Episódios de Futebol no Mundo

Futebol No Mundo #578: Saldo de Brasil 1x1 Marrocos e a estreia de gigantes!

14 de junho de 20261h26min
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No Futebol No Mundo deste domingo (14) vamos trazer tudo sobre Brasil 1x1 Marrocos. O que tirar de bom e de ruim da estreia? Também vamos falar muito das estreias de Alemanha e da Holanda! Vem com a gente!

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Participantes neste episódio9
A

Alex

HostPastor
A

André Donchi

Co-host
B

Biratan Leal

Co-host
A

André Kfouri

ConvidadoJornalista
G

Gustavo Hoffmann

Reporter
G

Gustavo Zupac

Reporter
M

Mário Marra

Reporter
M

Mendel Bidrovski

Reporter
Y

Yasmin

Reporter
Assuntos8
  • Seleção Brasileira vs. MarrocosAnálise da estreia brasileira · Primeira meia hora de jogo · Vinícius Júnior · Carlo Ancelotti · Atitude dos jogadores · Descontrole e desorientação
  • Desafios iniciais na AlemanhaExpectativa para o jogo contra Curaçao · Jogadores chave da Alemanha · Musiala · Havertz · Kimmich
  • Seleção Holandesa· EsportesJogo contra o Japão · Potencial da Holanda · Desempenho recente da Holanda · Van Dijk · Gakpo
  • Infraestrutura e logística do LollapaloozaCalor em Houston · Umidade em Fort Lauderdale · Logística de transporte · Alimentação e rotina dos jornalistas
  • outros jogos da CopaEscócia vs Haiti · Suíça vs Catar · Turquia vs Austrália · Força média da Europa · Desempenho de seleções africanas
  • Abertura da Copa do MundoPreparação para estreia contra Cabo Verde · Lamine Yamal e Nico Williams · Impacto do calor nos jogadores · Rodízio de jogadores · Histórico de estreias da Espanha
  • Reunião de Felipão com JornalistasControle alimentar de André Kfouri · Dificuldade com café · Tratamento médico de Gustavo Hoffmann · Pastel de Belém vs Pastel de Nata
  • Mercado de futebol e valor de jogadoresCucurella no Real Madrid · Ruben Amorim no Milan · Iraola no Liverpool
Transcrição200 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz C

E aí, olá para você que é fã de esportes! Dia 4 da Copa do Mundo, podcast futebol no mundo, na Copa está no ar um programa hoje intenso, porque nós vamos falar muito de seleção brasileira e da maratona de mais 4 jogos. Já tá começando a ficar cansativo, 4 jogos ontem e 4 jogos hoje, mas não teremos assim uns embalos da madrugada. Estamos aqui com o Biratan Leal, com o André Donchi, com todo o nosso time, já já todo mundo aqui para falar muito da estreia do Brasil. E aí, Birá?

?Voz B

É, foi ruim, foi sofrido, mas o Brasil saiu vivo no final das contas, né? Acho que saiu com empate.

?Voz C

Eu também acho que chegamos a esse ponto, né? O Brasil saiu vivo.

?Voz B

É, agora eu também acho que alguma, algumas reações pós-jogo foram um pouco desesperadas assim. Então tem coisa para mexer. Mas acho que o Ancelotti, espero que o Ancelotti tenha saído com algumas certezas mais fixas na cabeça ali, pensando no segundo jogo contra o Haiti, que talvez seja um pouquinho menos fácil do que as pessoas imaginavam.

?Voz C

Pois é, pelo jeito, né? Depois contra a Escócia, vamos falar disso também. André Donchi numa ansiedade muito grande, porque daqui a pouco tem a estreia da Alemanha.

?Voz D

Estaremos de olho. Tudo bem, Alex? Vira, companheiros, fã de esporte, sempre prazer tá aqui. De fato foi puxado ontem, principalmente a meia hora inicial ali, foi um amasso que o Brasil tomou de Marrocos. Acho que tem coisas positivas para a gente tratar, acho que a forma como o Brasil foi tentando encontrar soluções ao longo da partida, ao menos na questão defensiva, a gente pode falar bastante disso, mas o saldo é de comemorar o empate.

Acho que é muito mais um ponto ganho do que 2 pontos que ficaram pelo caminho, considerando o roteiro da partida.

?Voz C

Vamos juntos aqui no YouTube, no TikTok da ESPN, com a sua mensagem, com a sua participação no YouTube também, no TikTok. Tá só começando, tá? Gustavo Hoffmann, cadê? Direta, vamos ver onde abre a janela. Vamos ver onde está o Gustavo Hoffmann na sequência, na atenção para a estreia da Alemanha. André Kfouri também na tela com a gente, mas primeiro, André, o primeiro Gustavo Hoffmann. Por onde anda, Gustavo?

?Voz E

Tudo bem, Alex? Companheiros, um grande abraço. Dá uma olhada, acho que, acho que o monitor gigante aqui atrás de mim indica bem, né? Ó, Curaçao e Alemanha, Alemanha e Curaçao daqui a pouco. Houston, Ennardins, e já já é uma enorme expectativa.

?Voz C

Oi, oi, diga, Gustavo, tá me ouvindo, Alex? Agora sim, agora sim, vamos lá, tá oscilando.

?Voz E

Tá oscilando um pouquinho o sinal aqui do lado de fora do estádio, mas vai dar certo. Mas estreia da seleção alemã nesta Copa do Mundo, estreia de Curaçao em mundiais. Como vocês veem, os torcedores vão chegando das duas equipes. Finalmente a gente tá começando a respirar Copa do Mundo aqui em Houston, porque ando pela cidade, nada, nada, absolutamente nada de Copa. Só aqui realmente ao redor do estádio. E os torcedores curaçaoenses começam a fazer um pouco mais tranquilos.

Enfim, ontem estive também aqui no estádio para as coletivas de imprensa. Júlia Nagelsmann, Dick Advokat, Alexander Pavlovich, Leandro Bacuna. Expectativa grande para o jogo. Daqui a pouquinho sai a escalação das duas equipes. Na Alemanha, ontem o Nagelsmann adiantou apenas que o Neuer, o Nathaniel Brown e o Musiala jogariam. Veremos o resto, não teremos grandes surpresas. Estou à disposição aqui, Alex.

?Voz C

O Gustavo Rova vai ficar bastante tempo aqui hoje com a gente nos arredores aí do estádio de Houston. Fizemos muita questão hoje da participação do André Kfouri, vivendo mais uma Copa do Mundo junto com a seleção brasileira. Você é sempre bem-vindo, André.

?Voz F

Alex, bom dia para vocês aí, Donk, Ubiratã, Gustavo. Prazer em ouvir sua voz, saudades de todos. E um prazer enorme para mim voltar a participar do futebol do mundo, ainda mais nessa ocasião, nessas circunstâncias, mesmo que tenha sido depois de uma, de uma tarde barra noite com certos momentos de terror. A nossa audiência, ela é bastante diversificada. Eu tenho certeza que grande parte das pessoas que acompanham o futebol no mundo diariamente já há tantos e tantos anos podem não ter acompanhado o nosso trabalho na televisão ontem.

Mas só para iniciar a nossa conversa aqui, embora o Biratan tenha mencionado reações exageradas e tal, eu não sei se ele tava falando de mim, mas eu disse no ar ontem no Linha de Passe, vou repetir aqui: a primeira meia hora de Brasil e Marrocos representa, na minha opinião, os piores 30 minutos de uma seleção brasileira em um jogo de Copa do Mundo desde aquela tarde também aterrorizante marcante, simbólica, fatídica, em Belo Horizonte contra a Alemanha na Copa de 2014.

Ah, calma aí, André, você tá comparando um jogo em que o Brasil levou 7 gols e outro que o Brasil levou 1. Não se trata disso, se trata do nível de descontrole, do nível de desorientação, do nível de, da intensidade, da impressão de que os jogadores brasileiros estavam sem saber o que fazer. Não sabiam, alguns, não todos, não sabiam onde estavam, não sabiam porque estavam ali, não sabiam como resolver a situação. Felizmente houve ali um período, uma, um tempo, uma interrupção em que os jogadores puderam conversar com a comissão técnica.

E o Vinícius Júnior, alguns minutos depois, como ele é capaz de fazer, se virou e tirou um gol do absoluto nada. E aí a seleção brasileira se assentou, houve substituições, a bola ficou um pouco mais tempo no campo de ataque, o time se sentiu menos pressionado e o jogo ficou mais equilibrado. Mas a primeira meia hora eu vou me lembrar sempre, especialmente por estar presente, como um trecho verdadeiramente aterrorizante do jogo.

?Voz C

O André usou exatamente o termo ontem no Linha de Passe, ele ficou aterrorizado. E eu Eu parei para pensar e refletir, né, Bira? Qual seria o termo certo? Não tá na moda falar vergonha, vexame, mas não foi isso, porque o Brasil não tomou um vareio, foi 3 a 0 logo de cara. Não foi isso. O aterrorizado eu acho que lhe encaixou perfeitamente.

?Voz B

Fala, Bira. Não, não, só para responder o problema, é que obviamente eu não, eu não me referi a você. Na verdade, me referi a um grupo de WhatsApp, principalmente é um grupo de WhatsApp de amigos jornalistas, tá? Amigos jornalistas. E daí assim Tava rolando aquela coisa de nota dos jogadores, sabe? Adoro. E daí assim, todos os jogadores tinham nota no máximo 4. Daí eu fiquei pensando, meu... Só que aí também, quando você chega e nivela tudo dessa maneira, você também não é construtivo.

Porque você também... Teve gente ali dentro que, por mais que coletivamente o Brasil tenha sido péssimo, teve gente que fez o time melhorar, teve gente que entrou no jogo e fez o time melhorar, teve gente que mereceu uma nota 6, 6,5, vai. Não nota 4 todo mundo. Porque daí você também... Chuta todo mundo lá para baixo. E daí você— mas foi isso que eu me referi, foi principalmente um grupo de WhatsApp de amigos jornalistas.

?Voz C

Mas 6, 6,5 passa de ano. Eu não sei quem passou de ano ontem, não sei.

?Voz B

Ah, acho que tem um outro que dá, um outro que passa raspando.

?Voz C

Não vamos falar disso, você passa de ano, passa raspando. Mas já já o André de novo. Mas o Gustavo ontem no grupo do podcast, aliás, falamos abertamente sobre o nosso grupo de podcast futebol, no que fala de todos os assuntos, mas A frase do Gustavo, qual foi sobre Vinícius Júnior e Carlo Ancelotti?

?Voz E

Gustavo, eu não lembro. Eu acho que essa frase foi do Bertozzi, viu?

?Voz C

Foi do Bertozzi? Foi do Bertozzi? Não, acho que foi você mais uma vez.

?Voz B

Foi do Bertozzi.

?Voz C

Desculpa, então foi mais uma vez, né, Gustavo? Mas eu tô plenamente de acordo que o Vinícius salvou o Ancelotti mais uma vez.

?Voz B

Não, não é que o time do Brasil do Ancelotti é que nem o Real Madrid do Ancelotti, né? No final das contas, o time bagunçado, mas o Vinícius Júnior sempre resolve, né, Gustavo?

?Voz E

Exatamente. O Real Madrid nesses anos 60 não foi um time de encher os olhos e mesmo assim ganhou duas Champions League apenas, né? E muito nesse sentido de uma equipe que não jogava tão bem assim, mas tinha um brilho individual de alguns jogadores, principalmente do Vinícius Júnior naquela temporada em que para mim ele foi o melhor do mundo, ganha o prêmio de melhor do mundo da FIFA, fica em segundo na Bola de Ouro da France Football.

Vinícius acabou desequilibrando, Vinícius foi o fator que garantiu o empate para a seleção brasileira. A primeira meia hora de jogo realmente foi um desastre para o Brasil, absoluta falta de controle, absoluto, absoluta falta de sentido em campo. Não havia uma organização da equipe na ideia do que fazer e como reagir à forma como o Marrocos jogava. O próprio Ancelotti, numa entrevista depois do jogo para o Fred Caldeira na Gazeta TV, falou sobre isso, né, de que o começo do jogo a equipe realmente perdeu muitos duelos.

