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Sobe o número de secretários que deixarão a gestão Nunes para disputar as eleições

16 de março de 20267min
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Subiu de seis para oito o número de secretários que deixarão a Prefeitura de São Paulo para disputar as eleições de 2026. Todos devem se desincompatibilizar dos cargos no dia 31 de março, próximo do prazo previsto na legislação eleitoral para quem ocupa funções no Executivo. As saídas representam cerca de 28% das secretarias da gestão do prefeito Ricardo Nunes, o que significa, na prática, uma renovação de pouco mais de um quarto da equipe.
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Assuntos10
  • Ministros deixam governoNúmero de secretários deixando gestão · Desincompatibilização em 31 de março · Cargos disputados (deputado federal e estadual) · Percentual de renovação da gestão · Estratégia de retorno após eleição
  • Orlando Morando - Secretário de Segurança UrbanaEx-prefeito de São Bernardo do Campo · Candidato a deputado federal · Braço direito do prefeito no programa SmartSampa · Possível filiação ao MDB
  • Rodrigo AshuisEx-prefeito de Susano · Candidato a deputado estadual · Presidência de consórcio de municípios · Filiação ao partido
  • Atuação de Lucia na políticaAproveitamento de projeção para disputar eleições · Retorno ao cargo após vitória eleitoral · Substituição temporária de secretários · Formação de bancadas partidárias
  • Casa CivilBraço direito do prefeito · Filiado ao MDB · Candidato a deputado federal · Ex-secretário de Relações Institucionais · Experiência como deputado federal
  • Governo e Gestao PublicaCandidato a deputado federal · Terceiro mandato como deputado federal · Experiência como deputado estadual · Retorno para Congresso
  • Luis Fernando MachadoEx-prefeito de Jundiaí · Candidato a deputado federal · Experiência em cargos estaduais e federais · História como vereador
  • Neguinho da CruzFiliado ao MDB · Candidato a deputado federal · Ex-relator do orçamento · Licenciado como vereador
  • Rui AlvesCandidato a deputado estadual · Primeiro mandato como deputado estadual · Licenciado pela ALESP · Retorno à ALESP após cargo
  • Distribuição de recursos e responsabilidadesMDB · Republicanos · PL · Representação por partido
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Radar Paulistano. 22 minutos, Bruna Barbosa está aqui conosco trazendo a dança das cadeiras no secretariado da gestão municipal. Mais cedo ela já deu um spoiler de que são oitos, oitos, hoje eu estou ruim, hein? Oito os secretários que devem deixar o cargo já pensando em concorrer a outros cargos nestas eleições de 2026. Um você já antecipou, mas agora vai revelar todo.

Vou trazer todos. Chega de mistério, né? Vamos para essa lista. São oito secretários que deixam o governo aqui da Prefeitura de São Paulo no dia 31 de março. Esse prazo também já foi definido. E agora a gente traz a lista aqui para os nossos ouvintes sobre quais são essas secretarias e quem são esses secretários que vão deixar a gestão. Então eu vou começar pelo Rodrigo Achius, que foi o spoiler que eu dei aqui no comecinho.

do CBN São Paulo, ele que hoje é o secretário de Meio Ambiente aqui da Prefeitura de São Paulo e vai disputar vaga para deputado estadual, Achius, que é filiado ao PL. Ele foi prefeito de Suzano por dois mandatos, 2017 e 2024, e já presidiu também o consórcio de municípios do Alto Tietê. Então, Rodrigo Achius sai. Outro nome que deixa aí, a gente já tinha acompanhado

conversado aqui também, já é um nome sabido que deixaria a gestão, é o Orlando Morando, que foi prefeito de São Bernardo Campo por dois mandatos, hoje é o secretário de Segurança Urbana aqui de São Paulo, é o braço direito do prefeito no programa Smart Sampa e deve deixar também, vai sair da prefeitura para disputar vaga como deputado federal. Então, Orlando Morando, Rodrigo Estiuch. Vamos para Milton Vieira, que é o secretário de Inovador,

Inovação e tecnologia é do Republicanos, disputa a vaga para deputado federal. Ele está no terceiro mandato já como deputado federal, já foi estadual por quatro mandatos, então agora retorna ao Congresso depois dessa desincompatibilização. Isso é comum também, tá? Muitos deles, os que estão licenciados, retornam para os cargos e permanecem para que possam disputar a reeleição nas cadeiras, se for o caso.

