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COMO SERIA O MUNDO SE A ALEMANHA TIVESSE VENCIDO A 2ª GUERRA MUNDIAL?

11 de maio de 202621min
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E se Hitler tivesse tomado a decisão certa em Dunquerque?Em maio de 1940, mais de 338 mil soldados britânicos, franceses e belgas estavam encurralados numa praia no norte da França. O Canal da Mancha ficava atrás deles. As divisões Panzer alemãs estavam a poucos quilômetros. A França já estava praticamente derrotada. E a Grã-Bretanha parecia à beira do colapso.Então aconteceu uma das decisões mais debatidas da Segunda Guerra Mundial: Hitler mandou parar.Essa pausa abriu a janela para a Operação Dínamo, a evacuação de Dunquerque, que salvou centenas de milhares de soldados aliados e permitiu que a Grã-Bretanha continuasse lutando.Mas e se essa ordem nunca tivesse sido dada?Neste vídeo, imaginamos uma realidade paralela assustadora: a destruição do Exército Britânico em Dunquerque, a queda política de Churchill, uma possível paz entre Londres e Berlim, uma Alemanha nazista sem front ocidental, a União Soviética enfrentando Hitler praticamente sozinha e um mundo pós-guerra completamente diferente do nosso.Dunquerque não foi apenas um episódio militar. Foi um daqueles momentos raros em que a história inteira pareceu depender de uma margem estreita, de uma decisão específica, de um erro de cálculo.Porque, às vezes, a diferença entre o mundo que existe e o mundo que poderia ter existido é muito menor do que gostaríamos de acreditar.Inscreva-se no canal para mais análises de história, geopolítica e os grandes momentos que moldaram o mundo.

Participantes neste episódio1
D

Desconhecido Desconhecido

HostJornalista
Assuntos4
  • Realidade Paralela: Alemanha VenceDestruição do Exército Britânico em Dunquerque · Queda política de Churchill · Paz entre Londres e Berlim · Alemanha Nazista sem front ocidental · União Soviética enfrentando Hitler sozinha · Mundo pós-guerra diferente · Heinz Guderian · Lord Halifax
  • Consequências da Vitória AlemãFim da ONU e Declaração Universal dos Direitos Humanos · Ordem imperial em vez de ordem internacional · Supressão da ciência livre e física teórica · Economia de blocos fechados e fim do Bretton Woods · Continuação e expansão do Holocausto · Redução populacional eslava · George Orwell · Albert Einstein · Enrico Fermi · Leó Szilárd · Edward Teller · Mein Kampf
  • Atraso Alemão em DunquerqueOrdem de Hitler para parar o avanço · Operação Dínamo · Hermann Göring
  • A Importância de DunquerqueMargem estreita entre o mundo real e o possível · Erro de cálculo de um ditador · Fragilidade da civilização atual · Desafios à ordem global atual
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A CIDADE NO BRASIL

Era 24 de maio de 1940 e a França já estava derrotada. Em menos de duas semanas, o exército alemão havia atravessado a Bélgica, contornado a linha Magno de defesa francesa e dividido as forças aliadas.

ao meio. Era uma manobra que os generais franceses consideravam impossível. Impossível até que aconteceu. 338 mil soldados britânicos, franceses e belgas estavam encurralados numa faixa estreita de praia no norte da França.

A cidade se chamava Dunkerque. O canal da Mancha ficava às costas deles. E as divisões Panzer, do famoso general alemão Heinz Guderian, estavam a menos de 20 quilômetros, avançando sem encontrar resistência real. Churchill tinha assumido o cargo de primeiro-ministro havia apenas 14 dias. E dentro do governo britânico...

Existiam aquelas vozes sérias pedindo negociação com Berlim. Alguns argumentavam que a guerra já estava perdida. E olhando para a situação militar daquele momento, eles não estavam tão errados assim. As tropas na praia de Dunkerque não tinham cobertura aérea suficiente e os soldados tinham pouca munição e quase nenhuma esperança. O plano de evacuação, que foi batizado de Operação Dínamo, tinha acabado de ser aprovado.

Mas ninguém acreditava que seria possível retirar muitos soldados antes que os alemães chegassem. Então, aconteceu algo que os historiadores debatem até hoje. O Hitler decidiu parar. No dia 24 de maio, o Führer emitiu pessoalmente a ordem de cessar o avanço das divisões blindadas. Os Panzers, que estavam a poucas horas de destruir o que restava do exército britânico, simplesmente estacionaram.