Não conseguiu competir, né, com o Marrocos, que foi bem superior, mereceu fazer 1 a 0. E aí depois o Vinícius consegue o empate. Eu acho que já olhando para frente, e já recuperando muito do que a gente falava nos últimos dias, a seleção brasileira, isso ficou evidente ontem, ela não chega no Mundial em condição de candidata a título. O Brasil, para efetivamente ser candidato a título, precisa evoluir. E eu falava antes do campeonato, antes da competição começar, que eu acredito muito na evolução desse time e na transformação desse time durante o torneio.

Eu já, e a gente falou muito sobre isso, de que o Brasil começaria de uma forma e terminaria de outra em relação à escalação mesmo. E eu tenho convicção que isso vai acontecer ainda mais ontem depois da estreia. Há mudanças importantes que precisam ser feitas, o rendimento de alguns jogadores precisa ser avaliado também, do Lucas Paquetá, por exemplo, que se tornou a mudança tática da equipe nessa reta final de preparação. Paquetá não foi bem.

Acho que vão transformar o Igor Thiago no grande responsável pelo resultado, não acho justo isso. Importante para a seleção brasileira, pensando em situações de jogo, momentos de jogo no segundo tempo, quando o time precisa eventualmente de um jogador mais de área. Para prender mais a marcação. Não acho que ele deva ser titular do Brasil. Enfim, mudanças vão acontecer. Eu tenho certeza que o Ancelotti já prepara isso para o jogo contra o Haiti, porque o time precisa crescer, precisa evoluir. E eu ainda acredito muito no trabalho do treinador italiano nesse sentido.

?Voz C

Mas certamente, Dom, que o Brasil não vai ter, não vai terminar a Copa do Mundo com esse time de ontem. Não vai, não vai.

?Voz D

É, não, certamente. Até pela questão de um trabalho que é todo acidentado. O Ancelotti tem um ano para essa Copa do Mundo. Então era óbvio que ele não teria a seleção pronta. Então assim, eu também acredito nisso que o Hoffmann falou, né, em relação à mudança da seleção. E acho que até pela atuação da estreia vai forçadamente impactar já para a segunda partida. Eu falei de aspectos positivos, acho que muito dessa capacidade de um cenário tão desastroso dos 30 minutos, é de o Brasil conseguir— teve até a mudança tática ainda durante o primeiro tempo, né, do Rafinha vindo mais para o lado direito.

Depois tem as substituições no intervalo. Então achei positivo isso de você sair desse cenário de um amasso de 30 minutos. Só que depois dos 30 minutos, Marrocos só foi finalizar aos 54 do segundo tempo. Então não é que eu tenho que comemorar, jogou bem, não. Mas considerando esse cenário, você tem algum aspecto positivo. Embora o resumo da partida, a gente pegar ela como um todo, não foi positivo. Acho que se tivesse um vencedor, teria que ter sido a seleção de Marrocos por conta desse domínio que que teve nos 30 minutos iniciais.

E muito chamou atenção, né, da escalação, porque foram 3 peças, acho que viraram, que seriam notícia, as duas laterais, né, ainda mais quando se falava do treinamento do seu Alexsandro e o Danilo. E a questão que eu sou crítico em relação a— não vou entrar aqui ser engenheiro de obra pronta, né, acho que do Ibanez tava aberto ali a posição, ele acabou não indo bem. Acho que o Douglas Santos fez um jogo correto de uma forma geral, mas eu discordei da escalação do do Igor Thiago.

Eu também vou muito na linha que o Hoffman falou. Eu defendi e defendo a convocação dele. Para mim é um cara importante pelas características de estar no grupo da seleção, só que acho que não para iniciar, ainda mais no jogo contra Marrocos. Para mim faria mais sentido Igor Thiago num jogo contra Haiti, contra Escócia, com defesas mais baixas. De repente um cara ali mais brigador para jogar de pivô, se for necessário. Nesse jogo com Marrocos, eu acho que até pelo que Marrocos fez no amistoso contra Noruega, conseguiu neutralizar bem o Haaland.

Então acho que um atacante mais desse perfil não seria o caminho. Muito se falou, né, do Endrick não ter recebido minutos. Acho que a torcida, o clamor popular depois do jogo foi muito em cima do Endrick ter recebido minutos. Mas para mim a questão mais impactante do ataque foi o Matheus Cunha não ter iniciado no lugar do Igor Thiago.

?Voz F

André, pois é, eu concordo com o Dom que acho que o Matheus melhorou o time. Concordo também com o Gustavo em relação a certas leituras apressadas a respeito do desempenho de alguns jogadores, em especial o Igor Thiago, que ganhou uma oportunidade para ser titular na estreia da seleção brasileira, que é mais uma etapa da ascensão dele rapidíssima, surpreendente talvez, mas também merecida. E eu entendo que ele continuará como uma opção para determinadas circunstâncias, mas não creio que voltará a essa posição de início de jogo aqui na Copa do Mundo, porque O Calçade disse muito bem no Linha de Passe ontem, o Ancelotti tem, embora a Copa em tese seja longa, e o Gustavo foi perfeito também quando ele disse que a seleção tem que evoluir ao longo do torneio, e muitas vezes isso acontece.

A Copa, ela, ela passa rápido, ela não espera, mas ela também permite que em alguns casos você se ajuste. A campanha da Argentina no Catar é uma comprovação disso, com tantas modificações desde a derrota na primeira partida. Sem comparações técnicas, sem nada, apenas no sentido de é possível numa Copa do Mundo você iniciar muito mal e terminar muito bem. A Espanha em 2010 é um outro exemplo desse caso. De novo, sem nenhuma comparação técnica, são épocas, times em especial, jogadores muito diferentes.

Eu tô falando apenas sobre a margem de manobra, ela existe, é possível aproveitá-la e ter sucesso. Eu acho que é nisso que tá pensando o Ancelotti. Agora, falando do técnico da seleção brasileira, a gente vai conhecendo as pessoas pela forma como elas se comportam, e no caso do Ancelotti, pela forma como eles se comunicam, né? E eu nem tô falando sobre o esforço que ele tem feito, que é ótimo, de falar com a torcida brasileira, não conosco, mas com a torcida brasileira, no melhor português que ele pode apresentar.

Mas eu sempre presto atenção nas expressões faciais e no nível de paciência, claro, em conformidade com a personalidade da pessoa. Então, o que que a gente tem de conhecimento do Ancelotti nesse contato, quando ele apresenta, quando ele se apresenta para falar em entrevistas? Seja uma entrevista coletiva, seja as poucas até hoje entrevistas exclusivas que ele deu. Ele é um homem de poucas palavras, ele é um cara discreto, ele fala pouco, mas ele se comunica bem.

E ele é alguém de alegrias e reprovações também discretas. Então, o que que eu quero dizer com isso? Que quando o Antelote está satisfeito com alguma coisa, você não percebe nas falas dele que ele está exultante, que ele está empolgado e tal. Você percebe um ou outro sorriso, uma outra brincadeira, uma expressão no rosto mais descontraída, etc. Quando ele está incomodado, você não vê uma cara enfezada, você não vê uma palavra rude, você jamais verá, eu creio, uma grosseria, mesmo que isso seja às vezes compreensível por causa do momento.

E também na pergunta e resposta ali, às vezes as coisas acontecem. Mas quando ele não está bem, quando ele está bravo de fato, você percebe o quê? Menos palavras, um tom de voz mais grave e uma expressão facial em que a reprovação tá clara ali. Ontem ele foi monossilábico na entrevista ao vivo logo depois do jogo, monossilábico, como se não quisesse fazer aquilo e tivesse que fazer por obrigação. De fato é uma obrigação, né? E depois, na entrevista coletiva, ele também foi extremamente econômico nas palavras, mandou recados muito claros.

E na expressão facial dele, que eu só vi depois, porque eu tava no ar do lado de fora do estádio, Pedro Ivo tava lá dentro, a expressão dele deu para notar a quantidade de incômodo que ele tava sentindo. E a minha impressão, eu posso estar completamente errado, é claro, e tudo isso tá aqui para a gente conversar, mas a minha impressão é: ele estava incomodado com o comportamento da seleção brasileira, não necessariamente com o nível de jogo.

Ele estava incomodado no seguinte sentido, vou fazer uma entre aspas, uma tradução livre aqui. Ele viu o time nos primeiros 20, 30 minutos completamente desorientado e ele se incomodou pessoalmente. Ele falou assim: esse não é o meu time. É quase como se ele tivesse dizendo: eu não vim aqui, eu não vim para o Brasil e eu não vim para cá para isso. E é claro que ele tem responsabilidade. Um treinador não pode falar sobre o time dele como se fosse um crítico de cinema falando sobre o filme que outro diretor fez.

Né, vamos entender também as responsabilidades e a necessidade de compartilhá-las. Mas dá para entender um treinador do tamanho do Ancelotti, com a história, trajetória que ele tem, olhando alguns comportamentos no trecho inicial do jogo contra o Marrocos e falando assim: não é possível, isso aqui não dá para aceitar. E o que ele disse, e a forma com que ele disse na entrevista coletiva, a questão da confiança, mentalidade, ansiedade, para mim confirmam que ele se incomodou muito menos com o futebol e mais com o comportamento.

?Voz C

É, e a expressão facial é muito simples, né, Gustavo? Gustavo fez o gestinho, né, a sobrancelha ontem.

?Voz E

É isso, é, André, até falar diretamente com o André, né, a melhor forma de perceber isso também É quando a sobrancelha esquerda do Ancelotti toma vida própria, sobe mais, toma vida própria, porque ele realmente está enfurecido com o time.

?Voz B

E assim, numa questão que eu acho que vai muito ao encontro do que o André falou, é que o Brasil jogou muito mal naqueles primeiros 30 minutos porque ele foi dominado taticamente, foi dominado tecnicamente Mas foi dominado também psicologicamente. O Brasil tava muito, muito nervoso, muito pilhado. Os jogadores com tanto medo de errar, 30 passes errados no primeiro tempo, tanto medo de errar que errava mais do que erraria normalmente, errando passe bobo, errando domínio de bola.

O gol que o Brasil toma inclusive é um gol de um passe que vem, que já não vem legal, e um erro de domínio de bola, que daí vem um roubo e saída no contra-ataque. E o Brasil errou muitas jogadas assim, sobretudo o Casemiro e o Paquetá foram os dois jogadores que mais me incomodaram nesse aspecto de muito nervoso e muito nervosos, até tomando decisões erradas. E para mim é aquela coisa que você sente que o time tá muito nervoso, que não é aquele erro de ele tentou forçar um passe diferente, tudo, não, coisa básica, mas o pé tá pesando.

E acho que isso que incomoda no Ancelotti, como o André falou, ele se incomodou mais com a atitude dos jogadores do que com a questão tática. Porque falou, caramba, você aqui ganhou a Champions League, você aqui foi o melhor jogador da Premier League, você aqui foi o melhor jogador do sei lá o quê, você ganhou. Todo mundo lá, ou muita gente lá, tem alguma glória, foi o melhor jogador do time dele, já fez gol de jogo decisivo da Champions, da Premier League, sei lá o quê, e daí vai chegar num jogo de estreia da Copa, que tá bom, é Copa do Mundo, não consegue acertar um passe de 5 metros.

Então, isso ajudou muito o Marrocos, porque a pressão de Marrocos deu resultado. Eu até falei no Mundo F de ontem que eu não duvidaria que Marrocos, ao invés de ficar estudando o Brasil, nos primeiros minutos Marrocos forçasse o Brasil. E foi o que aconteceu, porque o Brasil é uma seleção que todo mundo vê, não é só a gente, todo mundo vê como uma seleção que tem um potencial muito maior do que o que entrega, porque é um time que não tá montado, é um time que não tem uma confiança construída.

