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Sabedoria que transforma lares e corações - Elias Velho | Aula 01

04 de maio de 20261h19min
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Educar filhos é uma das maiores responsabilidades e também um dos maiores privilégios concedidos por Deus aos pais. A infância, dos 0 aos 11 anos, é um tempo estratégico em que o coração e a mente estão abertos para aprender, ouvir e absorver valores que moldarão toda a vida.

Este curso foi cuidadosamente elaborado para orientar pais a viverem essa missão com intencionalidade, graça e propósito, fundamentando cada passo em princípios bíblicos que oferecem direção segura e prática para o dia a dia.

Ao longo das aulas, você aprenderá a enfrentar os desafios modernos com sabedoria, discernimento e amor, abordando temas como família, autoridade, obediência, disciplina amorosa, sexualidade, sempre à luz da Palavra de Deus.
Participantes neste episódio2
V

Vlademir Hernandes

Host
E

Elias Velho

Convidado
Assuntos6
  • Herança de Fé FamiliarSubmissão mútua e temor a Cristo · Amor sacrificial do marido · Propósito do amor sacrificial: santificação · O papel do marido como provedor, protetor e pastor · O casamento como figura de Cristo e a Igreja
  • Relacionamentos e CasamentoCriação à imagem de Deus · Igualdade de valor entre homem e mulher · Instituição do casamento · Autoridade e submissão na relação · Amor sacrificial do marido · Respeito da mulher ao marido
  • O Propósito dos FilhosFilhos como herança e bênção · O casamento como realidade que produz filhos · Descendência consagrada e fidelidade multigeracional · Família como meio de expansão do Reino de Deus · Filhos como missão e ministério
  • Culto da FamíliaConceito bíblico de família · Etimologia de 'família' (hebraico e grego) · Definição moderna de família · Família como instituição divina
  • Paternidade DivinaToda família nos céus e na terra deriva o nome do Pai · A paternidade de Deus como modelo · O relacionamento pais e filhos como figura do relacionamento com Deus · Deus como Pai que ama, disciplina e zela · Ser chamado filho de Deus
  • Demissao e ConsequenciasA serpente e a tentação · Pecado de Adão e Eva · Maldições sobre homem e mulher · Responsabilidade de Adão
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Muito prazer, se não conhecia alguém, meu nome é Elias. Hoje a gente começa esse curso Sabedoria que Transforma Lares e Corações. É um curso de educação de filhos, como vocês devem ter lido em algum lugar. E é um curso que vai ser dado pelo Ministério de Educação de Filhos. Então eu estou dando essa primeira aula, mas as outras aulas vão ser dadas por outros professores. E a gente vai abordar esses temas. O princípio da família.

O princípio da disciplina amorosa, o princípio de pregar a salvação, a suficiência das escrituras, autoridade, oração, obediência e santidade do sexo. Nossa aula de hoje é sobre o princípio da família. A gente está trabalhando na ideia de educação de filhos, o contexto onde isso acontece, que é o contexto da família.

O meu preparo é que a gente olhe para o que é família, e depois mais especificamente para a relação marido e mulher, e para a relação entre pais e filhos. Então, quando a gente pensa em um assunto temático como esse, a gente está abordando um estudo das escrituras que não é necessariamente expositivo. A gente não está pegando um texto e vendo tudo o que esse texto não está dizendo, mas está olhando para um tema e...

tentando olhar para toda a escritura e o que a escritura nos diz a respeito desse tema. E, a gente está olhando para o tema nessa aula de família, é importante a gente fazer um estudo de vocábulo. Por quê? Porque, quando a gente lê a palavra família, a gente tem um conceito na nossa cabeça a respeito do que isso significa, que não necessariamente é o mesmo conceito que está na cabeça de quem estava escrevendo, na cultura de quem está escrevendo. A gente está lendo uma tradução, certo? Então, as palavras para família...

no original, são diferentes e tem algumas nuances diferentes do que talvez esteja na nossa mente quando a gente escuta essa palavra hoje na nossa cultura. Vamos olhar rapidinho, se não é o foco da aula, então vou passar correndo por aqui, mas a ideia aqui não é que a aula seja tão corrida o tempo todo, mas nesse comecinho sim. Primeiro, bayit é uma palavra do hebraico, quer dizer casa, às vezes casa paterna, com algumas nuances.

Pode significar casa física mesmo, uma construção, mas frequentemente é essa unidade familiar ampliada. Então, é uma família como unidade estrutural e dinástica, no sentido de dinastia, que inclui pai, esposa, filhos, servos, dependentes, um organismo social, econômico e até político. E aí, tem essa palavra pai, ave.

que significa pai biológico, patriarca, fundador de linhagem, tem a ver com autoridade, origem e representação. E nesse contexto, nessa visão, o pai é aquele que representa toda a família diante de Deus, toma decisões jurídicas, lidera espiritualmente a família. E por que isso é importante? É porque essas duas expressões juntas, ba'it e av, formam essa expressão que é um termo técnico. Então, casa do pai.

Essa é a unidade básica da sociedade israelita. Quando alguém está pensando nessa palavra que a gente traduz por família, no Antigo Testamento, então, está pensando mais do que um núcleo conjugal, um núcleo econômico, jurídico, religioso, como se fosse um pequeno Estado, e a figura do pai como autoridade, patriarca, é um elemento relevante. Outras palavras que a gente não vai ter tempo de olhar com calma, mas clã, tribo, semente, descendência, gerações, linhagem.

estão relacionadas com esse assunto e jogam luz em algumas coisas. Talvez clã e tribo tenham em comum que elas trazem a noção de que essa família se expande e então ela se torna formas de governo maiores, mas ainda compostas e de alguma forma ligadas à família original. E a ideia de semente, descendência, gerações, linhagem, tudo isso traz a noção de continuidade. Então a família ao longo do tempo, ao longo das gerações,

como algo que é transmitido de uma geração a outra por meio da família. Isso, às vezes, está relacionado com promessas no Antigo Testamento, como a semente, a descendência de Abraão, a dinastia de Davi e assim por diante. E se a gente for para o grego, no Novo Testamento, a gente vai encontrar conceitos, na verdade, bastante parecidos. Oikos significa casa, lar também, às vezes, significa uma casa física, mas com frequência família. Lar é uma unidade doméstica concreta que inclui pai, esposa, filhos, servos.

bem correspondente a Bayit, no Antigo Testamento. Aquele texto de exemplo ali, Atos 16, é um daqueles que diz ele e todos os de sua casa. Percebe que quando a gente entende esse conceito com essas nuances, a gente está percebendo que está falando ele e todos aqueles que pertencem à casa sobre a qual ele é a autoridade. O pai, o patriarca, tá bom? Então, pater, pai, é a palavra importante nesse contexto.

Pai biológico, patriarca, Deus como pai, é um grande número das ocorrências do Novo Testamento, tem a ver com origem, autoridade, relação pessoal. Isso é muito importante porque um dos outros termos traduzidos por família é um termo derivado diretamente desse termo. Pátria. Pater, pátria. Beleza? Família, linhagem, grupo definido por um pai comum.

