Moradores de Mairiporã (SP) devem receber auxílio de R$ 2 mil após rompimento de reservatório
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- Auxílio EmergencialValores pagos · Despesas cobertas · Alimentação · Remédios · Itens básicos
- Desabamento de EstruturasLocal em Mairiporã · Grande São Paulo · Causa do acidente · Data do incidente
- Crise humanitária no SudãoNúmero de desabrigados · Acomodação provisória · Hospedagem pela Sabesp · Casa de parentes e amigos
- Uso de Espacos PublicosInspeção técnica · Liberação de imóveis · Necessidade de reforma · Demolição · Risco geológico
- Indenização por danos materiaisLevantamento de bens perdidos · Danos estruturais · Processo de avaliação · Complementação da ajuda
- Moradias temporáriasFamílias impossibilitadas de retornar · Custos compartilhados · Parceria Sabesp-prefeitura · Acomodação provisória
- Reuniões diplomáticas e governamentaisParticipantes · Duração · Data e horário · Anúncios de medidas
- Impactos geológicos do rompimentoMovimentação de terra · Deslizamentos de terra · Área de risco · Danos estruturais
O chamado da reportagem, Pedro Fagundes. Diga lá, Pedro. Fala, Marcela. Moradores atingidos pelo rompimento de um reservatório da Sabesp, em Mariporã, na Grande São Paulo, devem receber uma ajuda emergencial de dois mil reais para cobrir despesas imediatas, como alimentação, remédios e itens básicos. A medida foi anunciada em uma reunião que terminou agora há pouco entre representantes da companhia, da prefeitura e famílias afetadas pelo acidente.
informou que vai fazer uma indenização completa pelos prejuízos materiais, depois de um levantamento detalhado de todos os bens perdidos e dos danos estruturais nas casas. O encontro durou cerca de 40, 50 minutos e reuniu moradores que tiveram casas atingidas ou precisaram deixar a região. Ao mesmo tempo, técnicos realizam agora uma análise estrutural das casas próximas ao local do acidente. A avaliação vai identificar quais imóveis podem ser liberados para o retorno dos moradores,
quais precisam de reforma e quais podem ser demolidos. Segundo informações apresentadas na reunião, parte significativa das casas não sofreu nenhum dano estrutural grave, mas todas estão em uma área com risco geológico, já que o rompimento provocou movimentação da terra e pequenos deslizamentos na rua. Hoje, 25 famílias continuam fora de casa, o que representam 82 pessoas desalojadas.
parentes ou amigos, outras estão hospedadas em hotéis pagos pela Sabesp. Segundo a Prefeitura, esse alojamento é provisório. Depois da conclusão dos laudos, quem puder voltar para casa será liberado. Já as famílias que não puderem retornar e não tiverem onde ficar, devem ser levadas para outras moradias temporárias com aluguel custeado pela Sabesp em parceria com a Prefeitura. Volto com vocês. Valeu, obrigada Pedro Fagundes.