Episódios de PROGRAMA PINGA FOGO com JORGE ELARRAT (Web Rádio Fraternidade

305 - PINGA FOGO Nº 305 JORGE ELARRAT E SAMIA AWADA

01 de maio de 20261h58min
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PINGA FOGO Nº 305 JORGE ELARRAT E SAMIA AWADA

Participantes neste episódio4
J

Jorge Elarraat

Co-host
S

Sâmia Awada

Co-host
D

Divina

Comentarista
R

Rubens

Comentarista
Assuntos8
  • Solidão e IsolamentoImportância da convivência · Busca por ajuda
  • Lei de Causa e EfeitoEducação e não punição · Oportunidades de correção
  • Poesia e LiteraturaLegado de Jesus · Importância do amor
  • Milagres e FeFenômenos extraordinários · Poder da vontade
  • Transformação de Sentimentos NegativosPoder da prece · Conexão com o bem
  • Importância da Web Rádio Fraternidade
  • Mediunidade e ClarividênciaCaminho para estudar mediunidade · Importância do estudo sistematizado
  • Lidando com recaídasExperiências de desdobramento · Medo e fé
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21 horas e 34 minutos. Eu que fico muito feliz. Permita-me dizer-lhe que a Web Rádio Fraternidade, desde há alguns anos, encontrou uma grande guarida no meu coração.

porque a mim, como a todos, tem proporcionado levar a mensagem espírita aos mais variados recantos do Brasil e de outras nações. Companheiros de cidades humílimas, de fazendas distantes ou de países algo longínquos, dizem-me, eu te ouço pela Rádio Fraternidade.

E uma emoção muito grande me toma, porque eu vejo quando Jesus diz que a mensagem dele entraria pelos telhados. Mesmo hoje com a comunicação virtual, o telhado representa essa construção de fora que a comunicação penetra e ilumina a alma.

Sou eu, portanto, um grande devedor à Rádio Fraternidade Web, orando a Deus para que ela continue seguindo o conceito kardeciano, divulgar o Espiritismo por todos os meios ao alcance. E Emmanuel, a maior caridade que se faz ao Espiritismo é a sua divulgação. Muito obrigado.

A nossa ferramenta de paz. Alcançando os campos e cidades. Com amizade, amor, muito mais. É a web rádio fraternidade. A nossa ferramenta de paz. Levando o consolador a toda parte. Com amizade, amor, muito mais.

Muito boa noite, queridos internautas, queridos ouvintes, canais parceiros em sintonia conosco aqui na nossa web rádio fraternidade. Que alegria receber vocês aqui para mais uma edição do programa Pinga Fogo, neste dia 16 de março de 2026, edição de número 305. Muito boa noite, Divina.

Boa noite, Rubens. Boa noite, queridos irmãos, queridas irmãs. É com alegria a gente estar aqui para somar com mais um Pinga Fogo. Boa noite ao Jorge, à Sâmia. Que Jesus possa ser o nosso guia neste momento. E a gente vai lutando contra as moriçocas aqui.

Boa noite, Jorge. Boa noite, Sérgio. Sejam bem-vindos. Espera aí que eu vou tirar o eco, que eu estava esquecendo. Vamos lá. Agora... Ok. Boa noite, Rubens. Divina, boa noite. Boa noite, Elahá. E boa noite aos nossos irmãos que já estão aqui para mais um Pinga Fogo. Que Jesus esteja conosco.

Boa noite, Divina! Boa noite, Rubens! Boa noite, Sâmia! Ai, há quanto tempo eu estou querendo dizer isso, meu Deus! Quero pedir perdão a todos vocês, tem duas semanas que a gente não consegue se encontrar.

Peguei uma estica muito puxada de atividades espíritas nessas duas semanas. Andei por muitos lugares e...

E, de certa maneira, trouxe lembranças de tanto lugar que eu nem sei mais dizer de vocês de onde foi. Eu andei por tanta cidade e as pessoas... Olha, diz que nós mandamos abraço para o Rubens. Eu vou mandar. Misturou tudo na minha cabeça. Não sei nem de que país foi, nem de que estado foi, nem de que cidade foi, nem de casa espírita foi, porque tem tantos lugares. O que eu posso dizer é o seguinte, por onde a gente passa, Rubens, as pessoas assistem ao programa.

é muito interessante a audiência que a gente tem, até na Bolívia. Até lá, a gente tem pessoas que assistem o Pinga Fuego. Como é que é? É pinga o quê? Eu acho que é Pinga Fuego, não sei.

É isso mesmo, meu Jorge. A gente brinca. Você falou boa noite, Sérgio. Já falei boa noite. Nós também estamos com situações lá na escola de crianças que falam espanhol e a gente está tendo que aprender até isso. Que legal!

Ai, gente, são situações. A gente está com duas crianças no EMEI e são crianças autistas, né? E falam espanhol, acredita? Autistas ainda falam espanhol. Ele foi também? Não, ele não foi. Ele ficou. Ele foi no céu. Foi no céu. Mas nessa última viagem ele já ficou. Ele ficou em barulhos.

Quando eu fui para a Bolívia... Ele não tinha passaporte. Eu fiz uma ginástica, Rubens, porque eu saí de Porto Velho e tinha que ir para a Bolívia. E quando eu venho de Rondônia, eu sempre trago muita coisa de lá, eu trago comida, tá? E eu não podia entrar com o que eu trouxe na Bolívia. Então, eu deixei em São Paulo. Eu disse para o Álvaro, olha, eu vou deixar na tua casa peixe, vou deixar um monte de coisa.

E eu vou para a Bolívia. Quando eu voltar, você deixa lá em Guarulhos para mim. Aí foi assim que a gente fez. Eu fui na Bolívia, só com uma marinha pequena. Quando eu voltei, ele levou a mala grande. A pior parte, ele levou, recebi tudo. Muito obrigado. Nossa, valeu. Aí ele foi embora. Quando ele foi embora, agora eu vou embarcar. Eu era no terminal 1. Aí eu fiquei com quatro malas, tendo que ir de um terminal para o outro, carregando mala dentro do ônibus.

Mas eu trouxe o peixe. Você trouxe o peixe? Eu trouxe o peixe. Tambaque. Tambaque, ó. O tambaque é bom. É muito bom, hein? Esse lá deve ser assim, original, vamos dizer assim. Exatamente. Lá em Rondônia é o peixe. Lá é o do dia a dia. É o peixe do dia a dia. Está vendo? Que maravilha.

Vamos fazer a nossa prece para a gente começar, então. Eu queria, nesse momento, agradecer demais a Deus a oportunidade que a gente tem de fazer mais uma edição do programa Pinga Fogo. A gente já vai para a edição número 305. Que a gente continue sendo seu instrumento, Senhor.

A gente ainda sabe das nossas imperfeições, mas como a gente sempre tem dito, a vontade de servir, servir e servir, de ser um bom instrumento. É por isso que a gente pede a ti que envolva o Jorge, que envolva a Sâmia, para que possam ser instrumentos teus, esclarecendo a luz da doutrina espírita.

e consolando a luz da tua mensagem amorosa. E certos de que tu estás conosco. Também pedimos a nossa Mãe Santíssima, que também nos ampare, a gente inicia a edição de número 305 do Pinga Fogo, neste dia 16 de março de 2026. Muito, muito obrigado, Senhor. Sâmia, o que você preparou pra gente hoje?

Hoje nós trouxemos um poema do José Marcos Trade, chamado Sublime Legado. Vamos conhecê-lo então. Da manjedoura em Belém, a morte em Jerusalém, tal qual predira Isaías, banhado na eterna luz, triunfa o Cristo da cruz, ressuscitava o Messias.

Liberto, o verbo divino ao amor lega o destino da feroz humanidade. E o amor, seiva da vida, derrama na alma sofrida graça, justiça e bondade.

A luz do sermão do monte faz-se das gentes a ponte ao reino que desvelava. Seus mais leais servidores, sublimando magnas dores, nos simples os encontrava. Manso, abraçou o trabalho do alvorecer ao orvalho no consolo aos sofredores, vertendo em versos de luz belas lições de Jesus para alinir suas dores.

Buscou nos árduos caminhos salvar da senda de espinhos os trânsfugas niilistas que vassalos de utopias sofriam as agonias das ilusões fatalistas. Acolheu os desertores, os trânsidos de amargores tão covardes com vaidosos, os plebeus e reus tiranos, belicosos, inumanos, contumazes viciosos.

Perdeu batalhas reninhas, em vilanias urdidas por homens embrutecidos, vencendo calhado e trilhas, florida também nas milhas dos mártires renascidos. Sozinho vivera o amor, servindo com destemor, consolando na agonia. Mas ora, em tom pesaroso, dizia ao mestre bondoso, seu reinado perecia.

Vira Jesus conduído, o amor lutar, destemido contra as trevas da maldade. Então, fez da fé o luzeiro e do amor o timoreiro dos anjos de verdade. Muito obrigada.

Muito bem, Sâmia. O que a gente pode extrair desse poema? Lembrando, queridos internautas, que a gente colocou o link para você acompanhar também, ter acesso direto a esse texto que a Sâmia trouxe.

Eu achei interessante, Rubens, porque esse poema vai além da figura de Jesus. O foco é qual foi o maior legado que Jesus trouxe para a humanidade. E foi o amor. Então o poema dá vida ao amor. O amor possa ter personalidade. E todo poema mostra a saga deste amor que Jesus nos deixou.

tentando curar os doentes, os teimosos, os iludidos, todos os sofredores. E como o próprio amor sofreu e talvez até desanimou, quando Jesus disse...

que ao amor se uniria a fé. E o poema mostra que foi do amor que o Cristo plantou, que nasceu a justiça, que nasceu a bondade, que nasceu o consolo, o processo de fé, de caridade, de autodoação. E que foi desse amor, do Cristo, que nasceram os mártires. E você, Jorge?

Eu abri para espirrar. Mas vamos lá. O que a Sâmia colocou foi uma coisa que me chamou a atenção, porque quando começou o poema, eu achei que era um poema enaltecendo a figura de Jesus. Mas aí o poema foi tomando um outro rumo e foi trazendo esse personagem, que é o amor, numa prosopopeia, trazendo o amor para dentro do texto.

E dando a ele vida e uma funcionalidade como se fosse um indivíduo. E a partir daí, o quanto que o amor se engrandeceu quando a mensagem de Jesus encontrou-se com ele. Porque ele vivia sozinho, sozinho e desolado. A mensagem vem e ele então dizia que o reino dele perecia.

Mas ao ver o amor assim tão abatido, ele fez, Jesus, uma mudança, e o amor foi para o centro de todas as coisas e tornou-se o timoneiro dos anjos da caridade. Fantástico, muito bonito esse poema, porque foi o amor, Jesus vendo o amor sozinho,

transforma o amor na força que move os grandes mártires da humanidade. Espetáculo, muito bom esse poema, muito mesmo. Muito bem, então vamos para a primeira pergunta que a Divina separou ali para a gente. Divina, por favor. Boa noite a todos.

