Futebol no Mundo #584: Brasil 3x0 Haiti, Holanda x Suécia e Alemanha x Costa do Marfim
No Futebol no Mundo deste sábado (20), falamos muito sobre o jogo da Seleção Brasileira contra o Haiti! Os nossos talentos discutem tudo que foi de bom e do que não rendeu no desempenho da Amarelinha. Vem com a gente!
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Alex
Leonardo Bertozzi
André Kfouri
Arjun
Chico De Laurentiis
André Donck
Gustavo Hoffmann
Mário Barra
- Análise Brasil x HaitiDesempenho da Seleção Brasileira · Estratégia tática do Brasil · Desempenho individual dos jogadores · Substituições e lesões · Saldo de gols e classificação · Matheus Cunha · Vinícius Júnior · Casemiro
- outros jogos da CopaBrasil x Haiti (Copa do Mundo) · Holanda x Suécia (Copa do Mundo) · Alemanha x Costa do Marfim (Copa do Mundo) · Brasil x Argentina (Copa do Mundo 1982) · Itália x Alemanha (Copa do Mundo 2006) · Brasil x Alemanha (Copa do Mundo 2014) · Alemanha x Argélia (Copa do Mundo 2014) · Brasil x Itália (Copa do Mundo 1970)
- Análise da vitória dos Estados UnidosPressão alta e intensidade defensiva · Gol contra a favor · Potencial para avançar na Copa · Jesse Marsch · Ricardo Pepi · Folarin Balogun · Weston McKennie
- Alemanha vence CuraçaoDisputa pela liderança do grupo · Força ofensiva da Costa do Marfim · Fragilidade defensiva da Alemanha · Histórico da Alemanha contra africanos · Florian Wirtz · Amad Diallo · Sébastien Haller
- Escócia na Copa do MundoEscócia x Marrocos (Copa do Mundo) · Falta de poder ofensivo · Histórico da Escócia em Copas · Torcida escocesa · Steve Clarke · Scott McTominay · Andrew Robertson
- Copa do MundoTunísia x Japão · Demissão de técnico da Tunísia · Favoritismo do Japão · Renato Gaúcho
- OTAN TurquiaEliminação precoce da Copa do Mundo · Falta de eficiência ofensiva · Desempenho dos jogadores · Stefan Montella · Yildiz
- Seleção Holandesa· EsportesMeio de campo forte e equilibrado · Dificuldade contra defesas fechadas · Potencial para ir longe na Copa · Ronald Koeman · Memphis Depay · Frenkie de Jong · Cody Gakpo
Alô, Brasil! Olá para você que é fã de esportes. Sábado de Copa do Mundo, podcast futebol no mundo na Copa, dia 10. Para falar muito dos jogos de ontem, vitória do do Brasil, dos jogos de hoje. Tem Holanda e Suécia, tem Japão, tem Alemanha, tem muitos jogos. Estamos aqui firmes e fortes todo dia ao meio-dia. A partir de agora, deixa eu abrir aqui no YouTube, no TikTok da ESPN, para sua participação. Muito obrigado sempre pela sua participação, pela sua audiência.
Estamos aqui todos vivos, estamos com sono, é provável, cansados, Sim, mas empolgado, senhor Arnaldo Bertozzi.
Claro, opa, afinal de contas hoje teremos o jogo 1000 da história das Copas do Mundo, Tunísia e Japão. Uma da manhã, tudo bem, então é amanhã, né, tecnicamente, mas é hoje lá, né, 10 da noite horário de lá, 1 da manhã horário daqui, mas 1000 jogos, hein. Então a gente vai chegar, já quer pedir para o fã de esporte ir falando o jogo, melhor jogo da história das Copas para eles? Poxa, boa ideia, já vai, já vai pedindo aí para ir mais tarde a gente ler, mas vai pedindo para o pessoal já ir falando aqui dos 1000 mil jogos da história das Copas, qual que é o seu favorito?
Qual o seu favorito? Atenção, então eu vou escrever aqui, tá? Tá. Hoje chegaremos aos mil jogos na história das Copas, aos mil, aos mil jogos de Copa do Mundo, certo? De Copa. Qual o seu de Copa? Qual o seu, qual, não, qual o seu preferido?
O melhor ou qual o seu favorito? Que aí o favorito tem a questão mais, é, sim, sim, pessoal, emotiva.
É, pode ser.
E aí, Donki, tudo bem, amigos? Sempre prazer estar com vocês. Falar bastante, né, da primeira vitória do Brasil na Copa do Mundo, mas também tivemos boas histórias. É, os Estados Unidos, segundo classificado, assim como o México, ambos com liderança garantida. Também vamos falar disso.
E tem enquete no ar, já postei a pergunta aqui. O que você achou da seleção brasileira? Muito boa? Boa? Deu para o gasto Ou decepcionante? Deu pro gasto é bom, hein?
Ah, pô, boa. Eu acho, cara, ok.
Faltou um ok aqui.
É porque assim, tecnicamente foi o jogo mais brilhante? Não. Mas acho que ela é boa e eu colocaria, voltaria no boa, porque eu acho que você encontrou um caminho a ser seguido. Se esse caminho vai levar a gente longe, aí a gente vai ver. Tem muitas coisas por resolver. Acho que o Brasil não é um time pronto, pelo contrário, tá se encontrando Tá ainda tateando o seu ideal dentro da Copa do Mundo, mas acho que a questão tática para mim é a grande notícia de ontem.
Acho que você vê o 4-3-3, acho que é por aí. Acho que esse para mim é o principal ponto do jogo do Brasil ontem.
Mateus Cunha, por favor. Gustavo Hoffmann, Gustavo Hoffmann, onde você está? Cadê, cadê?
Gustavo, tudo bem, companheiros? Fala aqui diretamente de Houston. Daqui a pouco tem Holanda e Suécia. Albertozzi me pegou com essas perguntas, hein? Eu tô aqui pensando nos jogos. São várias camadas, né? Tem, você tem o jogo mais marcante, o jogo, o melhor jogo tecnicamente. Caramba, tô pensando aqui, hein?
É difícil, é difícil. São mil, pô, são mil jogos, né?
A gente já tem uma rodagem, né? A gente já viu bastante aí desses.
Só o Donk que não.
André Kifuri também viu bastante desses mil jogos. De Copa do Mundo, hein, André?
Alex, rapazes, tudo bem? Bom dia, como vão vocês? É difícil responder, para não falar que é impossível responder, né? Porque a Copa do Mundo representa tanta coisa para quem gosta de futebol, e a Copa é uma coisa tão, tão sagrada, tão especial. Desde cedo na vida, quando a gente começa a perceber que existe algo que a gente não consegue explicar direito, que é, né, a nossa, a nossa paixão por esse jogo. E essa paixão ela se exercita nessas ocasiões, né, nessas, nessas partidas, nesses momentos, nessas lembranças.
Então se eu for obrigado, obrigado a escolher, eu acho que eu vou ficar com Brasil e Argentina na Copa de 82, mas eu certamente estarei cometendo alguma injustiça.
É difícil, hein? É difícil, mas eu, eu ficaria em 82 também. Ó, essa é para você, fã de esportes, para você participar e relembrar, viajar nesse momento de Copa do Mundo. Eu ficaria em 82, é, mas não era no Brasil.
Cara, eu acho que como tamanho de jogo épico pouquinho assim. Afinal de 2022 é absurda, tem muita gente falando Argentina e França. Agora o Donki me perdoe, mas Itália e Alemanha em Dortmund foi também, lógico, aquele jogo foi legal.
Tem mais de uma opção dentro da história.
E esse, esse Itália e Alemanha eu estava no estádio, e aí sim, em conversas como essa aqui que são menos formais ou nada formais, por um tipo de audiência que quer participar da conversa também, eu me sinto à vontade de falar sobre mim mesmo, né? Ah, eu fiz, eu acho, eu quero, etc. Mas, né, é, na televisão eu não faço isso porque eu acho que não tem cabimento. Por mais que na era atual quem não faz isso parece que não tá fazendo nada, né?
Porque as pessoas só só precisam o tempo todo falar de si próprias. Mas aqui a gente pode fazer isso. Esse Itália e Alemanha em Dortmund, no estádio, naquele dia, durante aquela campanha, com a presença dos italianos e tudo que aconteceu no jogo, com o Maradona 3 ou 4 filas acima trabalhando na televisão, com Pepe Bergomi, que eu pude entrevistar depois Ele também comentarista da RAI. Foi do lado dele que o narrador da RAI, que o Léo vai lembrar o nome, narrou o gol do Del Piero de maneira histórica.
Eu tô arrepiado aqui de lembrar da narração por causa da jogada do Cannavaro, os dois lances do Cannavaro no campo de defesa para a Itália jogar a bola para frente e o Del Piero fazer o gol. Então assim, eu ouvi essa narração, ela tava acontecendo 3, 4 filas acima de mim. Aos berros, evidentemente. Então assim, eu também tenho uma ótima lembrança desse dia, mas não por uma questão de paixão, né, mas por uma questão de falar, olha que coisa que a gente viu, que negócio bonito.
Então tem isso também, porque trabalhar com isso, né, cara, além de tudo assim, é a chance de testemunhar a história, né, que a profissão nos dá. Então, por exemplo, o Gustavo é um dos tantos que viram o 7 a 1 de perto.
Né?
E assim, pode ser uma coisa terrível para o brasileiro como torcedor, mas todas aquelas pessoas são testemunhas de um fato histórico e talvez irrepetível no futebol. Desses mil jogos, não dá para não citar aquele dia no Mineirão, né? Então também é um dia que as pessoas vão lembrar e tem que citar, não tem como.
Antes, Gustavo, eu tava pensando, né? Você estava nesse jogo em Dortmund Com quem, André Kfouri?
Eu estava nesse jogo em Dortmund com o cinegrafista Nilson Paz e o Marcelo dos Santos, o Thiago Blum, que hoje trabalha na Bandeirantes, foi nosso companheiro durante tanto tempo na ESPN. Quem mais estava?
Quem tava lá nesse jogo?
Porque a seleção, a seleção brasileira tinha sido desclassificada. E aí eu fui deslocado com essa equipe, nós estávamos cobrindo a seleção, eu fui deslocado com essa, com essa equipe que eu mencionei para cobrir a Itália e fui com a Itália até a final. Eu não estava na nossa posição de transmissão, eu estava um pouco abaixo. Paulo Soares narrou esse jogo, né?
Exatamente.
Sim, foi ele.
Gustavo, diga.
Nos encontramos na saída do estádio.
É, e tem histórias muito legais sobre a saída do estádio. É, foi histórias que nós vamos contar um dia aqui.
Fala, Gustavo, grande amigão.
Que saudade, né? Fiquei pensando aqui sobre os jogos, né? É assim, acho que o melhor Não tem como discutir muito a final de 22, né? Estava lá no estádio também, tive esse privilégio. Acho que o melhor não tem como discutir. O mais marcante, sem dúvida alguma, da minha vida foi o 7 a 1, sem dúvida alguma. Até seguindo um pouco a linha de raciocínio do André Kfouri, né? Aqui no podcast a gente tem essa licença para falar um pouco de nós.
Vocês, meus amigos, sabem o quanto que a Copa do Mundo de 2014, aquela cobertura da Alemanha mudou a minha vida para sempre, para sempre. E o 7 a 1 acabou sendo algo extremamente marcante, que vai muito além do futebol na minha vida. Então o mais marcante, com certeza, o 7 a 1. O que eu mais gostei, eu vou recuperar minha adolescência, porque aí eu vou lembrar da Copa de 94, que para mim é a Copa, ainda é a Copa mais marcante.
