Mendonça afirma que bom juiz não deve ser 'estrela'
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- Tecnologia e InovacaoHumildade judicial · Equilíbrio nas decisões · Consciência de limitações · Foco no dever · Compromisso com a Constituição
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- Virtude e excelência moralHumildade · Sabedoria · Perseverança · Lealdade aos princípios · Resolução de problemas
- Casos STFInvestigação Banco Master · Luiz Foque · Papel de relator de Mendonça
E o ministro afirmou hoje aqui no Rio que um bom juiz não deve ser estrela, mas julgar com equilíbrio e consciência das próprias limitações. Ele deu uma palestra hoje aqui na OAB do Rio de Janeiro, defendeu que a atuação no judiciário exige humildade, compromisso com a Constituição e foco no dever de fazer o que é certo. Declarações que foram dadas em meio a esses casos polêmicos no Supremo Tribunal Federal, como é a investigação contra o Banco Master,
No momento, lembrando, ocupa o papel de relator desse caso no Supremo. No início do mês, Tatiana e Fernando, uma pesquisa da Quest apontou que 43% dos brasileiros dizem não confiar no STF. Olha, na avaliação do ministro aqui nessa palestra hoje, juízes são, antes de tudo, servidores públicos e devem preservar a confiança da sociedade a cada decisão. Ao falar para advogados, o ministro alertou que a carreira não pode ter como objetivo,
principal, o ganho financeiro. É preciso saber o que é certo, fazer o que é certo, mas fazer o que é certo em terceiro lugar, pelos motivos certos. O papel do bom juiz não é ser estrela, é simplesmente assumir a responsabilidade e julgar. Como eu sou cristão, pedindo a Deus que eu julgue de forma certa. Meu desafio para você, como advogado do século XXI, é definir adequadamente qual o seu objetivo de vida.
Durante a palestra, Mendonça listou valores que considera essenciais para a atuação no direito, como humildade, sabedoria, perseverança e lealdade aos princípios. O ministro também destacou a importância de profissionais capazes de resolverem problemas em vez de apenas criá-los ou ignorá-los.