Queridos irmãos, esse programa tem sido um farol na minha vida. Tenho aprendido muito com as reflexões feitas pelo Jorge e pela Sâmia. E com o acolhimento do Rubens e da Divina. Vocês são como um quarteto fantástico.

Minha pergunta é a seguinte, ao dormir, sempre faço minhas orações pedindo a proteção de Deus sobre o descanso do meu corpo e sobre o desdobramento do meu espírito. Faço o evangelho no lar uma vez por semana, mas sempre que peço ao meu mentor, na oração antes de dormir,

que me leve para lugares onde eu possa ser útil e aprender, tenho pesadelos fortes. Comumente são em lugares feios, com muito mato, escuros, e com muitas pessoas que parecem ser usuários de drogas.

Os pesadelos são muito reais e quase sempre eu sou perseguida, ameaçada e até tentam me matar. Geralmente, eu acordo neste momento.

Não sinto a presença do meu mentor nestes pesadelos. E quase sempre vou para os mesmos lugares. Por que isso acontece? Devo continuar pedindo para ser levada a lugares onde possa ser útil? O que fazer? Obrigada. Fiquem com Deus. Eu passo para vocês ajudar a entender. Eu passo para a Samy. Vou já passar para a Juliana.

Gente, vamos partir do pressuposto que seja um fenômeno de desdobramento, vamos partir desse pressuposto, tá? E de que a nossa irmã tenha sido atendida e que tenha conduzida em lugares onde ela possa ser útil. Existe maior lugar em que nós possamos ser útil, que não seja entre os que mais sofrem.

Quanto maior o sofrimento, mais nós podemos ser úteis, porque mais a pessoa precisa do amparo. Estou partindo do pressuposto que seja um desdobramento. Só que...

Para que nós sejamos úteis, para que nós consigamos ser úteis na atividade, no trabalho, no bem. Enquanto o nosso corpo dorme, nós estamos desdobrados, nós temos que passar por uma primeira etapa, que é a etapa do aprendizado. Nós temos a ideia que nós vamos desencarnar e vamos chegar lá.

ajudando e fazendo e acontecendo, não. Nós não temos noção do que é o sofrimento das almas equivocadas no mundo espiritual. Ela se apegou muito no externo, mas o sofrimento que eu estou falando é aqui dentro. Aqui dentro. Então, pode ser, e tudo é em cima da suposição,

que ela esteja sendo conduzida para conhecer os ambientes e destruir aquela capa um pouco nebulosa, um pouco sonhadora, meio mágica do que é o mundo espiritual. E conhecer a realidade.

das pessoas que trazem tantos conflitos, tantas viciações, às vezes tanto costume em atitudes de prejudicar a si e ao outro, que criam ao seu redor ambiências muito feias, muito difíceis. E eles se atraem, eles ficam juntos.

Então o primeiro passo de um aprendiz que queira auxiliar pessoas doentes, irmãos doentes, que é o que eles são lá, é conhecer a ambiência. Você sentiu medo? Você está sendo convidada a ter fé. Porque quem tem fé não tem medo. Você está convidada a entrar nesses ambientes num estado de oração, de fé.

de fé avassaladora, de confiança de seu mentor e toda uma equipe espiritual está com você e que talvez por causa do seu medo você tenha deixado de percebê-los, mas eles estão aí, tá?

E aí você controlando esse medo e você desenvolvendo no lugar do medo, além da fé, a compaixão, você vai começar a deixar de vê-los dessa maneira. E eles vão deixar de verem você uma pessoa que está com medo. Como se sente uma alma perturbada sabendo que o espírito que está chegando está com medo dela?

É como se dissesse, você acha que eu sou um monstro a ponto de ter medo de mim? Pois eu vou mostrar, entendeu? Então, o que você precisa desenvolver, além de controlar, de dominar esse medo, aliás, de trabalhar esse medo, é desenvolver um olhar de compaixão.

você pode ter visto tudo isso, mas você está sempre protegida, no final você volta para o seu corpo físico e nada acontece com você. Essa é uma das possibilidades por tudo que você está falando.

Mas pode acontecer de você, nesse momento, você estar tão ansiosa, tão excitada por desdobrar para algum ambiente onde você possa ser útil, que você esteja criando sonhos, criando imagens dessa natureza, que por algum motivo é esse tipo de imagens que você cria que a gente não tem como saber.

essa motivação, isso pode acontecer também. Mas o que se conclui é que a sua boa vontade de ser útil é maravilhosa, é muito bem vista, mas veja isso como um grande desafio para você, para você vencer os seus limites para poder ser útil no mundo espiritual, porque aqui, às vezes, nós vamos para a nossa casa espírita para sermos úteis.

E levamos ao altar, que é a nossa casa espírita, os nossos conflitos, os nossos dramas que a gente mantém bem escondidos.

A nossa personalidade difícil que o povo no centro espírita não conhece. Aqui ainda é possível fazer isso. Não é aconselhável, mas é possível. No mundo espiritual nós somos transparentes. Então você é convidada a ver a realidade e se enxergar com os sentimentos que você está tendo. De medo, às vezes de aversão, de sair correndo.

E a desenvolver uma ascendência moral. Quando eu quero auxiliar alguém no âmbito espiritual, nós temos que desenvolver uma ascendência moral. Entrar no estado de oração, se preparar durante todos os dias da sua vida.

para controlar o seu pensamento, suas orações, e ir se preparando para esse trabalho, onde você vai iniciar como aprendiz. Se duvidar, o André Luiz até hoje ainda é aprendiz. Antes de responder, eu quero dar uma boa noite. Boa noite, Ana Tereza Camasmi. Seja muito bem-vinda, minha irmã.

Que honra ter você conosco aqui. Seja muito bem-vinda. Mas eu pensei que a Samia ia tocar no assunto, como ela não tocou, eu vou tocar por ela. É que a Samia tem essas experiências de desdobramento em que algumas entidades difíceis aparecem. E uma coisa que ela comenta comigo é que na hora que ela está nesses ambientes, com essas entidades, ela não tem medo. Que seria natural que tivesse...

menos dessas entidades esquisitas, doentes, desacormadas, com atitudes agressivas, mas ela acaba tendo uma serenidade diante disso pela compreensão de que não está sozinha e de que são espíritos que são irmãos que precisam de ajuda. Isso é uma questão de maturidade. Eu diria, Samia, que como os sonhos são muito lúcios, são muito vívidos,

E como são repetitivos, eu presumo que sejam sim experiências reais. Agora, eu queria comentar algumas coisas. No capítulo I, da primeira parte do livro Memórias de um Suicida, aparece a situação de Camilo Botelho, um sofrimento danado após o suicídio no mundo espiritual. Sozinho, perdido, desesperado, angustiado, alucinado. Ele vai passar por um longo período de preparação.

Lá na frente, quando ele já está trabalhando no mundo espiritual, ele exerce várias tarefas, várias. E uma das tarefas que ele exerce é ir ao vale para alentar as pessoas que estão ali desesperadas. Então, ele diz assim, nós íamos ao vale...

para dizer para aqueles desesperados que estavam lá, fiquem calmos, está tudo bem, vai melhorar, não se desesperem. Mas eles não nos davam ouvidos. E nós falávamos com eles, eles não nos ouviam. Aí, a seguinte consideração no livro. Certamente, quando eu lá estive, desesperado e sozinho, também tinha entidades que eu não via que procuravam me assistir.

Mas o meu pânico não permitia registrar a ação dos mentores me dando a crença ilusória de que eu estaria sozinho no vale. Vou transpor esse raciocínio para o caso que você está citando. Você diz assim, eu não vejo o meu mentor. É. Mas o fato de você não ver não determina que isso seja toda a verdade.

Talvez você não esteja alcançando o seu mentor. Porque, veja, se você sai, vai para esse lugar. Depois você sai, vai para esse lugar. Você sai, vai para esse lugar. É sinal de que tem alguém comandando o trabalho. Alguém está comandando você para esse mesmo lugar. E aí, o que eu faria se eu fosse você? Eu me prepararia, dizendo o seguinte, Senhor...

eu sei que tu me levarás para este lugar. Eu sei que o meu mentor... Então, me faz ter serenidade para que eu consiga ser mais útil. Porque é para lá que você está indo. Então, a fortaleza de espírito tem que ser exatamente nessa direção, de dizer assim, eu já sei que é isso que vai acontecer, então eu vou me fortalecer para que nessa natural experiência repetitiva e tão vívida que eu estou tendo...

eu possa guardar a serenidade necessária para que eu consiga alcançar, pelo menos em parte, a presença do meu mentor, ou se não alcanço, a serenidade de saber, são meus irmãos, e o que eu puder fazer, eu vou tentar fazer, porque quando você foge, você quebra a sintonia, e aí automaticamente, você se fragiliza e rompe o vínculo com o mentor, é uma questão de treino, de você...

diante do ambiente pesado, manter-se na fé e na certeza de que não está só. É um exercício. Muito bem, Jorge, muito bem, Sâmia. E o tempo, o amadurecimento, vai fazer com que a nossa irmã vá aprendendo a lidar com essa situação. A Divina vai trazer a próxima pergunta para a gente, Divina? Boa noite.

Quando saber se já é hora de estudar a mediunidade? Sou novata no Espiritismo, porém tenho bastante intuição. Gosto muito de todas as palestras de mediunidade. Obrigada. E aí, passo para vocês. Bom, conforme a orientação que o movimento espírita possui, porque ninguém é dono da verdade,

Ninguém possui a verdade absoluta sobre essas coisas. Então, o movimento espírita tem uma metodologia. A metodologia que o movimento espírita consignou, trabalhou e tornou essa metodologia, a metodologia típica das casas espíritas é você vai assistir suas palestras, muito bom, você vai receber um convite para ir para um grupo de estudo, que é normal.

E, frequentemente, nas instituições espíritas, haverá um grupo de estudo chamado Estudo Sistematizado, que tem três apostilas. A apostila 1, fundamental 1, fundamental 2 e a complementar. Então, tipicamente, no movimento espírita, a gente executa o estudo dessas três apostilas. Cada uma costuma durar um ano, então são três anos de estudo.

E depois desses três anos de estudo, a gente vai, se for o caso, para um grupo mediúnico, para começar a estudar mediunidade. Na verdade, vai começar a estudar mediunidade. Você pode sair do grupo de ESDE, ir para o EAD, ir para o estudo de Joana de Ângeles, ir para o estudo das obras de Emmanuel, ir para o estudo de André Luiz, ir para o estudo de Manuel Filomeno, ir para o estudo do Evangelho, ir para o estudo das obras básicas.

Meu Deus, tem uma infinidade de caminhos que você pode tomar. E um desses caminhos é dizer, eu quero, após o ERGE, ir para um grupo de estudo da mediunidade. Só que quando a gente entra no estudo, ele já começa lentamente, com cinco minutos de vibração.