Poxa, tive o prazer de trabalhar em 4 Copas do Mundo em loco pela ESPN, cobri duas também pela, pela Trivela, na redação da Trivela. Mas eu não tenho como não lembrar e esquecer da Copa de 94, com 13 anos de idade, vivendo aquela paixão inigualável por futebol. Lembrar da final contra a Itália, comemoração nossa na rua, nas ruas lá de Campinas, sabe? Isso foi legal demais. E por fim, eu queria citar um jogo que aí, para fugir um pouco desse padrão dos grandes jogos né, que eu lembro demais, que aí eu acho que foi marcante, foi um baita jogo, e que acabou sendo importante também, que foi a vitória da Alemanha contra Argélia, Copa de 14, oitavas de final em Porto Alegre.
Trabalhei nessa partida, a gente tinha os direitos de transmissão, né, trabalhei nessa partida ao lado do Everaldo Marques. A gente até apelidou esse jogo de A Batalha de Porto Alegre, que porque foi um jogaço, algo espetacular. Então lembro muito desse jogo também.
Bira, até aliás, querendo participar aqui, tá em casa, vai descansar, Bira. Ele diz aqui França 3, Argentina 3 de 2022, fala de Alemanha Ocidental 3, Itália 4 em 70, Hungria 4, Uruguai 2 em 54.
Tem muita coisa, né? O Hoffman lembrava, né, esse jogo, quando eu penso, eu imagino o Neuer no meio de campo todo tempo. A minha lembrança específica desse jogo. Pegando jogos pra mim históricos assim, e ainda da perspectiva de alguém que viveu menos Copas do que vocês, quando eu penso em Copa do Mundo e remeto assim à história, pra mim automaticamente é Brasil e Itália na final de 70. Pra mim acho que é automaticamente a coisa que me remete à história da Copa do Mundo.
Eu acho muito marcante porque acho que a gente olha como a Copa influencia também questões extracampo. Pra mim Argentina e Inglaterra de 86 é uma coisa muito, muito forte. É, não dá para desassociar. Então para mim é um jogo extremamente marcante. E aí eu tô falando de jogos que eu não vi. Dos que eu vi, aí eu vou ser obrigado aos clichês, né, de 14, Brasil e Alemanha, a última final de Copa. E para mim muito especial, ainda que eu era muito pequeno, era criança, mas e aí não tinha leitura, obviamente, né, que hoje tá ainda mais trabalhando com isso.
Mas para mim pegou muito pelo, assim, aquele contato inicial com futebol. Brasil-Holanda na Copa de 98, para mim foi muito, muito especial também.
Tem muita gente falando aqui de tantos jogos, mas eu não consigo esquecer do Sarriá.
Tá bom. É, para quem assim, eu tinha um ano, não vou ter memórias, mas para quem tem memórias é uma coisa inesquecível, né? Tanto pelo tamanho do jogo quanto pelo tamanho do trauma, né, que ficou marcado por gerações. Ontem eu tava dando uma entrevista sobre Argentina e a Inglaterra, os 40 anos da Mão de Deus, né, para um podcast. E falava como o Brasil ainda tava vivendo muito o trauma do Sarriá, né? Tanto que assim, o Telê volta, mas o Brasil volta muito diferente para aquela Copa, volta com Elzo no meio-campo, porque tinha aquela ideia de que não dá para jogar com 4 meio-campistas todos muito técnicos, né?
O time tem que ser mais pragmático e tal. Isso foi uma mentalidade que ainda acompanhou o futebol brasileiro por muito tempo, no tripé. E o próprio Telê, né? O Telê até ser campeão com São Paulo ficou com aquela marca de Puts, que pé frio, o cara monta grandes times mas não ganha nada e tal. Mas que bom que a história, até houve tempo para história ser justa com o Telê ainda, né, porque ele não merecia ficar tão marcado assim.
Tudo isso porque nós estamos falando de seleção brasileira. Ontem o Brasil venceu o Haiti por 3 a 0, um primeiro tempo convincente, mas não podemos esquecer do adversário. Mas o caminho para a montagem do time ontem me parecia ser o ideal para seguir a Copa do Mundo, né, André?
Pois é, eu concordo com você, Alex. Eu penso exatamente desse jeito. Então, por partes, né? O resultado é importantíssimo, é o único resultado que a seleção brasileira poderia alcançar. Nada diferente disso seria aceitável. E eu não tô fazendo grandes elogios, nada. Tô falando do placar, 3 a 0. É claro que fica uma sensação depois, né, que o jogo termina, que a seleção brasileira deveria ter aproveitado a oportunidade de um segundo tempo inteiro mais acréscimos para fazer pelo menos mais um gol, no seguinte sentido, para fazer um placar que tornasse mais complicada a missão de Marrocos quando Marrocos enfrentar o Haiti, né.
Do ponto de vista bem prático, a nossa sensação: Marrocos tem jogo para fazer 3 a 0 no Haiti? Claro que tem. Eu acho que ninguém duvida disso. 4 a 0, talvez não. 5 a 0, eu já acho que o Marrocos não faria. Mas, ah, André, que loucura! Seleção Brasileira não tinha um time alguns dias na estreia, é agora depois de um 3 a 0 você tá reclamando? Não, eu não estou reclamando. Aliás, bem diferente disso, falei no Linha de Passe ontem, eu pessoalmente esperava pouco mais do que o mínimo necessário.
Eu esperava um placar de 2 a 0, não achava que ia ser mais do que isso, embora torcesse para ser mais. Só que quando termina o primeiro tempo 3 a 0, é natural que você pense e ache que vai acontecer um placar maior, né? Seleção Brasileira com jogo à disposição, né, para não cometer erros defensivos e continuar insistindo, continuar atacando. Foi o que aconteceu. Até cometeu erros defensivos, até passou um outro susto, mas, e também continuou atacando, teve volume, teve chances para fazer pelo menos mais 2 gols, não fez.
E vai ter que lidar com essa questão do saldo, que pode até jogar o Brasil para segunda posição nessa chave. Tomara que não. E aí, né, como jornalistas, a gente torce por várias coisas. É claro que a gente torce para Seleção Brasileira, E a gente torce também para melhor logística para nós, né, para nossa logística. E a nossa melhor logística claramente é o Brasil se classificando em primeiro. Então a torcida fica ainda maior.
Que que eu achei sobre o jogo? O time um pouco melhor posicionado, também não foi uma maravilha, mas Casemiro jogando protegido com 2 jogadores à frente dele, no meio de campo de maior suporte. Achei que ele fez um bom jogo. Bruno Guimarães, excelente jogo. Paquetá começou mal, mas depois jogou com desenvoltura, com dois toques, fazendo a bola rodar, se mexendo. Douglas Santos, jogo de confiança, acho que a posição é dele. Rafinha infelizmente se machucou, e ao que tudo indica o Brasil vai perdê-lo para o resto dessa Copa do Mundo.
E é mais uma baixa no lado direito, uma coisa impressionante o que está acontecendo. A seleção O Ancelotti vai perdendo, ele perde um lado, aí ele inventa um lado, ele perde o lado direito de novo. E é o que vai acontecer mais uma vez, ele vai ter que reconstruir. E obviamente, né, Vinícius e Matheus Cunha. Acho que agora ninguém mais discute a posição, o lugar do Matheus Cunha no time. E o Vinícius continua sendo o jogador que resgata a seleção brasileira, os gols passaram por ele, ele mais uma vez foi foi o jogador mais perigoso, que mais preocupa o adversário.
E além disso, o que eu mais achei positivo foi que eu tava em dúvida se o Ancelotti prepararia um time para golear o Haiti e depois ele pensaria no que seria necessário para o restante, né, para o último jogo contra a Escócia e quem sabe a fase de mata-matas, quem sabe no seguinte sentido, qual adversário, etc. Mas eu entendi que ele fez um time que é— esse é o time com o qual ele vai continuar essa Copa do Mundo, ajustando, variando aqui e ali, mas a plataforma vai ser essa.
E eu acho que com essa plataforma o Brasil tem chance de, como disse muito bem o Gustavo ontem, porque muita gente fala assim, ah, o Brasil vai se reinventar. Se o Gustavo fosse crescer durante a Copa, eu acho que esse time pode crescer durante a Copa.
Gustavo, tá travado.
Já, já, já, já, já, já. É, tá chegando perto da hora do jogo, a internet no estádio vai oscilando, vai oscilando. Diga, diga, Léo.
É, primeiro assim, a gente até conversava fora do ar aqui com o Donque, né, de ter estranhado a ausência do Matheus no primeiro jogo. E acho que a volta dele, acho que corrige essa questão, porque ele é um jogador fundamental para conectar os setores, para fazer o time jogar. E para ser essa peça que— Bertozzi, oi, diga, pode falar.
Desculpa te interromper, só aproveitar que o sinal de internet sumiu, que aí depois eu volto mais tarde para falar de Holanda. Mas só para deixar meu rápido, desculpa, Bertozzi. Acho assim, vou tentar ser coerente com o que eu disse ontem, né? Ontem eu falei em baixar a expectativa, por isso eu acho que o resultado no final das contas foi o mais importante ontem, uma atuação que poderia ter sido muito melhor no segundo tempo, mas eu vejo de maneira geral como um bom jogo do Brasil, que precisa crescer, precisa evoluir.
Eu acho que deu esse passo. Se olhar no jogo contra o Haiti, o Brasil para mim deu um passo à frente nessa evolução necessária para se tornar realmente um candidato a título de Copa do Mundo. Então, no pacote geral da partida, saldo bastante positivo, um 3 a 0. A gente tem visto, né, nessa Copa, como jogos entre fracos têm provocado surpresa, o Haiti sem grande dificuldade.
Bom, Gustavo volta daqui a pouco então para falar mais de Holanda e Suécia. Aí na porta do estádio a turma tá chegando agora, principalmente os torcedores holandeses.
A única mega goleada que a gente teve 11 contra 11 foi Alemanha e Curaçao, né? Mesmo Canadá e Catar foi condicionado pelas discussões. Então assim, jogos não estão para isso, né? É claro que a gente cria uma expectativa, mas ainda mais ontem, eu penso, depois de ver um jogador machucar, sabe? É, às vezes até inconsciente você dá uma baixada no ritmo, você administrar. É uma Copa que pode ter 8 jogos. Enfim, o Brasil teve gol anulado do Hendrik, que foi por um detalhezinho, meio corpo.
A chance que o Ederson perde no final com gol aberto Podia ter sido o quarto gol. Pô, o Brasil podia ter feito, mesmo sem fazer um grande segundo tempo, o Brasil teve uma outra bola ali para fazer um quarto gol, poderia ter feito, não seria nenhum absurdo, né? Então acho que não é nada absurdo pensar que podia ter feito um a mais. Agora também assim, o Brasil pode ganhar de mais de um da Escócia, pode, né? Para aí obrigar o Marrocos a fazer mais.
Então acho que o Brasil tá bem posicionado para ser o primeiro ainda, tá bem posicionado. Acho que a gente não pode perder isso de vista. Embora o Brasil vai enfrentar uma Escócia que sabe que se perder de pouco provavelmente entra. Então assim, a Escócia deve fazer um jogo bem, bem, bem, bem, bem cauteloso, bem assim fazendo conta, porque a Escócia não precisa ganhar o jogo e ela não precisa nem pontuar pensando na situação de terceiro.
Então vai ser um jogo bem curioso esse. Voltando para ontem, o Matheus é esse jogador, cara. Ele é o, ele é o 9 recuado, ele é o 9 que vai voltar para abrir espaço para o atacante. Se você pega o mapa de movimentação, ele é a ponta do losango, que agora o Brasil não tá mais com 2 volantes, Casemiro e Bruno. O Brasil tá com Casemiro e Bruno e Paquetá avançados, e o Matheus Cunha voltando para jogar nessa ponta. Por quê? Porque aí você tem jogadores de pausa, né?
