

?Voz C

É muito bom.

?Voz F

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não o Jorge do Traje a Rigor lá, ele poderia estar no nível desse.

?Voz A

Então, mas aí eu acho que esse argumento aí é o e se, e se ele fosse?

?Voz C

Não, não é o argumento.

?Voz F

Ele não é, ele poderia ser. Existem gradações, é tipo o espectro autista, existe o espectro do conservadorismo.

?Voz D

Eu sou bloqueado por ele.

?Voz F

Tem o conservador não praticante, que é aquela pessoa que vota no Bolsonaro por inércia, e tem o conservador ferrenho, que é aquele cara que faz saudação para pneu.

?Voz C

Caralho, olha aí, o Renato é bloqueado por ele, hein?

?Voz D

Bota lá porque ele bloqueava todo mundo no Twitter, bicho. Eu procurei o nome dele aqui, viu o Twitter dele que tava bloqueado.

?Voz F

Comecei falando, estou passando um panaço.

?Voz C

É isso que o Matheus tá querendo dizer, é o seguinte: se você derruba uma bolacha creme de caca no chão é uma coisa, você derruba em cima de um cocô mole de algum animal é outra, entendeu? É diferente, são níveis diferentes.

?Voz D

O que eu falei do histórico dele, que era isso, ele era um cara que ele era um comunistão fodido ali, ele se decepcionou com PT, como aconteceu com muita gente, só que ele se decepcionou errado.

?Voz A

E ele é dodói, hein?

?Voz C

Não trouxe provas aqui, falou que ele é dodói.

?Voz E

Não é dodói exatamente, mas estão passando um panão aí, né?

?Voz F

É, ele tem, eu não vou falar o problema mental aqui, né, mas tipo assim, ele claramente é uma pessoa de extremos, né, que vai, ou vai no Jô cantar Lulalá, ou vai no Danilo Gentili, ou vai apoiar Olavo de Carvalho, naquilo que ele faz.

?Voz B

É meio Sarah Winter, talvez?

?Voz C

Não, ele é, não, não, não, aí você tá falando merda.

?Voz D

Hitler fugiu para o México e virou Sara de las Nieves lá, porra.

?Voz C

Não, mas ela era comunista, é porque ela era feminista radical.

?Voz D

Mas ela era do, esqueci o nome, das ADFEM lá, porra, que é um grupo de extrema-direita também.

?Voz C

É tipo André Suraki, ou é crente ou é puta, não tem meio termo.

?Voz A

É uma ótima opção. O contexto do Lobão, o Lobão ele é uma pessoa medicada funcional socialmente. O que que acontece, ele não é aquele cara comunista, ele era comunistão, não era.

?Voz D

Ele teve, quer dizer que todo comunista, é isso que você tá falando? A música dele do Vida Louca, a vida dele mesmo, ela é literal a letra?

?Voz A

Não, ele é reaça do reaça. O que que acontece, ele, o pai dele foi general na época da ditadura, cara, então ele tinha resistência à questão militarista na época da ditadura e ele criou uma Qual era o ponto mais próximo daquela época? Era o PT, nascendo ali no ABC e tudo mais, 79, tudo. Então ele se agregou com pessoas que tinham esse pensamento mais progressista, muito por conta desse histórico familiar, que o pai dele meio que abandonava ele, largava ele e tal, não sei o quê, foi preso na época da ditadura.

Ele era aquele cara que era o rebelde da família, sabe? E aí chegou no ponto dele se aliar no pseudo-comunismo, que era a onda progressista do E aí queria Lula, Lula, Lula. Quando veio a Dilma depois do Lula, ele começou a radicalizar para esses reaças. E os conteúdos dele, os cara repercutiram muito. Ele é responsável por uma grande massa dessa galera nova do MBL, dessa reaçada, que porque ele era aquele pseudo-intelectual que ele tava ouvindo.

?Voz D

Quando ele começou a reaçar, A carreira musical dele tava parada há muito tempo, ele tava esquecido num canto ali tomando porra.

?Voz A

Isso. E aí ele foi para o lado político, ele foi ser o comunista político, entendeu?

?Voz D

Igual o cara do Sérgio Rigor também, né?

?Voz E

Acho que de pessoal contra o Lobão é que ele era brother do Cazuza e tal, e depois meio que cagou na cabeça dele. Isso é uma sacanagem, sabe? Isso é muita sacanagem. Depois que o Cazuza morreu ainda por cima, hein?

?Voz F

Ah, perdão, na verdade a ideia é só livrar ou é julgar?

?Voz C

Não Geral? Não, é julgar, ué.

?Voz F

Ah, então deu spoiler.

?Voz D

Musicalmente, Lobão, Lobão, ele tem um álbum bom, e é isso.

?Voz C

Eu vou esperar você votar, geral.

?Voz F

E um livro bom também.

?Voz C

Eu vou esperar você votar, que eu sou tonto.

?Voz F

Aquele Mil Anos em Dez, sei lá como é que é o nome.

?Voz C

Eu tô em cima do muro, eu tô em cima do muro.

?Voz D

Ele tem um álbum bom que é Ouvida Bandida, depois disso não fez mais nada, que parece.

?Voz C

Vou começar a votação, eu quero o Doug.

?Voz A

O do, como é que é, o Rádio Táxi? Não, como é que era o grupo lá do do Evan Mesquita lá. Ele é colaborador, ele é colaborador.

?Voz D

Ah, sim, é verdade, ele fez muitas letras do Blitz, era baterista lá.

?Voz F

Já começou aí fazendo apologia à polícia aí, participando do Blitz.

?Voz C

Culpado, culpado ou absolvido?

?Voz B

Culpado, 100%.

?Voz C

Culpado. Vou esperar o Matheus.

?Voz F

Matheus, cara, eu vou passar o pano para ele porque, como eu falei, acho que que ele daria para ser pessoa pior, sabe? Dá o voto de confiança e porque algum familiar falou que ele tem um probleminha.

?Voz A

Não, eu vou condenar porque qualquer um que a gente falar aqui poderia ser pior, sabe?

?Voz C

Poderia ser pior, então vou aí para ser bom, né, cara?

?Voz A

Esse argumento aqui é fraco. Ah, o Adeney poderia ser pior, então eu vou.

?Voz C

Cadê o martelinho aí?

?Voz D

Cadê?

?Voz A

Eu vou condenar esse filho da puta aí porque ele foi responsável pela essa grande onda de—

?Voz D

eu acho que você está exagerando.

?Voz A

Ele deu palco para essa galera do MBL na época da Dilma, porque eu também tinha Twitter lá em 2019.

?Voz D

Não, aí agora vocês ajudaram a botar tudo na conta dele. Você tá dando muita moral para ele, cara.

?Voz A

Lá em 2019, completamente conhecido assim.

?Voz D

Na época ele conseguiu muito mais destaque porque ele colava com Danilo Gentili. O Danilo Gentili foi o cara que mais trouxe mídia para o MBL do que o Lobão.

?Voz A

Não, mas você não lembra do contexto. Na época de 2011, 2012, foi aquele começo do levante contra Dilma. 2013 foi o estopim. O Lobão tava tweetando lá no Twitter desde aquela época. Eu conversava com ele, a gente trocava ideia, sabe, de assim, ah, amigo pessoal, ele era muito ativo e ele colocou o patamar do professor lá, o otário de cavalho lá, ele colocou o patamar, não, mas é um intelectual e tal da direita e não sei o quê.

Ele que alçou esses cara, ele meio que legitimou. Então para mim é condenado, pô, não sabe legal mesmo.

?Voz C

Vota é voto.

?Voz D

Renato, Renato, eu vou inocentar bom.

?Voz C

Puta vida, vocês vão deixar para mim? Vamos tomar.

?Voz D

Eu já falei, ele tem um disco bom que equilibra um pouco, e ele é muito mais o cara que tava perdido lá no rolê do que alguém que, puta, tinha uma puta ideia, reaça aí, a porra toda.

?Voz C

Caralho, complicado. Rodrigo, pelo amor de Deus, desempata essa porra aí, vai.

?Voz E

Não tem perdão vacilar com os amigos, cara. Isso não tem, no meu livro não tem perdão não, sabe? Amizade nem existe.

?Voz C

Uma playboy, o Cazuza também, cara. Culpado. Eu vou votar culpado também para condenar com força.

?Voz F

Então aí, putz, não, continua aí, depois eu vou fazer o Rodrigo mudar de ideia.

?Voz C

Condenado, condenado, cadeia nele!

?Voz E

Puxar o Cazuza também, que tá aí.

?Voz D

Calem a boca, já foi o Douglas, já foi o LJ, já fui eu, já foi o Matheus. Puxa alguém aí, Doutor Yara.

?Voz A

Porra, uma celebridade controversa, João Kleber. Pronto.

?Voz B

Odeio, odeio.

?Voz C

Mas para ele vai condenar, porra?

?Voz F

Como assim? Faço muito pano.

?Voz A

Como eu sou relator, eu vou votar por último. Eu puxei o nome, eu vou votar.

?Voz C

Ele tem algum crime?

?Voz D

Ele tem algum crime em Portugal, né, cara? Ele tinha um programa em Portugal, foi um sucesso do caralho. É só curiosidade no último.

?Voz A

Não, das pegadinhas deles lá.

?Voz B

Eu vou botar, eu vou botar para, como é que fala, condenar, só para ser chato, só para ser chato assim, teoria. Mas especificamente por um episódio que eu vou contar aqui. Tava, tava, eu era adolescente, tava eu, minha mãe, a gente ia sair, a gente ia sair, tava lá assistindo, ela era na RedeTV, sei lá. Aí a gente enrolou uma meia hora para sair porque ele tava lá, gente, pelo amor de Meu Deus, se isso daqui for verdade, não, não, se isso daqui for verdade, vai ser uma bomba em cima do Brasil, cara.

Não, será que eu falo, gente? Será que eu falo? Não falo. E a gente ficou esperando, esperando. Isso aqui é uma bomba, eu tenho que ter certeza que é verdade, porque é uma bomba. Isso vai, isso aqui vai, nossa senhora, vai mudar tudo. E a gente lá esperando, esperando, esperando. A gente é tipo assim, era 4 e pouco, já era aí 5 horas da tarde. Tarde. Não, amanhã a gente viaja, amanhã a gente vai falar o que que é. E vai tomar no cu, eu fiquei muito puto.

?Voz C

Eu abro o programa dele só por essa coisa aí, porque mostra que ele é bom mesmo, cara.

?Voz F

Mas aí você cair nisso é mais demérito seu do que mérito dele.

?Voz D

Tem verdade, é mais demérito seu. Ele tá lá, ele pôs armadilha para o otário. Otário é quem vai cair. Você foi cair.

?Voz F

Quando você era mais novo, você ligava para aqueles programas de da televisão que fala assim, qual é o cavalo diferente?

?Voz C

Não, vai que não.

?Voz E

Quem enterra Brasílis, o malandro é uma criatura neutra, mais ou menos.

?Voz D

Eu voto para condenar o Douglas também. Assim, toda a, o programa sensacionalista dele, ele só tava no meio de um pacote ali que era o sucesso da TV na época, né? E até hoje, se bobear.

?Voz A

Na verdade, ele que trouxe esse cliffhanger, né? Assim, segurando a audiência e tudo. Isso daí é uma qualidade dele, cara, que levou ele para a questão de ser renomeado como apresentador, sabe?

?Voz D

Vou fazer isso também.

?Voz C

Não fazia?

?Voz B

Fazia, mas acho que não deixava para o domingo seguinte, sabe? Pelo menos ele não deixava.

?Voz D

Você esperou até outra semana para ver a revelação do programa?

?Voz B

Não sei o que que era. Pelo menos não era nada, pelo menos não era nada, sabe?

?Voz C

Cara, é bom. Eu absolvi ele só por isso.

?Voz F

Então, se é para segurar otário na frente da TV, o cara é bom.

?Voz C

Então o Doug é culpado, eu absolvi.

?Voz F

E Matheus, o método do Doug, pô, só. Mas o João Kleber não. O João Kleber sabe o que que ele tava fazendo? Ele tava fazendo o trabalho dele.

?Voz C

Trabalhador.

?Voz F

E você não pode ir contra um trabalhador.

?Voz A

Não, ó, o método dele você pode questionar, mas não os resultados. Eu, tanto é que a fórmula dele A fórmula dele serviu de parâmetro para o Geraldo Luiz. É diferente do Cliffhanger do Gugu, que era parâmetro para quê também?

?Voz F

Para o TikToker médio, cara. Aquele TikTok que dura exatamente 1 minuto, 1,1 minuto, vem desse cara. E é só para monetizar, é só para monetizar.

?Voz B

E o que faz é merecer ir para forca, velho.

?Voz A

Não, e o YouTube tá fazendo isso, alguns canais de principalmente de esporte. Eu vi, eu acho que num canal que repercute Casé TV. O cara coloca aquele trechinho polêmico assim do cara falando, é porque esse time é uma merda e tal, não sei o quê, e vai ser demitido, em preto e branco, que é sensacionalista para caralho no começo do vídeo. E depois ele bota para rolar o vídeo para chegar naquele trecho. Ele te pega ali no começo do sensacionalismo e depois ele te segura na retenção ali do vídeo.

?Voz C

Absolvido aí, então?

?Voz A

Não, João Kleber para mim tá absolvido, cara, porque assim, ó, Ele não tem pecados profissionais, porque todo esse negócio de oba-oba e a mulher: ai, eu te traí porque eu queria comer sanduíche e tal. Tudo isso daí faz parte de uma performance.

?Voz D

Troca de cheeseburger, então cheeseburger, troca de cheeseburger, que a mulher falava.

?Voz A

Isso faz parte de uma performance.

?Voz C

Você é careca!

?Voz D

Porra, eu vou, eu não sei, eu inocente, João Kleber, e voto para o Douglas ir preso no lugar dele.

?Voz E

Exato.

?Voz C

O Rodrigo, Rodrigo quer falar também, mas já perdeu, já tá, tá.

?Voz E

Eu não consigo achar culpa desse cara também, ele deve ser um bom pai.

?Voz D

A notícia mais recente relacionada a João Kleber: debate para governador de São Paulo perde para João Kleber na audiência.

?Voz C

Tô louco!

?Voz F

Ou seja, um herói, né?

?Voz C

O herói que a gente merece.

?Voz A

Obrigado, João Kleber.

?Voz C

Quem vai puxar mais um aí que eu tenho um na ponta da língua?

?Voz D

Puxa um aí, Rodrigo. Puxa um, Rodrigo.

?Voz E

Bom, eu andava meio desgostoso com Dave Chapelle ultimamente. Ele era fã desse babaca aí, mas ele tá vacilando demais.

?Voz D

Ele reassou também, né? Mas ele é um comediante stand-up aí, para quem não sabe, e ele reassou depois aí que o Trump foi reeleito, que foi quando esse negócio de, ah, agora não preciso mais me segurar, posso fazer piada com preto, com puta, com quem for, com viado. É isso aí, agora o humor tá livre.

?Voz F

Ele só não faz piada com Ice, com o Trump, né?

?Voz D

Não, exatamente.

?Voz F

Ele não faz piada com Epstein, né? Pô, olha só, quem diria, né?

?Voz A

Ele que apanhou o Professor Aloprado lá no nightclub lá do filme, né?

?Voz D

É igual o maluco daqui, porra, esqueci o nome do filho da puta.

?Voz F

Danilo Gentili?

?Voz D

Não, o amigo dele foi processado para caralho lá. Isso, esse filho da puta, ele é tipo Léo Lins de lá.

?Voz F

Pode fazer piada com todo mundo, tem que fazer piada com gordo, com gente negra, com indígena, com gay. Ah, mas vamos fazer piada com israelense, né? Não, não pode, não pode.

?Voz D

Aí fazer piada com rico, que nem você falou, ah, mas com rico não pode, né? O rico ele conseguiu tudo que ele quis por esforço próprio.

?Voz E

Agora você é rico para caralho, né?

?Voz A

Isso é meio que um padrão para os comediantes, né, cara? É meio padrão assim para esse comediante renomeado, né?

?Voz B

Vocês sabem o quê? Você sabe o que que um pitbull e um israelense tem em comum?

?Voz F

Corta aí, pera aí, tira ele, meu Deus!

?Voz B

Eles só se garantem com Derruba, derruba!

?Voz D

Tem que ser mais rápido para derrubar, cara.

?Voz C

Vê isso, tá lento hoje, hein, Renato? Porra, tá demorando, hein?

?Voz E

Porra, não deu tempo. Amigão do Elon Musk já conta muito ponto negativo, né? Então é isso aí, porra de chapéu.

?Voz C

E aí, vamos fazer a votação?

?Voz A

Eu gosto muito daí, eu gosto muito da sketch dele do escritor negro na Ku Klux Klan.

?Voz E

Ah, bom, caramba. Aí quando ele interpreta o Prince naqueles episódios antigos lá, porra, é foda demais, cara.

?Voz F

Eu acho ele muito sem graça. Eu não gosto desses comediantes de stand-up estadunidense aí. Eu acho ele muito chato. Eu não gosto. Eu acho a maioria muito sem graça. A maioria tem as piadas que são muito deles para eles, entre eles. Então não acho graça, nunca achei graça nele. Então para mim, que se foda.

?Voz D

Eu nunca acompanhei muito ele, então nem sei, Rodrigo.

?Voz C

Rodrigo, Rodrigo, e é culpado ou absolvido?

?Voz E

Culpado, tem que ficar pobre de novo e começar de novo. Aí eu perdoo.

?Voz A

Obrigado.

?Voz B

Tem que virar estoquista no supermercado.

?Voz C

Doutor Renato, Doutor Renato, qual o problema de ser estoquista? Ih, rapaz, ó, o pessoal da Atacadão é culpado, culpado, culpado.

?Voz D

Nem conheço direito o conteúdo dele, então condena ele. Apoiar a porra do Trump, caralho. Maluco vai tentar dar um golpe naquela porra lá, vai ficar apoiando esse filho da puta aí também, cara.

?Voz A

Não, é culpado, cara, que ele fez carreira pobre, se notabilizou, né? E aí depois ficou rico, ficou pisando na galera, porra. Não, ainda não, caralho.

?Voz C

Eu vou, eu vou culpar também porque eu sou Maria vai com as outras.

?Voz B

Doge culpado, não tem nem, nem cara.

?Voz C

Unanimidade aqui, olha aí.

?Voz D

Isso, mas que a palavra eu odeio.

?Voz C

Ah, deixa para lá. Foi condenado, foi condenado, porra!

?Voz D

Foi condenado por todos. É que o Rodrigo puxou-me um bostão aí também, né, mano?

?Voz A

Condenei, condenei mais porque o sobrenome dele é de um acessório que eu não curto muito.

?Voz D

Quer chapéu?

?Voz E

Talvez um caso mais complicado seja o Bill Burr.

?Voz D

Chega das suas gringalhadas aí, Rodrigo.

?Voz C

É, porra, fala do Joaquim, pô. Mas tá aqui aqui, pô, pelo amor de Deus.

?Voz D

Brasileiro, você ia puxar alguém aí, LJ?

?Voz C

Vai, pô, Kawan Raymond, que ele tá fazendo um seriado muito bom agora. E aí eu fiquei em dúvida se eu gosto dele ou não, então eu queria saber.

?Voz F

Ele falou que não paga conta para mulher em conta.

?Voz C

É isso aí, ele fede também. O cara tá nada a ver.

?Voz D

Aposto que o LJ tá doidinho também.

?Voz B

Mas tem artista que fede, você não viu o Robert Pattinson? Nenhum toma banho, velho.

?Voz C

Eu não sei, eu nunca vi, eu nunca cheirei.

?Voz D

Robert Persson cheirou já ele?

?Voz B

Já? Robert Persson é cheirador homossexual, não toma banho. Você não tá ligado nessas?

?Voz F

Não, mas ele não tá matando ninguém, né, galera?

?Voz D

Você também já falou que não toma banho aqui, você tá aí, porra.

?Voz C

Os crimes dele é trair e amar demais. Isso, amar demais e sentido.

?Voz D

E faz aquele escroto também, né? Eu sei lá, para mim eu não conheço muito história dele não assim, pessoal. Quem quer conhecer?

?Voz C

Eu tô em dúvida, eu não sei.

?Voz E

Bela Campos fez uma denúncia no RH lá da Globo contra ele.

?Voz D

Ih, rapaz, aí, ó, era contra Borsalino, hein? Contra o Bolsonaro. Não, mas o que que ele fez? Deixa eu ver, pera aí. Qual o Raymond denúncia? Denúncia, denúncia. Deixa eu ver as acusações por trás da figura de Calvin Raymond. Vamos ver aqui, desabafo da ex-esposa Mariana Goldfarb. Também tem um sobrenome de vilão, 007, né? Goldfarb, cara.

?Voz C

Ai, caralho.

?Voz D

Ah tá, ela descreve situações de violência psicológica vividas durante o relacionamento sem mencionar nomes. Ah, violência psicológica, gente, mas disse que ela não mencionou nomes, mas as redes sociais passaram a associar o relato ao ex-marido da modelo, que era Calvin Raymond.

?Voz A

Mas aí também é foda, né?

?Voz D

Embora essa ligação Não tenha sido confirmada por nenhuma das partes.

