Mauro Vieira diz que governo é contra classificar facções criminosas como grupos terroristas
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- Tecnologia Seguranca PublicaPosição do governo contra classificação · Argumentos legais · Argumentos políticos · Soberania nacional · Risco de intervenção estrangeira · Possível invasão do território brasileiro
- Combate ao Crime TransnacionalProposta de acordo Brasil-Trump · Combate ao crime organizado · Lavagem de Dinheiro · Tráfico internacional de drogas · Negociações diplomáticas
- Mercado FinanceiroRedução do fornecimento de petróleo · Bloqueio do Estreito de Ormuz · Risco de escassez de combustível · Vulnerabilidades brasileiras · Segurança alimentar · Fornecimento de fertilizantes
- Conflito Rússia-UcrâniaParalisia da ONU · Ineficácia do Conselho de Segurança · Surpreendimento do governo brasileiro · Negociações sobre enriquecimento de urânio com Irã
- Visita oficialNegociação de data · Data inicial 16 de março · Adiamento · Acordo bilateral como precondição
Oi, Cássia. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, acabou de dizer que o governo brasileiro é contra a classificação das facções criminosas como terroristas. É a primeira vez que o ministro fala publicamente sobre o impasse. Para Vieira, o Brasil não poderia ter outro ponto de vista, tanto no âmbito legal como político. O ministro ressaltou que o país não poderia deixar a soberania nacional sob risco ou na mão de países estrangeiros.
uma série de consequências como a possibilidade do exército americano invadir o território brasileiro, uma vez que isso está sendo discutido pelo governo de Trump.
estrangeiros. Não há dúvida do objetivo de combate ao crime organizado e ao crime transnacional. Bom, o ministro também falou que o presidente Lula propôs à dona de Trump um acordo para combater o crime transnacional como lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas. A gente lembra também que o Itamaraty está negociando uma visita de Lula a Trump, que inicialmente estava previsto por esses dias.
No dia 16 de março era uma primeira data, mas ainda está sendo negociado esse acordo de acordo com uma fonte. Vieira também criticou mais cedo no Senado Federal a paralisia da ONU e do Conselho de Segurança diante da guerra no Irã. Vieira falou que as Nações Unidas têm desempenhado papel secundário nas tratativas sobre a crise. Segundo o chanceler, a guerra pegou o governo brasileiro de surpresa, já que havia negociações diplomáticas em andamento com o Irã
de urânio. Vieira alertou também para o grave impacto econômico da crise no mundo. Ele destacou que 20% do petróleo mundial sai dos países do Golfo e que há, ali por dia, 250 navios passando pelo Estreito de Hormuz. A interrupção desse fluxo, de acordo com o ministro, pode gerar escassez e inflação. E que, para o Brasil, a maior preocupação não é com o petróleo ou segurança alimentar,
Por isso, o governo brasileiro busca diversificar o comércio com países parceiros.