Você tem o Paquetá, que é um jogador que pausa, que lança, que coloca a bola em profundidade, como colocou para o gol do Vini, e esses caras de ruptura. Aí eu acho que o Haiti cometeu um erro fatal, que assim, colocar aquela última linha de 5 um pouquinho mais avançada, porque era tudo que o Brasil queria, né? Pediu, pediu para tomar, e o Brasil agradeceu. Muito obrigado. E acho que o segundo tempo o Ancelotti também tinha que assim botar o Hendrik, coloca esses caras na Copa do Mundo.
Queira ou não, tirando o Neymar que não pode jogar, ele já colocou todos os atacantes que ele podia colocar na Copa do Mundo, né? Todo mundo já sentiu o gostinho. Agora a disputa tá aberta, é a principal questão, como levantou o André. Quem joga no lugar do Rafinha? É difícil, né? Vamos ter essa conversa agora.
E até por isso que eu falei da nossa enquete, que acho que foi boa, muito por conta desse aspecto. Poderia ter sido mais, foram 8 finalizações, mas um Brasil muito efetivo quando chegou perigo. Até os lances que o Léo falou, tem ainda a bola na trave do Martinelli e tem o do Rafinha que tava impedimento, mas se saiu o gol teria checagem, talvez até revertesse. Então eu vou muito do que o André tava falando assim, eu sustento muito a minha ideia, a minha argumentação Nisso, na questão de encontrar o time.
Acho que isso era o mais importante para sequência da Copa e ele encontrou. Se vai dar certo é outra história, mas é um Casemiro mais protegido. Eu acho que o Paquetá deu uma resposta muito positiva depois de um jogo abaixo, tanto defensivamente quanto com a bola, e participa muito bem de 2 gols. O Bruno Guimarães poderia ter tido várias assistências caso as chances tivessem sido construídas. Acho que tem um ponto que é determinante que ele tocou também, o posicionamento da linha defensiva do Haiti, um time que competiu tanto com a Escócia, mas acabou dando esses espaços.
É, para mim, uma grata surpresa em meio a tantos questionamentos é o Douglas Santos, porque ele já tinha feito um jogo correto contra o Marrocos, é, com a dificuldade do lado direito do Marrocos. E ontem, muitas vezes que chamou atenção, ele dando amplitude, né? O Vinícius por dentro, é, jogando ali com o Matheus, e o Douglas Santos abrindo o campo. Então acho que isso também acabou sendo positivo. Lógico, era condicionado a um adversário como Haiti.
Então assim, não foi uma maravilha, acho que não é, nossa, tá todo mundo encantado, e acho que ninguém tá nessa, nessa ilusão. Mas acho que teve coisas positivas de um time que conseguiu construir uma base para sequência da Copa. E acho que teve atuações individuais, o Vinícius mais uma vez se confirmando como o protagonista do Brasil, e o Matheus Cunha indiscutível. E até já projetando um pouco o jogo na do próximo, na partida, a Escócia mudou.
É contra o Haiti, contra Marrocos fez a linha de 5. Tudo bem que tomou o gol logo com 1 minuto, com a movimentação de Marrocos explorando exatamente isso. Mas um cara que nem o Matheus Cunha, além da bola que ele joga, e para mim que tem que ser titular, vai ser importante para criar esse espaço no duelo contra a Escócia.
André, eu plenamente, tô plenamente de acordo. E acho que também dentro do ambiente da Seleção Brasileira, enquanto a gente conversa aqui, os jogadores entre eles, a comissão técnica, o que prevalece é uma sensação positiva de ter feito uma atuação estável depois de tanto descontrole, tantos riscos que a Seleção Brasileira correu contra Marrocos. O ponto principal em tudo isso, Alex, é quem estava do outro lado que você falou, precisamos, não podemos esquecer de quem era o adversário.
É fato, é claro. Seleção Brasileira enfrentou um time que, além da vontade, além de uma certa fisicalidade exagerada, achei que os haitianos passaram do ponto algumas vezes. O árbitro deu um cartão logo nos primeiros minutos, mas não foi suficiente para abaixar essa, essa volúpia física que eu achei que passou do limite. Mas Além disso, o Haiti tinha pouco a oferecer e a seleção brasileira claramente, mesmo com tantos problemas, era o time que tinha que dominar o jogo e fez isso não com uma extensão tão, tão grande assim.
Nossa, né, passou por cima, atropelou. Não foi isso que aconteceu, mas no final das contas, pensando na imagem deixada após o jogo contra o Marrocos, a seleção brasileira deu passo adiante. E aí acho que o resgate de alguns jogadores que sim são experientes, estão na segunda Copa— Paquetá, Casemiro em especial, Rafinha é um jogador que aparentemente não voltará a atuar— mas assim, havia uma espécie de mau humor da torcida brasileira presente com relação a eles.
Alguns deles foram vaiados, isso deu para perceber de uma forma muito clara anúncio da escalação da Seleção Brasileira. E acho que o jogo traz de volta a confiança para jogar. Os jogadores estão agora mais tranquilos, de certa forma aliviados. E o trabalho vai continuar. Seleção Brasileira tem a Escócia pela frente, vai ver em que posição ela termina a fase de grupos. E aí a Copa de fato vai começar no sentido da exigência e no sentido das partidas que são programadas pensando em passar de fase para chegar à final.
É o último jogo que se pode errar, né? O jogo contra a Escócia é o último com alguma margem de erro. Depois disso é, como diriam os americanos, win or go home, né? Então não tem jeito. Agora, uma coisa que esse time é diferente dos últimos de Copas do Mundo é que a gente se acostumou a ver um Brasil impenetrável, né? Um Brasil que geria muito jogo ali com a posse. E esse Brasil não faz tanto questão da posse, ele gosta de ter muitas vezes o adversário no seu campo.
Então às vezes o adversário vai chegar no seu gol. Então assim, o Alisson trabalhou nesses dois jogos mais do que ele trabalhou nas duas últimas Copas, provavelmente, né?
E é bom, é bom para a gente limpar jogadas dentro da pequena área, né, Léo?
Exato, exato. Então assim, a gente não se acostumou a ver nas últimas Copas as seleções no campo do Brasil e na área do Brasil. Isso vai acontecer mais. Isso não deve acontecer, mas muitas vezes isso vai fazer parte do plano de jogo do Brasil. Não era o plano contra o Haiti, tá? O Brasil relaxou em alguns momentos e o Haiti chegou mais do que devia. Mas em momentos quando o Brasil enfrentar seleções mais fortes, o Danilo falou sobre isso na coletiva e ele já deixou o alerta.
O Brasil em alguns momentos vai ter que ter a maturidade de saber baixar o bloco. Então assim, a situação de o Brasil vai ser atacado a sua defesa e o seu goleiro vão ser exigidos. Isso é uma realidade para Copa do Mundo. Então assim, ontem não é positivo isso em todo sentido, mas ver que o Alisson foi exigido e foi bem também é bom, também é bom, porque havia dúvida sobre a condição física dele antes da Copa, né?
É, eu acho que esse é um ponto importante. Por isso, até pensando nesse cenário que o Léo coloca, acho que reforça ainda mais a ideia da formação tática como teve, né? Com maior proteção ao Casemiro. Acho que ainda tem ajustes que nem de saída de bola, acho que o Brasil ainda tem certa dificuldade. Mas pensando até nesse projeto e até pensando também no ciclo pequeno, as lesões do lado direito, quanto que você teve que mudar. Acho que você tem que tentar simplificar o máximo possível e potencializar aquilo que você tem mais forte.
Então assim, as jogadas de transição, lógico, contra Haiti, contra Escócia, você vai ter que propor mais o jogo, você vai ter mais posse de bola. Mas assim, de repente num jogo lá mais pra frente, no mata-mata com adversários mais fortes, também pode ser uma coisa de estrategicamente ser mais inteligente você ter menos posse do que o adversário, justamente pra potencializar essas saídas em velocidade. Porque mesmo nesse jogo contra o Haiti, o Brasil tendo, ditando mais o ritmo, ainda as grandes chances são em jogadas de velocidade, recuperação.
O primeiro gol é o Matheus Cunha recuperando a bola, dando início à jogada em que ele mesmo vai concluir. Então acho que essa vai ser a principal arma do Brasil. Mas é importante esse alerta do Léo. Acho que defensivamente vai ser mais exigido do que em outros momentos, em outras Copas.
De novo, eu tenho achado o Casemiro estranho. Aliás, o Casemiro foi anunciado pelo Inter Miami, tá?
Saiu do Manchester United, já foi, segundo Fabrício Romano, agora é o momento que vão chegar para ele: e aí, Casemiro, Cristiano Ronaldo ou Messi?
Mas é uma Copa estranha do Casemiro até aqui, né, André?
É, no primeiro tempo do jogo contra Marrocos, ele foi exposto, né? É importante a gente falar sobre isso, né? Existe uma tendência clara por uma grande parte da opinião pública, muitas vezes estimulada pela crítica também, por quem está do nosso lado do balcão, a estabelecer culpados, né, sempre que as coisas dão errado. É preciso servir a cabeça culpa de alguém, né, de maneira figurada, claro, para que as pessoas entendam o que aconteceu.
Ah, o que que foi? Fulano de tal é muito ruim, o outro é um lixo, esse treinador não sabe nada, esse jogador acabou. Tem que ter sempre uma declaração oficial a respeito de alguém para explicar o que aconteceu. E o futebol não é culpa de alguém, né? O futebol é o mais coletivo dos esportes, e a questão com a má atuação do Casemiro em especial no primeiro tempo do jogo contra Marrocos, no intervalo ele foi substituído, foi a exposição na qual ele se encontrou pela ausência de uma organização coletiva que o Brasil mostrou de uma forma muito mais sustentada e sólida ontem contra o Haiti.
Contra o Marrocos isso não havia, ele estava exposto com 34 anos de idade para fazer um trabalho que talvez nem no auge dele jogando com Luka Modrić e com— por que que a minha memória vai mal, né? E Toni Kroos. Como eu posso esquecer um nome desse meio de campo, né? Realmente é um momento dramático, é falta de sono. Mas nem nos seus melhores dias jogando com Kroos e Modrić, ele sozinho fazia fazia o que foi pedido a ele que fizesse contra Marrocos.
Então a culpa não é do Casemiro, a culpa é de quem imaginou que ele com 34 anos conseguiria cobrir o campo da forma como ele podia fazer no seu auge físico e jogando no time que tinha uma capacidade de se entrosar e de se entender que talvez essa seleção brasileira atual jamais tenha. Então assim, são essas camadas, né, né, que precisam ser observadas. Ontem, jogando de uma outra maneira, ele não fez uma partida brilhante, mas ele foi muito mais próximo do Casemiro que nós esperamos nesse, nesse atual momento da carreira dele.
Quer um exemplo? Quando o Carrick assume o Manchester United e acaba com aquela loucura de pôr o Bruno Fernandes de segundo volante, ele traz o Kobbie Mainoo, né, que é um garoto cheio de vitalidade, e ele ajuda um absurdo o Casemiro. Ali no meio-campo. Então ontem, se você pegar a quantidade de recuperação de bola do Bruno Guimarães, a quantidade de espaço que ele ajudou a cobrir, né, muito diferente.
Boa partida do Bruno, boa partida do Bruno, né, muito segura.
Então assim, acho que é isso. Agora é olhar para frente. Acho que assim, tem o norte. Eu falei que assim, eu falei no Linha de Passe que o Brasil tinha virado uma folha em branco depois do jogo do Marrocos, porque aquela coisa de você faz o rascunho, rascunho tá ruim, você amassa e joga no lixo e começa de novo. Então assim, eu acho que ele voltou para prancheta e agora ele tem um rascunho para trabalhar em cima. Aí agora eu tô muito de acordo com o que o Gustavo falou antes, agora é continuar evoluindo.