?Voz F

Julgamento de 2013 é foda.

?Voz E

2013, ele teoricamente traiu Grazi Massafera com Isis Valverde.

?Voz C

Isso é crime ou não? A gente tem que analisar isso aí. Quem me prenda!

?Voz E

Eu não tenho esses problemas, não entendo, cara.

?Voz D

Que problema! Eu não lembro quem é Isis Valverde, Fernando.

?Voz C

Correto, né?

?Voz A

Ela, Avenida Brasil lá, Lurdinha, fazia funkeira na novela lá, né?

?Voz B

Ela estreou na Globo sendo a Ana do Véu lá no Sim, a Moça.

?Voz C

Eu lembro que saiu isso novela, hein? Eu tô em dúvida ainda, eu não sei, não sei.

?Voz E

Isso é um acidente que acontece quando você é o Cão Reynold.

?Voz C

Então, mas acontece, é muito bom ser gostoso, né? Putz, eu queria ser. Rico, né? Não, só gostoso, que aí vinha o rico.

?Voz D

Não, não, não vem não, viu?

?Voz C

Você já viu algum gostoso pobre por aí?

?Voz D

Tem muita gente bonita pobre por aí.

?Voz C

Opa, só trabalhar, pô.

?Voz D

Piuque que tá passando dificuldade aí. Piuque, antes de acabar no cigarro e drogas, ele era tipo o Coringa do Capricho, né? Era ídolo.

?Voz C

Beleza, vamos acabar com o Cauã Remo. Culpado ou inocente, Rodrigo? Rodrigo é culpado. Culpado.

?Voz D

Olha aí, é casado com quem hoje? Com a mão esquerda dele.

?Voz C

Não, bicho, chegou já.

?Voz D

Ele é casado com alguém aí hoje, sim. Mas não, tem outra treta aqui com o Cauã Remo. Vamos lá, Bela Campos confirma polêmica com Cauã Remo.

?Voz F

Era ele, mas ela também não aprendeu.

?Voz E

Mandou lavar prato lá, mas ela não citou o nome também.

?Voz D

Então vai tomar no cu. Eu quero o nome, tem que falar o nome, porra.

?Voz C

Vai, Renato.

?Voz F

Fofoca pela metade é foda.

?Voz D

É, não pode ser culpado o Cauã Remonja porque eu não me importo bastante com ele.

?Voz C

Exato, que ele é muito confuso.

?Voz E

É do Terra aqui, ó. A Bela expôs publicamente que ele passou a ironizar suas queixas no set, chegando a levantar o braço e sugerir que ela cheirasse suas axilas, alegando que esse é o cheiro de homem.

?Voz C

E o cara, fedido, me prendam novamente. Não, gente, pô, pelo porra, Se fosse eu, sou um criminoso.

?Voz D

O cara é um esquisito, porra.

?Voz F

Até aí a gente tem o Doug participando com a gente.

?Voz D

Exato, pô. Aí, epa, tá preso por enquanto.

?Voz C

Não, mas eu acho que o Doug não fede não.

?Voz F

Doug não tô falando que é fedido, tô falando que de esquisito para esquisito, porra.

?Voz C

Ó, mandei a capa aí, tá?

?Voz D

Esquisito para esquisito, nosso é pior.

?Voz C

Yânio, Yânio, Yânio!

?Voz A

Não, eu vou condenar, cara.

?Voz D

Meu Deus, essa capa do nada aqui, caralho!

?Voz A

A vida depois, fácil, cara.

?Voz D

É então, vem a capa aí, olha a capa que ele fez aí.

?Voz E

Pera aí, a mãe sofreu muito que ele nasceu com óculos, é isso mesmo, moleque, caralho!

?Voz A

Ó, o menino parece o da Familiada lá, cara.

?Voz C

Ficou boa, ficou boa, cara.

?Voz A

Aí, cara, o cara é primeiro que ele é bafudo. A pessoa bonita, ela tem obrigação de ser limpinha, cara, ser higiênica, né?

?Voz C

Ah, eu acho que a pessoa quando é bonita não tem obrigação de nada, que aí o mundo tá devendo para ela.

?Voz A

Enfim, outra, esse negócio de abuso aí é porque, querendo ou não, quando o O cara, ele tá num patamar de estrela, ele toma liberdade como se fosse, sabe, ah, eu sou um patrão aqui, chega. Sei lá como é que ele faz, mas é abuso mental só.

?Voz C

Isso aí, porra, se for assim, minha família inteira vai presa.

?Voz D

Pô, é, esse filme Corrida dos Bichos aqui que fala que é uma bosta gigante. Não é isso que eu queria falar.

?Voz B

Já tinha que ser cancelado só por fazer, só fazer dublagem, só de razão.

?Voz D

Martelos, fora dublagem, fora dublagem. O Blá tem que ser ar.

?Voz F

É, ah, mano, até agora não me convenceram. O cara só, o cara só tem uns fetiches estranhos. Ó, vamos lá, fetiche estranho é esquisito.

?Voz D

Ele traiu a mulher duas vezes.

?Voz F

Ele traiu? É, tá. Não, é supostamente, não botaram o nome dele, né? Ou botaram o nome dele ali? Eu quero saber.

?Voz C

Não, não, supostamente, supostamente não foi comum.

?Voz D

Grande Massafera, ele traiu mesmo, coisa de uma vez, é verdade.

?Voz F

Então beleza, é porque até a parte do, até a parte do, ah, é esquisito, tem fetiche, tem fetiche estranho, e é bonitão e não paga conta de mulher, pô, até aí tô definindo o próprio podcast assim. E ele é um fumante compulsivo aí, ó, dá toda, então ele é a soma do podcast.

?Voz D

Aí fumante compulsivo, aqui tem uns dois.

?Voz C

Você tá falando que se juntar todos nós dá um Remold, é isso, Matheus? Então, exato, tá louco da droga.

?Voz D

Remold gordo, semicalvo.

?Voz F

Eu adoro essa foto, parece realmente, parece aquele fantochezinho que o cara penteia o cabelo para trás e boneco Ronaldinho.

?Voz C

Absolvido. Eu vou botar absolvido também.

?Voz F

Não, não, não, não, se ele traiu mesmo, então eu sou contra Traição.

?Voz C

Ah, então, então condenado. Vou botar absolvido porque eu já fiz traição descoberta, muito feio. O cara traiu contra gostosa, condenado ou absolvido? Não saiu. E aí, Edalmir? Oi, você condena ou você absolve o Cauã Reymond?

?Voz D

Se o cara traiu, condena, né?

?Voz C

Condena, caralho! Você é porra, você!

?Voz F

Você não pode nem dar uma traidinha a mais.

?Voz B

Eu, hein, homem de carne e sangue, dog, eu não ia não, mas eu vou condenar porque tipo eu não tô tendo nenhuma mulher, esses cara tá querendo ter duas, vai tomar no cu.

?Voz C

Até agora quase unanimidade. Eu votei para absolver por causa que o Matheus me induziu e depois Pulou fora. Puta que pariu, Mateus!

?Voz F

Eu gostei que ele quase errou de novo unanimidade.

?Voz E

Vamos juntar para dar umas porradas no Calraine. Provavelmente a gente é bom.

?Voz C

Então cadeia nele, cadeia nele!

?Voz D

Douglas veio de novo. Deus não me deu uma namorada, né?

?Voz A

Ele espera.

?Voz C

Pronto, dá uma cadeia.

?Voz B

Posso citar um? Posso trazer um para roda? É Alexandre Frota.

?Voz C

Ih, rapaz, esse é complicado, tá vendo? Um bom nome, hein? Um bom nome. Nome, dog.

?Voz A

Dei, não dei.

?Voz C

Bom nome.

?Voz D

Foi ator da Globo, casou com a Cláudia Raia, separou em menos de um ano, foi para o pornô, comeu tudo quanto é tipo de gente, anão, travesti, teve o cu comido e virou político. Tem um pau napolitano, virou político da extrema-direita. Eu nunca falei que era Alexandre Frota.

?Voz C

Você falou assim, eu posso puxar de outros podcasts aí.

?Voz D

Não falei que era Alexandre Frota que tinha um pau napolitano. Falei que tem pessoas que tem um pau hipócrita. Ele virou aí político da extrema-direita, foi eleito. Eu vou condenar porque ele se juntou à extrema-direita só por puro oportunismo.

?Voz F

Eita, tem, tem um voto.

?Voz D

Ele não era o cara perdido lá no meio, tanto que quando ele viu que o bolsonarismo tinha se livrado dele, ele tentou se aliar ao PT PT, né? Tentou se filiar ao PT e os caralho vetaram ele. Então assim, eu condeno porque ele é um merdão, um merda.

?Voz C

Um voto para condenar, hein? Quem mais condena?

?Voz D

Teve sua colaboração aí para o cinema pornô, essas porras. Ele foi o responsável pela foto mais constrangedora da Cláudia Raia, que ela se envergonha muito até hoje.

?Voz B

Qual que é?

?Voz D

Que é eles no casamento juntos, ele com moletizão e tal.

?Voz C

Ele tem uma frase icônica que o negócio é comer cu e buceta.

?Voz D

Tem um negócio é comer cu e buceta que não foi ele que fez, foi roteirista do filme pornô que ele participou.

?Voz E

Será? Bateu uma paranoia nele na fazenda lá do Silvio Santos, que ele pulou o muro.

?Voz C

Casa dos Artistas.

?Voz F

Não, foi Casa dos Artistas.

?Voz C

Eu não sei se isso, eu não sei se isso é uma noia fodida.

?Voz F

Não, mas assim, eu condeno ele, mas não gosto de hipocrisia. Cara, o cara tocou o rebu, fez, pô, que nem o Godoy falou, comeu anão, comeu travesti, comeu, cheirou cocaína da bunda, não sei, eu tenho que falar pessoas, é atravessismo, porque travesti não é trans, né? Como eu até buraco na parede, como eu até a fenda do sofá, e tá aí hoje em dia pagando de conservador falando que não pode abortar. Vai tomar no cu, porra! Odeio isso daí.

Para mim, tá, tá, é pau a pau ali com traição, que você tá traindo a si mesmo quando você põe argumentação.

?Voz D

Ele se juntou por puro oportunismo, que ele sabia que ele seria eleito no meio do balaio ali, na época que a extrema-direita tava dominando, né, a política nacional. E quando ele foi enxotado pelos caras, ele ainda tentou se filiar ao PT, tentou falar que era de esquerda, não sei o quê. Então assim, politicamente podia ter continuado fazendo filme pornô aí por anos a fio. A gente agradece pela contribuição, tal como onde ele me pede aí, os cara que tá velho fodido fazendo pornô até hoje.

?Voz C

Alguém vai absolver ele ou vai ser unânime também?

?Voz E

Não, ele é o vacilão, procura vacilão, tá a foto dele.

?Voz A

E o que é uma pessoa pública, ele não esconde a questão de tudo, tudo ele não esconde, ele fala com muita franqueza, sabe? Eu acho legal que ele fala com franqueza. Vez mais referência, assim como foi a questão do Lobão também. Ele é um grande responsável por esse levante reacionário que a gente tem hoje, esse no Brasil formou muitos reacinhas aí. Então eu vou condenar pela política dele, sabe? Se ele se mantivesse na questão artística, é independente.

?Voz C

Ator pornô, ator pornô, independente.

?Voz B

Eu não vou absorver, mas eu tenho um ponto a favor dele, que é—

?Voz D

você não vai absorver, você vai rejeitar ele.

?Voz C

É difícil, a gente é do interior, porra.

?Voz D

É o homem absorvente.

?Voz B

Eu não vou absorver, caralho. Mas eu vou ter um ponto a favor dele, que é ele fazer a paródia gay do Batman, que deixava os cuequinhos ver tudo arrastando.

?Voz D

Isso é pior ainda, Doug.

?Voz C

Tchau, Doug. Tchau, Doug.

?Voz B

Pô, mas deixa fã do Batman estressado, é muito engraçado.

?Voz D

Ele fazia uma peça de teatro de comédia que ele era, era Batman e Robin, tanto que acho que o Robin era um cidadão que fazia pegadinha aí no João Kleber, e eles eram casal gay. Não era um skate que ele tinha na Praça Nossa, mas ele fez isso com uma peça de teatro também, que foi quando ele fez com uma peça de teatro que os fãs do Batman foi ameaçar ele de morte, com o filho do Mórcio Franco, sem graça, o filho sem graça do Mórcio Franco.

?Voz B

E eu odeio fã do Batman, eu sou fã do Batman, mas fã do Batman é tudo, é tudo dói. Então você deixou fã do Batman igual você.

?Voz F

Agora faça correlação.

?Voz D

Aí, então agora eu faço a correlação.

?Voz B

Quando você tá puto, eu tô feliz, apesar de ser fã do Batman também.

?Voz D

Mas fandom tem que ficar puto mesmo. Eu gosto de ver fandom puto. Fandom não serve para nada.

?Voz C

Culpado, hein? Culpado.

?Voz B

Eu nunca serei capturado, rapaz.

?Voz C

É isso aí.

?Voz B

Mas eu vou culpar, infelizmente. Infelizmente ele não é o bastante para filiado extrema-direita, é meio—

?Voz D

não é a carreira política dele, para mim estraga tudo que ele fez.

?Voz E

Em 2017, Frota foi condenado a pagar R$10 mil por danos morais ao campeão do BBB 5G, Jean Wyllys, também antes de ser deputado.

?Voz D

Outro chato para caralho.

?Voz E

Agressão verbal.

?Voz F

Eu posso puxar o Cazuza?

?Voz D

Puxa o Cazuza.

?Voz F

O Cazuza é, mas eu não quero não sentar não porque eu quero acusar ele mesmo assim, gostaria, porque para mim ele é um puta de um playboy desgraçado, passava AIDS de sacanagem para os outros. Ele sabia que tinha, ele sabia que era HIV positivo e passava para os outros. Ele passou para, para, é que eu me esqueci o nome das pessoas da geração ali.

?Voz E

Mas Azusa passava de propósito.

?Voz F

Sim, ele sabia que ele tinha, ele sabia que ele tinha, pô, deficiência. E ele tem duas músicas boas, pô. E a galera, nossa, que poeiteiro, meu Deus! Tem duas músicas que são boas.

?Voz E

Teve filme.

?Voz C

Nossa, eu não sabia que ele passava de sacanagem não, filho da puta.

?Voz F

Zona Sulista, sustentado pela mãe, pelos pais, né? No caso, o pai ou a mãe, sei lá, era dono do Canecão. Então já tinha os contatos no meio da música. Aí A vida é fácil, pô. Não teve que pegar um ônibus.

?Voz C

Cadê esse filho da puta, porra?

?Voz A

Do Canecão ou da Som Livre? Canecão.

?Voz F

Da Som Livre eu não sei se esse também era.

?Voz B

Não vou nem defender então.

?Voz C

Não, não tem como defender não, cara.

?Voz F

Ele gosta do Cazuza? Tipo assim, alguém gosta de alguma música dele além de exagerado ideologia?

?Voz D

Eu vou saber que ele passava aí com os outros, sacanagem.

?Voz A

Não, não, mas eu vou fazer igual o Douglas, eu vou condenar com ponto positivo, que assim, ó, eu acredito que como era na na época dos anos 80, cara, nessa realidade que é meio que, o que que é isso, sabe? Os cara tinha essa vida louca realmente de, ah, porra louca, é viva, e sabe, é uma, um acúmulo, a filosofia hippie com a subversão na época da ditadura e com desconhecimento de toda essa questão envolvendo a doença, enfim. Então eu vou passar um pano nesse sentido É, mas eu vou colocar um segundo critério, que é a babaquice dele, a empáfia dele, sabe?

Essa questão dele se achar o puta artista e ser endossado por uma grande, grande massa de baba-ovo, de puxa-saco, de playboy, e ele ser a estrela. Porra, obviamente que tinha talento para letrista. Muitas músicas que ele fazia, as letras são bacanas e demais e tal.

?Voz F

Mas, cara, compositor, né?

?Voz C

Eu só queria falar que a Fernanda tá aqui, ela tá revoltada porque toda vez que ela entra aqui no quarto vocês destroem o nome para ela. E ela tá perguntando para o Matheus: da onde você tirou isso que ele passava?

?Voz D

Então não sei, eu não achei também uma referência direta.

?Voz E

Só boato aqui.

?Voz C

Não, Matheus tirou isso da onde você tirou isso, Matheus? Porra, e agora?

?Voz F

Todo mundo que ele teve relação pegou HIV também.

?Voz C

Mas é uma realidade diferente, por isso que eu tô passando pano, que era uma realidade diferente.

?Voz F

A galera ali, esse meu argumento aqui, acabou de excluir o argumento dele, padre.

?Voz D

Não, o que eu vejo é que tá falando que ele fala, eu acho, cala a boca um pouco, né, José? O que eu tô vendo aqui é que em 89 ele revelou que tinha um diagnóstico de HIV e ele ficou 2 anos com HIV assim escondido, no stealth. Tá, não, em tratamento. Agora assim, qual que era o conhecimento geral na época de que era transmissível?

?Voz F

Quase que nada. Não sabia-se, pô, sabia-se que era transmissível e sabia-se que era, até então era mortal, pô, as pessoas morriam.

?Voz D

Ah não, o meu contra dele assim é que ele era só um playboy do caralho, né? E aí depois que ele morreu, a imprensa veio como se ele fosse, nossa, grande lutador, Aí, ó, nosso guerreirinho.

?Voz F

Eu vou, eu vou, como é que se fala, vou retratar. Pode tirar da ata seu argumento e exalta o argumento de que ele era um puta de um playboy safado que nunca pegou um ônibus na vida e todo mundo paga um pau para as letras dele, sendo que são bem mais ou menos.

?Voz A

Pô, você pega aí, eu vou dar dois exemplos assim, caso usado também.

?Voz C

O que que ele compôs, o Barão?

?Voz D

Vermelho.

?Voz A

Eu vou dar dois exemplos casusáveis aqui que são da atualidade. Um é o Sympla e o outro é o Fiuk. Morreu hoje, morreu hoje os dois. Aí grandes artistas pega as letras dele, ah, resgata, porra, o cara é, tinha uma puta letra e tal, não sei o quê, sabe? Vai ser mais ou menos assim, cara, que o povo brasileiro é na base da com a comoção. Não tirando, obviamente, o Cazu tem boas músicas, mas você vai pegar as boas músicas dele, fazem mais sucesso na voz de outros, cara.

?Voz F

Mas ele é um cara produzido também, né, como muitos, né? E mais ainda depois da morte, que precisam, precisam ser criados ídolos, precisa ser criados ídolos.

?Voz A

É o brasileiro médio na base da comoção.

?Voz B

Né?

?Voz D

Ó, é, então até a matéria que o Rodrigo passou aqui, realmente, quando ele tinha AIDS, você sabia que AIDS era sexualmente transmissível.

?Voz C

Então volta, volta para ata.

?Voz E

Então volta para ata.

?Voz D

Então é que tá falando aqui que a Veja que fez essa matéria, porque teve um show em que ele se cortou, teve um corte profundo, foi levado até o hospital, e ele insistia— e ele, que cale a boca— ele insistia que ninguém tocasse no sangue dele. Ele no hospital.

?Voz C

Vixe, tá bom, tira da data, tira da data.

?Voz F

Estou me retificando aqui, pedindo desculpas. Quem me conhece sabe que eu não falaria uma coisa dessa.

?Voz E

Vai buscar a camiseta branca agora.

?Voz C

Quem conhece agora?

?Voz D

Parece que foi a Veja que lançou o boato que ele ficou 2 anos com AIDS na putaria enlouquecida aí, passando AIDS para todo mundo.

?Voz C

Tira da data, tira da data.

?Voz D

Agora sim, agora sim. Eu prefiro condenar veja.

?Voz F

Eu prefiro, na verdade, eu prefiro me condenar. Foi mal, galera, até mais.

?Voz C

Eu, ó, vamos lá, Rodrigo, Rodrigo, Rodrigo.

?Voz E

Mas assim, novamente, Renato Russo, vou defender o Cazuza na babaquice.

?Voz F

Mas novamente, eu condeno o Cazuza porque desde quando saiu aquele filme dele lá, eu vou continuar ouvindo, mas eu vou fazer o jantar que eu morrendo de fome.

?Voz C

Você condena ou absolve esse aí fazer o jantar?

?Voz A

Eu condeno porque ele era um playboy.

?Voz D

Exatamente, porque ele era um playboy que teve vida fácil para caralho, porra. Pegou AIDS, chato para caralho, muito chato, muito trágico, principalmente nessa época que não se tinha tratamento nenhum para essa porra, né? Mas teve uma vida mansa do caralho a vida inteira, né, porra?

?Voz C

Aí tem que se foder, não é esse herói todo aí não.

?Voz D

E assim, não, pera aí, calem a boca de novo. Que músicas que ele fez, o Barão Vermelho?

?Voz C

Foi só o Exagerado e a Piscina de Rato lá.

?Voz D

Exagerado, Ideologia e O Segredo de um Liquidificador. Claro que O Segredo de um Liquidificador era do caso que ele tinha com, é o caso que ele tinha com Neymar do Grosso.

?Voz C

Isso, eita!

?Voz D

É, O Segredo de um Liquidificador é isso, né? Você liga o liquidificador para ficar o barulho você poder cochichar com a pessoa.