10 minutos de vibração, 15 minutos, 20 minutos, 30, 40... Aí, aquele grupo de estudo da mediunidade vai progressivamente se convertendo num grupo mediúnico no futuro. Qual é o caminho para você chegar a uma atividade mediúnica na casa espírita? Estudo sistematizado e depois...

o estudo e prática da mediunidade. Esse é o roteiro que o movimento espírita hoje apresenta para todos nós. Exato. Enquanto você faz esse caminho, que é muito bom, primeiro porque você estuda com um grupo de pessoas, e isso é muito acolhedor, e segundo que existe uma metodologia.

Mas enquanto você faz esse caminho, você pode, na sua casa, por conta própria, estudar também as obras básicas e, evidentemente, o livro dos médiuns. Para começar a ter uma noção, você faz isso em paralelo. Está aí. Hoje em dia você baixa esses livros, obras básicas.

até gratuitamente. Então você tem toda essa liberdade de já começar a estudar, mas é aconselhável fazer um estudo sistematizado porque o que se vê muito é que o nosso conhecimento fica de um jeito como se fosse um quebra-cabeça onde estão faltando sempre peças.

Então, eu entendo uma coisa, eu não entendo a outra, e às vezes a falta de um conhecimento prejudica o outro, e isso pode fazer com que se chegue conclusões erradas, por exemplo, sobre mediunidade. Então, você sistematizando o conhecimento, você vai abarcando conhecimentos que são à borda da mediunidade, mas que façam com que aquele conhecimento mediúnico, sobre a mediunidade, faça sentido.

Então faça as duas coisas, seria o ideal.

Eu vou só aproveitar, no período da pandemia, nós tivemos um trabalho junto com a FEB, que foi o estudo do Livro dos Médiuns, que o Jacobson Santana Trovão desenvolveu. Ele faz o estudo completo da obra O Livro dos Médiuns. Fiquei como dica, aí no YouTube da Web Rádio Fraternidade, se você digitar estudando o Livro dos Médiuns, Jacobson, você vai ter acesso à playlist, são mais de 100 lives. Então, assim...

e são lives de uma hora, uma hora e pouquinho, muito boas, que vai ajudar a entender o livro dos médiuns, e isso que a Sam e o Jorge estão sendo também importante para você ir tendo contato, estudando na casa espírita que você frequenta. Divina, traz mais uma pergunta aí. Divina pegou sua gripe, seu espirro. Não.

Você não falou para mim. É 9041. Então vai lá. Nem sei qual que é. É Elahá. Eu me tremo. Não, mas isso aqui é só um controle interno. Fica tranquilo. Não, mas eu me tremo pela quantidade. Meu Jesus, tem tudo isso. Não, isso aqui está tudo, né? Jorge. Na juventude, tive um relacionamento onde engravidei.

Era um relacionamento firme, era noiva, mas o noivo não queria o filho. E eu, sem força para sumir, sozinha e sem conhecimento, pois ainda não era espírita, terminei interrompendo a gravidez. Casei com esse noivo, separei. Tive um relacionamento após a separação desse noivo com quem casei.

Engravidei outra vez, em circunstâncias bem mais complicadas. Novamente, na mesma circunstância do pai não querer a gravidez e querer me fazer interromper a gravidez. Só que dessa vez, não tive mais coragem e decidi ter o filho sozinha. Pergunto, essa segunda circunstância foi uma nova chance de fazer o certo?

Na lei de causa e efeito, fico com essa dívida, com a lei? Posso quitar a minha dívida ainda nesta vida? Essa segunda circunstância, a qual não vai me ajudar no meu débito? Detalhe, passei a ser espírita.

São dramas humanos que a gente percebe, e a pergunta da nossa irmã pode ser a pergunta de muitos outros nossos ouvintes, dos nossos internautas, e vamos ouvir o Jorge Assange. Bom, primeiro é preciso entender que o objetivo da lei de Deus não é punir as pessoas, mas é educá-las. Esse é o objetivo da lei de causa e efeito.

O objetivo da lei não é ficar olhando ah, você fez coisa errada, porque senão eu vou te punir. Não. Você fez uma coisa errada? Foi, foi errado. Então vamos te dar novas oportunidades para que você se corrija daqueles que você fez. Então você já passou pela experiência uma segunda vez e tomou a decisão de dar prosseguimento à gestação. Isso é muito bom. Isso é muito bom. E segundo o que a divina está valendo, você diz que a divina está valendo.

em condições piores, a segunda. Então, é sinal de que você estava realmente em melhores condições espirituais, porque estava pior e tomou a decisão acertada. Então, ótimo.

Se fosse ao contrário, eu diria, bom, digamos, eu tive uma situação muito difícil e aí eu decidi interromper. Aí eu tive um novo relacionamento, estava mais fácil e eu não interrompi. Então, assim, a gente não pode dizer, ah, foi ótimo, porque não se sabe se a repetição da situação difícil não seria motivação para você interromper a gestação. Como você diz que a segunda foi pior...

Então significa que a maturidade havia chegado e você conseguiu realmente alcançar esse objetivo. É muito importante que nessa dinâmica da vida e pelo entendimento que o Espiritismo nos dá, que nós não carreguemos culpa nas nossas almas. A culpa não nos ajuda. A responsabilidade, sim, mas a culpa, não.

Então, como você já fez uma caminhada grande, você não tem que ficar pensando, a lei vai me punir, vou pagar meu débito. A gente não pensa nisso, a gente tem que pensar assim, será que eu já me eduquei o suficiente em relação à maternidade? Será que se eu voltasse a ter a idade de adolescente que eu tive lá atrás, com o entendimento que eu tinha, com o entendimento que eu tenho hoje, será que hoje, sem o conhecimento espírita, eu faria isso?

Porque, veja, é até fácil... Estou colocando uma palavra um pouco pesada. É até fácil você tomar essa decisão com o conhecimento espírita. Então, tomar essa decisão com o conhecimento é uma coisa. Tomar essa mesma decisão sem o conhecimento é diferente, porque você não tinha o conhecimento que tinha. Então, muito provavelmente, você está em condições bem mais satisfatórias do que antes.

que você aprovou para si mesma que conseguiu ultrapassar esse obstáculo. Só que é provável que numa próxima existência você é adolescente de novo, desconhecedora da doutrina espírita, para recolocar você na mesma situação. Eu coloco você nas mesmas condições de temperatura e pressão. Adolescente de novo, idade de novo.

o mesmo, o outro parceiro, isso aí não é o que vi, que parece que o vínculo com o parceiro não era muito forte, mas aí você retorna para a mesma condição e diz, vamos ver se a experiência, o conhecimento espírita, tudo que ela viveu, vai fazer ela tomar decisão diferente agora. Aí volta a pessoa para o mesmo palco, o mesmo cenário, a mesma coisa, vamos ver a decisão que ela toma. Se ela tomar decisão errada, então...

A história vai se repetir até que você consiga se reequilibrar diante da vida. Não pense nos aspectos punitivos da lei. Pense no que você pode crescer em maternidade. O que você pode entregar de maternidade para seu filho e para outras mães, para netas que você venha a ter no futuro, amigas.

quanto de contributo a sua experiência pode auxiliar a vida de outras pessoas. Porque na medida em que você vai exercitando isso de ajudar os outros, a sua alma profundamente se convence de que isso é verdadeiro. Porque na repetição do ensinar, do dizer, do fazer, você vai encharcando sua alma nessa parte. E quando no amanhã...

uma mesma situação como essa, você é adolescente de novo, acontecer, você vai ter muito mais forro moral para tomar a decisão mais correta no futuro que aguarda a todos nós diante dos nossos tropeços e equívocos. Eu achei interessante que você estava fazendo, na sua pergunta, um verdadeiro cálculo matemático com a lei de causa e efeito.

Leite causa e efeito, né? Tentando ver se o que aconteceu hoje já é o suficiente para quitar o que aconteceu no passado, se eu fico devendo alguma coisa que eu tenho ainda que pagar no futuro, como se eu estivesse devendo para um banco. E as coisas não são assim, não.

Não pensa tanto nisso de modo que esse teu pensamento te limite, te dê medo. Não. Te sente livre disso e vive tua vida plenamente como você precisa viver, como é a proposta divina. Aproveita cada momento, cada ocorrência da sua vida e faz o melhor.

Lembra de como Jesus cuidou, acolheu aquela mulher que nós carimbamos de mulher adúltera, como se ela não fosse mais nada além do adultério. Mas aquela mulher, o que Jesus fez? Ele conseguiu fazer com que ninguém julgasse ela.

Mas ele, que era puro de coração, disse, eu também não te julgo. Vai e não tornes a pecar. Vai e não faz a besteira de novo. É só isso que é preciso.

E o que é o vai? É o mais importante, é o que a vida te convida. Segue em frente. Toca a sua vida. Leve. Leve. Sem se preocupar enquanto você está devendo para o banco de Deus. Não. Você, naturalmente, vivendo de uma maneira leve, fazendo escolhas prudentes,

Com a maturidade que você desenvolveu, dizendo não, quando você foi pressionado pelo marido, você já mostrou essa transformação, essa maturidade, você sem sentir, vamos considerar o débito bancário, você está quitando esse débito.

Então segue tua vida, vive o melhor e não tornes a pecar, nem nessa área, nem nas outras áreas da tua vida, que vai estar tudo certo. Agora, uma coisa importante é saber se você conseguiu quitar essa sua preocupação com a sua consciência. Porque senão você não vai seguir em frente. Quando Jesus diz vai, ele diz...

perdoe-se porque eu já te perdoei, ninguém aqui te julgou, falta você se perdoar. E seguir em frente. E não se preocupa, como Elahá colocou, o que precisar acontecer, vai acontecer para você, não é se quitar, mas se fortificar nessa área, de uma maneira que você nem percebe. Às vezes esse segundo casamento, que infelizmente não deu certo,

foi aproveitado como um método para você se fortificar. E você venceu, você se fortificou. A vida vai te trazer situações para te fortificar. Para você trabalhar o que você ainda titubeia, sempre que você precise se preocupar. Mas por onde você passar, quando tiver aquela encruzilhada da vida, aí lembra de Jesus. Eu não posso voltar a errar. Rubens.

Antes da gente seguir... Pode falar. Eu queria dizer a você, eu queria dar só uns parabéns aqui para uma pessoa, que é a Maria da Luz. Eu visitei Maria da Luz lá em Guarabira, na casa dela. Fizemos um evento na cidade e ela não podia ir. Estava muito doente, não podia ir. Estava num tratamento difícil.

Aí eu disse, então eu vou na casa dela para vê-la. Mas você vai perder o voo? Não, não vou perder. Nós vamos até lá e vai dar tempo. E aí arranjei um piloto audaz, o piloto audaz fez a gente chegar na casa dela, aí a gente conversou um pouco, a gente não se conhecia pessoalmente, a gente se encontrou pessoalmente e depois eu fui embora, peguei o avião e fui embora. Deu tudo certo. E então...

Ela estava fazendo tratamento, estava com uma medicação, mas a justiça tinha que liberar, porque é muito caro, muito pesado, não dá para comprar o medicamento. E a justiça agora liberou para ela a medicação. E ela vai tomar a medicação que ela estava precisando para que ela possa ter...

uma possibilidade maravilhosa de recuperação dessa doença toda. Gente, isso é muito bom. Maria da Luz, eu estou muito feliz, muito mesmo. Ela escreveu aqui que já tomou a primeira dose, segunda-feira passada. Olha, eu vi o programa, mas era gravado. É verdade. Vou contar a história, a luz desse programa. Nossa.

