Inquérito da PM relata ameaças e perseguição em casamento de tenente-coronel e soldado
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Vamos voltar ao noticiário aqui no Brasil, falando de São Paulo com a Marcela Marcos, atualizando o caso daquela PM que foi encontrada morta no apartamento. Marcela. Milton, a PM recebeu diversas denúncias sobre a relação entre o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e a soldado Gisele Alves Santana, indicando que o casamento dos dois era marcado por ameaças, perseguição e episódios de instabilidade emocional. No inquérito policial militar ao qual a TV Globo teve acesso,
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do Tenente Coronel. Os episódios mencionados foram presenciados por diversas testemunhas. No documento também há relatos de que o disparo que causou a morte de Gisele ocorreu após uma discussão do casal. A família da mulher já havia relatado que o casal brigava muito e que ele inclusive a perseguia. Na quarta-feira, representantes da Corregedoria da PM e delegados da Polícia Civil se reuniram e concluíram que as provas que foram reunidas até o momento são suficientes para embasar
um pedido de prisão temporária de Geraldo. Ele estava no apartamento no momento da morte e foi ele quem acionou o socorro. O caso, inicialmente tratado como suicídio, passou a ser investigado como morte suspeita. A reunião das polícias ocorreu após o laudo necroscópico indicar que Gisele apresentava lesões contundentes no rosto e no pescoço, compatíveis com pressão digital e marcas de unhas. Peritos afirmam que há sinais de que ela desmaiou antes de ser baleada
sou defesa. Na terça-feira, a Justiça redistribuiu o caso para uma vara do Tribunal do Júri responsável por analisar crimes contra a vida. O corpo da policial chegou a ser exumado no sábado para novos exames no IML Central, incluindo tomografia. Os resultados completos dessas análises complementares, no entanto, só devem ficar prontos na semana que vem, Milton. As informações foram da Marcela Marcos.