?Voz C

Faz sentido.

?Voz D

E era o segredo que ele tinha, tipo, era o caso secreto que ele tinha com Ney Mato Grosso, né?

?Voz A

Não era secreto, não era secreto na época, era, né?

?Voz D

Era secreto para quem que tava fora do círculo de amigos do pessoal ali, né?

?Voz E

Porra, o Ney conseguia coisa melhor do que eu.

?Voz D

De nome, beija-flor, o nome dessa música, não é Segredo Codificador, né? Pô, super fã que eu sou. É coisa nova, veja flores, Angerado e Ideologia que deixei.

?Voz A

É o verso, é segredo de liquidificador.

?Voz C

Eu vou absorver que um dia eu tenho, eu posso querer ir para Globo, né?

?Voz D

Então depois de querer ter AIDS, não, eu posso querer ir para Globo.

?Voz E

Mas é um problema, é um problema.

?Voz C

O Rodrigo não falou Ainda, Rodrigo.

?Voz E

É, o Cazuza é um babaca, então, mas até aí o Renato Russo também é de moto. E aí, né?

?Voz D

Não é um cara inteligente para ser babaca. Esse podcast aqui é uma grande mesa de babacas.

?Voz C

Exato.

?Voz D

Então não dá para condenar alguém só por ser babaca.

?Voz E

Exato. Então, Rodrigo, dá um desconto para o Cazuza aí, mas quanto o Renato Russo? Esse eu não perdono.

?Voz C

Tá 2 a 2, hein? E Ano? E Ano?

?Voz A

Não, eu condeno, cara, eu condeno. Mas porque, ó, era um puta playboy. O brasileiro, ele anseia por heróis. Quando teve a questão dele, o cara foi achicalhado, pô. O cara foi, foi em vida, né, foi menosprezado. Era, era, né, era homossexual declarado e os cara pegava no pé dele, enfim, fazer, saca? Apanhava ele. Aí quando o cara morre, torna um herói, o cara sabe? Eu acho que é sacanagem. Vamos pegar os defeitos honestos e as virtudes honestas.

Como letrista, se você parar, como letrista tem umas letras críticas, beleza e tal. Por isso que eu falo letrista, que musicalmente até as letras dele musicadas não são lá grandes coisas, sabe? Melodia e tudo mais, harmonia não é lá grandes coisas não. E outra coisa que me dá raiva, que é música de faculdade, universidade, enche o saco, sabe? Hoje eu não consigo ouvir nenhuma agradável assim aos meus ouvidos.

?Voz C

Você não gosta de um sertanejo universitário?

?Voz A

Porra, não dá, já deu no saco. Aí pronto. Então acho que a mítica em torno dele é muito grande para o que ele foi, sem querer diminuir o que ele foi, filho de rico, fez carreira musical e tal, mas tinha muitos acessos, tinha facilidades também.

?Voz D

E a família dele era amiga da família Marinho, né? Ele tinha uma puta mídia na Globo.

?Voz A

E quer, tem esse lobby dele, sabe? Tem uns puxa-saco também, a galera que ficava em torno dele para conseguir droga, conseguir curtir, conseguir beber, essas coisas tudo que sempre tem. Então eu acho que muita mística, aí ele era foda e tudo, tá bom.

?Voz C

Ficou na mão do Doug, hein?

?Voz D

Então está condenado, Cazuza.

?Voz C

Não, não, não, não, não, não, não, não. Se o Doug falar que ele absolve, empate, aí eu não sei o que que a gente vai fazer, pô.

?Voz E

Então absorver.

?Voz D

Não, mas ó, eu condenei, Mateus condenou, e olha, condenou, Rodrigo condenou.

?Voz C

Não, o Rodrigo não condenou, e eu inocentei. Não, o Rodrigo não, o Rodrigo absolveu, e eu também. Se o Doug absolver, vai dar empate.

?Voz D

Você absolveu, você absolveu, Rodrigo absolveu, eu, Mateus Os viagens, não condenamos.

?Voz B

Eu não tenho nada contra ele, mas então você não vale. Então eu ainda não falei, eu acho que eu vou condenar por causa desse negócio, essa história aí que ele passar AIDS para os outros. Se isso for verdade, eu acho que merece a condenação.

?Voz D

Você tá prestando atenção no que a gente tá falando aqui?

?Voz C

Desgraça!

?Voz D

Pronto, o voto do Douglas não Não vai, tá inválido. O Júlio tava dormindo enquanto a gente tava falando aqui, então ele tá condenado.

?Voz B

Mas eu fiquei confuso que agora não sei, que teve tanta prova a favor e contra que eu não sei se ele passou.

?Voz C

Não, votar em branco, votar em branco.

?Voz D

Ele não passou, cara, foi invenção da vez isso daí.

?Voz B

Tá, beleza, então vou votar você contra porque ele é— vou cancelar por ser playboy.

?Voz F

Tá bom, essa Isso daqui dá uma cadeia.

?Voz D

Cadê o bagulho do Craig aqui, caralho?

?Voz C

Aqui, mano. Ah, tá lá no outro chat, tá lá no chat. Deixa lá.

?Voz D

Ah, eu joguei no outro chat. Ah, tá.

?Voz C

Nossa Senhora, que susto!

?Voz D

Aí vem, fudeu essa porra aí, tá, caralho. Não, pera aí. Ah, tá funcionando, tá funcionando, tá funcionando, tá gravando. Aí o Craig tá aqui, tá aqui. Eu pensei, caralho, sumiu um bagulhinho do Craig, mano.

?Voz C

É só não mexer, deixa lá que tá funcionando. Deixar que tá funcionando.

?Voz D

Depois eu posso, não sei.

?Voz C

Eu ia falar o Fiuk, mas porra, se o Cazuza foi condenado, imagina o Fiuk, porra. Cara, Fiuk condenado já.

?Voz E

Você gosta dele do jeito que o Fábio Júnior gosta?

?Voz B

Eu ri muito que tipo o Fiuk tava lá mendigando lá falando que tava passando necessidade, né? Aí na mesma semana o Fábio Júnior postou uma foto dele assim com a família dele assim, com os filhos dele assim, todo mundo tipo, cara, parece até uma indireta, tipo assim, olha só minha família de verdade, ó, falha, quer dizer filho.

?Voz C

Eu sei que vocês são canalhas, mas eu mesmo assim eu vou botar esse nome aqui, que eu sei que vocês são canalha, mas eu vou jogar esse nome aqui: Augusto Liberato.

?Voz D

Eu acho que coisa para caralho, né?

?Voz C

Não, gente, que isso, que isso?

?Voz F

Eu posso ser advogado, ele vai entrar no mesmo tema do João Kleber, ele tava fazendo o trabalho dele.

?Voz C

Exato, obrigado.

?Voz D

Fora o fato que ele chamou um PCC falso, né, para falar uma coisa.

?Voz F

Você sabe por que que ele fez isso, né? Ele fez por você, ô Godoy. Você só é um mal agradecido.

?Voz D

Não, mas aí já foi um crime já.

?Voz C

Não, não foi, não foi não.

?Voz D

Umas várias violações éticas aí quando ele agenciava aquela banda do Dominó lá, que ele era escrotasso com os moleque. Calma aí, moleque lá do Dominó, fiquei Falou que era esse cracudo que falou que o Gugu queria comer os moleque todo.

?Voz C

Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, calma aí, pera aí, pera aí, vamos lá, vamos pular.

?Voz F

Primeiro, você falou que, que, ah, era crime fingir que, que, tá bom, já foi crime pessoas negras usarem o mesmo banheiro que pessoas brancas.

?Voz C

Exato.

?Voz D

Aí vai tomar no seu cu.

?Voz F

Parâmetro moral, se o seu parâmetro moral é a lei, então você tá errado.

?Voz C

Exato.

?Voz E

Beleza.

?Voz C

Ih, mas não é, Matheus? Não, não, não é, não é o parâmetro moral.

?Voz D

Isso que ele fez era um crime, já era.

?Voz C

Fora os caminhão da Zaelle que ele deu para o povo, ninguém fala nada, né?

?Voz F

Porra, essa parte é pior.

?Voz D

Então, exatamente, então a época que ele era agente da banda lá do Dominó lá, que ele era escrotaço com os moleque. Todos eles já falaram contra ele.

?Voz F

Eu vi o fato dele ser um braço do neonazismo em São Paulo.

?Voz C

Caralho, o Gugu?

?Voz F

É, ué, ele não, o Gugu, porque ele pegava os nordestinos de São Paulo, mandava de volta.

?Voz C

Eles que pedia, falava: nossa, eu queria uma caminhão da Zayla e ir embora.

?Voz F

Ele tem um Gugu tatuado e tudo.

?Voz D

Exatamente.

?Voz B

Eu vi muito meme assim na época que a galera começava a ressuscitar nisso. Eu tinha tipo assim um Gugu igual o Hans Landa assim chegando: vi falar que você tá com uns nordestinos escondido aí. Tipo, puta que pariu.

?Voz C

Se o Trap desse um caminhão da Zaelle para todo mundo que ele deportasse, eu ficava quieto. Mas o Gugu fazia isso, ainda dava trampolim, dava compacta print, porra.

?Voz D

O que não fazia, o que não fazia dava certo, né? Renato, porra, dava um monte de prêmio bosta, aquela máquina de fazer fralda que era uma merda.

?Voz C

Aí, ó, porra, já dá.

?Voz D

Esse ganhava o jogo bom do Gugu, trampolim do Gugu, Restaurante do Gugu, a casa do caralho do Gugu. Teve a vez que ele ligou para namorada do Dinho lá do Amondo Sassoon, no dia que morreu, ao vivo, perguntar Não, elas estavam.

?Voz C

Ué, ué, é crime ser educado agora? Então me prende.

?Voz F

Aí quer dizer que o cara não pode ser um, não pode só não ter tato agora, né?

?Voz C

O cara não pode ser só, porra. E eu tentar perguntar se ela tava bem, pô, é normal.

?Voz D

E aí o cara não podia deixar de falar, caralho.

?Voz C

É, porra.

?Voz D

Que mais?

?Voz E

Força também, antes de força da extrema-direita em São Paulo.

?Voz D

Fez blackface, né, no táxi do Gugu?

?Voz C

Não, quando isso não existia, não tava valendo ainda.

?Voz D

Existia, foi em 34 que ele fez, né, que ele virou.

?Voz A

Não, mas não era problematizado.

?Voz C

Então não tinha problema, não tava ainda em voga, nem Twitter tinha. Como é que ele podia saber, pô?

?Voz E

Botava nordestino no carro e mandava de volta para o Nordeste.

?Voz C

Ele comeu o cu do Beto Carreira, isso não conta para o bem não, gente?

?Voz E

Porra, ele gosta de heterotópico, porra.

?Voz C

Fez a banheira do Gugu. Segundo o Rafael Ilha, era todo dia, todo dia comendo o cu do Beto Carreira. Não é possível que isso não dê um ponto.

?Voz D

Agora assim, em favor do Gugu, tem história do filho dele mais velho que ele que eu acho muito engraçado.

?Voz C

Isso, muito bem lembrado, muito bem lembrado.

?Voz E

Porra, estranho o caso.

?Voz F

Eu acho que a pior coisa que ele fez foi o fato dele ser um milionário e não pagar alguém para trocar o ar-condicionado, tá ligado?

?Voz C

Sim, que é uma história muito mal contada, muito mal contada.

?Voz F

E é uma história muito mal contada porque eu acho isso ridículo. Assim, não tô julgando aí essa parte, não tô julgando, né? Não sou eu, quem sou eu, né? Eu não sou investigador, não sou detetive.

?Voz D

Eu, eu, eu, Gugu, me indigo que eu acho legal também.

?Voz F

Pera aí, sua voz deu uma sumidinha no começo.

?Voz D

E o Gugu, me indigo que eu acho legal também.

?Voz C

Sim, sempre tentando.

?Voz F

Então, tá vendo? Ele fazia. Olha só como, olha só como você é um hipócrita de merda.

?Voz D

Olha aí, o David Bowie brasileiro, basicamente.

?Voz F

Ele, ele fazia o quadro dele Sentindo na Pele, que era fazer o quê? Trazer empatia para o brasileiro numa época que ninguém se importava com o outro.

?Voz C

Isso aí, boa, boa, Matheus!

?Voz B

Boa, Matheus!

?Voz C

Caralho, Matheus tinha que ser advogado, minha mãe. Puta vida!

?Voz A

Olha aí, ó, eu, eu, a vida me dá vários argumentos para eu absolver ele, mas eu, eu, é justamente por conta do sabadão do Gugu, que a gente era criança e tava passando lá as meninas da camisa molhada lá, né, que o primeiro contato ainda.

?Voz C

Renato, porra, isso é contra, a favor, né?

?Voz D

Isso O Danny Boy lá, ele foi o organizador do concurso infantil da Boquinha na Garrafa, né?

?Voz C

Porra, eu tava querendo esconder isso, ia não ser bem caído nessa prova, porra.

?Voz A

O Danny Boy como atração infantil num programa que tá lá as minas dançarinas com a camiseta molhada.

?Voz F

O cara tem que ser 100% de podcast agora, não pode ter um erro na vida também.

?Voz D

Porra, cara, ele teve teve vários, né? Mas ele teve, mas assim, você tem que inocentar o Guguzinho, o Danny Boy, porque antes disso o Faustão já tinha um Faustinho.

?Voz C

Exato. E foi muito mais errado, muito mais errado.

?Voz D

Não, não foi não, ele foi bem de boa.

?Voz C

Ah não, foi o Latininho, Latininho, confundi, perdão.

?Voz D

Foi o Gugu também que escalou o Latininho.

?Voz F

O próprio Latino foi o Gugu. Isso daí é ponto contra o Gugu.

?Voz A

Não, não, cara, o Latino é no Faustão com bigode Bigodeira. Exato, era no Faustão.

?Voz C

Sabia?

?Voz A

Eu achava que era no Gugu, que era Bigodeira.

?Voz B

Vou mostrar aqui uma prova de como o Gugu era camaleão.

?Voz C

Meu Deus, desgraçado! Prepara o botão aí, Renato.

?Voz B

Eu assisti recentemente Cidadão Kane e esse é o Orson Welles idoso.

?Voz C

Caralho, não perde nada, não perde nem perde nada.

?Voz D

Você falou prepara ali, foi preventivo.

?Voz C

Ele deve ficar falando ali, ó, tá vendo? Eu ia falar que o Gugu é nosso Orson Welles, porra, cara. Parece mesmo, hein, porra.

?Voz A

A vida tá me dando vários argumentos para eu inocentar o Gugu, tipo assim, bater na casa dos outros. Procura aí um machadinho para cortar lenha, pessoa pobre num casebre assim, sabe?

?Voz C

Não, moedor de pimenta, porra. Era um clássico, porra. Minha família comprou um moedor de pimenta querendo que o Gugu aparecesse aqui, pô, para esperar o Gugu bater na sua casa, né? Exato, ele nunca veio.

?Voz D

Nem saber que a Ouriflama existia.

?Voz E

Uma taça de cristal na casa explodido. Deixa eu ver.

?Voz A

O cara era babaca para parar na casa do pobre, no casebre. Dou um minuto para você achar aí uma coisa de prata, uma colher de prata.

?Voz C

Ou ele humilhava o pobre de um jeito mais jocoso. O Luciano Huck é mais seco de humilhar o pobre.

?Voz F

Ninguém, ninguém, vamos deixar passar o do Rodrigo, por causa dos pobres. Pega o candelabro de ouro, cara.

?Voz C

Mas era piada, pô.

?Voz A

Ele era filho da puta nesse sentido, ele era muito filho da puta.

?Voz F

Eu quero um lustre de cristal Swarovski.

?Voz E

Cadê, cadê?

?Voz A

Mas eu vou condenar, eu quero só antecipar que eu vou condenar ele porque ele era o arqui-inimigo do Faustão assim, sabe? O adversário número 1. Então como eu sou pró-Faustão, eu condeno.

?Voz C

Ele falou absolver, né? Então absolvido.

?Voz D

Não vou condenar nada. Você vai ser justo aqui.

?Voz C

Ah, puta que pariu, louco!

?Voz E

Defender Faustão também é foda, hein? Calma aí.

?Voz C

Eita, esse eu condeno. Mas tudo bem. Rodrigo, vai, Rodrigo.

?Voz D

É o nosso ciborgue.

?Voz C

Rodrigo absolvido, né?

?Voz E

Rodrigo, não, não, não, não, não, culpado também.

?Voz F

E agora mais um argumento, fazendo uso do meu juridiquês aqui, cabe trazer à baila que o Gugu foi um dos grandes precursores do que que é o formato programa de auditório.

?Voz C

Olha aí, olha aí.

?Voz D

E foi o que originou o Luciano Huck, tá vendo?

?Voz F

Ele criou um grande Não, não, não, mas é que não, não, não originou o Luciano Huck, porque ele faz. Originou Luciano Huck no programa H da Band, não começou com o Luciano Huck, já falamos disso.

?Voz D

O Gugu criou o formato e foi esse formato que fez o Luciano Huck ganhar fama no programa H da Band.

?Voz F

Você não pode condenar a obra, pô, você tem que condenar quem faz mau uso dela. Ah, porra, o Oppenheimer conseguiu fiz a fusão nuclear para energia limpa e barata. Aí vem o militar e fala: não, vamos fazer uma bomba. A culpa é do Oppenheimer?

?Voz D

Exato, né?

?Voz A

Não, depende. O Gugu, ele tá envolvido no meio, que eu quero condenar.

?Voz D

Aí, no caso, porque o Gugu não criou o H na Band, pelo menos, mas o Gugu não teve nada a ver com 11 de setembro.

?Voz C

Tem que deixar claro isso aí para não apontar mais para ele.

?Voz D

É o Celso Portioli.

?Voz A

Eu quero, eu quero, eu quero dar uma mais um argumento pró-Gugu, a favor do Gugu, mas eu tô condenando ele, tá? Mas ó, para vocês ver como esse formato ele é tão bom, ele é tão assim, não é inovador, mas ele é encaixável, né? Faz sucesso na televisão que até hoje é assim, cara. O Gugu já morreu, já tem uns 6 anos, já morreu, já tem uns 6 anos assim, e até hoje é mal feito.

?Voz F

O Mion tá fazendo isso, o Luciano Huck tá fazendo isso, acho que os programas da Record tão fazendo isso, é um formato tão bom e a gente teve o melhor, a gente viu o exemplo do melhor, que quando a gente vê os outros, a gente vê o Mion, a gente vê o Luciano Huck, a gente viu Regina Casé, a gente fala uma bosta.

?Voz A

Exatamente, exato. Pronto, é isso.

?Voz F

A culpa não é do Gugu, a culpa é do cara que não sabe fazer direito.

?Voz C

Exato. Novamente, sabe essa defesa? O Matheus merece 2 votos aqui.

?Voz D

Então não, você vai ser justo, você vai ser Você vai ser justo, você vai ser justo nessa porra, Renato. Eu não vou deixar você roubar, você sabe já. Eu condeno, não, tu é culpado e você vai ser justo.

?Voz C

Droga, e eu nem vou falar, né, que eu absolvo ele.

?Voz D

Absolvido, absolve, porque você é um lixo.

?Voz C

O Matheus também, porra, super absolvido. O Doug também absolve, né?

?Voz D

Não, deixa o Doug Dog falar.

?Voz C

Aí, ó, grande Dog.

?Voz D

Quem que é Dog? Nem tá aqui o Douglas.

?Voz C

Tá assim, ele tá assim. Para de calar o povo, para de calar o povo.

?Voz B

Nosso nosso quem interessa calar?

?Voz C

Ó, então então temos um impasse aqui, temos um impasse, empatou. E agora?

?Voz E

E agora?

?Voz D

Porque o réu tá morto, o réu está morto. Então foda-se.

?Voz C

Não, a memória dele está viva em meu coração.

?Voz D

O seu coração é podre, cheio de gordura.

?Voz C

Eu acho que o vídeo do Van Damme aí, ele absorve ele. Ele comia o cu do Beto Carreira, então eu acho que do Van Damme, e do Van Damme, puta vida, pelo amor de Deus, absorve, cara.

?Voz E

De barraca armada, todo mundo vendo ali, cara.

?Voz B

Porra, só por essa cena o Gugu já merece, já merece.

?Voz F

Isso é incrível, gente, gente, pelo amor de Deus, quantos momentos icônicos, caralho.

?Voz E

Esse é constrangimento, cara.

?Voz C

Empatou, mas então Então pelo legado dele ele foi absolvido, aí grande alvo.

?Voz F

Empatou, mas pelo fato de que todo mundo que morre vira inocente.

?Voz C

Exato, é isso também. Ele morreu puro, morreu puro por nós, por nós. Nada condena o Gugu, puta.

?Voz D

Não morreu por nós, ele morreu porque todo mundo—

?Voz F

ele morreu porque alguém tá— não, mentira, porque ele caiu, né?

?Voz C

Porque ele nunca foi bolsonarista, deixar isso claro, cara.

?Voz D

Mas ele era Servidor, sim.

?Voz C

Mas aí, porra, como assim?

?Voz A

Porque não teve tempo, ele não teve tempo.