Ai, ai, mas eu devia, já separou a linha. Ela está num dos grupos aqui, eu estava procurando.

Ela parece que está em um dos grupos aqui de prece, mas eu tinha procurado, não achei. Mas com relação ao que a Samia falou e o Jorge, tem uma frase muito legal do Chico que ele diz o seguinte, embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo.

Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. Quer dizer, quem de nós podemos julgar, apontar os dedos? Todos nós, gente. Independente de qualquer coisa, nós erramos. Se não erramos nessa vida, é muito difícil, porque nós estamos num mundo de provas e expiações. Erramos em outras vidas. E estamos aqui. Então, eu quero dizer para essa nossa irmã que siga em frente.

Siga em frente. Esse pensamento que você está tendo agora já é o primeiro passo. Já é o primeiro passo para que você possa seguir. E a pergunta é o seguinte. É...

Jorge Alarrá, no livro A Noviça e o Faraó, de Hermínio Miranda, conta a história real de uma menina inglesa que, após um acidente doméstico, aos três anos, recobra a sua identidade de 3.200 anos atrás no Egito. No livro...

Hermínio Miranda narra que a menina, quando viveu no Egito, ainda jovem, era uma aprendiz de sacerdotisa.

E, ao conhecer o faraó, 7-1, acaba por ter um relacionamento proibido com ele e depois suicida. O faraó desencarnou nove anos depois dela. Passados 3.200 anos, em 1907, ela é reencarnada.

ainda jovem, recebe a visita do faraó materializado e passam a ter encontros amorosos por mais alguns anos. Ela desencarnou em 1981. Sabemos que a materialização de espíritos exige muito por parte do médium, mas não seria mais fácil ele ter reencarnado junto com ela? Gostaria de um comentário seu sobre este livro.

Você está vendo que a gente não passa nada? Eu não li esse livro. Eu não li o livro, mas vou comentar o que a pessoa aí contou da história. É o Marcos Cordeiro que nos escreveu pedindo essa ajuda. Ok, vamos lá. Primeiro que Kardec não usa essa nomenclatura materialização. Ele usa aparição.

Por que ele usa? Porque existe a aparição tangível e a aparição não tangível. A aparição tangível é a chamada materialização mesmo, que você toca no espírito, você pega nele, você sente que ele tem corpo. E tem a materialização não tangível, em que o espírito é visível, mas ele é meio translúcido. Você passa a mão, a mão atravessa ele.

mas nem por isso você deixa de percebê-lo. Então, quando ela fala que ele se apresentava para ela, isso pode não ser necessariamente uma materialização com todos os ingredientes que a gente conhece na materialização. Pode ser uma evidência, ela está sozinha com ele, e ela então percebe ele nitidamente e tem a sensação de que ele está materializado.

E na medida que existe uma conexão entre esses espíritos, eles podem ter, sim, algum tipo de vínculo do ponto de vista espiritual. E aí quero dizer que essas relações estão, pelo menos o que acontece, é no indivíduo desdobrador. Não é no corpo. Nós temos no livro Missionário da Luz, de André Luiz.

uma história que aparece logo nos primeiros capítulos da obra. Missionários da Luz, deve estar aqui, mas não está. Nesse livro, que é um dos dez livros mais... Missionários da Luz, acho que está aqui comigo. Muito bem. Nesse livro tem a história do Marconde. O Marcondes...

Eles vão fazer uma reunião no mundo espiritual e o Marcondes não aparece. Aí eles destacam duas pessoas para ir buscar o Marcondes. Chega lá, Marcondes está com três mulheres, três espíritos femininos, num conluio com o Marcondes, num relacionamento sexual fora do corpo. É assim.

legítimo no sentido de que é real, eles estão se relacionando, mas são os espíritos, né? A intensidade das relações são... É esse mesmo, olha aí. Por isso não está aqui, está lá. Eu estou num andar da casa, sem a metá no outro, por isso que está assim. Mas eu quero dizer para vocês que eu estou num andar, ela está no outro, porque a casa é pequenininha e aí não tem que ser doido mesmo, porque é tudo tão pequenininho que igual casa de boneca, aí não cabe no mesmo andar, tem que ser.

Um no outro no outro. Então, nessa obra, você vê esses relacionamentos assim. Durante a Idade Média, havia um nome que o pessoal dava, os íncubos e os sucubos. Os sucubos eram os demônios femininos e os íncubos, os demônios masculinos que se relacionavam com as pessoas sexualmente. Essa relação...

ela é uma relação espiritual, só que traz para o corpo físico as emoções como se ela fosse no corpo físico. Então, a pessoa sente as emoções no corpo físico, embora o relacionamento esteja se dando no mundo espiritual. Daquilo que a gente conhece sobre esse fenômeno, essa é a informação que eu poderia lhe passar. Eu não li a obra, não sei, mas o Herminho de Miranda adora essas coisas bastante interessantes, como a rainha do Egito.

a noviça e o faraó. E não sei nem se eu tenho ele por aqui, teria que dar uma olhada. Mas são histórias que não estão fora do recorte, do razoável, dentro daquilo que a teoria espírita sobre mediunidade e relacionamento apresenta.

Eu uso o termo materialização, mas pode não ser uma materialização, pode ser um desdobramento seguido da presença de alguém de maneira tão evidente que eu sinto o toque, eu sinto todas as emoções. Pode ser uma aparição não tangível, também pode ser, ele está semi-materializado na minha frente, eu vejo de olho aberto a entidade se aproximando, também pode ser, e pode ser menos provavelmente.

uma materialização no sentido pleno e absoluto, que aí já vai exigir uma quantidade de fluido vital muito maior, já é um fenômeno bem mais difícil de ser. Então, eu ficaria no entendimento de uma materialização não tangível ou aparição não tangível ou um desdobramento puro e simples, com tanta intensidade, que a criatura tem a sensação de que está fisicamente com alguém.

No livro E a Vida Continua também tem uma personagem, uma senhora, se eu não me engano, E a Vida Continua, do André Luiz, o último da série. Uma senhora também que tem um envolvimento com um parceiro que está no mundo espiritual e ele a visita todas as noites. E é ela que desdobra. Ela desdobra, ele chega lá, ela desdobra e ficam juntos.

existe muito no mundo espiritual, nós retornamos na pastura espiritual com a personalidade que nós temos, ninguém vai criar asas só porque perdeu o corpo físico. Então as pessoas muito apegadas à matéria, elas não conseguem, por questão lá, se desprender das sensações que não conseguem dar. Entendeu? Então algumas ficam presas a isso. Isso não significa que não exista amor.

Entendeu? Em e a vida continua, dá bem a entender que eles querem estar juntos, querem. E essa senhora encarnada que não lembra direito o que aconteceu, ela praticamente vive desse amor.

que sente por esse parceiro, que eu não lembro direito a história, que está já no mundo espiritual. Só que aliada ao amor existe esse apego excessivo à matéria, o que faz com que o corpo espiritual, quando nós estamos muito vinculados à matéria, ele seja mais denso, mais pesado.

do que quando a pessoa já se espiritualiza mais, já vai se desapegando das coisas materiais, ele também, o corpo espiritual, acompanha isso e se torna mais sutil aos olhos mortais e já não dá tanta importância, por mais o amor permaneça ao mesmo. Muito bem, é o nosso Pinga Fogo, edição de número 305.

305. Vamos para mais uma pergunta que a Divina separou ali para a gente, mas eu queria mandar um abraço para todo mundo que está nos escutando pela rádio. Tem muita gente que já deitou e falou assim, vou deitar aqui, mas eu vou ficar ouvindo. Aí algumas escrevem assim, eu dormi, mas eu acabei de escutar o programa pelo YouTube.

Um abraço para todo mundo que está também retransmitindo o Pinga Fogo pelos canais parceiros. Muito, muito obrigado, viu, gente? Divina. É, Samer, há mais coisa entre o céu e a terra do que a gente imagina, né? Muito mais. Então, ainda, sobre Manuel Filomeno de Miranda, uma pessoa fala o seguinte, ó, Li E

Em um dos livros de Manuel Filomeno de Miranda, não lembro qual, que uma reencarnação pode ser planejada pelos espíritos trevosos.

e que tal operação poderia ser realizada com o consentimento da espiritualidade superior. Comentei isso numa roda de conversa espírita e causou polêmica. Será que li ou interpretei erroneamente? Poderia comentar algo sobre isso? Te passo para vocês ajudarem a nossa irmã. Posso, posso sim. Isso está no livro Nos Bastidores da Obsessão.

que é o primeiro dos livros de Manuel Filomeno. Que, quando eu estava encarnado, a capa era essa aqui, hoje deve ser uma totalmente diferente. Então, nesse livro aqui, existe exatamente isso. Uma encarnação que é planejada pelo mundo espiritual interior. Aí você vai dizer, Mané, é possível entender isso? Como é que pode? É, pois é. O que Manuel Filomeno fala sobre isso?

Os espíritos perversos estão planejando a encarnação dele para que ele vá para fazer uma série de coisas erradas. E assim, a técnica da reencarnação é uma técnica. Eu posso ter grandes magos no mundo espiritual negativos. E eu posso ter espíritos que conhecem a técnica reencarnatória sem serem necessariamente bons. Então eu tenho técnicos...

que sabem como aquilo acontece e podem promover as conexões para que essa entidade possa renascer. Tá, tá, sim, mas eu quero saber como é que ficam os mentores nisso. Exatamente nisso, porque os espíritos perversos, os espíritos equivocados, planejam a reencarnação deles e os mentores planejam em cima do planejamento deles. Eles não sabem que eles fazem parte do planejamento da espiritualidade, porque é assim.

eu quero encarnar um espírito mal. Eu tenho um espírito mal, um espírito perverso, e eu quero que esse espírito perverso reencarne. Ele não quer ir, ele não quer reencarnar. Ele não quer encarnar. Então, se tiver um grupo de espíritos perturbadores que desejem que ele reencarne, eu digo, deixa eles fazerem que ele venha para a carne. Eu quero que ele venha. E quando...

Quando ele estiver encarnado, a gente vai colocar um pessoal em volta dele para mudá-lo. Uma menina que vai ser aquela jovem que vai se apaixonar por ele vai tirá-lo daquele mundo, que vai oferecer uma nova perspectiva, porque ele também vai passar pelo esquecimento do passado, ele também vai ter um abrandamento das memórias e ele pode, de repente, pegar um caminho diferente daquele que esse grupo assim planejou. Então, é importante observar.

que o grupo pode estar fazendo, mas eles estão fazendo parte de um planejamento maior que eles não estão vendo, porque os mentores estão dizendo deixa eles fazerem, deixa esse cara reencarnar, porque enquanto eles planejam que ele vai fazer o mal, nós vamos aproveitar que ele está na carne e vamos ter grande chance de mudar o caminho dele. Assim como todos nós, quando encarnamos, temos a possibilidade de mudar. Então é assim.

