Futebol no Mundo #577: Estreia do Brasil, tudo do Mundial e muito mais!
No Futebol No Mundo deste sábado (13) vamos trazer tudo sobre a tão aguardada estreia do Brasil na Copa do Mundo. Quais são os planos de Ancelotti para o duelo contra o Marrocos? Também vamos passar aquele pente fino em tudo que rolou na Copa nas últimas horas! Vem com a gente!
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Leonardo Bertozzo
Vera
André Linares
Chico De Laurentiis
Gustavo Hoffmann
Mário Marra
- Copa do Mundo e Seleção BrasileiraBrasil vs Marrocos · Carlo Ancelotti · Neymar · Vinícius Júnior · Rafinha · Matheus Cunha · Expectativa de jogo
- Neymar e Seleção BrasileiraQualidade do elenco · Formação de time · Adaptação tática · Evolução durante o torneio
- Copa do MundoEstados Unidos vs Paraguai · Canadá vs Bósnia · Desempenho do Paraguai · Desempenho do Canadá
- Marrocos na Copa do MundoExpectativa do torcedor marroquino · Estilo de jogo ofensivo · Hakimi · Abde · Bilal El Kanoush
- Análise da Seleção EspanholaAcomodações da Espanha · Jamon Ibérico · Clima da equipe · Preocupações com o clima e altitude · Yamal · Nico Williams
- Polêmicas de arbitragemNovo protocolo do VAR · Erro de identificação · Simulação de falta · Árbitro somali e acusações de terrorismo · Thomas Partey e visto negado
- Análise tática da AlemanhaClima da Copa em Houston · Condições climáticas no estádio · Histórico recente de fracassos · Manuel Neuer · Florian Wirtz · Jamal Musiala · Alemanha vs Curaçao
- Análise da Seleção da SuíçaSuíça vs Catar · Desempenho do Catar · Granit Xhaka · Força média europeia
Alô, Brasil! Olá para você que é fã de esportes, podcast Futebol no Mundo. Deixa eu abrir o YouTube aqui. Estamos no ar, podcast Futebol no Mundo. Eu não perdi a conta ainda, era 570 e 7, chegou a hora, chegou o dia, o dia da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Esperamos tanto por esse momento e ele chegou daqui a pouco. Faltam quantas horas, Leonardo Bertozzo?
Agora meio-dia, meio-dia, faltam 7 horas, né?
6 horas e 55 minutos para a estreia do Brasil contra Marrocos daqui a pouco. Vamos juntos até 1:30 da tarde com tudo que aconteceu ontem, no dia 2 da Copa do Mundo, tudo que vai acontecer hoje, é claro. Prioridade para Seleção Brasileira, todo mundo de amarelinha, que hoje não combinamos, tá? E também não foi atendendo a pedidos não. Hoje é dia de Brasil, então estamos aqui, né, Léo?
Claro, estamos. E que bom, chegou, né, mais uma estreia da Seleção Brasileira, a única presente em todas as Copas do Mundo da história. Começa hoje mais uma caminhada para que o Brasil não tenha o maior jejum da sua história depois de um título, né? É isso que está em jogo.
Engraçado, eu dei a contagem regressiva agora e do nada eu fiquei ansioso. Agora. E você, Vera?
Pois é, aliás, o maior jejum de títulos iguala agora, né, que é de 70 a 94, desde que foi campeão. E se não ganhar essa, vai igualar o maior de todos, que é de 30 a 58. Seriam 28 anos, né? Então, de fato, o Brasil tá na hora, né? Tá na hora de ganhar.
Estamos no ar no YouTube, no TikTok da ESPN, com a sua mensagem. Mande sua mensagem, compartilhe. Olha o que tá escrito aí, Futebol no Mundo Raiz no Ar. É sobre o futebol no mundo, sobre Copa do Mundo. No YouTube, no TikTok, ao vivo na nossa live. Participe, comente, faça de você.
Eu não tô com a camisa, eu não uso camisa de time no dia que esse time joga, qualquer time, porque vai dar azar, tá? No futebol dá azar. Então não é a camisa da seleção, é a camisa do Alejo.
É pra quem jogava o Alejo Superstar Soccer, é isso?
Exatamente.
Muito bom, muito bom. Ó, vamos juntos, vamos falar muito o que aconteceu ontem à noite também. Os jogos de ontem à noite, nós tivemos Canadá e Bósnia à tarde, e à noite nós tivemos a vitória.
Caramba, é, eu vou querer ouvir as explicações do Gustavo Hoffmann, né, que tava secando os Estados Unidos.
Como que era a história do 0 a 0 aí? Como que o Lédio Carmona falaria?
Era um jogo horrível. Olha, o Dream Team voltou, hein?
Foi horrível só para o Paraguai.
Eles prometeram LeBron James, mas veio Dream Team inteiro.
É, Dream Team inteiro, espetacular. Abre a tela aqui, por favor. Abre a tela, abre a tela. Depois de 2 dias de passeios, de compras nos outlets, não o Zuca aqui, mas o Hoffman, mas é o Gustavo. Gustavo Hoffman, onde você está, Gustavo?
Tudo bem, companheiros? Um grande abraço a todos, ao fã de esportes. Estou em Houston, minha base durante toda a Copa será o Texas, ficarei entre Houston e Dallas. Neste momento no quarto do meu hotel aqui em Houston. Hoje à noite, hoje final de tarde, tem as coletivas de imprensa de Alemanha e Curaçao, e amanhã a estreia da seleção alemã em Copa do Mundo e o primeiro jogo na história dos curaçaoenses em mundiais.
Ó, hoje 4 da tarde, Catar e Suíça. Brasil e Marrocos 7 da noite. Haiti e Escócia no grupo do Brasil às 10, e já nos embalos da madrugada, do corujão. Opa, Austrália e Turquia, 1 hora da manhã. Gustavo, é só para, só para a gente explicar para o fã de esportes, hoje é o dia 3 e você apareceu agora, mas quantas horas? Como foi a sua aventura até chegar aí?
A minha aventura até chegar aqui foi, foi mais pesada do que eu imaginei, viu? Não achei que ia ser tão pesada a viagem para cá não. Do momento em que eu saí da minha casa em Madrid até o momento em que eu cheguei aqui no hotel em Houston, a viagem levou no total cerca de 18 horas. E o que mais pegou nesse sentido também é o fuso de 7 horas. Então eu não dormi durante essa viagem para tentar já acelerar o processo de adaptação ao novo fuso.
Só que ainda não está tudo certo. Eu consegui já pelo menos No primeiro dia eu fui dormir, era umas 11 da noite, mas acabei acordando, era 5 da manhã. E hoje eu fui dormir ontem logo que acabou o jogo dos Estados Unidos e acordei hoje, era 6 e pouco da manhã. Então já tá aos poucos, vai acertando, mas foi uma viagem puxada.
É mais umas horinhas, chegava na China. O fuso resolve dormindo, tá? Uma boa noite de sono. Deixa eu mandar um abraço para a Thaís Matos, que ela mandou uma mensagem agora há pouco. Ela respondeu, ela mandou só a seguinte mensagem: a, é, i, ó, urca Não, obrigado. Ô Gustavo, você não viu, né? Mas a discussão do AIO voltou, tá? Não sei por quê, mas voltou, voltou, voltou do nada, né? Do episódio de ontem.
É, não, eu vi, eu vi que a repercussão do AIO foi grande. Eu acho que até que a gente cometeu algum ato falho na canção da Xuxa, o A de amor, B de beijinho, C de coração.
Começou.
Ah, foi isso o erro? O que que eu falei?
A de amor, beijinho.
Eu falei Beijinho, beijinho, beijo baixinho.
Começamos bem.
Aí tá o erro.
Brasil e Marrocos, 7 horas da noite. E agora, o que espera? Bom, acabou, tá? Acabou a preparação, acabou tudo. Agora é hora do jogo, sem Neymar ainda. E agora? E hoje, o que vai ser?
Boa pergunta, né? Ninguém sabe, ninguém sabe mesmo.
É uma grande interrogação que nós podemos ver, né?
Dos cabeças de chave, O Brasil tem um adversário melhor ranqueado. O Marrocos é o sétimo no ranking da FIFA, sexto e sétimo, né? Se o sorteio fosse hoje, o Brasil não jogaria com o Marrocos, porque o Marrocos seria cabeça de chave. Na época do sorteio não era, porque o Marrocos tava um pouquinho mais atrás. Teve a Copa Africana de Nações, o Marrocos ganhou no tapetão ainda por cima, que ajudou um pouquinho a mais esse ranking a subir.
Mas essa é a realidade. Se você olhar para a seleção brasileira, ela tem uma espinha dorsal de respeito. Alisson, um dos melhores goleiros do mundo. A dupla de zaga, provavelmente a melhor do mundo, Marquinhos e Gabriel Magalhães. Os volantes, Casemiro e Bruno Guimarães, de fazer inveja também. Vini e Rafinha, não preciso apresentar para ninguém, o atacante do Real Madrid, o atacante do Barcelona, dois dos melhores do mundo. O problema é que aí você sai disso, as laterais, né, os coadjuvantes ali nos deixam muitas dúvidas, né.
E são o melhor técnico, o maior, o maior técnico, eu não tenho dúvida. Como ele vai se adaptar a uma Copa do Mundo, a gente vai começar a descobrir hoje. Mas que ele é o maior dos 48 técnicos, não há nenhuma dúvida. Nenhum técnico dos 48 é maior que o Ancelotti. E eu acredito muito que isso possa fazer diferença ao longo de uma competição, porque o Carlo Ancelotti, se uma coisa, de uma coisa ele entende na vida, é de ser campeão sem ter o melhor time.
Porque ele tem 5 Champions e em mais de uma delas o time dele não era o melhor. Eu posso te falar isso com tranquilidade. Então assim, competição de mata-mata tem dessas coisas. O Brasil não é o melhor time no papel da Copa do Mundo, não é. Acho que a gente pode falar isso com tranquilidade, mas ao longo da competição ele pode se tornar. Isso vai depender muito da capacidade de adaptação dele. Então hoje ele já vai ter que mostrar essa capacidade de consertar o que era o plano A dele que era ter um lateral de apoio na direita.
Ele perdeu o Wesley e ele teve que passar toda a semana pensando em como vai corrigir isso. Acho que a correção dele é o Paquetá ser o terceiro meio-campista. E aí vamos ver se vai ser Ibanez, vai ser Danilo, ele tá fazendo mistério. Mas de um jeito ou de outro, assim, 4 defensores defensores e o resto dos caras da frente se movimentando, marcando em 4-4-2, bem, bem 4-4-2 mesmo quando perder a bola. Pressão alta, transição rápida, um time que busque ser agressivo sempre que roubar a bola.
Gusttavão, o Bertozzi tocou em um ponto que eu acho extremamente importante. Ontem aqui conversando com algumas pessoas, torcedores, tá, na rua, né, eu falava sobre isso com eles, né, que realmente eu concordo que isso é notório, que não é uma das melhores seleções do Brasil de todos os tempos, até porque Para estar entre as melhores seleções do Brasil de todos os tempos tem que ser um baita time, tem que ser um baita time, porque nenhum país do mundo tem o que a gente já teve de talento na história e nem títulos mundiais como nós temos.
Mas o grupo de jogadores é muito bom, é muito bom. Quantas seleções do mundo tem o privilégio de ter essa dupla de zagueiros, esses dois meio-campistas, dois atacantes como Vini e Rafinha? São poucas, são poucas seleções que estão, que estão nesse, nesse nível de talento. O que faltou para o Brasil em toda essa preparação foi a formação de um time. O grupo de jogadores é muito bom, o time ainda não é. Por isso que eu sigo na linha que o Bertozzi tocou de acreditar muito no Ancelotti.
Acho que o Carlo Ancelotti fez com que a percepção sobre a seleção brasileira mudasse no mundo e internamente também. Eu acho que a torcida brasileira começou a acreditar mais na seleção quando viu o Ancelotti lá, porque você vê à frente dessa equipe com talento um dos melhores técnicos na história do futebol. Caramba, isso traz confiança, isso traz um peso. E para o mundo, sem dúvida alguma, o jogo é difícil. Tranquilamente um dos jogos mais difíceis para, para uma seleção considerada favorita nesta primeira fase.