?Voz C

Ele morreu puro, ele morreu puro. A biografia dele está limpa, está limpa, está limpa. Augusto foi liberado.

?Voz F

O Gugu não ficou em cima do Muro, né?

?Voz D

Mas ele falava bem mal do Lula também. Ele, mas agora tem que falar bem do Lula. Ele morreu porque foi burro. Não, é, pode falar mal do Lula desde que não seja falando mal no estilo, esses comunistas aí.

?Voz C

Quem é que distribui a comida?

?Voz E

Gugu.

?Voz C

Logo, é complexo.

?Voz D

Ele morreu porque foi burro, né? Porque o cara sendo rico, ele podia pedir alguém, podia pagar alguém para trocar o ar-condicionado por ele.

?Voz F

Se você soubesse o que aconteceu naquele time, enojado, coitado.

?Voz D

Tem um ar-condicionado assassino em fuga até hoje, né? Nunca pegaram ele.

?Voz E

Qual aquele outro apresentador?

?Voz F

Galera, daqui a 5 episódios eu vou contar o que aconteceu de verdade com Augusto Libera.

?Voz D

Morreu cheirando 5 carreiras de pó.

?Voz F

Puta merda, não dá spoiler!

?Voz B

Não, mentira.

?Voz C

Absolvido! Grande Augusto liberado!

?Voz D

Absolvido! Tá inconclusivo.

?Voz B

O negócio é que o óleo entrou por trás e deu um rompimento ali.

?Voz C

Deu, vai ter que ter, vai ter que ser no outro programa para ser a segunda instância.

?Voz F

Isso, então foi para segunda instância, né? Recorreu. Aí agora é foda, é segunda instância.

?Voz C

Puta vida!

?Voz E

Foda aqui, ó.

?Voz F

Vamos ter que mandar para o Kojak, o careca lá.

?Voz C

Exato. Pelo menos isso, né? Ficou inconclusivo.

?Voz E

Porra, não quis pagar um pedreiro lá para consertar o ar-condicionado.

?Voz C

Deixa que eu resolvo. Aí, ó, eu nunca tanco. Coitado, coitado do caralho.

?Voz E

É, para finalizar, amarelinho. Filha da puta!

?Voz C

E agora, agora vamos, vamos para rechaçar. Acho que não vai demorar muito tempo.

?Voz D

Luciano Huck, não, ainda não, ainda não. Pega a gente que, pegar a gente que obviamente merece ser fuzilado não vale. Tem que ser alguém que a redenção é possível.

?Voz C

Ah, entendi, entendi.

?Voz E

Caralho, Luciano Huck é assim, cara?

?Voz B

Eu já tinha puxado a minha lista de coisa aqui que eu tinha falado dele desde a—

?Voz C

Mas o Luciano Huck é fácil, né?

?Voz F

Não tem como não julgar ele.

?Voz C

Podcast para o Douglas fazer o gente bravo dele.

?Voz D

Sobre tudo. Então, porque a gente vê se alguém merece ou não a redenção.

?Voz C

Aqui é julgamento, não é chacina, Doug. É julgamento.

?Voz F

Ninguém vai ser a favor dele.

?Voz C

É, quem é que vai ser a favor dele? Tipo, é isso, é. Falei besteira, perdão.

?Voz E

Também político eu acho uma ideia, mas só a história julga.

?Voz C

Geraldo Alckmin, que isso?

?Voz E

Pau no cu desse otário.

?Voz C

Pau no cu, né? Se bem que ele já veio aqui em casa, eu não sei, eu fiquei Fico, mas ele já falei que político nenhum merece redução de porra nenhuma.

?Voz E

Exato, tem que mostrar uma lancheirinha de criança, pô. Óbvio que eu vou correr atrás.

?Voz D

O político, administrador público, tem que fazer o seu trabalho, não tem que condenar nem salvar.

?Voz C

Qual que é aquele nome daquele cantor que virou nazista e agora falou que tá doidão e pediu desculpa agora?

?Voz F

Caralho, eu tava falando sobre ele esses dias, é muito difícil ele.

?Voz C

E agora, e agora, galera?

?Voz D

Porque, cara, eu condeno, eu condeno, cara.

?Voz F

Ele é difícil porque ele, quando ele é bom, ele consegue ser muito bom. Quando ele é ruim, ele consegue ser péssimo. E aparentemente ele é tantã da cabeça mesmo, ele tem alguma coisa.

?Voz D

Eu não acho que é tantã não, acho que ele tava usando assunto sério para fazer mídia.

?Voz F

Não, então aparentemente o cara tem uma parada meio bipolar lá dele, assim, meio grave.

?Voz D

Todo mundo pode falar que é bipolar, quero diagnóstico na minha mão.

?Voz C

Essa parte é foda.

?Voz F

E aí o pessoal até levantou de que ele pegou essa, pegou não, é, mas engatilhou essa bipolaridade porque ele viu todas essas pragas acontecendo na indústria, do tipo do Piriri, do do Epstein, que porque tipo ele criticou todo mundo, ele falava mal de todo mundo que teve algum envolvimento no caso Epstein assim, que, e no caso do Pediri, tem clipe dele falando mal dessas pessoas e tal.

?Voz A

Mas isso é atestado de virtude, que ele foi escroto?

?Voz F

Não, calma, mas ele não, não, mas é que tá, ó, se tem uma galera, um grupo que fala mal de de você, fala que, pô, ele é um babacão, ele é um escroto e tal. E ele fala, e ele retruca, não, essa galera que é uma merda. E aí, anos depois, é descoberto que toda essa galera que falava mal dele era uma merda, tava envolvido num escândalo de abusos sexuais e tráfico de pessoas.

?Voz A

Era uma merda, galera, de fato.

?Voz F

Aí, teoricamente, ele não se envolvia com essa galera, com essas coisas, e por isso cogitam, né, é acredito que é capaz de, ao ele ter presenciado isso, ter descoberto essa realidade, deu gatilho nele, que engatilhou essa coisa meio paranoica dele, nessa coisa meio bipolar e paranoica que ele tem. Porque, pô, imagina, tu, você, você tá vivendo tua vidinha de boassa, não de boassa, mas você tá vivendo a sua vida ali e tal, e descobre que existe toda uma rede de tráfico, de tráfico de pessoas, de festas, de surubões entre pessoas e artistas, coisa, sei lá, coisa meio satânicas e esquisitas. Deve dar uma entortada no parafuso ali, se você quiser.

?Voz A

Eu sou doidinho por causa dos outros.

?Voz B

Não, Zé, não é por causa dos outros, é porque esse, ele engatilhou.

?Voz F

Existem gatilhos mentais que acontecem.

?Voz B

Sobre esse negócio de todo mundo ter diagnóstico doido, hoje eu vi um cientista que eu achei muito, um cientista falando assim, ó, criticando esse boom de diagnóstico de autismo, né? Eu falei assim, ó, vocês estão confundindo gente esquisita com autista.

?Voz F

É, mas talvez—

?Voz E

cadê a outra parte do ouvido?

?Voz C

Tá bom, piada era só uma.

?Voz F

Eu só tô de festa, por isso que eu falei. Essa bem contada aí, ela, essa daí ela faz uma Isso que eu falei, essa justificativa dele, assim, não estou isentando ele das merda que ele fala, mas ao mesmo tempo eu tô querendo, tô tentando explicar o porquê, o porquê que ele pode ter estado assim de uma hora para outra, né? Pode ter ele fazer algumas cagadas aí que aparentemente Isso mesmo, assim, ele tem um problemão lá na cabeça dele que deve ser horrível, assim, deve ter um problema mesmo ali.

?Voz C

Ele não era assim, foi do nada.

?Voz A

Não, mas não era assim, não, cara, mas não era assim, entendeu?

?Voz C

Mas não era na família dele.

?Voz E

Doença mental é falha de caráter, vai trabalhar, se cura. Depressão não existe. Esse aí já começou mal.

?Voz F

O lance dele foi quando ele mexeu com nazismo, cara. Isso daí, para isso, isso é parte fodida.

?Voz D

É isso aí.

?Voz E

Dizem que esse acidente de carro em 2002, né, que deu uma concussão fodida também, teve esse rolê, pode crer também. Ele não tratou porra nenhuma não, pô.

?Voz C

Você acha que vocês viram fazer esse apoio ao nazismo, mano?

?Voz D

Exatamente.

?Voz C

Mas você não sabe o tamanho da capotada, pô.

?Voz E

Ele não trata doença mental.

?Voz F

Olha, ele, eu acho um cara difícil, mano. Esse cara é difícil porque vai entrar um pouco naquela outra discussão do Inimputável, inimputável, inimputável.

?Voz A

Não, mas ó, o que que acontece, vou dar um parâmetro que é parecido, que é a Nina Simone. A Nina Simone, ela teve um diagnóstico de bipolaridade, cara, tardio, tardio, tardio. Ela era insuportável como artista, galera, ela era insuportável como artista e ela apanhava para caralho do marido dela, mas ela não deixou de ser brilhante, engajada, cara, nas nas coisas, nas causas boas assim, sabe, de negritude, de feminismo. Aí é que tá, calma aí que eu vou chegar lá.

Esse negócio aí, ele é doidinho porque teve um contexto de acidente, aí ele é doidinho porque ele se deparou com a realidade artística muito abusiva e tal. Eu acho que assim não dá para passar pano, porque querendo ou não, ah, ele é doido, beleza, mas Mas ele se engajou para umas causas muito erradas, cara. O nazismo é uma, uma só delas, sabe? A questão da exposição de mulher nos clipes lá, a moda caralho, que todas estavam envolvidas no caso Epstein em Piriri. Mas é que tá, ô Matheus, querendo ou não, tá errado.

?Voz F

É a mesma coisa assim, porra, eu sou, eu acho que tem que, eu acho que tem que expor mesmo gente que tava envolvida nesse tipo de caso.

?Voz A

Não concordo, mas Mas eu digo assim, não é, eles não estão errados porque estão com Epstein, e o Kanye West não tá certo porque ele tava contra. Errado independente de estar com ou sem. Ele como uma pessoa pública, ele foi muito irresponsável, cara, de dar voz assim da bandeira, sabe, para neonazi, para reato.

?Voz F

E eu acho que julgo ele por esse ponto.

?Voz C

E eu acho Que ninguém vai passar pano para isso. A discussão aqui é se ele é doidinho ou não, se ele é inimputável ou não.

?Voz F

Aí eu quero, o pano que eu quero passar para ele nesse aspecto, não estou defendendo essa parte que ele fez, o que eu quero passar o pano é que ele é inimputável.

?Voz A

Vamos lá, cara, por muito menos a Britney Spears aí teve a carreira, né, roubada pelo pai, por muito menos. Sabe?

?Voz F

Mas eu não entendi o comparativo.

?Voz A

Para mim, ela não deixou de ser artista, mas ficou uma artista condicionada. Eu acho que o mesmo deveria acontecer com ele. Ele deveria ser um artista, mas um artista condicionado, sabe? Alguém dizer assim, ó, esse cara é doido e ele não tem condições de expor, de expor ele, de expor o que ele pensa com bandeira de neonazi. Que ele é doido, é um cara maluco.

?Voz F

Não, mas são coisas completamente diferentes. Ela não tinha autonomia, ela não tinha autonomia nenhuma sobre ela, sobre a carreira dela.

?Voz D

A Britney Spears sofreu um golpe do próprio pai, basicamente.

?Voz F

Mas não pode ter, o Kanye West não tem ninguém, ele é o próprio produtor, ele é o próprio compositor.

?Voz A

Alegação, mas alegação do pai dela, você sabe qual foi? Que ela não tinha condições neuropsicológicas de cuidar nem disse que ele é um babacão. Mas aí, cara, com ela de novo, por muito menos, por muito menos, um artista do calibre dela teve a carreira condicionada, que era o que o Kanye West deveria ter acontecido.

?Voz F

A carreira dele, o cara é maluco. Não, o caso da Britney Spears vai ser a palavra do pai contra a palavra dela.

?Voz A

Não, não foi a palavra.

?Voz F

Ela não tinha condições, cara. Ela hoje em dia tá usando o Instagram, tá fazendo as coisas dela, tá fazendo vídeos dela, faz uns vídeos engraçadinho, meio, ah, olha que doidinha, mas nada demais, gente.

?Voz A

Não, mas não foi, não foi a palavra, teve processo judicial, sabe?

?Voz F

E ele foi culpado, considerado culpado do quê? Caramba, de que ele manipulou ela, carreira dela. Isso depois, manteve ela em cárcere, manteve ela em cárcere.

?Voz A

Depois, isso depois, isso foi depois.

?Voz F

Então ele tava errado, porra. Caralho, Jânio, que você tirou o dia para ser Mesmo.

?Voz A

Mas não é porque você tá discutindo uma coisa que não tem cabimento.

?Voz F

Ela teve, tá comparando duas coisas diferentes, cara.

?Voz A

A carreira não, a carreira dela por muito menos, por alegações mais banais, foi condicionada profissionalmente. O Kanye West fez produção artística com base em nazismo, cara, e esse é um cara Negro, cara.

?Voz F

Eu tô falando, é alegação dela ser doida. Quem fez a alegação dela ser doida foi o próprio pai. Essa alegação é mentira.

?Voz A

Laudo, tem laudo nos processos.

?Voz D

Que é falso, porra, que é falso, cara. Chega dessa porra dessa conversa que vocês não estão chegando em porra de lugar nenhum.

?Voz C

Eu tô confuso, eu quero chorar.

?Voz A

O Kanye West, ele é doidinho. O cara fez um puta álbum com a alusão ao nazismo. Aí ele é doidinho, vamos deixar o cara fazer um puta álbum aí.

?Voz F

Vamos lá, a alusão foi ilustração de capa, tá?

?Voz A

Os redneck adoraram, cara. Não, e ele fazia declaração, ele era um artista lá.

?Voz C

Eles fizeram uma pessoa preta, fizeram alusão ao nazismo, no meio não corrobora que ele tava doido da cabeça.

?Voz F

Vamos, vamos falar um outro negócio aqui, porque eu me lembro das acusações dele de nazismo foi pela capa que ele fez, que era uma capa que parecia uma capa do Burzum, que o vocalista declarações. Então, a declaração dele não era exatamente, que eu me lembro, não era exatamente nazista, era antisionista. Mas vamos lá. E aí as pessoas fazem isso também, principalmente estadunidense, fala que antisionista é nazista. Vamos lá, declarações nazistas. Aqui nesse podcast a gente vai a fundo, tá?

?Voz C

Exato. Aqui é, aqui é, pô, aqui tem lei.

?Voz A

E tá aí as declarações que ele deu, cara, pró-nazi, pró-Hitler.

?Voz F

É, começou aqui onde ele declara, Kanye West, entre parênteses, que gerou forte repercussão internacional, fazer elogios Adolf Hitler.

?Voz C

Aí não tem como, hein, Matheus?

?Voz A

Aí não é só gravura de aula.

?Voz D

Vamos encerrar essa buceta aqui dessa porra desse filho da puta.

?Voz F

Para mim ele é inimputável, ele é inimputável.

?Voz D

É assim, para mim doido é quem rasga dinheiro e come cocô. Para mim é condenado, bicho.

?Voz C

Exato.

?Voz A

Melhor não.

?Voz F

Isso é um bom argumento, hein?

?Voz D

Isso é o melhor argumento, porque é assim, ele pode ter legal, ele tava alguns problemas mentais meio complicados assim, cara. Eu não conheço nenhuma doença mental Só que vai fazer você apoiar o nazismo de uma hora para outra.

?Voz A

Mas e agora?

?Voz F

E agora você muda? Agora você muda sua opinião? Encarta Kanye West, pede desculpa por declarações antissemitas.

?Voz D

Não sou nada, duplamente culpado porque tá apoiando judeu agora.

?Voz A

Óbvio, não porque fez ele ganhar mais dinheiro.

?Voz F

Só um adendo, esse negócio aí do ser doido, não sei se você tá ligado naquela mulher do Ministério Tron.

?Voz C

Sei, ela foi presa, né? Vocês sabem quem é a menina?

?Voz F

É uma mulher que ela fica fazendo os vídeos filmando as pessoas na rua falando: essa mulher tá me perseguindo, quer me matar, eles estão querendo me matar, o Ministério é tronco, me persegue, não sei o quê. E a pessoa fica falando que ela é doida. Só que aí eu uso esse argumento que o Godoy acabou de falar: ela é doida até ela receber o dinheiro, né? Até monetização. Ela sabe receber monetização TikTok, né?

?Voz D

Pô, tem uns problemas complicados, mas tá lá gravando disco, lançou disco, puta que pariu, fez um monte de opinião merda.

?Voz F

Artista, não dá para segurar o artista.

?Voz C

Vocês falam que doido é quem rasga o dinheiro. Esses dias foi entrar na loja, a mulher deu R$50 na mão dela, ela rasgou, que tipo a notinha do Douglas aí, ó, que não consegue nenhuma namorada, pô.

?Voz B

Falar em doido rasgadinho, eu posso puxar um rasgadinho ali comigo.

?Voz C

Não, não, pera aí, tem outra coisa. Rodrigo, Rodrigo, que foi? Que que foi, Rodrigo? Que que foi? Ó, tudo bem? Tudo bem.

?Voz E

Kanye West, eu sou fã, tenho CDs e tem que mandar ele para cadeia porque isso foi caralho. Sabe o que é? Eu gosto demais dessa porra desse CD.

?Voz C

E aí, tô aqui condenado, né?

?Voz A

Não, condenado 100%, cara. Esse negócio de, ah, ele é inimputável, ele é dodói e tal, e o cara tá ganhando dinheiro com as obras dele.

?Voz F

Esse argumento é foda, mas para mim ele é inimputável.

?Voz E

Água fria e paulada, né? Água fria e paulada.

?Voz D

Doido, para mim tá lá no CAPS lambendo parede, porra.

?Voz C

Eu vou botar inimputável porque uma pessoa negra, você concorda com o Mateus com tudo, porra? Ah, vai tomar no cu. Dog, de novo na tua mão, hein, Dog? De novo, 100%. Cadeia, cadeia! Isso daqui dá uma cadeia.

?Voz F

Esse podcast é a prova de que vocês não, não são, não reconhecem saúde mental como um problema.

?Voz C

Vocês não, eu votei que é inimputável também, porque uma pessoa negra votar, ele é maluco, ele é maluco, ele é maluco, entendeu? É a mesma coisa de eu ser, quando faço, ah, tem que matar todos os gordos. Porra, que isso? Não tá certo, ele tá meio doido da cabeça.

?Voz B

Poxa, o teu aí, ô, cara, já que você falou que ser doido é deixa a pessoa ineputável e doidice é só rasgadinha e comer cocô, o que que você já, o que que você já, o que que vocês acham daquele ator lá da Turma da Mônica que foi cancelado porque descobriram que ele era cropófago?

?Voz D

Não fazia mal para ninguém. O cara, ele tinha um fetiche, ele botava esse fetiche em prática com pessoas que também gostavam desse fetiche. Eu vou deletar essa foto aqui, tá? Porque ele fazia esse fetiche com outras pessoas que também curtiam esse fetiche, todo mundo de livre vontade, consensual. Ele só foi condenado por causa da sociedade cristã hipócrita, que impõe costumes às pessoas.

?Voz C

Aqui não deu errado, a gente apoia.

?Voz D

Não foi alguém que sabotou ele, mas ele foi mancada, que ele tinha um perfil público no Twitter em que ele falava que ele queria comer cocô como se fosse caldinho de feijão, né?

?Voz A

Eu só o condenaria em uma circunstância: se ele fosse garçom ou cozinheiro, aí eu condenaria.

?Voz D

Ele só é culpado de amar cocô demais.

?Voz B

Eu vou fazer minha defesa, ele falava isso no Instagram, mas ele tinha um pseudônimo. Foi alguém que sacaneou ele, que reconheceu por uma tatuagem, depois falou que era ele, falou, expôs ele, né?

?Voz C

Não tem crime, a gente apoia ainda. Pode comer merda, galera, pode comer merda, tem que comer.

?Voz A

Aí, Deus, pode crer, R$40.

?Voz C

Pera aí, R$40?

?Voz A

Da fralda.

?Voz D

Desculpa, desculpa.

?Voz C

R$40, caro, hein?

?Voz D

Fralda caro para caralho.

?Voz E

Nem Playboy dá pega, rapaz.

?Voz D

Não, R$40 é barato numa fralda, pô. Deixa eu ver aqui.

?Voz F

Ainda vai usar fralda?

?Voz D

Fralda Turma da Mônica.

?Voz C

Vamos ver quanto tá a fralda.

?Voz D

Preço, ó, R$78, porra.

?Voz C

R$78? Ah não, o quê? Lava essa criança aí, lava essa criança.

?Voz E

Não tem jeito, então.

?Voz C

É, cagou, passa Debaixo da torneira, já cria até anticorpo.

?Voz D

Não, o tamanho P é mais barato. Se deixar o bebê desnutrido, ele não crescer, é louco.

?Voz F

Mas usa por 2 meses, uma madeira de assim já não é.

?Voz C

E é R$70, não pode virar a fralda.

?Voz A

Eu tô rindo, eu mostrei para mulher aqui a montagem do ideia erradíssima.