É planejado pelo mundo espiritual inferior? É, mas sobre os auspícios dos mentores espirituais, porque o próprio mal está a serviço do bem.

E é interessante, porque a Terra é uma escola ou hospital, e quem é que vem para um hospital? São os doentes. E Jesus, que comanda esse orbe, que coordena tudo, a vontade dele, a vontade da espiritualidade, é que eles pudessem recolher quanto mais almas adoentadas fossem possível. Só que elas têm o livre-arbítrio de dizer não.

em alguns casos perdem esse livre-arbítrio, mas a maioria estão em regiões escuras, em regiões infelizes, que nós chamamos de trevas, que se fogem do renascimento, a espiritualidade aguarda e mantém, elas ficam por lá. Agora, olha só, eles têm a ideia de planejar o renascimento de alguém, facilitou o serviço para Jesus.

Não foi? Facilitou o serviço para Jesus. Então o que acontece? Você vai nascer, você vai aprontar, você vai estar nessa área, nós vamos estar com você.

Aí ele renasce um bebezinho, esquece de tudo, mas nasce com a índole difícil. E um outro planejamento é feito na espiritualidade. Olha, é o seguinte, nós vamos ter ele renascido e vamos ter esse grupo de desencarnados que vão andar aqui pela crosta tentando influenciar ele a fazer o que foi planejado lá embaixo. Então nós vamos tratar os espíritos e vamos tratar o rapazinho para que eles sejam conduzidos.

a outros ambientes. Nós vamos cortar o que eles tentaram influenciar de negativo e juntar gente para influenciar de positivo. Está ótimo.

Então, vamos analisar, olhando pelo olhar de Jesus, eles também são doentes. Então, se eles voluntariamente dizem, eu vou para o hospital para aprontar no hospital, que é o planeta Terra, aí o médico Jesus diz, deixa ele vir, que quando ele chegar aqui, ele vai esquecer de tudo, e a gente vai conduzir ele para o tratamento, que ele tem que ser conduzido. O amor sempre vence no final.

É isso mesmo, gente. Vamos para mais uma pergunta, vou pedir de vida para trazer para a gente. Qual que eu te falei? Sete. Há mais de 20 anos atrás, em uma noite de brincadeira, meu esposo brincou com minha mãe, que sempre reclamava da saúde, e disse, quando será um enterro?

E minha mãe, rindo, disse, olha, eu vou e você vai logo atrás. E meu pai, rindo, disse, e eu vou também logo atrás. Um súbito pânico me assombrou. Eu chorei muito, fiquei chocada.

E no ano de 2021, minha mãe faleceu. Em fevereiro, sete meses depois, meu esposo. E oito meses depois, meu pai. Eles selaram esse destino, esse compromisso? Será? Mas para vocês. Olha, embora seja muito surpreendente a história, porque ela encaixa certinho.

Eu vou colocar isso no capítulo das coincidências sucessivas, porque isso também acontece. Eu já falei não sei quantas vezes que eu estou para morrer, que está faltando bem pouquinho, mas eu ainda não fui. Se um dia que eu disser isso, no dia seguinte eu tiver um treco e desencarnar, as pessoas vão dizer, pois ele disse ontem que ele ia morrer, e ele foi.

eu costumo dizer, ah, já estou tão velho, não sei nem se eu volto, não sei nem se é inteiro o dia de hoje. E, na verdade, isso não chega a ser, evidentemente, uma coisa que a gente diga, ah, como a mãe falou, o pai falou, o esposo falou, então vai se cumprir.

Eu diria que isso pertence ao capítulo das coincidências sucessivas, que existe sim porque não é uma fala de alguém brincando que pode determinar coisa do tipo. Teria muito mais poder se fosse uma coisa diferente, numa discussão...

eles brigando dissessem, eu quero que você morra, eu vou desejar todos os dias a sua morte e tal. E aí uma energia se cria e um pensamento contínuo de querer que o outro morra, habita naquela ambiência e pode sim interferir na saúde, no equilíbrio emocional e, de alguma forma, influenciar nessa desencarnação. Nesse caso aqui, é...

Nesse caso aqui, eu imagino que seja, na verdade, apenas uma coincidência do fenômeno que aconteceu, embora seja bem surpreendente, três. Mas acho que cai no capítulo das coincidências sucessivas. Parece mesmo ser coincidência, apesar de existirem casos. Existe um caso que está no livro Caravana de Amor,

onde foram reunidas algumas cartas consoladoras de Chico Xavier, psicografadas por Chico Xavier, o caso de um jovem chamado Marcelo. E lá conta, porque antes de colocar as cartas do espírito Marcelo,

Geralmente o autor do livro faz a pesquisa com a família e faz um resumo da vida dele, quem ele era. E ele conta que esse Marcelo, desde criança, brincava. Ah, eu vou morrer mesmo, quando eu tiver uns 18 anos, eu vou morrer mesmo, mas ninguém ligava muito para isso. E quando ele tinha 18 anos, ele com essa mania de brincadeira, ele foi para uma festa de aniversário de uma prima.

E lá, conversando com o tio, o pai da menina, eles estavam bebendo cerveja e ele, o Marcelo, disse para o tio, ah, tio, vamos tomar bastante cerveja porque eu já vou morrer e logo depois de mim o senhor vai também. Vamos tomar junto. E aconteceu que logo depois o Marcelo desencarnou e o tio, uma semana depois, desencarnou também.

Então, a gente pode pensar em duas coisas, uma coincidência, mas o que se observa, porque depois nas cartas a gente sabe que ele viveu o que ele teria que viver, que realmente desencarnaria. Antes de desencarnarmos, quando nós entramos em contato e até participamos em alguns casos do planejamento, nós podemos saber que nós vamos desencarnar mais cedo.

ficamos desencarnados, criança, jovem, provavelmente em tal período, sem data marcada, mas provavelmente em tais circunstâncias. Nós não lembramos isso, mas por algum motivo, quando eu tenho vontade de fazer uma piada, eu faço uma piada falando isso. Eu vou conversar, eu converso, como se fosse uma brincadeira, mas isso significa que isso está passando pela minha cabeça. Entendeu?

Então, a gente pode até dizer que é uma premonição, mas não é nada. Formar, olha, estou avisando vocês. Era no tom de brincadeira. Mas não é que a brincadeira puxou o acidente. Mas possivelmente um planejamento espiritual que o espírito conhecia fez com que quando ele quisesse brincar com os colegas, com a família, ele tendesse a falar aquilo que estava guardado no inconsciente dele lá, sei lá.

e ele acabava jogando isso para as pessoas. E quem sabe ele também não soubesse da morte do tio que seria junto. Olha, eu vou antes de você e a gente volta junto. Não sabemos, né? Mas como disse a divina, há mais coisa entre o céu e a terra do que a gente pensa. Tem as particularidades de cada um, né? Existe também uma coisa importante. Na matemática existe uma coisa chamada a mostra irrisória.

O que é amostra irrisória? Você vai num universo de dados e você mete a mão e puxa um parafuso. Olha aí, parafuso torto. Estão todos tocam porque eu peguei um torto. Mas ele pegou justo o torto. A amostra é irrisória. Então, para eu poder dizer que tem alguma coisa, eu teria que dizer o seguinte. De duas mil pessoas que falaram que iam morrer com 18 anos, 95% delas morreram. Gente, o negócio é verdadeiro.

E quantos que dizem que vão morrer com 18 e não morrem? Não tem uma desencarnação. Então, existe esse fator do não acontecimento do evento que eu também tenho que considerar. Não, mas eu olho só, olha, ele diz que morreu e morreu. É, tem. E disseram que não foram. Só que a gente percebe muitos fenômenos assim, das pessoas dizendo, não sei, eu tive um sonho.

Sonho que eu vou desencarnar e tal. Aí você percebe que tem alguma coisa espiritual conectada aí. Mas a brincadeira sistemática das pessoas...

Pode ser, isso que a Samia comentou, ser um processo através do qual você está acessando um planejamento que mesmo que inconscientemente você sabe que tem uma programação dentro de você. E eu sou várias pessoas que diziam eu não vou viver muito, eu vou morrer cedo e tal. E realmente desencarnaram cedo. Eu conheço vários. Eu conheço vários que disseram e que não foram. Então, há uma coisa dentro de nós e pode existir também alguns fenômenos que não sejam.

carece de dados para que a gente possa afirmar de uma maneira mais objetiva isso. Pode ser uma intuição? Pode. Mas a gente não pode tomar isso como verdade, salvo nos casos em que as pessoas têm aquilo muito forte. Eu sinto, não é uma brincadeira, eu sinto em mim que isso é assim que vai ser, é desse jeito.

E as coisas acabam acontecendo porque o indivíduo traz na sua matriz de memória algumas lembranças muito claras do que vai acontecer com ele. Mas não é por causa da brincadeira. Não é por causa da brincadeira. Não, a brincadeira não gera isso. Isso mesmo, gente. Pode falar, Edvina.

Não, isso me fez lembrar, Samy e Jorge, porque eu perdi um sobrinho com 18 anos, né? E a mãe dele, a minha cunhada...

Sempre ela tinha os pensamentos assim, tipo assim, ela é muito católica, ela e meu irmão, e tipo assim, olha, você vai perder o seu filho cedo, você vai perder o seu filho, sim, sabe, aí ela balançava a cabeça como se não quisesse escutar aquilo e outras vezes sonhava. E assim, aí quando ele fez 18 anos, ele morreu de acidente de automóvel.

E isso, assim, marcou muito. E ela, depois, em alguns encontros, comentou, porque ela não comentava sobre isso, porque ela tinha medo de falar que ela tinha esses pensamentos e tinha essas intuições. E aí, depois, ela comentou conosco. E aí, você falando isso aí, mas o Jorge, a gente fica pensando. São essas coisas que a gente carrega no nosso interior.

que vinha esses pensamentos, esses sonhos, essas coisas assim. Só que este caso que você está comentando, Divina, é bem mais provável de ser verdadeiro, porque não nasce de mim, não vem da minha vontade, né? E tem, de certa maneira, uma repetição. Eu vou aproveitar, vou contar uma história rapidinho aqui, uma história real, rapidinho. Uma vez a mãe da Samia veio visitar a gente, e aí quando ela chegou em casa,

Ela desceu do carro, chorando, abraçava meu filho, beijava, chorava. Aí, chorando, me abraçou, chorou. Eu perguntei para ela, o que a mãe tem que ela está assim, tão emotiva? Ah, quando ela era nova, meu pai leu na borra de café que ela ia morrer com 69 anos. E ela já vai fazer 69, está achando que vai morrer, que essa é a última viagem dela. E aí está desse jeito que acha que vai morrer. Deixa eu conversar com ela. Aí...