E Marrocos talvez quisesse testar esse Brasil, falar o quanto esse Brasil me responde. Vamos forçar os caras para ver se eles afinam ou se eles devolvem. E o Brasil não devolveu. O Brasil demorou meia hora para devolver. Então, então, o teste de Marrocos foi isso. E o que poderia ser 10, 15 minutos só de pressão vira 30, porque, opa, tá dando certo, vamos nessa.

?Voz C

É, mas fisicamente depois não aguentaram, né?

?Voz F

E saiu o gol, né? E saiu o gol. E saiu o gol, né? Saiu o gol que confirma. É, eu também disse ontem, o gol não foi— o gol marroquino é bem, muito bem descrito pelo Bira, é um passe forçado do Ibanez para o Paquetá. Quando eu digo que é um passe forçado, é preciso também, né, deixar claro, existem passes forçados que são extremamente arriscados, mas o custo-benefício do passe é incrível. Então assim, os grandes times do mundo, vamos lembrar, vai, em termos de associação coletiva, o Barcelona do Pep Guardiola, a quantidade de passes que aquele time dava que você falava não, e acabava, o jogador conseguia dominar, o movimento ofensivo continuava e criava uma, uma grande oportunidade, era, era muito frequente.

Agora, quando você dá um passe forçado numa equipe que não tem esse nível de associação, você tá praticamente se livrando da bola. Eu acho que foi isso que aconteceu. E aí houve a recuperação por parte do meio-campo do Marrocos, um passe entre os zagueiros muito bem colocado, e o Alisson ficou à mercê do atacante marroquino. Agora, em relação a esse, a esse momento inicial do jogo, a gente nunca pode esquecer que não dá para falar de um time só, analisar um jogo de futebol.

E é claro que a grande surpresa é a maneira desorientada como a seleção se apresentou no começo, mas a atuação do Marrocos é histórica. É histórica. Eu sei, alguém vai falar: semifinalista da última Copa eliminou a Espanha. Não é disso que eu tô falando. Existe na Copa do Mundo um conjunto de camadas hierárquicas. Seleção marroquina, com tudo que ela conseguiu fazer nos últimos 4, 5 anos, não só o time, o time, a seleção maior, mas na base também, estava ontem estreando numa Copa do Mundo com uma comissão técnica nova contra a seleção campeã desse torneio 5 vezes.

E na primeira meia hora foi um terror para a seleção brasileira. Então a atuação no todo do time marroquino é histórica. Futebol africano se apresentando. Não acho que o Marrocos é melhor que o Brasil individualmente, Não é coletivamente esse time, eu também não acho que seja, mas a diferença técnica na primeira meia hora de ontem foi uma coisa verdadeiramente fora do normal.

?Voz D

Eu acho esse gancho do André muito importante, eu tô muito de acordo com ele. E até pegar dentro da ambição que tem a seleção marroquina, quando muda o técnico, o Regragui, o técnico histórico da campanha, tem uma mudança também no estilo de uma equipe que quer ser mais protagonista. Então assim, acho que mostra esse, esse perfil da forma como jogou contra o Brasil. E eu acho que tem o Mohamed El Wahbi, também tem um mérito importante na forma como a gente conta a história desse jogo a partir do péssimo início do Brasil, mas também valorizar do outro lado.

Eu acho que ele foi muito interessante também, a escalação, pensando como o Marrocos teve uma superioridade gigante no meio de campo. Falava-se muito da dúvida quem substituiria o Ezalzouli pelo lado esquerdo, né, que era um dos jogadores principais da seleção marroquina. Ele coloca o Elkanous, que é um cara de um perfil diferente. No Stuttgart, normalmente ele joga até mais centralizado. Então acho que isso também ajudou o Marrocos ter uma superioridade, controlar o meio de campo.

O Brahim Dias teve muito espaço, né, saindo da direita por dentro, conseguiu conduzir. Tanto que o gol é justamente assistência dele, ele com tanta liberdade para encaixar o passe perfeito para o Saibari. Então teve muito mérito, acho que, do Ouaibi. Tem mérito dessa geração marroquina que tem uma ambição Não é porque foi semifinalista, de repente vai com a mesma abordagem de uma seleção que era extremamente reativa, né? Foi a 6ª pior posse de bola da Copa passada.

Então que tem essa ousadia de se arriscar mais. E eu também queria só destacar o que jogou o Boadina, é um menino de 18 anos de idade, cara. 18 anos de idade, primeiro jogo de Copa do Mundo, primeiro jogo de Copa do Mundo contra a seleção brasileira. Foi impressionante a atuação dele. E ele estreou agora, ele estreou na data FIFA da Copa, dos amistosos prévios à Copa.

?Voz E

Até porque ele tava jogando pela seleção sub-21 da França há poucos meses.

?Voz B

É verdade. Então, até por isso, então, até por justamente porque foi recente a escolha oficial dele por Marrocos no cenário internacional. E assim, o Boadi, ele fez o que a gente esperava que o Casemiro fizesse. Pois é, seu senhor do meio de campo, seu jogador que tranquilizasse no momento que você tá no aperto, a bola, ele vem na dividida, controla, domina, protege, é minha, vamos sair.

?Voz C

E não foi nada disso, né, Gusttson?

?Voz E

Não, não foi nada disso, definitivamente. Casemiro ainda sai no intervalo amarelado para entrada do Fabinho. Não foi a estreia dos sonhos para o Casemiro nessa Copa do Mundo. E o Buade, para o Buade foi, para o Buade foi a estreia de sonhos. Partidaça fez o garoto de 18 anos. Ele vai, deve ser um desses jogadores que deixarão a Copa do Mundo extremamente valorizado, que o mercado de transferências Alex, peço desculpas para o fã de esportes que tava acompanhando no TikTok, mesmo aí no estúdio, né, porque eu tive que fazer uma mudança aqui de local.

Meu, vocês não têm noção o calor que eu estou pingando, eu tô encharcado aqui de suor já, porque assim, é um calor, mas um calor. E o sol saiu porque choveu agora há pouco, agora saiu o sol, a umidade tá acima de 80%, com mais a sensação térmica tá uma coisa de louco. Não vai atrapalhar o jogo, que é teto retrátil, mas para quem tá aqui fora Olha, eu não lembro de ter passado tanto calor assim no jogo de Copa do Mundo, viu?

?Voz C

É, o ar-condicionado aqui estava muito gostoso.

?Voz D

E por aí, André, de graça.

?Voz F

Olha, aqui, aqui a temperatura média é bastante alta, em torno dos 30 graus na maior parte do tempo. Quando a gente tem um pouquinho de sorte, tá meio nublado, mas aí fica mais abafado. De vez em quando tem um ventinho. Agora, por exemplo, tá batendo um ventinho gostoso. Aqui do lado de fora. Estamos ao ar livre, 29 graus me mostra o Douglas no telefone dele, a temperatura nesse momento. A noite segue quente, acima dos 20 sempre, e é muito calor como esperado, né?

Nos próximos dias, a partir de amanhã, parece que vai dar uma aliviada, mas nada que transforme muito, né, a nossa sensação aqui. Em relação a esse calor. Não é tanto quanto Gustavo está passando em Houston. Pessoal em Dallas deve estar sofrendo um pouco mais que a gente também, é uma região mais quente do que aqui. Mas ontem, por exemplo, no estádio, no local do MetLife onde a gente ficou, na hora que eu sentei e dei uma olhada geral assim, eu vi onde tava o sol, eu falei, ó, o tempo que vai demorar para um lado do estádio cobrir o sol vai ser tão grande que a gente vai sofrer demais.

E só ali pelos 10, 15 minutos do segundo tempo que a sombra chegou, e aí ficou mais agradável. Mas é assim, né? Eu me lembro da Copa de 94, num outro ambiente de comunicações, as notícias já chegavam a respeito das altas temperaturas e da necessidade de, das comissões técnicas dosarem os jogadores. E a gente lembra como foi Em determinados jogos a coisa ficou muito difícil. Eu acho que todos os técnicos dessa Copa, alguns vão sofrer um pouco mais do que outros, jogadores evidentemente também, mas vai ser necessário administrar essa situação.

?Voz C

Ô, ô, ô, ô, ô, Donki, pega o controle do ar-condicionado, tá 22 graus aqui dentro, tá muito quente, gente. Vamos gelar um pouquinho aqui.

?Voz D

De graça, olha aí, de graça.

?Voz C

Vamos gelar, eu tô começando a suar, tá, Duda?

?Voz E

Calor, vocês não têm noção.

?Voz B

Mas eu tenho noção, Gustavo, porque eu estive aí no Texas há 2 anos, eu sei o calor que faz aí nessa época do ano. É um negócio assombroso. E tem um negócio que é muito Estados Unidos, o MetLife, o Nova York nem tanto, mas o MetLife Stadium também tem essa. Americano adora um pátio de concreto. Então assim, as cidades não tem prédios que tem sombra, que tem árvores, que é só pátio de concreto para as pessoas andarem e estacionarem seus carros.

Então o MetLife, Nova York não é assim, mas o MetLife Stadium é assim também. Então você não tem onde se abrigar também. Você não tem sossego, você tá no meio assim, é um descampado de concreto. Então o concreto também, o sol bate, vai esquentando aquele concreto. Não é terra, não é graminha, que a grama também absorve um pouco. Não, mas é só aquele concretão que vai ficando quente. Então o calor vem de cima e vem de baixo, e você não tem onde se abrigar. É tenebroso.

?Voz C

Essa cobertura é sempre muito difícil, né? O trabalho, a rotina diferente. Gustavo Hoffman e André Kfouri. Primeiro você, André, como tem sido a sua rotina? Buscar um café, buscar uma refeição saudável para se manter bem durante 40 dias? Nós conhecemos o André Kfouri, um cara que se cuida.

?Voz F

Eu achava que era uma pergunta honesta, no final é um bullying, é o que tá acontecendo. Mas a minha resposta vai surpreender, Alex, porque Você sabe, dentro das minhas preocupações, daquilo que eu entendo que é necessário, eu estou em controle total da minha situação aqui. Total, Alex. Eu não fiz até agora uma refeição que não fosse exatamente aquilo que eu queria comer. E não treinei ontem e hoje, porque quando eu consigo treinar bem durante a semana, no fim de semana eu descanso.

Então assim, a situação de— já que você perguntou, toma aí a resposta bem elaborada. A situação de academia, exercício, resolvida. A situação de alimentação, supermercado, comidas naturais. Os nossos apartamentos aqui no hotel são excelentes para longas, as chamadas longas permanências. Eles têm cozinha, micro-ondas, fogão. Forno, toda a situação de aparelhamento da cozinha, utensílios, etc., tudo tem aqui. Então já nos primeiros, no primeiro dia, supermercado completo.

Daqui a pouco eu tenho que voltar para reabastecer algumas coisas. E na maioria das vezes comendo no quarto, quando não é possível, fazendo boas escolhas. Então eu vou repetir para você, Alex, e amigos, o controle é Total, total até agora, e vai continuar assim.

?Voz B

E o café?

?Voz F

Café é um problema, café é um problema. Me esqueci, me esqueci do café. A situação é a seguinte: eu gosto de café, eu muito provavelmente tomo mais café do que eu deveria tomar. Existem essas preocupações com sono e tal, e eu tomo cuidado com isso em relação ao horário, mas eu adoro café. E eu achei que vir para o país que mais consome café no mundo, eu até fui olhar mais de 1 milhão e 400 mil toneladas por ano. É disparado o país que mais consome café por ano.

O segundo é o Brasil, ao redor de 1 milhão, de acordo com a estatística que eu verifiquei. Eu achei que ia ser tranquilo. Infelizmente, aqui nessa região a situação é diferente. No hotel tem aquela cafeteira no quarto, não é a mesma coisa, mesmo porque eu também não tenho essa habilidade nas medidas e tal, não funciona muito. E não tem uma, uma máquina de café expresso no hotel inteiro, não tem uma. E aí, para lembrar do que o Biratan disse agora há pouco, aqui essa região, Morristown, Nova Jersey, ela não foi feita para as pessoas andarem a pé.