Mas o que a gente espera é uma vitória, como a gente sempre espera do Brasil em mundiais. Eu acho que é um time que vai passar ainda por transformações. A gente falou muito sobre isso nas edições anteriores da Copa do Mundo aqui sobre o Brasil. Eu acho que a seleção brasileira não vai terminar como começa, é um time que vai passar por transformações. Essa própria reta final da preparação já como se isso é a mudança de esquema tático, aquele 4-2-4 que não convencia muito pela parte defensiva, a entrada de mais um meio-campista, a convocação de outro meio-campista na vaga de um lateral, é deixando evidente para mim essa nova tendência, essa nova ideia do Ancelotti em relação ao time principal.
A entrada do Ederson entre os convocados com a lesão do Wesley. Então eu acho que será uma Copa do Mundo para o Brasil de evolução, de crescimento. Ao menos tem que ser assim, porque neste momento o Brasil não está entre os times mais fortes. Também é muito fácil dizer isso. E aí eu não tô nem olhando só os amistosos recentes, tô olhando todo esse ciclo, esses últimos tempos, que a França já jogou, que a Espanha jogou, que Portugal jogou recentemente ganhando Nations.
O Brasil não atingiu esse nível. A gente espera que durante a Copa, com a evolução do, com o avanço do torneio, a equipe evolucione, a equipe cresça, evolua e chegue a ser uma, e chegue na condição de realmente de provar a sua condição de candidata a título em campo.
O Vinícius Júnior falou que o Brasil chega para brigar, e o Brasil sempre vai chegar numa Copa do Mundo para brigar, sempre, sempre.
O Brasil, por exemplo, sempre chega entre os 8. Só teve 3 Copas do Mundo em todas, todas, que o Brasil não ficou entre os 8 melhores, que foi em 34, quando foi com uma seleção só de jogadores do Rio de Janeiro por uma briga política com São Paulo, e daí caiu na primeira fase para uma ótima Espanha, em 66, quando não passa da primeira fase, e em 90, quando cai nas oitavas de final. Então, pelo menos entre os 8, o Brasil normalmente, assim, quase sempre chega.
Então é o que a gente meio que espera que o Brasil pelo menos faça, né, de novo voltar a ficar entre os 8. Mas essa seleção realmente dá muita incerteza, porque de fato o time no papel para mim tá longe de ser horrível, como muita gente diz. Eu acho que no papel inclusive ele é pau a pau, ou até melhor do que algumas outras das seleções que a gente coloca entre as melhores do mundo. Por exemplo, eu acho que no papel pau a pau é melhor que Argentina.
No papel assim, no cara a cara, tá? O cara a cara não. Argentina é um time melhor que o Brasil hoje, mas no cara a cara de jogador eu acho que o Brasil ganha da Argentina. Então o Brasil não é tão, tão problema, porque se o Brasil tem problema com as laterais, Argentina também tem, né? Não é que Aliás, da Argentina seja uma maravilha também. Mas essa seleção, você vê que assim, ela ainda não teve— ela teve momentos bons, mas teve momentos de insegurança.
Momento bom: o jogo contra Senegal, sobretudo primeiro tempo, foi muito bom. O jogo contra Croácia, que às vezes os bons momentos da seleção do Ancelotti o pessoal esquece. Jogo contra Croácia é um bom balizador do que o Brasil é capaz de fazer. E o jogo contra Senegal, do que seria capaz de fazer com uma seleção contra, como Marrocos. Só que daí tem um jogo contra o Egito, que foi um jogo meio inseguro, que o Brasil não consegue se impor totalmente.
O jogo contra a Tunísia, que o Brasil toma 1x0 num contra-ataque, daí sua sangue para empatar e depois não consegue virar. O jogo contra a França, que o Brasil não consegue se impor, o Brasil acaba sendo controlado muito pela França. Então o Brasil tem oscilado muito, então a gente realmente não tem muita convicção do que pode encontrar. E o que me deixa mais curioso para ver o jogo de hoje é que até pelas declarações parece que assim, até o Ancelotti não tá querendo dar, até o Ancelotti e os jogadores da seleção estão falando, não, o Brasil vai competir tudo, mas não tem aquela convicção que normalmente a gente vê, que assim, talvez eles mesmos estejam um pouco apreensivos, querendo ver a hora para valer, para ver o que que acontece.
Ontem teve uma pergunta na coletiva que foi meio assim, Ancelotti, o Brasil vai para cima e tal? Vamos ver o jogo, calma, vamos ver o que que o jogo apresenta, né? Não foi tipo, ah, vamos, vamos tomar conta, vamos nos impor e tal.
Pode ser uma questão cultural do Ancelotti ter um técnico de origem europeia, italiano, com uma outra visão. Não é outra visão de futebol nesse caso, é uma outra visão de como comunicar com o torcedor. Sim, porque um técnico brasileiro já falava, não, aqui é Brasil, bate no peito e vai, né? E o torcedor fica mais confiante. Daí quando vem um técnico e fala, vamos ver, vamos jogar o jogo, vamos ver o que o jogo apresenta. Que isso, cara?
Que isso? Mas então pode ter sido apenas uma diferença cultural. Mas quando você vê, você fala, parece que nem eles estão— eles também, eu não acho que eles não tenham confiança, Eu só acho que eles mesmos também estão querendo ver para valer um pouquinho, para começar a sentir mais.
Uma resposta realista também, acho, do Ancelotti diante da dificuldade do adversário, né? A gente fala muito, né, da preocupação que a gente tem olhando um adversário de qualidade como Marrocos, mas evidentemente Marrocos também, na verdade, o Marrocos tá bem mais preocupado do que o Brasil porque sabe que vai enfrentar um adversário de uma qualidade técnica superior. Mas acho que é uma resposta do do Ancelotti, bem realista diante da dificuldade que será essa partida, que tem ainda o contexto de ser a estreia, né, o calor, tudo como vai estar.
Mas a estreia sempre é mais chata, mais difícil. O Brasil teve já algumas estreias complicadas recentemente mesmo. Então assim, acho que é uma resposta bem realista, mas que realmente foge do padrão talvez histórico de treinadores da seleção brasileira.
7 horas da noite, tá? A gente tá aqui olhando, a gente falou muito sobre isso nesses 2 dias, sobre seleção brasileira. Com ataque com Vinícius Júnior, com Rafinha, com Matheus Cunha. No dia a dia, é lógico que principalmente o Matheus Cunha, né, que não tem mais tanto contato assim, né, com o torcedor brasileiro. O Vinícius Júnior é um pouco mais pop e o Rafinha também nem tanto. A cobrança vai ser muito grande hoje, né?
Vai, vai. E assim, essa é a primeira Copa. Ah, o Neymar tá no elenco, tudo bem, o Neymar tá no elenco, mas é muito claro que o Neymar só está no elenco porque o Ancelotti espera que ele seja mais um e não o protagonista. Então assim, é a primeira Copa em que o Vinícius tem o tamanho que tem. O Vinícius foi melhor jogador da FIFA nesse intervalo. Há uma percepção, pouco, pouco, que as pessoas têm pouco, mas o Vinícius fez uma boa Copa em 22.
É porque ele não foi bem contra a Croácia e foi substituído, mas o restante da Copa dele foi bem. Participação em gols, ele fez uma boa Copa em 22 no geral. Não no último jogo, mas no geral. Então, mas essa é a primeira Copa em que ele tem já o tamanho que ele tem. Então há uma expectativa de que ele assuma o protagonismo. Com o Ancelotti, ele tem melhorado os números dele, como gols, participações em gols, mas é claro que se espera que ele seja assim agora, né, o cara que vai elevar o nível da seleção brasileira.
Eu acho que o Ancelotti tá montando o time muito em função dele. Esse 4-4-2 que eu falava do time sem bola é muito para que quando o Brasil rouba a bola, ele tenha condição de atacar espaço. Ele e o Rafinha, né, que são jogadores que atacam muito bem espaço. Por causa do Real Madrid. O Gustavo viu isso muitas vezes lá. Como que ele potencializou o Vinícius, cara? Sem a bola, o papel do Vinícius é ficar, não é não marcar, mas é ficar sempre em posições em que ele possa, quando a bola for recuperada, ter espaço para atacar.
Então eu acho que assim, o Ancelotti pensa muito em maneiras de potencializar o Vinícius, e acho que o Mateus ajuda isso. Eu acho que o perigo do Mateus é as pessoas, ele cair numa armadilha como que o Gabriel Jesus caiu em 2018, de ser o 9 que ajuda muito sem bola, e as pessoas ficarem esperando gols, gols, gols e gols. E talvez o Matheus Cunha não faça muitos gols na Copa do Mundo, e as pessoas fiquem, nossa, mas o 9 do Brasil não fazendo muitos gols.
Talvez o Matheus Cunha não faça muitos gols na Copa do Mundo, e a gente tem que se preparar para isso, né? Porque o papel dele vai ser organizar. O Matheus Cunha é mais um meia atacante que um atacante, mesmo vestindo a 9.
É, mas carregar o 9 é, tem esse peso de cobrança.
As pessoas têm que balizar essa expectativa. O Matheus Cunha, quando perder a bola, ele vai fazer mais trabalho defensivo do que o Vinícius e que o Rafinha, né?
Bom, o Gustavo Rafa está em Houston, Mário Marra está em Dallas, dividindo a tela aqui no YouTube, no TikTok aqui da ESPN. Mário, aqui devemos essa honra, você diretamente de Dallas, Marra.
Não, não, estou em Chattanooga, no Tennessee, Alex. Que saudade, que honra poder falar com vocês, meus amigos, meus irmãos. Então aqui, aí, ó, tá vendo? Aqui, ó, tem uma faixa aqui, ó, Viva Espanha. Não, Vamos Espanha. Tô aqui na porta do hotel da Espanha porque a Espanha tá hospedada aqui em Chattanooga. Daqui a pouco tem entrevista coletiva, hoje treino fechado, mas eu tenho, Alex Tisseng, companheiros, um convidado especial, um polonês, o convidado especial.
Que tá aqui para falar com a gente rapidamente sobre detalhes do hotel que a Span está. Vem cá, polonês, por favor. Olha quem tá aqui, Alex.
Ai, que polonês é!
Porque enquanto eu tava aqui, porque, Alex, companheiros, enquanto eu estava mais para cá, vem para cá. Ah, ele é o diretor técnico, diretor artístico. Isso. Enquanto eu estava aqui me preparando para entrar, para conectar, muito simpática inclusive. Ela é uma gerente do hotel, né?
Exatamente, exatamente.
Ela veio aqui para trazer água para gente, o hotel que tá, Espanha, e o Mendel aproveitou e conversou com ela sobre o hotel, sobre as acomodações. Por favor, nem deu tempo da gente falar sobre isso, fala para gente.
Bom dia para o Alex, para todo mundo. Ela, gerente do hotel, disse que tá tudo muito, muito animado aqui no hotel. O hotel totalmente reservado para Espanha, não tem hóspedes fora a seleção da Espanha, o staff, os jogadores, comissão técnica.
E ela deu um detalhe interessante, a cozinha foi fechada pela seleção da Espanha.
Eles trouxeram tudo da Espanha, o chefe de cozinha e também os alimentos. Inclusive, ela detalhou caixas e caixas e caixas de jamon ibérico.
Falaram pra gente ontem lá na coletiva, né? Lembra que teria jamon ibérico e tal?
Exatamente, falaram pra gente na coletiva.
Acho que o jamon ibérico veio todo pra cá, veio todo pra cá.
E ela ficou impressionada com tanto de jamon ibérico que eles trouxeram. Falou que eles amam jamon ibérico. E eles trouxeram realmente uma quantidade imensa de caixas para durar durante toda a Copa do Mundo.
Algo mais assim? Staff tá aí? Quem mais?