Institucionais, Alexandre Leite, que é do União Brasil, é filho de Milton Leite, está na Prefeitura de São Paulo ocupando o cargo de relações institucionais, é deputado federal já no quarto mandato, está licenciado para assumir essa secretaria, que é uma secretaria que faz já a articulação da Prefeitura com o Legislativo e vai disputar vaga para deputado federal. Rui Alves, que é o secretário de Turismo, Rui que é do

Estadual, ele que está licenciado também do primeiro mandato como estadual e retorna para a Lespe depois de deixar o cargo. Está acabando, a lista é grande mesmo. Desestatização em parcerias é o Luiz Fernando Machado, que é do PL, vai disputar como deputado federal. Ele foi prefeito também, prefeito de Jundiaí por dois mandatos, 2017 e 2024. Já exerceu o cargo de deputado estadual, federal,

e foi vereador também em Jundiaí, e agora tenta de novo como deputado federal. Sidney Cruz é o secretário da Habitação, ele é filiado ao MDB, vai disputar para deputado federal, hoje ele é o secretário de Habitação, mas já foi relator do orçamento aqui da capital por três anos consecutivos na Câmara, está licenciado do mandato como vereador, e agora vai disputar também como deputado federal.

Ricardo Nunes, que é o Henrico Mizas, que é o secretário da Casa Civil. Ele, que é afiliado ao MDB, também vai disputar para deputado federal aqui em São Paulo. No mandato anterior, ele foi secretário de Relações Institucionais. Ocupava o cargo que hoje está com o filho de Milton Leite. Agora é Casa Civil, mas já foi deputado federal entre 19 e 2022. Então, esses são os secretários que saem da prefeitura em 31 de março.

que essa lista completa também está no Radar Paulistano. No site da CBN você encontra, para que consiga entender também, ver essa dança das cadeiras, analisar. E é algo que a gente precisa colocar aqui, é que muitos desses prefeitos, muitos desses secretários, podem sair e depois retomar para a Prefeitura de São Paulo. Um desses cargos deve ser o do próprio Rodrigo Achucho. O prefeito Ricardo Nunes já deu essa sinalização,

Ele é um secretário que deve sair, disputar, vencendo, volta para a prefeitura. Isso é permitido de acordo com a legislação eleitoral. Algo que muitos desses secretários costumam fazer, né? É um hábito nas eleições brasileiras, tá? Aqui não estou falando nem só de São Paulo. A gente está falando de algo que acontece no Brasil porque é uma estratégia. Esses secretários que têm um pouco mais de projeção, são nomes de projeção, puxam voto e aí pegam esse voto para o partido.

No executivo, o suplente ocupa o espaço e tá tudo feito. O partido conseguiu aquela vaga que era importante. Tanto pra essas votações específicas que eles querem, é pra formar a bancada, é pra ter apoio. Então, falei aqui o nome do partido de todos. Tem aí MDB, Republicanos e PL, basicamente nessa lista, né? Desses oito secretários. Então, essa estratégia tá em jogo também. Eles saem, disputam, vencem, deixam o suplente e voltam pro cargo. Orlando Morando tá sem partido, né? Tá sem partido, mas...

A expectativa é de que vá para o MDB, que é o partido da esposa dele também, a Carla Morando, tá? Sim. Então deve, essa filiação deve acontecer também, precisa acontecer até o fim de março, tem prazo também, mas Orlando Mariano deve ir para o MDB. Muito bem, então tá aí oito secretários, subiu de seis para oito o número de secretários que devem deixar a prefeitura, que vão deixar a prefeitura para disputar essas eleições de 2026. Os detalhes sobre nomes, os partidos e também qual a atuação deles na...

gestão de Ricardo Nunes estão lá no Radar Paulistano no site da cbncbn.globo.com, certo, Muniz? Certíssimo, Marcela. Valeu, hein, Bruna? Até mais. Boa semana pra você. Pra nós. Valeu.