Episódios de As Notícias Mais Recentes da CBN

Irã ataca navio petroleiro perto de Dubai após ameaça de Trump

31 de março de 20263min
0:00 / 3:45
O Irã utilizou drones para atacar um navio petroleiro carregado próximo a Dubai, causando um incêndio na embarcação. O episódio acontece depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ameaçado destruir instalações energéticas iranianas caso o país rejeite um acordo de paz e mantenha restrições no Estreito de Ormuz.

Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Participantes neste episódio2
H

Hugo Motta

HostPresidente da Câmara dos Deputados
M

Marcela Marcos

Comentarista
Assuntos1
  • Ataque a petroleiro iranianoGuerra no Oriente Médio · Donald Trump e a NASA · Estreito de Hormuz · Kuwait Petroleum Corporation · Paquistão como mediador
Transcrição9 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Oi, pessoal! Aqui é a Astrid. Deixa eu te falar uma coisa como mãe, tá? A gente tenta acompanhar tudo, mas quando o assunto é internet, é insano conseguir ver de perto. Por isso, eu achei legal dividir uma coisa com vocês. No TikTok, contas de adolescentes já vêm com mais de 50 configurações de segurança e privacidade ativadas automaticamente. E ainda tem a sincronização familiar, onde pais e responsáveis conseguem ajustar conteúdo e tempo de tela de um jeito bem simples. Assim, a gente fica mais tranquila, né? Clique no banner e saiba mais!

Nós vamos agora acionar a Marcela Marcos, que está apurando as informações a propósito da guerra no Oriente Médio. Marcela Marcos, sua informação. Milton, o Irã lançou drones e atacou um navio petroleiro totalmente carregado perto de Dubai hoje. E essa ofensiva causou um incêndio na embarcação. Essa ação ocorre depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou destruir infraestruturas energéticas iranianas.

caso o país não aceite um acordo de paz e caso mantenha também as restrições no Estreito de Hormuz. Autoridades de Dubai disseram que esse incêndio no petroleiro Al-Salmi, de bandeira do Kuwait, foi controlado. Não houve vazamento de óleo, nem feridos na tripulação.

A empresa Kuwait Petroleum Corporation, proprietária da embarcação, disse que o casco do navio foi danificado. Segundo dados de monitoramento marítimo, o navio seguia para Qingdao, na China, transportando cerca de 2 milhões de barris de petróleo, mais de 1 milhão de origem saudita e 800 mil do Kuwait. Autoridades avaliam que o petroleiro pode não ter sido o alvo principal.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que pretendia atingir um navio de contêineres com ligações com Israel. O possível alvo seria o Haipong Express, de bandeira de Singapura, que estava ancorado próximo ao Al-Salmi. O ataque é o mais recente episódio de uma série de ofensivas que a gente tem noticiado aqui contra embarcações comerciais no Estreito de Hormuz, que é uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo, e essa escalada ocorre...

desde os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que começaram no dia 28 de fevereiro. Esse conflito, então, já dura mais de um mês e tem se espalhado pela região, deixando milhares de mortos. Afeta também, claro, o fornecimento de energia e eleva o risco de impacto da economia global.

Depois do ataque, os preços do petróleo registraram uma alta momentânea. Um petroleiro do porte do Al-Salmi pode transportar, segundo uma reportagem do portal G1, até 2 milhões de barris, avaliados em mais de 200 milhões de dólares. E aí, diante da intensificação das hostilidades, o Paquistão...

tenta atuar como mediador. O ministro das Relações Exteriores, Isaac Dar, deve discutir o conflito durante a visita à China após ter conversas com Turquia, Egito e Arábia Saudita. A China é um dos principais aliados do Irã, maior comparadora do petróleo do Irã e voltou a pedir o fim das operações militares.

O país disse que três navios chineses foram recentemente autorizados a cruzar o Estreito de Hormuz, responsável pelo transporte de cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito no mundo. O governo irariano diz ter recebido propostas de paz dos Estados Unidos por meio de intermediários, mas classificou os termos como irrealistas, ilógicos e excessivos. Milton. As informações foram da Marcela Marcos.