No contexto do Novo Testamento, então, a família ainda é uma estrutura básica da sociedade, unidade doméstica, espaço de discipulado, a figura do pai como autoridade patriarca continua sendo um aspecto relevante. Ok. A gente olhou, então, para essas expressões e o que elas significam nos seus contextos, mas quando a gente pensa em família no nosso contexto atual, o que é que a gente pensa? O que é família para a nossa cultura?

Se jogar no Google a definição de família atual, vai aparecer alguma coisa como essa. A IA vai responder isso para a gente com algumas...

fontes de referência, e está resumindo nesse trecho. A definição atual de família é pautada no afeto, convivência e solidariedade, superando o modelo estritamente biológico ou matrimonial. É uma estrutura social baseada em vínculos afetivos e cumplicidade, independente do parentesco sanguíneo ou formalidade legal, abrangendo diversas configurações como união estável, famílias monoparentais e homoafetivas. Então, essa aqui é uma resposta. A gente poderia pegar várias, mas...

sendo só uma resposta, uma resposta até que relevante, porque as fontes primárias dessa resposta que a IA deu são trechos do documento do STJ, ou seja, isso é o que as nossas autoridades governamentais estão entendendo como verdade no que diz respeito à família. Mas é uma resposta, a gente poderia olhar para várias aqui e entender, olha, tem muita gente falando muita coisa sobre o que é família e sem falar sobre...

prescrições de como cada parte da família deve fazer. Em meio a tantas vozes, tantas definições, tantas visões a respeito desse assunto, que visão que a gente deve seguir? Qual que deve ser o nosso norte a criar os filhos, já que essa é uma preocupação de todos nós aqui que estão nessa sala.

E isso nos leva para um texto muito importante, muito interessante. Lá no capítulo 19 de Mateus. E o contexto aqui é quando os fariseus, os mestres da lei, estão indo questionar o Senhor Jesus, tentando pegar ele em algum deslize. E eles estão fazendo perguntas difíceis para o Senhor Jesus. Então, eles pegam uma polêmica lá da época a respeito de divórcio. Quais são os motivos legítimos para o divórcio ou não? E eles perguntam, é justo alguém se divorciar por qualquer motivo?

E aqui a gente vai encontrar a resposta específica do Senhor sobre esse assunto, mas...

Para o nosso estudo aqui, algo mais relevante do que isso, é o raciocínio do Senhor Jesus para responder. Ele respondeu, vocês não leram que, no princípio, o Criador os fez homem e mulher? E disse, por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e os dois se tornarão uma só carne?

Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe. Quando o Senhor Jesus vai lidar com uma pergunta que diz respeito à família, ele define família e o que se deve fazer enquanto família a partir da sua origem. Quem fez o criador?

E o que ele disse quando fez. Então a partir disso ele tira a sua aplicação. O que Deus uniu não separe o homem. Quando Deus fez essa realidade nossa. Deus fez homem e mulher. Ele prescreveu alguma coisa a respeito de como isso deveria acontecer. Ele instituiu a família.

Ele fez da realidade criada uma instituição. Então a família é uma instituição estabelecida por Deus, não é uma convenção humana. Ela é definida por sua origem. Isso quer dizer que ela não pode ser alterada com base num consenso. Vamos levantar a mão aí. Quem acha que família deve ser isso aqui agora? Quem fez a família disse alguma coisa quando fez. E isso é o que define família.

Vamos olhar então para essas origens e o primeiro ponto aqui que a gente vai destacar, na verdade o segundo ponto da nossa aula, é marido e mulher. Vamos abrir então em Gênesis. A gente vai olhar para trechos de Gênesis 1, 2 e 3. Vai avançando, se você tiver com a sua Bíblia aí, por favor, abra. Se não, ligue. Como se faz hoje em dia para ler a Bíblia. Gênesis capítulo 1.

Versículos 26 a 28, primeiro. Então disse Deus, façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão.

Criou Deus o homem à sua imagem. A imagem de Deus o criou. Homem e mulher os criou. Deus os abençoou, eles disse, sejam férteis e multipliquem, se encham e subjuguem a terra. Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra. Então, a primeira coisa que vale a pena a gente destacar aqui é que nós fomos criados à imagem de Deus.

Quando Deus faz a humanidade, ele faz com uma intenção, que é de refletir algo a respeito de si próprio. Uma imagem não é a mesma coisa que a realidade que ela reflete, mas ela reflete, ela nos informa, ela nos mostra, ela evidencia para nós uma série de coisas a respeito da realidade que ela está refletindo. Nós fomos criados à imagem de Deus e à maneira como nós somos.

nos informa algumas coisas sobre quem Deus é. Ficar nítido aqui que nós somos iguais em valor. Ele criou tanto o homem quanto a mulher a imagem de Deus. Tem algo que a gente carrega como humanidade, que é intrínseco a cada um de nós, e é o que nos dá o nosso valor, sermos feitos a imagem de Deus. Isso é carregado tanto pelo homem quanto pela mulher.

a gente percebe outra coisa aqui, a humanidade é chamada homem. Criou Deus o homem, a sua imagem, a imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou. Ele se refere primeiro ao grupo, primeiro ao todo, criou Deus a humanidade, mas quando ele diz isso, ele diz, criou Deus o homem, uma figura de linguagem, a parte pelo todo, ele está se referindo a uma parte, para se referir ao todo, e a parte que ele escolhe para se referir ao todo, é a parte que representa o todo.

É aquele que é o representante. E a bênção de Deus, vale notar aqui, a bênção de Deus é, sejam férteis e multipliquem-se. Vamos avançar, próximo trecho que a gente vai destacar aqui. Considerando que a gente está olhando para Gênesis 1, 2 e 3, não com o foco em tirar tudo o que o texto nos oferece em relação a todos os assuntos teológicos, mas especificamente a gente está observando...

o que diz respeito à família, o papel do homem e da mulher, e a relação do homem e da mulher especificamente com Deus, sob essa ótica, ok? É um estudo tópico sobre família. Gênesis 2, de 15 a 25. O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo. E o Senhor Deus ordenou ao homem, coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá.

Então o Senhor Deus declarou, não é bom que o homem esteja só. Faria para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda. Depois que formou da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu, o Senhor Deus os trouxe ao homem para ver como este lhe chamaria. E o nome que o homem desse a cada ser vivo, esse seria o seu nome. Assim o homem deu nomes a todos os rebanhos domésticos, as aves do céu, todos os animais selvagens. Todavia não se encontrou para o homem alguém que o auxiliasse e lhe correspondesse.

Então o Senhor Deus fez o homem cair em profundo sono e enquanto ele se dormia tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne. Com a costela que havia tirado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher e a levou até ele. Disse então o homem, esta sim é osso dos meus ossos e carne da minha carne. Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada.

Por essa razão o homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e eles se tornarão uma só carne. O homem e a mulher viviam nus e não sentiam vergonha. A gente pode ressaltar algumas coisas e a gente vai fazer mais pra frente, mas o primeiro aspecto que eu acho que é importante a gente ressaltar é que já aqui a gente encontra uma série de coisas que denotam uma relação de autoridade no contexto da família.

O homem foi criado antes da mulher, no versículo 18. A ordem de Deus que vale para os dois é dada ao homem, no versículo 17. A mulher foi criada para o homem, no versículo 18. Farei para ele alguém que lhe auxilie, ele corresponda. A mulher foi criada a partir do homem. Ela foi literalmente tirada dele.