?Voz D

Ai, cara, mas é o que cataguira, filho do— sempre que eu vejo essa galera fazendo incentivo para não ter filho, eles falam daquele, daquele, daquele dano, né, que é o leite em pó para beber, que é fórmula infantil. 150 pau, porra!

?Voz A

Nessa montagem aí que vocês fizeram do menino, eu tô na mesma situação do Gugu, que o meu filho é mais velho do que eu, cara.

?Voz D

E nasceu enrugado, cabelo já enrugado, bigode.

?Voz E

A mãe sofreu muito com esse óculos aí.

?Voz A

O menino nasceu já um Seu Geraldo de 70 anos, cara, mais velho do que eu.

?Voz F

Ai, caralho, não tinha alguém que era a cara do Geraldo Luiz?

?Voz A

Não, é o filho do Geraldo Luiz que é a cara do Silvio Santos.

?Voz F

Ah, é isso mesmo.

?Voz A

E a mulher do Geraldo Luiz foi secretária do Silvio Santos.

?Voz F

Puta vida! Mas ele combinava, isso mesmo. Filho do Geraldo Luiz é cara do Silvio Santos. Puta merda, cara!

?Voz A

E é muito parecido mesmo, cara.

?Voz F

Olha, olha, olha a bosta que dá para acontecer aí, hein?

?Voz A

Mas o Geraldo Luiz tem cara de quem ia assumir um chifre assim para ganhar dinheiro, sabe? Tipo fazer um DNA.

?Voz C

A cara dele, sabe, cara? Mas é muito igual.

?Voz F

Você tá falando que o Geraldo Luiz é cookie?

?Voz C

Eita, ele é biscoito! Come, come, amor! Vai lá, vai lá!

?Voz D

Tipo a cara de Silvão esticada, né?

?Voz C

Parece que foi aumentar a imagem no Photoshop, não apertou o Shift.

?Voz D

É, foi dar uma largada na cara. É o Silvio Santos desenhado de cabeça, né?

?Voz F

Essa é muito boa, cara. É tipo o mal diagramado, só que essa é excelente aí. Se eu fazer a cara no Photoshop, você apertar o Shift, puta merda! Essa é boa demais.

?Voz C

Ai, ai, ai, muito bom, muito bom. Aliás, Silvio Santos condenava ou não, hein? Bom nome, hein?

?Voz D

Lembrando assim que muito aqui vocês esquecem história, né? Sílvio Santos foi o boiador do golpe militar, tá?

?Voz C

Desgraçado!

?Voz D

Foi apoiador da ditadura, tinha um grande programa lá que era Hora do Presidente, né? Era basicamente uma hora de propaganda do regime militar. Ele foi apoiador abertamente do governo Bolsonaro também.

?Voz C

E ele foi abertamente, aí ganhava verba, verba de governo, né, cara?

?Voz D

De publicidade, verba de governo. Tinha altas mutretas aí com o governo de São Paulo também, né? Quando sequestraram ele, o Alckmin se envolveu pessoalmente em matar o sequestrador que sequestrou ele.

?Voz C

Você viu que o Alckmin veio aqui em casa, né?

?Voz D

Ele já falou já hoje, inclusive, essa porra. Ele fez altas merdas com a Eleganza Aurore lá no programa dele, né?

?Voz F

Oliver, Livi Andrade, sei lá, não lembro qual que é. Não, não, não, mas também ele se esfregava nela ao vivo no programa. Mas você pode culpar o homem ao vivo?

?Voz D

Eu posso.

?Voz C

Agora, aliás, eu queria falar que Livi Andrade era a mulher perfeita e o Monjaro estragou ela. Maldito Monjaro!

?Voz D

Aquela Maísa lá, quando era pequenininha, que ele ficou enchendo o saco dela começou a chorar ao vivo no programa também.

?Voz A

No final de carreira, o pessoal passou muito pano para ele, pô, dizer, ah, é um velho gagá. Não, ele tá gagá, ele falava muita besteira.

?Voz D

Ele tá velho, gagá, ele tá velho, tá caduco.

?Voz A

Não, deixa que ele tá caduco e tal, não sei o quê, não sei o quê. Pessoal passava um puta. E principalmente isso, muito culpa do CQC, tá? Porque ficar naquele top 5 lá ridicularizando as posições erradas dele.

?Voz C

Então condenaram, né? Cadeia nele, né?

?Voz D

Tem que puxar o favor, né? A favor dele Cara, você tava falando do Gugu de programa de auditório. O seu Santos, os inimigos que criou esse formato aqui, né? Sim, de programa de auditório. Ele foi o cara que criou essa porra. Tanto que quando ele morreu, até Globo, concorrentes, não se rodeiam da morte dele, né?

?Voz A

Eu não colocaria ele porque tinha um Bolinha e tinha o Chacrinha, né, cara? Tinha esses programas assim, sabe?

?Voz D

Acho que Chacrinha veio antes, né? Isso é verdade.

?Voz A

E o Bolinha também tinha um concurso de lambada no Bolinha.

?Voz D

Então, lambada do Bolinha o programa do Gongo, né?

?Voz A

Então esses programas de auditório, ele foi o cara que foi o rei, querendo ou não, ele dominou.

?Voz D

Mas não, mas ele não foi o pioneiro, verdade. Chacrinha veio antes, cara. Silvio Santos é um caso complicado, hein?

?Voz C

Complicado. Não, eu acho que é condenável, né?

?Voz D

Ele trouxe Chaves e Chapolin e reprisou a Exaustão também, né?

?Voz C

Isso é ponto a favor, hein? Eu fiquei em dúvida. Eu vou na opinião de vocês que a Sônia Maria vai com as outras.

?Voz F

Rodrigo, que foi contra, desculpa.

?Voz C

Não, não, vamos começar agora.

?Voz F

Rodrigo, não quero saber quem foi contra o Chaves e o Chapolin. Que foi o Silvio Santos?

?Voz E

Não, ninguém.

?Voz D

Não, o ponto a favor dele foi ter trazido Chaves e ter reprisado por 30 anos essa porra.

?Voz A

Ele foi sagaz em ir por um Ele foi por uma outra via, porque a Manchete trazia muita coisa nipônica, né? E o Silvio Santos trouxe coisa mexicana, né, cara?

?Voz D

Trouxe coisa, é, mas eu acho que essa parada do Chespirito veio uns pacotes de novela mexicana que ele trazia, né?

?Voz A

Trouxe programação, né? Foi sagaz nesse ponto assim, que veio lá no meio assim. Ah, não sei, para mim eu acho que ele foi sagaz de negociar, é tipo assim, porque aqui tinha uns Os Trapalhões já, e não tinha um produto parecido. Tinha Família Trapo ali, tudo, A Praça é Nossa, mas não tinha um programa como Os Trapalhões. O Chaves veio meio nessa pegada, esse espírito veio meio nessa pegada, entendeu? De ser um concorrente ali.

?Voz D

Isso que é foda, né? Aí é o, como o Gadir Gomes falou, são o pessoal do profissional, a galera. Eita, eita, imagina, você tá com o pessoal, ele é um cara meio bosta, né? Como Mas no profissional ele fez muita coisa importante, coisa que alguns não tem.

?Voz F

Mas dá para separar?

?Voz C

Ixi, isso é outro podcast.

?Voz F

Eu não acho que dá para separar ele como pessoa do profissional, porque aquilo lá na TV também era ele, pô.

?Voz D

Ele era uma pessoa extremamente pública, né?

?Voz F

Ele tava na— ele era de uma época, quando ele começou a televisão e tudo mais, ele era de uma na época, que meio que era, era aquela coisa várzea, moleque. Então não tinha essa superprodução do personagem, de vamos, pô, você vai seguir essas características. Ele inventou isso, ele que manipulava os outros para, olha, você vai ser assim, assim, assim, assado.

?Voz C

Ele era a favor da pirataria também, porque tinha o Big Brother, ele lançou a Casa do Artista e pau no cu, é pirata mesmo, foda-se.

?Voz D

Tanto que foi impedido, né, de estrear o programa.

?Voz C

Passou do mesmo jeito, porra, cara.

?Voz D

As loucuras do Silvio Santos no SBT era foda também, cara. Quando foi passar o Rambo pela primeira vez, que daí ele falou, espere acabar a novela que você já vai ver Rambo. Ficou a tela estática ali, o Rambo até acabar a novela para começar, porque acho que a Globo tinha adiado a novela para passar na mesma hora do Rambo. Ele falou Sim, então tá bom, vamos botar uma hora de tela preta aqui. Quando novela acabar, a gente começa o Rambo.

?Voz B

Ó, eu que sou nerd da dublagem, eu tenho uma curiosidade de dublagem, que é direto, tem a mão direta dele. É quando chegou Carrossel, e isso foi muito melhor que essa mudança que ele fez. Quando estreou Carrossel, eles iam fazer o de sempre, né, botar aqueles adultos para poder ficar vazio, um monte de criança de jeito assim. Aí o Silvio Santos falou assim, não, Não, eu quero um elenco só de criança. E claro, foi lá botar os crianças para trabalhar.

?Voz D

Eu quero trabalho infantil, por favor, eu trabalho infantil.

?Voz C

Inclusive, você é um péssimo advogado, Dom.

?Voz F

Então é isso, teve um vídeo que saiu esses dias que era do Yudi e da Maísa naquele programa lá dele para ganhar dinheiro, ganhar tipo Tem uma foto muito boa que é o Neymar ganhando R$100 no programa do Silvio Santos. Aí era o Yudi e a Maísa. A Maísa falando, ah, mas eu queria, eu queria que o programa fosse mais tarde porque eu tenho que acordar às 6 horas da manhã na sexta-feira. Aí eu gravo todos os programas no mesmo dia e tudo mais.

Aí vem o Yudi e fala, porra, Na minha época era de segunda a domingo, tinha que fazer.

?Voz C

O Silvio Santos acorda ele falando: cala a boca, ninguém te perguntou nada.

?Voz F

Porra, querendo foder o Silvio Santos, foi mandando uma dessa.

?Voz B

Mas deixa eu falar porque que isso era uma coisa boa das crianças. Assim, não, trabalho infantil é ótimo, né?

?Voz D

Não é legal não, mas tipo, nem trabalha. Puta que pariu também.

?Voz B

Ah, vai cagar essa galera que estreou aí está até hoje na dublagem.

?Voz D

É uma galera que é tipo assim, ah nossa, que é um ramo que tá de vento em popa, né? Só tem gente rica na dublagem.

?Voz A

Tem que dar parabéns por ele ter revelado o Guilherme Briggs. É isso mesmo, Doug?

?Voz B

Não, não é o Briggs, mas tipo assim, muita gente, é muita gente que tá até hoje ali, que tá com tipo assim 40, 50 anos, começou criança ali dublando carrossel, sabe? Tipo aquelas mulheres, a Fernanda Barone lá e a Flávia Aqui dubla tudo, por exemplo, dubla a Velma e a Daphne, dubla a Scarlett Johansson, sabe? Esse pessoal começou, começou aí no carrossel, sabe?

?Voz C

E uma galera foda de trabalho infantil funciona, pô.

?Voz B

Vamos lá, de começar assim, foi acidental a participação do velho maluco.

?Voz D

Sílvio Santos absorve a culpa.

?Voz C

Quem começa?

?Voz E

Rodrigo, vai para o comentário da liderança capitalização. Carnê do Baú é um veneno para veiarada, é Um golpe de ar essa porra aí.

?Voz C

Não, a porra, minha voz ficava feliz, pô.

?Voz F

É verdade, ele criou, gosta, cara. Ele, e o que que ele fez? Ele deu uma motivação a mais para o velho sair de casa, porque ele só tinha 6 horas da manhã, tinha que ir para frente do mercado. Não, não se endividava não, pô. Cara, lembra quando ia para o mercado, aí saía do mercado 7:30, ia ia para farmácia. Sai da farmácia, 8 horas ia para lotérica. Da lotérica aproveitava, pagava o carnê do baú, chegava em casa 9 horas e pronto, já acabou o dia do velho.

?Voz D

A Globo copiou ele com Papatulo, né, porra? Também lembra?

?Voz E

Meu trabalho é entregar os produtos do baú uma certa feita pelo correio. É tudo pilantragem, cara, de péssima qualidade essas merdas.

?Voz F

Não, não é pilantragem.

?Voz D

Correio desde a fundação nessa porra, né?

?Voz F

É uma pilantragem, só é superfaturado.

?Voz E

Exato. Pô, cara, você fica com até uma air fryerzinha lá todo dia.

?Voz F

A air fryer é R$5.000, tipo isso.

?Voz E

Tá bom, R$50 tomando.

?Voz D

O Douglas tá cantando Papai Tudo de fundo aí, ó. Não, eu tô atento a tudo, fela da puta.

?Voz B

Só que com melodia do aquela cena, que eu não lembro como é que era a música do Papai Tudo.

?Voz D

Eu nem lembro, mas Papai Tudo foi meio que uma fraude, né? Foi uma treta aí.

?Voz C

Quem diria. Renato, Renato, vai.

?Voz D

É culpado, né? Culpado, culpado. Teve sua importância aí, mas não só era um ser humano muito escroto, como passou escrotice para as filhas, né?

?Voz B

Nossa, filhas delas são sempre lembradas.

?Voz D

A filha dele no programa infantil lá xingando a produção ao vivo No programa, todos contra mim que vocês estão planejando me derrubar. Isso aí, meu, é, estão tudo contra mim aqui, né? Assim mesmo, não sei o quê.

?Voz C

Muito bom. O Yanny tá podendo falar aí, Yanny? Sim ou não? Vou botar culpado aqui.

?Voz D

O que que foi?

?Voz C

Se você é culpado ou não?

?Voz D

Culpado, falei.

?Voz C

Não, não, o Yanny. Culpado.

?Voz A

Pera aí que eu peguei, peguei. É isso eu, é o Migué que eu sou.

?Voz C

Silvio Santos, culpado ou não?

?Voz A

Não, culpado, 100% culpado, cara. Esse negócio dele, ele veio vendendo caneta e ganhou dinheiro. Isso é Migué, cara.

?Voz C

É crime vender caneta?

?Voz E

É crime? Pilantra reconhece pilantra. Tá aí, ó, pronto.

?Voz C

É isso mesmo, cara.

?Voz D

Começou com camelô vendendo caneta, veio do zero, pegou uns favores dos generais ali, conseguiu um canal de TV para ele, ganhou concessão pública para explorar televisão aí, né?

?Voz F

Não, abrir um canal, literalmente. Se você quiser, vai atrás, ué.

?Voz A

Literalmente é explorar.

?Voz C

E quem abre canal, abre canal.

?Voz D

Aliás, interrompendo aqui rapidinho, fazer, se você quiser vir atrás, o Lula falou que ele vai priorizar a participação em podcasts. Então, presidente Lula, você está convidado para o podcast Broxada Sinistra.

?Voz C

Puta vida, chega era para cá, porra!

?Voz D

Você está convidado para ideia errada. Vai entrar o grosso. Opa, quando ele se elet, ele falou, ah, o pessoal tem que cobrar mesmo. Se vier aqui vai ser para cobrar para caralho.

?Voz C

Nossa Senhora, eu tenho até dó.

?Voz D

Vamos começar a baixar o preço, baixar o preço no cigarro.

?Voz C

Vai arrumando a mudinha aí, Doutor.

?Voz D

Legalizar o jogo de bicho.

?Voz E

Como é que foi perder para o Collor, Lula?

?Voz C

Criminalizar a dublagem e fazer uma estátua do Gugu.

?Voz D

É só isso, na estátua do Gugu não, Matheus.

?Voz C

Inocente, puta vida! Aí, ó, passou pano. Não, não, não, pera aí, pera aí. Filme do Leandro Hassum, do Silvio Santos, vai continuar inocente, cara?

?Voz D

Não, mas aí a culpa não é do Silvio Santos, caralho.

?Voz F

Eu já falei, eu acho que todo mundo tem direito ao erro. Nenhum ser humano é perfeito. Perfeito só tô apontando para cima, Deus.

?Voz E

Patrocinou uma praga do Egito, mas eu não sei.

?Voz C

Não, não, o filme do Leandro Hasson, pelo filme do Leandro Hasson eu condeno ele.

?Voz D

Até hipócrita, sabia? Apoiava a ditadura militar, cara. Não é um erro isso daí, pô.

?Voz C

Lembrando que Gugu morreu puro, morreu puro. Gugu morreu puro.

?Voz D

Deixa eu procurar aqui, Gugu e a ditadura militar.

?Voz C

Ele morreu puro. Não, esse aí não tava nem na moda. Vamos, Doug. O Dog culpa também.

?Voz B

Dog, que que é? O Silvio Santos? Não, culpado, culpado mesmo.

?Voz C

Só o Matheus reaça aqui.

?Voz B

Mesmo com o trabalho infantil aí com a dublagem, que ajudou demais a dublagem, ela é privilegiada.

?Voz A

O argumento dele que ele sustenta é tipo assim, mesmo com esses pontos positivos, né, culpado.

?Voz E

Botar uma criançada para trabalhar em vez Isso mesmo.

?Voz C

O Duda, aquele, ele vacilou demais no finalzinho da vida. Ele devia ter morrido antes, que aí eu podia ter livrado dele.

?Voz F

Faltou ele morrer antes, aposentado antes.

?Voz D

Não, se ele tivesse morrido em 64, quando ele apoiou a ditadura, tava de boa, né?

?Voz C

Não, se ele tivesse morrido 5 dias, 5 anos antes, eu tinha, eu tava com o Mateus. Mas aí ele fez muita merda e não tem como. Aí então Culpado, culpado, culpado. Aqui, ó, isso daqui dá uma cadeia. Isso aí.

?Voz B

Mas tem aquele filme dele, que filme dele não ajuda um pouco a mesma imagem dele não? Tipo assim, porque ninguém merece aquele filme com Rodrigo Faro.

?Voz D

Pelo amor de Deus, né?

?Voz C

Eu vou com o Rodrigo Faro.

?Voz D

Não foi sério?

?Voz B

Não sei, fez.

?Voz E

Rodrigo Faro não quis pagar R$400 para o piscineiro. Vai se foder, esse cara aí.

?Voz C

Rodrigo Faro Tô falando sério, tomado o couro. Vou fazer uma aqui para a gente absolver ela, que porra, né? André Suraki, que nós tinha falado, culpado. Culpado do quê? Não, pera aí, agora vai ter briga. Que que essa mulher pediu desculpa?

?Voz B

Ela bota o filho dela para filmar os pornô dela, velho.

?Voz D

Aí, mas aí você, você, coisa de família, coisa de família.

?Voz C

Você, Doug, que decepção, que decepção!

?Voz D

Logo você que tem fetiche em parentes se torturando, porra!

?Voz C

Puta vida! Olha, Doug, olha, vou te falar que decepção, viu?

?Voz F

Vai ser moralista assim na puta que pariu, porra!

?Voz E

Esse pornô ficou em sexto lugar, hein? Sai fora!

?Voz C

Ele errou, começou a vergonha. Mas dentro do gordo, dentro do gordo.

?Voz E

Não, não, não, é que o Yanni tá ocupado, né?

?Voz C

Bom, fala, vou só apresentar minha defesa aqui para ela.

?Voz D

É uma mulher de extremos, começou como paniquete, né?

?Voz A

Sim.

?Voz C

Não, não foi, foi latinete.

?Voz A

Não foi não, ela foi candidata a Miss Miss Bumbum.

?Voz F

Não, mas isso foi depois.

?Voz A

Não foi não. Ah, o que a Altuela foi ser candidata também.

?Voz D

Andressa Urach, videobra.

?Voz A

Deixa eu ver, ela não ganhou, parece que ela ficou em segundo ou terceiro lugar.

?Voz F

É, eu lembro que ela não ganhou esse Miss Bumbum aí. Ó, 2011, 14, ascensão, iniciou sua carreira artística como modelo e dançarina. Primeira aparição televisiva foi no programa Legendários em 2011 na G4, ou seja, foi Max Mion. Nossa, no ano seguinte integrou o time de dançarinas do cantor latino e foi musa do Kuduro. Também venceu o concurso de beleza Gata da Fórmula Indy e foi vice-campeã do Miss Bumbum Brasil. Em 2013 participou da 6ª temporada da Fazenda e apresentador. 2014 tornou-se apresentadora de televisão, comandou o programa Estúdio Pampa na Rede Pampa, que isso é coisa aí do Rodrigo, né?

?Voz D

Rede Pampa tem carro no Rio Grande do Sul, não? Porto Alegre. E muito show, é legal, é de muito show, é tipo é a Série B do Multishow.

?Voz F

Muito show na RedeTV, não faço ideia do que seja isso. Deve ser tipo aquele programa lá do Zap Zap Zap Zap.

?Voz D

É bizarro, porque teve, ó, 2011, 2014 Ascensão, 2015 a 2019 Conversão, Leopoldo Pentecostalismo. 2020 até o presente, volta a indústria pornô.

?Voz F

Se isso não é melhor do que Game of Thrones, aí me prendam, né?

?Voz C

Não, mas é o que eu queria defender a Vanessa Urach aí, porque ela tava sobre efeito de drogas pesadíssimas, porque ela teve um problema na perna dela onde que ela, por 15 anos, não, ela botou um troço na perna, infeccionou para caralho, quase morreu, né?

