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Celebração da Ceia do Senhor | Maio de 2026 - Vlademir Hernandes

04 de maio de 202620min
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Celebração da Ceia do Senhor | Maio de 2026 - Vlademir Hernandes by Igreja Fonte
Participantes neste episódio1
V

Vlademir Hernandes

Host
Assuntos3
  • Prefigurações de CristoAmor incondicional de Deus · Misericórdia e graça · Efésios 2:4
  • Vida de CristoMorte pelos ímpios e pecadores · Comparação com a ira de Deus · Profecias de Anaúm e Sofonias
  • Celebração da PáscoaLembrança do corpo entregue · Nova aliança no sangue · Anúncio da morte do Senhor
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Bom dia a todos. Muito bom estarmos juntos aqui para nos lembrarmos da maravilhosa obra do Senhor Jesus Cristo por cada um de nós. Nós precisamos dessa lembrança para fortalecer a nossa fé e para que nós sejamos sempre gratos pelo que Ele fez por nós.

Se você crê que o Senhor Jesus Cristo naquela cruz pagou pelos seus pecados, morreu por você, você está convidado a participar com a gente. Se você não pegou o kit com os elementos, você pode fazê-lo nas portas de entrada. O texto da nossa reflexão de hoje está lá em Romanos, no capítulo 5, dos versos 6 a 9. Romanos 5, de 6 a 9.

Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente alguém morreria por um justo, embora por uma pessoa boa, alguém talvez tenha coragem de morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores.

Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Queria destacar para nós, nessa manhã, três características marcantes da obra de Cristo a partir desse texto. A primeira característica é que a obra de Cristo é absolutamente inesperada.

O texto fala que Cristo, quando ainda éramos fracos, morreu pelos ímpios. Nós éramos pecadores. Dificilmente alguém morreria por um justo, talvez por um bom, mas por nós, por esse tipo de gente. Fracos, literalmente incapazes, não fortes.

sem nenhuma possibilidade de reverter a sua situação calamitosa, desesperadora diante de Deus. Ímpios, literalmente, o não adorador, o alienado de Deus, desprezadores de Deus, inimigos de Deus, conforme o próximo verso fala, Romanos 5,10, pecadores.

ávidos pelo pecado, dedicados à prática do pecado, vivendo em absoluta afronta à vontade de Deus, à lei moral de Deus. Essa realidade calamitosa, como eu disse, é que faz a obra de Cristo ser chamada de Evangelho, de boa nova. A situação é terrível. E a indagação do texto é como alguém poderia dar a própria vida por pessoas assim.

Dificilmente por um justo, por um bom talvez, mas pecadores, ímpios, impotentes. Essa era a nossa situação antes da nossa conversão. Quando recebemos a notícia que Jesus morreu por nós, essa era a nossa situação. A retribuição esperada de Deus para pessoas como nós seria a sua ira, não o seu favor.

A ira seria a resposta adequada a pecadores como nós. O profeta Anaúm descreve um pouco essa ira de Deus. No verso 2 do primeiro capítulo, ele fala o seguinte. O Senhor é Deus zeloso e vingador. O Senhor é vingador e cheio de ira. O Senhor toma vingança contra os seus adversários e reserva indignação para os seus inimigos. É isso que nós éramos. Adversários, inimigos.

A morte de Cristo em nosso favor foi absolutamente inesperada. Esperado seria o juízo desse Deus vingador. O castigo desse Deus vingador. E não a provisão de salvação. O profeta Sofonias descreve também um pouco desse juízo esperado de Deus para pessoas como nós. Pecadores ímpios. Trarei angústia sobre os homens. Verso 17 do capítulo 1.

E eles andarão como cegos, porque pecaram contra o Senhor. E o sangue deles se derramará como pó, e a sua carne será tirada como esterco. Nem a sua prata, nem o seu ouro poderão livrar no dia da indignação do Senhor. Mas pelo fogo do seu zelo, a terra será consumida, porque certamente fará destruição total e repentina de todos os moradores da terra.

há um juízo escatológico anunciado por Deus e que vai se consumar. Ele finalmente derramará sua ira sobre os que não reconheceram o Senhor Jesus como seu Salvador. Mas de modo absolutamente inesperado, antes que isso aconteça, ele nos oferece a oportunidade de livramento pela fé no Senhor Jesus Cristo. De maneira inesperada, ele enviou seu Filho único e ele enviou seu Filho.

para naquela cruz morrer por nós, em nosso favor, em nosso lugar, recebendo a ira de Deus que nos cabia ali naquela cruz. Morreu por pecadores ímpios como nós, a ira de Deus foi aplicada em Jesus Cristo para satisfazer a sua justiça. Essa é a maior e mais inesperada.