E ela é staff da seleção da Espanha, né, os jogadores, comissão técnica. Ela disse que o clima é muito legal, que o clima ali entre o pessoal da seleção com o staff do hotel tá sendo tudo muito leve, muito legal, muito divertido. Ela tem gostado bastante e também muito simpática, trouxe aguinha para gente. A gente tava precisando, precisando, que aqui é quente, é quente aqui em Chattanooga, né, mano?
Muito, muito quente. É isso, Alex, meu polonês diretor de arte. Aqui tá bom, Mendo?
É assim, tá bom?
É verdade, mas aqui tá bom, diretor? Tá indo bem? É isso, Alex. Informações que nem eu tinha, que o Mendo acabou de apurar ali porque a gerente do hotel chegou na hora.
Mas vamos falar de Espanha, vamos falar de Espanha e vamos falar um pouco de Seleção Brasileira, aproveitar sua experiência também com Seleção Brasileira. Mas o que que você espera de Brasil e Marrocos hoje?
Um jogo muito difícil, muito, muito difícil. Primeiro tem toda a tensão também de estreia. É uma seleção experiente, e eu vou até mudar, vou falar experimentada com Copa do Mundo, né, com 8 titulares da última Copa jogando. Mas acho que ainda assim, como o ciclo foi muito, foi uma atrapalhada, né, o ciclo de Copa do Mundo, eu acho que vai ter uma tensão maior. Seleção do Marrocos é muito forte, a gente sabe disso, a gente fala disso com muita frequência.
E acho que vai dar, além do calor natural, acho que vai dar muito calor. Eu não tenho coragem de te falar que tô esperando uma vitória brasileira, não. Eu acho que vai ser um jogo muito difícil e qualquer resultado é normal. Eu só não acho normal goleada hoje, Alex. Marrocos ganhar de 1 a 0, eu acho que é possível. Empate, acho que é possível. Brasil ganhar de 1, acho que é possível. Goleada eu acho difícil.
Gustavo Róvio tá com saudade do Ramon Ibérico já ou não?
Achei que você ia perguntar se ele tá com saudade do Marrocos.
Você que tá com saudade, né, Alex? Eu não ouvi o Bertozzi.
Não, acho que é porque eu tô com saudade do Marra já, né? Apesar do Marra ter saído aqui semana passada.
Poxa vida, você tá vendo, né, Marra? O Alex tem saudade do Ramon, não tem saudade de você não. O que ele comeu de Ramon quando ele passou lá em Madrid, Alex. Não, o Marra não. E fã de esportes, eu levei o Alex, né, lá em um mercado, que Madrid é muito conhecida pelos mercados, né? Tem aquele Mercado de San Miguel, que é o mais famoso e mais caro também, pega turista ali. Mas eu levei o Alex para um mercado ali perto da minha casa, de bairro, que não tem turista, bem local mesmo, né?
E conta aí, Alex, você ficou pouco impressionado com o amigo tirando o jamon para você, cortando ali na hora e te dando aquelas fatias bem fininhas assim, né?
Eu fiquei só olhando o cara fatiar ali. Aí daqui a pouco ele: você quer? Eu quero um pedaço desse daqui, desse. Daqui a pouco eu falei: 100 gramas de cada, por favor.
É, os caras sabem vender, né?
E aí E aí a gente tava do lado de fora do mercado para fazer link, né? Ele chegou com uma bandejinha assim de jamon para ele. Falei, opa! Mas agora falando, falando sobre a questão do jamon, né, assim, é igual a gente, igual o brasileiro. Eu tenho certeza que para rebaixar a inflação do Brasil levaram um monte de arroz e feijão, sabe? Para Espanha leva muito jamon, leva os ingredientes para você fazer croqueta, tortilha, que são lentilha, que são os alimentos que fazem parte da alimentação diária, né, do espanhol, assim como nosso famoso arroz e feijão.
Lembrando que o último Brasil e Marrocos teve o Ramon, né, o Ramon Menezes.
Ai, meu Deus do céu, que saudade que eu tava disso da Espanha!
E como ficamos com o Yamal e o Nico Williams, hein?
Ah, os dois em campo ontem, viu, Alex? Claro, sabe aquele mingano que eu gosto? 15 minutinhos, nenhuma finalização, nenhuma batida mais forte para gol, mas 15 minutinhos de treinamento aberto para imprensa que deu para perceber movimentação, movimentação lateral, movimentação de costas. Ou seja, a exigência muscular sem finalização, de novo repetindo, ela tava ali, ela tava no treinamento, e os dois jogadores Williams e o Yamal treinaram assim, um clima realmente muito bom, todo mundo rindo, brincando, empurrando.
É um clima muito parecido com que a gente vê muitas vezes de imagem de seleção brasileira, tá? Tem aquela coisa do europeu ser mais distante, ser mais frio. No treino de ontem, nos 15 minutos, ou eles encenaram muito bem, ou existe realmente um clima ali de alguma, de alguma boa amizade, algum bom entendimento. E os dois voltaram a campo O De La Fuente não garante a presença deles. Inclusive, Alex, esse é um ponto, né? A preocupação é muito grande com os extremos, calor, a locomoção é muito grande, né?
A gente tá aqui em Chattanooga, a Espanha tá aqui, ela tá a 2 horas de Atlanta. Eu e o Mendo, a gente veio de carro. A Espanha deve ir de ônibus, ou tem aeroporto aqui em Chattanooga que vai direto também para Atlanta, mas é uma perda de tempo, né? E para o aeroporto para chegar até lá. Mas Chattanooga é pertinho de Atlanta, mas e as outras, os outros deslocamentos? Tem essa preocupação, tem preocupação com altitude, e isso é um tema nas coletivas.
Daqui a pouco tem uma outra conferência de imprensa, uma outra coletiva que a gente vai entender um pouco mais, mas ontem o De La Fuente falou sobre isso em algumas entrevistas exclusivas que ele concedeu, falou sobre isso, da preocupação e da preparação da Espanha. Tem um colete que refrigera o corpo, tem uma jaqueta que refrigera o corpo e também uma espécie de proteção à chuteira que diminui também a temperatura corporal rapidamente para os jogadores, sabe, assim, tem uma preservação.
E aí eu lembro do Gustavo Hoffmann, não por causa da Espanha, por causa de 14. Gustavo Hoffmann acompanhou muito de perto a seleção da Alemanha, a preparação Que às vezes parecia os caras estão relaxados, os caras estão na praia, mas não era, era tudo friamente ou quentemente calculado para recuperação daqueles jogadores, né? O Gustavo escreveu sobre isso, inclusive. A Espanha tá muito científica, tá muito tentando assim proteger.
Não adianta só ter a informação, né, Alex? Ó, vai estar quente, tem altitude, tem deslocamento. A Espanha tá tentando minimizar os efeitos desses problemas da Copa que ele tem chamado, que eles têm chamado de Copa dos Extremos.
Segunda-feira, Brasil, Espanha e Cabo Verde. A base do nosso querido Mário Marra será Atlanta, né? Quando eu falei Dallas, por favor, é Marcelo Rafael que ficou por lá. É Atlanta. E o Gustavo Hoffmann e Wilson. Marra, volte sempre, hein?
Alex, um prazer, adorei. Pode ser um pouco? Não, estamos indo lá para conferência de imprensa.
Você queria manifestar que é um alívio ver o Marra falando do Yamal, sendo noticiário do Yamal, do retorno do Yamal, ser o noticiário da Espanha, porque podia ser o noticiário de Marrocos contra o Brasil, né? Pois é, é complicado.
Ainda bem, deixa do jeito que tá.
Tchau, Marra, volte para o ar-condicionado aí, tá?
Valeu, Alex, abraço, abraço a todos.
Mário Barra. Aliás, eu tô usando o armário do Mário Marra pra guardar minhas camisas, esqueci de falar pra ele aqui. Jogo de ontem, Estados Unidos e Paraguai, que tal, Bira? Aliás, realmente foi totalmente inesperado.
Não, não, foi um atropelamento. O Paraguai foi constrangedor ver como o Paraguai ficou em campo no primeiro tempo, time totalmente perdido, assim, batendo cabeça, aquela coisa de time que tem que sair jogando e um jogador chuta a bola no pé do outro e volta.
É um time assustado.
É um time muito assustado. Acho que o primeiro gol ter vindo muito rápido Acho que teve impacto psicológico muito forte no Paraguai, porque o Paraguai chega para fazer aquele jogo em que ele ia ficar cozinhando o jogo e no contra-ataque, e até começa no contra-ataque, quase ser um gol do Paraguai no primeiro lance do jogo. Só que daí os Estados Unidos com aquela pressão, estádio grande, todo mundo gritando, gritando, e bom, Pulisic faz uma jogadaça e sai um gol contra logo de cara, o gol contra do Bobadilha.
E quem tá vendo no YouTube tá vendo a foto do Bobadilha fazendo gol contra. E acho que o Paraguai assusta. Paraguai assusta e saiu do jogo e não voltou mais.
O Paraguai se caracterizou na eliminatória, duas seleções, Paraguai e Equador, com defesas absurdas, né? Defesas que sofriam pouquíssimos gols, garantiam suas vitórias assim. E dessa vez foi justamente o total oposto, né? O Paraguai se propôs a passar o jogo inteiro marcando em bloco médio, bloco baixo. Mas para fazer isso, cara, você tem que ter um contra-ataque bom, você tem que ter uma transição rápida. E nada disso, né? Nada, nada, nada.
O Bira até falou assim, Para sair de trás era um desespero. E os Estados Unidos, o contrário, assim, um time capaz de fazer um pé de pressão absurdo, é um time que roubava a bola e tinha essa condição de roubar a bola, acelerar o jogo. O lado esquerdo muito forte com apoio do Robinson, o Pulisic puxando para dentro. Do outro lado, o Serginho Destro em versão ponta, né, jogando como ponta-ponta mesmo. E aí tirando o melhor dele, né, que como lateral ele é bem mediano, né, porque ele marca mal.
E aí achei que o Pochettino foi muito bem. A gente já tinha falado aqui que os Estados Unidos tinham muito bons valores do meio para frente, os amistosos vinham mostrando isso. Ainda tenho dúvida dos Estados Unidos quando forem mais exigidos atrás, porque o Paraguai não exigiu nada desse time defensivamente, nada. Então assim, ainda quero ver num jogo que os Estados Unidos tiverem que sofrer mais sem bola, porque nesse jogo foi um absurdo, cara, um absurdo assim.
Foi legal ver o Maurício, né, que teve esse sonho de jogar a Copa do Mundo, entrou, fez o gol, ele ficou até bastante emocionado, né. Até outro dia jogar uma Copa do Mundo era uma coisa totalmente fora do radar, né.
4 meses atrás.
Então assim, foi muito bacana por isso, mas foi a única coisa bonita do Paraguai no jogo, né, porque fora isso, e assim, até mesmo a falta de inteligência emocional. Tá acabando o jogo, cara, segura aqui. Porque assim, o 4 a 1 num jogo, num grupo em que você Talvez a melhor condição seja ser terceiro, se perder para Turquia agora. 3 gols, a gente falou lá no começo, 3 gols com saldo ruim, mesmo que seja terceiro, vamos supor, última rodada Paraguai e Austrália, ganhar vai para 3 pontos, mas vai para 3 pontos com saldo ruim, talvez não dê.
Se tiver muita gente com 4 pontos, muita gente com 3 pontos, vai ter que arrancar ponto da Turquia. É, então esse jogo com a Turquia já é um jogo muito importante. Assim, o Paraguai jogando essa bolinha Me preocupa. O pior, tranquilamente o pior jogo do Paraguai com o Alfaro, que é bom técnico, Paraguai nas eliminatórias não foi isso aí. Quem vê esse Paraguai acha que o time é isso, não é isso.
O Paraguai foi um time... Olha o sorrisinho do Gustavo. O que o Gustavo tá sorrindo aí? Ele quer apostar no Paraguai.
É, o Gustavo falou que os Estados Unidos iam ficar em último.
Apostei no Paraguai, né?
Ele falou.