Ela foi levada até o homem. E isso, nesse contexto, tem uma noção de autoridade, domínio. Que foi isso que Deus fez com os animais. E quando ele disse, dominem sobre todos os animais terrestres e assim por diante. Ele leva os animais para Adão para ver como ele vai nomear. E isso é uma forma de dizer que você domina. Mas a mesma coisa acontece com a mulher. A mulher foi nomeada pelo homem.

por que eu estou ressaltando isso? será que eu tenho algum propósito de dizer que o homem é de alguma forma superior não, estou dizendo isso porque isso está no texto bíblico porque a palavra de Deus fez questão de colocar essas coisas aqui no momento em que a gente tem o relato sobre a criação e isso nos diz algumas coisas extremamente importantes e uma delas é a todos nós

A ideia de que autoridade e submissão não são uma realidade que surge por causa do pecado. Mas é parte da instituição de Deus para a família no momento da sua origem. Vocês notaram que as palavras hebraicas e gregas relacionadas à família estão profundamente relacionadas com esse conceito de um patriarca.

Tem a ver com isso. Essa palavra assusta a gente, porque sempre que a gente escuta é uma ótica completamente negativa, mas esse patriarcado que falam por aí, não só ele existe, como ele foi instituído por Deus. Vocês podem usar essa palavra, ela é nossa.

Mas aí a gente percebe outras coisas maravilhosas aqui nesse texto. No versículo 23, ele diz, essa sim é osso dos meus ossos e carne da minha carne. Essa declaração gloriosa aqui, não é uma hierarquia má, opressora. Eles estão intimamente ligados, um pertence ao outro. Eles são iguais, feitos um do outro e um para o outro.

E a gente chega no versículo 24, que é o momento em que Deus efetivamente institui a família. É o versículo que o Senhor Jesus citou. Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher. E eles se tornarão uma só carne. A estrutura do texto deixa claro que é uma instituição. Esse é o momento em que Deus institui a família. Percebe que ele...

Para o que ele está dizendo. Ele para o relato sobre a criação. Sobre a maneira como ele fez homem e mulher. Sobre as coisas que estavam acontecendo ali na sequência. Ele diz, por essa razão. Isso é o que se fará. Como quem diz daqui em diante. Vai ser assim. É uma prescrição. Só que não é uma prescrição para Adão e Eva. Percebe? Adão não tem pai e mãe para deixar. É uma prescrição para todas as gerações que vêm depois deles.

Percebe? Eu fiz vocês assim e por isso, isso é o que se fará daqui em diante. Nota quem é que compõe essa família. Um homem e uma mulher. Tem gente que enxerga a família a partir do momento que os filhos chegam. Mas o texto é muito claro de dizer que a família começa a partir do casamento.

Se alguém aqui está lendo Gênesis, Juízes, Reis, Crônicas, vai se deparar com o fato de que a maioria dos heróis da fé estão vivendo num contexto de poligamia. Isso deve levantar às vezes algumas dúvidas para a gente. Levanta, né? Como assim? Abraão, Isaac, Jacó, Davi, todos eles têm mais de uma esposa. Será que Deus está provando isso? Será que de alguma forma isso é que Deus...

Deseja, não confunda narrativa dizendo o que aconteceu com a prescrição de Deus. Aqui na prescrição de Deus, no momento em que Deus institui a família, ele está dizendo, isso aqui é o que se deve fazer. E nesse contexto, ele disse, um homem e uma mulher. O homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher. E os dois se tornarão uma só carne.

Esse é o momento que Deus institui a família, e como a gente viu no raciocínio do Senhor Jesus, isso é o que define o que ela é. Nesse momento ele diz, um homem e uma mulher unidos profundamente, e o Senhor Jesus aplicou permanentemente. Se foi Deus quem uniu, não separe o homem. Então um homem, uma mulher, para a vida toda.

A Sara, minha filha mais velha, às vezes pergunta o que é esse anel aqui. E ela já sabe a resposta, porque ela já ouviu várias vezes. Mas ela pergunta mesmo assim e ela gosta de completar o que eu estou respondendo. Filha, esse anel representa uma aliança de amor leal e fidelidade que o papai fez com a mãe diante de Deus por toda a nossa vida. A gente percebe também aqui.

Comunhão profunda e igualdade. De novo, no versículo anterior, ele disse, essa sim é o osso dos meus ossos e carne da minha carne. A autoridade que a gente mencionou agora há pouco, não significa diferença em valor. E não significa opressão. Existe igualdade de valor entre o homem e a mulher. Lembra, os dois foram criados à imagem de Deus.

A alma da mulher tem tanto valor quanto a do homem e vice-versa. A gente percebe em textos como 1 Pedro 3, a ideia de que a mulher é coerdeira do dom da graça da vida. A ideia de que diante de Deus as nossas almas valem a mesma coisa. Ela é digna de ser tratada com honra. Essa sim é osso dos meus ossos e carne da minha carne. É uma identificação profunda do homem com a mulher. Ela é feita da mesma coisa que eu.

E a gente percebe também que é uma realidade cíclica. Ele menciona pai e mãe como ponto de origem. De onde o homem saiu para se unir a sua mulher e formar um núcleo familiar novo. E o que se espera, ainda mais com a bênção de Deus. Sejam férteis e multipliquem-se. É que eles tenham filhos, esses filhos cresçam. E eventualmente o que vai acontecer? É que esses filhos vão deixar pai e mãe. E vão formar novos núcleos familiares. Beleza?

Daí a gente avança para o capítulo 3. O que acontece no começo do capítulo 3? Vocês sabem, a serpente é o mais astuto dos animais selvagens que o Senhor Deus tinha criado. Ele vai e ele mente, ele distorce o que o Senhor disse. Ele apela o desejo da mulher de ser como Deus e do homem. E aí a gente sabe o que aconteceu, eles pecam e assim por diante. Mas no versículo 8...

Diz assim, ouvindo o homem e a sua mulher, os passos do Senhor Deus, que andavam pelo jardim quando soprava a brisa do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim. Mas o Senhor Deus chamou o homem perguntando, onde está você? E ele respondeu, ouvi teus passos no jardim e fiquei com medo, porque estava nu e por isso me escondi.

E Deus perguntou, quem disse que você estava nu? Você comeu do fruto da árvore, da qual o proibi de comer? Disse o homem, foi a mulher que me deste por companheira que me deu o fruto da árvore. E eu comi. O Senhor Deus perguntou então à mulher, o que foi que você fez? Respondeu a mulher, a serpente me enganou. E eu comi.

Uma promessa gloriosa a respeito do Evangelho. Mas ele continua.

A mulher, ele declarou, multiplicarei grandemente o seu sofrimento na gravidez. Com sofrimento você dará à luz, filhos. Seu desejo será para o seu marido e ele a dominará. E ao homem declarou, visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu do fruto da árvore, da qual ordenei a você que não comesse. Maldita é a terra por sua causa. Com sofrimento você se alimentará dela todos os dias da sua vida. Ela lhe dará espinhos e ervas daninhas e você terá que alimentar-se das plantas do campo.