Prova do amor de Deus por toda a humanidade. Seu único filho morreu por todos. Além de inesperada, a obra do Senhor Jesus Cristo é também imerecida. Verso 8, nós vemos o seguinte, Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores.

a maior prova de amor possível, o amor de Deus é compreendido plenamente através da obra do Senhor Jesus Cristo. Ele nos ama de maneira incondicional. O que havia em qualquer pessoa na face da terra que pudesse despertar alguma expressão de amor por parte de Deus? Absolutamente nada. O amor de Deus responde a qual virtude da humanidade? Nenhuma.

pecadores ímpios não merecem o amor de Deus. Pecadores ímpios merecem uma ira punitiva de Deus, como vimos. E contrariando os nossos méritos, Deus prova o seu amor pelo fato de Cristo ter morrido por nós, sendo nós ainda pecadores ímpios.

Seu ato de amor beneficia aqueles que eram merecedores da mais severa punição e indignação da parte de Deus. Nós, todos nós. No texto de Efésios, no capítulo 2, verso 4, nós vemos o seguinte.

Deus sendo rico em misericórdia por causa do grande amor com que nos amou e estando nós mortos em nossas transgressões, nos deu vida juntamente com Cristo. Pela graça vocês são salvos. Então esse texto de Efésios associa duas virtudes maravilhosas de Deus a esse amor incondicional de Deus. A primeira virtude é a virtude da misericórdia.

O amor de Deus é misericordioso. Misericórdia é quando Deus não nos dá aquilo que nós mereceríamos receber. Ira, indignação, juízo, punição, castigo, inferno. Misericórdia de Deus. E a graça de Deus é quando Deus nos dá aquilo que nós não merecemos. Seu favor. Seu filho que morreu por nós.

a satisfação da sua justiça, não por nós mesmos, mas pela obra maravilhosa do Senhor Jesus Cristo. Misericórdia e graça, duas virtudes maravilhosas deste amor de Deus provado na morte de Cristo por pecadores ímpios e impotentes como cada um de nós. E a terceira característica, a terceira característica,

marcante da obra de Cristo por nós, é que essa obra é irreversível. No verso 9 nós lemos muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Nós somos justificados. A justificação é um conceito bíblico.

que nos ensina que Deus, através de um decreto irreversível, nos considera justos. Não pelos nossos méritos, mas pelos méritos de Cristo. A satisfação da justiça de Deus realizada na cruz nos é imputada como benefício. Deus nos olha como justos. Porque cada um dos nossos pecados foram pagos na cruz.

A obra do Senhor Jesus encobre o nosso pecado. A Bíblia chama isso de expiação. Ele satisfez plenamente a ilha e a justiça de Deus. A ilha foi derramada no Senhor Jesus Cristo, então nossos pecados estão encobertos. Deus nos olha como se fôssemos justos, como se nunca tivéssemos pecado. Porque cada pecado foi punido naquela cruz.

Nesse fato invoca o favor de Deus por nós. Nós que éramos inimigos de Deus, agora desfrutamos do favor de Deus, do benefício de Deus em nossas vidas. Isso a Bíblia chama de propiciação. Deus agora nos é propício, nos é favorável por aquilo que o Senhor Jesus conquistou por cada um de nós naquela cruz.

Seu sangue derramado por nós é completamente eficaz para nos livrar de toda e qualquer condenação da parte de Deus. Não há mais condenação, porque você creu que naquela cruz o Senhor Jesus foi punido por seus pecados. A condenação já foi aplicada no Senhor Jesus Cristo. E não há mais separação de Deus. Não somos mais inimigos de Deus. Agora somos filhos de Deus. E dessa forma somos salvos.

da ira de Deus, de maneira irreversível, de maneira definitiva, de maneira eterna. Porque a inevitável ira de Deus que nos cabia, Cristo recebeu. O juízo de Deus que nos cabia, Cristo recebeu. A justiça de Deus que clamava pelo derramamento de sangue, pelos pecados cometidos, foi satisfeita no sangue derramado do Senhor Jesus Cristo.

Naquela cruz o Senhor Jesus bradou de maneira agonizante. O seu brado foi, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Esse brado do nosso Senhor Jesus Cristo naquela cruz invoca o Salmo profético 22, verso 1. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Desamparo do Senhor Jesus Cristo ocorreu quando ele satisfazia a justiça de Deus. Quando Deus o punia.

por pecados que eram meus, que eram seus. Cada um dos nossos pecados, cada um dos pecados da humanidade foi punido em Jesus Cristo. E é extremamente significativo que o Senhor Jesus, naquele momento de angústia, clame, brade e se refira ao Salmo 22, ao Salmo profético 22, que mais de mil anos antes daqueles fatos serem consumados, e se refira ao Salmo 22, ao Salmo 22,

já estava descrito no Salmo o que aconteceria, como seria o martírio do Senhor Jesus Cristo. No Salmo 22 fala o seguinte, Cães me cercam, um bando de malfeitores me rodeia, traspassaram-me as mãos e os pés, posso contar todos os meus ossos, os meus inimigos estão olhando para mim e me encarando.