Ah, é difícil, André, as distâncias são longas, é por isso que não dá. Não, não, não existem calçadas aqui na região do nosso hotel. É claro que no centro da cidade, chamado downtown, tem um monte de calçada, tá todo mundo andando, correndo, uma vida absolutamente normal. Aqui mais afastado não há calçadas. Centro de treinamento do New York Red Bulls, onde tá a seleção brasileira, onde o Brasil treina, andando daria 5, 6 minutos no máximo.

É impossível ir a pé porque são gramados que você não pode passar por cima. De repente você tá ali andando passa um xerife, o cara te olha e fala, cara, você tá louco? Então, para ir tomar café, você tem que pegar um carro e andar mais ou menos 5 minutos, de acordo com a orientação das moças aqui na recepção. E isso tem tornado a minha vida difícil, mas eu vou solucionar essa parte. Ainda eu não, essa parte ainda não controlei.

?Voz C

Mas na refeição, né, né, Elavira? Ah, sim. O japa ajuda bastante, né? O duro é nesse calor, né, André? Você ficar lá fazendo refeições assim, peixe cru.

?Voz B

Então fica só uma dica, ô Dili. Eu conheço um lugar, eu já falei sobre ele pra você, tá, André? Que você consegue achar muita comida japonesa, você consegue se locomover muito a pé e com transporte público. E é um lugar bem legal, tá? E tem muita sombra também. É um país, né? É um país inteiro. É o país que mais tem comida japonesa no mundo, inclusive.

?Voz F

É um país chamado Japão. Eu já falei para você, né, Bira? Eu tenho medo. Nunca fui ao Japão, infelizmente. Esse é um plano que eu tenho faz muito tempo. Eu tenho medo, eu tenho medo real de ir ao Japão, que é não não querer voltar, essa coisa toda, porque, né, nossa vida é aqui, família, etc., mas de ter um choque assim tão grande, fala assim, nossa, aqui realmente é legal, mas é, vamos Vamos executar esse plano e vamos ter essa experiência.

E o japonês de ontem que eu mostrei no Instagram, tem um shopping na frente do MetLife com praça de alimentação, outros restaurantes legais e tal, mas eu tinha pouco tempo. E aí é aquilo, você pode tomar boas decisões entre comer alguma coisa que vai te causar arrependimento ou comer comida japonesa que jamais falha.

?Voz C

É, o Japa salva. E o Gustavo Hoffmann, lógico, com alimentação extremamente saudável, Já foi no cheeseburger e na batata frita, né? E uma água, e uma água.

?Voz E

Pelo contrário, Alex, pelo contrário. Eu vou contar um bastidor para vocês que eu não contei, vocês não sabem, tá? Eu infelizmente eu peguei uma gastroenterite antes de viajar aqui para os Estados Unidos, então eu estou desde Madrid em tratamento médico e alimentação absolutamente controlada. Então, desde quando eu cheguei aqui nos Estados Unidos, a minha alimentação é totalmente controlada porque eu ainda estou em tratamento.

E você sabe que não é uma boa ficar doente nos Estados Unidos, custa um pouquinho caro isso. Então assim, zero álcool, zero energético, apenas água, alimentação super balanceada, frango, arroz, ovo mexido de manhã só, pão branco, apenas. Então assim, Muito bem. Digamos que eu vivi um pequeno drama antes da viagem aqui para os Estados Unidos, né? E eu mantenho o absoluto controle sobre a minha alimentação porque, insisto, se tem um lugar no mundo onde você não pode ficar doente é aqui nesse país, porque o preço para você ficar doente aqui é muito alto.

E emendando sobre a cobertura em si, Alex, eu vou trazer a Yasmin que tá aqui do meu lado Porque a Yasmin, ela estava na Cidade do México vivendo a loucura da Copa do Mundo com os mexicanos. Dias, você nem percebe que vai ter Copa do Mundo. Então lá no México, uma loucura que não estava funcionando também. Aqui em Houston, Yasmin, tudo tranquilo?

?Voz A

Tudo muito calmo, uma paz. Como é bom estar aqui, tudo funcionando, internet voando, torcedores calmos. No México tava, o México tava vivendo a Copa do Mundo, né? A gente pode dizer que o México tava vivendo a Copa do Mundo.

?Voz C

Foi só Yasmin falando que a internet tava voando. Agora, o cardápio do Gustavo Hoffman não é o cardápio do Gustavo É, eu quero ver.

?Voz B

Ele fala que não tem energético na parada, eu pago para ver.

?Voz C

Não tem. André Kfouri, sempre bom tê-lo aqui, viu?

?Voz B

Posso fazer uma última pergunta para o André?

?Voz C

Diga.

?Voz B

Como é que você tá, André, depois da noite de ontem? E eu não me refiro a Brasil-Marrocos.

?Voz F

Vamos lá, o trabalho terminou tarde, a gente ficou no ar no Linha de Passe, né, até um bom tempo, e foi muito legal ficar tanto tempo no ar com os companheiros aí no Brasil conversando sobre a seleção brasileira. Eu e o e o Pedro Ivo Almeida no estádio. E aí uma parte da nossa equipe tinha voltado para o shopping que fica na frente do MetLife, porque, né, no caso deles o trabalho tinha terminado já, para tentar comer alguma coisa.

Começaram a chegar nos grupos as mensagens e as fotos do pessoal comendo e a gente trabalhando. O tempo foi passando, passando, passando. Quando a gente foi para o shopping, eles já tinham ido embora e já não tinha mais nada disponível para para fazer por ali. Então aí nós voltamos, 40, 45 minutos de carro. Quando eu cheguei aqui, eu tentando acompanhar no celular o jogo, o jogo já tava equilibrado nessa hora. Eu soube que os Spurs abriram 15 ou 17 em algum determinado momento, mas quando eu entrei no carro e comecei a acompanhar, já tava 7, 5, um pouquinho.

E aí eu falei, os Knicks têm chance. Entrando no hotel, Vinícius Nicoletti e o Zinho estavam vendo o jogo aqui no monitor no bar do hotel, e eu aqui permaneci até o final celebrando uma conquista maravilhosa. O último título dos Knicks tinha sido no ano do meu nascimento, e agora aqui nos Estados Unidos, bem perto de Nova York, nós, nós todos aqui estamos comemorando muito. Maravilhoso, incrível, muito bonito. Muito feliz, muito bom, foi muito bom.

?Voz C

Volte sempre, André. Obrigado, bom trabalho.

?Voz F

Sempre que vocês me chamarem, um grande prazer conversar com vocês. O Futebol no Mundo é uma instituição da ESPN no Brasil e é sempre muito gostoso participar. Bom trabalho para vocês.

?Voz C

A Gessy Santos, André, diz aqui uma sugestão para o André Kfouri: compre uma chaleira elétrica, uma peneira, uma garrafa de café e um funil. O seu problema estará resolvido. Mas não é sobre isso, porque aí para acertar a dose ali do café não é tão simples assim, né?

?Voz B

Um pouquinho mais O André, o André do time café expresso, não necessariamente do café coado. E eu tô com o André nesse time.

?Voz F

É isso assim, além de eu jogar nesse time, eu não saberia jogar no outro, porque nem na cafeteira que foi feita para isso eu consigo acertar. Essa situação proposta aí eu não tenho capacidade técnica para fazer.

?Voz B

Ia ficar um pouquinho Ibanez ontem na lateral, assim, você não sabe jogar naquela posição ali, fica meio arriscado.

?Voz C

Tchau, André!

?Voz F

Tchau, tchau, tchau! Abraços, obrigado!

?Voz C

Eu falei que o programa ia ser especial, diferente. André, que foi por aqui?

?Voz B

O Gustavo vai voltar.

?Voz C

A Yasmin não zicou a internet?

?Voz D

Não sei, a internet caiu. Agora tudo certo.

?Voz E

Pois é, aí pelo jeito você que é o problema, pelo jeito, hein? Você derrubou a internet aqui, boa!

?Voz A

Ziquei a internet, chutou o fio. Ali.

?Voz E

Bom, mas enfim, pelo menos no geral as coisas estão funcionando muito bem. Mas não, mas aqui tá fazendo bem mais calor do que lá no México, né?

?Voz A

A gente fica aqui em pé e as costas ficam escorrendo, sabe? No México tava fazendo 15, chovendo todo dia. Aqui já choveu, já fez sol, e agora tá um calor, mas um calor Rio de Janeiro, sabe?

?Voz E

Boa, valeu, Yasmin! Acompanha a Yasmin, tá gravando, gravou com um monte de torcedor de Curaçao ali, alguns vídeos Bem legais também.

?Voz C

Boa nas redes. Gustavo continua mais um pouco com a gente, já já ele tá perto do estádio, então não vai ter tanto problema para entrar. Vamos lá, rodando um pouquinho, falando um pouquinho dos jogos de ontem.

?Voz B

Nós tivemos duas, já que a gente vai falar dos jogos de ontem, eu queria fazer uma pergunta para o Gustavo em relação ao que não só os jogos de ontem, há uma coisa que vem acontecendo, né, nesse período. Aqui, ó, a Tcheca perdeu da Coreia do Sul, a Bósnia empatou no sufoco com o Canadá sem merecer. A Escócia tomou um baita de uma pressão do Haiti ontem e a Turquia perdeu da Austrália. Cadê a força média da Europa, Gustavo?

?Voz E

Força média da Europa se transformou na força média mundial, né? A Turquia derrubou a gente, a Turquia definitivamente derrubou a gente, mas estamos vendo a força média mundial, né, com os Estados Unidos, com Austrália, com Catar, é outro país que derrubou a gente. A gente falava, podcast, né, a gente não espera nada do Catar. Conseguiram empate com— visto o Mundial mais equilibrado do que a gente imaginava em alguns confrontos.

E o Biratan, você como bom conhecedor da história também sabe que seleções europeias, e talvez a gente tenha menosprezado isso, seleções europeias em mundiais fora da Europa não costumam se dar bem. É isso que tem acontecido de maneira geral.

?Voz C

Então vamos lá, bom, primeiro no grupo do Brasil nós tivemos, o Donki, apenas 1 a 0. A Escócia lidera o grupo do Brasil, mas isso não quer dizer nada porque só fez um gol. Então a chance, se ela perder para Marrocos e para o Brasil, com 3 pontos e um saldo negativo, que ela só tem um positivo hoje, com duas derrotas ela vai ter um saldo negativo, não irá para a segunda fase.

?Voz D

E até nesse gancho, a única vitória europeia por enquanto na Copa do Mundo. Mas eu também não gostei tanto não da atuação da Escócia. Sim, ela começou bem o jogo, teve a bola na trave do McTominay, é um lance que o Gannon Doherty fez a boa jogada. Acho talvez o melhor jogador em campo, né, o ponta pela direita, surgiu ali no Liverpool. Depois tem o gol do McGinn. Que temporada, né? O McGinn é um grande, ele e o McTominay, os grandes, e o Robertson, os 3 grandes símbolos dessa seleção.

Mas hoje, pensando no momento que jogam, acho que ele e o McTominay são as grandes referências técnicas neste momento, considerando que o Robertson não vive a melhor fase, embora seja um cara muito importante nessa seleção. Mas depois do gol diminuiu muito o ritmo, foi um pouco do que aconteceu com o México na abertura da Copa, né, de passar a administrar um pouco mais a vantagem. Só que diferentemente da África do Sul, o Haiti foi para o jogo, o Haiti criou chances Não é questão de ter mais finalização do que a Escócia, até mais posse de bola, mas de chances reais.