Copa do Mundo se ganha com evolução jogo a jogo. Ninguém ganha Copa do Mundo na fase de grupos, nunca. Ninguém ganhou a Copa do Mundo na fase de grupos.
É, você, em algum momento, muitos momentos aliás, eu me pego pensando já olhando muito para frente. É duro, né? Porque se você tem certeza que o Brasil vai ser primeiro, você fica olhando para frente. Nos confrontos. E aí eu pulo a segunda fase, mas a segunda fase a gente pode ter um caminho muito claro hoje, né, depois da rodada. Depois disso, aí eu enxergo França e Noruega, sabe? Não sei, eu me pego pensando como marcar o Haaland. É um negócio meio louco, uma coisa meio que de torcedor.
Senegal também, tem várias, várias variáveis.
Alemanha, né?
Pode ser uma Alemanha.
E assim, já tá numa tabela que você tem dificuldade de projetar o adversário e você tá nesse momento de formar o time a cada jogo. Então assim, eu acho que tem que esperar muita coisa assim. E tem seleções que, por exemplo, a gente fala muito da seleção, mas acho que hoje, para pegar como exemplo hoje, é qual a qualidade de fato da Suécia? Porque é uma seleção que foi péssima nas eliminatórias, é péssima, só tá aí por conta da possibilidade da Nations.
Mas tem uma dupla de ataque que tem, com técnico que já tem uma experiência e acabou de chegar. Então hoje a gente vai ver um pouco mais do nível. Alemanha, hoje você vai ter um enfrentamento para saber. Então assim, acho que ainda tudo muito hipotético, tanto pela situação atual do trabalho do Brasil quanto o formato da Copa.
E o Rayan, hein, André? O que que você achou?
Então ontem no Linha de Passe, Alex, a gente discutiu a respeito da entrada do Rayan, porque o pessoal no estúdio, eu também, eu e o Pedro Ivo aqui, aqui na Filadélfia, comentamos sobre— mas vocês não estranharam quando entrou o Ryan em vez de entrar o Luiz Henrique? Será que aconteceu alguma coisa na cabeça do Ancelotti? Nada de errado com o Luiz Henrique, não tá machucado, nada disso, claro que não. Mas será que o Ryan passou o Luiz Henrique na preferência?
E aí a gente concluiu, o Caio Alves do Data quem também ofereceu informações importantes, de concluir o que era uma questão de atacar espaço, né, e não de construir jogo no um contra um. Que a característica do jogo, o perfil do jogo era mais para entrada do Ryan do lado direito do que o Luiz Henrique. Se fosse outro tipo de jogo com outra necessidade de construção, talvez o Ancelotti colocasse o Luiz Henrique, como já fez tantas vezes.
Eu acho que é isso, são opções Jogadores de características diferentes que atuam pela mesma faixa do campo oferecem coisas diferentes. E o Ancelotti também tinha, creio, né, a intenção de oferecer minutos aos jogadores. O próprio Endrick entrou, Luiz Henrique já tinha, agora o Rayan. E ele vai colocando esses jogadores para experimentarem o que é entrar numa partida de Copa do Mundo, claro, sempre com um critério que é estratégico, né.
Técnico, mas me parece que foi isso que aconteceu. Se eu te— se você me perguntar, você acha que o Ryan foi bem no jogo de ontem? Eu acho que ele foi razoável, nem bem nem mal, e acho que é absolutamente normal. O anormal seria se ele tivesse entrado e acabado com a partida. A gente precisa lembrar onde está, é Copa do Mundo, não é algo corriqueiro.
Acompanho totalmente o que o André falou. E até pegando nesse gancho, até a resposta do Ancelotti, o levantamento do ótimo Caio Alves, se essa é a leitura, então para mim Luiz Henrique tem que começar contra Escócia. Também acho, porque aí você vai, provavelmente a Escócia vai meter a linha de 5 e você vai precisar cara de enfrentamento um contra um para atrair marcação. Acho que não vai ter tanto espaço para atacar com Ryan. Então pegando essa carona, projetando, e a manutenção de um ponta-direito, eu iria com Luiz Henrique contra Escócia.
Luiz Henrique é mais de drible, mais de um contra um, eu acho que é um cenário mais favorável para ele sim. E tem uma hierarquia aí, né, o Luiz Henrique? Não que isso seja fundamental, tem jogador que chega e atropela na última hora, mas acho que o Luiz Henrique assim, ele já tem uma trilha de bons jogos, né, que justificaria ele receber essa oportunidade.
André, boa sequência de trabalho. Vamos descansar um pouquinho agora ou vamos seguir a vida hoje?
Vamos sempre seguir a vida, Alex. E daqui a pouco já pegando a estrada de volta para Morristown, recuperar nossa rotina lá ao lado da seleção brasileira que já está lá, e seguir. Daqui a pouco Miami, Brasil e Escócia, e vamos em frente. A Copa, a Copa não espera.
Boa, boa, André!
Até amanhã, até amanhã, um abraço para vocês.
André Kfouri ainda em Filadélfia depois da vitória do Brasil diante do Haiti. O Brasil pega a Escócia quarta-feira, né? Quarta-feira, ó, a distância um pouquinho menor, né? Porque ficou muito grande de um jogo para o outro, o primeiro para o segundo, né?
É porque agora já começam jogos simultâneos, né, na última rodada, e dá para achatar um pouquinho mais.
Tava demorando, tá difícil começar uma da tarde, terminar uma da manhã o jogo, viu? Mas gostamos, gostamos, gostamos, gente, ó. Tanta mensagem aqui que eu não dou conta. A gente ficou falando lá dos jogos históricos, tanta gente.
Aí você remete muito, né?
O Vinícius tá perguntando aqui, vocês falaram da Turquia?
Calma, vamos chegar lá.
Temos um meia-culpa aqui a fazer.
Ou França e Argentina, tem um monte de gente falando de França.
Eu dou a mão para você nessa daí, viu?
Não, eu não vou afundar sozinho, mas eu vou afundar assim mesmo, vou fazer o quê?
É coisa E a Turquia, é, ó, França e Argentina, um monte de gente falando de França e Turquia como o jogo histórico. Hoje de novo, mil gols, mil jogos de Copa do Mundo será na partida entre Tunísia e Japão, 1 da manhã. Bom, tivemos ontem Escócia e Marrocos, vitória da seleção de Marrocos diante da Escócia. Vamos começar a fazer contas já que tem Marrocos e Haiti, Brasil e Escócia. Conrado Juliente aqui no Futebol no Mundo.
E aí, Conrado, grande abraço para todo mundo aí, Léo, Dom, aqui para toda a galera que tá acompanhando o Futebol no Mundo. Pois é, agora o foco é na Escócia, a Escócia que ontem perdeu para Marrocos por 1 a 0. Eu tava no jogo lá em Boston, fiz até uma analogia, né? O próprio André Kfouri no Linha de Passe depois de Brasil e Marrocos falou que aqueles 30 primeiros minutos avassaladores marroquinos foram os piores da seleção brasileira.
E esse começo veloz se viu ontem também lá no Boston Stadium. Foram 71 segundos para que o Saibari marcasse o gol que deu a vitória para Marrocos, que dominou o primeiro tempo. É bem verdade que a Escócia melhorou na segunda parte, chegou a criar algumas coisas, sofreu uma bola na trave ainda no final do primeiro tempo. Reclamou de pênaltis, mas assim, nem mesmo a imprensa britânica, escocesa, que eu tava lendo hoje pela manhã, tem assim 100% de convicção de que esses pênaltis aconteceram.
Um no John McGinn e outro no McTominay. Teve também reclamação de que o jogador, um jogador marroquino, deveria ter sido expulso numa falta no Thiadans. Mas eu tava lá na entrevista do treinador, do Steve Clarke, E ele também foi assim, falou, olha, 50/50, tem hábito que dá, tem hábito que não dá. Ele não usou isso como desculpa. Obviamente, a reclamação por parte dos escoceses é a maneira como o time começou, né, começou devagar.
E aí você toma um gol com 71 segundos, que até então era o gol mais rápido dessa Copa. Aí veio o Paraguai na sequência lá com o Galarza para bater esse recorde, mas que foi difícil recuperar. Vocês estavam falando agora há pouco aí, né, a Escócia de fato mudou em relação estreia contra o Haiti. E ontem uma das novidades foi o Tierney entrando numa segunda linha para ser um meio-campo um pouco mais povoado, mas isso acabou não adiantando muito.
Agora, para o jogo do Brasil, vamos ver de que maneira eles vão se portar, tendo a possibilidade também, já destacado aqui no programa, no podcast, da Escócia se classificar mesmo com derrota. Mas o ponto que eu queria trazer aqui para vocês É que a gente tá ouvindo, e eu estava com os escoceses nos últimos dias, que estão fazendo uma festa maravilhosa. Tô muito ansioso para ver esse encontro entre escoceses e brasileiros lá em Miami.
Eles estão usando um lema que é o No Scotland, No Party. Se não tem Escócia, não tem festa. Agora, se não tem gol, também não tem festa, né? O sistema ofensivo escocês tá tendo muito problema. Ontem eles terminaram o jogo sem nenhuma finalização em gol. É algo que não acontecia desde a Copa do México de 86, quando eles também perderam um jogo para Dinamarca por 1 a 0. Então essa questão ofensiva tem chamado atenção e pode ser um fator aí para o jogo contra o Brasil.
Vamos acompanhar. Agora, uma coisa que eu até tava dizendo ontem aqui para os amigos na programação: se eu sou o brasileiro que vai a Miami, começa a estocar a cerveja, viu? Porque os caras acabaram, simplesmente acabaram com o álcool da Nova Inglaterra, uma região que, por exemplo, no dia de St. Patrick's Day, até por conta da presença irlandesa, né, da comunidade irlandesa, bebe muito. Mas as contas que fizeram esses dias em Boston é que em um dia eles tomaram 4 vezes mais do que o St.
Patrick's Day. Os caras sabem fazer festa e agora vão encarar o Brasil. E aí tem alguns tabus, né, para eu jogar para vocês aí. Desculpa, amigo. Diga, diga.
Ainda bem que não tem Escócia e Irlanda nessa Copa.
Acabou, acabou.
Perguntei ontem para o escocês: vocês não bebem água? Ele falou: não, água é só para fazer gelo. Mas eu ia falar de dois tabus. A Escócia jamais, a Escócia jamais passou para uma segunda fase, jamais venceu o Brasil, né? Esse vai ser o sexto encontro em Copas do Mundo. 4 derrotas e 1 empate. Eles têm o Brasil pela frente na próxima quarta-feira e a definição deste Grupo C.
Boa, Corrado Juliete! Também aqui no Futebol no Mundo, ó, Escócia e Marrocos. Depois, na semana que vem, na quarta-feira, Brasil e Escócia, Marrocos e Haiti. Fazendo contas aqui, hein?
2 a 0 Brasil, ninguém fica triste, a Escócia passa em terceiro. Vamos, vamos fazer um bem bolado aí.
O Brasil hoje tem saldo 3. E a Escócia, Marrocos 1.
Brasil fizer 2, o Marrocos tem que fazer 4 para empatar. Então dá, vamos lá, vai, 2 a 0, 2 a 0, a Escócia fica com saldo -2, -2 não é o mesmo que a Copa passada. Não, não, não, tá bom, vamos lá. Mas cara, então o problema é que a Escócia pensou certo, ela fez um lado esquerdo com Robertson e Tierney, né, o Dom que pontuou aqui mais cedo. Ela pensou, pera aí, o Marrocos tem esse lado direito aqui com Hakimi, com o Brahim, eu tenho que proteger esse lado, eu vou mexer um pouquinho no meu sistema.