Com o suor do seu rosto você comerá seu pão, até que volte à terra, visto que dela foi tirado, porque você é pó, e ao pó voltará. A gente pode perceber algumas coisas aqui nessa dinâmica do que diz respeito ao homem, o que diz respeito à mulher.

A partir desse texto. Primeiro é que depois que eles pecam. E certamente Deus sabe o que aconteceu. E ele viu que foi Eva quem fez isso primeiro. Mas ele não chega e diz. Eva, o que aconteceu? Deus chama o homem e pergunta. Onde está você? Então ele se esconde. E aí Adão joga a culpa em Eva. Eva joga a culpa na serpente. O Senhor Deus vai e amaldiçoa a serpente com essa promessa gloriosa do evangelho.

Mas ele vai subindo outra vez. Para aquele primeiro com quem ele tinha falado. Ele vai e fala com a mulher. E ele volta para o responsável. Para o homem. E aí a maldição dele começa dizendo o seguinte. Visto que você deu ouvidos à sua mulher. Quem era o responsável? Quem devia estar protegendo a sua mulher?

Quem é que devia impedir que algo como isso acontecesse? Era ele. E aí, a maneira de Paulo interpretar isso lá em Romano 5 é como por um homem o pecado entrou no mundo e com ele também a morte. Ele é o responsável.

A gente percebe também algo a respeito da maldição aqui. E antes de mencionar essa parte, no versículo 16, na maldição, a gente percebe que ele disse, seu desejo será para o seu marido e ele a dominará. Tem gente que enxerga esse versículo como dizendo a respeito à concepção da submissão. É aqui que começa a mulher a ser submissa ao homem de alguma forma. E isso é o reflexo da queda. Mas na verdade essa mesma estrutura usada nessa frase é...

O que Deus usa no capítulo 4 para dizer para Caim. O desejo do pecado. O pecado ameaça a porta. Ele deseja conquistá-lo. Mas você deve dominá-lo. Então o que está acontecendo aqui é. Uma estrutura que já estava estabelecida. Agora ele está dizendo. Vai ter um ímpeto para subverter essa ordem. E a resposta é.

com certeza depois da queda, e se vê na história, é de opressão. Mas, o responsável aqui era Adão, e na maldição a gente pode observar algumas outras coisas. A maldição de Eva diz respeito a dar à luz filhos e a sua relação com seu marido.

E a maldição de Adão diz respeito ao trabalho e à provisão. Quais será que são as suas funções principais? Quais serão as suas ocupações? Vamos para o Novo Testamento, lá no capítulo 5, de Efésios. A gente vai encontrar talvez o trecho mais profundo, mais completo do Novo Testamento a respeito de família.

Versículos 22 a 33 Mulheres, sujeite-se cada uma ao seu marido, como ao Senhor. Pois o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas aos seus maridos.

Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela, para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra. E para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como o seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama a si mesmo.

Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo. Antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, pois somos membros do seu corpo. Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e os dois se tornarão uma só carne. Esse é um mistério profundo. Refiro-me, porém, a Cristo e a igreja. Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a você mesmo e a mulher...

Trate o marido com todo respeito. O primeiro trecho ali do versículo 22 ou 24, que pode ser observado com muita clareza, é que existe uma estrutura na família. Tem a ver com isso que a gente ressaltou em alguns trechos de Gênesis. Mas aqui no Novo Testamento, depois da queda em Gênesis 3 e depois da redenção em Cristo, ele está falando para crentes. Ele diz, mulheres,

estão para os seus maridos, como a igreja está para Cristo, no que diz respeito à submissão e autoridade. Isso aqui está sendo atacado teologicamente.

E um dos argumentos que se usa aqui no versículo 21, ele diz, sujeitem-se uns aos outros por temor a Cristo. Então, na verdade, é como se fosse uma espécie de exemplo aqui. Sujeitem-se uns aos outros por temor a Cristo. Mulheres, sujeitem-se aos seus maridos. Mas os maridos também devem se submeter igualmente às mulheres. Além da estrutura do texto ser muito clara para a gente afirmar alguma coisa como essa,

O versículo 21 não é um guarda-chuva só para o 22 até o 33. Ele é um guarda-chuva no versículo 22 até o capítulo 6, versículo 9. Onde ele vai mencionar, então, filhos, sujeitem-se aos seus pais. Escravos, sujeitem-se aos seus senhores. Isso também é algum tipo de submissão mútua. Filhos devem se submeter aos pais e da mesma forma os pais devem se submeter aos filhos. Não. Mesma coisa sobre senhores e escravos.

sujeitem-se uns aos outros por temor a Cristo, e daí ele dá uma lista, e cada um a quem lhe corresponde submeter. Óbvio que existe uma postura de submissão em Cristo, de humildade, de zelo, uns pelos outros, que a gente deve ter sempre. Mas ele está falando aqui a respeito de uma estrutura de autoridade. É um contexto hierárquico. E ele menciona amor e respeito no versículo 33, como uma prescrição para cada parte. Então, maridos...

Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como você mesmo E a mulher trate o marido com todo respeito Talvez você já tenha ouvido algum tipo de explicação sobre isso A partir da visão de que Para a mulher é mais natural amar É claro que tanto o homem quanto a mulher devem amar e respeitar Mas para a mulher é mais natural amar Então, para ela a orientação é respeite Porque para isso ela tem dificuldade Para o marido é mais...

Natural respeitar, mas mais difícil amar. Então, para ele, a orientação é ame. Tudo bem, mas não é tanto sobre as propensões naturais de cada um, quanto sobre essa estrutura hierárquica que ele está mencionando. Percebe como isso afeta o mesmo ato? Ele pode ser interpretado de duas maneiras, dependendo do cenário hierárquico. Então, pensa nesse exemplo. Se um soldado...

trata com grosseria o seu comandante. Isso é visto como falta de amabilidade? Não tanto, é visto como falta de respeito, ele está subvertendo uma ordem hierárquica. Se um filho trata com grosseria o seu pai, isso é visto como falta de amabilidade? Não tanto, é visto como falta de respeito, ele está subvertendo uma ordem hierárquica. Mas se um comandante trata...

um soldado com rispidez, isso é visto como falta de respeito, ele está subvertendo alguma coisa ali? Não, mas ele está sendo rispido, deixando de ser considerável com alguém que está debaixo do seu cuidado, alguém por quem ele deveria zelar, em certo sentido, uma falta de amabilidade. Certamente, nas figuras do pai e do filho, isso é perceptível. Se um pai trata o filho com rispidez, isso é falta de respeito no sentido de hierarquia? Não.

É falta de amabilidade. O pai que devia estar cuidando, exilando pelo filho, pelo bem-estar do filho. Certo? Aqui é a mesma coisa. Essa orientação específica está relacionada a essa estrutura hierárquica. É uma ênfase do texto. Mas aí a gente pode ler especificamente os versículos 22 ao 33, onde ele entra no papel do homem. E a gente vê aqui. Que o amor dos maridos...

pelas suas esposas deve ser como o amor de Cristo à igreja maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela o amor do marido às esposas do marido à sua esposa, deve ser um amor sacrificial como Cristo amou a igreja é dando a própria vida por ela amém

Então o marido é chamado a abrir mão da própria vida, se necessário, pela esposa. Se necessário literalmente, mas certamente figurativamente. Ou seja, pode existir um cenário onde realmente ele tenha que morrer pelo bem-estar da esposa, ele deve fazer isso. Mas com certeza, quando isso não é o caso, ele ainda assim deve viver abrindo mão dos próprios interesses, dos próprios desejos, das próprias vontades pela esposa.

