PF e CGU realizam nova fase de operação que mira fraudes no INSS
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- Fraudes FinanceirasOperação Indébito da Polícia Federal · Prisões de investigados · Repasses fraudulentos de 400 mil reais · Mandados de busca e apreensão · Monitoramento eletrônico de suspeitos · Determinação judicial do STF
- Monitoramento de deputada federalTornozeleira eletrônica · Medida cautelar · Deputada Goreta Pereira · Investigação do STF
Nós seguimos acompanhando aquela operação da Polícia Federal, mais uma operação da Polícia Federal no combate às fraudes no INSS. O Felipe Igreja atualiza. Exatamente, Milton. A Polícia Federal já cumpriu as duas ordens de prisão nessa fase, nessa nova fase da operação sem desconto, chamada de Operação Indébito. Já foram presos, portanto, o empresário Nátio de Lima Pinheiro e a advogada Cecília Rodrigues Mota.
Cecília atuava como o presidente, ex-presidente de associações de aposentados. Os dois foram presos no estado do Ceará. Em fases anteriores da operação Sem Desconto, a PF identificou repassas de R$ 400 mil a empresas de Nátio por meio de empresas de Cecília, por isso os dois alvos de prisão hoje nessa operação. E também a informação de que a deputada Gorete Pereira, outro alvo dessa ação de hoje,
ou tornozeleira eletrônica, passará a ser monitorada por tornozeleira eletrônica. As ordens dessa operação de hoje foram determinadas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Não houve ainda a quebra do sigilo desse despacho, mas a gente já teve acesso a essas informações. Operação que cumpriu, então, 19 mandados de busca e apreensão, duas prisões e também medidas cautelares diversas, como o uso de tornozeleira eletrônica hoje. Milton.