O que eu falei?
Que os Estados Unidos iam ficar em último nesse grupo.
Eu falei isso?
Falou, falou.
Tá gravado, hein?
Tá gravado.
Aí é, eu apostei que Estados Unidos seria uma decepção. Não, sabe por que que eu dei um sorrisinho? Porque o Bertazzo falou assim, né, foi o pior jogo do Paraguai sob o comando do Gustavo Alfaro, certo?
Foi.
Pois esse foi o melhor jogo dos Estados Unidos sob o comando do Maurício Pochettino, naquela goleada contra o Uruguai.
Eu acho que foi o melhor jogo dos Estados Unidos em todos os tempos. Não, calma, foi o que eu quero dizer, que a goleada contra a Colômbia Não foi melhor.
Não, não, mas o adversário era bem mais forte.
Não, mas não foi melhor. Aquele foi mais equilibrado, pô. Curiosamente, um gol contra também. É aquele, infelizmente, fatal.
Passa por isso, por essa explicação, né? A melhor, o melhor jogo sob o comando do Pochettino e o pior jogo do Gustavo Alfaro. Foi realmente um atropelamento dos Estados Unidos, dominou o jogo do início ao fim. A Copa do Mundo Ela, ela evidentemente mexe com os jogadores, mobiliza de forma diferente. Não há nada maior para mim no esporte do que uma Copa do Mundo. Então assim, o que jogou o Pulisic ontem, há quanto tempo ele não jogava? Há quanto tempo Pulisic não fazia um jogo como aquele, por exemplo?
Acho que desde o ano passado.
Exato, exato, sabe? O Balogun veio já de uma temporada muito forte, a gente vinha destacando isso, né? E ele confirmou isso, tem numa parte, o segundo gol é um belíssimo gol, a batida dele, aonde ele coloca a bola. Então assim, o Weston McKennie jogou muito bem. Então acho que os grandes jogadores dessa seleção tiveram uma grande atuação. Isso fez com que a seleção dos Estados Unidos realmente passasse por cima do Paraguai. O Pochettino, destacamos muito isso antes, não tem um melhor relacionamento com o elenco.
Mas essa goleada, a forma como tudo começa, acho que dá uma amenizada e uma tranquilizada boa para você seguir adiante e conseguir a classificação. Mas aí, mesmo assim, depois lá na coletiva ele conseguiu arranjar confusão com o pessoal da FIFA, né, reclamou do barulho. Aí no final deu uma cornetada na moça que tava do lado dele representando a FIFA também. Enfim, o Pochettino é uma figura que eu particularmente não gosto, mas essa estreia foi, acho que, acima das expectativas pelo nível de jogo que apresentou a seleção dos Estados Unidos.
E o ambiente colaborou, né? O ambiente criado ali no SoFi Stadium em Los Angeles ficou um ambiente incrível para os donos da casa.
Aliás, com essa vitória, Estados Unidos já coloca um pezinho na próxima fase, né?
Ah, sim, teria que perder os dois jogos e ainda ficar com saldo ruim e manteria uma sequência de classificações, que a última vez que os Estados Unidos foi eliminado na fase de grupos foi em 2006. No grupo que passaram Itália e Gana, né? Porque depois disso, 2010 passou, 2014 passou no grupo de Portugal, 2018 não foi, né? E 2022 passou também. Então os Estados Unidos tem sempre classificado.
E teve a questão da arbitragem, né?
Teve, teve. E aí é legal falar, né, o novo protocolo do VAR, que tem muita gente discutindo, porque ele tinha dado um amarelo para o Tim Ream por falta no Almiron. E aí agora o protocolo de erro de identificação, que normalmente fala deu cartão, deu cartão para o jogador errado, Agora ele pode chamar se ele der o cartão para o jogador errado, porque o cartão era para dar para o jogador do outro time.
Que foi essa questão desse lance.
Que foi essa questão, assim, foi revisado que assim, aí ele deu falta do Tim Rim, mas revisando ficou claro que o Tim Rim não fez a falta e que o Almirão simulou. Então assim, no texto do protocolo diz que se a falta foi do jogador adversário, ele pode corrigir como erro de identificação. E foi o que aconteceu, né? Ele entendeu que o Almirão cometeu falta, porque simulação é falta antidesportiva, né? E aí ele foi chamado ao monitor, entendeu que de fato foi simulação do Almirão e deu amarelo.
Tem muita gente falando, ah, não é erro de identificação. De fato, assim, pelo nosso conceito de erro de identificação, a gente tem muito na cabeça, porque a frase é mistake in identity, ele se confundiu teoricamente.
Mas seria identificação do autor da falta. Exato, exato. É que assim, digamos que fosse, é que ficou mais confuso porque foi um caso de simulação. Isso, a falta do Almirão foi uma simulação. Isso, digamos que tivesse sido um lance de dois jogadores se agarrando, ele acha que o jogador dos Estados Unidos agarrou e ele deu falta do americano e deu cartão amarelo para ele. Depois ele vai, o VAR fala não, não, foi o cara do Paraguai que agarrou o americano primeiro.
E daí então é meramente uma questão de nomenclatura, é meramente uma questão de nomenclatura, não é boa, ela é errada.
É isso.
Ela confunde. Acho que assim, você criar mais um termo ali para isso, fala assim, ó, é decisão invertida, ponto, resolveu a situação.
Eu acho que essa nomenclatura de erro de identificação, ela faz com que a gente tenha problema de identificação do que essa regra significa.
Isso, assim, porque é só para explicar, informação direta, porque o exemplo que o Biratão usou é bom, porque eu vou explicar a origem da regra, porque foi num jogo que a gente transmitiu inclusive, Flamengo e Estudiantes. A expulsão do Gonçalo Plata. O Gonçalo Plata vai disputar a bola, ele toma um chute e ele leva o amarelo e é expulso com o segundo amarelo. O segundo amarelo agora também é revisado, né? Mas o que que acontece?
Ele não— a falta foi invertida, ele tomou amarelo. E se fosse hoje, mesmo que fosse o primeiro amarelo, o lance poderia ser revisado, porque na verdade ele não fez a falta, ele tomou a falta, né? Então assim, ele poderia revisar e dar o amarelo para o jogador que fez a falta. E não que não tomou a falta, na verdade, né? Então assim, o espírito da— o espírito do nascimento da regra é esse. De fato, eu acho que esse, essa nomenclatura vai ter que ser ajustada.
Todo mundo ficou confuso com a questão de ser chamado de mistaken identity, né, que é erro de identificação, que era uma coisa que sempre existiu no VAR.
O VAR sempre, desde o começo, o VAR tinha, ele era, ele podia ser acionado para amarelo se, por exemplo, o Alex fez a falta, mas eu acho que o culpado foi o Bertolozzi, eu não vi direito, eu dou cartão amarelo. Aqui vai aquele lance clássico do Corinthians e Palmeiras de 2017, do Gabriel e o Maicon. O Maicon faz a falta para amarelo, o árbitro acha que quem tinha feito falta tinha sido o Gabriel e deu o segundo amarelo. O VAR não podia voltar, nem existia VAR, mas assim, o VAR não poderia voltar naquele caso porque era amarelo.
E isso a FIFA permitiu, que você, mesmo para amarelo, o VAR poderia corrigir se você deu o cartão para o jogador errado, achando que— ou no caso, tem um caso também dos Fábio, do Fábio Rafael, dos da ativa do do Manchester United, que não faz a falta, ele dá cartão amarelo para o outro. Isso poderia ser corrigido também, sempre pode. É que era raro acontecer, mas sempre pode. Então esse daí acaba sendo uma evolução dessa regra de identificação, mas o termo é ruim.
E também o jogo já tava recomeçando, tudo isso também cria uma confusão na situação.
O problema do procedimento foi assim, uma vez que o jogo recomeçou e ele parou, ele não podia recomeçar com falta, né, porque o jogo já tinha recomeçado, ele tinha que começar com bola ao chão. E ele deixou bater a falta para os Estados Unidos, né? É que ele, que ele, tanto que ele levanta o braço, ele bate falta em dois lances, que foi a simulação no caso. Só que ele já tinha recomeçado o jogo.
Agora, por exemplo, e se na falta o Paraguai tivesse feito gol? Entendeu? Porque foi uma falta para o Paraguai que virou uma falta para os Estados Unidos, uma falta ofensiva, né?
Ele pode mudar a decisão porque a decisão disciplinar, então assim, ter recomeçado o jogo não impede dele dar o cartão. Mas assim, o reinício não foi correto. O reinício, ele tinha que dar bola ao chão e não falta, porque o jogo já tinha recomeçado. Mas enfim, isso é coisa de protocolo que eles vão ajustar assim, é corrigir fazendo, né? Talvez haja muita confusão mesmo, até mesmo entre os árbitros.
Tem que ajustar rápido isso, né? Bom, tivemos 4x1 Estados Unidos, tivemos a estreia da outra anfitriã, Canadá empatou com Bósnia em 1x1, primeiro ponto da história. Do Canadá na Copa do Mundo.
E merecia mais, né? Merecia mais pelo que foi o jogo. Mas também aí faltou qualidade, né? Faltou qualidade na frente. Tcheca e Bósnia, duas seleções que se classificaram pela repescagem. Assim, cara, para quem gosta da seleção italiana, ver a estreia da Bósnia e o que a Bósnia jogou assim é sofrível, velho. É duro, é duro, é duro, é duro, é duro. E assim, eu não sou, eu não sou das pessoas que falam, ai, 48 seleções, essas seleções jogando.
Eu não sou. Eu, todos os jogos de Copa são legais para mim. E insisto, são legais, mas assim, a seleção da Bósnia, cara, ela é tal como a Tcheca, ela é basicamente dependente de velocidade, cruzamento e só, né? E o gol saiu assim e só poderia sair assim mesmo, da mesma maneira que o gol da Tcheca só poderia sair assim também.
Os dois gols da seleção da Bósnia, o que poderia acontecer, exatamente o que acabou acontecendo, né?
Tanto que assim, a Bósnia trabalhou para jogar assim, cruzamento na área, né, bola escorada no primeiro pau, saiu o gol. Porque o Canadá já tinha criado chances. O Jonathan David chutou uma bola na mão do goleiro sozinho na área. Aliás, como foi mal Jonathan David, né? Sem o Alphonso Davies, teoricamente ele seria o principal jogador desse time, mas não foi bem, foi substituído no segundo tempo. E aí o empate vem com o Kyle Larin, que é, até ser ultrapassado pelo Jonathan David, era o maior artilheiro da seleção canadense.
Mas não fazia um gol pela seleção desde 2024, tanto que perdeu a posição, começou no banco já veterano. Mas ele entra, faz um belo gol pouco depois de entrar, e era merecido. O Canadá não jogou para perder não, mas assim, na hora de ter um refinamento maior também para definir as jogadas, é um time que tem suas limitações, né? Mas assim, acho que o Canadá não mereceu perder. Acho que o Canadá foi, fez o suficiente para não perder o jogo, e é um empatezinho que assim, se jogar isso aí contra o Catar, vai ganhar. E aí os dois, né?
É, os rapazes também joga isso aí, jogou mal, mas ganha, ganha, ganha, ganha.
Vai dar para brigar para o segundo e terceiro.
Fala, Gustavo. O Canadá acho que merecia até melhor sorte do que a Bósnia. São dois times que têm muitas limitações. E sobre a seleção canadense, primeiro sobre a torcida canadense, uma festa incrível nas ruas de Toronto, foi muito legal a gente ver ali a marcha, né? Da torcida para o estádio. Uma baita festa. A gente viu já cenas incríveis no México também. Até agora a torcida mexicana tem dado um show, é, tanto em Guadalajara como na Cidade do México.
As cenas que chegam de lá são espetaculares. E o que chegou também do Canadá, de Toronto, foi muito legal a festa da torcida nas ruas. Sobre Alphonso Davies, é, evidentemente ele tem um peso muito grande para seleção, mas O Alphonso Davies, acho que ele hoje em dia, ele, ele é engraçado, ele tem um peso muito maior do que a gente acha que ele pode render do que ele realmente rendeu. Porque nos últimos tempos pelo Bayern, além de ter ficado muito tempo lesionado, ele perdeu a posição, ele já perdeu a posição.
