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'Carro voador': Brasil pode ser primeiro país do mundo a ter operação do eVTOL

19 de março de 20265min
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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que o Brasil pode ser o primeiro país do mundo a ter uma operação instalada dos chamados eVTOLs, que são aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical. A aposta foi reforçada na manhã desta quinta-feira (19), durante a inauguração das obras de modernização do Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, que acumularam mais de R$ 120 milhões em investimentos.
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Assuntos3
  • Infraestrutura e InvestimentosInvestimentos de R$ 120 milhões · Obras de fase 1 da concessão · Infraestrutura para aviação executiva
  • Regulação de produtos e consumoAprovação do EFR (voos por instrumentos) · Avanços regulatórios · Sistema de controle sem dependência de visibilidade
  • Consulta pública sobre mobilidade aérea avançadaParticipação de empresas · Participação de especialistas · Construção de regras de operação · Viabilização de novas aeronaves
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Agora são 11h10, o Pedro Fagundes também acompanha um evento aqui em São Paulo hoje, que é uma inauguração de obras no aeroporto Campo de Marte. O que acontece por lá, Pedro? Bom dia. Bom dia, Nadédia. Bom dia também aos ouvintes. Olha, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que o Brasil pode ser o primeiro do mundo a ter uma operação instalada dos chamados Ivitols, que são aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical.

A aposta foi reforçada justamente agora, nessa quinta-feira, durante a inauguração dessas obras de modernização do aeroporto Campo de Marte em São Paulo, que acumularam mais de 120 milhões de reais em investimentos. A CBN acompanhou o evento e ouviu o entusiasmo do ministro.

E eu tenho muita confiança que aqui vai ser o primeiro país no mundo, confiando em Tiago e Honorato, na ANAC, a dar o certificado do Evitol nas operações. Apesar de popularmente chamados de carros voadores, a instrução é a gente segurar um pouquinho esse sonho e dessas referências que a gente teve, enfim, no passado, do Jetsons, de volta para o futuro, porque ainda não é efetivamente um Delorean, um carro voador,

presidente da IVE, que é um braço de inovação da Embraer, e o Rambert D, que é francês, mas tem um português tão bom, se não melhor do que o meu. Não é um carro voador, não é um veículo que você vai comprar no meu concessionário amanhã da IVE, aí você vai poder levar e colocar na sua garagem, e aí você vai, ah, tá bom, amanhã eu vou no escritório, olha lá como eu evito ao pessoal lá que eu tiro da garagem. Não, ainda não. É um veículo que voa, então é uma aeronave, aeronave que não é um avião, não é um helicóptero, é uma terceira categoria. É um veículo elétrico,

com piloto quatro passageiros, que decola de uma maneira vertical e depois faz uma transição para depois voar como um avião, de maneira elétrica também, e pousa como um helicóptero. Quanto também aos investimentos que foram recebidos aqui no campo de Marte, o ministro, que deixa o cargo nas próximas semanas, também colocou expectativa em avanços regulatórios para aviação executiva, com a aprovação do IFR,

de controle, sem precisar depender da visibilidade do lado de fora do avião. A inauguração marca justamente a entrega dessas obras da fase 1B da concessão, com investimentos de cerca de 120 milhões de reais. Durante o evento, o governo também lançou a primeira consulta pública sobre mobilidade aérea avançada. A proposta é justamente ouvir empresas e especialistas para construir regras e viabilizar o uso dessas novas aeronaves no país, na Dédia. Bom, sobre o português, Pedro, eu sou mais o seu.

Aliás, cada vez melhor sempre, né? Já muito bom, porque é o nosso caçula da reportagem, só tem espaço para crescer, mas a briga é boa, hein? Realmente. Ô Pedro, aproveitando que você está aqui com a gente ainda, carro voador, arriscaria dar uma voltinha? Tem curiosidade e coragem? Olha, Muniz, carro voador, eu não arriscaria porque fizeram questão de falar para mim que esse não é o termo que eu estou com direito de usar não ao vivo. E um Invitol? Um Invitol, esse sim, Muniz, esse sim. Eu acredito que...

E arriscaria sim, a promessa é que é tipo um helicóptero, só que elétrico, faz menos barulho, é mais seguro. Eles tentaram o tempo inteiro deixar bem claro de que a instalação e de que o uso do Evitol é justamente reforçando bastante a insegurança. A diferença para o helicóptero, que muitas pessoas têm esse medo, claro, é um meio de transporte seguro, é que ele se assemelha muito ao avião durante esse trajeto no ar, que é conhecido como um meio de transporte muito seguro.

eu acho que eu me arriscaria sim a dar essa voltinha. Se por acaso a Evitol ou a Embraer quiser me contatar, estou à disposição. A ouvinte Elizabeth falou só que é bom encher o tanque, né? Garantir. É elétrico. É, carregar as baterias. Isso, perfeito.

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