Por dois dias inteiros, as tropas alemãs ficaram paradas, enquanto os aliados se reorganizavam na praia. E as razões para essa decisão nunca foram completamente esclarecidas. Alguns historiadores apontam para Hermann Göring.

que teria convencido Hitler de que a força aérea alemã sozinha era capaz de destruir as tropas na praia, sem precisar desgastar os blindados. Outros sugerem que Hitler, naquele momento, ainda acreditava que a Grã-Bretanha aceitaria um acordo de paz e não queria humilhá-la demais.

Seja qual for a explicação, o fato é que ali se abriu uma janela de oportunidade. Em nove dias, uma frota improvisada de navios de guerra, barcos de pesca, balsas e embarcações civis retirou 338 mil soldados daquela praia. O Churchill chamou de milagre, mas na realidade foi um erro alemão que decidiu o futuro da humanidade. Esses 338 mil soldados voltaram para casa.

E, claro, voltaram para lutar. Mas vocês já pensaram, e se o Hitler não tivesse ordenado o que ele ordenou? E se naquela manhã de 24 de maio de 1940 os Panzers do Guderian não tivessem parado? E se os 338 mil soldados naquela praia nunca tivessem chegado em casa?

Essa assustadora possibilidade, essa realidade paralela que eu vou tentar imaginar aqui com vocês hoje.

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As tropas aliadas na praia não têm linha de defesa organizada, não têm blindados e não têm profundidade territorial, porque atrás delas tem o mar. Só a areia, o mar e o barulho enlouquecedor das armas alemãs chegando cada vez mais perto. Com isso tudo, a evacuação fracassa.

Em 72 horas, o perímetro de Dunkerque é destruído. Uma parte dos soldados consegue embarcar nos poucos navios já presentes no porto, talvez 30, 40 mil homens no máximo. O restante é capturado ou morto em combate. Imaginem isso, por volta de 300 mil soldados britânicos e franceses e resolvendo uma parte dos soldados rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights rights

se tornam prisioneiros da Alemanha. Em Londres, a notícia chegaria antes do fim do dia. O Churchill ainda estaria no cargo, mas por quanto tempo? Ninguém sabe. O argumento dos que pediam negociação com Berlim já era forte antes de Dunkerque. E aí nessa situação se tornaria esmagador.

O Lord Halifax, o ministro das Relações Exteriores, retomaria formalmente a proposta de usar a Itália de Mussolini como uma mediadora para um acordo de paz com a Alemanha. E dessa vez, o Churchill não teria argumentos suficientes para recusar. O exército britânico profissional, aquele que tinha sido construído ao longo de décadas, estaria destruído em uma praia francesa.

E o que resta em solo britânico, ou restaria, seriam as tropas de reserva mal equipadas, sem experiência de combate real. Ou seja, a Grã-Bretanha ainda existiria, mas não teria mais como lutar. Em seis semanas, a Europa Ocidental e o Continental estariam sob controle alemão. E, nessa situação, Hitler olharia para o Canal da Mancha. E, nesse cenário, a Grã-Bretanha assinaria o armistício.

Em junho de 1940, os termos seriam duros, mas não seria a destruição total do país, né? Claro, o Hitler, estrategicamente, ele não ia querer ocupar as ilhas britânicas, porque isso custaria tempo, sangue e recursos.

que ele precisaria para usar em outros lugares. O que ele ia exigir certamente é uma neutralidade, que a marinha britânica saia do caminho, que o Império Britânico parasse de ser um obstáculo no seu projeto expansionista.

Nessa situação, gente, Churchill seria deposto e um governo vassalo aos alemães assumiria o comando em Londres. Mas o Hitler nunca planejou parar na Europa Ocidental. Em junho de 1941, exatamente como aconteceu na realidade, a Alemanha invade a União Soviética. E a Operação Barba Roça começa.

Mas dessa vez, uma diferença crucial. O Hitler não precisa se preocupar com mais nada. Não existe mais fronte ocidental. Não tem mais bombardeios, aliados contra as fábricas alemãs. Não tem ameaça de invasão pelo Canal da Mancha, exigindo que divisões protejam esse território na França. Ou seja, toda a força militar alemã estaria direcionada para o leste, para a União Soviética.

E essa diferença não é pouca, ela é brutal. Os suprimentos iam chegar sem interrupção. As divisões que na realidade foram destruídas no norte da África nunca seriam desviadas para lá. Porque sem a Grã-Bretanha ativa na guerra, não existe campanha norte-africana. Nessa realidade paralela, Moscou cai no inverno de 1941.

Não com facilidade. Os soviéticos vão lutar com a mesma ferocidade da história verdadeira e real. Mas, sem a pressão aliada no oeste, os alemães conseguem sustentar o avanço por mais tempo, com mais suprimentos e com muito mais homens.