Ela foi para o quarto, se ajeitou, foi a hora do almoço, disse, bora, vamos almoçar, vamos almoçar. Aí ela veio para sentar na mesa do almoço. Aí eu perguntei para ela, mas o que é que essa criança tem que está tão chorosa, meu Deus? Aí quando eu falei, ela me abraçou e começou a chorar. E ela chorava, e ela se engasgava, e soluçava, e não conseguia contar, e que ela ia morrer, e que era com 69, e que não sei o quê, que o marido viu na borra de café. Aí deixei ela terminar, quando ela terminou, e disse...

E vai morrer que nada. Pare com isso. Ainda vai durar 12 meses ainda. Não vai morrer agora. Aí ela começou a rir. Aí no dia que ela fez 69, eu liguei para ela. Olha, hoje é o último dia. Eu falei, se ela está lembrada, lembra disso. Quando eu me lembro que vai ser hoje? Vai ser hoje. De hoje ela não vai escapar. Já vai fazer quantos? 90.

Nove anos. A previsão do meu sogro deu errado.

Aqui, olha, no chat aqui, a Gilane, eu sonhei quando criança que morreria com 41. Agora tem 41, falta dois meses. Vai fazer 42. Vai fazer 42, mas eu espero ficar. Ai, gente, está certo. Não é fácil, não. Antes da Divina fazer a pergunta, eu queria trazer aqui, que a gente vai ter um evento aqui em Uberlândia.

a peça teatral Ave Cristo vai ser apresentada no Teatro Municipal no dia 28 de março, às 19h30. Está apoiando esse evento e se você que está aqui na cidade ou aqui na região quiser acompanhar, dizem que é lindo a peça. Quem lê o livro já pode ter uma ideia, né?

E levar lenço para poder enxugar o rosto. A gente vai estar lá, né, Rubens? Se Deus quiser. A gente vai estar lá. E o Rubens adora teatro. E assim, é só acessar. Acessar onde, Rubens? Você traz a notícia e não traz aonde que vai. Acessar para poder ver esse... Adquirir um ingresso, né? É lá no Teatro Municipal aqui em Uberlândia, ou no Teatro Municipal.

Romão Pacheco. E eu trago daqui a pouco direitinho os dados de onde é que você pode adquirir o ingresso, tá bom? Mas a Divina traz para a gente ter uma próxima pergunta, Divina. Podemos falar que Jesus realizou milagres? Como a doutrina explica o milagre? Com vocês.

O capítulo 15 do livro A Gênese é dedicado especificamente à análise dos fenômenos classificados como milagres que Jesus teria praticado. Como é que a doutrina espírita enxerga? A doutrina espírita não nega que os fenômenos tenham acontecido. Isso é muito importante.

A doutrina espírita não diz que Jesus não curou o cego, que ele não curou o paralítico, que ele não curou as pessoas lá com ranceníase. Ela não diz que não fez. E também não diz que é uma coisa que qualquer pessoa pode fazer. Não. Para fazer isso, precisa ser um espírito muito especial, com uma capacidade muito grande de doação de fluido, para que, de maneira instantânea, você consiga restaurar.

de saúde de um indivíduo. Então, isso é muito importante. Não se nega e também não se diz que qualquer pessoa pode fazer. Só pessoas muito especiais podem realizar esse fenômeno. Só que eles não estão fora da lei da natureza. São fenômenos da natureza que a gente, por não conhecer, não consegue imaginar como seja. Por exemplo, quando a Nhanguera, ou foi Caramuru, não me lembro qual foi,

pegou álcool, acho que foi em Anguera, pegou álcool e tocou fogo e fez a água, é uma água pegar fogo, os indígenas ficaram apavorados com ele, porque ele estava fazendo uma coisa que era uma bruxaria. Mas isso é um fenômeno natural, apenas como eu não conheço, eu tomo a conta de fantástico.

Se uma pessoa da idade medieval visse a gente falando no computador, diria que é uma bruxaria. Como é que a gente entrou dentro desse aparelho? Como é que a gente está falando? Como é que você vai explicar? Mas isso aqui está tudo dentro da lei da natureza. Quando eu não conheço a lei, eu acho que é uma coisa extraordinária, que é uma coisa extraordinária, que é um milagre. O Espiritismo diz, não.

É um fenômeno normal, está dentro da lei da natureza, mas não é um fenômeno ordinário. É um fenômeno extraordinário, embora seja natural. Então, o capítulo 15 da Gênesis, que estuda os milagres, rotula os milagres na visão da doutrina espírita como fatos extraordinários. Estão dentro da lei, nem todo mundo faz.

mas os espíritos de alta evolução são capazes de produzir esses fenômenos que não estão efetivamente quebrando as leis da natureza, estão apresentando faces da lei que nós ainda não conhecemos e por isso nos surpreendemos quando eles ocorrem.

E é interessante a leitura desse capítulo 15, porque Kardec pega alguns chamados milagres, faz todo um comentário como ela já colocou, e ele busca explicar como esses fenômenos aconteceram, considerando o magnetismo, considerando o que já se conhece sobre o fluido cósmico universal.

o poder da vontade, enfim. E ele vai mostrando, em alguns fenômenos, qual foi o mecanismo por trás que poderia ter causado, ter possibilitado isso. Então, é interessante a leitura. É a Gênese de Allan Kardec. Muito bem. Vamos lá. Eu quero mandar, quero mandar. Buenas noches, Marcelo de Montevideo. Marcelo foi meu tradutor lá em Punta del Leste.

Quando eu cheguei lá para fazer a palestra, ele disse assim, eu me apresentei que eu quero traduzir você para o espanhol. Eu disse, graças a Deus, meu filho, porque eu não vou precisar fazer esforço para falar em espanhol. Aí eu fiquei ouvindo várias palestras suas para eu me familiarizar com o seu vocabulário para fazer uma tradução o melhor possível. E aí o Marcelo está aqui na live hoje. Buenas noches, Marcelo. Seja muito bem-vindo.

Muito bem. Para você adquirir o ingresso para o teatro, acesse o megabilheteria.com e você procura lá o evento em Uberlândia, o evento Teatro Ave Cristo, você vai poder encontrar lá. São vários tipos de ingressos. O teatro tem 700 lugares. É um teatro.

foi ainda no teatro de Uberlândia, mora aqui em Uberlândia, vai gostar muito. Muito bacana mesmo. Muito bacana. Bom, Jorge, a Divina vai fazer mais uma pergunta. Ela disse que não entendeu muito. Vai fazer, vai. O que fazer... Pode fazer, Divina. O que fazer de forma prática para enfrentar um momento de sofrimento imenso de alguém que amamos? Amamos muito.

Logo, também seria o sofrimento dessa pessoa, por sofrer junto, né? Eu acho que é isso. Eu também acho. É isso mesmo. Como é sofrimento do outro, é sofrimento meu também, porque se eu amo o sofrimento dele, é sofrimento meu. O que fazer? O que fazer para...

Fazer, assim, para ajudar essa pessoa a enfrentar. Para ajudar. Imagina que sim, que ela colocou aqui. Por isso que eu falei que eu não entendi muito. Para enfrentar um momento de sofrimento. Para enfrentar, ok. A resposta para esta pergunta, quem deu foi o Buda, 600 anos antes do nascimento de Jesus, no primeiro discurso que ele faz no Parque dos Servos.

onde ele apresenta um discurso que é chamado do primeiro giro da roda do Dharma. Ali o Buda disse, a causa de todo o sofrimento da humanidade é o desconhecimento das leis espirituais. Se nós não compreendemos que somos almas imortais, queremos sobreviver à morte e que nada pode nos destruir, se não entendemos a lei de causa e efeito,

que justifica males que aparentemente não provocamos, se não entendemos a reencarnação que reúne as criaturas para que elas se rearmonizem, se não entendemos a lei da evolução que através das experiências desabrocha as virtudes nas pessoas e se não entendemos que a felicidade é o destino de todos nós a partir do momento que experimentamos o amor, nós iremos sofrer.

Então, para o Buda, o antídoto para o sofrimento humano é a compreensão verdadeira das leis espirituais. Não é só dizer assim, ah, não, eu sei sim, ah, não, eu li e tal. É realmente enxacar-se dessa verdade.

E sentir em plenitude isso é realmente aproximar-se disso para que a compreensão de que a vida é imortal, que tem lei de coisa feita, que tem reencarnação, que tem evolução, que existe a felicidade, que o amor é a regra do universo, a gente vai conseguir promover esse processo de transformação. Mas para isso...

eu preciso fazer esse movimento de conhecimento das leis espirituais. Isso é o que o Buda disse 600 anos atrás. Quando Jesus chegou, ele reafirmou a mesma frase. Ele disse, Conhecereis a verdade espiritual, que é todo esse conjunto de princípios, e a verdade espiritual...

vos libertará do que? do sofrimento então é um conhecimento da lei o entendimento dos propósitos da vida que permite a criatura que ela consiga olhar com mais serenidade que ela consiga, como ela colocou na pergunta enfrentar os desafios avançar

mesmo sofrendo com tristeza, com saudade, com dores, com machucamentos, mas com a certeza de uma manhã feliz, na questão do reencontro, da saúde verdadeira das pessoas, do destino todos nós juntos, a caminho da felicidade. Eu tenho que ter isso. Se eu não tiver esse conjunto de princípios em mim, fica muito difícil. E dizia o Buda, é impossível alcançar a plenitude da alma que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que o que

sem ter o conhecimento das leis espirituais. E é muito complicado quando uma pessoa que a gente ama está sofrendo. As mães sabem disso. Quando os filhos adultos passam pelos seus dramas e desafios, até como nós passamos antes, né?

A mãe começa a sofrer porque o filho está sofrendo e não sabe como lidar com isso. E às vezes, em relação à pessoa que nós amamos, às pessoas que nós amamos, nós temos um comportamento estranho. Nós achamos que temos o poder de vida e morte, de felicidade e infelicidade sobre essa pessoa.

Então, se eu cuidar, ele não morre, ele não adoece, vai estar tudo certo. Como eu amo, aquela pessoa vai ser feliz, vai conquistar todos os seus sonhos, como se nós tivéssemos esse poder e nós não temos. A pessoa que mais nós amamos, ela também tem a sua jornada de crescimento e às vezes nessa jornada existem alguns espinhos pelos caminhos que tem o objetivo de fazê-la se fortificar. Mas como é que uma mãe, no nosso exemplo, vai pensar assim?

e às vezes a gente fica tão desorientada que a gente não tem como ajudar o nosso filho. Mas assim, quando tem alguém, um amigo, ou quem for que nós amamos muito, que sofre, muitas vezes a primeira coisa que a pessoa precisa é de alguém que valida esse sofrimento. Porque tem muita gente que vai dizer que é isso, está chorando por causa disso, deixa para lá.

Então, fica perto, validar esse sofrimento é legal. E sempre lembrar da oração, que é o nosso grande remédio para as coisas impossíveis. Então, orar por nós, para que a gente saiba lidar com a situação, e orar pela pessoa que a gente ama.

Orar para que ela tenha lucidez, tranquilidade, que não caia no desespero, para passar, enfrentar, lutar em cima daquele desafio que chegou na vida dela. Muito bem. Muito interessante o que o Jorge falou do Buda, esse entendimento de verdade, essa entrega.