As oportunidades do Haiti, teve uma do Isidor que ele passa assim muito perto da bola ali no segundo tempo, que poderia ter sido o empate. E assim, não que a Escócia fosse uma força, uma seleção envolvente, mas assim, a diferença técnica se imaginava que ela conseguisse se impor durante todo o jogo. E foi isso, foi um jogo aberto que poderia perfeitamente ter terminado com empate. Então aí até acaba me surpreendendo positivamente pela competitividade que ele apresentou contra a Escócia.

Mas a Escócia, depois de um bom início, depois do gol, acho que acabou reduzindo muito. E o que você tocou, Alex, acho que é uma coisa importante, porque dentro da projeção que a gente faz, a expectativa é que a Escócia termine com 3 pontos e saldo negativo. Porque se ele perder para Brasil e Marrocos, que é o que a gente imagina, vai terminar com saldo negativo por questões claras, óbvias, práticas, matemáticas.

?Voz B

E aí, com 3 gols e saldo negativo, a Escócia, que nunca passou de fase de Copa do Mundo na história, ela jogou muito Copa do Mundo já, já fazia tempo que não jogava, mas ela jogava com muita frequência, nunca passou de fase. É um negócio meio surpreendente isso. E o jogo de ontem, se o Haiti teve uma cabeçada do Haiti no fim do jogo, o cara subiu livre, ele acabou cabeceando para fora, se a bola entra, ia ser o paraíso das pessoas que têm o toque do gols esperados.

Porque sabe quanto foi o jogo em gols esperados? É 1,05 a 1,05, deu um empate em gols esperados em 1,05. Se o Haiti faz o gol, ia ser 1 a 1 com gols esperados 1,05. Quem ama gols esperados ia estar tendo um delírio aqui, porque teria sido o jogo que, um dos jogos que mais encaixava isso. Mas mostra como o Haiti jogou, né? O Haiti criou, o Haiti finalizou mais que a Escócia, e no gols esperados até teve chances, um volume parecido.

O A Escócia teve a bola na trave e teve o gol, que foi num momento que a Escócia até foi um pouco melhor. Mas mesmo assim, era um momento que a Escócia era melhor, mas ela não controlava totalmente o jogo. O Haiti tinha capacidade de chegar no ataque e levar algum perigo. É que a Escócia era melhor, realmente. Quando a Escócia chegava, chegava com mais perigo e acabou fazendo o gol. Eu nem sei se o gol deveria ser dado pro McGinn, se não deveria ser um gol contra do Belegarde sem querer.

Porque a bola bate, eu acho que ela não entraria. Eu acho que a bola não entraria, ele chutou pra fora. Mas aí a bola bate no Belegarde, que tá tentando salvar. E acaba matando o goleiro. De qualquer maneira, o Haiti mostrou ser um time com muita força física e muito fôlego. O time até no final do jogo tava correndo muito. Claro que foi um jogo noturno, foi uma situação de clima um pouco mais ameno, mas o Haiti mostrou ser um time com muita força física e tem alguns jogadores que não é um time bobinho não.

Acho que vale ficar de olho no Haiti. Claro, o Brasil é favoritíssimo, tem que ganhar, tem que até pensar em fazer saldo. Mas talvez não seja, talvez não, não vai ser aquele Haiti que o Brasil meteu 7 na Copa América Centenário. Brasil do Dunga meteu 7 no Haiti na Copa América Centenário. Não tá com a menor cara, não tá com cara de ser aquele Haiti não.

?Voz C

E a Suíça, hein, Gustavo? A gente falou tanto da Suíça aqui, decepcionou, decepcionou, né?

?Voz E

Porque a gente imaginava muito mais em um grupo um grupo tecnicamente abaixo de outros. A gente imaginava que a seleção suíça, capacidade dos seus jogadores, pela maior experiência em Copas do Mundo, mas definitivamente não foi o que aconteceu. Agora ela vai ter que reagir nos próximos jogos.

?Voz B

Eu acho que a Suíça mereceu tomar o empate por causa da atitude da Suíça. A Suíça mandou no jogo, controlou o jogo, foram 26 finalizações a 6. Aí a Suíça foi muito mais volume de jogo, muito melhor. Em todos os aspectos. Gols esperados, 3,20 da Suíça. Ou seja, a Suíça criou muito jogo, mas a bola não entrava. O goleiro do Catar tava bem também. A Suíça simplesmente sentou no resultado e falou: aí, sabe de uma coisa? Tá bom esse 1 a 0, esses caras não vão fazer nada.

?Voz C

Aquele 1 a 0, né?

?Voz B

E fizeram. Então a Suíça mereceu. Mata o jogo, resolve o jogo, pelo menos abre um gol a mais de vantagem para você ter uma margem de erro. A Suíça sentou no resultado de 1 a 0 porque ela tinha muito domínio do jogo. Ela joga melhor que o Catar, ela domina, coisa que a Escócia não fez muito. A Suíça até fez, mas a atitude de não continuar lutando para fazer mais um gol, que ela faria se ela forçasse, ela faria. Agora a Suíça, não, tá bom, vai, começou a enrolar um pouco o jogo, tomou um gol nos acréscimos.

?Voz D

Foi bem decepcionante, bem decepcionante mesmo, muito pelo que o Bira colocou. Não é nem pela atuação em si, é porque construiu até os números que o Bira traz Reforçam isso, construiu para ter vencido de forma tranquila. Então não foi uma atuação problemática, mas foi de um time que assim foi ineficiente na hora de converter as oportunidades. E assim, um jogo totalmente sob controle, né? Até a gente pode falar das decepções. Acho que Suíça, e dentro do que se esperava, e a Turquia acabam sendo maiores.

Mas Turquia ainda perde para uma Austrália. Não sei se eu já tô também antecipando aqui, eu nem vou falar muito. De uma Austrália que tem feito assim, tem chamado atenção na Copa do Mundo, que em 2014 deu azar de pegar um grupo pesadíssimo, saiu como era esperado, mas até fez alguns bons jogos ali, teve alguns bons momentos. Em 2022, para mim, foi uma grande surpresa, né, passando no grupo da Dinamarca, que foi uma decepção tremenda, depois incomodou a vida da Argentina e agora começa com essa vitória.

Então assim, a Austrália poderia causar mais problemas que o Catar nesse momento, Catar é uma seleção inferior hoje que a Austrália. Então por isso que, apesar da Turquia ter perdido, eu fiquei ainda mais decepcionado com a Suíça por conta disso, que o jogo tava completamente sob controle, poderia ter feito 2, 3 a 0 e acabou lamentando. É que o grupo ainda é bastante acessível, acho que a Suíça ainda vai ser a líder da chave, mas foi decepcionante.

?Voz B

Não, eu só ia comentar que assim acaba criando um problema para a Bósnia e para o Canadá, principalmente para o Canadá, porque talvez Os canadenses depois empatar com a Bósnia, tivesse contando que pode, podiam pegar uma Suíça na última rodada já classificada com duas vitórias, e de repente aquele empate que garante a primeira posição para Suíça e a segunda posição para o Canadá, um empate meio confortável para os dois. Agora não, né?

Como a Suíça deixou ponto pelo caminho, o último jogo, esse Canadá e Suíça, vai valer coisa, necessariamente vai valer coisa, vai valer classificação.

?Voz C

E nós falamos ontem, né, Gustavo?

?Voz F

Muito.

?Voz C

Humberto tava aqui também confiando demais na Turquia. Não dá, né?

?Voz E

Acho que tá vazando bastante som. Montaram uma tenda aqui do meu lado. Parece um carrinho de pamonha, uma loucura, velho.

?Voz B

Se eu tiver com saudade de pamonha, aí vai no mexicano e come tamale.

?Voz E

Não, meu, se fosse pamonha tava ótimo, tá? Mas não é não. A Turquia decepcionou demais. Acho que dessa, dos jogos até agora, tranquilamente o mais decepcionante pela expectativa que a gente gente criou sobre uma seleção com Yildiz, com Güler, com Çalhanoğlu, uma seleção de alto nível técnico.

?Voz C

Já já ele volta. Agora mais perto do jogo é difícil, né? Mas esperava bem mais, né, Bira, da Turquia?

?Voz B

Esperava. Assim, você, esse é o jogo, recorri a números para falar da Suíça e Catar. Esse jogo Se você ficar muito com os números, você pode ter uma impressão diferente, porque a Turquia teve um volume ofensivo em números muito maior que a Austrália. E de fato, o Beach, o goleiro australiano, ele foi o melhor em campo. Mas a Austrália, ela não é que ela foi dominada, ela tinha esse plano de jogo de sair em velocidade, era claramente o plano de jogo da Austrália.

É a Austrália que durante muito tempo pecou por ser um time muito pesado, jogadores muito pesados, assim, dessa vez vinham com um time bem leve. O Hiran Kunda, principalmente, muito rápido, acionado em contra-ataque, faz um golaço com drible da vaca invertido e depois chuta na saída do goleiro. Então foi o plano de jogo da Austrália, ficar atrás se defendendo, se defendendo muito bem e saindo em contra-ataque. E aí vinham as estocadas.

Então assim, a Turquia teve mais volume, mas a Austrália controlou bem o jogo e a Austrália conseguiu evitar que a Turquia mesmo com todo o volume, com os jogadores mais talentosos que tem, conseguisse criar uma pressão que fosse insustentável. Não foi. O Bitt foi melhor em campo, mas assim, fez algumas grandes defesas. Mas a Austrália se portou muito bem no jogo, estratégia muito bem definida, e a Austrália executou muito bem isso. Então eu vejo mérito na Austrália bastante nessa vitória.

?Voz C

Gustavo, como tá as coisas por aí?

?Voz A

Olha, olha que isso!

?Voz E

Vim me despedir, é, tá, tá uma loucura aqui do meu lado, mas eu vim me despedir já porque o sinal agora começa a oscilar demais. Alex, grande abraço, tchau!

?Voz C

Gustavo Hoffman vai acompanhar a estreia da Alemanha daqui a pouco. Hoje nós teremos, vamos lá, atenção para a agendinha. Daqui a pouco tem a estreia da Alemanha, 2 da tarde, 2 da tarde lá em Rio, Alemanha e Curaçao. Às 5, Holanda e Japão. Atenção para esse jogo. Costa do Marfim e Equador às 8. 11 da noite, Suécia e Tunísia. Holanda e Japão às 5 da tarde. É o caminho do Brasil, hein?

?Voz B

É o caminho do Brasil na segunda fase. O problema é que assim, agora a gente fica em dúvida se o Brasil vai ser primeiro ou segundo no grupo. Então assim, o Brasil vai, se for primeiro, pega o segundo do grupo da Holanda e vice-versa. Se for segundo, pega o primeiro. E esse Holanda e Japão potencialmente define quem será o primeiro do grupo. Então vale ficar muito de olho Nesse grupo. Eu não duvidaria nada do Japão ganhar o jogo. O Japão vem bem. A Holanda fez uns amistosos bem ruins.

?Voz D

O Japão não perde de europeu.

?Voz B

É, última vez foi em 2018 para Bélgica na Copa. Desde então, vários jogos com europeus.

?Voz D

Alemanha, Inglaterra, Espanha, todo mundo.

?Voz B

Com o time reserva, o Japão ganhou da Escócia. O Japão reserva ganhou da Escócia na Escócia, em Edimburgo. Mas eu acho que para o Brasil, o jogo contra o Japão encaixa mais.

?Voz C

É, vai ser um jogo duríssimo. Gustavo Zuppac também agora com a gente. André, que foi com calor.

?Voz E

Que beleza!

?Voz B

Eles são conquista no ar e guarda-sol.

?Voz C

E os dois derreteram, passando mal de calor agora há pouco. E olha só, que isso!

?Voz G

É, Alex, um abraço para você, para o Donki, para o Bira, para o fã de esporte. Assim, se eu der um passo para lá, assim, aqui onde eu estou agora já está muito quente. Se eu der um passo para o lado e sair desse guarda-sol, ombrelone, chamem como quiser, Aí eu desintegro, né? Aí eu viro tipo picolé, botar um picolé aqui, fica só o palito. É tipo isso. Mas estamos aqui na Flórida, Fort Lauderdale, e aqui Copa do Mundo é assim, né, Alex?

