Você não cresce onde amaldiçoa: home office e quiet quitting
O fim do home office faria você pedir demissão? Uma pesquisa da Robert Half em parceria com o Insper mostrou uma resistência enorme à perda do trabalho remoto. Mas existe uma distância considerável entre dizer que procuraria outro emprego e realmente entregar o crachá.
Neste episódio do Bingo Corporativo, Alexandre Abramo, Salomão e Shapoka discutem a volta ao presencial, os limites das exceções, quiet quitting, loud quitting e o cálculo de continuar num emprego que você diz odiar.
A conversa começa no home office e chega a uma regra desconfortável: você não cresce num lugar que amaldiçoa. Isso não quer dizer que a empresa esteja sempre certa, nem que todo mundo possa pedir demissão amanhã. Discordar, reclamar e tentar melhorar fazem parte do trabalho. O problema começa quando o ressentimento vira sua principal atividade profissional.
Capítulos:
(00:00) Abertura
(00:28) A pesquisa sobre o fim do home office
(05:20) Empresas puxando a volta ao presencial
(06:12) A empresa pode acabar com o remoto?
(12:43) Quiet quitting e loud quitting
(15:26) Se a empresa mandou voltar
(20:25) A demissão com fanfarra
(25:00) Por que gente infeliz continua no emprego
(26:25) Como reclamar sem amaldiçoar a empresa
(30:27) PDI
Referências do episódio:
Pesquisa sobre trabalho remoto: https://www.roberthalf.com/br/pt/insights/pesquisas/trabalho-remoto-em-transicao
Vídeo sobre Santos Dumont: https://www.youtube.com/watch?v=GBLSbHHuvfc
O Berro do Boi: https://www.trovaomidia.com/
O Gestor Eficaz: https://www.grupogen.com.br/o-gestor-eficaz-9788521611127
Instagram do Bingo: https://www.instagram.com/bingo_corporativo/
YouTube do Bingo: https://www.youtube.com/@BingoCorporativo
O que é o Bingo Corporativo? Um podcast sobre o mundo do trabalho sem o verniz de palestra motivacional. Toda semana, Alexandre Abramo, Salomão e Shapoka sentam para rir e brigar com o que ninguém tem coragem de falar em reunião. Crítica com humor, para quem vive isso todo dia e já cansou de fingir que não vê.