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MPF pediu prisão preventiva de deputada alvo de operação, mas Mendonça optou por tornozeleira

17 de março de 20262min
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O Ministério Público Federal (MPF) chegou a pedir a prisão preventiva da deputada federal Gorete Pereira (MDB - CE), alvo da nova fase da operação Sem Desconto, deflagrada nesta terça-feira (17) pela Polícia Federal. O ministro André Mendonça, no entanto, optou pelo uso da tornozeleira eletrônica para a parlamentar.
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Assuntos3
  • Acusações contra Deputada Gorete PereiraControle de entidades para discontos · Corrupção e propina · Interferência política em órgãos públicos · Pressão sobre servidores públicos · Recebimento de valores ilícitos
  • Atuação ParlamentarPrisão preventiva negada · Tornozeleira eletrônica como medida cautelar · Investigação da Polícia Federal · Deflagração da operação
  • Eleições Rio de JaneiroAnálise da condição de parlamentar · Aplicação de critério mais elevado · Alternativas à prisão preventiva · Preservação de funções legislativas
Transcrição4 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

Ainda na Rede CBN temos informação chegando direto de Brasília. Felipe Igreja. Cássia, o Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão preventiva da deputada federal Gorete Pereira, alvo da nova fase da operação sem desconto deflagrada hoje pela Polícia Federal. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, no entanto, optou pelo uso da tornozeleira eletrônica para a deputada. Segundo a Polícia Federal, a parlamentar controlava entidades utilizadas para os descontos indevidos

e mantinha interlocução com autoridades e servidores públicos. Ainda segundo os investigadores do caso, a deputada Gorete Pereira, ela tinha influência política para viabilizar acordos com o INSS e também manter contato direto com autoridades administrativas e pressionava servidores públicos para acelerar os processos. O nome dela aparece, inclusive, em uma tabela de pagamento de propina

mil reais. A parlamentar, inclusive, pelas mensagens obtidas pela Polícia Federal nessa investigação, foi orientada no sentido de que o recebimento da propina deveria ser feito por meio de escritório de advocacia e que a parlamentar, inclusive, deu aval para esse procedimento. O ministro André Mendonça, no entanto, afirma que a condição de parlamentar da investigada impõe a aplicação de um crivo mais elevado ao analisar esse pedido de prisão. Então, ele adotou medidas judiciais

constritivas diversas da prisão, como o uso da tornozeleira eletrônica. Ele explicou ainda que o uso desse equipamento não impede a atuação dela, o trabalho dela como deputada federal. Cássia.