Então se você é um homem, até agora você estava pensando, é, autoridade, é, contexto hierárquico, isso aí. Olha, traz minha cerveja. Você não entendeu nada. Isso não é tanto um privilégio, essa autoridade, quanto uma responsabilidade pesada e gloriosa.

Assim como o Senhor Jesus Cristo libera servindo, lavando os pés dos seus discípulos, entregando a vida literalmente por eles. Posso fazer um comentário sobre isso? O grande problema desse texto, não que o texto tenha problema, o problema da interpretação desse texto...

É você entender que a submissão significa escravidão. Absolutamente. E não é esse o sentido de Deus. A submissão é um reconhecimento de uma autoridade dada por Deus. Da mesma forma como a igreja não é escrava de Deus, mas ela é submissa à vontade de Deus. Ou seja, ela reconhece a autoridade de Deus e o poder de decisão de Deus. Da mesma forma, a esposa com ela são o marido.

Não é uma escravidão, como você falou, né? Não é porque a mulher tem que ser submissa que ela tem que ser a escrava do marido. Mas existe sim um reconhecimento de uma autoridade que é dada por Deus. Isso mesmo. Para a gravação aqui, mencionou que a submissão não deve ser entendida como escravidão. Absolutamente. Isso é nítido. É um respeito a essa autoridade dada por Deus ao marido. Mas então a postura do marido...

A maneira como o marido deve lidar com a vida e a dinâmica familiar não é como eu sou autoridade, então eu vou servir os meus próprios interesses. É essa autoridade, é uma e a mesma coisa com uma responsabilidade. E a postura desse marido é de abrir mão completamente de si mesmo para servir a família e particularmente a esposa. Então o marido deve abrir mão.

dos seus interesses, dos seus desejos, das suas vontades, pela esposa. Mas muitos sermões de casamento param por aqui. Literalmente escutei um sermão de casamento onde a aplicação foi o marido deve fazer isso para a felicidade da esposa. É isso. Será que no final das contas o marido abre mão dos seus interesses, dos seus desejos, das suas vontades?

Para fazer os interesses, as vontades e os desejos da esposa? É uma sutil inversão. Ele dirige, mas ele tem que perguntar para ela para onde tem que virar. É isso? Não. Para que? Para que? Que ele abre mão dos próprios interesses, vontades e desejos? Para que que ele ama sacrificialmente e se entrega por ela? Para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra.

e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga, ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. O propósito disso tudo, o alvo desse sacrifício, não é o bem-estar, a felicidade, o interesse, é a santidade. O marido está abrindo mão de si mesmo.

para conduzir a esposa particularmente, mas toda a família, a Deus, em santidade. Podem ir para o intervalo e daqui a pouco a gente volta. Dez minutos, né? É isso? A gente está fazendo um estudo sobre família, como contexto para a criação de filhos, que é o restante do curso.

Nesse estudo, a gente começou a olhar para as palavras que estão relacionadas à família, tanto no hebraico quanto no grego, no Antigo Testamento, no Novo Testamento. A gente enxergou algumas das nuances que a gente encontra nessas palavras e nesses conceitos. A gente começou a olhar para a maneira como se define família, particularmente para o raciocínio do Senhor Jesus Cristo para definir família. E fica muito claro que esse raciocínio...

está direcionado para quem fez a família e o que ele disse quando fez. Então, o fato de que Deus é o nosso Criador, que ele nos fez e ele disse alguma coisa quando ele criou o homem e a mulher, prescreveu alguma coisa a respeito de como seria essa realidade, isso é um momento a partir do qual a gente define o que é a família e o que ela deve ser. Então, a gente olhou para todo o contexto de Gênesis, a gente olhou para o aspecto criacional ali,

de nós teríamos sido feitos a imagem de Deus e assim por diante, para algumas nuances da relação do homem e da mulher que já estavam muito claros e perceptíveis antes da queda, e mesmo no momento da queda transparecem. E, por fim, a gente chegou em Efésios capítulo 5, o texto do Novo Testamento que fala sobre isso.

com muita clareza para nós, sobre o relacionamento do marido e da mulher, e a gente estava vendo que existe essa estrutura, mas particularmente olhando agora com mais detalhe para o papel do marido, que é um papel de amor sacrificial, de abrir mão completamente de si mesmo, dos próprios interesses, das próprias vontades, dos próprios desejos, mas isso com um propósito, com um alvo, que é a santificação.

O propósito do marido, abrir mão completamente de si mesmo, é de conduzir a família e particularmente a sua esposa à santidade. Ao conhecimento de Deus. E aí qual que é o meio para isso? Tá bom, esse é o nosso alvo, isso é o que a gente deve fazer. Mas que meio a gente tem para conduzir a esposa à santidade? Para perseguir isso?

E o meio é a palavra de Deus. Fica claro que no texto, quando a gente lê, Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra.

e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. Então, o marido tem a responsabilidade de conduzir a esposa à santidade. No último dia, para que ela esteja, na analogia aqui, como igreja gloriosa.

Sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. A sua esposa não é assim. Você pode dizer, mas que coisa, você não conhece a minha esposa. Ela é assim, é sada, é uma pecadora. Quem é que é o responsável por isso? Você deve conduzir a sua família, e particularmente a sua esposa, a santidade. E o meio que você tem para isso é a palavra de Deus.

Você está lavando a sua esposa na palavra de Deus. Sério. Vocês abrem a Bíblia em casa. Chamam suas esposas. Falaram, vamos ler a Bíblia juntos. Faz aplicações daquelas verdades para o coração da esposa. Se preocupa com o que ela está consumindo. Está entrando na cabeça dela.

Ela é adulta, ela sabe que ela está... Você é o responsável. Não é só perguntar como é que está indo a sua vida devocional, você está lendo... Você está ocupado com isso. O meio para conduzir as esposas, a santificação, conduzir a família, a santificação, é a palavra de Deus.

Os maridos devem lavar as suas esposas na palavra, expondo continuamente cada um membro da sua família, e particularmente a esposa, a palavra de Deus. De modo que ela fique limpa, sem mancha nem ruga, ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. E a gente vê algumas coisas aqui na estrutura do texto, na sequência. O marido tem um papel que pode ser resumido nessas funções aqui.

Ele é o provedor, quem alimenta no versículo 29. Ele é o protetor, é ele quem cuida no versículo 29 também. E ele é o pastor, aquele que purifica pela palavra no versículo 26, como a gente viu. Então a autoridade que é dada ao homem, a qual a gente estava se referindo, é o outro lado da moeda, é uma e a mesma coisa com uma responsabilidade sacrificial.

que é para prover, proteger e pastorear a família. Não tentem enxergar uma coisa à parte da outra. E aí ele continua, no versículo 31, ele cita o nosso texto, para o qual a gente está voltando.

