Após morte de médica, ministério cobra investigação sobre uso de câmeras corporais por PMs no Rio
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E agora vamos ao Rio de Janeiro. Temos notícias chegando com o Pedro Bonenberger. Bom dia, Pedro. Oi, Cássia. Bom dia a você, Milton e a todos. O Ministério da Igualdade Racial cobrou explicações do governo do estado do Rio de Janeiro e pediu investigações sobre o uso de câmeras corporais por policiais militares do estado após a morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, durante uma abordagem aqui na zona norte da capital.
evidências administrativas e investigativas adotadas nesse caso, incluindo eventual abertura de um procedimento interno. O documento também questiona diretamente o uso de câmeras corporais pelos agentes envolvidos e pede esclarecimentos sobre o envio de imagens para autoridades responsáveis. A Andréa Marins Dias foi baleada na noite de domingo, no bairro de Cascadura, enquanto dirigia após sair da casa dos pais.
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O sepultamento da André aconteceu na tarde de ontem, sob forte comoção, com a presença dos pais dela, de 88 e 91 anos.
Eram respostas de autoridades e justiça pelo caso. Em nota, a Polícia Militar informou que agentes têm a obrigação de substituir câmeras descarregadas antes do início do serviço e confirmou que os policiais envolvidos foram afastados das ruas.