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Prefeitura de SP suspende contrato milionário com ONG que gerenciava unidades de saúde no Centro

12 de março de 20263min
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A Prefeitura de São Paulo suspendeu o contrato de centenas de milhões de reais com uma ONG que gerencia unidades de saúde do centro de São Paulo. A suspeita é de que a empresa mantinha uma folha de pagamento de R$ 370 mil mensais a 34 funcionários fantasmas. A Controladoria Geral do Município ainda apura outros detalhes.

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Assuntos6
  • Funcionários fantasmasFolha de pagamento fraudulenta · 34 funcionários fictícios · R$ 370 mil mensais · Desvio de dinheiro público
  • ONGs e FinanciamentoContrato milionário · Medida cautelar · Investigação da Controladoria Geral · Possível recurso judicial
  • Unidades de saúde afetadasCaps 4 Redenção · UBS Santa Cecília · UBS Centro · Atendimento a dependentes químicos · Cracolândia · Impacto operacional
  • Associação Filantrópica Novos EsperançasContrato desde 2021 · Gestão durante pandemia de COVID-19 · Possível recurso judicial
  • Transicao Administrativa GovernamentalNova organização responsável · Sociedade Brasileira Caminho de Damasco · Continuidade do atendimento · Comitê de transição
  • Investigacao Forense e ProvasDenúncia de funcionários · Controladoria Geral do Município · Detalhes do desvio · Cronograma do esquema
Transcrição6 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

E quem tá aqui com a gente agora é a Alessandra Ferreira. Traz mais informações a respeito de uma investigação aqui de um problema na área da saúde em São Paulo. Explica pra gente, Ale. Bom dia. Oi, Muniz. Um bom dia pra você, pra Marcela e pros nossos ouvintes. A Prefeitura de São Paulo suspendeu o contrato, que é de centenas de milhões de reais ali, com uma ONG que gerencia unidades de saúde no centro de São Paulo. A suspeita é de que essa empresa mantinha uma folha de pagamento de 370 mil reais a 34 funcionários fantasmas.

Então, a Controladoria Geral do Município ainda apura detalhes, inclusive essa suspeita de pagamentos a funcionários fantasmas. A associação é a Associação Filantrópica Nova Esperança, que assinou um contrato com a Prefeitura em novembro de 2021, em meio à pandemia da Covid-19. Inclusive, era responsável pela gestão de unidades de saúde na Santa Cecília e na Sé, ou seja, ali no centro da cidade de São Paulo.

Essa apuração surgiu por meio do vice-prefeito coronel Meloraújo, com quem eu conversei há pouco, que detalhou um pouco mais sobre o que ele observou lá, que era justamente isso, que conversando com funcionários que fizeram essa denúncia, foi constatada esse pagamento de 370 mil reais por mês a 34 funcionários fantasmas. A controladoria geral do município ainda apura detalhes sobre como, quando esse pagamento começou, desde quando esse desvio de dinheiro estaria acontecendo por lá.

A partir disso, houve a mudança da organização responsável pelo atendimento nessas unidades de saúde. Quem assumiu agora foi a Sociedade Brasileira Caminho de Damasco. E a gente até questionou a Secretaria Municipal da Saúde para saber que tipo de impacto vai ter no atendimento a quem busca essas unidades de saúde na região central. Porque a gente está falando não só desse CAPS que atendia dependentes químicos da Cracolândia, mas também da UBS, o Maitá, a UBS Almirante Brasil, a UBS, da Cé, enfim, unidades de saúde ali da região central.

Central, que tem um movimento muito grande. A tendência é que isso não mude, não tenha uma alteração em relação ao atendimento, inclusive a Secretaria colocou um comitê para fazer essa transição de administração. O que já se sabe então é que teve essa suspensão, a Controladoria Geral do Município pediu a suspensão desse contrato, é uma medida cautelar ainda, que pode inclusive ter a associação fazendo um pedido na Justiça para recorrer, tanto na Justiça como de maneira administrativa, mas então tem essa mudança

no contrato para quem está na região central buscando UBS mudou a organização responsável pelos atendimentos já que agora então a sociedade brasileira Caminho de Damasco assume esses contratos a CBN também já pediu esse posicionamento para a Secretaria Municipal da Saúde aguarda um retorno então o prefeito Ricardo Nunes também disse que assim que eles souberam dessa informação eles abriram a investigação e agora teve essa suspensão então do contrato com a organização que tomava conta das UBS as unidades de saúde na região central de São Paulo Muniz e Marcela

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