Várias vezes. Versículo 31. Por essa razão o homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher. E os dois se tornarão uma só carne. Então ele está falando a respeito do casamento. Está falando a respeito de homem e mulher. Certo? A instituição da família na criação. Só que aí ele diz o seguinte.

Este é um mistério profundo. Refiro-me, porém, a Cristo e a igreja. Por que que isso importa? Por que que a gente está aqui, debruçado sobre cada palavra do texto de Gênesis, tentando entender nuances a respeito da relação do homem e da mulher? Por que que isso daí importa? Deixa cada um fazer o que quiser, não é assim? Não. Isso importa.

tem alguma coisa no casamento, nessa dinâmica entre o homem e a mulher nessa maneira de ser da família instituída por Deus que reflete alguma coisa a respeito de quem Deus é, que aponta pra ele e o que é isso? olha, certamente um dos aspectos centrais é isso é uma figura a respeito de Cristo e a igreja é sobre o evangelho, é sobre Cristo é uma figura é uma figura

para o nosso Redentor. É sobre a glória de Deus na história da salvação em Cristo. É sobre o Senhor Jesus Cristo que amou a igreja sacrificialmente, se entregou por ela, tomando a iniciativa, assumindo a responsabilidade, sendo seu representante, morrendo no seu lugar, a fim de conduzir-nos a Deus em santidade.

E que a autoridade sobre ela é o cabeça da igreja. Por isso, Deus criou homem e mulher dessa forma. John Piper, nesse livro Casamento Temporário, diz o seguinte. Se quiser compreender o significado dado por Deus ao casamento, terá de compreender que estamos lidando com a cópia de um original. A metáfora de uma realidade maior. Uma parábola de uma grande verdade.

nesse livro ali Lá é Família e Casamento Ah, a lista está aqui também se quiser começar a passar, por favor Obrigado Nesse livro aqui bom para se aprofundar sobre famílias se vocês tiverem interesse Davi Merck diz o seguinte Ao contrário do que alguns pensam o casamento não é para sempre E aqui ele está se referindo ao momento em que Ojarjar

De novo, fariseus, mestres da lei, saduceus nesse caso, na verdade, estão fazendo perguntas sobre o Senhor Jesus, tentando colocar o Senhor Jesus à prova, e eles perguntam alguma coisa a respeito da ressurreição relacionada ao casamento, e fica claro na resposta do Senhor Jesus que na ressurreição não vai ter casamento. Ele diz, não é para sempre, mas é vitalício, é para essa vida, para a vida toda. Alguns têm dificuldade de imaginar essa vida...

depois da morte, sem o casamento. Mas olha só, ao contrário do que alguns pensam, o casamento não é para sempre, mas é vitalício. Ele continua dizendo, ele diz, se casamento se dissipar na realidade superior para a qual aponta.

Pode ser difícil imaginar uma vida sem o casamento, principalmente para quem tem um casamento que é fonte de alegria. Mas ele está dizendo, se a gente entender a beleza da realidade superior para a qual ele aponta, a gente vai chegar nesse dia com a nossa figura nas mãos e a gente vai se alegrar quando ela se dissipar da realidade maior para a qual ele aponta.

A gente vai se alegrar profundamente. Bendito o dia do casamento do Cordeiro. Quando a gente estiver diante de Deus. Vestido de branco.

Eu não quero tirar o seu pensamento aí, mas eu queria só fazer uma interferência, que está correto o que você está falando. Quem está no curso pode pensar assim, eu entrei no curso errado, né? Estou no curso, obrigada a mim. Mas a gente quando mudou o curso, a gente achou por bem ser primeiro uma palavra sobre a família, justamente por isso, porque está tão...

crescente hoje, a maternidade e a paternidade, meus queridos. E talvez o tratamento fique em segundo plano. E o Elis está trazendo tão bem essa colocação que Deus tem um plano tão maravilhoso do tratamento.

Nem a maternidade e a paternidade podem abalar o casamento de vocês. É lindo a maternidade e a paternidade, mas em primeiro lugar é o casamento em relação à família. Então, você não está emocionado de ver o valor do que o Elias está falando. Esta semana, pense como está o meu casamento. E depois nós vamos falar sobre a prática da educação de filhos. Eu quis soltar o batendo...

E o pessoal está no curso certo, porque o Enes está realmente querendo validar que o seu casamento é a coisa mais importante para os seus filhos. Verdade.

É isso. Bendito dia do casamento do Cordeiro, bendito dia em que o Senhor Jesus Cristo vai nos receber como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga, coisa semelhante, mas santos e inculpáveis, lavados no seu sangue. Isso nos leva pro tema. Pais e filhos. A gente viu lá em Gênesis que uma das coisas que são todos nossos olhos quando a gente estava passando pelo relato da criação é...

Deus os abençoou e a benção de Deus é sejam férteis e multipliquem-se. Encham e subjuguem a terra. Então, aqui a gente pode ver o casamento como a realidade que produz filhos. Nesse contexto, se a gente estava tentando definir família, talvez uma forma de definir, tomando todos esses conceitos, é família é a instituição fundacional da sociedade, ordenada por Deus e constituída pela união pactual entre um homem e uma mulher.

formando uma unidade relacional permanente e estruturada que normalmente se expande pela geração de filhos. Vale dizer que essa é uma definição que descreve o padrão, não descreve todas as situações reais. A Bíblia continuamente fala sobre famílias quebradas, poligamia, esterilidade, viúveis, lares desestruturados, divórcio e recasamento.

Essas coisas acontecem. Mas é importante a gente perceber que são variações dentro de um mundo caído e não redefinições do conceito, daquilo que Deus instituiu. Mas o casamento é a realidade que produz filhos. Olha só o Salmo 127. Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele dá.

Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles. Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal.

O Salmo seguinte, um par com esse, o Salmo 128, ele diz, Como é feliz quem teme o Senhor, quem anda em seus caminhos. Você comerá do fruto do seu trabalho e será feliz e próspero. Sua mulher será como uma videira frutífera em sua casa. Seus filhos serão como brotos de oliveira ao redor da sua mesa. Assim será abençoado o homem que teme o Senhor.

Como é que o homem que teme ao Senhor vai ser abençoado? Uma esposa cheia de vida dentro da sua casa. E ao redor da mesa, uma penca de filhos. Tem gente que vai extrapolar isso e afirmar que é pecado de alguma forma. Controlar a quantidade de filhos na família e tudo mais. Esse não é o ponto mais...

Certamente a escritura apresenta uma visão muito positiva a respeito de filhos. É algo desejável. É algo para ser celebrado. É uma bênção do Senhor. O abençoado é aquele que tem uma casa cheia. Uma mesa cheia de frutos desse casamento.

Agora, para que tudo isso? Para que, inclusive, a reprodução, a multiplicação? Por que Deus nos deu essa capacidade gloriosa de produzir, reproduzir pequenas imagens dEle? O Davi Mãe que diria, para espalhar e espalhar a glória de Deus. Mas o...

Olha só, aqui em Malaquias 2 a gente tem uma dica sobre isso. O contexto aqui é o povo perguntando por que o Senhor não estava ouvindo as suas orações. Eles estavam clamando diante do altar, sofrendo, e o Senhor não estava respondendo. E o Senhor está respondendo, é porque vocês quebraram a minha aliança. E a maneira específica nesse texto como ele está dizendo que eles quebraram a sua aliança, é quebrando a aliança que foi feita diante dele, o casamento.

