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SSP descarta suicídio de PM; marido da vítima foi preso nesta quarta (18)

18 de março de 20264min
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A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo descartou a hipótese de suicídio no caso da policial militar Gisele Alves Santana. O suspeito é o marido da vítima, o tenente-coronel da PM, Geraldo Leite Rosa Neto, que teve a prisão preventiva decretada. Ele foi preso na manhã desta quarta-feira (18), na residência dele em São José dos Campos, no interior paulista.
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Assuntos5
  • Morte de Policiais MilitaresDescarte da hipótese de suicídio · Marido suspeito e preso · Marcas de pressão digital no pescoço · Dinâmica do crime · Evidências periciais e médico-legais
  • Prisão do Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa NetoPrisão preventiva decretada · Prisão em São José dos Campos · Transferência para presídio militar · Audiência de custódia · Acusação de homicídio
  • Segurança OperacionalInquérito policial concluído · Provas periciais e médico-legais · Exames de corpo de delito · Identificação de marcas de pressão · Necessidade de provas complementares
  • Forcas de SegurancaEntrada de policiais femininas para limpeza · Liberação inicial da perícia · Justificativa de ação humanitária · Questão de possível supressão de provas · Procedimentos em cena do crime
  • Presença do Desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado no localDesembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo no edifício · Investigação sobre possível interferência · Isolamento da área de crime · Condução dos trabalhos periciais
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Bom, e agora a gente vai para São Paulo, tem informação aqui do Claussen Dutra. Claussen.

policial. Ele chegou por volta de onze da manhã. O cronograma agora inclui a realização de exames de corpo de delito e a audiência de custódia até a ida dele ao presídio militar Romão Gomes na capital. A ofensiva contra esse oficial é resultado de uma atuação em duas frentes judiciais. A primeira frente é do oitavo distrito policial que concluiu o inquérito policial e representou a justiça estadual pela prisão por fraude processual. A segunda é da

sob o argumento de garantir a conveniência da instituição criminal, citando o risco de interferência em depoimentos e a necessidade de prevenção da hierarquia da corporação. O delegado do 8º Distrito Policial, Denis Saito, afirmou que o conjunto de provas periciais e médico legais tornou a versão inicial de suicídio apresentada pelo tenente tecnicamente inviável. Vamos ouvir.

A superintendência é que a hipótese de suicídio está afastada e que a gente tem indícios contundentes que ele fez a alteração do local. É o que a gente pode falar que levou ao pedido da prisão do mesmo. A perícia evita agora, Sadenberg, atribuir diretamente ao tenente-coronel a autoria das marcas de pressão digital encontradas no pescoço da policial Gisele,

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Essa intervenção ocorre depois da liberação inicial da perícia, quando o caso ainda era tratado como suicídio. A corporação justificou a medida como uma ação humanitária. A cúpula da segurança pública disse que não houve desvio de função ou intenção de suprimir provas, tratando esse episódio como um apoio assistencial comum em tragédias envolvendo integrantes da instituição.

no edifício logo após o ocorrido. A polícia esclareceu que até o momento não foram detectados indícios de interferência direta ou atos de ingerência dele na condução dos trabalhos periciais ou no isolamento da área. Sadenberg, essas são as últimas informações desse caso. Com o Claussen Dutra aqui da nossa redação em São Paulo.