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Tenente-coronel preso por matar a esposa é investigado por ao menos cinco casos de assédio

23 de março de 20262min
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O tenente-coronel Geraldo Neto, preso por acusação de matar a própria esposa, a PM Gisele Alves, é investigado por ao menos cinco assédios morais e sexuais nos últimos quatro anos. Uma policial militar afirma ter sido vítima de assédio sexual no ano passado, quando ele ainda era casado com Gisele.
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Assuntos6
  • Morte da EsposaPrisão por feminicídio · Acusação de homicídio · Vítima Gisele Alves · Investigação criminal
  • Violência contra a mulherCinco casos investigados · Tentativa de beijo · Vítimas policiais militares · Padrão de comportamento
  • Transferências e empréstimosPunição de vítimas · Uso de poder institucional · Padrão de intimidação · Silenciamento de denúncias
  • Investigações em 2022Assédio contra quatro policiais · Comando anterior · Rumores sobre relacionamento · Falta de punição
  • Gestao e AdministracaoIndenização de cinco mil reais · Ação contra o estado · Falta de punição do oficial · Justiça inadequada
  • Investigação pela corporaçãoAnálise da Corredoria · Acompanhamento pela família · Parecer de advogada da família · Confirmação de personalidade reprovável
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E nós temos agora o Pedro Fagundes aqui em São Paulo com novas denúncias contra o Tenente Coronel suspeito de matar a PM Gisele Santana. Pedro Fagundes, sua informação. Bom dia. Bom dia, Milton. Bom dia também aos ouvintes. Isso mesmo, o Tenente Coronel Geraldo Neto, que foi preso por acusação de matar a própria esposa, a Gisele Alves Santana, é investigado também de ao menos cinco assédios morais e também sexuais nos últimos quatro anos.

no ano passado, quando ele ainda era casado com a Gisele. O oficial já é réu por feminicídio e agora também é acusado de perseguir policiais dentro da corporação. A nova vítima afirma que foi cercada pelo oficial que tentou beijá-la. Depois de recusar as investidas, ela disse ter sido transferida de batalhão como forma de punição. A identidade da policial é mantida em sigilo por medo de retaliação. Além dessa denúncia, Geraldo Neto também é investigado de assédio moral contra pelo menos quatro policiais mulheres

em 2022, quando comendava outra unidade. Ele também teria usado transferências como forma de retaliação das vítimas. Na época, o oficial alegou que as agentes espalhavam rumores sobre um suposto relacionamento dele com Gisele, que era escondido. Uma policial chegou a processar o Estado por assédio moral e recebeu indenização de R$ 5 mil. Geraldo Neto não foi punido nesses casos. As informações são do Fantástico.

As mais recentes denúncias de assédio são acompanhadas pela família de Gisele. Segundo advogado da família, que a CBN entrou em contato, o caso confirma ainda mais a personalidade reprovável do coronel. O caso também é analisado pela Corregedoria da Polícia Militar, Milton.