PF investiga desvio milionário no Conselho Federal de Biomedicina
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- Operação PF no Conselho Federal de BiomedicinaMandados de busca e apreensão · Bloqueio de bens · Operação Risco Biológico · Investigação de desvios · Abrangência geográfica
- Fraudes FinanceirasContratos irregulares · Licitações fraudulentas · Pagamentos sem execução de serviços · Envolvimento de escritórios de advocacia · Inversão de procedimentos
- Contratações IrregularesAdmissões sem concurso público · Falta de documentação · Contratações na gestão anterior · Desligamento de funcionários irregulares
- Bloqueio de bens e sequestroValor total bloqueado · Bens de pessoas físicas e jurídicas · Decisão da justiça
- Segurança OperacionalPosse ilegal de arma de fogo · Crimes capitulados · Investigados presos durante operação
- Posicionamento municipal localDistanciamento da gestão anterior · Colaboração com PF · Documentos fornecidos · Reformas implementadas · Assunção em outubro 2024
A Ana Carolina Tomé tem informações em Brasília sobre uma operação da Polícia Federal. Oi, Ana. Oi, Débora. A Polícia Federal do Distrito Federal investiga um desvio milionário no Conselho Federal de Biomedicina. Nesta quinta-feira foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão em cinco estados. Desse total, oito foram cumpridos no DF. A Justiça determinou bloqueio e sequestro de bens que juntos somam mais de 40 milhões de reais pertencentes.
a pessoas físicas e jurídicas investigadas em razão da apuração da PF batizada de Operação Risco Biológico. A investigação teve início lá em 2024, após denúncias que apontaram irregularidades em contratações feitas pelo Conselho, incluindo procedimentos sem respaldo legal, fraudes em licitações e admissões de pessoas sem concurso público.
para o desvio de recursos por meio dos contratos irregulares, principalmente envolvendo escritórios de advocacia. Alguns dos contratos teriam sido pagos sem a efetiva execução dos serviços e em outros o valor foi repassado primeiro e só depois o documento foi assinado. Segundo uma nota do Conselho Federal de Medicina, a operação desta quinta não tem relação com a atual direção e seus membros que assumiram a gestão do Conselho em outubro de 2024.
A nota diz que a atual diretoria forneceu, já forneceu os documentos internos solicitados pela PF e prestou os esclarecimentos necessários. Ainda, segundo o presidente da entidade, Edgar Gacês Júnior, todos os funcionários contratados em cargos que eram para concursados já foram desligados.
Ao tomar posse, o cuidado que nós tivemos foi demitir todos esses colaboradores com processos internos administrativos, dando razão à demissão. E hoje, os colaboradores do Conselho Federal são contratados por concurso público. E as vagas que ainda têm súmula do Supremo Tribunal Federal, que permitem a contratação por notório saber, assim foram feitas.
foram presos em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Eles podem responder por crimes de organização criminosa, peculato, fraude à licitação e também de lavagem de dinheiro.