#53 - Ataques simulados: por que sua empresa precisa ser hackeada para se proteger | Server Room Brasil
Neste episódio, recebemos Joas A. Santos e Lucas Farias para contextualizar a importância dos ataques simulados e pentests para a cibersegurança das empresas.
Com a inteligência artificial, muitas empresas conseguiram acelerar seus processos e estão criando seus próprios produtos, mas muitos deles estão vindo vulneráveis by design. Além disso, ataques cibernéticos estão sendo potencializados pela IA, o que tem aumentado cibercrimes nas empresas.
Portanto, aumentou a necessidade de segurança e novos cenários de ataques, replicando-os nas corporações, e trazer abordagens mais estratégicas, entre elas a resiliência e governança, e como a segurança ofensiva entra nesse contexto.
Lucas Farias enfatiza que o vibe coding está trazendo vulnerabilidades muito antigas, fáceis de se detectar, e que não era para ter esses erros atualmente, assim como os ataques feitos por IA estão ficando mais sofisticados.
Também é enfatizado que a área de segurança precisa trazer novas estratégias para acompanhar os negócios que estão desenvolvendo novos produtos a todo o momento, e sem parar a esteira de desenvolvimento, conseguir corrigir as vulnerabilidades que surgem, como levar isso ao board e ter a IA aliada.
Outro ponto importante é não ter mais a cibersegurança como um checklist, somente para atender regulamentações e auditorias, mas uma questão contínua.
Quando entramos no contexto da Lista da OWASP, configurações incorretas voltam a ser algo recorrente e geram alertas e riscos.
Ao trazer o tópico de por que ainda há tantas falhas de segurança, a conscientização dos times ainda é um tópico fundamental. Além disso, o GRC tem o papel central de traduzir riscos, trabalhar de forma estratégica com outras áreas e comunicar de forma didática o que cada risco representa.
Ao falar de ataques simulados, os convidados explicam que eles devem ser implementados em qualquer tipo de empresa, e em qualquer porte, não somente em grandes empresas, pois as pequenas são mais fáceis de atacar e chegar até uma grande que possui algum tipo de relação, como fornecedora.
Ainda nesse assunto, as corporações estão adotando cada vez mais pentests contínuos, e não somente uma vez por ano, vendo que faz parte de uma segurança contínua.
Por fim, os convidados explicam como os relatórios de pentest auxiliam a encontrar as criticidades e como elas podem gerar riscos para os negócios. É necessário que o time de cibersegurança saiba separar o que é um risco operacional, o que compromete a empresa e o que pode impactar um negócio, sabendo dosar e explicar como cada um deles afeta a corporação e por que deve ser corrigido.
Confira o episódio completo!
Implemente os CIS Controls: https://www.manageengine.com/br/cis-critical-security-controls/
Siga a ManageEngine nas redes sociais:
Instagram: / manageenginebr
LinkedDin: / manageengine-brasil
Quer conhecer nossas soluções? Acesse o site: www.manageengine.com.br
Redes sociais dos convidados:
/ https://www.linkedin.com/in/joas-antonio-dos-santos/