Stalingrado, considerado o grande ponto de virada da guerra, nunca se tornaria o desastre alemão que foi. Os pânzers teriam combustível suficiente para não travar no inverno russo. E com isso, o Stalin recuaria para os montes rurais. Eu inclusive explico isso para vocês na geopolítica da Rússia, a importância desses montes. Mas enfim...

O governo soviético sobreviveria nessa situação nossa aqui, mas a parte europeia da União Soviética certamente estaria ocupada. Então, aí, os olhos do Hitler vão se voltar para o sul. E com os soviéticos enfraquecidos e a Grã-Bretanha fora da guerra, o Mediterrâneo vai se tornar um lago alemão. O canal do Suez vai cair, o Oriente mede todo o seu petróleo e entra na esfera de influência do Reich.

A Turquia, pressionada por todos os lados, vai ceder ou cederia a neutralidade forçada também pela Alemanha.

Nessa realidade, em 1943, o mapa do mundo seria irreconhecido. A Europa é alemã, a costa do norte da África é alemã, o Oriente Médio está sob influência alemã, o Japão controla o Pacífico e o Sudeste Asiático e os Estados Unidos, que sem porravo talvez nunca tenham entrado na guerra, observam tudo isso de longe, debatendo internamente até onde o isolacionismo ainda faz sentido.

Nessa realidade paralela, na verdade, o que estaria se formando seriam dois grandes blocos. De um lado, a Alemanha. Do outro, Estados Unidos. Agora, vamos tirar o zoom e vamos olhar o todo, o grande cenário dessa história. Porque, até agora, nós estamos falando de batalhas, de território, de governo que cai ou não. Mas as consequências estruturais de um mundo onde o Hitler venceria, óbvio que elas não são só sobre mapas, né?

Elas são sobre as estruturas invisíveis que organizam a civilização humana e que nós usamos todos os dias sem perceber. Vamos começar falando da ordem internacional. A ONU, nessa realidade paralela, não existe, claro. Não tem Declaração Universal dos Direitos Humanos, não tem Tribunal Internacional de Justiça.

Todo aquele arcabouço institucional que surgiu em 1945, que a gente sabe, que eu mesmo falo o tempo inteiro para vocês, que é imperfeito, lento, frequentemente ineficaz, mas ele existe em algum grau, ele só nasceu ou só existiu da derrota do nazismo. E ele nasce exatamente do horror coletivo de um mundo que decidiu que nunca mais queria repetir aquela barbárie.

daquele momento. Só que sem aquela derrota, não vai ter o horror, o medo, a tentativa de corrigir nada. Não tem aquele, entre aspas, nunca mais. O que existiria no lugar é uma ordem imperial.

três ou quatro blocos de poder dividindo o mundo em zonas de influência absolutas. E a gente já sabe que as ordens mundiais assim, elas são mais instáveis e conflituosas. Imagina tudo isso nessa realidade em que os tabus da derrota alemã de 1945 não existem. Vamos deixar isso mais palpável para vocês entenderem.

Pensa no mundo que o George Orwell imaginou no livro 1984. E o livro foi escrito em 1948, três anos depois do final da guerra. E na época não era tão ficção científica. Era uma extrapolação do que o Orwell achava que poderia acontecer se o eixo vencesse, se a Alemanha, a Itália e o Japão vencessem.

Bom, já falamos da ordem internacional, mas vamos falar da força que conduz o desenvolvimento da humanidade, a ciência. O programa nuclear americano, o projeto Manhattan, ele foi construído em grande parte por cientistas judeus europeus que conseguiram fugir da perseguição nazista, alguns deles inclusive alemães que fugiram da Alemanha.

Gente como Einstein, Fermi, Zillard, Teller. E essa vitória esmagadora alemã desse cenário paralelo que eu estou descrevendo para vocês, certamente diminuiria demais a chance desses cientistas fugirem. Então, eles possivelmente teriam ficado na Alemanha.

E uma Europa nazista não existiria. Pesquisa livre. E a física teórica que o regime chamava de ciência judaica seria suprimida. A inovação mais importante da história da humanidade talvez nunca tivesse existido. Ou pior, bem pior, ela teria sido desenvolvida.

sob o controle dos nazistas. O que incentivou o projeto Manhattan inicialmente era obter a bomba antes, com medo de que os nazistas tivessem a bomba primeiro. Bom, deixando a ciência de lado, o próximo tema é a economia. Como que seria a economia nessa realidade? O sistema de Bretton Woods, o dólar como moeda de reserva global, o FMI, o Banco Mundial, os acordos de livre comércio que construíram a prosperidade do pós-guerra, tudo isso...