E a Sâmia falou sobre essa questão das mães, de você saber fazer o acolhimento para aquele que sofre naquele instante e deixar com que ele vá passando por aquele problema, por aquela dificuldade, o que você puder fazer por ele fazer, mas fazer esse acolhimento, que às vezes é necessário.

Vamos para mais uma pergunta que eu pedi para a Divina separar ali para a gente. Vamos lá, Divina. Olha, a pergunta que o Rubens pediu aqui... Ah, Divina. É a 96... Não.

Até eu perdi ela aqui. 98. Isso, silêncio, está marcado. Ó, é errado pedir a Jesus, olha, essa irmã precisa de um acolhimento aí, ó. É errado pedir a Jesus para desencarnar? Tenho quase 60 anos, não realizado. Vivo, isolada. Peço para Deus acelerar a minha missão aqui na Terra. Passo para vocês.

Na verdade, não sei se é um irmão ou se é um irmão, porque não tem o nome. Olha só, esse pensamento é um pensamento não natural, porque o pensamento natural é o pensamento da continuidade da existência. Se a pessoa está agasalhando a ideia de que a vida não está mais tendo sentido, é porque ela está doente. Ela está doente, porque...

O adoecimento emocional é que nos faz não quero mais viver, não quero mais, não quero mais. Por trás disso é que estão essas questões. No livro O Homem Integral tem uma frase de Joana muito boa em que ela diz todo transtorno mental, todo transtorno indica sofrimento.

Então, se a pessoa está tendo esse tipo de comportamento, é porque ela sofre. Existe algum sofrimento ali por trás. Então, a solução não é dizer assim, não, então você vai preocupar, se você tem que combater isso. Não é dessa forma. Nós temos que descobrir a razão pela qual você está sentindo essa solidão. O que está acontecendo? Às vezes a gente vive em família, mas sente sozinho. E às vezes a gente é sozinho mesmo.

que a gente precisa fazer? A gente precisa fazer aquilo que é natural da criatura humana. O livro de Joana chamado Amor Imbatível é o Amor, lá no final, lá no capítulo 12, ela vai dizer o seguinte, o homem é um ser gregário e não adianta. Nós somos um ser gregário e o que produz satisfação, equilíbrio, harmonia é viver junto dos outros.

Nós não vivemos verdadeiramente felizes na completa solidão. Se você vive na completa solidão e não quer convivência, existe um adoecimento aí. Nós precisamos conviver. Você que está fazendo essa pergunta precisa conviver. Precisa ter amigos. Precisa ter alguém que ache graça com você. Que você faça coisas juntos. Que você tenha cumplicidade em algumas coisas.

minha sugestão para você, procure no centro espírita, em qualquer casa, em qualquer cidade, procure no centro espírita e diga, eu quero trabalhar no serviço assistencial dessa casa. Para trabalhar no serviço assistencial, a gente não precisa de grandes conhecimentos, mas está com vontade. Então, você chega lá e diz, olha, eu quero ajudar no bordado, no tricô, fazer a sopa, cortar verduras, eu quero fazer alguma coisa. E na medida que você for fazendo, você vai...

se realizando em ser útil, descobrindo potencialidades de felicidade que estão em você. Ao mesmo tempo, também, você vai ter a possibilidade, lógico, de conversar com pessoas, lidar com pessoas, e isso abre novas perspectivas de relacionamento. Isolado, você não vai conseguir resolver esse problema. Não sei se é mulher ou homem, mas sozinho, um-um.

Nós somos seres criados para vivermos em grupo. Portanto, é muito importante que a gente procure os instrumentos de saúde para todos nós. Essa questão de ir em grupo é essencial. Nós somos seres gregários. A gente precisa viver num lugar onde a gente sente que tem pertencimento, que a gente pertence àquilo.

E, Ra, é excelente isso, entrar num trabalho assistencial na casa espírita ou no local que você frequenta, no seu templo religioso. E não só isso, tem outras opções. Vamos fazer um curso que a gente sempre sonha e nunca fez. Vou ser baterista, vou fazer um curso, vou me juntar com outros alunos que querem ser bateristas. Então, eu estou ali no meio.

Um curso de aprender costura, de cozinhar. Às vezes nós entramos naqueles cursos que é importante a gente gostar, mas é um curso que nos ajuda a trabalhar essa solidão, porque a gente vai construindo. Mas nós também, às vezes, temos que trabalhar a nossa personalidade. Por que nós estamos nos sentindo tão só? Que uma coisa é nós vivermos sozinhos.

mas nos sentirmos bem. Não, foi a minha escolha, mas eu tenho um grupo, eu tenho uma rede que eu posso contar. Mas o que faz com que eu viva só, me sinta só, e isso me doa ao ponto de eu não querer mais viver?

e eu não ter construído vínculos para que eu possa ligar, para que eu possa dizer, gente, vamos fazer um lanche aqui em casa, vamos nos unir, nos juntar e vamos fazer uma viagem, vamos no cinema. O que fez com que eu não conseguisse construir isso ao longo da minha vida?

O treinar, nós nos doarmos é importante num trabalho assistencial. O treinar, nós convivermos através de cursos ou outra coisa parecida. A oração, porque da feita que você entrou nesse estado de menosvalia, de querer desaparecer, de não querer mais viver, você está querendo fechar os olhos porque você só vê dor do seu lado. Então, nesse momento, é preciso que a gente se apoie na oração.

reconhecer a nossa pequenez, reconhecer sim, eu estou adoentada da alma, estou sofrida e eu quero ajuda. E buscar ajuda não só do divino, mas daquilo do material, do profissional. Um psicólogo, um terapeuta que possa lhe ouvir e compreender e te ajudar a responder algumas perguntas que você ainda não se fez, para tentar entender o que fez que você chegasse nesse estágio.

e a proposta de trabalhar isso. Muito bem, Divino, mais uma pergunta. Bacana, viu, Samia? A procura, às vezes a gente acha que é só a procura do Divino, e essa procura do médico, que terreno para se tratar, é muito importante.

Era isso que ia falar Não só o psicólogo, mas às vezes Um psiquiatra mesmo Fazer esse tratamento E outra coisa que foi dita aí por vocês A questão de cursos Que Sem querer você vai ter que conviver Com outras pessoas ali Num curso de pintura De música, de dança

E coisas assim que a gente vai distrair também. E também o trabalho assistencial, que a gente precisa se doar, levantar até aquele horário para poder fazer alguma coisa muito bacana. O importante, minha irmã ou meu irmão...

é que você se movimente. E se você não der conta, peça ajuda para que alguém possa te ajudar no início, até mesmo te levar nesses cursos, te acompanhar no médico. Isso é importante, muito importante. E que Jesus possa te envolver e você melhorar rapidinho. A pergunta aqui, Jorge e Sâmia, é a seguinte.

gostaria de saber se a glândula pineal começa a aparecer já no reino animal ou só no reino ominal? Com vocês, hein? Veja, o corpo do ser humano é fruto de um longo processo evolutivo que vem se dando. Então, as nossas mãos, a forma como ela é,

nossos olhos serem dois, nossos ouvidos, estrutura do nosso corpo, ela vem sendo aprimorada nos estágios anteriores. Então, os animais anteriores ao ser humano, sim, eles possuem glândula pineal. Existe, só que a gente não pode tratar a glândula pineal com toda a extensão que ela tem no ser humano.

pela possibilidade de servir como instrumento para a mediunidade. Mas ela tem as suas funções orgânicas, que são ela que dá o start para o adolescimento das pessoas. Eu disse adolescer, não disse adoecer. O adolescimento, ficar adolescente ou ficar puberdade. É ela que tira a gente da infância e joga para...

iniciar as transformações. Ela segrega uma substância que vai para hipófise, a hipófise vai para tireóide, tireóide vai para as gônadas, testículos ou ovários para fazer as nossas transformações orgânicas. Então, ela é um relógio biológico dentro de nós. Ela é que dá o nosso start de mudança. Isso para trás. Então, os animais anteriores ao ser humano, os vertebrados, de maneira geral, verificou o exercício dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos exercícios dos

são notados nessa glândula com funcionalidade que vai se aprimorando até chegar no ser humano com muito mais diversidade de funções, inclusive com os aspectos ligados à espiritualidade e à mediunidade. Ok. Tranquilo. Então, tá bom. Deve eu trazer mais uma, Jorge e Samir. A rua de mãe? É.

estava me sentindo mal e fui a uma rezadeira. Ela me disse que tenho trabalho feito. E se eu não mandar desmanchar, aí ela coloca os símbolos do dinheiro. E tiverem feito despacho, eu morro. Não acreditei. Poderia comentar essas práticas?

Passo para vocês. Que o pensamento negativo exerce influência sobre nós é fato. Que existe a obsessão, nós todos sabemos. Que os espíritos podem se vincular a nós pelo ódio, nós também temos total conhecimento disso. E também sabemos de entidades que se vinculam a outras pessoas sem terem uma relação direta com eles.

mas em função de até acordos espirituais que são feitos. No livro Libertação, da série de André Luiz, nós temos ali uma história muito conhecida nossa, que é a história de Margarida. Meu livro Libertação... Acho que eu tenho melhor os minhas que estão aí. Acho que tem melhor.

O livro Libertação tem a história de Margarida. A Margarida era obsidiada por 60 espíritos. Meu Deus, ela tinha 60 inimigos. Não. Na verdade, era uma falange que estava exercendo esse papel, porque uma outra entidade havia dito para elas, eu quero que vocês, a meu mando, vão para a casa de Margarida e a perturbem. É o começo da obra. O final vai ser feliz da história.

Mas há essas 60 entidades ali promovendo a perturbação dela. Muito bem. Nem todo mundo tinha vínculo direto com Margarida. Então existe, sim, a possibilidade de que alguém, espiritualmente, perturbe um outro alguém sem ter uma relação direta com essa pessoa. Mas em função de certos arranjos que no mundo espiritual existem. Então, trazendo isso para o caso que você está colocando,

Sim, é possível que existam entidades que não têm vínculo conosco e que estejam fazendo isso. Sim, é possível que os espíritos perturbem. Sim, é possível que o pensamento negativo nos interfira. Tudo isso é verdade.

Mas também é verdade que a prece neutraliza. Também é verdade que a prática no bem nos desconecta das entidades perturbadoras. E também é verdade a imensidão de amigos que a gente tem. Não é só o Roberto Carlos que tem um milhão de amigos. Nós também podemos ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar.

Por quê? Porque na medida em que nós procuramos o bem, oramos, sintonizamos, buscamos, nos conectamos ao divino, nós superamos essas coisas. Claro, tem tropeços, tem quedas aqui, quedas ali, queda da existência, mas a gente pode fazer muita coisa se a gente se desconectar. Kardec dizia o seguinte, a melhor forma de se afastar dos maus é aproximando-se dos bons. Então, não são...