Eu tô hoje de olho em Portugal, que treina à noite, tô de olho em Uruguai e Arábia, que jogam amanhã e que já estão aqui na Flórida, e tô de olho nos jogos de hoje também. Bastidores aqui, jogo do Brasil ontem eu nem conseguia assistir, porque é tanta coisa que acontece simultaneamente que quem não está focado na seleção brasileira, por um acaso, não consegue ver. Agora, esse Holanda e Japão promete, hein? É um jogo interessante.

Acho que é indiscutível, para mim é, não é indiscutivelmente não, mas é possível um top 3 de melhores jogos da fase de grupos. Eu tenho 4 candidatos para os melhores jogos da fase de grupos. Brasil e Marrocos eram deles, Inglaterra e Croácia é um deles. Portugal e Colômbia, que vai ser aqui em Miami, é um deles. Holanda e Japão, para mim, são os 4 melhores jogos dessa fase de grupos da Copa do Mundo, amigos.

?Voz B

França e Noruega, ou França e Senegal, não entram não?

?Voz G

França e Noruega, é verdade, é verdade, né?

?Voz B

Tem essa diferença aí.

?Voz C

Top 5, estávamos com inveja do Gustavo Hoffman com sol lá, aquele calor, aquele barulho lá? Não, estávamos ali com inveja do André Kfouri ali, mais ou menos. Tava razoavelmente confortável, mas essa paz, né, tá gostoso aí, né?

?Voz G

Tá muito quente, é um sol muito forte, é uma umidade muito forte. Até por isso os jogos aqui são sempre 6 da tarde. Até por isso Portugal, a gente vai falar já já de Portugal, né? Ontem foi o primeiro treino de Portugal aqui, eles chegaram anteontem à noite e treinaram ontem a primeira vez. E Portugal divulga, aliás, muito legal, todos os treinos, todos São pelo menos 15 minutos aberto, todos os treinos com uma entrevista. E todos os treinos de Portugal, praticamente todos, perdão, às 18:45 começa o treino.

É para fugir disso aqui, porque isso aqui é de fato inviável. Onde eu tô tem uma brisa gostosa porque o mar tá logo aqui atrás, então tem a brisa do mar, mas é um calor fortíssimo. Para jogar essa hora seria muito difícil. E diferentemente de outros lugares, tipo no Texas, o estádio aqui ele é aberto, ele não é climatizado, né? Então o calor Castiga mesmo.

?Voz C

Agora o jogo, agora Holanda e Japão, atenção. Então o primeiro do grupo do Brasil pega o segundo desse grupo.

?Voz B

Isso. E que esses dois são os favoritos a serem, porque o outro, os outros dois, Suécia e Tunísia, que jogam mais tarde, que são bons times assim, são times ok assim, não tem nenhum, não é galinha morta, mas assim são claramente inferiores à Holanda e Japão. Então esse jogo deve decidir. É um jogo, o Japão tem um jogo muito coletivo. Quem viu o jogo da Coreia do Sul até se impressionou. O Japão tende a ser uma versão até melhorada dessa Coreia.

O Japão tá num momento melhor que a Coreia do Sul e é um jogo coletivo muito rápido. Os jogadores se movimentam muito pelo campo, não guardam muito posição. Então é até difícil você conseguir marcar os jogadores. E um time que troca muito bem passe, não tem medo de atacar pelo meio também, mas tem jogada pelas pontas. É um, o Japão atuando um 3-4-2-1 Mas o 4, que seria ali com os 2 laterais e os 2 volantes, os 2 laterais eles são pontas.

O Mitoma não vai para Copa porque tá machucado, mas quando Mitoma está disponível, ele é o lateral do Japão. E o outro lado é o Doan. Então assim, são pontas mesmo. Então o Japão joga com 5, 6 no ataque quando tem a bola. Então é um time muito corajoso também, tá? É um time que se você acertar um contra-ataque velocidade, você pode pegar uma defesa desguarnecida. E contra uma Holanda que eu acho que tem, é um time bom. Acho que não tem nenhum craque como Holanda já teve, mas é um time que ia— mas é um time que, sei lá, parece que nem o Brasil é assim, chegando agora na Copa do Mundo parece que deu um passinho para trás na evolução.

A Holanda fez duas amistosas bem ruins antes da Copa contra Argélia, Uzbequistão, começou a botar um pouco de minhoca na cabeça do Koeman também, né? Então É um time que assim, eu acho que é um time que tem alguns jogadores pesados, de peso internacional, né? Van Dijk, Gakpo, ou até o Memphis tem peso internacional. Malen tá ganhando o seu peso internacional, mas é um time que parece que se desencontrou um pouquinho nesses últimos meses, né?

?Voz D

Também até tava no jogo da Holanda contra o Uzbequistão, de fato ali até um jogo tranquilo, no final foi um final maluco e tudo mais. Mas ainda assim acho que é uma seleção bem competitiva, assim, com qualidade. Você tem o Malen, a temporada, não, nem tempo, a segunda metade de temporada que ele fez com a Roma, jogando metade do campeonato, terminou como vice-artilheiro. E aí até envolve a situação do Memphis, né, porque provavelmente seria titular sem muita discussão, mas pela ausência de jogos no Corinthians por questão física, e o Coman sempre falou em relação a isso.

Então a tendência até que o Malen comece a Copa como titular. Sempre teve muita dúvida do ataque do lado direito, porque você poderia ter um cara mais volante assim, tipo o Koopmeiners, que dá mais presença no meio. Você pode ter um Frimpong fazendo a dobra com o Dumfries. E quem tem ido e acho que vai começar a Copa é o Summerville, que é um cara também agudo, mas de outra característica diferente do Frimpong. Acho que ele caindo por dentro pode ser uma combinação interessante.

É uma boa seleção, mas assim, pra mim não seria uma zebra o Japão passar em primeiro, nem um pouco. Não pode ser considerado dessa forma. Ué, atendo, só que são pesados, são pesados, são. Não, ainda o meu palpite é Holanda passar em primeiro e o Japão passar em segundo, mas não acho que é uma zebra tendo em vista até o que o Bira lembrou, desde a Copa de 18 que não perde para europeu, enfrentamentos grandes, ganhou do Brasil de forma histórica num amistoso recentemente.

Então é uma seleção muito que merece muito respeito, são as duas forças do grupo, só que esse grupo é chato. Esse é o grupo para mim com potencial do terceiro rodar. Porque pode ser que tenha uns empates ali, o terceiro termina com 2 pontos. Porque é verdade, as duas estão à frente, mas a Suécia a gente sempre fica naquela das péssimas eliminatórias, mas tem do outro lado potencial. E aí no Graham Potter que tá começando o trabalho, então vai que as coisas se resolvem, né?

E tem muito talento ali, né? E ainda que o Kulusevski não tá por causa de lesão, mas você tem uma Suécia que pode de repente entregar, mas não entregou ainda. E a Tunísia, embora seja acho que mais fraca do grupo ali no Power Ranking, é uma seleção que empatou com o Brasil, é uma seleção competitiva que deu trabalho também no grupo da França, da Dinamarca. É verdade, deu da França, da Espanha.

?Voz B

Então era o time reserva da França, mas deu.

?Voz D

Exato. Mas eu acho que é perfeitamente possível Holanda e Japão derraparem, Suécia e Tunísia. Então assim, pode ser um grupo que o terceiro colocado não avance por conta de, sei lá, ficar com 2 pontos.

?Voz G

Zupac, é, eu acho a Tunísia vai sofrer nesse grupo assim. Para mim, é, nos últimos amistosos mostrou muita fragilidade. É uma equipe que vai se defender, para mim tá claro. Inclusive, quando o Brasil buscou amistoso com a Tunísia algumas datas FIFA atrás, março, já não lembro exatamente qual foi, a ideia era tentar encontrar alguém que tivesse uma escola de jogo defensivo parecido com que o Marrocos de 2022 faria, né, contra o Brasil agora.

Mas a gente viu o Marrocos atacando o Brasil, mas o Brasil teve dificuldade contra um sistema defensivo da Tunísia. Para mim, ela vai se defender nesse grupo, sinceramente acho que ela não vai obter muito sucesso não. Acho que chegou numa reta final de preparação mais frágil. A Suécia é mais difícil de a gente enxergar o que pode acontecer. O Graham Potter assume a Suécia também para tentar se reencontrar, né, no futebol sueco.

Ele foi muito bem para garantir o passaporte para Premier League, Mas depois do trabalho excepcional que ele fez no Brighton, ele encontrou dificuldade. Não foi o Graham Potter do Brighton em nenhum dos outros lugares que ele trabalhou, especialmente Chelsea, West Ham, não surtiu efeito ali. E na Suécia ele tá tentando se reencontrar. Uma seleção de poderio ofensivo, de poder de definição, mas que perde em outros setores. Japão, para mim, tem condições de surpreender contra Holanda, embora os desfalques sejam pesados, mas o trabalho do professor, do sensei Moriasso, ele é incrível assim o nível de organização assim de encaixe tático assim o Japão ele é muito dono do que ele quer fazer no jogo isso me chama muito atenção ele tem a sua proposta pode ser com bloco um pouco mais alto um pouco mais baixo mas o Japão ele consegue ele geralmente consegue executar o que ele se propõe a fazer nos jogos foi assim contra o Brasil inclusive começou sofrendo depois virou contra o Brasil do Ancelotti e a Holanda a gente sempre espera bastante né a minha dúvida em relação à Holanda A gente sempre analisa o potencial das seleções também baseado no que esses jogadores fizeram nas suas temporadas europeias, geralmente europeias, né?

O Dom que trouxe bem o olhar sobre o Malen. Mas aí, por exemplo, com o Somerville tentando se afirmar, o Malen de centroavante, beleza, mas com o Memphis numa temporada que praticamente não existiu, a Holanda depende muito do protagonismo do Cody Gakpo. Qual Gakpo a gente vai ver? O Gakpo que vem solucionando alguns problemas para Holanda, ou Gakpo que sofreu numa temporada muito complicada da equipe do Liverpool, o próprio Van Dijk, né, capitão do time, um cara tão importante, uma temporada também de média para baixo no Liverpool em um ano tão oscilante.

Essa é a minha dúvida: o quanto que as temporadas oscilantes de alguns jogadores podem impactar na seleção holandesa? Mas para mim, se ela passar bem dessa fase de grupos, a Holanda cresce em cotação para Copa. A Suécia para mim não é morta não, ela pode vir escapando de todo mundo aí.

?Voz C

É um cruzamento cruel, né, cair antes das oitavas de final. Você imagina, tem um Brasil e Japão, né, Brasil e Holanda. É cruel, né, é cruel essa, essa segunda fase antes de 16 avos de final. Então Suíça, Suécia e Tunísia, o jogo mais tarde. Portugal estreia na quarta-feira. Portugal já chegou aí, né, Zupac?

?Voz G

Chegou, chegou anteontem, treinou ontem. Ontem foi o treino 100% aberto, né? Seleções têm a obrigação pela FIFA de fazer um treino aberto, pelo menos, se quiser mais, ok, para comunidade local, né? Então Curaçao tinha feito anteontem em Boca Raton e ontem Portugal fez em Palm Beach Gardens, né? Da onde a gente tá, Boca Raton meia hora, Palm Beach Gardens mais meia hora para cima, direção Orlando. E a comunidade portuguesa aqui é grande na Flórida, então tinha muita gente.

Dos 200 que foram liberados, eram cento e pouco portugueses e alguns americanos que foram conferir. Claro, ficaram todos gritando dois nomes: Ronaldo, Ronaldo, e Bruno, Bruno Fernandes. Confidência aqui, que prazer poder ver de pertinho uma roda de bobo com Ronaldo, Bruno Fernandes, Bernardo Silva. Tinha o João Félix perto deles também. Qualidade técnica dessa seleção incrível. Muito legal poder acompanhar o treino deles, todo, todo treino foi muito bacana.