Mas tudo que ela pensou certo, com 1 minuto de jogo acabou. E é bom jogador, não é à toa que o Bayern tá fazendo de tudo para levar o Saibari, né? Ele tem, ele tem uns movimentos de ruptura ali, ele ataca espaço, ele ataca muito bem a última linha. O Marrocos é uma boa seleção, mas cara, eu achei que a Escócia competiu. Eu tô de acordo com o Conco, o problema é que falta peso ofensivo, falta um baita de um atacante. No final das contas O melhor atacante da Escócia é o McTominay, que virou atacante no segundo tempo, quase que fez o gol até.
A bola bateu na rede lá de fora no finalzinho, que a bola desviou. Mas falta, falta, falta mais qualidade técnica para Escócia, né? Tem alguns pilares, mas é um time que no geral, pô, a Escócia é cheia de jogador de time pequeno, cheia de jogador limitado. Então é complicado mesmo, né? Contra o Brasil eles vão tentar de novo sobreviver. Não seria absurdo se a Escócia achasse um gol ontem, empatasse o jogo, terminou. Eu não discordo.
Eu acho que se pegar a última Euro por exemplo, eu gostei muito menos da Escócia. Achei um time apático, sem energia. Ontem eu gostei, não achei ruim a Escócia não. Acho que a Escócia vai representar perigo para o Brasil, não a ponto de ganhar o jogo, eu acho difícil mais o perder para Escócia, mas a ponto de ser um time organizado para dificultar, acho que sim.
Acho que a realidade da Escócia é segunda fase.
Ah, sim, se conseguir já seria histórico. A gente falou ontem, né, o que representa a Escócia na história do futebol. Então conseguir essa classificação para eles seria emblemático. E assim, até a diferença, consegue um pontinho, então faz tremenda para eles. Então assim, querer amarrar o jogo contra o Brasil vai ser o caminho. E eu concordo muito com os companheiros em relação à leitura de jogo e os méritos da Escócia, apesar dessa limitação de fato técnica.
Acho que você tem 3 grandes jogadores, né, o McGinn, o McTominay e o Robertson, ainda que o Robertson esteja num outro momento da carreira dele, né, não vive mais o auge. Mas é uma seleção que sabe competir. E se você olhar pelo que foi o começo de jogo, você, Marrocos vai amassar, cara, ferrou, o Brasil vai ter que golear. Então tava um domínio com essa limitação técnica, e o jogo termina nesse cenário que o Léo falou, com a Escócia podendo empatar.
Então é uma equipe acho que resiliente, sabe, ciente das suas limitações, mas que consegue competir mesmo assim. Então acho que a estratégia no fim vai acabar sendo a mesma. E aí entra muito mérito do Saibari pelo perfil dele de movimentação. Porque se você olha o gol, ah, foi o lado direito, o Hakimi participou. Não, o Hakimi não é, é o Brahim Dias que baixa, o Hakimi tá mais por dentro, e o Saibara encontra o espaço nas costas da defesa.
Porque ele não é um 9 de fato, né? Ele é o cara que joga em todas ali do ataque. Por isso que no Bayern, até já projetando, ele vai cair como uma luva. Ele vai ser titular? Não vai. Mas ele é reserva para todo mundo ali. Então é um cara para rodagem de elenco, vai ser muito importante. E aí ele foi muito inteligente na movimentação consegue o gol ali, o lado direito forte, é o Anão, e outra partida muito boa ali, né, competindo no meio de campo.
Ele vai para o intervalo com 4 desarmes, e aí o jogo acaba ficando um pouquinho mais complicado por conta dessa competitividade da Escócia. Então acho que é assim, o Brasil é favorito, vai ditar o ritmo do jogo, mas pode ser um jogo que pode ser, pode ser que seja chato, mesmo que o Brasil marque cedo, que foi o caso que aconteceu contra o Marrocos.
A conta é muito simples, o Brasil precisa fazer gols, né? E o Haiti, aliás, o Marrocos faz a continha ali para ver quantos gols precisa fazer. Essa é a combinação para segunda fase. Assim, o Brasil vai ganhar o jogo? Provavelmente, provavelmente, né? Agora a conta tá do lado de lá, tá no Marrocos. Ó, 7 horas da noite, hein, acabar o expediente mais cedo. 7 horas da noite, que nem a sexta-feira, né? O expediente inteiro e o jogo 9:30. 7 horas da noite, os dois jogos ao mesmo tempo na quarta-feira.
Seguimos aqui, ó. O pessoal pediu para falar da Turquia. Leonardo Bertozzi, por favor, por favor. Você tem lugar de fala, você deve ter lugar de fala. Eu tenho uma responsabilidade moral com o nosso Antesportes, porque até porque a Turquia tá eliminada.
É isso que é isso. O Haiti foi o primeiro eliminado, a Turquia foi a segunda. De 48 seleções, são as duas primeiras eliminadas da Copa do Mundo, porque o critério agora é o confronto direto. O Haiti perdeu tanto, perdeu para Escócia, então não passa mais a Escócia. A Turquia perdeu tanto para o Paraguai quanto para Austrália, não passa nenhum dos dois, é a última colocada. A Turquia finalizou mais de 30 vezes nos dois jogos, levou 16 finalizações nos dois jogos no total e tomou 3 gols.
Diante disso, que desculpa você quer dar? Né, não tem desculpa para dar, vai para casa, merecidamente vai para casa. E eu acho que a gente tem que parar de usar o termo força média da Europa para o nosso bem, para o nosso bem.
Porque a força média, ela pode ser média para baixo e pode ser média para cima.
Porque a Dinamarca na última Copa, ela sai— problema é a Austrália no grupo da força média da Europa. Pois é, porque a Austrália foi que deixou a Dinamarca fora na última. E a Austrália começou a deixar a Turquia fora aqui dessa vez. E acho que tem alguns pontos, né? O Yildiz chegou machucado e não fez uma boa Copa, né? Ele entrou no primeiro jogo, não foi bem. Ontem também titular, não foi bem. A Vardagüler também não conseguiu ter um grande destaque.
Enfim, ninguém foi exatamente bem na Turquia, por assim dizer, né? Mas quando você finaliza tantas vezes também em 180 minutos, uma vez a cada 3 minutos praticamente, É porque você não conseguiu boas condições para finalizar. Finalizou muitas vezes de qualquer jeito, muitas dessas finalizações foram bloqueadas, muitas dessas finalizações foram precipitadas. E o Paraguai, assim, depois que o Almirão foi expulso, o primeiro a ser expulso pela regra prestiani, né?
Aliás, vou falar a Lei Vini, né? Porque eu não vou dar moral para esse cara não. Vou falar a Lei Vini Júnior para dar moral. E ele foi o primeiro a ser expulso, o Almirão. É, eu falei, ah, cara, agora a casa vai cair, né? O Paraguai não vai conseguir segurar com 10. E conseguiu. A gente falava, cara, esse Paraguai, o Paraguai fez o pior jogo da era Alfaro contra os Estados Unidos. E só me confirmou, porque ontem a gente viu o espírito do Paraguai da eliminatória, né?
Paraguai que defende com a vida, o Paraguai que se joga na frente de todas as bolas, o Paraguai que quando tiver que fazer uma serinha a mais também e melar o jogo, vai melar. Não importa o quanto a arbitragem tem artifícios para tentar driblar isso. E foi assim, foi legal ver o Paraguai, né? O Paraguai não chegou à Copa do Mundo por acaso. O Paraguai fez uma eliminatória decente, o Paraguai ganhou do Brasil, da Argentina e do Uruguai.
Então o Paraguai agora vai para esse último jogo com uma boa perspectiva aí contra a Austrália. Se empatar, tá dentro. Tem que tomar um pouquinho de cuidado com o saldo, né, que o Paraguai já entra com -2. Então se perder pode complicar um pouquinho mais. Mas como é aquele jogo que o empatezinho é bom para os dois, eu acho que Paraguai e Austrália tem essa cara de empate, que é aquela cara de empate bem cara de empate mesmo, aquele 0 a 0 assim.
Agora é a Turquia, cara, e não sei o futuro do Montella porque é, é, é, é abaixo, não tem, não tem, não dá para explicar. Era um grupo que não tinha um bicho-papão nenhum. Os Estados Unidos estão bem agora, mas antes da Copa a gente não tinha nenhuma expectativa alta. Era nosso palpite para ganhar o grupo, sim, era nosso palpite para ganhar o grupo e tá eliminado Estados Unidos e Turquia vai ser amistoso, que os Estados Unidos já são primeiros e a Turquia já é última.
Então assim, é, não tem, não tem desculpa. Eu acho que se eles mudarem de técnico agora também, não vou, não vou conseguir, não vou conseguir ser contra a mudança.
Nós já falamos no programa de ontem, tá, esse negócio do critério de desempate. Uma terceira rodada de um jogo que não vale nada, né, porque o jogo podia valer para Turquia ainda.
Por Estados Unidos agora, assim, porque se for saldo, né, para os Estados Unidos é para poupar jogador, é time reserva, tá.
É o mesmo, o Pulisic que tá machucado, eles vão poder descansar.
Descansar, dá mais tempo para ele recuperar. Não tem, não tem por que arriscar ninguém nesse jogo.
Assim como o México, né, que já é a primeira. Então é para, é realmente discutível esse critério de desempate, que nessa Copa do Mundo é o confronto direto, não é saldo de gols.
De acordo. 62 finalizações da Turquia na Copa do Mundo, 17 a mais do que qualquer outra seleção. E vamos lá, posse de bola no primeiro jogo, 77,8 contra o Paraguai. Que foi a segunda maior posse da Copa, e ontem 71,3 contra a Austrália, que foi a quinta maior. Dito isso, a seleção tá eliminada. Mas eu falei, eu me solidarizo com o Léo porque eu abri a Copa falando, olha, Suíça, Turquia e Noruega são as seleções europeias que eu acho que podem causar um barulho.
É que a Noruega é a mais hypada, né, por conta da geração do Haaland e tudo mais. Mas Suíça e Turquia eu botava muita fé pelo ciclo, pela forma como tem jogado. E de fato foi uma grande decepção. Tudo bem, você vai alegar que produziu, poderia ter vencido perfeitamente os 2 jogos, mas a eficiência é parte do jogo. A gente não fala de grande defesa do Rio, por exemplo, assim, não é que foi atuação, teve a do Mudo na trave, bate nas 2 traves inclusive.
O Uzum perde um gol inacreditável também quando ele fica ali cara a cara. Mas assim, foi muito volume, mas de uma falta de eficiência na hora de definir as jogadas. Então É merecido. E também elogiar o Paraguai, porque do que foi a primeira atuação ali, a gente falou, né, foi muito decepcionante em todos os sentidos: defensivamente, tático e de competitividade. E ontem esse time competiu. O gol nasce de marcação alta, recupera a bola, o Galarza foi muito feliz na finalização.
E você jogar um tempo inteiro com esse ataque da Turquia, com a menos, com o senso de urgência do outro lado, e você conseguir se defender, ainda que você tenha tomado 32 finalizações, mas sem o seu goleiro trabalhar tanto assim, Então acho que foi uma resposta muito grande. E aí acho que ficou um cenário interessante para o empate para Paraguai e Austrália. Se somar a posse de bola dos dois, não vai dar 100%. Brincadeira, óbvio, mas não é improvável.
Tipo, joga a bola no meio, ninguém quer pegar. Fica aí, deixa parado no meio aí. Bom jogo dos Estados Unidos de novo, hein?
Bom, bom, bom, bom.
Mas deu um lancezinho aqui, vamos falar.