Alphonso Davies hoje não é um titular absoluto do Bayern, já é um jogador bastante, mas e aí ele não consegue recuperar a melhor forma, esse é o ponto. Esse é o ponto. Nesses últimos, sei lá, 18 meses, a gente não viu no Bayern o Alphonso Davies jogar o que a gente já tinha visto em outros tempos, que fez com que o Real Madrid o quisesse. O Bayern teve que fazer uma baita renovação de contrato com ele. Então é uma pena, porque ele teve aquela grave lesão de joelho e depois segue tendo muitos problemas físicos.
Ele não conseguiu recuperar o nível técnico que já o fez melhor lateral esquerdo do mundo hoje em dia, com certeza. Não tem essa condição no estágio, que nem entre os 5.
Deixa eu mandar um abraço para todos vocês que estão curtindo aqui no YouTube, o TikTok.
Obrigado, obrigado, gente.
Tantas, vocês não precisam, vocês não merecem. Mas você que tá ligado no YouTube, no TikTok, sim, obrigado, viu, pela audiência. Aliás, estamos no dia 3 e já com uma audiência enorme, enorme, enorme. É o Futebol no Mundo todos os dias, o Futebol no Mundo há 25 anos Há quase 30 anos já na ESPN, nos canais ESPN, no programa mais antigo da casa. Então tivemos jogos de ontem, os jogos de hoje tem além do Brasil, tem Haiti e Escócia, e mais tarde tem Austrália e Turquia, Catar e Suíça às 4 da tarde, Catar e Suíça do grupo do Canadá, certo?
Haiti e Escócia já temos, Vitor? Vamos, vamos para Boston, vamos embora, vamos para Boston! Gostamos, gostamos! Chico De Laurentiis vai acompanhar o jogo logo mais de Haiti e Escócia do grupo do Brasil, e já no meio da galera aí, Chico.
Fala, meus amigos, como vocês estão? Um abraço enorme para todos aí no estúdio. Pois é, eu tô em Franklin, que fica na região metropolitana de Boston, perto do Gillette Stadium, onde vai acontecer mais tarde hoje, 9 horas aqui de Boston, 10 horas do Brasil, o confronto entre Haiti e Escócia, que os brasileiros vão ficar de olho porque afinal são os outros dois times do Grupo C. A Escócia é a favorita para esse jogo, é, mas tinha uma pequena dúvida para partida, que é o Scott McTominay, né, principal jogador da equipe, jogador do Nápoles, que teve a chamada indisposição estomacal, né.
No Brasil a gente conhece por vários nomes. Mas em entrevista coletiva ontem, sexta-feira, coletiva ontem, o Steve Clarke, pois é, exatamente, técnico da Escócia, disse que ele tá excelente para o jogo. É, o pessoal, a torcida da Escócia já foi chegando em peso aqui em Boston a partir da quarta-feira, mas eles foram ficando mais lá na cidade mesmo, né, em Boston, que é mais ou menos 1 hora aqui do Gillette Stadium. Pessoal fazendo uma farra bem legal por lá.
E hoje eles vão ter que pagar um precinho salgado, viu, para chegar até o estádio da partida. Os tickets de trem, que normalmente custam uns $20 para os jogos dos Patriots e do New England Revolution, estão saindo por $80, ou seja, quadruplicou o preço. Mas é o melhor jeito de ir para o estádio, porque de carro forma um trânsito grande. E aí esse pessoal que tá aqui comigo no hotel chegou ontem à noite, né, mal dormiu, mas já estão aqui tomando as primeiras aqui no hotel, já dando aquela animada para o jogo.
E aí eu encontrei esse pai, esse filho aqui, que é o choque de gerações, né, para que o pessoal da Escócia tá experimentando assim. O pai veio, esteve na Copa do Mundo de 98, que foi a última que a Escócia disputou, e o filho foi na Eurocopa e agora vai viver pela primeira vez a experiência de acompanhar a Escócia numa Copa do Mundo. Vou perguntar aqui para eles os placares que eles imaginam que vão acontecer hoje contra o Haiti.
Em seguida, eles concordaram muito gentilmente em dar uma palhinha para a gente da tradicional gaita de foles, né, que é o elemento cultural mais legal da Escócia. Então vou perguntar aqui para eles quanto eles acham que vão ser o jogo hoje e aí ouvir uma palhinha da música mais tradicional que eles tocam. My friends, what's the prediction for tonight?
I think Scotland will win 3-1.
3-1 para Escócia. Opa, arrumar a câmera aqui, quem sabe faz ao vivo.
I think 4-0 Scotland.
4-0 para Escócia. Então vamos com a turma aqui, som na caixa. Demora um pouquinho porque tem que encher de ar, viu? E é isso aí, a galera entrando no clima já. Mais tarde todo mundo indo para o estádio e vamos que vamos ver aqui que essa Escócia e que que o Haiti são capazes de fazer, se assustam o Brasil ou se são babas, né, que nós vamos enfrentar agora no Grupo C. Aí, obrigado, pessoal! Thank you, thank you very much! É isso aí, galera!
Esse é o clima para a partida de logo mais aqui no Gillette Stadium. Se o pessoal acha que a galera da Escócia não viu, galera do Haiti também, que tem alguns aqui no hotel, mas a turma da Escócia já começou ganhando na animação, viu? Boa!
Chico De Laurentiis vai acompanhar Haiti-Escócia. A turma começou animada lá. Aliás, o André Linares tá em Marrocos, já já tá no Marrocos, já já vai entrar aqui com a gente. Ele vai para Escócia na sequência acompanhar a torcida, a torcida escocesa no terceiro jogo do Brasil. Mas hoje claramente, né, Gustavo, Escócia favorita, né?
Claro, aí tinha uma das seleções mais fracas do torneio. A expectativa é de 3 vitórias para Brasil, Marrocos e Escócia nessa chave. E acho que a diferença de placar ali vai facilitar muito também pensando em classificação do terceiro melhor colocado desse grupo, né? Algo que Bertozzi e o Biratan estavam falando até agora pouco em relação ao grupo dos Estados Unidos, né, com o Paraguai. O McTominay, ele se tornou, ele é já, ele já é a grande figura da seleção escocesa, e o peso dele aumentou muito com a lesão do Billy Gilmour, né, que é outro jogador de destaque dos escoceses.
Então uma eventual ausência dele, que seja hoje, que seja na partida contra o Haiti e não contra o Brasil e Marrocos, pensando na dificuldade dos adversários. E sobre a torcida escocesa, os escoceses sempre estão ali no top 3 de torcidas mais animadas de qualquer torneio que eles joguem.
É que não tem Irlanda, né? Irlanda também, os irlandeses e escoceses estão sempre entre os mais animados, que as pessoas mais gostam, que eles enchem a cara sempre, mas eles ficam festivos, né? Porque tem uns que enche a cara e ficam violentos, eles começam a querer destruir os bares pelas cidades, né? Esses daí não, esses daí eles ficam, eles ficam festivos, ficam brincando. Agora, só para falar para o McTominay segurar um pouco no fast food, hein? Comer americano é muito gorduroso.
Tem uma questão, o cara se habituou a comer em Nápoles, aí quando ele sai de lá, o estômago vai estrear.
Porque assim, ele come sem nenhum conservante, sem método, é 100% orgânico, nada vai pegar lá.
Melhores lugares do mundo para você comer, né? O cara descobriu os tomates italianos, o cara sabe. Aí quando sai de lá, o cara vai sentir mesmo, não tem jeito, né? Mas mesmo, se ele não tiver 100%, vai poupar o McTominay, né, nesse jogo. Por mais que seja um jogo importante, até para fazer saldo, mas eu acho que dá para assim, não tá 100%, começa no banco.
Até porque a decisão da Escócia é contra Marrocos na próxima rodada, né?
Outro, outro, você viu, a galera tava contando para o We've got Super John McGinn do Aston Villa. É muito querido também lá o John McGinn, o capitão do Villa. E vamos ver, né? A Escócia perdeu o Billy Gilmour, né, que seria outro jogador importante para essa Copa do Mundo. Deve ter o Thi Adams, né, atacante do Torino, também jogando hoje. Mas é um bom time assim. Eu acho melhor, por exemplo, do que as outras duas europeias que a gente já viu, que é a Escócia e que é a Tcheca, que é a Bósnia e que é a Tcheca.
Acho um time com um pouquinho mais de recurso, não muito mais não, mas com um pouquinho mais de recurso técnico para fazer mais. E o Haiti, eu não espero esse time para tomar grandes goleadas, para perder sim, mas não para tomar grandes goleadas assim.
Não tomar de 7 como tomou do Brasil na Copa América Centenário.
É isso, porque qualificou, se qualificou, né, conseguiu buscar jogadores na Europa. O próprio Isidor do Sander tava no grupo de Honduras, era Honduras, era Era isso, ganhou de Honduras.
Então assim, se tivesse Honduras aí, a gente tinha até estranhado, né?
Conseguiu trazer o Isidore, conseguiu trazer o Odegaard do Wolverhampton, trouxe alguns caras de times importantes.
Não, meteu 4 na Nova Zelândia.
Então assim, eu acho que a Escócia é favorita para ganhar o jogo, é, mas não esperaria um placar hiper elástico também no jogo, não.
Aí tinha Escócia 10 da noite, depois de Brasil e Marrocos, tá? O jogo do Brasil contra Marrocos 7 horas da noite. O Neymar treinou e vai para o banco para o jogo de logo mais. Mas agora é sobre Marrocos. André Linares, vamos ver onde está o Linares. Cadê você, Linares?
Fala, Alex, tudo bem? Grande abraço para todos vocês aí no Brasil, nos Estados Unidos, equipes espalhadas por todos os lados. Aqui em frente onde vai ser a fanzone hoje dos torcedores em Casablanca. Vão assistir no telão. O jogo começa 11 da noite no horário local aqui, né, Alex? E aí torcedor vai vir para cá para poder acompanhar junto, viver esse momento aí de estreia da seleção marroquina, com expectativa lá no alto, viu? Agora pouquinho tava um torcedor aqui que entrou com a gente no Sports Center e até falou, não, é 1 a 0, gol do Hakimi, e nessa edição não vai chegar só na semifinal, só entre aspas, vai chegar na final. Tava apostando ali num Espanha e Marrocos na final, esse torcedor marroquino.
André Linares, direto de Marrocos. Aliás, tem visto já, eu tenho acompanhado o pessoal aí, o clima é de um pouco de ansiedade para essa estreia ou não?
É sim, né, tem muito, muita essa confiança, né, do torcedor marroquino, né, nesse aspecto mesmo de olhar um salto grande que a equipe que deu, né, fazendo semifinal em 2022, primeira seleção africana terminando aí entre as 4 melhores e pensando ainda mais alto, né, para essa edição, até pensando mais na frente, porque afinal de contas em 2030 Marrocos vai ser um dos países sede junto com Portugal e Espanha da Copa do Mundo. Hoje pela manhã, que que o pessoal tava fazendo, Alex?
Muitos estavam jogando bola na praia, e muitos mesmo, eram vários campinhos montados assim. A gente podia estar tranquilamente numa praia do Brasil, mas não, aqui em Casablanca tinha muita gente jogando uma bola por ali, curtindo essa manhã de sábado. Tava até nublado ainda na hora, o tempo bem agradável para jogar bola. Depois o mar começou a tomar conta ali do campinho, teve que acabar ali no final da manhã o futebol. Mas a gente aproveitou também para conversar com alguns desses marroquinos, falando sobre a expectativa desse duelo contra o Brasil.