?Voz F

Aquela Aquele cone industrial, né? Esse hidrogel, hidrogel, hidrogel, hidrogel, colinha na bunda.

?Voz C

Exato. E aí quase morreu, mas só foi cicatrizar que ela virou puta de novo. Então ela fez parte da Igreja Universal, esses caralho inteiro aí todo.

?Voz D

Ela ficou um tempão nessa porra aí, apoiou Bolsonaro, a porra toda. Depois ela saiu dizendo que a Beijo de Aniversário era pior do que qualquer pornô que ela já fez. Assim, tinha mais putaria lá dentro do que qualquer pornografia que ela fez.

?Voz C

Eu falando mal de crente, ou seja, liberada, né? Liberada. Para mim é inocente, hein?

?Voz E

Bad vibes, bad vibes.

?Voz D

Ela lançou um single como cantora gospel, estreando com videoclipe da música Noite Virou Dia.

?Voz C

Mas ela compensou fazendo pornô com o filho. Então eu acho que a Lula—

?Voz D

ela não fez o pornô com o filho, viu um pornô dela.

?Voz C

Então, mas tá lá também, né?

?Voz D

Foda, tá lá vendo ela transando, né? Estava rompendo os meus coi hoje, desabafo, acusou-os de terem roubado em doações, de terem feito lavagem cerebral. Paralelamente, Andressa também acabou de ligar agora, até mesmo fevereiro de 2021 retornou ao mesmo Brasil depois de um intervalo de 26 anos, essa vez atuando como garota propaganda e sócia do Concurso. Ô louco, hein? Ela é o juiz João Pedro de Lara do Miss Bombom. 2023 ela voltou à igreja, vai tomar no cu, hein?

?Voz C

Ela tem essas recaídas.

?Voz D

E aí anunciou que estaria voltando a trabalhar na boate Gruta Azul em Porto Alegre.

?Voz E

Então tá bom.

?Voz C

Não, mas agora ela voltou, fez filme com pistolinha, porra, tá no caminho do bem de novo.

?Voz E

Então bifurcou a língua para Eu não senti um mal-estar assim desde quando eu soube da MC Pipoquinha.

?Voz C

Por quê, mano?

?Voz D

Só porque a mina virou crente, descrentou, foi para putaria?

?Voz E

É relacionamento de família com a putaria assim, me dá mal-estar.

?Voz C

Será que você nunca assistiu Game of Thrones? Não é normal isso aí, pô.

?Voz E

Rodrigo, já que tá falando aí, e aí, o quê?

?Voz C

Condenado?

?Voz E

Não, perdoa não.

?Voz C

Não perdoa?

?Voz D

Perdoa?

?Voz E

Não, não, família não, cara. Aí já é demais envolver. Olha aí.

?Voz C

É seu filho que ela tá botando para ver o porno dela?

?Voz D

É o filho dela?

?Voz C

Ela tá fazendo um negócio familiar.

?Voz E

Puta vida, tem muito tráfico de escrava branca onde eu moro aqui, entendeu? Sabe, esse tipo de cagada é foda. Não, chega. E a mãe que vende filha, sabe, para vida do trabalho sexual, entendeu? Isso não me desce bem não, sai fora.

?Voz D

Não, mas ela encheu a cara de Botox, tá uma bosta a cara dela, hein?

?Voz C

Renato, Renato, sobe os inocentes, inocentes, inocentes, inocentes. Isso, lógico.

?Voz D

Aí, ó, inclusive a gente tava falando do Fiuk na merda. Oi, de 2 dias atrás, André Soraka convida Fiuk para gravar vídeos de conteúdo adulto após o cantor relatar que está passando por uma crise financeira, hein? Ainda mais desfavorecido, quer ajudar os pobres, tá dando para os pobres aí todo dia.

?Voz C

André Suraki.

?Voz F

André Suraki, eu condeno, porque assim, meu Deus, meu Deus, vocês são os moralistas católicos.

?Voz A

Vou te falar, viu, independente como ela ganha a vida, eu acho muito escroto que ela faz com a família dela, sabe? Ela sendo depoente, ela diz, ah, quando eu era pequena, quando era mais nova, eu sofri abuso familiar e tal, não sei o quê. Ela tá sujeitando hoje, cara, a família dela abuso.

?Voz F

Ela tá no emprego, ela falou isso porque ela deu emprego até para o pai dela nessa pornografia.

?Voz A

Ela relatou que teve uma situação de com irmão, eu acho, familiares, enfim.

?Voz D

Então, e onde que o irmão dela tá trabalhando com ela?

?Voz C

Ela é uma vítima da sociedade, porra, como que é injusto.

?Voz A

Aí ela coloca esse problema familiar E ela condiciona, sabe, eles a participarem assim, sabe?

?Voz C

Eu acho muito errado, tá dando emprego para o filho dela.

?Voz A

Não, mas o que eu acho mais condenável é ela ter ido para igreja depois que ela escapou da morte. Quando ela tá de boa, ela foda-se, sabe, tal, não sei o quê.

?Voz C

Eu acho que é um ponto a mais para ela, é um ponto a mais para ela.

?Voz A

Não, não, tipo assim, ó, isso daí vai sujeitar ela quando ela tiver prestes a morrer de novo, vai voltar para igreja de novo, vocês vão ver, sabe? É muito sacana, muito sacana.

?Voz C

Que tem um site de bet que tem, que tem esse bolão: quando que é André Suraki vai virar crente de novo?

?Voz D

Vai virar crente de novo.

?Voz C

Mateus, eu nem vou perguntar porque é inocente, né, Mateus? Um homem são, né? Inocente. Eu vou votar inocente também. Nós somos 4.

?Voz B

Doug, ainda, né?

?Voz C

É inocente. Inocente. É isso aí, pronto, inocentada. Parabéns, André Suraki, você tá solta, tá solta. É isso aí, escapou então. E o Faustão, não teve a vez dele não?

?Voz D

Então quer puxar o Faustão?

?Voz E

Complexo, já estava aqui, né?

?Voz C

Acusar ele no quê, porra?

?Voz D

Então faça o seu caso de acusação aí.

?Voz C

Acusa aí, acusa aí, Rodrigo.

?Voz E

Só desgaste, né? Quer dizer, ele ficou tanto tempo lá que fica meio de saco cheio da cara dele, né?

?Voz D

Não, ele tem que ter feito alguma merda, né? Você ficar de saco cheio dele. Eu tô de saco cheio de todo mundo no meu trabalho, eu não quero que eles morram.

?Voz E

Então é assim, seu Faustão de— como é que é aquele esquema quando você troca uma tábua do navio?

?Voz B

É igual o navio de Teseu.

?Voz E

Quantos pedaços sobraram do consultor original desse?

?Voz D

Mas ele não pode querer sobreviver com o órgão dos outros então?

?Voz E

Furar fila pode, cara.

?Voz D

Não, você tem evidência que ele furou a fila?

?Voz C

É, cadê, cadê o decreto?

?Voz A

Cadê o decreto?

?Voz C

Cadê o decreto? Não tem. Foi infundada a acusação aqui, foi infundada.

?Voz D

É, não, mas essa acusação que ele furou a fila na época foi bem infundada mesmo assim.

?Voz C

Foi infundado.

?Voz D

Entendo que na época expuseram um monte de casos lá, a gente com caso mais grave que conseguiu órgão em uma semana, 2, 3 dias também.

?Voz B

Ah, isso foi só meme, gente, isso foi só meme, ninguém, eu não levei isso a sério.

?Voz D

Não, não foi meme não, a galera levou a sério assim, falou que ele tinha pagado para o SUS para passar, pagou para o Lula, pagou pessoalmente para o Lula, encontrou o Lula e pagou uma pinga para ele para conseguir mais rápido. Pagou uma pinga para ele, coitado do Fausto.

?Voz E

Eu não consigo pensar em motivo para ter raiva dele não, eu tô, olha isso, olha isso, infundada É infundada a acusação.

?Voz D

O pior que até tem motivo para ter a raiva dele, mas sim, mas conforme tipo, não dá para condenar alguém por ser só chato para caralho, né? Ele teve seus momentos chatos para caralho, interromper os outros, falar sem parar, porra toda, pegando fogo o bicho, tanta coisa pegando. Então pegando fogo o bicho é um grande momento, porra, é icônico. Ele mandando abraço para Selena Gomez do nada, de pessoa falando que ele tava namorando Selena Gomez, tanto do pessoal quanto profissional.

Então teve o cara que fez o simulador de namoro, né, do Faustão com a Selena Gomez. E o Datena condenado completamente depois da cadeirada, eu absolvi ele. Não, não, é só uma cadeirada, bicho, é uma cadeirada e uma votação.

?Voz F

Também, que o protesto tem que ter baderna.

?Voz D

É pouco, é o protesto tem que ter baderna, é foda também.

?Voz C

Você fala que foi só uma cadeirada como se fosse uma cadeirada simples. Quando foi no Edmota, você defendeu ele da cadeirada, né?

?Voz D

Não, porque a cadeirada do Edmota foi style e elegante.

?Voz E

É isso aí, o Edmota não feriu nenhum ser humano.

?Voz C

E o Datena não aguenta a verdade.

?Voz D

Não, se o Datena tivesse acertado e machucado, a cadeirada valeria um pouco mais. Mas é um momento de uma cadeirada para um histórico de uma carreira inteira fazendo terrorismo na TV, botando pânico nas pessoas. Foi o pioneiro do jogarismo pinga-sangue no Brasil, né?

?Voz E

Junto com o Paulo Guedes.

?Voz F

Não, tinha coisa muito tempo antes dele.

?Voz B

Na verdade, não foi ele que tinha um aqui agora.

?Voz D

Ele foi o pioneiro do jornalismo pingação em São Paulo.

?Voz B

Tinha um aqui agora com Gil Gomes, que cadê?

?Voz F

Eu tinha o próprio, tinha o próprio jornal impresso mesmo.

?Voz C

Ele machucou, ele machucou, ele machucou, ele saiu andando, ele saiu de pé, ele saiu na ambulância, lembra?

?Voz D

Porque ele foi fingindo na ambulância, LJ. Você acredita? Acreditou no fingimento dele? Você acreditou no fingimento dele? Então tchau, vamos derrubar de novo quando ele voltar.

?Voz E

Ele não feriu nenhum ser humano.

?Voz C

Você acreditou?

?Voz D

Você acreditou no fingimento do cara? Esqueci o nome dele agora. Você acreditou no fingimento do Paulo Marçal na ambulância?

?Voz B

Ele volta, essa merda!

?Voz D

Você acreditou? Ele já foi fingimento do Paulo Marçal? Você acreditou? Você acreditou? Você tá falando isso?

?Voz C

Não, mas eu tô falando assim, é conta dele ter feito isso aí. Caralho, puta vida! Não, mas foi uma bela cadeirada, fala que não foi, porra.

?Voz D

É uma cadeirada frente a uma carreira inteira de bosta que eles têm.

?Voz C

É, não tem como, não tem como.

?Voz D

Sempre fui reacionário, sempre fui reacionário, sempre apoiei o governador Rial, sempre apoiei o presidente.

?Voz C

Eu tô maluco? Eu não Apoiou o Lula alguma vez?

?Voz D

Não, só às vezes que o Lula falava com ele que ele se derretia todo.

?Voz C

Ah, eu achava que ele apoiava, é que eu não acompanho muito a carreira do Datena, então eu não sei.

?Voz E

Então pegar mais.

?Voz D

Então ele era mais visto na capital, né, na São Paulo capital.

?Voz A

Então ele era modelo, modelo fotográfico.

?Voz C

Pelo amor de Deus!

?Voz E

E o Galvão Bueno?

?Voz D

Calma, cara, tem que julgar o maluco ainda, velho. Não, tá, já foi, né, participação pública Claro que não, pô.

?Voz C

Alguém, alguém vai absolver ele?

?Voz E

Não, tá.

?Voz B

Depois disso eu tava defendendo por causa da cadeirada, mas realmente foi uma vida muito longa de desgraceira.

?Voz C

A tristeza na voz do Doug. Não foi, não vale, né, Doug?

?Voz B

Pô, é foda, é pouco, realmente é pouco.

?Voz C

Então condenado, condenado. Isso daqui dá uma cadeia Isso aí. E aí, próximo, próximo.

?Voz F

Eu tenho uns aqui, mas eu acho que eles são— tem o— eu não sei se dá para falar dele, do Dr. Disrespect. Vocês sabem sobre ele?

?Voz D

Aí, isso aí não dá não, né?

?Voz C

Então ele era streamer, né? Eu não sei qual que foi o caso, o que que aconteceu.

?Voz F

Então ele era streamer, ficou um tempo fora e agora voltou a streamar e tá como se o cara não vai ninguém nessa porra, né? Não, então ele tava, ele tava banido na Twitch, ele tava fazendo live no YouTube. O caso foi que vazaram que ele trocava conversas de cunho sexual com uma menor de idade na Twitch.

?Voz C

Aí é cadeia, né?

?Voz F

Aparentemente ele traiu a mulher dele também, que tava com filho.

?Voz B

Ele sabia que a menina era menor de idade assim? Tipo, tem alguma atenuante?

?Voz F

Sabia, sabia, sabia.

?Voz D

Eita, aí é cadeia. Não tô nem para falar, mas a menina queria ou não queria?

?Voz F

Não, não, não, não, isso, isso que o Doug falou é um negócio importante de ser levantado, porque nem no pedido de desculpa ele soltou um negócio desse, tá ligado? Pô, não sabia que ela era realmente menor de idade e tal. Ele não teve nem esse tato assim para tentar soltar um migué, tá ligado? Ele sabia que ele tá muito errado.

?Voz D

E assim, pelo nome Doutor Desespeche, ele era um escroto do caralho, né, bicho? Ele promovia ataque a um monte de gente.

?Voz F

É, então é Pessoa, tinha que ser estadunidense, né, cara?

?Voz D

Ele foi um dos que começou esse papo de que a indústria de games tá muito lacradora, só lacração em videogame, tá woke, tá woke, tudo woke.

?Voz F

Não, então, né, nenhum não dá para falar muito dele. O outro era o Cossielo, porque eu entendo, e principalmente as motivações do LJ, mas ao mesmo tempo eu vejo muita gente do YouTube YouTube falando super bem dele, de como ele dá oportunidade para as pessoas. E aparentemente ele faz isso mesmo, sabe, no canal dele.

?Voz C

Ele é o Adam Sandler do YouTube.

?Voz F

É o Júlio Cossielo, que tinha um canal canalha e tal. E ele chama as pessoas que são tipo minúsculas, César Cossielo, não, grande nadador, não tem relevância nenhuma. Ele chama para participar de alguns quadros de canal dele, principalmente futebol e tal, dando oportunidade trabalhar para uma galera que é minúscula. Aí eu fico nessa dualidade de tipo, pô, ao mesmo tempo que ele é amigo do Renato Albani, atualmente ele ainda divulga bet da JohnBet.

Ele fez aquele comentário supostamente, não, supostamente não, já foi condenado, aquele comentário racista sobre o Dembélé, de que ele corria para caralho falando, ah, pô, esse cara daí, imagina, esquecido disso, hein, que verme do caralho, condenado.

?Voz D

Condenado, condenado.

?Voz F

Mas aí ao mesmo tempo tem isso, tipo, todo mundo fala super bem dele, de como ele dá oportunidade e abraça as pessoas para ajudar a crescer na indústria do YouTube e tudo mais. Eu fico, pô, rapaz, né, cara?

?Voz C

Sabe quem ajudava os amigos também no regime? Ele mesmo, pô, dava oportunidade para um monte de general.

?Voz F

Botou os familiares para servir.

?Voz C

Exato. Alguém além do Mateus vai absolver ele?

?Voz F

Não, não absolvi, eu só levantei o seu caso.

?Voz C

Ele está Tá dividido, desgraçado. Quem tem fio grande elefante, quem tem fio com bigode é gato. Eu quero que ele vá para cadeia, cadeia.

?Voz D

Vamos ver, eu não conheço muito ele, eu procurei aqui agora, acho que eu já vi a cara dele em lugares. Engraçado, ele fazia, ele fazia piada com cara negro sendo que ele não é branco também, né?

?Voz F

Então, né, né, mas condenado.

?Voz D

Mas isso é típico de pessoas que quando ficam numa posição muito de elite, né, ela aceita esse descolamento, né, de outras pessoas.

?Voz F

É, então ele falou que a associação que ele fez com o banheiro rápido, não porque ele era negro, é, né?

?Voz D

Com certeza é isso aí, mano.

?Voz F

É, com certeza, né? Enfim, eu só levo até aqui, não estou, estou sobre os argumentos.

?Voz C

Então vamos voltar, né, Rodrigo?

?Voz E

Não posso comentar sobre o assunto, que não faço ideia que vocês estão falando aí.

?Voz C

Não, não, não tem dessa aqui.

?Voz D

A gente também não sei, não conheço, nunca vi um vídeo.

?Voz F

Moralistas cristãos, vocês são incultos.

?Voz E

Eu pensei que era semizinho, mas outro cara aí, nunca vi esse cara.

?Voz C

Mas a gente fala sem saber aqui nesse podcast.

?Voz B

A gente é, a gente Gente é injusto, gente é injusto também, de quem seja.

?Voz C

Condena ou não?

?Voz E

Chama aí para tomar cerveja com a gente aí.

?Voz D

Rodrigo, é puxar outro debate ético. Você falou que ele fazer propaganda de bet, isso aí para mim é condenável.

?Voz F

Em qualquer instância, para mim é condenável. Inclusive, aproveitando, galera, fuma e queima.

?Voz C

É condenável, mas se pintar Mandar para mim, eu faço. Foda-se.

?Voz F

Fuma em Camel, ele tem nas versões amarelo, que é o filtro vermelho, tem na versão azul filtro branco. Se você gosta daquele cigarro de— eu ia falar cigarro de boiola, mas hoje em dia não.

?Voz E

Já vem com filtro destacado.

?Voz C

Porra, Matheus! Porra, Matheus!

?Voz D

Fazer propaganda de bet horrível, menos da X1Bet. Essa sim paga de verdade.

?Voz C

Essa é boa, essa é boa.

?Voz F

Cigarro de mulher, mentira. É aquele cigarro de mulher que é de melancia, galera.

?Voz C

Você também, a gente apoia o tabagismo, pô.

?Voz D

Aqui é melancia na minha frente aqui agora.

?Voz F

Fumem, caralho, hein, ô canalha! Que tem no mercado, tá no menor valor possível por causa do governo, né? Faz o L que tá R$10,50 ele, então ele ainda tá no valor acessível comparado.

?Voz C

Tem que fazer o estoque, tem que fazer o estoque.

?Voz F

Os mentolados dele tá R$37, se eu não me engano, que tá caro infelizmente. Mas o filtro vermelho, ele também veio na nova versão Legacy. Eu particularmente não gostei muito, mas se você gosta de uma coisa mais forte, porradeira, talvez você gosta. E é isso, valeu Camel! Usa lá o cupom IDEIAERRADA na próxima, na banca mais próxima. Cara, é impressionante como essa maldita politicante tabagista—

?Voz D

Camel agora na versão Kids sabor tutti frutti.

?Voz F

Se podem fazer propaganda de pet, eu vou fazer propaganda banda de cigarro aqui nesse podcast todo episódio.

?Voz C

Não só isso, tá querendo ir para o Paraguai de novo, hein, Matheus? Trazer umas malas aí, umas mantinhas, puta vida, sei lá, galinha pulmão pintadinho, todo episódio em forma de protesto.

?Voz B

Cara, isso é uma forma interessante de resolver as coisas assim, você sabe. Vocês viram, por exemplo, uma coisa, não tem nada a ver, mas me lembrou assim, tipo o cara que conseguiu achar o assassino da irmã dele porque tipo vocês iam encerrar que foi o caso, né? Tipo, não tinha, ele não queriam fazer autópsia, não queria fazer DNA. Aí chegou lá e falou assim, fui eu que matei minha irmã. Aí tipo, eles começaram a investigar por causa disso assim.

Aí como realmente não era ele, não tinha nenhuma prova contra ele. E aí tipo, eles, mas tiveram que te fazer autópsia, fazer exame de DNA para isso.

?Voz F

Caralho, aí, ó, caralho, como é que você ligou?

?Voz C

Porra, é usando o sistema.

?Voz D

Não, eu entendi. Muito interessante, muito interessante, muito porra nenhuma. Que a gente tava falando.

?Voz F

Não, ele tá certo, tá usando o sistema, pô. Se o sistema permite fazer propaganda de aposta, então eu vou fazer propaganda de cigarro.

?Voz B

É isso que eu tava falando.

?Voz D

Então chegamos à conclusão aqui: propaganda de bet é eticamente errado, mano.

?Voz C

Sim, isso.

?Voz F

Enquanto tiver, vou fazer propaganda de cigarro.

?Voz D

Então eu vou falar, então o Conselho está condenado para mim.

?Voz C

Condenado. Já tinha marcado, já tinha marcado.

?Voz D

Renato, o contrato que essas bets têm com esses grandes influencers é que você recebe porcentagem do que as pessoas perdem no bagulho, né? É muito estranho.

?Voz F

Eu vi que nem sempre isso daí.

?Voz C

Renato, Renato, amanhã liga o empresário para você para botar na ideia errada. 3 milhões, X1Bet.