De arbitragem ali, os árbitros, né?
O VAR ali, acho que a instrução do Colina pro VAR foi, cara, assim, vamos evitar a fadiga. É, mas bom jogo de novo, né? Mais uma vez gol contra, né? Primeira seleção da história a contar com gol contra em 2 jogos seguidos a seu favor, mas fruto de um time que assim, isso é dos Estados Unidos e do Canadá, que tem um técnico americano também, o Jesse March. Também não, né? O Pochettino não é americano, mas enfim, como pressiona esse time, é impressionante.
Esse time é montado assim, A quantidade de ações defensivas no campo de ataque dos Estados Unidos é notável. Isso mostra um time que tá muito bem preparado fisicamente, porque tava calor para caramba e a Austrália não conseguia sair de trás no primeiro tempo. Então foi assim, o primeiro tempo foi realmente muito impressionante. Segundo tempo, de fato, o ritmo caiu fisicamente também, mas sem o Pulisic. Acho que isso que é interessante destacar, né?
Jogou o Balogun com Ricardo Pepi, então o time jogou com 2 atacantes de fato. É uma característica um pouco diferente do que é o Pulisic, mas o Balogun não é de hoje que rende bem com a seleção, né? Não é de hoje. Ele desde todo ciclo tem jogado bem e agora, pô, já tá garantido. Vai jogar em primeiro, vai jogar em casa, vai pegar um terceiro. Nesse momento eu digo para vocês que os Estados Unidos bater uma quarta de final nessa Copa não é nada absurdo não, nada absurdo, porque a chave pode abrir nesse momento assim.
Se olhar os terceiros Se os Estados Unidos pegam uma Bósnia hoje, opa, é favorito, é favorito. Então assim, eu acho que a chave tá abrindo para os Estados Unidos.
E eu gostei muito do como pensou o jogo o Pochettino. Ele tinha ausência do Pulisic e aí ele coloca o Ricardo Pep, que não atuou propriamente como um cara aberto pela esquerda, mas na defesa de 5 da Austrália, ele e o Balogun acabava prendendo um pouco mais a marcação e deu muita liberdade ali para o galera que flutuava ali, né? O Tillmann para mim fez um ótimo jogo, ótimo jogo. Se você pegar o lance da falta que sai o gol do Freeman, é o Tillmann, ele tá atrás do meio de campo do lado esquerdo e a falta vai ser na ponta direita, ele sofrendo.
Então assim, ele teve muita liberdade para circular dentro dessa parceria com o Pepe. O Balogun se movimenta muito bem no lance do primeiro gol, né? Porque ele abre e recebe com liberdade nas costas do Tchekatchi. E com passe em profundidade do Antony Robinson, que teve muita liberdade para atacar ali pelo lado, já que o Ricardo Pep, ele não é propriamente, ele não tava no lado esquerdo, ele tava dentro da área. Então Robinson tinha o lado esquerdo para atacar.
Então acho que o como o Pochettino pensou o jogo deu muito certo. O Freeman sendo uma saída de linha de 3, mas também com qualidade no apoio, não só pelo gol. E é um cara promissor, né, jovem, ele tá chegando na seleção, já tá no Villarreal. Então o cara para ficar de olho. A dinâmica do meio de campo, né? O Timo muitas vezes até jogando ele e o McKennie com o Adams na base do meio de campo. Então eu gostei muito do jogo dos Estados Unidos.
Só que no segundo tempo achei que a Austrália, olha, ela começou a se engraçar e mostra como o Metcalf e o Irankunda foram, tinham que ser titulares nesse time, né? Eles entraram muito bem, dando muita movimentação, explorando saída em velocidade. Então a Austrália cresceu a partir das alterações. É, o Volpato também entrou bem no jogo, né? Acho que ele é bem participativo. E no geral, Estados Unidos, mais uma boa atuação, merece a classificação em primeiro lugar.
Mas para mim teve um pênalti que, assim, eu entendo da pouca intervenção do VAR, mas assim, o Adams, né, ele dá um pisão no Matt Calf totalmente acidental, mas ele pisa no tornozelo do cara ali. O VAR não ter intervido, para mim foi um absurdo naquele lance. Mas repito, não tira em nada o mérito da vitória dos Estados Unidos, que tem jogado Uma bola excelente, como o Léo bem colocou, da questão de chaveamento, dá para pensar até em ir adiante.
Que tal nos Estados Unidos e Espanha nas quartas?
Pô, ia ser legal, né?
Até porque na segunda fase, bom, vai pegar o terceiro, mas o chaveamento da Austrália também não é ruim, né? Porque é o segundo do grupo, ele pega o segundo do grupo G.
Isso, que pode ser um Egito. Pode ser o Egito, mas o problema é o que vem depois, né, que aí pode ser Argentina.
Ah, mas bateu oitavas de final, já estaria bom.
Oitavas com Argentina de novo, né?
De novo.
E talvez por isso, e deu trabalho, talvez por isso o Paraguai possa tentar um pouquinho mais ganhar esse jogo, para tentar melhorar o cruzamento. Mas vamos ver como é que o jogo vai ser, né? Porque isso para Austrália, não tem dúvida que esse empate tá maravilhoso, sim, por causa desse cruzamento, né?
Agora, incrível que a gente não tava esperando muita coisa, né?
Não, não, porque o ciclo deixou muitas dúvidas, né? Com certeza, especialmente no aspecto defensivo. Sim, que o ataque, que o ataque é bom, a gente já sabia, porque eu falei, o Balogun vinha bem no ciclo, o Pulisic sempre foi bem na seleção, tem vários jogadores bons ali, mas esse time sem bola sempre sofreu. E dessa vez não, até porque eles estão conseguindo pressionar alto, estão conseguindo ter um bom rendimento. Os anfitriões não podem reclamar, né? 5 vitórias e um empate.
Não, e outra coisa, todos correm risco de, correm risco não, todos podem se classificar em primeiro.
O Canadá não é primeiro se perder para Suíça, o que é possível. Mas vai classificar. Então assim, tá bom, ninguém, ninguém vai, ninguém passou vergonha já, né?
E entre quem tá, até a pergunta que eu acho ótima, né? O México para mim com certeza não, apesar de estar, porque pegou um grupo ali que tem muita gente jogando mal e ele merece a classificação dentro do contexto ali do grupo dele. Mas eu acho que Estados Unidos e Canadá jogaram melhor. Acho que os Estados Unidos teve enfrentamentos de talvez de maior dificuldade dificuldade, ou assim, acho que tem dado uma resposta. Mas acho que eu ficaria com o Canadá porque eu não tinha grande expectativa com Alphonso Davies sem estar jogando.
Tem isso, né?
É uma seleção que nunca venceu, perdeu todos os jogos de Copa que tinha feito. Era para ter vencido a Bósnia, faz a goleada, que até o dado, né, nunca um europeu ou um sul-americano tinha feito mais de 5 gols no jogo de Copa. O Canadá faz 6. Então assim, se fosse para destacar, acho que os Estados Unidos é melhor Canadá. Assim, isso para mim é nítido. Apresentou um grande futebol. Acho que dentre os 3, o que eu mais gostei ainda foram os Estados Unidos, mas eu gosto do Canadá pela questão que eu não esperava essa campanha da seleção canadense.
Vamos falar dos jogos de hoje. Daqui a pouco tem Holanda e Suécia. Gustavo Hoffmann está de volta aqui no Futebol no Mundo com as informações. O jogo começa às 2 da tarde, no caminho do Brasil. Gustavo.
A gente tava falando, né, sobre os jogos mais inesquecíveis da Copa, todo mundo trazendo algumas lembranças também. Eu posso dizer para você o seguinte: eu jamais passei tanto calor em uma sede de Copa do Mundo como aqui em Houston. A campeã no meu ranking era Samara, tá, lá na Rússia, mas o calor que faz aqui em Houston é um absurdo, é absurdo, é muito úmido aqui. E agora começou até a chover um pouquinho, vim debaixo de uma árvore aqui para me proteger um pouco mais.
Mas enfim, Holanda e Suécia jogam daqui a pouco. Claro que o corinthiano sempre quer saber sobre o Memphis, mas foi reserva na primeira partida, deve ser reserva no jogo de hoje também. Essa é a tendência. Perguntei até ontem na coletiva de imprensa ao Ronald Koeman sobre o Memphis, ele falou, olha, ele vai ser titular quando eu achar que tem que ser. A resposta bem, bem seca ali também. Sobre o atacante corintiano. Frank de Jong é dúvida, é o próprio Ronaldo Coman disse isso na coletiva ontem também.
Já com Graham Potter, a coletiva do Graham Potter, a discussão passou muito sobre o funcionamento da dupla de ataque. Foi até a pergunta que eu fiz para o Graham Potter também, foi sobre isso também, porque são o Djokeres e o Isaac, são jogadores de características similares, né? Mas ele falou que os dois têm se entendido muito bem, e é a melhor dupla de ataque que a Suécia tem. Enfim, veremos como será a partida. Jogo já fundamental pensando em classificação para a próxima fase.
E dependendo da combinação de resultados, uma vitória da Suécia, empate entre Japão e Tunísia mais tarde, Suécia já fica na primeira posição. Lembrando que o segundo colocado desse grupo pega o primeiro colocado do grupo do Brasil. Tudo aberto ainda, tanto neste grupo como na chave do Brasil também. Veremos o que vai acontecer. Ó, chuva tá apertando aqui, mas eu não vou reclamar não, viu? Porque pelo amor de Deus, que calor! Vou para chuva agora, dá uma, dá uma refrescada também, Alex.
Tá certo. Ó, amanhã não estarei aqui no podcast, tá? Porque eu viajo daqui de Hillson para Dallas de carro. Parto amanhã de manhã para Dallas, são 4 horas mais ou menos de viagem. Vou fazer algumas paradas, né? Então vai dar, vai acabar dando umas 5 horas, acho, aí de viagem. Tá bom? Valeu, companheiros, até depois de amanhã.
Começou, começou o chinelo, pediu uma folga no meio da cobertura. Deixa eu ver a escala de amanhã. Aliás, falando em escala de amanhã, deixa eu— antes, o Gustavo tava falando das escalações, saiu aí?
Pintou, pintou, pintou, pintou.
Então vamos lá, vamos lá. Só o Gustavo, acho que ele já foi tomar chuva, mas tudo bem.
Só uma mudança e não é o Memphis. Bryan Brobbey, o centroavante do Sunderland, boa temporada, entra no lugar do Summerville. Então o Malen vai para direita, ele vai jogar com Brobbey de centroavante. Gakpo e Malen abertos e Brobbey na referência. A Suécia é o mesmo time que goleou na estreia, sem mudanças, e a Holanda só com essa mudança. Então nada de Depay ainda entre os titulares, mas o Summerville fez um bom jogo. Mas acho que ele quer um atacante mais físico, né, mais referência aérea também, porque a Suécia tem a sua força no jogo aéreo. Enfim, acho que essa é a intenção do Ronald Koeman, né.
É, vamos ver se dá certo, porque de fato é mudança do perfil do centroavante. E o Malen, embora ele seja um cara mais de lado de campo, ele vira, chega para Copa credenciado, né, num grande momento sendo centroavante na Roma, né. Então não é novidade para ele jogar assim. Mas assim, eu entendo a estratégia, né, de ter o cara mais físico de repente para brigar ali dentro da área, fazer um trabalho de pivô. Mas eu não gosto muito da saída do Summerville não, porque eu gostei da partida.
Aliás, ele acabou de chegar na seleção holandesa e todos os jogos têm sido bem interessantes dele.
É cruzamento do Brasil, hein? Cruzamento do Brasil.