Ele está se referindo a divórcio, a maneira como os homens estavam desprezando as suas mulheres, desprezando a mulher da sua mocidade, ele diz. Com quem você fez uma aliança diante de mim. Mas nesse contexto, olha o que ele diz. Não foi o Senhor que os fez um só? Lembra do Senhor Jesus dizendo, o que Deus uniu, ninguém separe. Não foi o Senhor que os fez um só? Em corpo e em espírito eles lhe pertencem. E por que um só? Está aqui a nossa pergunta. Para que isso?

Uma das respostas é essa. Porque ele desejava uma descendência consagrada. Uma semente fiel. Portanto, tenham cuidado. Ninguém seja infiel à mulher da sua mocidade. O que está transparecendo aqui a respeito da intenção de Deus a fazer o homem e a mulher A CIDADE NO BRASIL

E dar para eles essa capacidade de gerar pequenas imagens dele. É porque ele quer uma descendência consagrada. Ele quer gerações. Servindo, adorando, reverenciando o nome dele. Conhecendo a ele, desfrutando de quem ele é. Vamos abrir no Salmo 78.

Salmo 78, versículos de 3 a 7. Salmo 78, versículos de 3 a 7. O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram, não os esconderemos dos nossos filhos.

Contaremos a próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez. Ele decretou estatutos para Jacó e em Israel estabeleceu a lei e ordenou aos nossos antepassados que a ensinassem aos seus filhos. De modo que a geração seguinte a conhecesse e também os filhos que ainda nasceriam.

E eles, por sua vez, contassem aos seus próprios filhos. Então, eles porão a confiança em Deus. Não esquecerão seus feitos e obedecerão aos seus mandamentos. O que é que Deus deseja com tudo isso? Para que a geração seguinte...

conhecesse a lei de Deus e os seus mandamentos, quem ele é. Eles purão a confiança em Deus, não esquecerão os seus feitos e obedecerão os seus mandamentos. O propósito de Deus com tudo isso é fidelidade multigeracional. Você me lembra do Salmo 90, Senhor, tu tem sido nosso refúgio de geração em geração.

Deuteronômio 7, Deus que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações daqueles que o amam. É um mistério como, apesar de terem outras coisas envolvidas, apesar de a gente dever pensar também sobre a soberania de Deus, sobre a responsabilidade individual de cada um e uma série de coisas.

Filhos não nascem regenerados, precisam crer no evangelho. Tudo isso. Mas é um mistério como apesar de tudo isso, Deus tem a família como meio majoritário da expansão do seu reino. Ele decidiu que essa é a forma pela qual ele vai chamar frequentemente o seu povo.

Ele tem prazer em salvar os filhos dos seus filhos. Já foi dito que Deus não tem netos, só filhos. É verdade. Mas Ele tem prazer em salvar os filhos dos seus filhos. Percebe a tônica de ordem desse texto. Por que o Senhor nos ordenou fazer isso? Falar com os nossos filhos, insistentemente ensinar para eles as coisas de Deus.

Tem uma série de prescrições aqui. A gente deve ter a noção de filhos como missão, como ministério. Já foi dito, filhos não dão trabalho, eles são o trabalho. É verdade.

Os filhos, a família, eles devem ser vistos como um ministério mais fundamental que qualquer outro, inclusive. Ele é pré-requisito, ele é base, ele é fundamento para outros ministérios. Quando a gente pensa no ministério pastoral, por exemplo, a gente vai olhar para trechos da escritura que estão dando listas de qualificações a respeito de quem está apto para servir no ministério, na igreja.

E, por exemplo, a lista de 1 Timóteo 3 vai dizer, se não governa bem a sua própria família, como poderia cuidar da igreja de Deus? Para que ele esteja apto para esse ministério da igreja, ele tem que ter algo muito bem resolvido. A sua família tem que ser exemplar. Em título 1.

Ele pega um pouco mais pesado, ele diz que tenha filhos crentes. De novo, que mistério é esse? Não está no nosso controle. Absolutamente não está totalmente no nosso controle. Mas quer dizer que a maneira como os pais criam seus filhos está tão profundamente ligada com o resultado. Que é razoável, que faz sentido.

Essa ser uma condição, esse ser um pré-requisito para que alguém pastoreie o rebanho de Deus. Salmo 127, o começo daquele salmo que a gente viu que ele disse que os filhos são herança do Senhor. Está dentro do assunto. Ele está dizendo, se não for o Senhor, o construtor da casa, e casa aqui é bayit, aquela palavra que pode significar lar, família.

Se não for o Senhor, o construtor da casa, do lar, será inútil trabalhar na sua construção. A gente depende de Deus, absolutamente. Mas existe um abismo de diferença entre saber que ultimamente não está no nosso controle, enquanto humildemente e diligentemente você faz tudo o que pode para cumprir uma missão, uma responsabilidade que te foi dada. Existe um abismo de diferença entre isso e negligência.

Não está no meu controle mesmo? A gente vai encontrar na escritura uma série de deveres nossos como pais. Nos dizendo como criar os nossos filhos. Prescrições. Efésios 6, Deuteronomio 6, Salmo 78, provérbios praticamente inteiros. Uma série de outros textos. Que lidam com prescrições para os pais sobre como criar seus filhos.

E é daqui que vão fluir os conceitos que a gente vai aguardar nas próximas aulas. O Arroz estava falando, a gente está dando uma introdução, um contexto, para a ideia de criação de filhos e a escritura prescreve como é que a gente vai fazer isso. Muitos aspectos de como a gente deve fazer isso. A gente vai olhar para alguns deles nas próximas aulas. Mas de novo, reconhecendo o tempo todo a nossa inadequação e incapacidade.

Nossa dependência de Deus. Sabendo que ultimamente. A gente não tem controle. Enquanto humildemente. E diligentemente. A gente faz tudo. Que está ao nosso alcance. Para cumprir com a responsabilidade que nos foi dada. E a gente espera nesse Deus. Que tem prazer em salvar. Os filhos dos seus filhos.

O que é família? A gente viu. A gente olhou um pouco para as dinâmicas das relações dentro da família. Marido e mulher. Um homem, uma mulher. Numa união pactual, permanente e estruturada. E a gente olhou para os frutos dessa união pactual. Filhos. E começou a ver que Deus tem um propósito com isso.

A bênção de Deus, uma família frutificando brotos da oliveira ao redor da mesa com o propósito para uma descendência consagrada. Uma semente fiel, fidelidade multigeracional e com isso a gente tem uma responsabilidade enorme, uma missão enorme.

E antes de terminar, eu queria olhar para um texto que me saltou os olhos durante o preparo desse material aqui. Efésios, capítulo 3, versículos 14 e 15. Vai culminar naquela oração do capítulo 3, em que Paulo está orando por todos os crentes, para que eles compreendam.

A largura, o comprimento, a altura, a profundidade. Conheçam o amor de Cristo que excede todo conhecimento. Mas o começo desse trecho é esse aqui. Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai. Do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra. Se o casamento em si...