?Voz D

Eu apresento vestido de tigre.

?Voz F

A gente não tem o menor compromisso com quem tá escutando essa merda.

?Voz C

A gente é fodido, pô.

?Voz D

Eu gravo um vídeo para o TikTok de errada com suminha de tigre.

?Voz E

Sabe quem tá fazendo propaganda de cassino online agora? Agora mesmo, agorinha.

?Voz C

É semizinho do Twitter.

?Voz D

Nem quem é também.

?Voz E

Ah, é azul lá que grita para caralho. Tá aí no meme aí.

?Voz C

Ah, eu achei que era o cara com coleira. Esse cara aqui, ó. Meu herói, meu herói, ele usa capa, ele fuma maconha boa.

?Voz F

Esse é o SMG.

?Voz E

Fazer propaganda de cassino agora enquanto você tá falando, então pô, que merda, hein?

?Voz C

Não, mas ele falou que joga com responsabilidade. Tá jogando, é exatamente.

?Voz D

Maior de idade, aposta não é investimento.

?Voz F

Fume com responsabilidade, tá, gente?

?Voz B

Fumar causa câncer.

?Voz F

Fumar causa, pode causar dependência. Não, mas é o contrário, é o contrário.

?Voz D

No caso de aposta, fumo é um investimento, tá vendo?

?Voz F

Não, e eu acho engraçado isso aqui, ó. Perigo: este produto causa dependência. Parar de fumar é possível. Só que na aposta não tem, né? Você pode afundar sua família em dívidas.

?Voz D

Não, agora, agora tem, agora tem.

?Voz C

Se você não jogar nos horários certos, pô, tem os horários certos para jogar. 3 horas da manhã.

?Voz D

Não, sem uma— é, não, é que assim, agora no rádio, TV eu não tô vendo, mas o rádio que eu escuto agora tem uma propaganda anti-bete.

?Voz F

É impressionante que tipo assim, deve ser 20% da área da caixa do cigarro é o rótulo, o resto é tudo perigos, produto causa dependência, escaneie e ouça nosso site as advertências contidas nessa embalagem, ouve SUS, pare de fumar, agonia, um pulmão derretendo aqui, produto Tóxico, sua vida depende dos seus pulmões, anvisa, diverte. Caralho, galera, dá um minuto de paz, porra!

?Voz D

Eu só pego o que tem o bebê atrás.

?Voz A

Tem uma que eu gosto muito que é o dog sem boina. Eu não vou engravidar mesmo, então tem uma que eu gosto muito que é o dog sem boina. O dog sem boina é muito bom também.

?Voz F

Não tem que botar o dog de coringa aqui.

?Voz C

Ai, caralho, podia fazer esse do açúcar também, né? Botar os gordaça no rótulo do açúcar, né?

?Voz F

Bota criança, eu sou obesa no McLanche feliz.

?Voz D

É, pô, esse negócio de bet, você viu que tem uns cara que estão criando esporte falso para as pessoas apostarem no esporte falso?

?Voz F

São as fazendas de aposta, né, cara?

?Voz D

O sistema se retroalimentando.

?Voz A

Muito mais um episódio memorável do South Park lá, que é o basquete de bebê, bebê cracudo.

?Voz C

Puta vida, é muito errado, hein? Vamos acabar aí, Ano.

?Voz A

Cocielo, cara, eu acho ele assim, ó, vocês podem, ah, ele é gente boa, ele dá oportunidade e tal, não sei o quê, mas para mim esse aqui para o Whindersson Nunes de conteúdo bosta, bunda assim, sabe?

?Voz D

Papai, uma boa pessoa, hein, para falar também.

?Voz A

Eu não, eu não tanco o Cocielo não, eu acho muito bosta o conteúdo dele sempre. Ele Ele é da geração, tipo assim, eu acompanhei ele surgindo no YouTube para essa galera nova e tudo, que já são velhos hoje, e nunca me pegou. Sempre achei muito ruim o conteúdo dele, sabe? Ainda mais agora, depois que ele virou bodybuild e tal, não sei o quê. Aí pronto, aí me perdeu.

?Voz C

Show.

?Voz F

É, Matheus, eu realmente não tenho uma opinião. Ninguém conseguiu me convencer de nada nessa merda.

?Voz C

Que isso, Matheus? Que isso? Aqui é a minha opinião agora, agora. Cadê?

?Voz D

Eu não tenho, eu não tenho, eu não consigo, não Eu tô falando, culpado pela propaganda de bet.

?Voz C

Você deixaria tua carteira com ele? Deixaria tua carteira com ele?

?Voz F

Deixaria, claro. O cara é milionário, porra, vai querer?

?Voz C

Minha carteira tem uma nota de 5, um jogo péssimo, péssimo exemplo, não sei o que que eu faria. Ah, você decide.

?Voz F

Minha carteira tem uma nota de 5, o RioCard, minha identidade, o camisinha vencida.

?Voz C

Puta vida, viu? Não tem E aí, vai condenar?

?Voz A

Então é isso aqui para o Lucas Neto, sabe? É mesmo conteúdo bunda ali.

?Voz F

Não, não, ele evoluiu para o conteúdo dele, para o público adulto. Ele aqui, ele se compara, sabe a quem? A Eliana, que mudou o público dela. Nossa, contratando a Eliana, o público dela que era infantil cresceu e ela mudou o conteúdo para o público.

?Voz D

A Xuxa também vai fazer show com a Xoxota quase aposta lá, não é mesmo?

?Voz E

Pera aí, é verdade.

?Voz D

Deixa eu ver, pera aí.

?Voz C

Ô Matheus, fala logo que o meu voto é meio baseado, vai.

?Voz D

É um filho da puta mesmo, né? Concorda com tudo que o Matheus falou?

?Voz C

Eu quero ver, eu quero ver o que ele vai falar. Eu quero, eu quero.

?Voz D

É uma puta paga do caralho.

?Voz F

Eu vou condenar pela aposta, só por isso.

?Voz C

Eu não vou, eu não vou, não voto tudo igual o Matheus. Eu vou condenar também.

?Voz D

Dog, saco do caralho. Nem sei quem que é.

?Voz C

Mas vou contar para o Bet. Condenado, cadeia nele!

?Voz F

Isso daqui é uma cadeia.

?Voz D

Falou de Bet, tive uma ideia. Falou de Whindersson Nunes, a gente podia falar do Whindersson Nunes, mas eu queria puxar alguém aqui que é Casimiro Miguel.

?Voz C

Ih, rapaz, meteu essa!

?Voz D

O streamer legalzão da galera, tal.

?Voz A

Eu vi o Dili.

?Voz F

Calma aí, eu vou mandar o vídeo que vai ser a a condenação, assim, é acusação cabal, prova cabal contra ele. Porque a coisa mais praga que ele criou não foi propaganda de bet durante a Copa, não foi um monte de retardado ficar falando meteu essa, não. A maior praga que esse desgraçado criou foram, foi dar emprego para os amigos dele.

?Voz C

Sim, verdade.

?Voz F

E aí, e aí virou que o meu sonho é participado de um, naqueles programas de adivinhar o impostor e ser julgado por um monte de carioca falando: ei, menor, fala teu nome e tua idade aí.

?Voz C

Opa, cara, não dá para acreditar que foi bom.

?Voz F

Eu tenho 31 anos, mano. Moleque, se esse moleque não foi impostor, eu sou o Mérfraia, menor.

?Voz D

Você é um carioca que dá para achar Você não é carioca, de verdade.

?Voz C

Não, mas na esquerda a gente tem o Matheus.

?Voz A

É um carioca que você não fica com medo de ser assaltado perto dele, né?

?Voz F

Mas essa para mim, essa para mim é a maior acusação contra ele, é ele ter dado fama e conhecimento, reconhecimento para os amigos.

?Voz D

Ah tá, você ia falar que ele popularizou esse carioquês?

?Voz A

Não, então, mas também acaba de arrebate, acaba de arrebate esse negócio aí de popularizar esse carioquês. Porque o programa dele é o supra-sumo do botequim carioca no final da tarde, sabe? Os caras sentando, conversando de futebol.

?Voz D

É gordo. Antes dele começar, antes da Casa TV, eu via só de vez em quando as lives dele porque era engraçado ele puto com Vasco, assim como eu vi o Farid do Grêmio e tal. Esses torcedores que fica puto Último, acho engraçado de ver. Daí eu via de vez em quando, ele ganhou muita popularidade muito rápido antes de se transformar no personagem, né? Porque ele era esse gordinho carismático. Agora assim, você tem de onde que vem o áudio aqui?

?Voz B

Não, por que que o Deus odeia o Vasco? É dele?

?Voz D

Não, não é dele. Não, é não, não, você é muito antes dele. E assim, daí tipo, só que você tem esse casé da Live, e você tem o Casimiro da Casé TV, o empresário, né, do YouTube. A Casé TV de verdade, ela é da Live Mode. Ele só emprestou a cara dele lá, e ele é um acionista minoritário da Live Mode. Ele é um acionista minoritário da empresa Casé TV, que é uma subsidiária da Live Mode.

?Voz F

Ele pode ser demitido, mandei o vídeo aí.

?Voz D

Ele pode ser demitido da Casa TV, ele pode ser demitido, mas eles não podem mais usar a marca Casa TV se ele não tiver lá. Deixa eu ver isso aqui.

?Voz F

É o vídeo que eu falei. Para mim, a maior praga assim, maior culpa dele é isso, é ter popularizado uns certos caras aí, e aí a estética do humor virar essa bosta.

?Voz C

Entendi.

?Voz D

Um pouco ultimamente, ou eu que não consumo muito todos esses meses. Ok, não, mas claro, mas assim, a grande acusação recente em cima dele é a parada da bet, né, que ele passou um panaceu também, né. E é uma propaganda agressivaça assim de bet que teve na primeira parte da divulgação da Copa. Assim, em defesa dele, todo canal do YouTube que transmite futebol faz a mesma coisa. O TNT fazia a mesma coisa quando tinha o TNT Sports, né.

Então ele não foi o primeiro, ele não foi o que inventou. Ele acabou ganhando a pecha de fazer isso porque foi na Copa do Mundo, ele tava transmitindo de graça pelo YouTube. Um monte de gente que não acompanha futebol, só vê durante a Copa, acabou vendo esse e a treta caiu em cima dele, né?

?Voz C

E a Globo ajudou também.

?Voz F

Convenhamos, e convenhamos que houve uma certa forçação de barra de outras emissoras para querer descredibilizar, né?

?Voz A

É isso, é concorrentes diretas, né? Aproveitaram o bonde e ficaram fomentando a polêmica, fizeram altas notícias.

?Voz D

Globo aí fez uma série de notícias, os caralho, a 4. Mas é, e o Casimiro fez um vídeo que nem o Matheus falou, passando aquele panaço, falando, porra, mas sem a bet não ia dar para comprar os direitos dos jogos, tal. É assim, no caso da Copa, o direito de transmissão da FIFA é caro para caralho. Caralho, mesmo assim, né? É uma grana da porra, que tipo, eu acho que algo maior, mas a Electronic Arts lá, EA, ela rompeu o contrato com a FIFA porque o direito de todos os times era 2 bilhões de dólares.

Caraca, cara, mas assim, direito da transmissão da Copa não envolve time, são só países, então é algo menor, mas deve ser algo muito caro também.

?Voz A

Entre transmitir e não transmitir, eu ficaria com não transmitir, com aquele sotaque todo bosta, sabe? Bunda assim, sabe? Carioquês e tudo, muito nichado. É melhor transmitir, pô. Deixa lá a Globo lá, que já tem.

?Voz F

Paulista, você preferiu um paulista narrando?

?Voz A

Então não, mas já tem os famosos babacas já. Então eu tenho, tá bom.

?Voz C

Vai passar a bola, meu.

?Voz D

Olha lá, ele queria uma criança na apresentação.

?Voz F

O foda também é o Luizinho, que eu Eu até gosto da narração dele, mas ele é um baba-ovo dos caras assim, de um jeito.

?Voz A

É descarado.

?Voz D

É o colega Cracia, né, da Casé TV.

?Voz A

Colega Cracia é bom.

?Voz D

Casé empregou os caras que trabalhava com ele no TNT, empregou um monte de amigos aí, a porra toda. E assim, eu não acho a narração do Lezinha exatamente ruim. Até essa parada dele principalmente comer na Copa, né, o próprio programa zoou ele por causa disso, né.

?Voz A

Mas aí é que tá, os cara tão ligado no negócio do meme render para ganhar audiência, né?

?Voz D

Independente, e tem um segundo narrador que o cara ele é o poeta, né? Ele ficava, ah, o futebol, essa coisa maravilhosa, futebol, que beleza, futebol, que honra que é acompanhar o futebol, derrame o futebol sobre o meu corpo.

?Voz F

Sabe onde tá bem? Sabe onde tá bem? De verdade, tá bem.

?Voz A

Não, eu gosto, eu gosto da transmissão da TNT, mas eu não gosto do pós. O pós da TNT é uma bunda.

?Voz F

Qual pós?

?Voz C

Ah, de caramba, legal, pós-crédito igual da Marvel.

?Voz D

Então, mas passada a Copa, empolgação da Copa, a casa TV no Campeonato Brasileiro e Libertadores assim é razoável, cara. Eles não ficam tão empolgadaço, animado, não fica o cara fazendo poesia de meu Deus, escova, passe o óleo do futebol no meu corpo e me botem para rolar. Jogo gravado.

?Voz A

Eu vou para uma análise além da Casé TV, que eu acho que é um problema das transmissões de televisão e de agora internet, que é a questão do não falar de jogo. Quando começa a não falar de jogo, começa a desbundar para umas coisas, sabe? É o Galvão dizendo, ah, eu encontrei com o Ronaldo no aeroporto e a gente foi falar da seleção e tal. Porra, para que o cara falar isso numa narração, sabe? Por isso que é muito mais preciosa da Casé TV é que o extracampo é ruim, o extracampo é ruim.

?Voz D

Então nem acho, eu acho que os maus da Casé TV causou é que várias outras transmissões aí, incluindo Globo, tentaram ficar mais despojados também, né? Exato, tentando meter uma piadinha ali no meio, tentando meter uma conversa pessoal tal, e fica chato e fica Forçado para caralho.

?Voz A

É, mas é o problema das redes sociais, né? O pessoal quer YouTuberizar a televisão.

?Voz D

E assim, a opinião de quem não gosta, acredito, né, minoria, tá? Você vê uma galera aí comentando em rede social, até fora, e o pessoal no geral adora essa transmissão mais despojada, cara, da Casa TV.

?Voz A

Ah, mas começou assim, né? O sucesso começou assim.

?Voz D

A galera gosta para caralho disso daí. As pessoas são carentes, as pessoas elas são mais como LJ, elas são carentes, elas querem se sentir conectadas, próximas a alguém, entendeu? Por isso que o LJ só concorda com o Matheus.

?Voz A

É por isso que agora eu vou ter que dar uma reaçada, cara, que querendo ou não, quem gosta de futebol para transmissão, a melhor transmissão ainda é do rádio, ainda é do rádio, cara.

?Voz D

Com certeza, do rádio é muito bom. Você não está sendo conservador, você está sendo tradicionalista.

?Voz A

É CBN, Rádio Globo, a própria Jovem Pan também no rádio é bom.

?Voz D

A CBN é boa para futebol, até mesmo eu gosto. Alguns jogos eu vejo na TV, escuto no rádio.

?Voz F

Agora televisão, YouTube, tem gostado da TNT porque a TNT ela tá, ela tá pegando a rebarba assim do que era a Casé TV, só que ainda falando de futebol.

?Voz D

Os jogos da Esporte TV 2 são bons também, cara, são os narradores da Série B da Globo Sim, os caras são bons.

?Voz F

Outro dia eu vi a TNT, ela tem um spin-off que é o Canal de Sola, que é incrível, é maravilhoso. Então, o de Sola é um pós, pô, de Sola é quase um pós, né?

?Voz A

É, mas é um produto à parte, né?

?Voz F

O de Sola é tipo Desimpedidos ali da TNT, mais ou menos à parte assim. Eles estão gigantescos assim dentro da TNT, no caso.

?Voz D

Eu acho foda, eu não tô querendo defender a Casé TV, mas as críticas da época me enchiam saco também. É o pessoal progressista que critica tão mal que me dá vontade de ser realça assim, né? Os cara fala, ai, mas precisa de tanto dinheiro assim? A gente é uma empresa, cara. A empresa só existe para ganhar dinheiro, bicho. Não existe o limite. Nenhuma empresa, nenhum diretor de empresa vai chegar e falar, pode, já ganhou dinheiro demais, né, gente?

?Voz F

Vamos parar.

?Voz C

Alô, alô, eu caí aqui.

?Voz D

Caiu minha voz?

?Voz C

Não, não, eu que caiu.

?Voz A

Mas aí é que tá, o Godoy, isso também leva um argumento falacioso, porque assim, ó, esse negócio de, ai, a gente sabe que bet errado, mas a gente só promove bet para conseguir a Copa. Porra, então não promove, porra, bet, e fica sem transmitir Copa, porra.

?Voz D

Isso também não, né, mano?

?Voz F

Mas aí puxa aí, puxa aí o seu Sirigueijo, por favor.

?Voz C

Ah, é, porra, que ordem! Olá, eu gosto de dinheiro. É isso aí, puxou o maconheiro, cara.

?Voz D

Tinha alguns maiores jogos, eles tiveram mais audiência que a Globo, né?

?Voz A

Sim, sim. Não, eles tiveram audiência agregada de outros canais que foi absurda, cara.

?Voz F

Mas que o pessoal também era aborrido, né? Falava que, porra, só a Casé TV para trazer a Copa, sendo que tinha no Globoplay também.

?Voz A

De graça, né, na GE TV, né, GE TV.

?Voz D

Ah, mas aí, mano, é o que a gente já falou, é um pessoal que só acompanha futebol na Copa, né, cara. Os cara não sabe onde passa futebol, não sabe como que é essa reclamação toda que veio de aposta, pô. A própria TNT já fazia, como pega aí o Sporting Bet que tem no YouTube, vários canais que transmitem jogos aí da Série B, da Série C, é a mesma propaganda agressiva aposta, cara.

?Voz F

Ele já matou o futebol, né?

?Voz D

Ainda vai matar mais, ainda vai fazer mais estrago.

?Voz C

Lembrando que ele é putinha do Neymar também, direto.

?Voz D

Sim, sim, ele é o grande puxa-saco do Neymar, cara. E o pior que acho que pelo fato do Neymar eu vou condenar Casimiro Miguel. Eu até consideraria pegar a porra, cara, tá numa empresa agora, né? É isso, eu também trabalho numa empresa, já trabalhei em empresas que foram investigadas na Lava Jato. Mata ali o Odebrecht, os caralho. E é isso, né, cara? Tô ali para ganhar, para ganhar pão. Tô para polícia, tô ali para ficar de moralzinha, né?

Não tô não. Já tive que arrancar um HD no servidor, entregar para PF com uma 12 na mão.

?Voz E

Legal, você com a 12 na mão?

?Voz D

Não, a PF com a 12 na mão.

?Voz E

Ah, bom.

?Voz F

Se o Doug faz isso, a gente tem uma pessoa a menos participando.

?Voz C

Rodrigo, Rodrigo, você condena ou absolve, Casimiro?

?Voz E

Legal. Quando que eu vou defender gordos nesses negócios? Nunca defendi, nunca. Condenado, jamais.

?Voz F

Lembrando que o Rodrigo faz parte do grupo dos gordos, ele pode. É, eu quando fiz a piada só fui gordofóbico mesmo, tem carteirinha e tudo.

?Voz A

E aí, ah, eu condeno demais, cara. Eu acho um argumento muito, muito cínico Sabe esse negócio de, ai, nós só promovemos bet para, para, como é que é, para dispor para vocês uma programação de bet.

?Voz F

Felicidade para nação.

?Voz D

Então eu não promovo, filha da puta. Felicidade para o meu povo.

?Voz A

É, não promove, cara, já que é errado. Não, a gente sabe que é errado. Não, isso é crime.

?Voz D

Aí as situações que, cara, dinheiro tá acima da ética, né, bicho?

?Voz E

Tinha esquecido da bet. Condeno ele de novo.

?Voz A

É, eu acho muito errado, muito errado.

?Voz F

Mateus, eu condeno não só pela bet, mas por conta do que eu já falei, dele ter dado toda essa visibilidade e palanque para o colega dele aí. Não é só o carioquês não, é para os amigos dele, que a colegocracia, colega, que são Que são os completos vazios de conteúdo, de nada. E aí a gente tá infestado por que, tal qual o Flow criou, né, esse formato de mesa cast, eles criaram, né, entre aspas, aqui no Brasil esse formato do fundo branco com 5 patetas sentado falando: se você é isso, eu sou air fryer, porra.

?Voz D

E a galera adora para caralho, hein? Eu tava vendo um trecho dele xingando um cara do Vasco lá, que ele falou: ah, tem tanta intimidade com a bola que se colocar chantininho em cima da bola, ele acha que é bolo. A galera achando genial, gênio do humor.

?Voz A

Será que eles são os parças do Rio de Janeiro? Porque lá na Baixada Santista tem os parças também, né, do parada lá.