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Então hoje nós vamos ter uma ideia já, né, com Tunísia e Japão mais tarde também. Sim, é assim, não é improvável ser a Suécia, hein?
Não, Suécia pode aprontar aí. A Suécia e Japão, jogo chato para o Japão no aspecto físico, inclusive, né?
E mesmo hoje no empate, é que a Suécia chega como uma das grandes incógnitas nessa Copa, né? Porque eu até falava mais cedo, qual Suécia que a gente vai ver? Tem a péssima das eliminatórias, mas tem a projeção de um time que tem Isak e Götze no ataque.
E a Suécia péssima das eliminatórias não era do Graham Potter, né? Exato, que chegou depois. E o Grealish, ele está fazendo gol todo jogo na Suécia, impressionante.
Quantos times, quantas seleções tem um ataque desse, cara?
Nesse nível, poucas. Nesse nível, poucas. Em quantas seleções eles não jogam? Exato, poucas.
Não que o Isak tenha feito uma temporada espetacular, mas é um grande jogador.
Mas teve muito a ver com a lesão também, né? Aí depois volta até recuperar ritmo. O Liverpool não tava bem, então para ele encaixar num time que não tava bem é difícil.
E ele não teve pré-temporada por toda tumultuada negociação dele com o Newcastle, a saída do Newcastle para ir para o Liverpool. E é um cara diferente, mostrou isso na primeira rodada, né, 3 participações em gol contra a Tunísia.
Qual que é a realidade da Holanda para vocês?
Cara, eu gosto do time, assim, o meio de campo é fantástico, só tem jogador bom. Acho que o sistema defensivo também, jogadores rápidos, fortes. Eu tenho minha, assim, eu não gosto do Koeman como técnico, sendo bem sincero. Eu acho que ele tem seus limites. Mas eu acho que, por exemplo, no jogo contra o Japão, o time saiu de um primeiro tempo ruim para um segundo tempo bom, mais aberto também, mais lá e cá. Mas achei que o time arrumou os seus problemas dentro do jogo contra o Japão, por exemplo.
Mas eu tenho dúvida se o time vai conseguir contra a Suécia achar os espaços. Eu achei a Holanda contra um time fechado muito previsível, um time muito limitado de maneira posicional assim, porque não tem problema jogar posicional, Mas você tem que ter os mecanismos, as movimentações, a imprevisibilidade, e me faltou isso da Holanda no primeiro jogo. A Holanda dos primeiros 45 minutos contra o Japão, para mim, não é uma equipe que vai competir. Aí vamos ver se ele vai conseguir fazer esses ajustes, né?
E com potencial, né? Porque a gente fala de todos os setores equilibrados em relação a talento, né? Você fala de uma zaga muito boa, ainda que o Van Dijk acho que não viva a melhor fase da carreira, mas ainda é um zagueiro dos principais no futebol mundial. Um cara que nem o Dumfries, que tem a liberdade para atacar, ainda mais sendo o Summerville ou Malen fazendo movimento para dentro. Você tem o Gakpo, que acho que é um cara ainda jogando do lado esquerdo, trazendo para dentro do jeito que ele gosta.
O meio de campo com De Jong e o Gravenberch crescendo no Liverpool. Então assim, você tem um setor, todos os setores muito bem estabelecidos, mas a sensação que poderia até jogar melhor assim. Acho que até teve um crescimento recentemente da seleção holandesa. Eu acho que é uma seleção bem competitiva que pode ir longe, mas assim, hoje nos enfrentamentos com as seleções principais ela não seria favorita com nenhuma. Mas é uma seleção que tem capacidade e ainda é minha aposta para terminar na primeira colocação do grupo.
É, e pegaria provavelmente o Marrocos, né, se o Brasil passar em primeiro.
E aí cair para Marrocos não é nenhum absurdo assim. Acho que hoje é um enfrentamento de igual para igual ali, Holanda e Marrocos.
Ó, participação no fã de esportes. Cadê, cadê? É, tem tanta gente aqui. Deixa eu ter umas mensagens aqui. A geração turca perdeu para o Paraguai, eu quero ver contra os Estados Unidos.
Agora também esse jogo não, vamos combinar, esse jogo não vale nada, né?
Esse é bom para a gente na última rodada que tem que ver 2 jogos simultâneos.
Aliás, o Biratan lembrou que tem uma razão, tem o famoso cinturão do futebol, né? Que é, para quem não conhece a história, imagina que o futebol é o boxe e quem ganha do campeão vira o campeão. Então se o futebol começasse no primeiro jogo de seleções entre Inglaterra e Escócia, e aí empatou fica com o campeão e ganhou muda o campeão, aí conta pênaltis, hoje o campeão seria os Estados Unidos, sendo que começou com a Turquia. Aí a Austrália tirou a Turquia, dos Estados Unidos tiraram da Austrália e agora a Turquia.
Só que se a Turquia tirar dos Estados Unidos, ela fica, ela leva embora, ela vai ser campeã do mundo moralmente. E se os Estados Unidos levarem, aí quem for campeão vai levar, porque não tem jeito. É o que normalmente acontece, né? Afinal das contas, a campeã do mundo sai como com o cinturão, mas pode não acontecer.
O Jorge Gomes diz aqui: o Messi cometeu uma falta pior que aquele pisão e não tomou amarelo.
Não, mas o lance que eu falei não é questão de amarelo, é ter sido pênalti.
Não tem a ver assim, foi, foi, foi na passada que ele pegou, né?
Não foi, não foi. O reclamo do VAR não é nem para expulsar o Adams, era para ter marcado o pênalti. Esse era a minha questão.
Tem muitas mensagens aqui. O Aurélio Albuquerque diz aqui, atue pelo elenco, foi vergonhoso. O Anderson Parece meu visco italiano. Eu me perdi aqui, tem tanta mensagem aqui. Chorei junto com o André, que fúria, diz aqui o MZPSN. Aí, falando ainda, né, dos grandes jogos da vida, né, da Copa do Mundo. Tem tanta gente falando de jogos aqui. Tem gente aqui zoando. Bom, tem gente falando de Cabo Verde. Calma, nós vamos chegar no grupo da Espanha, calma.
Já já tem o Mário Barra por aqui. O Guilherme: o Brasil precisava fazer igual Alemanha contra Curaçao, seu adversário é fraco, faça saldo.
É uma discussão, depende do adversário do outro lado também, né? O Rodrigo: o Haiti é melhor que Curaçao para ele.
Pois é, então o Rodrigo GV diz aqui: Brasil e Turquia semifinal de 2002, o jogo da vida dele. Caramba, tem tanta que é o França e— um monte de gente falando de França e Argentina, né, que é um passado mais recente, claro, né.
A gente falou de Brasil e Holanda, semifinal de 91, né, hat-trick, primeira vez que faz na final, o Messi da atuação espetacular. E ó, se tiver aquele Argentina e Portugal nessa Copa, último enfrentamento do Cristiano Ronaldo e Argentina, pode ser que entre nessa lista aí também, caso aconteça esse jogo, né. Tô pensando lá na frente.
Ó, jogo 1000 de Copas será Tunísia e Japão. É isso, logo mais, certo?
Jogo 1000, 1 da manhã. Hoje os jogos são mais espaçados, né? Hoje começa às 2 e vai até às 3.
Bem espaçado, bem espaçado. Mas com o Japão claramente favorito, né, Donki?
Ah, sem dúvida. Até porque a Tunísia demitiu o técnico.
Estreia de técnico na segunda rodada, é demais, né?
Você tava com saudade do Brasileirão? Não tá mais, cara.
Mas era o destino do EV Renato tá nessa Copa do Mundo, né? Porque ele tava com Arábia Saudita, aí ele foi demitido. Ah, mas aí ele vai para Copa e vai ser a terceira Copa com a terceira seleção diferente, porque ele tava em 18 com Marrocos, na última com Arábia Saudita, ganhou da Argentina, depois não passou, mas ganhou da Argentina. E agora vai pegar aí a Tunísia e com perspectiva de ficar, né? Acho que ele tem esses dois jogos aí para ver se gosta, né?
Se ele quer ficar também, né? Porque vai que aparece coisa melhor, né? Mas existe essa possibilidade de ser mais do que esses dois jogos. Vamos ver o que que vai acontecer.
E assim, Japão já seria favorito naturalmente, mas também a Tunísia foi bem decepcionante, né? Era já o time mais fraco, mas eu acho que esperava que pudesse competir. Muitos erros também, né? Causaram inclusive gols para a questão, para nada, goleada sofrida para Suécia. Mas isso só reforça favoritismo do Japão.
1 da manhã, tá? Tunísia e Japão é o jogo 1000 de Copas. E daqui a pouco, às 5 horas da tarde, Tem Alemanha e Costa do Marfim. Bom jogo, aí é ótimo, já muda muito a história, né?
Que o Diomandé conhece os alemães, conhece muito bem.
Chico De Laurentiis vai acompanhar esse jogo nos canais ESPN, também no Disney Plus.
Fala, Chico, como vocês estão, meus amigos? É, o inclusive Jonathan tá, concedeu entrevista coletiva aqui ontem no BMO Field, onde eu estou agora, e ele falou muito bem do Diomandé, disse que acompanhou toda temporada dele, que vai tomar muito cuidado. Elogiou a força, velocidade, falou que é um craque assim, né, da nova geração. Então eles estão de olho sim no Diomandé. O Julian Nagelsmann também exaltou muito a força ofensiva da Costa do Marfim.
Mas isso que é um time completo, que tem defesa boa, meio-campo completo, tem tudo para ser um jogaço, né. Segunda rodada do Grupo E, disputa direta pela liderança, que é importantíssima, porque quem passa em primeiro desse grupo pega um confronto bem mais tranquilo, né, nos 32 avos. Pega o terceiro colocado do A à F. E quem fica em segundo do Grupo E pega o vice-líder do Grupo I, que é o da França. Então pode pegar França, Noruega, Senegal.
É bem mais, bem mais complicado, né. Esses dois, eu queria contar a história desses dois que estão aqui atrás de mim porque é um resumo bem legal do que é uma Copa do Mundo, né, a globalização total do futebol, das pessoas, a união. A Parmila é americana, E o Arjun é inglês. Eles são casados, estão no Canadá e vieram torcer pela Alemanha. Então, por que que eles estão torcendo para Alemanha, um americano e um inglês? Eles são fanáticos pelo Liverpool.
E o Arjun tá aqui com a camisa de um dos jogadores favoritos dele. Please show me your shirt, Arjun. O Florian Wirtz, titular absoluto da Alemanha, né, que inclusive tem uma história bem legal dele. Hoje, puxando a sardinha um pouco para o meu lado, ESPN.com.br Primeiro gol da carreira do Wits foi com assistência do Paulinho do Palmeiras. Então a gente entrevistou o Paulinho e ele contou um pouco dessa história. Confiram lá no ESPN.com.br.
Eu vou só conversar com eles aqui rapidinho porque, cara, eles conhecem bastante futebol brasileiro e gostam muito de jogadores brasileiros, e até conhecem um jogador que vocês vão conhecer, que eles estavam me contando a história. Chamar eles aqui rapidinho. Luiz, Arjun, Parmila, first of all, a score prediction for tonight.
I think it'll be 3-0 to Germany.
3-0 para Alemanha, na opinião do Arjun.
I would say 2-1 Germany too.
Alemanha vai vencer por 2-1 para Parmila. Aí, please tell me the other Brazilian players you were telling me about. You know a lot of Brazilian players. Please tell me some of your favorites.
So one of my favorites, Roberto Firmino, fellow Liverpool player, amazing.
And Alisson Becker as well.
Great player, great goalkeeper.
Isso não precisa de tradução, né? Roberto Firmino, ídolo gigante do Liverpool, e Alisson também é um grande goleiro. E a Parmila tava me contando um outro jogador famosíssimo, né, para nós, de que ela é muito fã. You were telling me you are a big fan of another Brazilian player.