Vamos ouvi-los. Esse torcedor acredita que será uma boa partida porque os dois times jogam futebol de destaque. Diz também que aqui eles gostam dos jogadores brasileiros. E destaca a campanha de Marrocos até a semifinal em 2022. Já esse, com a camisa da seleção marroquina, comenta que não será um jogo fácil para nenhuma das duas seleções, pois os dois times têm bons jogadores e por isso será uma grande partida. Um palpite? Por aqui predominou o placar de 1 a 1. 1 a 1 também é pelo grande respeito que tem pela seleção brasileira, porque torcedor marroquino no geral bastante confiante por aqui.
E tem outro aspecto interessante, até falando desse lado cultural também, né, do pessoal jogando uma bola pela manhã, que a gente vê em tantas e tantas praias do Brasil. E também ontem na entrevista coletiva, né, o Hakimi falando nessa linha que são chamados de brasileiros da África, em relação também ao estilo marroquino, não só do futebol, tem outras características tantas também que acaba se identificando na cultura também com o Brasil, mas trazendo para esse lado do futebol também dessa proximidade.
Por isso também muito respeito, muito carinho por vários jogadores brasileiros, muitos inclusive falando, olha, ainda bem que o Neymar não vai jogar. Essa é muito da visão que ainda é o jogador muito destacado, sem dúvida nenhuma, no mundo todo. Os marroquinos gostam muito dele, tem muito respeito, acompanham muito, principalmente o futebol da Espanha, né? Então tem muito torcedor sempre do Barcelona, do Real Madrid. E aí, no caso do Barcelona, tem toda essa lembrança muito especial também do Neymar.
E certamente vai ter muita gente por aqui porque torcedor marroquino muito apaixonado. Quem tiver no estádio certamente também vai fazer muito barulho, que é uma característica sempre muito marcante, né, dos torcedores marroquinos. Aqui em Casablanca a gente sempre vê, por exemplo, também nos duelos, o e haja esse grande clássico local aqui, que é uma das maiores rivalidades do mundo e que a torcida sempre faz uma bonita festa.
André Linares do Marrocos, depois ele vai para Escócia. André Linares, de novo vou falar de novo, é time Alcaraz. Hoje não podemos falar sobre isso, né, já que o Gustavo apareceu, né? Porque, né, Gustavo, você já está, né, pulando um pouquinho, né? Tá mudando um pouquinho de lado, né?
Não, não, não mudei, não mudei não, não mudei não. É que eu, digamos que eu desenvolvi uma simpatia bem grande pelo Sinner.
André Linares, Gustavo Alvo também sempre no circuito acompanhando os principais torneios da ATP. Valeu, Linares!
Valeu, amigos, grande abraço, até mais!
Gustavo, como você acha que vê o Marrocos hoje, a postura da seleção marroquina contra o Brasil hoje, hein?
O Marrocos é uma seleção que passou por uma mudança de treinador Perdeu um jogador extremamente importante, o Abdi. Então ela chega não no auge, ela não chega na sua melhor forma possível para enfrentar a seleção brasileira. O Abdi faz muita falta, é um jogador bem importante, mas mesmo assim é uma seleção com uma qualidade muito alta. Já falamos aqui, um jogo muito difícil para seleção brasileira contra o adversário que também vai querer ter a bola.
Eu acho que aquela resposta que a gente falou lá no começo do programa do Ancelotti tem a ver com a qualidade da seleção marroquina e com a ideia dos marroquinos de terem posse de bola também, de não serem um time reativo, porque essa não é a característica de Marrocos com os jogadores atuais, com a atual geração. É, o Hakimi é a grande estrela, é o melhor jogador, é o melhor lateral direito do mundo, é um jogador que faz diferença em grandes jogos.
Então o Brasil vai precisar ter uma atenção muito grande com ele também. A tendência para mim ainda é de uma imposição da seleção brasileira Mas em um jogo no qual o Brasil será agredido, será atacado, não é um jogo fácil de se controlar. Eu acho que o Marrocos vai ter vários momentos no jogo em que vai conseguir pressionar o Brasil, criar situações de perigo. Torço, espero e acredito sim em uma vitória da seleção brasileira, mas em um jogo extremamente difícil.
É, eu também vejo um jogo muito difícil e tem que ver muito como o jogo vai se desenvolver, até a postura de Marrocos. Porque Marrocos tem dado sinais que é um time mais ofensivo, tem sido um time mais corajoso, não é mais aquele time que priorizava a defesa da Copa de 22, é um time que até mostrou isso contra a Noruega, marcando muito forte em cima e acuando a Noruega no primeiro tempo, que só joga Marrocos. E agora, será que vai ter essa postura com o Brasil?
Se tiver, vai ser difícil para o Brasil sair jogando. Agora, se o Brasil conseguir se desvencilhar da marcação de saída de bola de Marrocos, e chegar e passar para o campo de ataque, aí o Brasil vai ter muito espaço para acionar Vinícius Júnior, Rafinha. Então ficaria muito bom encaixe para o Brasil, só que vai depender muito dessa saída de bola. Ou então Marrocos vai ficar atrás e Marrocos querendo contra-atacar, e daí tem que, o Brasil tem que ficar atento, por exemplo, com os seus laterais, por exemplo, ainda mais laterais veteranos que talvez não sejam tão rápidos assim, sobretudo o lado esquerdo do Brasil, lado direito de Marrocos.
Se você me permite, Bertozzi, rapidinho, que até pegando esse gancho do que o Beratani disse, por isso que eu acho assim, eu acho que vai ser um jogo de fases muito distintas, sabe? Eu acho que vai até acabar virando aquelas críticas clássicas do torcedor brasileiro, mas eu acho que haverá momentos do jogo em que o Brasil será pressionado e haverá momentos em que o Brasil será dominante. Por isso que eu acho assim, não é, não é um jogo, por exemplo, como será contra o Haiti, no qual você espera um domínio do Brasil do início ao fim.
Contra Marrocos, eu acho que vai ser um jogo de fases, em que de momentos em que o Brasil estará bem melhor, em outros o Brasil vai ter que fechar, abaixar as linhas e se defender.
Então, não, só para concluir em cima disso aí, é até dentro, voltando o que o Ancelotti falou ontem, né, de vamos ver o que que o jogo oferece. Eu não duvido que o jogo inicialmente tem aquelas fases de deixa eu ver se você vai ou eu vou, né, aqueles, sabe, aqueles 15 minutos ali mais mornos. Eu não duvido, não duvido que seja um jogo mais estudado no começo para um tentar entender o que que o outro quer, né?
Afinal de contas, é estreia, né?
Então, porque eu não sei se o Marrocos também vai sair para pressionar o Brasil logo de cara. É o Brasil, cara, sabe? Ainda é o Brasil no estreia de Copa do Mundo, sabe?
O lado direito de Marrocos, que é o lado mais forte, que vai ter o Hakimi, o Brahim saindo, é o lado que o Vinícius Júnior pode explorar as costas. E daí, sobre ter posicionamento do Vinícius Júnior que vocês estavam falando, vamos voltar para era Tite. O Tite, ele tinha dificuldade de usar bem o Vinícius Júnior, ele não conseguia. Daí ele bateu telefone com o Ancelotti.
É verdade.
Que o Vinícius Júnior jogava bem com o Ancelotti no Real Madrid. E o que que o Ancelotti falou pro Tite? Fala. Cara, ele não passa do meio de campo, quer dizer, ele não volta pro campo dele. Ele vai voltando pra ajudar a recompor até a linha do meio de campo, ali ele para. Isso. Depois você se vira ali, mas assim, no contra-ataque você vai ter ele bem acionado. O Ancelotti, esse movimento do Matheus Cunha ser o cara que volta é pra isso.
E no caso, Vinícius Júnior pode ser importante para explorar as costas do Hakimi.
É isso, é isso. E assim, mesmo com a perda do Abde, o nosso queridíssimo Bilal El Kanoush é bom jogador também. Não é do mesmo nível, né, mas é bom jogador. E de resto, o Saibari fez uma baita temporada no PSV, tanto que interessa ao Bayern, né. O Onahi já vem de uma outra ótima Copa do Mundo também. O El Ainawy da Roma Teve, entrou e saiu do time na temporada por lesão, mas também é bom jogador. O Amrabat, vamos ver se ele é um monstro de Copa do Mundo mesmo, né?
Porque nunca voltou a jogar o que jogou na outra Copa, mas vamos ver se ele reaparece. Mas a minha dúvida é a linha defensiva, né? Porque sobretudo os zagueiros, a lesão do Aguerd, ela deixa mais dúvidas. Goleiro tem, né? Goleiro, goleiro bom não é goleiro de primeira linha, goleiro de altíssimo nível, e sobre isso não tem dúvida. Jogo grande. Então assim, Marrocos também tem muita gente boa, muita gente perigosa. O El Kaabi é atacante que rende bem na seleção, rende bem em jogo internacional, tem seus perigos, né?
Então quando o Ancelotti fala vamos ver o que que o jogo nos mostra, não é falsa humildade, é porque assim, é isso. É claro que ele falar, o André falava sobre isso no Guia de Passe, né? Quando ele fala não tem favorito, que assim, é para falar assim, se não tem favorito é porque tamo no bolo, né? Ele não vai falar que eu sou favorito, mas ele quer falar que eu sou favorito, a cobrança vai ser grande. Não tem favorito é porque qualquer um pode ganhar, né?
Não vou trazer cobrança para mim, mas também não vou falar que eu vou ganhar tudo. Mas eu acho que é isso aí, é o jogo mais difícil do grupo e o Brasil defende uma sequência que desde 78 não passa em segundo. De 82 para cá o Brasil sempre ganhou o grupo.
Fala, Gustavo.
Não, alguns pontos de tudo isso que a gente tá falando. Que a função do Matheus Cunha hoje já foi feita pelo Coutinho, né, nessa recomposição defensiva, é que demanda uma variação tática, né. Não é aquela flutuação, não é aquela transição do jogo de, do ataque para defesa taticamente comum pela forma como o Brasil ataca, né. Demanda um ajuste tático ali do jogador que precisa fazer essa recomposição para cobrir o Vinícius Júnior, é quando era o Coutinho, era para cobrir o Neymar.
Tinha um outro ponto que eu esqueci disso que vocês estavam falando agora, mas enfim, vai ser um jogo complicado, vai ser um jogo difícil. Mas assim, eu entendo o Ancelotti dizer isso, mas eu aqui eu falo, o Brasil é favorito, o Brasil espera uma vitória da seleção brasileira. Porque se eu coloco o Brasil entre os candidatos ao título e não coloco Marrocos, Por mais que seja estreia, eu espero uma vitória do Brasil, mas eu entendo a dificuldade do jogo e eu vou entender se, por exemplo, empatar, né, como o Brasil já empatou em estreias recentes em Copas do Mundo, como Inglaterra e Croácia, que também nessa primeira rodada você coloca Inglaterra num patamar parecido com o Brasil e a Croácia no patamar parecido com o Marrocos.
E se a Croácia aprontar para cima da Inglaterra, normal.
França e Senegal é um empatezinho que não me surpreenderia também.
É um joguinho, é um jogo que aí tem E tem uma questão também histórica de rivalidade que também pode dar um gás a mais para Senegal.
Com certeza.
Terça-feira que vem. Aliás, Brasil e Marrocos, o duelo de torcidas promete, hein?
A torcida marroquina é bom. Eu conheci o Marrocos em 2013, assim, é absurdo. Os caras são apaixonados por futebol, pela seleção. Quando eu fui ao estádio lá em Marrakech, eles tinham pôsteres do time de 98, que até então era o time referência deles, né? O time do Mostafa Haddi. O time que teve os corações partidos pelo Brasil, né? Porque eles, se o Brasil não tivesse perdido para Noruega naquele último jogo, eles teriam se classificado, porque eles ganharam da Escócia, né?
E mas por causa da derrota do Brasil para Noruega, Marrocos não passou de fase. Mas aquele era um time que eles, eles ainda gostam muito daquele time, né? Mas claro que o time de 2022 hoje é a grande referência histórica, mas eles são muito apaixonados pela seleção, por futebol. Então esses caras estão no sétimo céu, né?
Ó, jogo 7 horas da noite, 9 da noite, assim que a bola parar de rolar, tem linha de passe mesa redonda com todo o nosso time.