é filho direto da vitória aliada e da hegemonia americana que ela produziu. Num mundo onde os Estados Unidos nunca entraram decisivamente na guerra ou entraram tarde demais, essa hegemonia não se consolida da mesma forma. E o que vai acabar se consolidando no lugar é uma economia de blocos fechados. Cada zona de influência com suas próprias regras, suas próprias moedas.

seu próprio mercado interno forçado, menos comércio, menos troca tecnológica, menos prosperidade global. Bom, caminhando para o fim, vamos falar da consequência mais assustadora de todas. O holocausto no mundo real foi interrompido pela força militar dos aliados.

As tropas dos americanos e soviéticos abriram os portões dos campos de concentração e mostraram aquilo para o mundo. E o que o mundo viu forçou uma reavaliação radical do que os estados podiam fazer com as suas próprias populações. Sem essa interrupção desse massacre, do genocídio, sem essa exposição, o projeto de extermínio...

seguiria a todo vapor. Os 6 milhões de judeus assassinados tornariam-se muito mais, bem mais, e não pararia ali. Os povos eslavos, considerados sub-humanos pela ideologia nazista, russos, poloneses, ucranianos,

Todos seriam submetidos a um programa sistemático de redução populacional para abrir espaço para a colonização alemã. O próprio Hitler já tinha descrito esse plano em detalhes no seu livro Mein Kampf. Um continente europeu sob domínio nazista por décadas não é só um continente sem liberdade. Ele é um continente demograficamente redesenhado pela violência.

e por uma ideologia racista, biológica, genética, como a gente quiser chamar. Estão entendendo por que Dunkerque importa? É por tudo isso. Não como uma curiosidade histórica, não como uma anedota de manual escolar.

Mas porque aqueles 338 mil soldados que voltaram para casa naquela frota improvisada de barcos de pesca, eles carregaram consigo sem saber a possibilidade de tudo que veio depois. Progresso, direitos humanos, a democracia.

a prosperidade pós-guerra, a própria ideia de que os estados têm limite para o que eles podem fazer com as pessoas. Tudo isso quase que morreu naquela praia na França. Bom, existe uma tentação confortável quando a gente faz esse exercício mental. A tentação é achar que o bem sempre vence, que a história tem uma direção moral, que no fim, de alguma forma, as forças certas sempre prevalecem.

Dunkerque destrói essa ilusão. O que salvou o mundo ocidental em maio de 1940 não foi virtude, não foi superioridade moral. Foi um erro de cálculo de um ditador. Talvez um dos mais sanguinários da história do mundo, certamente. Foi Goering convencendo Hitler de que daria conta do recado. Foi uma janela de 48 horas que não deveria ter existido.

A civilização que a gente conhece hoje sobreviveu para uma margem muito estreita. E esse é o ponto que o exercício do ICI revela com mais clareza do que qualquer análise direta. O mundo estável e próspero que a gente vive nas últimas décadas...

não é uma conquista permanente, ele não é um estado natural das coisas, é uma construção frágil, erguida sobre circunstâncias específicas que elas podem acabar não se repetindo. As instituições e circunstâncias que parecem eternas hoje, elas não existiam antes de 1945, elas foram construídas por pessoas que viram o que acontece quando elas não existem.

e que decidiram conscientemente criar certas estruturas para que aquilo não se repetisse. Hoje, 80 anos depois, essas mesmas estruturas estão sendo testadas nos seus limites. A invasão da Ucrânia é o maior desafio ao princípio de soberania territorial na Europa desde 1945 e dá para a gente dizer com facilidade...

do mundo, não só na Europa. A ascensão da China coloca em xeque a hegemonia americana que sustenta a ordem econômica global. A ordem global criada naquela época está sendo destruída e substituída por algo muito mais caótico e brutal. E eu não estou dizendo que a gente está de volta em 1940, eu estou...

Só dizendo que as pessoas de 1940 também não achavam que estavam em 1940. E o que a história nos ensina não é que o pior sempre acontece, é que o pior sempre é possível. E que a diferença entre o mundo que a gente tem hoje e o mundo que a gente poderia ter tido é muitas vezes menor do que a gente gostaria de acreditar. Dunkerque não foi um milagre, pessoal.

Foi um aviso. Espero que vocês tenham gostado. Dê like no vídeo, segue o canal, ativa o sininho e compartilha com seus amigos se eles quiserem entender quais são as possíveis histórias paralelas que um único evento pode ter criado no mundo. Até mais.

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