A entrevista foi do Vitinha e me chamou atenção. Vitinha é moleque novo, né, Alex? E amigos, ele respondeu perguntas em 4 idiomas diferentes. Ele respondeu a resposta, né, não é que ele entendeu a pergunta. Ele respondeu perguntas em português, ele respondeu uma pergunta em francês, respondeu 2 perguntas em inglês, respondeu mais 3 perguntas em espanhol. E aí quando o colega da Gazeta TV fez uma pergunta para ele, ele falou Quer que eu responda em português do Brasil também?

Impressionante a inteligência, a versatilidade de idiomas do Vitinha, que é mais um craque da seleção de Portugal. O tema na seleção de Portugal, Alex, foi sobre favoritismo. O Vitinha admitiu a qualidade da geração, mas preferiu chamar de candidata ao invés de favorita.

?Voz B

Mas ele respondeu em português do Brasil?

?Voz G

O João Barreto, que é o repórter da Kazé, que fez Pergunta, falou, se quiser falar alguma gíria que o Marquinhos te ensinou, palavrão, fica à vontade. Mas ele respondeu em português de Portugal mesmo.

?Voz C

Vamos ouvir então.

?Voz H

Nós realmente sabemos, não somos, não somos ingénuos, sabemos que temos uma seleção de grande qualidade, com muito talento e jogadores a jogarem em clubes enormes pelo mundo. Diria até por isso mesmo, pela quantidade de jogadores em grandes clubes, se calhar não tivemos uma seleção assim Mas isso não vale nada no papel, como sempre. Por isso eu diria que somos candidatos, sem dúvida, temos uma seleção muito forte, mas favoritos não diria, não diria, não punha nessas dessa forma, não usaria essas palavras.

Por isso há que ter bem presente isso, somos uma seleção de grande qualidade, temos muita capacidade, há que pôr em prática e há que fazer o melhor pela seleção.

?Voz C

Portugal estreia na quarta-feira, o último dia, né, da primeira rodada contra a República Democrática do Congo.

?Voz G

Zupac, não, eu vou, momento futebol no mundo, né? Vou jogar aqui uma bomba ninja e eu quero saber a resposta do Bira. Aí eu pensei muito no Bira quando pensei nessa pergunta, porque eu sou um consumidor do conteúdo semanal do Biratã, que é o Carrossel da Semana, né? Hoje tem novo, né, de domingo, porque então todo domingo o Bira aposta tudo que ele comeu quase tudo que ele comeu ao longo da semana é assim, é doia-pó que eu chuí.

Assim, é uma grande, é uma loucura, né? Um carrossel realmente de emoções. E as seleções europeias montam as suas bases de treinos, as maiores, e elas oferecem um quase que um banquete para imprensa. A gente raramente tá acostumado. Eu vejo nos vídeos dos meninos da Premier League, né, aquelas tortas no Emirates, aquela coisa maravilhosa. Portugal caprichou. Entre os quitutes que Portugal ofereceu tinha pastéis de Belém para imprensa.

E é uma maravilha. Só que aí a minha dúvida, aí o Bira vai me responder. Quando eu fui, eu fui uma vez a Portugal, e aí eu fui num lugar qualquer que não era em Belém, era lá, sei lá em que bairro, Chiado, sei lá onde, e pedi um pastel de Belém. Aí a moça falou, não, esse não é um pastel de Belém, esse é um pastel de nata. Aí eu falei, mas qual é a diferença entre o pastel de Belém e o pastel de nata? Aí ela falou, pastel de Belém você come em Belém, o que você não come em Belém é pastel de nata, mas eles são iguais.

Só que ontem o Marco, gente finíssima, assessor de imprensa da seleção de Portugal, falou: tem pastel de Belém para todo mundo. Nós estamos na Flórida, mas o pastel de ontem era de Belém. É Belém ou é nata, Ubiratan?

?Voz C

É, foi essa pergunta, é boa, porque ano passado eu estive em Lisboa e eu caí nessa. Eu também pedi o pastel de Belém, me deram pastel de nata e tava escrito pastel de nata. Se você não fala, não tinha lembrado.

?Voz B

Não, não, é a mesma coisa, só que realmente o pastel de Belém, o nome, ele Tecnicamente, ele só poderia ser usado se você comprar lá na loja que fica no bairro de Belém, em Lisboa, que é aquela loja famosa que fica atrás do Mosteiro dos Jerônimos, da Torre de Belém, onde saíam os barcos que vinham na época das navegações. Então, o pastel de Belém tem que ser daquela loja lá, é aquela que é de Belém. O resto, o doce em geral seria pastel de natas.

Só que ficou tão consagrado Que que nem, por exemplo, às vezes a gente compra, sei lá, um champanhe nacional. Se ele é nacional, nacional brasileiro, ele não pode ser champanhe, ele tem que ser um espumante, porque champanhe só da região de champanhe. Mas pegou, né? Daí você fala, já começa a usar.

?Voz C

É bonito, é, eu tomei um champanhe, né?

?Voz B

Então daí todo mundo, você fala que a gorgonzola também, gorgonzola agora pode ser só se for da região de gorgonzola lá na Lombardia, esse tipo de coisa. Então é isso, só que agora pegou, né?

?Voz C

Eu vou fazer uma pergunta clássica, eu vou fazer uma pergunta clássica.

?Voz B

Agora, a gente tem muito ouvinte português, né? A gente, o Futebol no Mundo tem muito ouvinte português. Se alguém tiver algum detalhe a mais dessa história que de repente a gente não contemplou, por favor mande mensagens que daí a gente fala mais aqui.

?Voz C

E nós vamos, eu vou fazer uma pergunta clássica já do podcast Futebol no Mundo, duas vezes por semana, mas para você que está aqui com a gente, uma enorme audiência no YouTube, no TikTok, muito obrigado, podcast Futebol na Copa Diário. O Biratan Leal, Por que você não posta, ou você não come de repente no seu carrossel semanal? Por que você não posta salada? Você não come salada?

?Voz B

Eu como salada todo dia, quase todas as refeições tem uma salada.

?Voz C

Ou mais assim, mas por que você não posta salada?

?Voz B

Porque as pessoas só querem ver as coisas mais caras, as coisas mais assim. Salada não dá like. Quando eu posto salada, as pessoas não curtem, não comentam. Ou comentam: não, tu tá de regime. Não, eu como salada toda hora. Toda refeição tem uma salada e o prato quente, só que às vezes eu só posto o prato quente. Vez ou outra eu posto a saladinha ali só para mostrar que eu também como salada, cara.

?Voz D

Esse é um belo corte: salada não dá like, cara. E aí põe na thumb, você coloca essa frase, cara.

?Voz C

Aí é maravilhoso.

?Voz G

E vai ter empresa de fast food procurando o Bira para fazer thumb dessa maneira.

?Voz D

Nota de repúdio do Sacolão, do Sacolão ali vai vir.

?Voz B

Não, mas como salada, fruta também, eu como fruta Fruta, eu como umas 3 frutas por dia, eu adoro comer fruta. Eu não fico postando, que senão vai ficar uma foto de maçã igualzinha, umas 5 fotos de maçã, tudo igual. É uma foto do mamão, tipo, então vai ficar tudo igual, então eu não posto. Pô, você já viu aqui o quanto eu como salada de fruta?

?Voz D

Eu sou testemunha.

?Voz C

Salada não dá like. E agora, depois dessa, a estreia da Alemanha daqui a pouco. Aí, tá vendo, você fala de salada, mas aí Nós vamos falar de Alemanha e Curaçao daqui a pouco. Comer salada na Alemanha, imagina, né? Saladinha de batata, tudo bem. O Zupac tá esperando o quê dessa Alemanha?

?Voz G

Ah, da Alemanha eu tô esperando bastante hoje, mais ainda, né? Essa seleção de Curaçao vai tentar se defender com Dika Advokat, a sua história toda. Mas a Alemanha tem um ponto que me lembra um pouco da Holanda, o quanto que temporadas mais oscilantes de alguns dos principais jogadores pode impactar. Musiala teve problemas físicos ao longo da temporada, o Wirtz terminou bem a temporada pelo Liverpool, mas demorou para se encaixar.

E a gente sabe como esses dois jogadores são muito importantes para a Alemanha desenvolver o seu jogo ofensivo. Qual Kai Havertz a gente vai ver? O Kai Havertz da temporada ou Kai Havertz dos momentos decisivos? São dois jogadores antagônicos, né? Mas eu tenho expectativa para a Alemanha. Eu, antes da Copa do Mundo começar, eu encaixo a Alemanha na gavetinha que eu encaixava o Brasil, a Inglaterra, Holanda e Portugal um pouco mais assim, aqueles que estão no segundo pelotão, mas que se encorpar tem jogo, né?

Acho que é um grupo traiçoeiro para Alemanha, não pelo jogo de hoje, mas pelas outras duas partidas.

?Voz C

E depois, e mais tarde, tem Costa do Marfim e Equador. Aí Costa do Marfim, Costa do Marfim e Equador.

?Voz D

Eu também acho o grupo bem indigesto para Alemanha.

?Voz C

Não seja profeta do apocalipse nesse aspecto.

?Voz D

Não, eu acho que vai passar, até porque tem a questão de Curaçao. Então a tendência é ganhar bem, e aí com empate você já estaria classificado. Acho que não vai correr o risco de acontecer o que aconteceu em 2018 e 2022. Mas não é um grupo fácil. O Equador é um adversário chato para você pegar. Defensivamente é muito sólido, 5 gols só nas eliminatórias sul-americanas. E a Costa do Marfim, ela tem um talento pelo lado do campo.

O Diomandé, que os alemães conhecem muito bem, que joga no Leipzig, para mim foi um dos melhores jogadores da Bundesliga. Talvez se você tirar o Bayern, acho que ele foi o jogador de mais destaque individualmente na Bundesliga. E a Alemanha tem muita dificuldade na transição defensiva, tanto que o Kimmich para mim corretamente na Alemanha é lateral direito por conta dessas dificuldades. A Alemanha não tem lateral direito no elenco, o Kimmich é o único.

No amistoso contra os Estados Unidos, quando rodou, o Anton jogou improvisado ali. Eu pensei até que o Levering Kimmich, que é um ponta que joga como ala no Stuttgart, pudesse jogar como um lateral improvisado, porque não tem opção. Então eu acho que o Kimmich joga melhor como volante, a Alemanha sente falta disso, mas devido à escassez na lateral direita, eu acho que é correta a ideia do Nagelsmann de mantê-lo por ali. É o que vai acontecer na Copa do Mundo.

Eu tô muito com zupa em relação à cotação da Alemanha, acho que é a segunda prateleira ali, embora dentro dessa segunda prateleira Eu vejo Portugal mais preparado e mais talento, vejo Inglaterra mais preparada, mas ela tá ali no bolo de não é favorita ao título, mas é uma candidata, eu não descartaria. E Alemanha tem um time titular pra mim forte, mas ainda com algumas lacunas, assim, pensando em elenco. O Musiala acho que é uma grande história, porque ele pode ser a redenção dele, porque foi no Mundial de Clubes nos Estados Unidos que ele sofre a fratura e ele ainda não voltou a jogar no nível que estava antes.

Embora seja o titular, e para mim tem que ser, mas ainda tentando recuperar esse nível. Vai ser importante. Acho que o Havertz termina bem a temporada e se estabelece. O Volta, era para ser o centroavante, mas perdeu espaço no Newcastle, caiu de rendimento. Acho que o Havertz é o cara para essa função. E até olhando a escalação da estreia, queria também fazer só dois destaques. Muita dúvida em quem seria o parceiro ali do Pavlovic, e o Goretzka não começa.

