Transição energética e diversificação: um assunto para Brasil e China
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Ana Carolina Tomé
- Transicao EnergeticaDesafios da transição · Sistema elétrico
- Diversificação de fontes energéticasGeopolítica e energia · Mudanças climáticas
- Relações Brasil-ChinaSummit Valor Brasil-China 2026
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A guerra do Irã e dos Estados Unidos foi parar direto no fornecimento de energia do mundo, por causa do fechamento do Estreito de Hormuz. E esse conflito levanta uma discussão importante, a necessidade de diversificar fontes de energia. É o que defende Jorge Arbache, professor da Universidade de Brasília.
A diversificação de uma forma ampla, de tal forma que você dissipe riscos e possa se proteger, não só do que temos hoje, mas do que provavelmente virá amanhã. E o que virá amanhã tem a ver não só com a geopolítica, mas tem a ver também com as mudanças climáticas, que já estão, mas provavelmente provocarão ainda mais fenômenos climáticos extremos, que ajudam a causar desrupimentos nas cadeias de suprimento e nas cadeias de valor.
A transição energética foi um dos temas do Summit Valor Brasil-China 2026, evento do valor econômico que aconteceu na última semana em Xangai, na China. A relação entre Brasil e China nesse setor tem movimentado as empresas. A executiva Shelly Wang, diretora para o mercado brasileiro da Exing Electrical Co., fala sobre os desafios da transição energética.
Essa transição energética, ela não é apenas substituir fontes de energia, mas também reconstruir o sistema elétrico. A gente precisa tornar a eletricidade visível e gerenciável, ajudando concessionárias a reduzir perdas e aumentar eficiência.
Essa é a segunda edição do Summit Valor Brasil-China. Nesse evento, autoridades e especialistas dos dois países se reúnem para debater as relações entre as nações e como é possível, com essa integração, atuar diante dos desafios globais. Leopoldo Rosa, especial para a CBN.