E o relacionamento entre o marido e a mulher são uma figura para Cristo e a igreja. O relacionamento entre pais e filhos é uma figura para o nosso relacionamento com Deus. Nada de novo aqui. A gente está acostumado a pensar em Deus como pai. Isso é central no Novo Testamento. Mas, com frequência, a gente pensa nisso do seguinte modo.

A partir da nossa realidade e das nossas dinâmicas relacionais, Deus está procurando uma figura para descrever alguma coisa que tenha a ver com quem Ele é. Então Ele diz isso para nós. Note que não é isso que está acontecendo nesse texto. Não é que Deus nos fez e depois olhou para nós.

Procurando que relações humanas têm alguma semelhança remota com aspectos do meu relacionamento com eles. Para que eu possa usar isso como figura. Não. Ele nos fez para sermos figura, imagem dele.

Esses paralelos entre a nossa realidade relacional e o relacionamento de Deus conosco são intencionais, foram projetados. Nós e as nossas relações fomos feitos para refletir quem Deus é.

Por essa razão, ajoelho-me diante do pai, do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra. Outra tradução, se você clicar nos três pontinhos que tem ali no canto, ou olhar no seu rodapé, vai dizer... Do qual se deriva toda a paternidade. E por que essas traduções parecem tão diferentes para a gente? Porque a gente desvinculou completamente o conceito de família, da ideia do patriarca que a gente estava vendo lá no começo.

Mas aqui tem um jogo de palavras que deixa isso muito claro, que depende dessa relação. Que é, por essa razão, ajoelho imediante do pai, pater, do qual recebe o nome toda a família, pátria, nos céus e na terra.

O verdadeiro nome. Mas do qual se deriva toda a paternidade? Do qual se deriva a ideia da família em torno do pai? Como autoridade. Não é à toa que as palavras que descrevem família, tanto no grego quanto no hebraico, giram em torno da ideia do patriarca. Elas são tão fundamentalmente ligadas com esse conceito. Por quê?

A família é sobre Deus, o Pai. A família tem uma identidade derivada de Deus, o Pai. Sem mencionar a ideia de igreja como irmãos. Mas olha só a nossa realidade.

Foi moldada a partir dele. Para refletir quem ele é. Não é, de novo. Como se fossem figuras relativas a nós. A partir de nós como ponto de referência. Para explicar algum aspecto sobre Deus. É o contrário. A nossa realidade foi moldada. A partir dele para refletir esses aspectos.

estava oculto e foi revelado é sobre isso exatamente e aqui está dizendo a mesma coisa é sobre pais e filhos ajar

Então faz sentido, inclusive, que esses dois textos estejam em Efésios. Tanto o capítulo 5, que ele está afirmando o casamento como uma figura para a Cristo e a igreja, quanto o capítulo 3, que afirma a família como derivada da paternidade de Deus. Faz sentido que os dois estejam em Efésios, que começa descrevendo Deus como aquele que faz todas as coisas segundo o bom propósito da sua vontade, para o louvor da sua gloriosa graça.

É sobre Ele, é sobre a glória de Deus na história da salvação em Cristo. É sobre a glória de Deus, o nosso Pai. Do qual recebe o nome toda a família? Nos céus e na terra. Na terra a gente está vendo o que quer dizer, diz respeito a nós e as nossas famílias, mas...

O que quer que seja isso aqui quer dizer? Nos céus. Pelo menos um aspecto disso a gente pode ver quando a gente chega naquela oração maravilhosa do Senhor Jesus Cristo em João 17, quando a gente está olhando para o Deus triuno conversando internamente. No seu momento mais íntimo, na maneira como a gente vê isso com maior clareza, como é que funciona o relacionamento.

De Deus consigo mesmo, das três pessoas da trindade. Uma com a outra. E nesse momento o Senhor Jesus diz. Pai, chegou a hora. Glorifica o teu filho. Assim como teu filho te glorificou. Quando a gente pensa que Deus é amor. Mas amor.

Sendo uma realidade relativa. Relacional. E Deus é eterno. E existia muito antes de nos criar. Como é que Ele pode ser amor? Ora, Ele é um que são três. E essa relação é permeada de amor profundo e perfeito. Desde a eternidade. Pai.

Glorifica-me junto a ti com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse. Nossa paternidade é sobre Deus, nosso Pai. Quando damos boas coisas aos nossos filhos.

A gente deve lembrar do Senhor Jesus Cristo que disse, se vocês, sendo mal, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês dará ao Espírito Santo àqueles que o pedirem. Quando somos chamados a instruir, disciplinar os nossos filhos, a gente deve lembrar que é sobre Deus, o Pai que disciplina ao filho que ama, em Hebreus 12.

Quando zelamos pela alma dos nossos filhos. A gente deve lembrar, assim também não é a vontade do vosso Pai que está nos céus, que um desses pequeninos se perca. Mateus 18. Não foi assim que o Senhor Jesus nos ensinou a orar? Pai nosso que está nos céus.

Assim que o Espírito testifica o nosso Espírito. Que a gente clame. Abba. Pai. João. Capítulo 3. Versículo 1 diz assim. Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu. Sermos chamados filhos de Deus. O que de fato somos.

E ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Todo aquele que nele tem essa esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro. Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu. Sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos.

É 1 João 3. Alguém estava procurando em João. 1 João 3. A nossa realidade. E particularmente a nossa realidade como família. E como pais. São sobre a glória de Deus. Na face de Cristo, nosso Senhor.

Que morreu no nosso lugar. Para nos conduzir a Deus. Em santidade. Em comunhão eternamente. E sobre Deus. O nosso Pai. Bendito seja o Deus. E Pai. Do nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos orar?

Pai, o Senhor é o nosso Criador. É o Senhor quem nos fez no princípio. E quem disse a respeito, disse a nosso respeito, como é que a gente deveria agir, como é que a gente deveria ser, e particularmente a nossa realidade como família. A gente não compreende.

todas as nuances do que isso quer dizer, de como nós devemos viver e as aplicações pra nós, mas nós temos entendido que é o Senhor a autoridade suprema, é o Senhor quem define o que é família e como nós devemos agir como família. Nós queremos nos submeter, Senhor, a Tua Palavra.

Nos livra de distorções, Senhor, da Tua palavra. Tem misericórdia. Nos enche do Teu Espírito, nos ajuda a entender e aplicar essas verdades nas nossas vidas. Com fidelidade, humildade, submissão, temor. Senhor, nós Te adoramos porque os nossos casamentos são sobre o Senhor Jesus Cristo. A Sua morte na cruz, no nosso lugar.

a redenção eterna que Ele comprou para nós e a reconciliação com o Senhor que Ele nos oferece e nos dá.

Nós te adoramos, Senhor, porque o Senhor não só nos justificou para que a gente estivesse livre para ir, mas nos justificou, declarou justos para que a gente pudesse vir até o Senhor. Então o Senhor se fez nosso Pai, nos adotou, nos aproximou em comunhão profunda e verdadeira. Senhor, nos ajuda a viver a luz da tua paternidade.

Te buscar de todo o nosso coração. Nos submeter ao Senhor. No nome do Senhor Jesus Cristo. Amém.

Sabedoria que transforma lares e corações - Elias Velho | Aula 01 | Castnews Index — Castnews Index