Daqui a pouco—
oi, diga, desculpa.
Não, agora todo mundo, a gente falando, lembrando do Marrocos assim, lembrou um detalhe, é um detalhe, né, mas eu acho que foi até pouco abordado, né. Esse ciclo extremamente conturbado da seleção brasileira começa em um jogo absurdo marcado pela CBF, o Marrocos, né, com, com Ramon Menezes como técnico. E a gente falou muito na época, lembra, de como estava tirando uma seleção aos leões ali em um jogo extremamente difícil na casa do adversário que tinha acabado de fazer uma baita Copa do Mundo.
E ali foi o início do desastre que foi a passagem do Ramon Menezes pela seleção brasileira e o erro é crasso de planejamento que a CBF teve naquele momento.
Bem lembrado. 4 da tarde teremos Catar e Suíça. Para você que está nos vendo ao vivo, obrigado pela audiência. Vamos falar um pouquinho do jogo. Para você que está nos ouvindo, né, de repente o jogo já vai ter terminado. Catar e Suíça, um grupo que nitidamente tem um favorito, né?
Tem a Suíça, né? Acho que o nível de Canadá e Bósnia me convenceu ainda mais de que a Suíça tem toda condição de ganhar os 3 jogos. E assim, o Catar é um estranho caso de seleção que foi andando para trás, né? O Catar na preparação para Copa de 2022 me dava a impressão até de ser uma seleção mais competitiva do que é hoje. E em 2024 ganha a Copa da Ásia, bicampeão da Copa da Ásia contra Jordânia. Mas de lá para cá parece que joga sempre pior, né?
Eliminatória mesmo, hoje na preparação. Então assim, não tem nenhuma expectativa para o Catar, zero, zero, zero, zero, zero, zero. A Suíça tem bons jogadores ali do meio para frente. Acho o trabalho do Murat Yakin muito bom e vou me surpreender se a Suíça não ganhar os 3 jogos, sendo bem sincero.
Ah, sim, eu acho o Catar é uma seleção fraquíssima, só tá na Copa por causa do aumento de vagas, porque não conseguiu as vagas nas fases que já existiam, né? Foram nas fases extras da eliminatória asiática para dar as novas vagas que o Catar conseguiu a classificação. Ao contrário do Uzbequistão, que está estreando porque teria vaga normalmente. O Uzbequistão estaria na Copa, o Catar não. Então, Arábia Saudita também não, né? Então é uma seleção que eu acho que vai perder os 3 jogos e vai, e com empate Canadá e Bósnia vai ajudar a classificar os 2.
E porque eu acho que a Suíça vai ficar em primeiro lugar. E vamos ver, eu não duvido que o Canadá ainda arranque um empate da Suíça ali para ficar em segundo.
E muito jogador experiente em competição internacional, né? O Xhaka vem de uma super temporada com o Sunderland, né? Tem uma espinha dorsal aqui, né? Akanji, o Embolo, Freuler, né? Tô vendo aqui agora é o Kobel, o goleiro, né? Não, não mais.
E é uma seleção que se acostumou a jogar esse tipo de torneio em Euro mesmo, vive surpreendendo favoritos.
Aí já eliminou a França, então assim, Itália, a Itália, e eliminou a Itália dando um vareio na Itália na última Euro, né? Empatou com o Brasil, é, empatou com o Brasil. Assim, a Suíça sabe jogar o jogo. E há muito tempo não é mais aquela Suíça só do ferrolhinho ali, né? A Suíça que foi eliminada sem levar gol em 2006, né? Suíça tem jogadores técnicos. O Dain Doi, o ponta do Forest, é bom jogador. Não é um time bobo, não. É um time que—
Ô, Bertozzi.
Oi.
Seria o nosso melhor exemplo hoje da força média europeia?
Força média?
De novo isso?
Para mim é a Turquia. Eu tô fechado com a Turquia.
Melhor que Noruega.
Tô fechado com a Turquia.
É, Noruega acho que da força média é um pouquinho olhando para cima, né?
É porque a força média da Europa com Bósnia e Tcheca tá meio abalada. Essa é a fraqueza média.
Fala, Gustavo do jogo.
Aliás, falando em Tcheca, né, o Gustavo que é tcheco, é descendente de tchecos ali, não falou nada, né, sobre o desempenho constrangedor da Tcheca na estreia.
Lembrando que Tcheca é o país e tcheca é a nacionalidade, então não existe seleção tcheca. Existe seleção tcheca e seleção da Tchequia. Não confunda, senão fica no seu creyson.
É que nem a Eslováquia e Eslováquia, ou seleção da Eslováquia, ou a Turquia.
República Tcheca é igual isso, República Eslováquia, ou República Federativa do Brasil, né? É o nome oficial do país, né? Enfim, a Suíça, a Suíça é com sobras a melhor seleção desse grupo. É um grupo grupo bem desnivelado, grupo na verdade com nível mais abaixo assim da Copa. A Suíça é uma equipe experiente, acostumada a jogar os grandes torneios. Acho que passa pelo Catar sem dificuldade. Já até falei isso aqui em outra edição do podcast, né?
O Bremer, naquela entrevista que ele deu aqui para gente, ele apontou Noruega e Suíça como possíveis surpresas no Mundial. Não acho que vai ser uma surpresa, mas acho que passa na primeira posição sem, sem sofrer muito.
É, você falou do Xhaka, você falou do Xhaka. O Xhaka carregou o Sunderland, né? Jogou quase, quase, jogou quase todas as partidas.
Levou o Sunderland para Liga Europa, foi para Liga Europa.
Muita gente considerou o Xhaka até uma das melhores contratações da temporada na relação custo-benefício, né? Ele saiu do Leverkusen, né? Então voltando para, voltando, indo para Inglaterra, né? Não, voltando, tá certo, voltando.
Ó, para fechar nos embalos de sábado à noite mesmo, né? Esse é o embalão, esse é o corujão mesmo. Aliás, amanhã quem estará aqui no programa?
Amanhã, hein? Eu tô.
Você tá, Gustavo?
É amanhã, amanhã, amanhã, amanhã é domingo, amanhã é o dia do jogo. Não sei, não sei.
Já escalei.
Eu tenho que ver a programação por conta do jogo, né, da Alemanha e Curaçao.
Mas a questão não é essa, a questão é É como dormir às 3 da manhã e estar aqui amanhã cedo.
Não, o Biratan faz isso sempre.
Pra você, pro Calçadinho, não é problema.
É, pra mim não. O Gustavo talvez tenha que participar da porta do estádio, né? Porque o jogo da Alemanha começa às 2.
É, não, é isso, é isso, é isso, é isso. Eu vou entrar ao vivo da porta do estádio.
Muito bom. Então nós teremos Austrália e Turquia à 1 da manhã. A gente tá falando de força média, não sei o quê. Eu acho que a Turquia é uma dessas seleções, né?
Pense que na Austrália o jogo é às 2 da tarde. Pra eles vai ser maravilhoso. Finalmente o australiano vai conseguir se dar bem no jogo de Copa do Mundo.
É, até que em 2002 eles não foram.
Finalmente o australiano vai conseguir ser feliz na Copa.
Não vai ver de madrugada, né?
É, vai ser legal, vai ser legal. A Austrália melhorou. O Popovic, a Austrália finalmente vai ter um técnico que disputou Copa do Mundo, né? O Popovic tava na seleção de 2006, aquela que polemicamente caiu para Itália nas oitavas de final, né? E achei que o time melhorou muito na mão dele. A Austrália, que hoje tem uma geração aí com descendentes de imigrantes muito boa, mas a Turquia assim é muito forte como técnica. Se conseguir tirar o melhor de Arda Güler, Kenan Yıldız, Çağlayan Oğlu, esses jogadores, né, o Kadrioglu, que fez bela temporada com com o Brighton.
Tem muito jogador bom esse time, cara. Muito jogador bom esse time. O Montella faz um trabalho muito interessante. A Turquia não vai para passear, né? Quando vai, foi para ser terceira colocada, por exemplo, em 2002. É assim, eu estava muito convicto da Turquia em primeiro, mas depois de ver os Estados Unidos, eu não sei, né? Estados Unidos jogando assim contra a Turquia dá jogo, dá muito jogo, né? Mas a minha expectativa, eu estou com medo de me empolgar com a Turquia e virar a Dinamarca do Gustavo, né?
A força média.
Mas tudo bem, eu quero me iludir, eu quero me empolgar, eu quero ser feliz com a Turquia.
Pelo menos você não tá que nem o Donan, que tinha botado a Dinamarca na semifinal da Copa.
Mas eu quero ser feliz. Eles pediram um palpite ousado. Pediram palpite ousado também? O meu palpite ousado era Turquia nas quartas. Eu nem vi a chave, mas eu dei esse palpite ousado.
Para você, a Turquia tá nas quartas e a Noruega?
Não, Noruega não tá. Ah, é que a Noruega teria que pegar o Brasil nas oitavas. O Brasil tira a Noruega. É, tá, esse é meu palpite ousado então. Eu, eu, a Turquia vai, a Turquia vai, eu tô fechado com a Turquia.
Fala, Gustavo.
A Turquia tem muito talento, acho que o Arda Güler vai fazer uma grande Copa do Mundo, é um jogador de um talento excepcional. Se ele estivesse em um outro clube, talvez já tivesse estourado de maneira maior no futebol mundial. É que a disputa para ser titular do Real Madrid é muito difícil, e mesmo assim ele foi titular em boa parte da temporada. Mas eu acho o Arda Güler um jogador excepcional, de um talento excepcional. Ele é, não necessariamente ele faz essa função, mas ele ainda é um camisa 10 muito clássico no sentido amplo do entendimento desse conceito nosso no Brasil, sabe?
Meia canhoto de bom domínio, técnica apuradíssima. E eu acho que ele vai fazer uma Copa do Mundo espetacular, porque eu acho que a Turquia também vai fazer uma grande Copa. Eu acho que vai longe, passa de fase, é um time com muita competitividade. Então no jogo contra Austrália evidentemente é bastante favorito.
Nós vamos falar muito do jogo, desse jogo amanhã.
Sim, e vai ser interessante também porque a Turquia tá num grupo em que ela é superior, mas também é um grupo que vai exigir um pouco dela. Ela vai ter que jogar bola, ela não pode relaxar também, por exemplo, como a Bélgica pode fazer. A Bélgica pode cair numa armadilha de perder referência porque tá num grupo com Egito, Irã e Nova Zelândia, que é bem mais fraco. A Turquia vai ter que jogar, ainda mais com os Estados Unidos jogando bem e com a torcida a favor, a Turquia vai ter que dar uma esfriada nos Estados Unidos.
Lembrando que a outra Copa recente da Turquia, né, não tô contando 54, a outra Copa da Turquia ela acabou com os sonhos do Japão e da Coreia do Sul. Ela tirou o bronze da Coreia do Sul e tirou o Japão nas oitavas.
A Turquia tem 100% de aproveitamento contra asiáticos, que ela ganhou da Coreia em 54 e na última ela ganhou da Coreia, do Japão e da China.
Foi a única seleção da história a pegar Coreia, Japão e China. Acho que é um recorde que nunca vai ser batido.
Ela não gosta do podcast Futebol no Mundo, né?
Não gosta, não gosta. Ela tem questões, tem questões.
Não, é porque assim, até porque assim, primeiro que a China tem que jogar, mas assim, uma seleção conseguir pegar Coreia, China e Japão, como tem bloqueio de continente, você tem que pegar em duas fases de mata-mata diferente, um asiático.
Não, até porque a China nunca mais vai jogar a Copa.
A Turquia na Copa de 2012 conseguiu uma marca impressionante que acho que também nunca vai ser batida. De uma seleção que conseguiu fazer os 7, o número máximo de jogos da Copa, no caso 7, sem enfrentar nenhum europeu. Aí é verdade, é porque ela enfrentou Brasil, Costa Rica, China, Japão, Senegal, Brasil de novo e Coreia do Sul. Não enfrentou nenhum europeu e foi terceira colocada.