?Voz D

O elenco principal assim, ele até trouxe um pessoal melhor para comentar assim, principalmente na Copa teve lá Ágio Cabral lá, que é um pessoal, tem um pessoal, a equipe B no caso, a equipe azul, o Casé TV da Costa Oeste tem bons comentaristas assim, a galera que comenta pós-jogo, algumas lives que eles fazem no dia seguinte dos jogos. Então o pessoal comenta bem, mas o principal que tá lá narrando o jogo e depois fica lá no sofazinho deles conversando é só os palhaços, é a turma da bolacha.

?Voz A

Não, mas eu acho, eu admiro as mulheres da Casé TV, sabe? A mulherada comentando, bota os cara no gol.

?Voz D

Acho que era a Juca Abraão que tava lá, que ela era ex-medalhista olímpica, né, do futebol feminino, e ela comenta, ela entende para caralho. Caralho, cara, ela comenta muito bem.

?Voz A

Bota o cara no bolso, cara, bota todo mundo ali no bolso, cara.

?Voz F

Finalmente o Yanny decidiu no final do podcast ser razoável, né? Caralho, porra, podcast inteiro resolveu ser burro.

?Voz A

Sua voz dá razão aqui nesse podcast.

?Voz F

Ah, é, com certeza.

?Voz C

Porra, meu Deus, eu sou a voz da desrazão, porque agora eu vou falar que todo mundo fala que eu voto com o Mateus. Eu vou absolver Casimiro Miguel.

?Voz D

É, você tá sendo do cu só porque eu falei que você só concorda com o Mateus.

?Voz C

Não, não, calma, vou explicar. O crime dele é ajudar os amigos, é ajudar os amigos. Eu, se eu pudesse e tivesse uma grana ferrada, ia ser vocês 5 lá, meteu essa, ganhando muita grana. Eu ia fazer pior ainda, ia ser pior ainda, porque ele é meu amigo e o programa é meu, chama Leandro TV e vai ter lá o cara fazendo o que eu quero. E é isso aí, não tem o que você querer, entendeu? Ia ser pior.

?Voz A

Não, não, ia ser a José TV. Mas deixa eu te falar uma coisa, ô Leandro José, ele não tá lá ajudando os amigos não, tá? Ele tá ajudando uma conglomeração de mídia multimídia, tá?

?Voz C

Conglomerado dos amigos.

?Voz F

Os outros cara lá não estão no conglomerado.

?Voz C

Os outros caras, ele fez o Chico Moedas, que era um merda, fazer até o maior drama de amor aí por aí.

?Voz F

O cara que só é playboy, ele traiu uma mulher, cara.

?Voz D

Ele deu o emprego de comentarista na Copa para o Chico Moedas e para o Defante.

?Voz A

Exatamente. Aí, ó, obrigado, Godoy, obrigado por lembrar.

?Voz F

A formação profissional do Chico Moedas é traidor de mulheres e investidor com dinheiro do pai.

?Voz C

E é isso aí, Matheus, Matheus, Matheus, se eu tivesse um programa de TV muito famoso que proporcionasse o Doug trair uma cantora famosa, eu seria o cara mais feliz do mundo, entendeu? Estou aqui, aí, ó, tá vendo? Porra, eu ia, eu ia me sentir realizado. Então esse crime eu Absolvo ele. E de bet, gente, me desculpa, nesse dia eu ia sair do podcast. Me desculpa, me desculpa.

?Voz A

E você pagar um salário para o Defante, e aí?

?Voz C

Se eu conhecesse o Defante, porra, porque não?

?Voz F

Ele recebe CNPJ, pô.

?Voz D

Eu conhecesse o Defante, eu fosse rico, eu ia pagar para sentar num sarrafo nele.

?Voz E

Porra, você precisa ver o Defante lambendo Neymar para você pagar.

?Voz C

A única coisa, a única A única coisa que é contra é ele ser putinha do Neymar, que isso aí é complicado, mas eu vou passar um pano aqui.

?Voz A

Eu vou, vou, o Leandro José, o Defante, ele foi para o Não Pode Rir e a coisa mais engraçada que ele fez foi se cagar nas calças.

?Voz C

Sim, sim. Então não, ele é condenável, ele é condenável.

?Voz A

O programa era sobre ele, o programa naquele momento eu fiquei pensando, digo, poderiam trocar o nome do programa para Não Me Faz Rir.

?Voz F

Eu gostava do Defante quando ele baixa renda, né?

?Voz C

Eu não tenho como acusar Casimiro Miguel se a minha meta é ser 10% dele, porra.

?Voz E

Então eu queria ser o Borá.

?Voz D

Eu queria ter a grana que o Casimiro Miguel tem, né?

?Voz C

Mas então, e eu faria mais ou menos o mesmo processo que ele. Dogue, Dogue, e aí?

?Voz D

Ele já falou, já falou, cara.

?Voz B

Eu não falei não. Eu ia, eu concordo com você, mas tipo, como não somos nós ali, então eu vou condenar.

?Voz C

Hipócrita!

?Voz E

Para nós tudo, para eles nada.

?Voz B

Eu vou condenar, cara.

?Voz F

O Doug foi o único limpo nessa, né?

?Voz C

Puta merda, foi, né? Nossa, ele foi safo, foi safo, viu? Pode ser a gente que não existe também? Não, droga, queria falar do Batman.

?Voz E

Alguma ideia?

?Voz A

Alguém vai se atrever a absorver?

?Voz B

Absorver não, mas eu vou botar uns negócios aí na— vou dar uma argumentação aí, porque tipo assim, eu tô há muito tempo falando assim, não, tipo, o Stanley é um desgraçado, acabou com, deixou o, como é que fala, Ditko, Kirby, tudo fugido. Ditkovitch é o do filme.

?Voz D

O Ditko e o Kirby.

?Voz F

O Ditkovitch, ele é jogador de tênis. Era de futebol.

?Voz B

Não, é que tem um Ditkovitch no filme, é porque é justamente homenagem a ele.

?Voz D

O Ditko e o Kirby.

?Voz B

Mas tipo assim, eu ouvi umas coisas muito paia sobre o Ditko. Não, não é melhor o lado do Stan Lee, claro que o Stan Lee continua sendo um cuzão que roubou, não roubou, mas também tipo assim, tipo ele não fez nada assim para fazer, ah não, não fui eu que fiz o Homem-Aranha, sabe? Tipo assim, ele é tipo um menino que roubou o passinho do Jamal, né? É tipo assim, tipo, ah, olha só, eu dei ideia, eu dei ideia do Homem-Aranha, mas a galera tá Ah, fui eu que fiz tudo.

?Voz D

Beleza, beleza.

?Voz B

O Dítico pensou no uniforme, pensou na vida, no nome dele, né? Ele se isentou, ele se isentou, e o Dítico morreu na miséria. Mas assim, recentemente eu fiquei, eu vi uma galera lá tentando fazer um revisionismo. Eu não sei se eu concordo, mas é, o revisionismo é o seguinte, falando que tipo o Dítico era um direitoso maluco. Ele disse assim que queria, ele queria botar muitas a ideia de nome Aranha era o Stan Lee que se enfreava.

Por exemplo, tem, diz que tem uma galera, viu, com a Laila comentando lá, que tipo tinha uma história que eles queriam fazer uma, que você sempre, a Marvel sempre quer, hoje chamam de woke, né, tipo, mas desde lá dos anos 60, 70, eles gostam de botar as opiniões deles, né, sobre os acontecimentos do mundo, né. Aí tipo assim, disse que tinha uma história lá e que o pessoal tava protestando, né, Guerra do Vietnã, e o Dítico queria colocar o Homem-Aranha, fazer, ó, esses trouxa aí, ó, que bando de vagabundo.

Aí foi o Stalin que passou na frente assim, tipo, veja. Não, não, foi uma galera lá, a galera comentando.

?Voz E

Mas assim, objetivista mesmo, ele adorava Ayn Rand, essas merda aí, igual o Zack Snyder.

?Voz B

Então, tipo assim, isso não faz, claro, isso aí não, não é, não isenta o Stan Lee de ter sido babaca com ele.

?Voz F

Mas assim, eu fico pensando, sabe, assim, tipo, porque eu queria passar o outro pano também do Stan Lee, que é, beleza, ele pode não ter sido o grande criativo na criação dos caras ali, né, dos personagens e tudo mais, mas se não fosse pelo tino dele de investidor, de entrepreneur, né, de ser um cara dos negócios, de vendedor, de ser um cara dos negócios, estavam mais fodidos ainda, porque ele que vendeu também as coisas.

?Voz C

Não dá valor de quem vende a parada, né? Porque aí depender do artista, porra.

?Voz B

Inclusive é isso que eles citam lá, mais do que as posições morais questionáveis dele, a galera cita que tipo assim foi ele que concordou, sabe? Assim, tipo, ele meio que falou assim tipo, não, Não, empresa tá certa, tem que pagar uma vez só, já fiz o meu, então foda-se, sabe? Tipo assim, ela é pelego, sabe? Tipo assim, ele ficou do lado da empresa e tipo assim, mesmo que a empresa tenha sido filho da puta, ele meio que aceitou, sabe?

Tipo, então é tipo, isso não isenta o Stan Lee ter colhido os louros dele ali, tipo não isenta a Marvel também ter sido escrota com ele, mas meio que tipo, cara, ele também não perguntou, sabe?

?Voz F

Se nem o Dídico e o o Kirby não souberam alimentar o Instagram e criar um personagem como o Stan Lee fez, aí eles que estão errados. Tinha que pagar um social media, pagar uma publicidade, um tráfego pago. Não fez isso também. E aí você, aí você tem, você vai culpar o cara por isso?

?Voz E

É porque a gente é muito fã do Jack Kirby.

?Voz F

Vocês são fãs, mas que ele não sabia se vender tanto enquanto o Stan Lee sabia se vender.

?Voz C

Aí, conforme matou nazista, voltou o burro, voltou.

?Voz F

Calma, Yanny, eu vou falar de um jeito que você entenda. Agora você entende.

?Voz A

Agora você já pode mandar seu currículo lá para Casé TV. Não, mas você tem que entender o contexto, cara.

?Voz D

Dito toda essa história gigantesca aí que o Douglas gaguejou tudo, é estranho condená-lo. É, não, eu tenho certeza que se ele contasse bem, não muda o fato que ele roubou um monte de ideia de um monte de gente mais talentosa que ele, não deu os créditos devidos. Eu concordo. A gente tava falando aqui do Casé, do Casimiro, com pegam a cracia deles. O Stalin foi com foda-se aí, cracia, né?

?Voz F

Que Godoy, se alguém chegar e falar assim, pô, Godoy, maneiro aquele teu podcast, eu quero investir nele, você vai falar não, não, podcast não é meu, podcast é do Lima, paga o Lima.

?Voz D

Não, mas o podcast é do Leandro José.

?Voz A

Não, mas aí tem um contexto, cara, é o contexto cultural.

?Voz F

Você vai fazer isso ou você só vai ficar quietinho?

?Voz A

Não, mas aí, mas o contexto cultural dos Estados Unidos é independente de quem seja o autor da obra, a patente é de quem compra. Então foda-se o autor da obra, sabe? E essa questão de, aí, o cara concordou, não tem como concordar lá, cara.

?Voz D

Ou você trabalha por serviço, mas o Stan Lee passou a vida recebendo royalties de filme da Marvel, os caralho, né?

?Voz A

Mas é porque ele tinha os direitos, né?

?Voz D

Ele não incluiu ninguém que realmente criou a obra nesse meio, né?

?Voz A

Então ele comprou patente das coisa dos cara. Ele investiu nas coisas dos cara e ele abriu concessão.

?Voz F

Não, ó, cara, ele tava tão errado, ele tava tão errado que sabe o que aconteceu? Criaram Image. Por que que o Dídico e o Pedro não fizeram a, sei lá, a Larmel?

?Voz D

Fazia Larmel, pronto.

?Voz F

A Varmel, Varmel.

?Voz C

Acordar cedo, tomar um banho gelado, almoçar olhando para parede, porra.

?Voz F

Faz a Varmel, fala lá para ele: tá bom, se você não vai pagar, então vou abrir minha própria editora com prostitutas e charutos e blackjack.

?Voz D

Então é o pior que a ideia da Image veio nos anos 90 só, né? Na época, cara, na época que era da Marvel, a ideia era, cara, senta aí e trabalha, né?

?Voz F

Minha opinião foi muito reaça, peço desculpa.

?Voz D

A ideia do— mas a ideia de trabalho na época, cara, senta aí, trabalha e não reclama, né?

?Voz F

É, é, mas eu tô defendendo empresário aqui agora. É, foi mal, galera.

?Voz A

O pessoal lá fala que, ai, lá nos Estados Unidos o salário mínimo é maior do que no Brasil. Porra, os cara lá ganham por hora, né? Se você não trabalha, não tem atestado, não tem nada. Os cara explora até a última gota do teu suor.

?Voz F

A questão lá do, do, você é contra pagar pela força de trabalho?

?Voz A

Ao contrário, eu acho que tem que pagar mais-valia, né? A força de trabalho é o mínimo, tem que pagar.

?Voz F

E eles pagam pelo mínimo, que força de trabalho. A mais-valia não é paga porque não tem.

?Voz A

Então lá nos Estados Unidos, pega o filho da puta do Walt Disney aí, quando teve o protesto contra o IP.

?Voz F

A maior praga nisso tudo é a porcaria do direito, do direito autoral, que perdura por gerações, né?

?Voz C

Achei que essa merda lá para o Mickey já deveria ser, né, direito?

?Voz F

Não, não só isso, é tipo assim, é a família do Tolkien tá recebendo até hoje, tá ligado?

?Voz A

Obrigado.

?Voz F

Não, porra, o que é igual, é igual a filha de militar receber pensão. Mentira, não quero, não tô mesmo.

?Voz D

Igual a família real brasileira que até hoje recebe dinheiro para o terreiro no Rio de Janeiro.

?Voz F

Exatamente. Tem um nome esse imposto aí, é essa merda mesmo aí, é o laudário. Laudário. E não é só aqui não, tá? Existe em vários lugares. A Igreja Católica também recebe laudário, hein, que é outro nome, mas é o mesmo, mesmo tipo de imposto.

?Voz A

Laudemil é alguma coisa assim.

?Voz F

Laudemil, Laudemil, isso. Laudemil, Laudemil. Enfim, não condeno, tá? Passa o pano para o, para o, passa o pano.

?Voz D

Eu também passo o pano. Eu condeno isso dali. O puxa-saco do Matheus também passa o pano.

?Voz F

Passa o pano porque ele soube vender. E se não tem alguém para vender, não existe produto. Ninguém ia ter porra nenhuma.

?Voz D

Exato.

?Voz C

Lá com o vendedor.

?Voz F

E depois não é nem, não entro nem no mérito de não gostou, sai daqui e faz o teu. Não, entro no mérito de, porra, cara, vai lá, se apresenta mais em feira, vai vender gibi autografado, vai vender.

?Voz C

Se o Tolkien tivesse um Stan Lee na vida dele, O Senhor dos Anéis tinha sido muito melhor do que é, porra. Tinha tido franquia do Senhor dos Anéis.

?Voz A

O Frodo tinha sido órfão, né, tinha perdido os pais e tinha sido picado.

?Voz C

E até uma série do uma série do Sam, uma série do, do, do, ia vender para caralho.

?Voz D

Agora ia ter morrido, voltado, morrido de novo, voltado, morrido, voltado.

?Voz C

Não, mas o tal do artista, ele quer aquilo só para ele. Aí eu vou fazer para mim porque é arte. Ah, vai tomar no cu, artista! Vai tomar no seu cu, dog!

?Voz D

É isso aí, tem que fazer que nem o gordo do Game of Thrones lá, fazer o livro, vender para tudo quanto é lado, não terminar e passar a vida pelado na grama lá. É isso aí.

?Voz C

Porra, é quebrar o sistema, porra.

?Voz D

Ele fez até ficar rico, ficou rico. Foda-se vocês aí, quer ver o fim? O fim no teu cu.

?Voz A

Rodrigo, Rodrigo, o Matheus me lembrou aquele 30 contra 1, teve um cara que falou assim: ah, mas vocês falam, vocês são da esquerda, que o pessoal depois da escravidão passaram fome, ficaram na rua e tudo mais. Tá vendo como os senhores de escravo davam a vida digna?

?Voz F

Vou voltar com um argumento para o Yanny. Yanny, vê se entende.

?Voz D

Mas não foi o Daniel que falou isso, ele tá falando que falaram no vídeo, porra.

?Voz F

Não, ele tá falando que eu tô lembrando o senhor DJ.

?Voz D

Ah tá, entendi.

?Voz A

Lembrou esse argumento aí do cara, eu digo, caralho, o cara não mandou uma dessa não.

?Voz C

Não, eu tô, eu tô a favor do vendedor. Rodrigo, Rodrigo, Rodrigo não falou.

?Voz E

O véio se esforçou tanto para levantar um capital aí, a família roubou tudo a grana quando ele ficou, né? É que ele ficou gagá. E que adiantou, né, Stanley? Se existe, ele tá segurando lá.

?Voz D

Falou que levava ele para como que ele ficava num quartinho escuro assinando coisa assim.

?Voz C

Mas depois ele veio, o que esse velho comeu de gente na troca do Homem-Aranha não tá no gibi, porra.

?Voz F

Literalmente, né? Literalmente não está no gibi.

?Voz E

Se existe a Lenvêdo, Jack Kirby tava lá esperando para dar umas porradas no, né? Então tá tudo certo agora. Condena então, condena, condena, pô, é um vacilão.

?Voz C

O Yanny condena também, né?

?Voz A

Com certeza condena. Para de perguntar.

?Voz C

Não, não é você, já que você tá falando aí, Edalmer. Condena ou não? Tá 2 a 3. Condena. E o Doug absolve?

?Voz B

Não sei se absolve, mas ele tava velho, é inimputável, não dá para ver.

?Voz C

E E aí, Doug, e aí?

?Voz B

Não, condena muito, é muito filho da putice pegar o—

?Voz C

você paga pau, né, cara?

?Voz D

Artista de sucesso, né? Você quer que fala?

?Voz E

Você sabia que ele conseguiu trabalhar no jornal do Exército na Segunda Guerra enquanto o Jack tava lá dando tiro em nazista? Você percebeu?

?Voz F

Porque ele é mais esperto. Ô Doug, se o Stan Lee tivesse vivo e fala assim, pô, eu quero publicar esse esse teu rentar aí de tentáculo. Vem aqui, eu vou te pagar aqui pela tua comissão aqui, mas aí o restante de merda de filme e tal vai ficar para Marvel, beleza? Para mim, no caso. Você faria o desenho para Marvel?

?Voz D

O filme do desenho do Douglas vai ser distribuído na Deep Web, né?

?Voz F

Você faria?

?Voz B

Eu faria esse acordo.

?Voz F

Então pronto, olha só como você é hipócrita.

?Voz A

O desenho do Douglas sendo vendido lá na barra da Tijuca amanhã.

?Voz F

Você tinha o poder da escolha para não dar os direitos do seu desenho para o Stan Lee, mas você vai dar. Porque o quê? Porque ele— e poucas pessoas podem fazer para você, quer te dar visibilidade.

?Voz E

Verdade.

?Voz F

Ele fez para o Jitko e para o Kirby.

?Voz B

É verdade.

?Voz D

Mas já falou que condena, não pode voltar atrás.

?Voz E

Já tá, já tá.

?Voz C

Eu vou te falar, viu? É foda.

?Voz A

É muito fácil para o Doug, né, votar, que vota um contra e os outros 9 na cabeça dele Aí ele vota a favor, ele faz uma comissão inteira na cabeça dele, cada voto.

?Voz C

Vou falar que foi muito legal esse formato que a gente fez no Ideia Errada hoje, dá para fazer outras vezes, hein?

?Voz D

Foi, falou mal de um monte de gente, tem gente para caralho ainda, hein?

?Voz F

Eu acho assim, só que se a gente for fazer um próximo, seria melhor fazer com gente morta, ou não, né? Sei lá, porque esse tipo de coisa, ou com personagem também.

?Voz C

Eu queria saber do Batman, a gente condena ele não, pô, que esse tipo de coisa talvez possa dar processo.

?Voz B

Eu vou jogar um para a próxima porque é muito, muito polêmico, mas PC Siqueira fica para a próxima aí.

?Voz C

Não, esse já foi no outro, no antigo. Puta vida, não é condenado.

?Voz D

O primeiro que a gente fez, os cancelando cancelados, foi por causa dele.

?Voz E

Felipe Neto dá ruim também?

?Voz D

Não, não, Felipe Neto não, tá?

?Voz C

É um Felipe Neto, eu sei. Vamos deixar para o próximo, né?

?Voz D

Próximo programa a gente faz um de personagem fictício. E é isso, semana que vem o arquivo confidencial Tom Cruise, né?

?Voz C

Isso, Tom Cruise, o filme de tubarões, hein? Temos dois bons temas, hein, povo?

?Voz D

Tom Cruise, filme de tubarão, a puta que pariu! É isso aí, eu tô com sono. Esse foi mais Vida Errada.

?Voz C

Digam tchau, tchau a todos!

Anunciantes2

Camel

Cigarros
external

X1Bet

Apostas esportivas
external