Após furto, MPF apura se Unicamp falhou no controle e fiscalização de material biológico
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Hugo Motta
- Furto de material biológicoInvestigação do MPF · Falhas no controle de material biológico · Vírus roubados · Ação da Polícia Federal
Oi, pessoal! Aqui é a Astrid. Deixa eu te falar uma coisa como mãe, tá? A gente tenta acompanhar tudo, mas quando o assunto é internet, é insano conseguir ver de perto. Por isso, eu achei legal dividir uma coisa com vocês. No TikTok, contas de adolescentes já vêm com mais de 50 configurações de segurança e privacidade ativadas automaticamente. E ainda tem a sincronização familiar, onde pais e responsáveis conseguem ajustar conteúdo e tempo de tela de um jeito bem simples. Assim, a gente fica mais tranquila, né? Clique no banner e saiba mais!
Nós vamos até Campinas, interior de São Paulo, trazer outras informações a propósito do roubo, desvio, do material biológico que aconteceu na Unicamp. Talita Souza, sua informação, bom dia.
Oi, muito bom dia para você e também para todo mundo que está acompanhando a gente. A novidade é que o Ministério Público Federal instaurou um procedimento para apurar se a Unicamp falhou no controle e fiscalização de material biológico sensível depois desse furto de vírus de um laboratório, o NB3, da Universidade aqui em Campinas, no interior de São Paulo.
A pesquisadora e professora Solida Miller, da Faculdade de Engenharia de Alimentos, e o marido dela, o veterinário e doutorando Michel Miller, são investigados pela Polícia Federal. Pelo menos 24 cepas diferentes de vírus foram levadas do Laboratório de Virologia do Instituto de Biologia para outros laboratórios da Unicamp, incluindo dengue, chikungunya, zika e o próprio coronavírus humano.
Segundo o Ministério Público Federal, o objetivo desse procedimento é apurar a regularidade do acondicionamento, controle e fiscalização de material biológico sensível no âmbito da instituição, além de uma eventual existência de falhas estruturais ou procedimentais que tenham contribuído para esse desaparecimento das amostras.
Em nota, a Unicamp disse que não foi notificada e assim que receber essa notificação, vai então responder. De acordo com a Polícia Federal, as amostras de vírus foram recuperadas em prédios da Unicamp, sem indícios de contaminação externa. Solidar responde ao processo em liberdade, enquanto a Unicamp conduz uma tendência interna e a PF segue apurando a motivação desse furto na universidade. Eu volto com vocês.