Já que estamos com nerdices, vou trazer outra então. A Bósnia conseguiu o que ninguém conseguiu na história: os 5 primeiros jogos de Copa contra 5 continentes diferentes. Argentina, né, Argentina, Irã, Nigéria, Canadá e agora Suíça. 5 diferentes.
Que coisa nerdice total isso, hein?
Total.
Ela é Estados Unidos e Turquia será na última rodada, tá? O Gustavo, amanhã então você estará aí, Alemanha e Coração, jogos 2 da tarde. Nós estaremos aqui meio-dia para falar bastante da estreia da seleção da Alemanha, que não é favorita. Nós já falamos o guia da Copa do Mundo, mas também tem algumas questões. Os seus destaques da seleção da Alemanha, Gustavo?
Primeiro, até trazendo um pouquinho do ambiente aqui em Houston, né? Falei sobre isso nas entradas ao vivo ontem durante o dia na ESPN, até fiz uma matéria rapidinha, curtinha, para noite no Esporte Center. Né, tem clima nenhum de Copa do Mundo aqui em Houston, zero, zero. Você anda pela cidade, exceção a Fan Fest, você mal encontra referências de Copa do Mundo. E a torcida até ontem não tinha chegado ainda, né. Ali ao redor do estádio tinha um outro torcedor perdido passando.
Imagino que hoje já tenhamos alguns torcedores chegando. São esperados muitos alemães e alguns torcedores de Curaçao também. A diferença econômica dos países é grande. E para vir aqui para essa Copa tá caríssimo, é uma das maiores, é uma das Copas mais caras na história. Mas veremos como que vai estar esse clima de Copa do Mundo amanhã também, já com o jogo. O estádio é grande, 68.777 torcedores a capacidade do Houston Stadium.
Oficialmente é o NRG Stadium, casa do Houston Texans na NFL. E muito calor, Alex. Calor absurdo faz aqui. É nessa época do ano, a temperatura durante o dia, e o jogo será ao meio-dia horário local, ela fica aí na casa de 33 graus mais ou menos, e umidade do ar próxima de 80%. Então a sensação térmica sobe muito, e nas ruas da cidade dá a impressão que você tá em um forno realmente. Quem vai sofrer com isso é a torcida ali no pré-jogo e tal, porque o jogo em si não será atingido por questões climáticas, já que o estádio tem teto retrátil, tá?
Então o jogo não vai ser impactado por questões climáticas. Seleção alemã, eu acho que é um dos maiores pontos de interrogação dessa Copa do Mundo, porque vem de fracassos recentes, eliminações em fase de grupos depois do título em 2014, passou por processos de troca de técnico bem complicados. Né, a saída, a saída do Joachim Löw, que demorou demais, o trabalho do Hansi Flick, que não atingiu o nível que se esperava, a própria escolha pelo Julian Nagelsmann.
Mas eu acho que no final das contas ele conseguiu, o Nagelsmann, é trazer para os Estados Unidos um time muito forte, um time muito forte. Se não fosse todos esses, fossem todos esses aspectos que envolvem a seleção alemã anos 60, a gente olharia até, eu mesmo com mais carinho, né? Só que por tudo que a Alemanha tem feito, você prefere ter o pé atrás. Fala, caramba, esse time cai em fase de grupos o tempo todo agora, não consegue atingir um bom resultado em alto nível há muito tempo.
Mas aí eu olho para o time, vamos lá, Neuer de volta, líder, um dos melhores goleiros da história, e jogando como um dos melhores goleiros da atualidade. Linha de defesa com Jonathan Tah, que tá que vem de temporadas recentes muito boas. Joshua Kimmich fazendo a lateral direita, muito provavelmente. É meio de campo com Pavlovic, que tá jogando muito bem pelo Bayern há um bom tempo. É Goretzka e Sané são opções de jogadores mais experientes que trazem uma bagagem maior.
O Sané nem seria titular, seria o Leonard Cal muito provavelmente. A Alemanha perdeu ele lesionado. É Florian Wirtz e Jamal Musiala, os dois melhores talentos jovens da atualidade do futebol alemão. Kai Havertz que se recuperou fisicamente, jogador do Arsenal. O time é bom, o time é muito bom, mas eu acho que essa dúvida que nós temos em relação à Alemanha é justamente por tudo que vem acontecendo em anos recentes. Faço uma análise da Alemanha similar até do Brasil.
Eu acho que é um time que pode evoluir bastante no torneio para chegar realmente em condição de ser candidata a título.
Quero saber se o Neuer tem condição de jogo ou não, porque todo o drama para ele poder jogar e tá, ele não jogou a final da Copa da Alemanha, não jogou amistosos.
E aí, a informação inicial é que ele joga, né? O, até pelos treinos, o que chega da Alemanha é que ele vai jogar, né? O Baumann vai ficar no banco de reservas e o Neuer joga. Ele foi, o Nagelsmann falou sobre isso recentemente também, né, que ele vinha preparando o Neuer para ser titular na estreia. E aí foi questionado, ah, mas ele não tá jogando. Ele falou, é um goleiro com a experiência do Neuer resolve essa questão de ritmo de jogo por tudo que ele conhece já de futebol.
Então a tendência é termos Manuel Neuer em mais uma Copa do Mundo contra Curaçao, que vai fazer a sua estreia. É um time de jogadores que atuam em grandes ligas, atuam em grandes times. Os irmãos Bakuna acho que são os dois grandes destaques, mas você tem Jürgen Lokadia, que é jogador acostumado a jogar em alto, em nível alto também. É uma seleção que acho que está entre as mais fracas, mas é superior a Catar, por exemplo. Quem mais?
Não sei, vou ter que puxar de cabeça aqui, mas é um time que eu acho que pode fazer um, pode competir pelo menos contra a Alemanha. Evidentemente os alemães são bem favoritos, mas Curaçao com essa base holandesa, né, até pela relação histórica do país com com a Holanda, né, chega para tentar pelo menos competir. E com Dick Advocaat de volta, né, o treinador que comandou todo, praticamente todo o trabalho de classificação da seleção holandesa.
Ele tinha deixado o cargo por conta de um problema de saúde da filha, aí houve uma reviravolta, a filha felizmente melhorou. E internamente na Federação de Curaçao, com a pressão dos jogadores também, eles eram, Fred Rutte, né, que tinha assumido, pressionaram para saída do Rutte e a volta do Advocaat.
Eu não sei, eu acho que Curaçao não vai conseguir competir muito não, tá? Vocês vão deixar, eu queria estar mais otimista também. Eu acho que o Gustavo Guru tá com coração muito generoso com os curaçaoenses.
Pode ser, né?
Eu tô até porque tem um negócio, a seleção alemã não tem dó nessas horas.
Ela não tem dó.
Não, não, vamos lá, mas não vai competir com a Alemanha, né?
Com a Alemanha eu acho que a expectativa é de uma goleada, evidentemente.
Não, é, acho que ela vai tentar assim contra o Equador. Como Equador é uma seleção que tem dificuldade para atacar, é capaz de dar um jogo de placar baixo, mas eu não acho que Curaçao vai conseguir competir muito não.
Acho que a Alemanha vai farmar números contra a Costa do Marfim.
É, eu acho que a Alemanha vai estar naquela pegada Alemanha-Arábia Saudita de 2002.
Eu também temo, temo, temo.
Não tô falando que o placar vai ser 8x0 de novo necessariamente, mas assim, vai ser aquele jogo, cara, porque fazer saldo vai ser importante para garantir primeiro lugar. Porque assim, uma Alemanha-Equador 0x0 é normal pela defesa do Equador. Daí numa dessas vai para saldo de gols.
A outra seleção é a Costa do Marfim, nós vamos falar muito amanhã, 2 da tarde, tá? Chegando aqui no finalzinho, deu um destaque rápido, Thomas Partey teve visto negado.
Teve, e a Gana, o governo de Gana falou que ia recorrer, né, da decisão do Canadá. Mas o Thomas Partey é um acusado por 4 mulheres diferentes, com 7 acusações de estupro no Reino Unido. Tá jogando normalmente porque o caso tá em andamento, mas o governo do Canadá— e aí, como é que a FIFA vai agora interpelar pelo Thomas Partey? Sendo que ela não agiu pelo governo do, pelo, pelo árbitro somali, né? Sendo que isso é uma, é uma coisa muito mais plausível, justificável e defensável que faz o governo do Canadá.
Então assim, se a FIFA fizesse alguma coisa agora, seria um absurdo tão grande, né? Então assim, a FIFA no final das contas ela nem, ela nem pode fazer nada agora, sendo que ela já não fez nada no caso do árbitro somali. Agora a FIFA tem que engolir e ficar quietinha, cara.
Complicado, complicado. Ó, estamos chegando. Diga, diga, Gustavo.
Não, só em relação ainda ao árbitro somali, né, um detalhe que não sei nem se foi comentado já, tá, mas o árbitro somali ele foi acusado de ligações com terrorismo pelo governo dos Estados Unidos, por isso ele não obteve o visto de entrada no país. Logo na sequência ele foi já indicado pela UEFA para apitar o jogo, a decisão da Supercopa. Vamos lá, ele é um árbitro que trabalha para FIFA, certo? Um dos países que organizam a Copa do Mundo acusou esse árbitro de envolvimento com terrorismo.
Isso me parece algo bastante grave, bastante grave. E o que faz a FIFA em relação a isso? Absolutamente nada. Então assim, vamos lá, a FIFA não deveria, pelo menos já que ela entende tudo isso, concorda investigar esse árbitro. Eu não tô falando que ele tem, eu tô falando, eu só tô trazendo o absurdo da hipocrisia de tudo isso. Porque assim, um país acusa o árbitro de envolvimento com terrorismo e a FIFA faz o quê?
Nada.
Absolutamente nada.
Não, tá tudo certo.
Não, eles decidem. E isso que assim, o Partey, ele teve a entrada negada no Canadá, né? É, então ele não vai jogar a estreia do Gana contra o Panamá, que é quem joga contra o Isso é isso. Bom, chegamos aqui, ó, pode entrar então. Aparentemente você é um cara que tá sendo processado, né, investigado por estupro.
E é, tá bom, vai, é, deixa para lá. 1:28, terminamos o podcast Futebol no Mundo. Dia de estreia do Brasil, quanto é?
2 a 1 Brasil.
Eu fecho com você, eu também, 2 a 1. 2 a 1. E você, só vai ser do contra, sempre.
Sempre.
Não, não, né?
Eu ia no 2 a 1 só para não ficar igual. Eu vou num 3 a 2 para ter mais sucesso.
Aí o 3 a 2, amanhã todo mundo vai meter o pau na defesa. Ainda tem isso, não vai valorizar o ataque, vai meter o pau na defesa. Ó, ficamos por aqui, Gustavo. Nós combinamos do futebol não ir até 1:30. Para você, no seu rádio elogio, já estourou faz tempo, tá? Do lado da sua cama aí já tá 11:35, tá? Tá adiantado isso aí, hein?
Tá errado, tá errado esse relógio, tá errado. É, são 11:29 aqui da manhã.
Aqui 1:29, no relógio dele tá quase 11:40 já. Tchau, Gustavo, até amanhã então, direto lá do estádio já, né?
Tchau, combinado. Amanhã eu volto lá na porta do estádio. Fico na dúvida porque o nome é a Nerd e tal, patrocínio, né? Mas é o Houston Stadium para Copa do Mundo. Grande abraço, volta amanhã.
É, agora o ar-condicionado portátil para aguentar 1 hora e meia de programa, hein? Nossa Senhora, vai estar quente, vai estar quente, prepara-se. Valeu, Léo, até mais.
Valeu, gente, até amanhã.
Tchau, Bira, até amanhã. Tchau, valeu, gente, obrigado pela audiência, muito obrigado pela audiência, pela participação no TikTok, no YouTube. Nós vamos ler com calma as mensagens nos próximos programas, tá começando, tá um pouco corrido aqui, mas obrigado pela participação, pela generosidade com o futebol no mundo. E a Copa Onus só tá começando, tá? Até amanhã!