Operação mira grupo suspeito de tentar desviar R$ 845 milhões de herança de fundador da UNIP
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Claussen Dutra
- Fraude na herança de João Carlos de GênioOperação da Polícia Civil · Documentos falsificados · Luiz Teixeira da Silva Júnior · Anani Cândido de Lara · Aline Cordeiro de Oliveira
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Vamos para o noticiário policial, tem operação acontecendo, o Klauson Dutra acompanha e vai contar pra gente. Bom dia. A DEDA continua aqui na porta do DEC, o Departamento Estadual de Investigações Criminais na Zona Norte de São Paulo. Acompanha a movimentação desta operação conjunta entre a Polícia Civil aqui de São Paulo e o Ministério Público. Essa força-tarefa está nas ruas desde as primeiras horas da manhã contra um grupo suspeito de tentar aplicar um golpe de mais de 845 milhões de reais na herança.
de João Carlos de Gênio, fundador do grupo Unip Objetivo. São nove mandados de prisão e 15 de busca e apreensão em cidades como São Paulo, Guarulhos e Ibarueri, objetivo de desarticular esse esquema que utilizava documentos falsificados e dívidas simuladas.
para drenar o patrimônio deixado pelo empresário que morreu em 2022. Ainda não há um balanço parcial sobre cumprimento desses mandados. Agora, como funcionava esse grupo, esse esquema, Anadédia? As investigações apontam que Luiz Teixeira da Silva Júnior e Anani Cândido de Lara utilizavam a empresa Colonizadora Planalto Paulista para apresentar um contrato de compra e venda de imóveis com a assinatura de digênio falsificada por meio de montagem.
Para dar validade a esse documento, o grupo contava com Rubens Maurício, que representava a empresa, e com Aline Cordeiro de Oliveira. Essa Aline Cordeiro atuava como juíza na Câmara de Arbitragem e Medição do Brasil, uma entidade emitindo, no caso, sentenças simuladas que davam uma aparência de legalidade à cobrança da dívida milionária contra o espólio. A investigação aponta que esse procedimento foi montado com depoimentos de testemunhas inexistentes.
e assinaturas adulteradas. Com as decisões em mãos, esses envolvidos tentavam garantir o repasse dos 845 milhões de reais do inventário diretamente para as contas da colonizadora Planalto Paulista. Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros de todos.
Os investigados, o grupo agora responde por crimes como organização criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. Seguimos aqui no DEIC, acompanhando a chegada desses presos, material apreendido. Voltamos daqui a pouco com novas informações. Lembrando que a CBN tenta contato com as empresas e os nomes citados. Nadeja. Obrigada, Clausson Dutra.
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