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Ela é muito, muito fã do Roberto Carlos e vieram aqui acompanhar esse jogaço. E eles estavam me contando que eles conhecem outra pessoa. What's the name of your Brazilian friends that you make— made this friend in a bar in New York?
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Se vocês não lembraram quem é, é o Elton Leite, goleiro brasileiro, né? Filho do João Leite. Eles conheceram ele no bar em Nova York, ficaram amigos e foram para Portugal. O Elton Leite levou eles para passear de carro e tal. Estavam me contando essa história, tava até mandando mensagem aqui para ele falando que é um cara extremamente simpático, que gosta muito dele. Então Cara, Alemanha, Costa do Marfim, Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Liverpool, Virtus, todo mundo junto. É a globalização do futebol, é a Copa do Mundo aqui em Toronto.
Orenthes em Toronto para Alemanha, muito legal. Daqui a pouco contra Costa do Marfim. Que grande história, né?
João Leite, João Leite, a única vez que eu entrei em campo daqueles mascotinhos de jogador foi com João Leite, que jogou muito, hein? Foi um dos maiores jogadores, mais jogos da história do Clube Atlético Mineiro, né? E o Elton tem uma carreira muito bonita. Agora voltou para o Brasil, mas tava no Deportivo de La Coruña até pouco tempo, né? Tem carreira internacional bacana, bacana. E você viu ali a estrutura temporária de Toronto, né, atrás dos gols ali, que é só para Copa do Mundo, né, para o estádio receber os jogos da Copa.
Que adversário hoje bem duro, né? Bem difícil, hein?
E assim, Além de subir o sarrafo, obviamente vai ser um teste de verdade para Alemanha. Eu acho que vai ser um teste para a principal fragilidade da Alemanha. A Alemanha é uma seleção que tem dificuldade na transição defensiva, tanto que muito do Kimmich virar lateral, acho que porque a Alemanha não conseguiu encontrar laterais. Eu concordo com Nagelsmann de ter colocado como lateral, embora ele seja ainda, ele é um dos melhores laterais do mundo, mas ele é um dos melhores volantes do mundo.
Eu acho que ele joga melhor como volante. Mas dentro desse cenário, acho que fez sentido ter mudado dessa forma como a Alemanha joga, embora com a bola ele vai muito por dentro, né? Mas esse é um problema que a Alemanha tem e é uma das virtudes, grande virtude da Costa do Marfim, com Amad Diallo e principalmente o Diomandé, cara. O Diomandé, se a gente tirar o Bayern de Munique, ele para mim foi o melhor jogador da última Bundesliga, com o Davi ali brigando pelo páreo.
É que você vai pegar Harry Kane, Olise, Luiz Dias, tudo mais, Mas até colocaria no meu, assim, destacar o meu pódio da Bundesliga, eu ficaria de Harry Kane, Olise e o Diomandé. Assim, Diomandé é um monstro. Já no primeiro jogo, já ele foi assim para dentro da defesa adversária, e assim inúmeras vezes contra o Equador já foi protagonista. Para mim, um dos principais jogadores da primeira rodada. E Alemanha vai ter esse teste, né?
E Alemanha até historicamente tem dificuldade contra adversários africanos, né? Aí acho que não tem tanta influência, acho que é muito mais a questão histórica, né, para como história para o jogo ali. Mas acho que vai ser um grande teste por conta disso, que o lado do campo defensivo vai ser muito exigido da Alemanha.
O Kimmich é meio Valverde nisso, de ser muito bom em muitas funções, mas não dá para ele jogar em todas, né? Então você tem que fazer escolhas difíceis. Vamos ver. Assim, o que eu achei muito positivo na primeira rodada da Alemanha foi ver que o Wirtz tá bem, né? Que ele também teve uma primeira temporada ali de oscilações no Liverpool, né? O Havertz, você sabe que você pode contar com ele para os gols, porque a questão do 9 da Alemanha, né, o Voltemade não teve o desenvolvimento esperado no Newcastle, então acabou perdendo espaço.
Talvez um ano atrás a gente imaginasse que o Voltemade fosse chegar como 9 para Copa do Mundo e não foi assim. Mas é um time competitivo, né, cara? E assim, ok, a projeção é Alemanha e França nas oitavas. A Alemanha tá com medo, a França também tá. Então, cara, é Esse é o grande jogo de oitavas de final, se tudo der lógica.
Então vamos ver o que que vai ser hoje, o jogo de hoje vai ser demais, né? Ou nessa segunda-feira tem, eu sigo no jogo da Espanha que empatou com Cabo Verde na estreia, tem Espanha e Arábia Saudita.
Cadê, cadê?
Abre aqui, Mário Marra!
Que isso, que que é isso?
Desde o começo do programa nós estamos falando do jogo 1000 de Copas que será logo mais 1 da manhã contra o Tunísia e Japão. Qual foi o seu jogo, hein, desses 1.999?
Eu assim, assim que a produção, né, que o Vitão, nosso grande Vitão, mandou uma mensagem aqui falando sobre isso, na mesma hora eu lembrei do 7 a 1, porque eu tava trabalhando pela Rádio CBN no 7 a 1, é Brasil e Alemanha, obviamente. Mas vai falar, não, isso é o jogo mais marcante da minha vida, tá? Mas eu vou pensar, eu pensei logo depois em dois outros, no Sarriá, né? Pensei em Brasil e Itália. Mas para não ficar pacheco demais, um outro jogo em Sevilha naquela Copa de 82, que foi a Copa que eu mais entendi, eu tinha 12 anos, foi a semifinal entre Alemanha e França.
Puts, que jogaço! Um 3 a 3 espetacular. Eu era um menino, né, uma criança de 12 anos. Hoje em dia os meninos de 12 anos já são jovens adultos, mas naquela época um jovem de 12 anos, uma criança de 12 anos, não sabia nada da vida, né? Tava aprendendo nomes diferentes, tudo. E me deu um fascínio entender que o Tressor era, é, né, Marriou Marriott, só. Então eu via o zagueiro da França como o Mário. Entenda, isso é muito marcante para uma criança.
E convivendo com nomes diferentes, né, como Littbarski, como Rummenigge. E um jogo que foi para prorrogação e que termina depois nos pênaltis com vitória da seleção da Alemanha. Alemanha foi para a final, depois perdeu para Itália. Mas um jogo para mim incrível marcante, que parecia que terminaria no empate sem muita graça, depois numa boa vitória da seleção da França. E a Alemanha corre atrás, faz 2 gols, termina no final. Para mim, um jogo incrível desses 999.
É, me veio, como eu disse aqui durante o programa, me veio o sarriá. Mas nessa época, televisão colorida era um luxo, né, Marra?
Era um luxo, sim, e era difícil ver, né? Assim, mas eu acompanhei, acompanhei também um pouco da Copa de 78, tenho lembranças da Copa de 78, especialmente do Brasil-Argentina e também do Argentina e Peru. E Bertozzi, que é de BH, vai, conhece, né? Eu tava com a minha mãe no carro ouvindo a final, né? Eu tinha 8 anos só. Então assim, com 8 anos não tem, você não tem muitos direitos, né? Mãe, quero ver o jogo. Senta aí, fica quieto.
Eu tava ouvindo no carro a transmissão do jogo e a festa dos argentinos. Eu tava subindo a Rua Grão Mogol, viu, Bertozzi? A festa dos argentinos, isso no barulho do rádio, né? Meu Deus, são coisas que determinaram os meus desejos de profissão.
Muito tempo depois, é Copa de 82 com Luciano do Vale, com Márcio Guedes, com Juarez Soares, com Sílvio Luiz da Rádio Record. E aí a rádio, e a rádio, a TV Record não podia transmitir, então eles fizeram com Sílvio Luiz, com Pedro Luiz Pauliero, com Flávio Prado. Eles fizeram, abaixa o som e ligue na Rádio Record, que era um trio de ouro, né? Tantas e tantas histórias, jornalismo esportivo. Beijo, Barra, até amanhã!
Beijo, até amanhã. Amanhã tem então, hein?
Amanhã tem.
Amanhã é dia de Espanha e Arábia Saudita. Beijo, bom trabalho.
Mário Barra. Aliás, existe outro narrador da TV Globo que era de BH, Carlos Valadares, que depois foi narrar luta livre na Record. Grandíssimo Valadares, bozeirão espetacular. Nossa, quanta história! E para a gente finalizar aqui, teremos Equador e Curaçao.
É, aí a expectativa da, é, de uma vitória considerável do Equador, ainda que o time se destaque muito mais defensivamente e desperdiça oportunidades, né? A gente falava de, com o Cosmo Marfim, Equador foi um dos melhores jogos da primeira rodada, o quanto que a falta da capacidade de definição, isso acabou complicando a vida do Equador. E lembrando, na conta, né, que o Léo tava falando de terceiros colocados, a chance de terminar com 3 E um bom saldo passa muito por esse jogo.
Acho que o Equador tem condição de repente até de arrancar um empate com a Alemanha, não é algo a ser descartado, mas você tem que garantir hoje uma vitória e pensar em saldo, buscar uma diferença boa de gols.
Foi muito pecado o jogo do Equador com a Costa do Marfim, né? Mereciam mais, mas o Equador é uma dessas seleções que o que tem de qualidade do meio para trás falta do meio para frente, né? Um time que tem, pô, Moisés Caicedo, Pacho, Hincapié só para começar, Né, só esse, só essa trinca aqui de estrelas, mas falta peso ali na frente porque o time é bom, cara, o time é bem treinado pelo BKCS e tal, não fez um mau jogo, mas hoje vai, hoje os gols vão ter que sair, vão ter que sair.
Se ganhar bem, aí vai classificar e dá para jogar mais leve contra a Alemanha, até tentando arriscar um pouquinho mais, mas veremos. Alex, Fernando Sasso, outro narrador de Belo Horizonte, vale lembrar, mais recente, mais recente.
Fernando tá no filó. Aliás, BH, grandes narradores hoje com Rogério Correia, com o Caixa, tem tanta gente. Se a gente começar a falar disso, Carlos Valadares, depois o Fernando Sasso, todos na TV Globo, né? Isso, muito legal esse tempo todo. É isso, ficamos por aqui. Então, pera aí, então vamos atualizar aqui, tá? Daqui a pouco Orlando e Suécia às 2, às 5 Alemanha e Costa do Mafim, às 9 Equador e Curaçao, e uma da manhã do mês passado.
É, então até por isso, deixa eu fazer um aviso, pessoal. Hoje o Linha de Passe é mais cedo, é às 9, para pegar o jogo da Alemanha, né? Então a gente não vai fazer o cara esperar até às 3 da manhã para o Linha de Passe. Acho que é bom para todo mundo. Então assim, para dar um descansinho para todo mundo, hoje o Linha de Passe vai ser mais cedo, 9 horas, colado no jogo da Alemanha. Aí às 10 horas, como tem um jogo do Equador, a gente para na TV, mas a gente fica no YouTube, tá?
Então linha de passe: 1 hora na TV, 2 horas no YouTube e no TikTok depois do jogo da Alemanha para a gente repercutir.
Boa! E nós ficamos por aqui até amanhã, hein?
A gente se vê amanhã.
Você volta semana que vem, acho que é na quarta, na quarta-feira. Mas em algum momento nós vamos pescar e puxar aqui, porque senão essas coisas do Rafa vai ficar se dando fora.
É, estamos sempre aí, Houston, para Mala, Zé.
É, tá, nossa, um dia para viajar. Tchau, Brasil! Obrigado pela audiência no YouTube, TikTok. Bom sábado de muitos jogos, nós voltamos amanhã.