Repartem entre si as minhas roupas e sobre a minha túnica lançam sortes. Cada detalhe profetizado foi cumprido naquela cruz. Cada mínimo detalhe profetizado aqui no Salmo aconteceu na crucificação do Senhor Jesus Cristo. Inclusive o desamparo de Deus. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

A obra profetizada e consumada nos mínimos detalhes do Senhor Jesus Cristo beneficia todos aqueles que têm fé nele de maneira absolutamente irreversível. O decreto da justificação é irrevogável. Assim como a salvação que nós recebemos não é meritória, nós não fizemos nada para poder merecer a salvação, foi um ato unilateral de Deus.

A garantia da salvação também é um ato unilateral de Deus. Não há nada que eu e você possamos fazer para garantir a nossa salvação. Ela é garantida por causa do amor e do poder de Deus e por causa da eficácia tão maravilhosa da obra do Senhor Jesus Cristo naquela cruz. O Senhor Jesus, no capítulo 10 de João, Ele fala dessa...

dessa obra irreversível, da seguinte maneira. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço, elas me seguem, eu lhes dou a vida eterna, jamais perecerão, ninguém as arrebatará da minha mão, aquilo que o Pai me deu é maior do que tudo, e da mão do Pai ninguém pode arrebatar. Nós estamos seguros na salvação, porque Jesus Cristo garante.

Não há nenhum mérito da nossa parte, não há nada que nós possamos fazer, realizar ou não fazer para estarmos garantidos por Deus. A obra do Senhor Jesus Cristo é inesperada, a obra do Senhor Jesus Cristo é imerecida e a obra do Senhor Jesus Cristo nos beneficia de maneira irreversível. Estamos seguros.

que as suas promessas se consumarão, que nós estaremos com ele um dia lá nos novos céus e na nova terra. Que a gratidão jamais se afaste dos nossos lábios, que o nosso louvor jamais cesse por tão grandiosa obra, inesperada e merecida e irreversível. Amém? Vamos pegar os elementos agora.

celebrarmos a entrega do seu corpo e o derramamento do seu sangue por cada um de nós. Porque eu recebi do Senhor o que também lhes entreguei. Que o Senhor Jesus, na noite que foi traído, pegou um pão.

E tendo dado graças, o partiu e disse, isso é o meu corpo que é dado por vocês. Façam isso em memória de mim. Estamos aqui para lembrar que o corpo do Senhor Jesus Cristo foi entregue naquela cruz por cada um de nós. Ele voluntariamente se entregou. Ele disse que ninguém tira a sua vida, ele dá. E ele a deu por cada um de nós.

Nós estamos aqui hoje para lembrar que o seu corpo foi dado por nós. Vamos fazer isso em memória dele. Vamos comer todos o pão. Do mesmo modo,

depois da ceia, pegou também o cálice, dizendo, esse cálice é a nova aliança no meu sangue. Façam isso todas as vezes que o beberem, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerem esse pão e beberem o cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha. Então estamos aqui anunciando que o Senhor morreu, que o Senhor derramou o seu sangue.

o sangue de uma aliança irreversível, um pacto de sangue que ele fez por cada um de nós para que nós fôssemos salvos da ira de Deus, para que o nosso sangue não fosse derramado pelos nossos pecados, ele derramou o sangue dele pelos nossos pecados. Vamos lembrar disso tomando agora esse cálice.

Muito obrigado, Senhor Jesus Cristo. Muito obrigado, Pai amado, por essa obra tão grandiosa, tão inesperada por cada um de nós, impotentes, pecadores, ímpios, inimigos seus. Muito obrigado por um amor tão grande, porque a tua obra é imerecida.

que apesar de não haver nada em nós que pudesse despertar uma resposta de amor da sua parte, o Senhor nos amou de maneira imerecida. Nós desfrutamos desse amor, pela tua misericórdia, pela tua graça, que nos concede salvação, apesar de nós, apesar do que somos, apesar do que fazemos. Muito obrigado porque estamos garantidos pelo teu poder. Muito obrigado porque não há nada que possamos fazer para merecer essa segurança.

Nós reconhecemos que o sangue derramado do Senhor Jesus Cristo por nós é absolutamente capaz de remover todas as nossas culpas para que dessa forma estejamos seguros e somos salvos, somos teus filhos e estaremos contigo por toda a eternidade. E assim nós oramos gratos em louvor ao seu santo nome no nome precioso do nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

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