Vai ser o Imbécil, que fez uma ótima temporada pelo Borussia Dortmund, foi um dos melhores jogadores do Dortmund na temporada, e ele acaba ganhando essa posição a princípio. E o Nathaniel Brown, eu acho que é uma grande notícia. Tudo bem que o Hoffmann até tinha falado no Esporte Center que o Nagelsmann já tinha confirmado que ele seria titular, mas ele passou o Raum na reta final. Ele vai ser titular hoje pela 4ª vez, justamente os últimos 4 jogos, porque antes o Raum era o inquestionável na lateral esquerda. Então acaba sendo uma notícia interessante. E claro, o Neuer confirmado.

?Voz B

É, esse é um jogo que a Alemanha tem que se impor. Assim, a Alemanha teve essa sorte, né? O Brasil não teve, teve que estrear contra o adversário mais forte. Alemanha não. Então a Alemanha vai poder fazer até alguns ajustes. Assim, o time tem ajustes a fazer e vai poder ainda aproveitar esse jogo, e mesmo assim não vai sacrificar as suas possibilidades de conseguir os 3 pontos e até de conseguir um bom placar. Esse para mim talvez seja o jogo, não, o segundo jogo mais desequilibrado Não, talvez vai, tá.

Esse Espanha e Cabo Verde com os dois jogos de mais desequilíbrio, é que eu acho Cabo Verde não é tão fraco, acho Cabo Verde uma seleção que compete.

?Voz D

Tem Inglaterra e Panamá também.

?Voz B

A Inglaterra e Panamá também é forte, hein. Inglaterra e Panamá também é forte. É que eu acho que a Espanha tá acima da Inglaterra. Mas o jogo de hoje é o candidato, é um forte candidato a maior goleada da Copa, da primeira fase, da primeira fase, é, daí da Copa como um todo.

?Voz G

Tem Argentina e Jordânia também, também, também, é verdade.

?Voz B

Mas a Jordânia é vice-campeã da Ásia, né? Então a Jordânia talvez não seja também um time É que assim, você ganha, mas não é aquele time para você meter 6, 7, como talvez seja o jogo de hoje. Até porque a Alemanha, ela é uma seleção que não tem— ela é cruel, ela não tem muito nessa hora, ela não tem dozinho do adversário. Não, eles são tão mais fraquinhos, vamos aos 4 a 0, tá bom? Não, se a Alemanha fizer as contas e perceber que tem que meter 7, 8, e daí tem margem, vai para o 7, 8.

Que nem a Noruega quando meteu 10 na Moldávia, lembra? Então a Noruega tem que meter um monte. Ah, tá dando para fazer, vamos continuar fazendo então. E foi fazendo 10 na Moldávia. Então esse é o jogo que acho que a Alemanha pode se impor bem. Mas acho que é um grupo que tem seus obstáculos, a gente tá vendo na Copa aí, né? A Alemanha para ter dificuldade com Costa do Marfim é normal, porque a Alemanha sempre tem dificuldade com time africano.

E o Equador também pode ser um time bem chato, ainda que a CONMEBOL— eu provoquei o Gustavo falando da força média da Europa, ele podia me devolver da América do Sul, né? Porque o Paraguai, então G4 Estados Unidos, o Brasil jogou mal contra Marrocos e só, né? Até agora, como é bom, não tá bem.

?Voz C

Equador fez uma boa, uma boa eliminatória, mas chatinho, chatinho. Deixa eu, estamos chegando perto do final do programa. Antes de despedir do Zupac, eu tenho uma pergunta aqui do PH Santos. Atenção, Biratan Leal, o que o Bira sabe não é porque não existe. Pergunto: Janela veneziana é só em Veneza?

?Voz B

Não, porque ele é o tipo da janela, né? Não é, não é como chama, designação de origem.

?Voz C

Futebol Mundo, tchau, Zupac! Bom trabalho aí, até amanhã.

?Voz A

Tchau, valeu!

?Voz G

Hoje eu vou acompanhar o treino de Portugal e no fim do dia, na programação da ESPN, mais detalhes sobre todas as movimentações de Cristiano Ronaldo.

?Voz C

Tchau, gente! Valeu, Gustavo Zupac, sempre aqui com a gente no Futebol no Mundo. Seguimos girando o nosso time. Vamos, vamos ver onde Mendel Bidrovski e Mário Marra estão aqui direto no Futebol no Mundo, a Copa.

?Voz I

Estamos aqui na Kennesaw University, sim, em Kennesaw, Geórgia, nos Estados Unidos.

?Voz J

Eu ia falar pertinho de Atlanta, mas não é tão pertinho assim, a estrada ali.

?Voz I

É isso, onde a Espanha realiza o último treinamento antes da estreia na Copa do Mundo contra Cabo Verde nessa segunda-feira em Atlanta. Também zona mista, jogadores conversaram com a imprensa. Ferran Torres, Merino e Baena falaram com a imprensa. E a gente tem alguns assuntos, né? Primeiro, Lamine Yamal, Nico Williams, as grandes questões. A gente observou um pouquinho do treino.

?Voz J

Eles estavam normais, né, os dois estavam correndo. Ah, foi a primeira vez que a gente viu o Lamine Amal bater na bola. Lembra que a gente falou sobre isso, Alex, ontem, que era só aquele toquinho de lado? Hoje a gente viu ele batendo na bola, um grupo muscular sendo movimentado.

?Voz I

Sim, exatamente. Sobre as entrevistas, a questão do calor, perguntou, eles falou do calor, todos os jogadores falaram. Realmente o calor é uma questão, jogadores tem usado, né, um colete com gel gelado que diminui a sensação térmica do corpo, né, a temperatura na pele em 12 graus, internamente meio grau.

?Voz J

Eu vou sair para comprar isso aí, a gente tá precisando.

?Voz I

Mas é uma questão que a Espanha tem levado em consideração. Inclusive, a gente pode até, por que não, esperar um rodízio de jogadores.

?Voz J

Eu espero, na verdade, Mendel. Eu acho que a seleção da Espanha Sabe aquela história de que o Brasil entrou com o 11 que o Ancelotti tá achando que é o 11 inicial, tal, tal? Para Espanha não tem essa expectativa. Eles vão trocar, vão mexer, vão— eles têm falado e têm trabalhado assim, né? Até porque as dúvidas, né? Isso aconteceu na preparação para Copa. O Rodri ficou um tempão parado também. Então aquela do 11 ideal, existe um 11 ideal, mas a gente dificilmente vai ver ele em campo.

?Voz I

A gente também outros assuntos, o Baena viu o jogo do Brasil, o jogo do Brasil ontem, disse que tá mais concentrado na Espanha, mas que foi um entretenimento. Foi o primeiro jogo que ele viu da Copa, foi um entretenimento, foi um jogo divertido de se assistir, com grandes jogadores, mas não quis entrar muito nessa questão. E um outro assunto que foi colocado pelo Mário Marra, a questão da bola parada.

?Voz J

É, perguntei para o Baena e depois entrei na carona também de uma outra pergunta pergunta, né, para o Merino em relação a jogada de bola parada. Porque a jogada de bola parada, nós sabemos, ela ajudou a definir muito a edição passada de Premier League, né. Merino entende que é um fator decisivo mesmo. O Baena chegou a citar o Arsenal, chegou a falar, é, o Arsenal, não sei se o pessoal do Arsenal ia gostar tanto, é, o Arsenal ganhou muito assim e tal, mas é um tema.

É um tema em Copa do Mundo quando é muito difícil achar espaço. E eu acho que agora, por tudo que a gente viu na temporada passada do Arsenal na Premier League, é um tema de Mundial também, de Copa do Mundo também, com certeza.

?Voz I

Então é isso, é Espanha se preparando para estrear na Copa do Mundo. Rodri é o primeiro capitão da seleção da Espanha que não joga no futebol espanhol na história em Copas do Mundo, mostrando um pouco do que É esse mundo do futebol, né? A globalização, a globalização. E o jogo de estreia tão importante para Espanha, que em estreias em Copa do Mundo não tem um histórico muito bom. 16 estreias, 5 vitórias, 4 empates e 7 derrotas. Mas na última Copa do Mundo a estreia foi boa.

?Voz J

E na que venceu em 2010, a estreia não foi boa, perdeu. E daí depois ganhou, depois foi campeão.

?Voz I

É isso aí. No Catar goleou a A Bélgica por 7 a 0. É Espanha dando os primeiros passos na Copa do Mundo de 2026. E eu e Mário Marques teremos aqui na marcação cerrada, na marcação cerrada de Espanha e Cabo Verde também, Alex.

?Voz C

1 da tarde, tá? Então o podcast Futebol no Mundo da Copa começa meio-dia e vamos juntos até 10 para 1, tá bom? Tá bom, né? Vai, todos nós, né? Vamos ver a estreia da Espanha. Um giro final de informações, até porque o mercado continua, né? Na Europa. Vamos lá, tudo sem confirmação ainda, tá?

?Voz D

Mas assim, tem notícias, tem o here we go do Fabrício Romano ali para Cucurella no Real Madrid. Então, desde que Florentino Pérez assumiu, movimentações impactantes. Tem expectativa lá do Dumfries, o José Mourinho já confirmado, Cucurella. E é uma posição que o Real Madrid realmente precisava se reforçar.

?Voz C

Ele falou, ele tem uma notícia do Fabrício Romano, ele falou do da possibilidade do Rubem Amorim no Milan.

?Voz B

Isso, o Milan tá nessa perseguição por um técnico, né, desde que terminou a temporada. Tinha prioridade no Iraola, mas o Iraola não aceitou e acabou fechando com o Liverpool. Então daí tava com o Glasner, começando com o Glasner, e o Milan tá tentando. E o Rubem Amorim agora...

?Voz C

E o Glasner nada ainda, né?

?Voz B

É, nada. Então o Milan ainda vasculhando o mercado, procurando técnicos que são disponíveis. O Cucurelha no Real Madrid vai ser interessante, né? Que o Real Madrid tava, tinha o Mendy ali na lateral esquerda, por exemplo, mas jogador que tinha muito problema físico. Então vai ter que reforçar, e o Real Madrid precisa de reforços na defesa.

?Voz C

E o Cucurelha no Real Madrid vai ressuscitar a música do Gustavo Róber, vai fazer a festa do Cucurelha. Amanhã nós vamos cobrar essa música dele, hein? Tá bom, terminamos o podcast futebol ao longo do dia.

?Voz B

Ele vai ter que numa zona mista mandar o Cucurelha cantar.

?Voz C

Não, cantar juntos.

?Voz B

Juntos, eu gostaria.

?Voz C

Cantar juntos. Ó, primeiro, você assiste todos os jogos da Copa do Mundo dentro do Disney Plus, no canal da KZTV, tá? Você pode conferir daqui a pouco já a estreia da Alemanha, a partir das 2 da tarde. Rodada nesse domingo com 4 jogos. E amanhã nós estaremos de volta a partir do meio-dia. Vamos terminar um pouquinho mais cedo por causa da estreia da Espanha. E pra terminar, muito obrigado, viu, pela audiência. Mais uma vez, uma enorme audiência com o futebol no mundo na Copa.

O Futebol no Mundo, esse grande sucesso é feito para você. Fandesportes no YouTube, no TikTok todos os dias, e você vê alguns recortes também nas nossas redes. O Donki volta quando?

?Voz D

Volto acho que na quarta-feira, se não tô equivocado.

?Voz C

Boa! Então bom domingo, vai descansar, porque hoje começamos cedo, hein?

?Voz D

Cedinho.

?Voz C

O Bira volta amanhã, né?

?Voz B

Eu tô toda semana tirando terça, que vai ser meu dia de folga.

?Voz C

Ah, tem folga?

?Voz B

Folga geral.

?Voz C

Tem folga?

?Voz B

É, aparentemente tem. Eu nem sabia, mas eu olhei lá, tô fora.

?Voz C

É isso, Brasil! Bom domingo para você, de muitos jogos da Copa do Mundo. A Copa do Mundo está só começando, domingo também de muitos e muitos jogos. Nós voltamos amanhã meio-dia.

?Voz B

Tchau!