É pata de coelho, talismãs, amuletos que vão fazer isso. É a transformação do indivíduo que pode fazer. Ah, mas alguém fez um trabalho para mim e Jesus fez um outro para você também. Eles fizeram e Jesus também tem um trabalho lindo feito a seu favor. Por que você olha para o trabalho que aquele fez e não olha para o magnífico trabalho que o Cristo preparou para a sua vida?

você tem uma quantidade enorme de espíritos benfeitores que estão a seu dispor para ajudar, para impulsionar o progresso. Só que a gente tem que sintonizar com o bem. Se eu ficar negativo, depressivo, achando que está tudo errado, com raiva dos outros, com ódio, com mágoa, vivendo na negatividade, todas essas energias vão fazer sentido na minha vida e isso poderá me fazer mal. Mas, se eu souber reagir a tudo isso, procurando...

a sintonia com o bem, nós desfazemos esses vínculos sem a necessidade de nada formal, porque a maior força do universo é o amor. A técnica pode muito, mas o amor pode tudo. Muito bom, eu não tenho nada a dizer. Está completo.

Muito bem, a gente vai caminhando para o final do programa, não vou pedir para o Jorge fazer a prece, mas eu queria falar para a nossa internauta Denise Lima.

ela colocou um comentário aqui, Denise, mas eu não entendi a pergunta, então eu queria pedir para você mandar para a gente, ou no WhatsApp da rádio, depois, ou no fale conosco, arroba radiofraternidade.com.br, a pergunta completa para a gente poder trazer aqui para o programa, você está pedindo algumas palavras, mas acho que ficou faltando um pedaço, pelo menos a gente não localizou aqui a íntegra dessa pergunta que você colocou aqui para a gente.

Não é Denise Lino, não, né? É Lima. Não, é Denise Lima.

30, 49. Mas é isso. Então vamos caminhando para o final do programa. Vamos aproveitar esse momento. Eu sei que cada um de nós tem vivenciado experiências, muitas vezes desafiadoras. Às vezes a gente tem contato com o noticiário, o noticiário às vezes a gente fica com medo, assustado.

Às vezes você abre a internet e vê lá manchetes, o mundo vai acabar e agora tudo vai piorar. Calma, gente. Vamos confiar, porque quem está na frente de tudo isso aqui é Jesus. Então, vamos reforçar a nossa fé. Eu acho que nós estamos no momento de testemunhar todo o conhecimento que a gente tem. Então, nós somos catedráticos no evangelho ou na mensagem espírita.

Então agora é o momento de colocar em prática. E um dos pontos, talvez seja a nossa fé. A nossa fé e a nossa confiança no alto, que não desampara. Eu falava hoje, a nossa visão de tempo é imediatista. O tempo é bem diferente do nosso. Mas faz a prece aí, Jorge. Vamos lá. Vamos orar.

Majestoso Senhor das nossas vidas, Senhor do Universo, os nossos corações, cheios de gratidão, te buscam para te dizer o nosso muito obrigado pelas luzes que depositaste nos nossos caminhos ao nos ofereceres o conhecimento espírita que precisamos ver o que precisamos dos exercícios que precisamos ver o que precisamos ver o que precisamos ver

que nos auxilia a decifrar as nossas próprias vidas, a entender a razão das nossas próprias dores, mas, fundamentalmente, apontar para todos nós o que devemos fazer para alterar a história das nossas vidas, a fim de encontrarmos a felicidade.

Nós te rendemos graças, Senhor, por nos entregares essa doutrina tão maravilhosa que tem transformado verdadeiramente as nossas vidas, que tem mudado as nossas disposições mais íntimas, permitindo cicatrizar feridas antigas que trazemos dentro das nossas almas.

Nós te agradecemos, porque ela tem nos ajudado a entender a nós próprios, a entender as angústias que trazemos dentro de nós, através do entendimento da lei de causa e efeito. Te rendemos graças pelo entendimento que ela nos faculta para compreendermos os fios invisíveis.

que nos vinculam aos Espíritos que dividem conosco a experiência doméstica. A extraordinária oportunidade que tu estás nos oferecendo para que consigamos remover histórias de tanto tempo negativas nas nossas vinculações familiares e construir a partir do conhecimento espírita e construir a partir do conhecimento espírita

a chance de inaugurarmos nas nossas histórias de vida laços felizes, laços de harmonia que promovem nos nossos corações as transformações felizes que há tanto tempo buscamos. Ai, Senhor! Nós também te agradecemos pelas luzes que essa doutrina nos dá que entregam dos pontos dos pontos dos pontos que entregam dos pontos dos pontos que entregam dos pontos dos pontos que entregam dos pontos dos pontos que entregam dos pontos dos pontos que entregam dos pontos dos pontos que entregam dos pontos dos pontos

não só para entendermos a nós próprios, nem a compreendermos os nossos laços de família, mas para entendermos também o mundo em que vivemos, os conflitos que atravessamos, as múltiplas dores de uma sociedade que agoniza nos escombros do materialismo que nos fere a toda hora, a fim de que descobramos a tua lei e façamos a nossa marcha.

na direção da felicidade legítima. Nós te pedimos assim, Senhor, ajuda-nos a usar este conhecimento para decifrar os enigmas do mundo em que vivemos, as dores que estamos atravessando e dos contributos de paz que nós possamos oferecer nos ambientes em que estivermos. Fortalecem nós o propósito da oração e da harmonia interior.

para que possamos dar o nosso contributo na pacificação do planeta em que vivemos. Deixa, Senhor, com que as luzes do evangelho do teu filho Jesus alcancem a profundeza do nosso ser. E assim, sejamos capazes de contemplar as coisas que acontecem, enxergando a tua mão invisível, regendo...

Nós tivemos um probleminha no áudio lá com o Jorge. É isso? Travou tudo? Será que foi lá? Bom, travou tudo aí. Ou foi aqui? Não, aqui tá ok, né? Tá voltando. Tanto os dois que estão aqui.

melhores propósitos e guardando as nossas almas sob as tuas bênçãos de infinito amor. Muito bem, a gente teve uma queda na internet aqui, na transmissão, viu Jorge, daí? Mas tudo bem, deu pra encerrar. Voltou quase a encerrar. Acho que foi muita luz. Está devendo? Está chegando ao final do programa. Seu boa noite.

Eu queria deixar aqui o meu boa noite a todos vocês, né? E, assim...

deixar uma palavra aqui para todos nós, né? Porque às vezes a gente vê tantas dificuldades, tantos problemas, a gente fica assim, meio que perturbado, né? Com tantas coisas. Mas ao pensarmos assim, a gente precisa fazer uma reflexão dentro de nós. E que foi falado aqui, né? Jesus, a espiritualidade maior, né?

Nos ampara tanto, né, gente? Validou essa nossa encarnação. Então vamos crer e acreditar nisso, né? E como o Jorge relembrou aqui também falando do Buda, né? Que há tanto tempo atrás, né, trouxe para nós que a gente possa entender de verdade esse verdadeiro significado da nossa vida aqui. E através da crença, da esperança dentro dos nossos corações,

Seguirmos adiante, né? Seguirmos fazendo o bem sempre, em qualquer lugar que estivermos. Meu beijo, meu abraço fraterno a todos vocês. Uma excelente semana para o Jorge, para a Sâmia, para todos nós. E que Jesus seja sempre o nosso exemplo nas nossas ações. Muito bem, Sâmia, seu boa noite.

Boa noite a todos nós, que tenhamos uma semana abençoada e gratidão mais uma vez pela oportunidade de estar aqui. Pode falar, Vácio, Parnes. Quero aproveitar a oportunidade e agradecer a todo mundo que esteve comigo nesses 15 dias. Tanta gente, passei em tanto lugar, vi tanta gente, tantos nomes. Prefiro me reservar.

E apenas agradecer a todos a atenção, carinho, os cuidados que tiveram comigo nesses dias, deixar a minha gratidão e pedir a todos que estejamos atentos, que os desafios da hora são muito grandes, que a gente não esmoreça diante das dificuldades, se mantenha firme no propósito de mudança.

E é isso mesmo. E a gente está aqui 24 horas na rádio para ser um ponto de luz, de esperança, de fortalecimento para cada um. E antes de eu encerrar o programa, eu não poderia deixar de falar do livro. Está aqui. Saúde mental. Para você que...

não adquiriu, fica aí a dica para você adquirir compilado das perguntas do programa Pinga Fogo relacionadas à saúde mental vou colocar o link aí no chat para você, se quiser adquirir

Muito bom o trabalho, viu? Fica aí como dica para estudo e para até dar de presente, tá bom? Gente, fica com Deus, muita paz para todo mundo. E se Deus permitir, semana que vem a gente está aqui, 306. Daqui a pouco chega cinco anos. Você sabia que o dia 13 de abril vai estar na segunda-feira? Nós vamos cantar parabéns, vai comer bolo, né?

Vou trazer a língua de sógra.

vai dar na segunda-feira. Estava engraçado. Foi há cinco anos atrás, né? Foi na segunda. A data repete. É legal demais isso, né? Não, ô Jorge, só pra encerrar, pra passar assim uma vontade de 6.2... E no dia 11 é a Sâmia, né? Pois é, é mesmo. Passou uma vontade de 6.2, minha mãe fez pamonha nesse final de semana e mandou massa de pamonha pra mim.

bagaço sabe que sobre mas a massa ela pegou um punhado mais gente eu fiz uma pamonha assada mas ficou bom mas ficou bom é muito bom aí eu lembrei da Samia do Jorge comendo pamonha é além Goiânia aí eu até falei nossa como a Samia e Jorge gostam de pamonha aqui eu abriu

Foi mesmo. Palmonha gigante. Ai, gente, mas é muito bom. Fica com Deus, muita paz pra todo mundo. E se Deus permitir, a gente tá de volta semana que vem. Tchau, tchau, gente. Fica com Deus.

Web Rádio Fraternidade, a emissora do bem na internet. Quando a luz nasce, ela não precisa lutar contra a escuridão. Ela simplesmente ilumina.

Assim é o amor de Jesus, uma luz que transforma tudo ao seu redor. Meus discípulos serão reconhecidos.

Por muito se amarem. Palavras que atravessam séculos e continuam chamando cada um de nós. Haverá um só rebanho. Um só pastor.

Num mundo em que ainda surgem divisões, dores e incertezas, o Cristo nos devolve o rumo. Ele é o amor que acolhe, que une, que cura. A fraternidade é a norma sublime do Evangelho. É lei divina que clareia os caminhos humanos. É o amor e a presença de Deus entre nós.

A fraternidade será a base da nova era. Por isso, em 2027, não será apenas um encontro. Será um reencontro com Cristo. Com a esperança, com a fraternidade, com a nossa missão espiritual.

Décimo Congresso Espírita de Uberlândia. A fraternidade em Jesus. Um só rebanho, um só pastor. Dias 29, 30 e 31 de janeiro de 2027, no Center Convention, em Uberlândia. Dias para sentir profundamente. Dias para aprender. E dias para amar mais.

Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei. Venha caminhar conosco na luz do Cristo. Venha viver a fraternidade que nos reconduz ao coração de Jesus. Informações e inscrições acesse www.congressoespirita.com.br Esperamos você!

305 - PINGA FOGO Nº 305 JORGE ELARRAT E SAMIA AWADA | Castnews Index — Castnews Index