'Caso ela diga não': governo cobra TikTok por vídeos que incentivam violência contra mulheres
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- Violência contra a mulherVídeos com apologia à violência · Trend 'Caso ela diga não' · Simulação de agressões físicas · Viralização de conteúdo violento · Resposta da plataforma
- Investigação pela Câmara dos DeputadosPedido de abertura de investigação · Comissão de Segurança Pública · Requerimento do deputado Pedro Campos · Encaminhamento à Procuradoria Geral da República
- Ação do Ministério da JustiçaTrégua de 5 dias · Entendimento e explicação · Remoção de conteúdos ilegais · Comunicação Digital
- Criminalidade FemininaRisco de feminicídio · Ameaças e violência psicológica · Normalização de agressão · Impacto social
- Gabinete Crise GovernamentalConfirmação de violação de regras · Remoção de conteúdo · Justificativa da plataforma · Atraso na moderação
- Segurança OperacionalPedido de abertura de inquérito · Lista de conteúdos removida · Investigação de usuários · Solicitação à plataforma
- Crítica a instituições e sistemasDemora da plataforma · Viralização antes da remoção · Replicação em massa · Crítica do deputado Pedro Campos
E a Maria Cecília Dallau tem informações ao vivo em São Paulo sobre os vídeos que foram publicados no TikTok, aquela trend de apologia à violência contra a mulher. Quais foram as... O que o governo decidiu fazer, Maria Cecília? Boa noite. Oi, Débora. Boa noite para você, para a Carol também, para os nossos ouvintes. O Ministério da Justiça enviou um ofício ao TikTok dando cinco dias para a rede social se explicar sobre uma trend em que usuários sugerem violentar mulheres
elas recusem pedidos de namoro, beijo ou casamento. Nos vídeos, os criadores simulam os pedidos de forma romântica. Em seguida, as publicações trazem a frase treinando caso ela diga não. E então, os homens aparecem chutando, socando e até esfaqueando manequins que representam mulheres. Nesta terça-feira, a Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um pedido para a abertura de uma investigação sobre a trend. O requerimento é do deputado federal Pedro Campos, do PSB.
Agora cabe à Procuradoria-Geral da República a decisão final. Em nota CBN, o TikTok afirmou que os conteúdos violam as regras da plataforma e que foram removidos. A rede iniciou a retirada desses vídeos no fim de semana, quando recebeu da Polícia Federal uma lista de conteúdos que incitavam esse tipo de discurso. A ação da polícia surgiu após a Advocacia-Geral da União pedir a abertura de um inquérito para investigar a conduta desses usuários.
afirma que é obrigação da plataforma retirar imediatamente esses vídeos de circulação antes mesmo disso ser pedido. Da mesma forma, em entrevista à CBN, o deputado Pedro Campos enfatizou a demora da rede social de proibir a publicação de vídeos que fazem apologia ao crime.
Para AGU, os vídeos podem estimular a prática de crimes como feminicídio, ameaça e violência psicológica contra a mulher. Sempre importante lembrar aqui que o Brasil registrou um recorde de feminicídios no ano passado.
apontaram uma média de quatro vítimas por dia no país que foram assassinadas por homens.